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Dois casados aparentemente héteros

2240 palavras | 7 |4.60
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O troca-troca na infância e adolescência vem com o sabor do descobrimento do sexo, da tesão, da safadeza. Revivi isso depois de adulto, já casado.

Deve ser o destino. Fazia tempo que não ia na cidade de São Paulo e ainda no aeroporto, quando estava esperando a mala na esteira, encontrei com PEDRO, um ex-vizinho meu da infância. Como ele chegou meio atrasado para o embarque, eu já estava me ajeitando na minha poltrona e não o vi entrar. Trocamos um abraço e começamos a conversar, fazia mais de 12 anos que eu nem o encontrava.

Na conversa, descobrimos que os dois tinham se casado, nenhum tinha filho ainda do casamento (PEDRO era pai de um filho que teve com uma ex-namorada e o menino morava com a mãe) e que tínhamos viajado a serviço e por coincidência voltaríamos no mesmo voo, em 5 dias (4 noites). Quando falamos em que hotel cada um ia ficar, descobri que eu, recebendo diária, tinha reservado um bem mais caro do que o hotel em que ele ia ficar, apesar de serem de mesma qualidade e na mesma região, pois a empresa em que PEDRO trabalhava tinha convênio com vários hotéis.

– Pagasse alguma reserva, RAMON?
– Uma besteira
– Então vamos para o meu hotel, se eu não conseguir o desconto para você, pelo menos a gente toma uma e mata a saudade daquela época lá na rua
– Vamos ver então.

Ao chegarmos no hotel, era mais caro do que eu ia ficar, mas o atendente sugeriu – já que éramos conhecidos – que a gente dividisse o quarto, por sinal muito espaçoso. É que o convênio só permite a utilização de um quarto por matrícula de funcionário e PEDRO não poderia reservar dois quartos. Topamos na hora e, ao entrar no quarto, vi que era bem superior e mais confortável do que o hotel em que eu iria ficar. Melhor ainda: PEDRO iria pagar bem mais barato pelo convênio e eu dividiria o preço barato, ou seja, pechincha total e lucro para os dois.

Nessa mesma segunda-feira, almoçamos ali perto e cada um foi para a sede de sua respectiva empresa. Só nos encontramos quase dez da noite, quando PEDRO chegou. Conversamos umas besteiras e marcamos de tomar uma na noite seguinte. Na terça-feira, saímos do hotel por volta das 20h e fomos num bar/botequim na região mesmo, indicado por um funcionário do hotel, pois não queríamos demorar nem esticar muito. Chegamos por volta da 11 da noite e combinamos que no dia seguinte a gente poderia dar uma esticada em algo mais movimentado, talvez até um puteiro de luxo.

Quarta-feira de noite, nos encontramos no hotel e discutimos as dicas que tínhamos conseguido com os colegas de trabalho de lá. Fomos para um bar bem agitado, com clima de paquera, música ao vivo, com algumas unidades na cidade (não vou citar o nome). Tomamos caipirinhas, demos uma paquerada em várias meninas, porém a noite deu em nada – se bem que foi bem divertida e você se sentir solteiro e azarando meninas por si só já é excelente. Voltamos perto da meia-noite cheios de álcool na cabeça, se não bêbados, bem altos.

PEDRO insistiu de tomar a saideira no quarto. Pegou duas cervejas, me deu uma e começou a falar sobre essa e aquela menina que falamos, que estava com tesão na galega, mas a morena era mais isso, etc. Partimos para a segunda rodada e PEDRO diz:

– Se quiser tomar banho logo, pode ir. Vou demorar porque vou bater uma punheta hoje, senão eu não durmo.
– Grande ideia, PEDRO. Vou bater uma também. A noite merece isso e amanhã a gente vai torrar a grana em duas raparigas de luxo aqui no quarto!
– Isso mesmo

PEDRO sem fazer rodeio, liga a televisão, procura um canal de putaria e não tem disponível. Ele pega o notebook, entra num site bastante conhecido e começa a abrir os vídeos. Como eu também queria ver os vídeos, ele colocou o computador na sua cama e eu e ele sentamos na minha cama (duas camas de solteiros, claro), ficando lado a lado. PEDRO vai além e, sem eu esperar, abaixa a roupa e começa a bater uma ali mesmo.

– Que putaria é essa, porra?, perguntei
– Mas tá. Vou bater a punheta aqui mesmo
– Eita tarado da porra. Só não goze no meu colchão, seu puto.
– Fica calmo e bate a tua aí se quiser

Eu pensei que a gente ia ver uns vídeos e, gravando na memória, cada um ia bater uma quando fosse tomar banho… (detalhe que esqueci: eu e PEDRO nunca tivemos nada quando crianças).

Quando eu vi que o pau dele já estava duro, fiz o mesmo, e comecei a tocar uma punheta ao lado dele.

