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Naya – A Garotinha do Papai #5

1913 palavras | 14 |4.53
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Conta a história de Naya, uma adolescente viciada em sexo, narrada pelo seu pai voyeur. (Conversas no Whatsapp / Comprando uma Câmera de Vigilância)

Naya me pediu para que a carregasse nos braços até o banheiro, que ela iria tomar banho, para ver se esfriava o corpo, e a febre baixava. Tirei o edredom para pegar ela, e notei que a parte da frente da calcinha estava manchada. Deixei ela na porta do banheiro, e fui pra cozinha tomar café. Quando Naya saiu do banho, e veio pra cozinha. Sair e entrei no banheiro. Fechei a porta, e procurei a calcinha dela no cesto de roupas sujas. Achei a calcinha, e olhei ela pelo lado de dentro. Estava toda melada, ela havia gozado enquanto dormíamos abraçados. Cheirei, e meu pau quase explode de tanto tesão. Fui trabalhar no mercadinho, e deixei ela em casa descansando. A noite, tomamos uma sopa, e ela me disse que queria que eu baixasse outros vídeos pra ela. Queria agora vídeos que tivesse pessoas fazendo sexo, porque os outros que baixei eram só de mulheres se masturbando. Naya me perguntou: Pai! Será que eu tenho algum problema? Por gostar dessas coisas. Minhas amigas da escola não falam de meninos, só falam de gincanas, vídeos de danças. Respondi que não. Que era por causa dos seus hormônios, que ela era jovem e tinha libido, provavelmente sua mãe foi uma garota assim também. Peguei seu notebook, entrei no xvideos, e procurei nas seção Teens. Baixe uns 15 vídeos curtos que mostravam adolescentes fazendo sexo. Entreguei o notebook pra ela, e ela subiu para seu quarto, com certeza iria se masturbar. Mais tarde, fui para meu quarto, e ela já estava lá na minha cama, de calcinha e sutiã me esperando para dormir de conchinha de novo. Dormimos abraçados, e no outro dia observei a mesma situação anterior. A mancha na frente da calcinha. Ela havia gozado novamente.
Dois dias depois a febre dela baixou, e eu pensei que agora ela iria dormir no quarto dela. Estávamos na mesma rotina. Jantamos, ela subiu pro quarto dela, e eu fiquei no escritório. 23:00 Hs eu subir, e fui ao quarto dela. Falei com ela que como ela já estava bem, não havia necessidade dela dormir no meu quarto. Ela disse foi atrás de mim até meu quarto, e disse que queria dormir comigo. Falei que não, que ela tinha o seu quarto, e sua própria cama. Então ela começou a chorar. Me deu as costas e entrou em seu quarto batendo a porta. Filha espera! Falei. Bati na porta do quarto dela, e chorando falou que era pra eu ir embora. Não faz isso Naya! Abri aqui. Ela continuava chorando. Vem! Vamos dormir juntos. Eu quero dormir com você. Falei. Ela abriu a porta, e me abraçou. Seus olhos estavam vermelhos e o rosto molhado das lágrimas. Peguei na mão dela, e levei até minha cama. Cobrir ela com o edredom, a abracei e dormimos de conchinha. Meu pau todo duro querendo explodir, e ela empurrando a bunda pra cima dele. Estranhei esse comportamento dela, ela nunca havia agido assim antes. Eu tinha perdido essa batalha. Dificilmente conseguiria mudar isso agora.
Nesse período fiquei surpreso com outra mudança no comportamento dela. Ela estava grudada na minha mãe. Querendo aprender a cozinhar, e fazer tarefas de casa. Minha mãe me contava que ela estava sempre perguntando a ela, quais as comidas que eu gostava. Querendo aprender a fazer. De fato ela estava fazendo vários pratos para nós dois. Tipo: sopa, macarronada, lasanha, panqueca, e tudo bem gostoso.
O ambiente em casa estava maravilhoso. Mas eu ainda tinha dúvidas em relação a ela. Será que ela andava conversando sobre sexo com algum moleque no WhatsApp? Os rapazes do mercadinho não tiveram mais nenhuma chance de ir para o deposito com ela. O Francisco? Será que ainda a procurava? Eu não estava podendo tirar essas dúvidas porque ela inventou de dormir no meu quarto. Exatamente no horário em que eu pensava em vê as conversas dela pelo WhatsApp web, no notebook. Já que o aparelho dela deveria está desligado, pra ela não perceber nada.
Mas teve um domingo chuvoso em que trabalhamos juntos até o meio dia, e depois fomos comer uma feijoada com meus pais. Em seguida fomos pra casa assistir tv. A chuva aumentou, e ela ficou com sono. Disse que iria aproveitar e dormir a tarde toda. Colocou seu celular pra carregar em cima do rack, e foi para o quarto dela. A chance que eu queria apareceu. Corri até o escritório, peguei meu notebook, e voltei pra sala. Caso ela levantasse e fosse pegar o celular, eu me desconectava, para não levantar suspeitas.
Entrei e logo de cara vi os contatos dela. Ela participava de dois grupos. Um da sala em que ela estudava, e outro do próprio colégio. Os outros contatos eram Eu, meu pai, minha mãe, Jefinho, Moacir, Francisco, algumas vizinhas, uns moleques que pelas fotos acho que são colegas da escola. E alguns professores.
As conversas com o pessoal do colégio não tinham nada demais. Com o Francisco ele perguntava qual foi o motivo dela se afastar dele, dizia que gostava muito dela, que tinha saudades de conversar com ela. Chamou ela pra ir tomar um sorvete, mas ela deu respostas curtas, como se não quisesse falar. Não passou disso.
