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Gorila, o Caminhoneiro – parte 05 – “Perdi minha virgindade”

3861 palavras | 13 |4.88
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Continuação do conto “Gorila, o Caminhoneiro – parte 04 – “Tirei o leite do Gorila”

Ele continua dirigindo como se nada tivesse acontecido. O pênis dele fica do mesmo jeito que deixei. Mole, pendurado pelo lado do calção. Pra ele é como não tivesse acontecido nada. E eu ali tentando me recuperar. Pigarreando tentando tirar alguns pentelhos e pelos na boca e garganta, além de ainda sentir o esperma descendo aos poucos pela garganta e ainda sentir o gosto amargo e doce na boca. Ele olha pra mim e dá outra risada e diz que to descabelado e com a cara toda vermelha e cheia de pelos (pentelhos e pelos das pernas e barriga). Ele me manda beber um pouco d’água deitar na cama atrás dos bancos. Eu obedeço. Acabo adormecendo e acordo com o freio barulhento do caminhão. Vejo que já está escurecendo e acabamos de chegar num posto de gasolina. Então ele mexe na minha cabeça e fala com tom autoritário: – Acorda moleque! Hora di tomá um banho e enchê a barriga! – Eu digo que to com sono e não quero sair do caminhão. Então ele fica mais bruto e fala mais grosso. – Vai saí sim! Aqui quem manda é eu! Tu não tá na casa do corno manso do teu pai! Aqui o sistema é bruto, moleque! – Então me levanto da cama com cara de sono e ele me manda pegar a mochila pra irmos pro vestiário do posto tomar banho antes de jantar. Ele sai primeiro e me espera fora do caminhão. Ele fica no chão segurando a porta e dizendo pra eu descer e eu digo que não sei. Então ele me pega pela cintura, como se eu fosse uma pluma e me coloca de pé no chão.
Chegando no vestiário, ele cumprimenta o rapaz que fica na catraca, parecendo já serem amigos e me apresenta como seu sobrinho. Então lá dentro eu vejo alguns homens, aparentemente caminhoneiros, com bermudas sem camisa no lavatório fazendo a barba, escovando os dentes ou apenas se penteando. Vejo que eles ficaram me olhando diferente quando me viram. Com olhar meio de curiosidade por não ser muito comum um menino da minha idade num local como aquele. O gorila foi indo em direção aos boxes dos chuveiros e me mandou seguir ele. Os boxes lá não tinham portas e daí a gente entra num e logo o box da frente tava um senhor gorducho, calvo e baixinho se secando, pois já tinha acabado seu banho. Era um caminhoneiro amigo do Gorila e logo o Gorila o cumprimenta:
–E aí Mamute? Faz tempo que a gente não si vê.
–Ô Gorilão. É verdade. Eu tava fazendo otra rota.
Então esse tal Mamute entra no nosso box, pelado mesmo, com a toalha no ombro e aperta a mão do Gorila. Nisso o Mamute fala:
E quem é esse menino bonito? Não vai me dizer que é teu filho?
– Nada, seu corno. É o filho daquela branquinha de Recife das antigas. To passando uns dias na casa dela e pediu pra trazê o moleque pra saí um pouco de casa. Sabe como é.
–E esse menino bonito tem nome?
–É Vitinho. – Eu falo olhando pra cima e vendo ele estender aquela mãozona graúda pra mim. Eu estendo a minha e sinto minha mãozinha desaparecer dentro da dele. Ele me olha com um ar de admiração e fica me analisando de cima a baixo, sorrindo pra mim, hipnotizado por mim, sem dar bola nenhuma pelo fato dele estar nu ali na nossa frente. Eu também aproveito pra olhar ele. Ele era um senhor, aparentando uns 55 anos, cara bolachuda, branco, bochechas meio vermelhas,calvo, com cabelos apenas nos lados, claros, tinha um bigodão farto de cor clara, parecendo uma morsa, Era baixo, uns 1,68m, um corpo gorducho, porém com peitoral, pernas e braços fortes. E com um barrigão bem redondo e duro. Usava uma aliança grossa na mão esquerda. Tinha poucos pêlos no corpo, alguns no peito e nos braços e nos pentelhos. Seu pênis estava flácido e aparentava ser normal, bem menor que o do Gorila, de cor clara e cabeça vermelha exposta, as bolas eram bem redondas e graúdas, pareciam duas batatas, com alguns pelos claros. Então ele fala pro Gorila:
