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O Audaz Audenis

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E minha madrasta que me flagrou chupando a bucetinha gostosa da minha irmã. Na época eu tinha 16 anos e Pietra 9, porém, a gente fazia sacanagem desde que Pietra tinha sete. Pietra chupava muito gostoso, tinha uma boquinha aveludada, macia, molhada e a putinha mamava com vontade, dedicação, era safadinha, fogosa, espevitada, atrevida e eu retribuía os boquetes perfeitos chupando a pirralhinha dos pés a cabeça e roçando meu caralho duro adolescente na xoxota inchada, carnudinha e rosada de Pietra. Tanto eu, quanto ela, se divertia fazendo as putarias, era bem gostoso e a gente se entendia muito bem, até que Fernna, minha madrasta, nos flagrou.

Tudo começou quando eu tinha 7/8 anos e comecei a frequentar a casa do pai da minha madrasta. Na época, ela estava grávida e eu adorava ir lá para jogar no computador. Audenis, pai da minha madrasta, era militar aposentado e tinha feito uma cirurgia na coluna, ficava em uma cadeira de rodas, o filho dele instalou Counter Strike no computador e Audenis ficava jogando o dia todo. Na minha casa não tinha computador ou videogame, eu contava os dias para ir à casa de Audenis para jogar.

Fernna, minha madrasta, era ótima, me tratava muito bem. Ela gostava que eu fosse na casa do pai dela porque Audenis era solitário, estava se recuperando e era bom ter uma agitação na casa para ele se animar um pouco. Audenis tinha 51 anos e, apesar da cirurgia, era jovem, forte, atlético, vigoroso e fazia o tipo “vovô-garoto”. Ele também me tratava super bem e me deixava jogar por horas, porém, após uns seis meses do nascimento de Pietra (Audenis já tinha se recuperado) Audenis me mostrou que jogar Counter Strike não era a única coisa que ele fazia no computador.

Audenis me mostrou vários sites pornôs e não demorou muito para começar a abusar de mim. Ele me masturbava, chupava meu pinto, meu saquinho, meu cu, dedilhava meu cuzinho laceando minhas pregas, preparando-me lentamente para me torar. Confesso que eu adorava, Audenis não era violento, agressivo ou cruel, ele foi me bolinando aos poucos, eu fui aprendendo a gostar e as coisas foram evoluindo. Na época eu ainda nem gozava molhado, só sentia uma câimbra deliciosa no pinto que latejava e pulsava desvairado, um arrepio alucinante, seguido de uma sonolência relaxante inevitável. Nesses momentos Audenis socava o dedo no meu cuzinho até o talo, eu nem sentia o dedo me invadir, quando minha euforia passava é que eu ia perceber que o dedo estava todo dentro e eu rebolava o quadril em um ritmo lento, porém, assanhado. Eu adorava a safadeza que Audenis fazia comigo, porém, odiava as safadezas que eu tinha que fazer com Audenis. Ele me fazia chupar a piroca, o saco e o cu dele. Eu morria de nojo e não queria fazer, mas, Audenis dizia que se eu fizesse ele me daria um computador e, eu acabava cedendo. Ele me fazia colocar uma camisinha na mão e meter meu punho no cu dele enquanto ele batia punheta. Pedia pra eu mijar no pau dele e chupar o caralho mijado.