Tinha uma conversa que só aparecia o número do celular. Anotei para depois investigar. Nessa conversa um cara chamava ela pra ir em uma chácara tomar banho de piscina, mais ela rejeitou. Falou que não conversava com estranhos. Fiquei orgulhoso com a resposta dela.
As conversas com meu pai, e minha mãe tinham só gifs de bom dia, posts com mensagens bíblicas e fotos dela. Normal.
O que me preocupava era as conversas com o Jefinho e com o Moacir. Com certeza eles queriam continuar encontrando com ela no deposito.
Abri a conversa dela com o Jefinho.
J – oi princesa! Feliz com o celular?
N – oi sim, muito
J – estou com saudade de você
N – vc me ver todos os dias rs
J – vc sabe do que estou falando
N – esses dias não tem como, meu pai não tem compromissos na cidade
J – poxa! Queria que teu pau fosse pra lá e ficasse o dia todo
J – *pai
N – kkkkk onde eu achei esse pau
J – Kkkkkk está aqui. Estou segurando ele agora rs. ele mandou um beijo pra vc
N – kkkkkk fala com ele que estou mandando um bj pra ele tbm
J – Ei manda uma foto da tua pepeka aí pra eu mostrar pra ele
N – não posso. Só qd casar kkkk
J – q isso princesa. Esqueceu que já vi essa delicia, e até chupei ela
N – para não quero lembrar agora
J – tá com tezão né. Vamos fazer de novo?
N – não dá, meu pai não vai sair esses dias
J – fala com ele que vc está precisando de alguma coisa. Quem sabe ele não tem coisa pra resolver, e tem 2 motivos pra ir
N – vou ver, mais não posso prometer
J – meter? fala assim não que vc me deixa doido
N – kkkkkk
J – serio tô doido pra meter meu cacete nessa bucetinha linda
N – para
J – sei que vc está querendo também.
N – tchau viu Jefinho. boa noite.
Encerraram a conversa.
Saber que se houvesse uma chance ela iria pro deposito com eles novamente, me deixou meio decepcionado. Mais também me deixou com tesão, e meu lado voyeur despertou de novo.
Deixei pra ver a conversa com o Moacir depois. Provavelmente era o mesmo conteúdo, ele querendo levar ela pro deposito. Comecei a pensar em o que faria agora. E tive uma ideia. Iria comprar uma câmera de vigilância sem fio, com zoom de alta definição e detecção de movimentos. Seria um investimento caro, mas valeria a pena. Abrir o site de uma loja de segurança e comprei a melhor que eles ofereciam. Esperei a câmera chegar para poder colocar meu plano em prática.
Depois de uns 15 dias a câmera chegou. Agora era começar executar o plano. Um dia pela manhã quando a Naya estava no colégio, chamei o Jefinho e o Moacir para arrumarmos o deposito. Fui até o fundo, e onde eles ficavam com a Naya, olhei as prateleiras, para ver qual delas teria o melhor ângulo para pegar as imagens. Escolhi a prateleira, e mandei eles tirarem os fardos de açúcar que tinham do lado direito dela. Ficariam apenas os fardos do lado esquerdo da prateleira. Exatamente onde eles colocaram ela, da outra vez.
Pedir pra eles pegarem alguns itens que estavam sem uso, no chão e arrumarem em cima da prateleira. Entre esses itens tinha um gabinete velho de computador. Ele seria o local ideal para colocar a câmera, sem chamar a atenção. Terminamos o serviço e voltei pro escritório do mercadinho. A noite, enquanto Naya estava entretida com seu notebook, fui até o deposito e abrir o gabinete, coloquei a câmera dentro, prendi com parafusos, e abri um furo no fundo, onde a câmera ficou encaixada. Olhei, e vi que não teria como ninguém desconfiar. Fui pra casa para testar a câmera. Me tranquei no escritório, e liguei o notebook. Instalei, configurei e abrir o programa da câmera e fiquei impressionado com a qualidade das imagens, mesmo no escuro, o infravermelho funcionava muito bem. Voltei lá e acendi a luz que eles deixavam acessa, quando iam pra lá. A imagem era muito nítida, e o zoom espetacular, aproximei algumas vezes, e deu para ver até o endereço da usina onde o açúcar havia sido produzido.
Deixei para falar com a Naya que iria na cidade, na quarta-feira, que é um dia de menor movimento no mercadinho. Falei com ela pela manhã quando ela se arrumava para ir pro colégio, que eu iria na cidade resolver umas coisas, e que só voltaria pela tarde. Para quando ela chegar do colégio almoçar com avó, sem precisar me esperar. Ela já tinha me dito outro dia, que queria que eu comprasse um perfume pra ela, quando eu fosse na cidade. Fiquei no mercadinho até umas 11:00, e fui rapidinho na cidade, somente para comprar o perfume da Naya. 12:00 hs eu já estava de volta. Do povoado até a cidade eram só 19 km, fazia o trajeto em poucos minutos. Voltei pela outra rua, parei o carro um pouco afastado, e fui caminhando até minha casa. Entrei bem devagar para não fazer barulho, porque Naya também poderia aparecer lá, já que ela tinha a chave dela. Entrei no escritório umas 12:30 hs. Liguei o notebook e abrir o programa. Estava o Jefinho e o Moacir sentados no fardo de açúcar comendo suas marmitas. Liguei o zoom e deu pra ver até a carne, a salada e o feijão na marmita deles. Agora só restava esperar a Naya chegar para ver o que aconteceria.