–Bom, vô deixá vcs tomar banho aí. A gente se fala no restaurante, parcero! – falou já voltando pro box dele.
–Beleza! Daqui a poco to lá. – Gorila responde já abaixando o calção. Então ele fala pra eu tirar a roupa logo que ele tava com pressa, pois ele ia mostrar o caminhão dele pra uma amiga dele, dali a pouco. Eu tiro, mas fico com vergonha, pois o Mamute tava no box da frente e tava meio que me olhando. E o Gorila não tava nem aí, já ligou o chuveiro e começou a se ensaboar.
Eu abaixo minha bermuda e fico peladinho. Eu vejo que o tal Mamute já tava subindo a bermuda dele, sem cueca, e fechando o zíper e não tirava o olho do meu bumbum. Eu ali todo envergonhado, tentando me esconder, mas sem sucesso. E ele ali, parecia um predador me olhando. Então ele sai, dá uma pegava nos bagos, por cima da bermuda e me dá um sorrisinho, enquanto o Gorila com a cara cheia de espuma do xampu nem percebe nada.
Então eu tento me molhar, já que o Gorila ocupava toda a área do chuveiro, com aquele seu corpo grandão. Eu peço o sabonete pra ele. Ele me dá e fala:
–Ensaboa bem meus culhão moleque. Deixa bem limpo que daqui a pouco vou usá eles com a dona. – eu tava de frente pra ele e começou a ensaboar, meio sem jeito. Não sabia como fazer. Minhas mãozinhas não davam conta daquelas duas bolas pesadas de sinuca e aquela mangueira de borracha pendurada. Eu mal tinha força de levantar as bolas pra cima. Deixo cair o sabonete diversas vezes e ele começa a dar risada de mim. Então começo a ensaboar uma bola, depois a outra e depois o pênis. Daí ele fala pra passar sabonete na cabeça e na pele. Quando eu pego o pênis dele pra passar o sabonete, recebo um jato forte de mijo bem no meio do meu olho direito. Eu levo um susto e me afasto. Ele fica lá passando espuma nos sovacos enquanto da uma gargalhada bem alta e o mijo saindo pra tudo que era lado, acertando quase todo o box e mirando em cima de mim de propósito e continuando a gargalhar. E mirava bem no meu rosto o danado. Eu me acostumo com a situação e me aproximo de novo, não mais me importando com o mijo dele me acertando. Muito pelo contrário. Pego no pênis dele e fico brincando com o mijo que saía, como se fosse uma mangueira. A sensação era ótima. Aquele cheiro forte de urina, bem quentinha, aquecendo todo meu corpo. E ele lá, escovando os dentes debaixo do chuveiro, e terminando de mijar sobre mim como se nada tivesse acontecido. Então ele sai de baixo do chuveiro, fica na minha frente se secando e deixa eu ficar embaixo da ducha pra eu começar meu banho de verdade. Ele coloca a bermuda e fala que vai fazer a barba no espelho e que vai me esperar lá.
Saindo do vestiário, já com banho tomado e higienizados, fomos pro restaurante do posto jantar. Ele tava cheiroso, bem ajeitado, de barba feita. Chegando lá nos serviços no Buffet. Ele, pra variar, fez um morro no prato, não sei como coube tanta comida naquele prato. E eu peguei arroz, feijão, batata frita e um bife. Depois de se servir ele enxerga o Mamute sozinho numa mesa e vamos em sua direção sentar com ele. Ele senta de frente pro Mamute e eu fiquei no lado, um pouco mais afastado na mesa. Eles começam a conversar bobagens e daí, percebo que começam a falar baixinho de mim:
–Me fala Gorila, qualé do branquinho? Tá pegando ele é seu safado? – ele fala meio que olhando de canto de olho pra mim e com um sorrisinho no rosto.
–Que nada! Me respeite hômi! Eu gosto de buceta! E mesmo que eu quisesse, eu ia estragá o moleque, olha o tamanho dele e olha o meu. Tem muié que não mim agüenta na buceta, imagina eu usando o cuzinho desse frangote.
–Fala sério seu safado. Pode falá pra mim seu cachorro. Nem uma chupetinha? Tu não ia trazer o guri na viagem pra não fazê nada com ele. Pelo menos uma mamada ele deve tê dado em você. O guri até parece meio amuierado.