Audenis demorou quase dois anos para meter o pau no meu cu. Na época, eu tinha 9 anos e ele já tinha me estimulado tanto que quando ele me penetrou eu não senti dor nenhuma, foi só uma sensação estranha, porem, gostosa no pé-da-barriga, depois, foi só prazer! Eu continuava odiando ter que retribuir as sacanagens, continuava esperando o computador que Audenis vivia me prometendo, porém, eu adorava dar o cu pra ele. Foi uma descoberta deliciosa e uma experiencia incrível. Só de sentir a cabeça do caralho dele latejando perto das minhas pregas, meu pintinho já ficava duro e meu cuzinho piscava excitado querendo levar rola. Na medida em que fui crescendo e tomando consciência do que eu estava fazendo, comecei a ficar com medo de “virar gay”. Na minha cabeça “gay” era o cara que desmunhecava ou que era travesti e usava roupas de mulher. Eu ficava apavorado com a ideia de que um dia eu poderia acordar com uma voz afeminada, fina, de menina e, ser zoado na escola. Audenis me explicou que “todo menino fazia sacanagem uns com os outros para aprender o que fazer com as meninas” e, que “Gay eram aqueles homens que tinham a capacidade de se apaixonar amorosa e carnalmente por outros homens”, que “sexo é apenas prazer e prazer você pode (e deve) sentir com qualquer pessoa – até com você mesmo!” Eram definições solidas que, para um menino, faziam todo sentido; eu relaxava e continuava dando o cu adoidado e, de pintinho duro curtia cada estocada que sentia no cuzinho.

Conforme fui crescendo nossas putarias foram ficando cada vez mais gostosas e frequentes. Audenis fodia meu cu e minha mente, com novas taras, novas narrativas, novas fantasias e, as mesmas promessas. Nessa época eu já estava com 12 anos e, nada do meu computador. Quanto mais velho eu ia ficando mais nojento Audenis ficava, ele tinha um consolo enorme que me fazia meter no cu dele, ele insistia para que eu o chupasse quando ele estava prestes a gozar para esporrar na minha boca, porém, eu morria de nojo. Quando meus pelos do saco começaram a brotar, Audenis insistia em me depilar, eu até curtia porque ele me chupava, masturbava, massageava, e me comia no processo, no entanto, às vezes, ele queria mijar em cima de mim, uma vez, Audenis pediu pra eu tentar cagar no pau dele, mas eu não conseguia. Depois ele começou a depilar e lamber meu suvaco, me dava uma gastura desgraçada, eu não tinha o menor tesão nisso, mas, Audenis me dominava, eu acabava fazendo.

Eu comecei a fazer futsal todas as quartas e sextas, Audenis ia me buscar toda sexta-feira, ele gostava de me foder com o uniforme sujo, molhado de suor. Eu até gostava, ficava ansioso para vê-lo. A gente ia para um clube de tiro que ficava a uns cinco minutos de carro da quadra de futsal onde eu treinava. Era na zona rural, a gente chegava, Audenis cumprimentava o porteiro do clube dizendo que ia “ensinar o neto a dar uns tiros”, ele me fazia correr, fazer umas flexões, polichinelos e, quando eu estava bem suado, cansado e ofegante, ele me colocava de quatro no banco de trás do carro e comia meu cu até me deixar todo assado. Nós fizemos isso tantas vezes que Fernna, minha madrasta e, meu pai, diziam que o carro de Audenis fedia… E fedia mesmo! A suor, porra, chulé e sexo! Audenis mandava eu ficar duas ou três semanas sem lavar meu uniforme e meias, eu obedecia, o cheiro era insuportável, mas ele adorava. Sempre quando ele me fodia no carro, eu só baixava minha bermuda, ficava de quatro, empinava a bunda e ele metia; nem o tênis ele me deixava tirar. Depois da foda ele me fazia trocar de roupa, eu jogava meu uniforme no banco de trás, a gente saia do clube de tiro, parava em algum lugar para lanchar, depois ia embora e, ao chegar em casa, a gente trepava novamente e, era quando a nojeira começava. Audenis me obrigava a pegar minhas meias sujas dentro do carro e, enquanto me comia de quatro, ficava mandando-me por a meia na boca. Uma vez minha cueca estava com uma derrapada e ele quis esfregar na minha cara, eu me recusei e, Audenis foi extremamente agressivo comigo, chegou a me dar um tapa, eu chorei, acabou o clima, ele se desculpou e depois me fodeu com todo carinho no banheiro. Depois disso toda vez que a gente fodia no clube de tiro ele me deixava de meia em apenas um dos pés, o outro ficava descalço e ele alternava entre morder a sola do meu pé e cafungar o pé com meia; eu até gostava, era um carinho gostoso.

