# # #

Naya – A Garotinha do Papai #4

1435 palavras | 7 |4.64
Por

Conta a história de Naya, uma adolescente viciada em sexo, narrada pelo seu pai voyeur. (Brincadeiras mais ousadas)

Passados uns 15 dias, avisei no mercadinho que perto do meio dia teria que sair para ir à cidade resolver alguns problemas. Falei com a Naya para ela não me esperar pro almoço. Peguei o carro e sair. Depois de uns 10 minutos, retornei pela outra rua, e entrei em casa. Fiquei no portão que dava acesso ao mercadinho, olhando pelas gretas, se eles entrariam no deposito com a Naya.
Deu 12:30 Hs e os dois entraram com suas marmitas nas mãos. Esperei uns 15 minutos, e já estava quase desistindo quando a Naya apareceu, e entrou no deposito. Fiquei mais uns minutos no portão, depois tirei as sandálias, e fui devagar para o mesmo lugar que tinha ficado anteriormente. Não sei se foi coincidência, ou malicia da Naya, mas hoje ela foi pra lá com uma saia curta. Fiquei observando, e eles só conversavam. Logo o Jefinho sentou-se nos fardos de açúcar, e tirou o pau para fora da bermuda, mandando Naya pegar nele. O pau dele era negro, devia ter uns 18 centímetros, não era muito grosso, mas tinha uma cabeça grande. Naya segurou na base, mas ficou sem saber o que fazer. Passou um tempo admirando, depois o Jefinho começou a mostrar a ela como masturbar um pau. Segurando firme, ela começou a fazer o movimento de subir, e descer. Jefinho mandou ela chupar, e ela passou a língua na cabeça, dizendo ter um gosto meio salgadinho. Moacir só olhava, e com o pau na mão começava a se masturbar. Jefinho mandou ela chupar a cabeça como se chupasse um pirulito. Ela passou um tempo colocando, e tirando a boca da cabeça do pau dele. Estava aprendendo direitinho.
Moacir resolveu entrar na brincadeira, e colocou Naya de quatro em cima dos fardos de açúcar, levantou a saia e começou a passar o dedo em cima da rachinha, por cima da calcinha. Naya fechou os olhos e começou a gemer quase que silenciosamente. Ele começou a puxar a calcinha para cima, fazendo ela entrar no reguinho, e deixando aparecer os lábios da bucetinha dela. Está gostando gatinha? Perguntou Moacir. Sim! Respondeu Naya. Eu no meu cantinho, estava ficando louco, quase subindo pelas paredes, minha vontade era de tirar o pau pra fora, e começar a me masturbar ali mesmo.
Jefinho falou: Agora é hora da brincadeira ficar melhor ainda. E puxou para baixo a calcinha da Naya. Deixando aparecer sua linda bucetinha, e o buraquinho do cuzinho dela. Jefinho abriu a bucetinha dela, e meteu a língua, chupando, e passando a língua. Naya começou a gemer, e dar gritinhos: Ai, ai, que gostoso…
Moacir se aproximou e colocou as mãos na boca dela para abafar os gemidos. Começou a passar o dedo na bucetinha molhadinha, e em seguida cuspiu no cuzinho, e começou a enfiar um dos dedos. Naya continuava gemendo. Pensei: Vou continuar deixando rolar essa brincadeira. Só vou interromper, se eles ameaçarem penetrar nela.
Do nada meu pai começa a gritar do mercadinho: Moacir! Moacir! Jefinho! O intervalo do almoço deles havia se esgotado. Sair rapidamente, e fui novamente pro portão. Fiquei espiando, e vir eles saindo, e depois de uns minutos a Naya. Ela esperou um pouco, e subiu para casa de minha mãe. Depois de uns 30 minutos, retornei com o carro, parei na frente do mercadinho, como se nada tivesse acontecido.
Subir para almoçar, e encontrei a Naya e minha mãe assistindo na sala. Ela veio, e me deu um beijo no rosto, e perguntou se eu tinha chegado agora. Confirmei, e fui colocar minha comida. Em seguida, desci e fui até a minha casa. Entrei no escritório, e comecei a bater uma punheta pensando na Naya. Como ela havia se tornado assim, tão safadinha. Estava achando bom esse negócio de ser voyeur da minha menina. Já havia um tempo que não transava, e essas aventuras dela estava me deixando com tesão de um menino de 15 anos. Só que agora eu já tinha outra preocupação em mente. E essa preocupação atendia pelo nome de Jefinho. O jeito como ela deixou ele tocar nela, nas duas vezes que flagrei me preocupou um pouco. Ele agora havia se tornado o primeiro cara a chupar a bucetinha dela, ensinou ela a masturbar e a chupar um pau. E provavelmente seria o primeiro a empurrar o pau na bucetinha virgem dela.
Naya fez 13 anos. E se tornou o objeto de desejo de 90 % dos homens do povoado. Com certeza ela era o motivo das punhetas dos meninos, dos rapazes e dos senhores. Seu corpo agora parecia de uma mulher que não saia da academia. Loiraça, alta, pernas torneadas, cintura fina, um par de seios salientes, bunda empinada, pele clara, cabelos loiros longos e olhos verdes que apaixonavam qualquer um. Meu pai disse que o presente dele seria um emprego no mercadinho. No período da tarde, já que ela estudava pela manhã. Ela vibrou com a notícias. Ficaria no caixa, e fiscalizaria o Moacir, e o Jefinho. Falou brincando o meu pai, mas os rapazes aprovaram a ideia. Meu presente foi um celular. Sair pra comprar pela manhã, e a tarde no dia do seu aniversário, chamei ela para entregar o presente. Coloquei na cama dela, com tinha feito com o urso. Chegamos em casa, e mandei ela subir pra pegar o pacote. Ela já desceu as escadas chorando. Pulou em mim, me abraçou e disse que me amava. Ela queria o celular desde quando tinha 10 anos. Agora já podia conversar com suas amigas, e com os moleques.
Falei com ela que iria instalar alguns programas, e configurar o celular dela. Na verdade, minha intenção foi colocar o número do celular no WhatsApp web do notebook do meu escritório para poder monitorar as conversas dela, porque eu sabia que a partir de agora, um monte de marmanjo iria está trocando ideias com ela. Ela correu, com a caixa vazia, para mostrar o celular que tinha ganhado para a avó e pro avó dela. Ficou empolgadíssima.
Naya passou a tarde com minha mãe lá na casa dela. No final da tarde minha mãe me chama na escada, e fala que a Naya estava doente. Deitada no sofá com febre e reclamando de dor na garganta. Subir pra saber o que tinha acontecido. Ela me disse que o Francisco tinha mandado um pote de sorvete de 2 litros para ela de presente de aniversário, e ela acabou tomando todo de uma vez. Acabou ficando gripada, e com a garganta bem inflamada. Peguei ela no colo e levei pra casa. Coloquei no quarto dela, dei um remédio e mandei ela descansar. Ela confirmou que iria dormir um pouco. Quando fechamos o mercadinho, fui pra casa para ver como ela estava. Seu corpo estava muito quente, e ela me disse que sentia frio. Peguei outro remédio e dei pra ela tomar. Ela me fez um pedido inusitado. Pai, deixa eu dormir com você hoje. Eu estou bem mole, posso precisar de outro remédio na madrugada. Tudo bem! Respondi. Quando eu for dormir, eu te chamo. Tomei banho, café, e fui para o escritório. Fiz umas planilhas, vir alguns vídeos de putaria no Xvideos, e umas 23:00 Hs eu subir pra dormir. Cheguei no quarto dela, e chamei ela para dormir no meu quarto, que tinha cama de casal, e seria mais espaçoso para gente. Ela concordou, mais disse que eu teria que carregar ela, porque estava mole e cansada. Fui pegar ela, e puxei o lençol, ela estava só com uma calcinha e sutiã amarelo. Coloquei ela nos meus braços e a levei até a minha cama. Coloquei ela, e peguei um edredom de casal para dormimos juntos. Abracei ela, estava com o corpo muito quente ainda. No outro dia, acordei umas 7:00 Hs, com a Naya me olhando. Falei com ela: Bom dia amor! Você está melhor? Sim, com um pouco de dor de cabeça, mas melhor. Respondeu ela. Você acordou agora? Perguntei. Não! Já tem uns 30 minutos. Eu acordei e fiquei aqui te olhando. Disse Naya. Era pra você ter me chamado. Pai! Esse jeito que a gente dormiu, é dormir de conchinha, não é? Sim! Porquê? Perguntei. Eu gostei pai. Quero dormir todos os dias assim com você. Fiquei rindo, e disse: Vou pensar no seu caso mocinha.