–Fala baixo, seu corno. Ele tirô meu leite sim. Tá satisfeito agora? Mas foi só uma veis. Ele qui quis. Só dei leite pra ele sussegá. Nunca vi moleque desse tamanho e já tão doido por rola. – falou Gorila num tom ríspido e com a boca cheia, já pegando outra garfada de comida. E eu ali comendo e escutando tudo, mas fingindo que não tava prestando a atenção.
–Ô Gorila. Será que ele ainda é cabaço? – falou Mamute mais baixo ainda e me olhando de novo com uma cara de curioso.
–Como vô sabê seu doido? Acho qui é. – responde Gorila, comendo, sem se importar.
–Ô Gorila. Libera esse branquinho hoje pra mim, vai? Tô 5 dia na seca. Tô precisando me aliviá. Quebra esse galho pro teu parcero aqui.
–Sei não. Tu pode machucá o moleque. – gorila fala apontando o garfo pra mim
–Que nada Gorila. Só vô dá de mamá pra ele qui nem você fez. Prometo que não vô fazê mais nada com ele.
–Hum, sei.
–Olha, se eu ti dé 50 conto, tu deixa ele passá uns minutinho no meu camião? – fala Mamute tirando a carteira do bolso e tirando uma nota de 50 e oferecendo pro Gorila pegar.
–Olha Mamute. Só vô aceitá porque sei que tu é de confiança e sei que não vai machucá o moleque. Só dá de mamá viu? – Gorila fala já pegando a nota e colocando no bolso da camisa.
–Ô Gorila. Obrigado parcero. Sabia que podia contá contigo.
–Tá bom. Mas não esquece que ele só vai chupá, entendeu? Não quero confusão aqui nesse posto e aqui por perto não tem hospital pra levá o moleque depois. – fala Gorila sussurrando.
–Ô patrão. Tu que manda! – fala Mamute sorridente, colocando a mão no ombro do Gorila em forma de agradecimento.
–Ó. Pode fica uma hora ele lá contigo. É qui vô usá uma dona casada agora lá no camião e daí tu segura o moleque lá pra ele não me incomodá antes de eu terminá o serviço lá. – fala Gorila, com a boca cheia, terminando de comer.
–Combinado, patrão! – fala Mamute bem alegre olhando pra mim. Parecendo uma criança que sabe que vai ganhar um brinquedo novo. E eu lá tentando assimilar o que ia acontecer, terminando meu refrigerante, fingindo que não tinha escutado nada. Então Gorila fala, em tom professoral pra mim:
–Ô moleque, escuta o que vô falá. Uma amiga minha vai ir no camião agora e tu vai tê que esperá no camião do tio Mamute, tá certo? – eu não digo nada, apenas balanço a cabeça em sinal de positivo. Então ele continua:
–Não vai sê mal criado com o tio Mamute lá, é só uns minuto e quando ele mandá tu pode i pro meu camião, ta certo?
–Tá Gorila! – eu respondo meio apreensivo, pois não conhecia esse Mamute direito. Pra mim ele era um estranho. Eu tava intimidado e com um pouco de medo. Será que era violento? Será que ele ia me bater? Será que ele ia me machucar? Eu já sabia que ia ter que mamar esse homem. Mas eu não tinha intimidade com ele como eu já tinha com o Gorila. Eu gostava do Gorila e queria fazer essas brincadeiras apenas com ele.Eu tava me sentindo uma mercadoria. Por outro lado, eu achava o Mamute meio atraente e eu tinha curiosidade em experimentar um outro homem. Saber como é o gosto, o cheiro. Eu tinha um pouco essa vontade também.
Nisso o celular do Gorila toca e era a tal dona que ele falava. Ela já estava chegando no posto. Então o Gorila se despede da gente e vai pagar a nossa janta. Em seguida o Mamute também se levanta e vai pagar a dele e diz pra eu esperar ali na mesa. Após pagar ele me chama e vamos juntos pro caminhão dele. Ele vai me conduzindo com a mão dele sobre meu ombro. Quem olhava de longe parecíamos avô e neto, já que tínhamos a cor de pele parecida.
Chegando o caminhão, ele abre a porta ele me manda subir primeiro. Ele percebe minha dificuldade em subir sozinho e me pega pela cintura e a outra agarra bem no meio do meu bumbum. Uma mãozona dele sozinha dava conta de pegar as duas bandas da minha bunda. Eu vou pro banco do carona e ele fica no bando do motorista. Ele tira a camisa e pede pra eu tirar tb, pois tava meio calor e o ar condicionado só tinha começado a gelar. Então ele começa a falar:
– Vem cá com o tio. Quero falar contigo. – ele fala batendo na sua coxa, como se pedisse pra sentar no colo dele. Eu vou, meio com medo e nervoso. Sendo sobre sua coxa de lado pra ele. O barrigão dele atrapalhava um pouco. Mas ele passou um de seu braço me protegendo pra não cair. Então ele continua:
–Não precisa ter medo do tio filho. O tio só vai brincá um poquinho, ta bom? Você dexa? . – ele pergunta passando a mão nos meus cabelos, me fazendo carinho, me dá um beijo na bochecha e não tira olho de mim, me apreciando, parecendo que fazia muito tempo que não tinha um menino assim nos seus braços. Eu apenas afirmo com a cabeça. Então ele continua:
–O tio Gorila falô que você já sabe chupá num pirulito de hômi direitinho. E que tirô o leite dele. É verdade meu anjinho?
–É sim, tio. E eu bebi todo o leite e não sujei o caminhão dele. – eu respondo todo orgulhoso do meu desempenho.
–Muito bem meu filho! Parabéns! Você já é um mocinho esperto. Você qué mamá no pirulito do tio Mamute também, qué?
–Quero.- eu respondo já me sentindo mais à vontade com ele. – Ele então começa a passar a mão sobre meu peito, barriga, e começa a beijar meu pescoço, meus peitos. Cheira todo meu corpo, parecendo um cachorro cheirando uma cadela no cio. Eu sinto um pouco de cócegas por causa que bigode dele me arranhava todo, e começo a rir. Então ele pára e começa a beijar minha bochecha e faz eu virar minha boca em direção pra boca dele e encosta a boca dele na minha e me dá um selinho, depois outro, depois outro. Então na quarta vez ele encosta a boca e abre a minha com sua língua. Eu cedo e fico lá imóvel ainda no colo dele, recebendo o beijo dele. Era uma sensação nova pra mim. Eu tava beijando de língua pela primeira vez na vida. Seu bigode arranhava meu rosto todo, pois os pelos eram grossos e minha pele sensível. Então ele pára, me afasta e coloca a pontrona mais pra trás um pouco. Tira a bermuda, ficando todo pelado, abre bem as pernas e fala:
–Pronto meu anjinho. Chupa o pirulito do tio. – ele fala colocando a mão sobre minha cabeça e fazendo uma leve pressão pra baixo e já encaixando a minha boca no pênis dele com carinho. Naquela altura seu pênis já estava ereto e babando. Era um pênis pequeno comparado com o do Gorila, devia ter uns 16cm e não era grosso, mas era meio cabeçudo. Eu encaixo o pênis dele na boca e já sinto um gostinho salgado da baba. Por ele não ser muito grande eu consigo colocar metade dele na minha boca e fazer um vai e vem. E ele lá, urrando:
–Isso filho! Já sabe chupá direitinho, viu? Tá gostando do pirulito do tio? – eu apenas afirmo com a cabeça, já que minha boca estava ocupada. De repente ele pega no meu cabelo e afasta minha cabeça pra desencaixar a boca, fica parado e fala meio sem jeito:
–Hehe, pera aí filho, senão o tio goza. Não quero gozá rápido. Quero ti usá mais um poquinho. – então ele me faz levantar, abaixa minha bermudinha devagarinho e me deixa totalmente pelado ali na frente dele. Eu fico um pouco envergonhado. Ele percebe e me coloca no colo de novo e fala:
–Fala uma coisa pro tio: você já deu o bumbum pra algum hômi?
–Não tio. Quer dizê…3 colegas meu da escola já botaram o pinto em mim. Mas foi só colocá e tirá.
–E você gostô meu anjinho?
–Sim. Foi legal.
–Ah, que bom. Então já sabe como funciona, né?. Você deixa o tio botar o pinto em você? Prometo que não vô te machucá ta meu anjinho?
–Pode sim tio. Eu deixo. – eu respondo com medo e um pouco chateado, pois sempre imaginei fazer aquelas coisas com o Gorila e não com outro homem.