CONTINUA…

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14 Comentários

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  • Responder Anônimo ID:2x0gwlybv9c

    Isso tá mais para uma biba enrustida… Ele quer ver é os paus dos moleques… Uma gatinha doida pra q pai volte a dar banho, q fique de conchinha com ela vendo vídeos quentes. Querendo tirar suas dúvidas e conhecer mais sobre sexualidade..E esse aí jogando a filha pra cima de outros… É biba..

  • Responder Dasilva ID:1dai5li499

    A cada conto novas descobertas, novos desejos, e ensinando ela ser uma boa menina esta ficando cada vez mais excitante!
    Agora com a câmera tudo novo ppde acontecer a cada dia,parabéns continue.

  • Responder Ojuara ID:vpbi7d99

    Ansioso por essa continuação.

  • Responder Bob1978 ID:vpbi7d9c

    Continue

  • Responder Ronaldo ID:vpbi7d9i

    Muito bom. Por favor continua.

  • Responder Comedor de viúvas ID:831i9l1d9c

    Vc é muito devagar cara,não deixa os outros abusar da menina não,afinal ela é só uma menininha,cuida dela.

  • Responder Valmir ID:xlorifv2

    Seu conto é explicativo
    Bem escrito
    Falta o seu ataque né
    Você tá muito mané
    Vê se come ela logo

    • Ronaldo ID:vpbi7d9i

      Eu aposto que ele vai comer. E quando acontecer acaba o conto

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Olá Valdir. Estou seguindo o cromograma de como os fatos aconteceram. Vlw pelo seu feedback.

  • Responder Mestre ID:gipivg4v1

    Continua

  • Responder TH ID:19p2s5tm1

    Êta que o final deixou um gancho para o próximo capítulo pegar fogo!😋

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Com certeza Th. É uma longa história.

  • Responder Brian ID:xlp1mvv3

    Melhor conto do site

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Vlw pelo seu feedback. o conto continua.