⏩ O melhor site de desenhos animados pornô do 🇧🇷, HQs eróticas🔥

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,64 de 36 votos)

Por # # #
Comente e avalie para incentivar o autor

7 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Anônimo ID:vpbi7d9i

    Minha esposa tem uma sobrinha que com uns 9 anos, em toda festa da familia ficava sentando no colo dos tios, dos primos. gostava de sentir um cacete duro. todo mundo da familia dizia que ela iria ser fogo. quando fez uns 11 anos pegaram ela tomando banho nua em um acude, mas um monte de moleque. com 13 anos engravidou. depois disso começou a rolar comentarios na familia, e fomos descobrindo que os primos todos comeram ela, e alguns tios que negaram, mas ela mesmo confirmou dizendo ainda os lugares onde aconteceu.

  • Responder Ojuara ID:vpbi7d99

    Bom. Continue

  • Responder Carlos ID:gsv46s543

    Come ela primeiro VC e o pai tem que imalgurar a bucetinha dela

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Exatamente isso.

  • Responder TH ID:muje3ft0d

    Bom demais! Deixa a menina se divertir com os moleques e conte mais para nós!😉

    • @leo12786 ID:8d5qf7hfi9

      Isso mesmo. Deixa ela ficar com todos que ela quiser. Tel @leo12786

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Com certeza! Sem repreensão. Mas com um olho no gato e outro no peixe.