–Então vá ali praquela cama e fica deitadinho esperando o tio. – nisso eu vou pra cama, fico de barriga pra cima e vejo ele se aproximando de mim com os olhos brilhando. Ele fica de joelhos na minha frente e começa a beijar todo meu corpinho: barriga, peito, pescoço, bochechas, boca. Beijou até meu pintinho. Me virou e começou a colocar a boca no meu cuzinho. A sensação daquele bigode e daquela língua no meu cuzinho me deixou molinho. Eu tava entregue àquele homem. Eu nunca pensei que fosse tão bom. Ele era muito carinhoso. Com o Gorila , que era grosso e rude, era eu que tinha o comando da situação. Mas com o Mamute eu era apenas um boneco nas mãos dele. Ele me dominava apenas sendo carinhoso comigo. Meu corpo estava entregue a ele. Nunca imaginei que um ogro daqueles poderia ser tão doce e bondoso comigo e me tratar tão bem. Então ele fala:
–O tio vai te usá um poquinho, ta bom filho? Si duê você mim fala ta bom?
–Tá bom. – eu respondo sem escolha. Nisso escuto ele escarrando bem alto e logo em seguida sinto o mão dele com uma gosma no meu cuzinho. E logo em seguida uma pressão lá. Sinto a cabeça tentando me invadir e aperto com receio.
–Relaxa filho. – ele fala me abraçando pro trás e beijando minha nuca. Sinto sua barriga me apertar contra a cama. E me dá uma mordidinha de leve no pescoço. Nisso eu relaxo um pouco e ele consegue empurrar a cabeça pra dentro. Eu levo um susto e tento sair, mas ele me abraça firme e fica parado e pede pra eu ficar calmo, pois o pior já passou. Eu sinto um ardor forte. Ele fica parado com a cabeça dentro de mim um tempo até diminuir a dor e eu me acostumar com o volume. Ele pergunta se pode continuar. Eu respondo que sim, com os olhos cheio de lágrimas, que eu tento esconder dele, pois não queria decepcioná-lo.
A dor inicial passou e ele começa um vai e vem bem devagarinho. Sinto seu cheiro, seu suor sobre mim, sua barriga me apertando, seu bigode me arranhando, seu hálito forte. Ele continua penetrando e começa a falar sem parar:
–Ô meu anjinho. Tu é um sonho, sabia? Lisinho, pequenininho, parece um anjinho. Esse cabacinho apertadinho. Você não existe filho. Tu é o melhor presente qui um hômi pode ganhá, sabia? – nisso sinto que o ritmo começa a ficar mais rápido e sua respiração também. Então ele fala:
–O tio não vai agüenta filho! O tio precisa gozá, ta bom! Já tem 5 dia que o tio não goza. O tio vai gozá dentro do teu bumbum. Tá bom? – eu respondo que sim, bem baixinho, quase sem voz. Então ele me aperta mais firme, a cabeça do pênis parece inchar e ele solta um urro abafado com a boca grudada no meu pescoço. Eu me assusto com a força do abraço dele e com a fincava mais funda que ele deu. Ele fica parado e sinto o pênis dele pulsar umas 10 vezes dentro de mim e o bafo quente dele no meu pescoço. Então sinto as pulsações do pênis parar e ele solta o corpo dele sobre o meu quase me sufocando. Um minuto depois sinto o pau dele amolecer e escapar de dentro de mim. Eu sinto um vazio e algo grudento na entrada do meu cuzinho. Ele se vira pro lado e me leva junto, de forma que ficamos de conchinha. Ele fica uns minutos me alisando e beijando meu pescoço, então fala:
–Obrigado viu, meu filho.
–De anda , tio.
– Há muito tempo que eu não tirava o cabacinho de um anjinho assim. Foi a melhor gozada da minha vida, sabia? E você? Gostô?
–Uhum. Gostei. – nisso ele vira meu corpo de frente pro dele, percebe que meus olhos estavam molhados e me dá um beijo na testa, me agrade de novo e fica me olhando, me admirando. Um tempo depois, fala:
–Vá lá filho. O Gorila já deve ta preocupado contigo. Mas não diga pra ele que usei teu bumbum ta bom? Só diga pra ele que você chupou meu pirulito ta certo? Se não ele me mata. – eu balanço a cabeça concordando e procuro minha cueca e bermuda pra vestir. Olho pro pênis dele e vejo que está brilhoso e com a cabeça melada com um líquido avermelhado. Antes de descer ele me dá uma nota de 5 reais pra comprar um refrigerante ou algo assim e pede pra eu pegar umas balas e chicletes que estavam no porta luvas. Eu pego e desço do caminhão com dificuldades.