Aos 14 anos eu ganhei um campeonato municipal de futsal na nossa cidade e comemorei dando muito o cu pra Audenis. Enquanto me fodia ele dizia que “comer o cuzinho de um campeão era muito mais gostoso”. Nesse dia, foi a primeira vez em seis anos que quase fomos pegos. Na euforia de foder a gente entrou na casa de Audenis e, não fechamos o portão direito, Fernna chegou com Pietra e eu estava peladinho cavalgando o cu na piroca gostosa do pai dela, no sofá da sala. Nossa sorte foi que Pietra era escandalosa e entrou na garagem gritando e deu tempo de eu correr para o banheiro e, Audenis foi para o quintal. Salvos pelo gongo!

Nessa época, Pietra já estava com sete anos e eu nunca tinha tido qualquer tipo de malicia com ela. Até que um dia, meu pai e Fernna a deixaram na casa de Audenis para eles irem ao cartório. Pietra brincava no chão da sala e, do nada, Audenis colocou o pau para fora e começou a bater punheta. A menina olhou para trás, viu o pau dele, levantou-se e, por livre e espontânea vontade, foi até ele e começou a chupar o pau de Audenis. Eu fiquei indignado! Com certeza Audenis já tinha colocado a neta para mamar antes.

Nesse dia foi a primeira vez que fiz sacanagem com Pietra. Eu dei uma das gozadas mais incríveis da minha vida. Dei o cu para Audenis enquanto Pietra chupava meu pau, foi uma experiência sublime, gozei loucamente em menos de cinco minutos. Daquele dia em diante eu e Pietra nunca mais deixamos de fazer putaria um com o outro. Sei que é totalmente absurdo, insano, doentio e criminoso, mas, juro por tudo que há de mais sagrado que Pietra gostava. Um ano depois Pietra pedia para eu passar meu pau na bocetinha dela, ela arregaçava as pernas, segurando seus pezinhos no alto e, deitada na cama, pedia para “eu beijar a perereca dela”. Pietra fazia carinha de safada, sorria maliciosamente, suspirava e rebolava na minha boca. Diferente do pau e do cu nojento de Audenis, eu caia de boca na bucetinha inchada e no cuzinho rosado de Pietra; ela sorria, gargalhava, ficava ofegante e, em muitas vezes, sem eu dizer absolutamente nada, a pirralhinha ficava de quatro, empinava a bunda, abria as nádegas com as mãos… Eu ia todo entusiasmado para passar a rola, mas ela desviava e pedia para eu continuar a chupando de quatro. Pietra era muito safadinha, fogosa, assustadoramente precoce e atrevida. Quando eu roçava meu pau na rachinha dela, inevitavelmente, ficava tudo molhadinho, não era muito – não alagava, mas humedecia – era o suficiente para lambuzar a cabeça do meu pau com uma babinha pegajosa e deixava tudo deslisando bem gostoso que nem quiabo. Na época eu era inexperiente, bobão, estava descobrindo os prazeres proporcionados por uma bocetinha com Pietra, se fosse hoje, eu me divertiria e aproveitaria muito mais.

Nessa fase eu já tinha meu computador que, de fato, Audenis me deu, e eu não ia lá com a mesma frequência. No entanto, Audenis começou a frequentar a casa do meu pai semanalmente. Ele tinha ciúmes porque eu e Pietra fazíamos putaria sem ele. Diversas vezes ele ficava sozinho com a gente e ficava nos assistindo fazendo putaria. Teve uma vez que fazia mais de dois meses que eu não dava meu cu pra ele, a gente estava fissurado um no outro, cheios de tesão e, Audenis me comeu na frente de Pietra que, quando viu o pau dele desaparecendo dentro do meu cu e meus gemidos alucinados de agonia erótica, começou a chorar. Estava muito gostoso, não paramos de foder, mas, quando gozamos, consolamos Pietra do jeitinho que ela gostava e, ficou tudo bem.

