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eu e meu irmão gemeo, escravos sexuais parte 4

2345 palavras | 2 |4.21
Por

este é um conto ficticio, espero que gostem e deixem seu comentario.

Continuando o conto parte 4

Ao acordarmos no outro dia eu e meu irmão estávamos nervosos, pois hoje seria o dia de receber o nosso primeiro cliente, para nois dois satisfaze-lo sexualmente.
Thales= vai Thiago, abre a boca que eu quero mijar, estou apertado para caralho.

Então eu fui abrindo minha boca e ele foi mijando dentro, despejando seu xixi quentinho fazendo descer por minha garganta, eu bebi tudinho até a ultima gota, e então foi a minha vez, eu já fui colocando meu pinto dentro de sua boca e fui mijando bastante, sempre o primeiro xixi do dia a gente costuma a mijar bastante, então fomos escovar os dentes e tomar nossos cafés, e em seguida fomos para a sala.
Eu= putz, agora ferrou em Thales, vamos ter que fazer sexo por dinheiro.
Thales= é, a gente vai ter que fazer, e o pior que nossa mãe vai ficar com todo o dinheiro.
Eu= que isso thales, eu aqui preocupado em fazer sexo com esse homem que nem conhecemos e você ai preocupado com dinheiro.
Thales= há, a gente já está fudido mesmo, se pelo menos pudéssemos ficar com o dinheiro, não seria tão ruim assim.
Eu= é, pensando por este lado até que é verdade.
Thales= mas fica tranquilo maninho, quando a gente ficar de maior nóis da um jeito de vingar da nossa mãe, e pegar tudo que é nosso por direito.
Eu=mas como a gente vai fazer isto?
Thales=há não sei, tem muito tempo, até lá a gente pensa em alguma coisa.
Eu= nossa em maninho, eu estou com vontade de mijar de-novo.
Thales= de-novo?
Eu=sim.
Thales= ta bom, vem cá, deixa eu colocar seu pinto na minha boca, assim vou ficar viciado em seu xixi.
Então novamente eu fui mijando na boca do Thales e ele engoliu tudinho, o safadinho ainda chupou meu pinto por uns dois minutos, eu estranhei.
Eu=que isso Thales, você parece que está começando a gostar disto.
Thales= hiii, sai fora- disse ele sem graça.
Eu= hum!!! Sei.
Nossa mãe que estava na cozinha chegou na sala.

Mãe= e ai meninos, vocês não vão transar, vai esperar eu mandar?

Então eu e meu irmão começamos a nos pegar, nois começamos a se beijar, trocando nossas salivas fazendo nossas línguas entrar na boca do outro e nossos lábios se enroscando, em seguida fomos nos chupando e se lambendo um ao outro, eu abocanhei o pinto do meu irmão chupando ele forte, eu chupava seu saco e seu pinto lisinho sem nenhum cabelinho assim como o meu, eu chupava e babava nele todo até que meu irmão gozou sua porrinha ralinha na minha boca, e em seguida foi a vez do meu irmão chupar meu pau, ele chupava meu saco e depois chupava meu pinto e ele chupava e chupava até que eu gozei na boca dele, e então ele começou a chupar meu cu me fazendo aquela cosquinha gostosa, ele babou muito no meu cu e então direcionou seu pinto e foi me penetrando fazendo seu saco bater em minha bunda, ele fazia o vai e vem rápido até que ele gozou de-novo e então foi a minha vez, eu já fui caindo de boca no cu dele, babando muito nele, e então eu já fui encaixando meu pinto e o penetrando, eu bombava e bombava até que gozei também.
Mãe=muito bem meninos, até me deu a impressão que vocês já estão gostando, agora vocês descansem, nada de sexo até a tarde porque o novo cliente vai chegar e ele quer vocês a ponto de bala.
Nois= sim mãe.