Continua…

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13 Comentários

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  • Responder Guilherme ID:xlolbpv4

    Continua, por favorrr rsss

    • VitinhoPE ID:4adeu7wmv9j

      Próxima semana vou postar a continuação

  • Responder novinholuan ID:8kqtjnsqra

    posta logo a continuação

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Mamute estourou o cabacinho dele agora vai ser de muitos caminhoneiros, eu fiquei viciado em cheirar cuecas numa viagem assim, pensa uma coisa boa tinha caminhoneiro que passava 3 dias com uma cueca vc sentir o cheiro é maravilhoso

    • VitinhoPE ID:4adeu7wmv9j

      Nessa viagem acabei percebendo que adoro essa vida na estrada.

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Adorei eu ja fiz isso com um caminoneiro passei 30 dias rodando com ele em cada posto era 2 a 5 caminhoneirs diferentes, faça assim coloca esse moleque para da para outros homens em ouros postos

    • VitinhoPE ID:4adeu7wmv9j

      Olá amigão. Acho que vai gostar dos próximos capítulos.

  • Responder BRUTAO ID:831cn33qr9

    Vc é de recife?

    • VitinhoPE ID:4adeu7wmv9j

      Olá amigo. Sou sim. Vc é também?

  • Responder AdriSLZ ID:6suh53h6ik

    Gostei

    • VitinhoPE ID:g61zrib09

      Obrigado amigo!

  • Responder Escritor mistério ID:5vaq00tfi9

    Começou não vai parar. Gorila!!!

    • VitinhoPE ID:g61zrib09

      hehe. É verdade. Ainda tenho muitas coisas pra contar.