Aos 15 anos eu já estava muito mais amadurecido e sabia exatamente o que ser gay significava e, definitivamente, eu não queria mais aquilo. Comecei a pegar umas meninas na escola e, como a gente tinha ganhado o campeonato de futsal a um ano atras, pela primeira vez na vida, eu experimente os prazeres da popularidade, fiz amigos novos, jogar Counter Strik não era mais minha prioridade e, dar o cu para Audenis não me proporcionava mais o mesmo prazer de antes. Eu morria de medo de algum dos meus amigos desconfiarem ou suspeitarem de alguma coisa e me chamarem de viado. Aos poucos fui me afastando de Audenis, porem, as putarias com Pietra se intensificaram. A gente só se encontrava aos finais de semana o que aumentava a tensão e a vontade de fazer bobagem se acumulava. A impressão que eu tinha, era que Pietra tinha mais fogo que eu. Ele sempre usava umas camisolinhas e, sempre quando ficávamos sozinhos ela tomava a iniciativa me chamando para “brincar de novela”. Ela tirava a calcinha, sentava no meu colo, a gente beijava na boca de um jeito meio desengonçado – Pietra gostava que eu beijasse o pescoço dela e lambesse seus projetos de peitinhos – a sacanagem começava e era gostoso pra caralho. Toda vez que eu chegava Fernna mandava Pietra vestir uma calça ou short, não adiantava porra nenhuma. Pietra não tinha modos nenhum, viva de pernas abertas, exibindo a bocetinha. Ela usava um shortinho rosa da hello Kitty bem apertadinho que marcava perfeitamente a bocetinha fazendo o que hoje chamamos de “pata-de-camelo”, mas, na minha época, eu só chamava de “marca da carnudinha”.

Audenis me contou que quando Fernna (filha dele e minha madrasta) tinha a idade de Pietra ele e a esposa foram chamados na escola porque Fernna estava se exibindo (mostrando a bocetinha) para os coleguinhas de turma e pedindo para ver a rola dos meninos. Quando chegaram em casa a esposa dele (mãe de Fernna) mostrou para a filha o que era o pau de um homem usando o caralho dele de exemplo. De acordo com Audenis, quando Fernna viu o caralho do pai, não hesitou, já colocou a mãozinha e, a esposa incentivou Fernna a chupar e masturbar o próprio pai.

Audenis disse que fez putaria com Fernna até os 11 anos, só parou, porque ela ficou menstruada pela primeira vez, ele ficou com medo de engravidá-la e o irmão de Fernna, já estava maior, já estava começando a entender as coisas, além de que Audenis trabalhava no quartel e, de acordo com ele, ele comia o cu dos recrutas que entravam pra servir e, uma vez, pegou uma doença venérea e ficou com medo de passar para Fernna. Audenis afirma que foi difícil parar porque Fernna era safada, provocava, se insinuava, exatamente como Pietra fazia.

Por uns dois anos a gente fazia sacanagem todo final de semana, principalmente, durante a tarde de sábado. Meu pai e Fernna eram donos de uma locadora de fitas de vídeo que funcionava no mesmo prédio onde eles moravam no terceiro andar. O prédio era antigo e tinha um elevador que a porta fazia um barulhão. Aos sábados o movimento era grande e meu pai ficava grato por eu ficar com Pietra enquanto eles trabalhavam. Frequentemente, ele e Fernna ia ver se estava tudo bem. Eu e Pietra fazíamos sacanagem na sala e, sempre que ouvíamos a porta do elevador, a gente parava. No entanto, de tanto os moradores reclamarem, a porta do elevador foi retirada, Fernna foi nos ver, abriu a porta de uma vez e me flagrou de joelho no chão, com a cabeça entre as pernas de Pietra que, arreganhada no sofá, descalça com os pés pra cima, curtia deliciosamente, os prazeres da minha chupada gulosa na sua bocetinha perfeita. Naquele mesmo dia a gente já tinha feito putaria a tarde toda, eu tinha roçado meu pau na rachinha dela até deixa-la toda vermelha e assada, gozei pra caralho com os boquetes babados de Pietra, eu nem queria fazer mais nada, porém, Pietra insistiu que eu a chupasse pela última vez antes de ir embora, pra variar, eu cedi e, Fernna me flagrou caindo de boca na bocetinha gostosa da filha safada dela.