Então nois ficamos ali assistindo televisão, almoçamos assistimos mais televisão, a pedido da nossa mãe, tomamos outro banho para ficarmos cheirosos para o cliente e aguardamos ele, até que ele chegou, e nois quando o olhamos ficamos espantados com o tamanho daquele homem.
Ele era um homem bem negro, ele era alto musculoso com braços e pernas fortes, tinha o cabelo crespo curto, barba bem raspada deixando o cavanhaque, seus dentes eram muitos brancos bem cuidados, e na sua calça dava para se notar o volume, mesmo por baixo daquela calça dava para ver que era imenso, seu pinto duro atravessa a frente de sua calça, nem parecia que cabia dentro daquela roupa, , eu e meu irmão os olhávamos e nos olhávamos espantados, eu e meu irmão nos abraçamos assustados.
Mãe= olha meninos, esse é o Raul, quero que vocês tratem muito bem dele, para ele virar freguês.
Raul= puta que pariu em dona marta, agora eu entendi por que você cobrou tão caro, que meninos lindos, loirinhos, branquinhos, sem nenhum pelinho, do jeito que eu gosto, ai vale cada centavo.
Mãe= eu falei que você ia gostar, mas peço que vai com calma, eles nunca deram para um homem adulto.
Raul=nossa, ai que eu fico mais feliz ainda, adoro estrear um cuzinho virgem, sou especialista nisto, pode deixar dona marta, eu vou ser bem cuidadoso e carinhoso com eles.
Mãe= que bom, vocês podem usar meu quarto, pois lá tem suíte com banheiro.
Raul= beleza dona marta, vem molecada satisfazer seu macho, quero gozar muito nessas boquinhas e nesses cuzinhos hoje, disse ele estendendo uma mão para mim e a outra para meu irmão.
Sem escolhas nóis seguramos sua mão deixando que ele nos conduzisse ao quarto, quando chegamos lá, ele já foi arrancando sua roupas ficando só de cueca boxer branca.
Raul=calma molecada, estou vendo que vocês estão tremendo, não precisa ficarem com medo, como vai ser sua primeira vez com um homem de verdade eu quero que vocês gostem muito, venham, tirem minha cueca e faz um carinho no pinto do seu macho.
Então eu e meu irmão fomos nos aproximando daquele homem, e com nossas mãozinhas pequenas diante dele agarramos sua cueca e fomos tirando ela lentamente por completo, quando vimos aquele pintão cabeludo preto enorme duro e babando, com as veias saltadas um sacão com duas bolas bem avantajado nem podíamos acreditar que teríamos que encarar aquilo.
Eu= é muito grande esse pinto.
Thales= estou com medo.
Raul= relaxem meninos, vocês vão aguentar, já comi meninos mais novinhos que vocês.
Eu= promete que não vai nos machucar Raul?
Raul= só um pouquinho meninos, a primeira vez sempre dói, mas depois não dói mais, vou tentar ser bem cuidadoso, agora chupem ele bastante os dois juntos.
Então eu e meu irmão fomos pegando naquela jéba, estava quente e pulsando, fomos aproximando nossos lábios dele o tocando, sentindo todo aquele gosto de macho, então começamos a chupar ele, não cabia em nossas bocas, a chapeleta nem passava em nossas bocas, nois chupava ele de lado, a baba daquele pinto lambuzava nossos lábios que que ao mesmo tempo em chupavamos aquele pinto preto cabeludo e enorme nois se beijava ao mesmo tempo, e nois chupava seu pinto e chupava seu sacão e depois voltava a chupar seu pinto.
Raul= ai que delicia meninos, vocês chupam tão gostoso, vai não para, chupa mais forte, quero gozar muito nessas carinhas, quero lambuzar esses rostinhos de porra.
E nois continuava a chupar aquela tora babenta, nois chupava e chupava alternando entre seu saco e seu pinto, e foi quando o Raul começou a urrar, ele urrou tão alto que acho que até minha mãe escutou, e aquele pinto foi cuspindo muita porra em nossos rostos, era uma gosma amarelada bem expeça que grudava em nossos narizes olhos bochechas e nossas bocas, foram mais de 7 jatos fartos de porra, como pode um homem gozar tanto daquele jeito.
Raul= que bonito de ver, duas putinhas com o rosto melado, agora eu quero que vocês chupem a porra um do outro.
Então eu fui lambendo o rosto do meu irmão sugando toda aquela porra de sua cara, o gosto era meio salgado um pouquinho azedo, meio nojento a principio mas o sabor não era ruim, eu lambi tudinho deixando limpinho o rosto do meu irmão, em seguida ele fez o mesmo comigo limpando toda aquela porra da minha cara.
O Raul pegou meu irmão e o jogou na cama, ele o foi beijando enfiando sua língua enorme dentro da boca dele, eu vi que meu irmão ficou bem ofegante , aquele homem beijava meu irmão com vontade, então ele começou a lamber a barriga do meu irmão, ele foi descendo mais e abocanhou seu pinto, ele chupava forte fazendo meu irmão gemer, meu irmão estava deitado de barriga para cima.
Foi então que eu vi que o Raul pegou um vidro com uma substancia que eu não conhecia.
Eu= o que é isso Raul?
Raul= isso é um lubrificante anestésico que sua mãe comprou, eu vou passar no cuzinho do seu irmão para ele não sentir tanta dor, na hora que eu for te comer eu passo no seu também.
Então o Raul melou seus dedos com aquela substancia e passou no cuzinho do meu irmão, ele o beijou e o acariciou por alguns minutos, então ele foi encaixando seu pinto no cu dele e foi fazendo pressão, nessa hora eu fiquei com medo pelo meu irmão, mas o Raul de fato estava sendo bem cuidadoso mesmo.
E o Raul foi forçando seu pinto no cu dele e alargando seu cuzinho ao máximo para receber aquele mastro, eu vi que meu irmão estava sentindo dor, mas o Raul não parava, ele foi enfiando centímetro por centímetro, nessa hora meu irmão chorava baixinho, e o Raul foi empurrando até o talo aquele pinto no cu dele.
Raul= pronto, já entrou tudo, suas preguinhas já eram, não precisa chorar mais.