Fernna fez um escândalo, tentou me dar uma facada, minha sorte que meu pai não estava. Eu saí correndo, fui para a casa de Audenis, contei o que aconteceu e pedi dinheiro pra ele para ir pra casa da minha avó materna na Bahia, porque eu tinha certeza que Fernna contaria para meu pai e, com certeza, ele me mataria (não estou brincando). Audenis ficou supertranquilo, disse que Fernna não contaria nada para meu pai porque sabia que Pietra era safada, mas, eu estava desesperado, implorei pra ele me emprestar o dinheiro. Ele me colocou no carro, fomos até Boituva-SP, um amigo dele que trabalhava como piloto de paraquedistas me levou de avião até Vila de Itaúnas, no Espírito Santo e, de lá, peguei um ônibus e fui para casa da minha avó em Salvador. Audenis me deu um cartão de crédito e R$ 600,00 que, na época, era dinheiro pra caralho.

Fiquei na Bahia por quatro meses, larguei escola e tudo mais, perdi o ano. Falei pra minha mãe que um pessoal da torcida organizada do time adversário do futsal tinha me ameaçado de morte e, eu fugi com medo. Minha mãe fez boletim de ocorrência, isso deu uma confusão desgraçada e, no fim, Audenis estava certo: Fernna não falou nada para meu pai! Nesse período na Bahia trepei com uma mulher pela primeira vez, Iara tinha 19 anos, era bem fogosa e safada, uma pretinha com a bocetinha quente. Quando voltei a atitude de Fernna mudou totalmente em relação a mim, era ríspida e não olhava na minha cara (será porque, ne?). Um ano depois o negócio deles faliu, eles venderam o apartamento, a loja, meu pai foi embora para a Irlanda e, Fernna ficou morando com Audenis e, trabalhando como professora de inglês. Nesse período eu estava “devendo” Audenis por ele ter me dado o dinheiro, o cartão de crédito e, acabei dando o cu pra ele novamente, fazia um ano e meio que eu não dava o cu, mas, o prazer foi o mesmo, talvez, tenha sido até mais gostoso, porém, eu tinha um ódio mortal de gostar dar.

Pietra estava um milhão de vezes mais safada e, tanto eu, quanto Audenis, roçava o caralho na bocetinha carnuda dela enquanto Fernna estava trabalhando. Pietra falou pra mãe que “brincava de novela comigo porque gostava de brincar”. Nem eu e, nem Audenis, defloramos Pietra, a gente ficava só no roça-roça, chupa-chupa, esfrega-esfrega, mas, durou pouco, porque dez meses depois Fernna e Pietra foram se encontrar com meu pai na Irlanda. Quando elas foram embora eu, praticamente, comecei a morar com Audenis. Minha mãe desconfiava da nossa relação, chegou a fazer algumas insinuações, mas eu apelava e o assunto morreu. No entanto, dei o cu pra Audenis até os 18 anos quando comecei a namorar com Iara (que saiu da Bahia e veio estudar em uma faculdade que tinha na minha cidade), ficamos juntos por um ano e sete meses – o que Iara tinha de gostosa, tinha de vagabunda. Ela me colocou tanto chifre que me chamar de corno seria bondade. Foi ruim, mas, pelo menos parei de dar para Audenis e nunca mais dei o cu. Me casei, tive dois filhos, me separei e, atualmente, minha mulher é casada com outro cara que tem um filho, mora com eles e, eu tenho certeza absoluto que aquele moleque passa a rola nos meus filhos. Caio Cesar, meu filho mais velho, tem 9 anos e, é um viadinho declarado, pra piorar, minha ex-mulher, isentiva as viadagens do garoto o ajudando a fazer uns vídeos de maquiagem pra internet e, ao invés de matriculá-lo no caratê ou jiu-jitsu, matriculou o moleque na ginastica olímpica. Minha filha caçula, Gisele, tem 7 anos, na última vez que foi na casa da minha mãe ela nos contou que ouve a mãe transar com o padrasto e imitou minha ex-mulher gemendo. Ao contrário de Pietra, Gisele é bem magrelinha, quase raquítica – Pietra era corpulenta, tinha curvas, uma bundinha deliciosa, pernas torneadas. Não tenho malicia com Gisele por ela ser minha filha e porque ela parece ser muito inocente e bobinha aos meus olhos, porém, Daniel, filho do marido da minha mulher, que tem 15 anos e, convive com Gisele todo santo dia, deve ver naquele corpinho magrelo infinitas possibilidades para lhe proporcionar prazer e, provavelmente, ele deve saber que Gisele não é tão inocente quanto eu imagino que seja, do mesmo jeito que Fernna subestimou a pureza de Pietra e da minha capacidade de me aproveitar da situação. E, se Daniel não passa a rola na bocetinha de Gisele, com toda certeza, ele come o cu de Caio Cesar, porque toda a pinta que eu não dei, Caio Cesar distribui.

Fernna se separou do meu pai e, atualmente, ela mora no Chile. Pietra está com 22 anos, casou-se cedo com um argelino que conheceu quando morava na Irlanda com meu pai e Fernna, tem dois filhos homens e, atualmente, mora no Canada. Pietra era linda na adolescência, mas, depois que engravidou aos 17 anos, foi ladeira abaixo, hoje, ela é gorda pra caralho, teve depressão, tentou voltar para o Brasil e ir para o Chile morar com a mãe dela, porém, o marido – que dizem ser violento – não deixou. Em todo esse período eu só falei com Pietra cinco vezes. Ela falou comigo no nascimento dos meus dois filhos, eu falei com ela quando meus sobrinhos nasceram e, por último, quando nossos pais se separaram. Não tem nenhuma tensão sexual em relação a gente, isso já passou, foi uma coisa “de criança”, mas que me marcou muito.

Audenis está firme até hoje! O mais engraçado é que atualmente ele é pastor, se candidatou a vereador e jura que é um conservador, cristão praticante, defensor da moral e dos bons costumes, condena o homossexualismo, é contra o aborto e esbraveja pra quem quiser ouvir que foi um excelente pai, um avô incrível e um militar admirável. Só eu e Fernna sabemos o que ele fez no verão passado! Fora a hipocrisia, ele é um idoso gente boa, com boas histórias pra contar, um excelente conselheiro e que já me ajudou muito na vida. Não guardo rancor nenhum dele, porem, não deixo meus filhos frequentar a sua casa de jeito nenhum. Meus filhos têm computador e videogame. kkkk

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9 Comentários

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  • Responder Lyah ID:81rcs57d9k

    Fugir logo pra bahia foi de fuder kkkk tanto lugar pra ir

  • Responder John ID:muiq6p6v0

    Vim atrás de prazer e quase morro de da risada

  • Responder Escritor mistério ID:5vaq00tfi9

    Tem continuação??? Gostei muito.

  • Responder observadooor ID:46kpk8gy20k

    caraca q relato d vida hein.. muito bom

  • Responder Arlindo Cunpica Segundo ID:g62jdjdzj

    KKKKKK rachei vc querendo fugir da Ferna pra Bahia, muito bom

  • Responder Certinho ID:8312spf6i9

    Boa história, só faltou vc ter aproveitado + kkkk

    Aguardando as próximas histórias

  • Responder Anônimo ID:5u0xt7wnql

    Delicia tô gozando

  • Responder Xico ID:83105bac8l

    Curti

  • Responder Ñahemah ID:1k8g9c40

    Excelente conto