O Raul esperou um pouco para meu irmão acostuma com aquele invasor, então ele começou a fazer o vai e vem lentamente, ele metia e metia muito, foram vários minutos socando no cuzinho dele até que puxou meu irmão forte arrancando um gritinho dele e gozou em seu cu, quando ele tirou seu pinto o lençol tinha bastante sangue.
Raul= você vai trocando esse lençol ai que eu e seu irmão vamos tomar um banho, quando eu voltar vai ser a sua vez, meu irmão o foi acompanhando ao banheiro andando com as pernas abertas, eu peguei um lençol reserva que já estava ali no jeito e fui arrumando a cama, eu estava desesperado pois agora seria a minha vez de perder minhas preguinhas, meu corpo tremia.
Depois de alguns minutos o Raul voltou com meu irmão mancando, eu já estava deitado de barriga para cima, o Raul já veio me beijando enfiando sua língua grande em minha boca me deixando sem ar, ele me beijava e beijava babando muito na minha boca, ele então começou a chupar meus pescoço, desceu lambendo minha barriga e abocanhou meu pinto e meu saco tudo junto, ele chupava forte que eu gemia com meu pinto na boca dele, ele então passou aquela substancia no meu cu, ele começou a me beijar de-novo e foi acariciando minha barriga, suas mãos eram grande e ásperas, depois de alguns minutos ele foi se ajeitando na posição, eu senti a chapeleta do seu pinto tocar meu cu, eu tremi nessa hora, o Raul disse baixinho no meu ouvido.
Raul= relaxa que dói menos.
Ele então foi fazendo pressão em seu pinto empurrando ele no meu cu, que foi cedendo abrindo caminho para aquela cabeça passar, eu senti meu cu se alargando ao máximo, parecia que ia me rasgar ao meio, a dor era muita, mas me mantive ali firme sem chorar, mas as lagrimas corriam dos meus olhos, e aos poucos aquele pinto foi entrando tudinho até o talo, senti quando seu saco bateu em minha bunda, seu pinto estava pegando fogo de tão quente que era, ele começou a fazer o vai e vem, ele metia e metia balançando meu pequeno corpo, ele metia muito até que ele me puxou enterrando ao máximo seu pinto no meu cu e gozando um monte em mim, sua porra quente inundou meu cu.
Quando ele tirou seu pinto do meu cu eu vi que também meu cu sangrou bastante.

Raul= pronto, agora vocês dois são oficialmente dois viadinhos, venha, vamos tomar banho.

Então eu acompanhei o Raul ao banheiro andando com as penas abertas assim como meu irmão, nois se banhamos e saímos do quarto, minha mãe aguardava ansiosa na sala.
Mãe= e ai Raul como foi?
Raul= foi tranquilo dona marta, eu adorei esses viadinhos, mal posso esperar para voltar de-novo, os moleques são fodas, eles aguentaram bem.
Então o Raul se despediu de nóis todos e foi embora.
Mãe= e ai meninos, doeu muito?
Nois= doeu mãe, mas a gente aguentou.
Mãe= que bom, porque vocês vão dar muito esses cuzinhos, vai vão dormir, vocês merecem um bom descanso, amanhã vou dar folga para vocês, estou orgulhosa de vocês, meus viadinhos lindos da mamãe.

E assim eu e meu irmão fomos dormir com a rabo ardendo, bom gente, essa nossa historia, espero que tenham gostado, caso eu decida continuar eu trago mais alguns capítulos.

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2 Comentários

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  • Responder Mike Horfald ID:3eez9jpg6ic

    Raul deveria ter comido com ignorância, forte, mete o pau de uma vez sem dó

  • Responder Seila ID:7121w18hri

    Apesar de ter vários elementos de outras histórias do site, eu gostei. Poderia continuar a escrever mais capítulos e no final poderia contar a vingança, acho que seria interessante.