– Teu pau é grosso, RAMON
– É mais cabeçudo que grosso. Agora, tô vendo que você se raspa todo. Que onda, esse PEDRO é um escroto mesmo
– Minhas namoradas sempre gostaram então há muito eu me depilo mesmo
– ah ah ah

Começamos a ver uns vídeos e ele começou a botar vídeo com gestante, orgia, mulheres mais velhas, gordas, até entrar em trans (que eu adoro). PEDRO começou a elogiar demais o enorme cacete de uma trans brasileira e mostrava o dele para mim dizendo que nem se botasse uma pedra no pau dele para esticar ia conseguir ficar daquele tamanho. De uma hora para outra, de sopetão, como é normal dele, PEDRO sugere:

– Vamos agitar esse final de noite?
– Como? (juro, pensei que ele ia chamar as meninas naquela hora e eu já estava me preparando para dizer que estava bêbado e cansado, que seria melhor no outro dia, o que era verdade)
– Vamos fazer um “X”?
– Eu bater em você e você em mim?
– Claro, como todo mundo deve ter feito quando era pequeno
– PEDRO, você tem cada conversa de lascar (e eu quis logo concordar, mas me fiz de difícil)
– Vai virar bichar por isso? Deixa de ser besta, me dê aqui que eu começo

E meteu a mão no meu pau, para me masturbar. Eu ia insistir no papel de 100% hétero, mas relaxei e logo em seguida segurei no pau dele, que era maior que o meu, com a cabeça triangular (a que entra fácil e que traz o resto bem mais grosso).

– Vou botar num vídeo de gays, para a gente ver se melhora ou traz algo novo, disse PEDRO

Coincidência ou não, abriu um vídeo de dois adultos totalmente depilados, um magrinho e um bem forte, se alisando em cima da cama. Eles se beijaram e se masturbavam um ao outro. A bunda do magrinho era uma coisa linda e quando o fortão botou ele de rabo para cima e caiu de boca, meu pau ficou mais duro e notei que o de PEDRO alterou-se também. Meu pau já estava chorando e PEDRO foi buscar papel higiênico para limpar a mão, trouxe o rolo.

– Já tá gozando, RAMON?
– Não, é que meu pau chora logo ah ah ah
– Tô vendo…

Voltamos à posição de novo e notei que PEDRO reduziu o ritmo da punheta para ficar olhando meu pau, a cabeça dele, o pré-gozo que já saía.

– Eita cabeça grande, disse ele
– E o teu pau é grande. Empate
– E essa cabeça entra na boca de alguém?
– Claro que sim, também não é um cano de esgoto não, deixa de exagero
– Eu tô achando que não cabe em toda boca não
– Agora lascou, respondi.
– Deixa eu ver

E, sem me pedir, PEDRO se abaixa e cai no meu pau. Ainda que eu não quisesse o boquete, ele foi tão rápido que não teria como eu evitar. Meteu meu pau na boca e começou um boquete feroz, engolindo tudo, chupando a cabeça, alisando meus ovos.

– Puta que pariu, PEDRO, que chupada, disse isso enquanto já alisava a bunda depilada dele
– Que cacete gostoso, essa cabeça na minha boca chega preenche tudo, respondeu
– Que loucura é essa? Tesão fora de hora
– Vamos aproveitar, disse PEDRO nos levando para um 69

Não demorei muito, vi que PEDRO ofereceu o rabo várias vezes e caí de boca naquele cu depilado. Eu lambi mais do que enfiei a língua dentro do cu, mas PEDRO se rebolava muito e mordia o travesseiro. Fui por cima, ele de bruços e comecei a enfiar o pau naquele rabo bonito. Entrou com alguma dificuldade mas rapidamente e também rapidamente gozei dentro dele; sem sair de dentro dele, a gente se virou um pouco de lado e ele se masturbou e gozou na cama. Mal gozamos, o álcool cobrou o preço e apagamos.

Eram quase quatro da manhã quando acordei com PEDRO indo tomar um banho, para se lavar. Eu me levantei também e fui mijar. Ele tomava banho e conversou:

– Loucura, mas adorei
– Eu também. Não imaginava que você curtia, eu falei
– Mas você tinha olhado para a minha bunda esses dias
– Olhei porque ela é bem bonita, só que sem pretensão alguma
– Dá uma olhada, me disse PEDRO mostrando o pau já duro
– Vamos mais uma?

PEDRO saiu do banho, eu tomei um bem rápido e voltamos para a cama. Só que agora eu seria o passivo. A gente se chupou muito, PEDRO me lambia o rabo e enfiava a língua. Fiquei de quatro na cama e fiz questão de olhar para trás para vê-lo se aprumando para me comer. Como imaginei, a cabecinha dele entrou fácil. Ele veio devagar mas o resto daquela pica grande ardeu para entrar. E ardeu bem mesmo, a ponto de eu pedir para ele tirar, eu esperar um pouco e a gente tentar de novo. A gente falava baixinho e eu tive medo de dar um grito de dor se PEDRO resolvesse enfiar o pau de uma vez só.

Mas quando senti que a pica grande dele me invadia sem dor, liberei ele para me comer como quisesse. PEDRO me socava com força me segurando pela cintura. O barulho dava para ser ouvido no corredor do hotel e talvez até no quarto ao lado, já que era madrugada e o silêncio era enorme. Senti o pulsar do pau dele cuspindo dentro de mim e depois enfiando como quisesse enfiar até os ovos no meu rabo todo gozado. Foi ele sair de mim e já veio me chupar e fazer um gozar. Supliquei pelo cu dele, ele permitiu mas não foi legal, estava meio travado, então terminei gozando na boca dele. Acordamos na hora de sempre e fomos trabalhar.

Nas respectivas empresas, alegamos ressaca – o que era verdade até certo ponto – para não marcar nada na última noite e aí tivemos uma noite de núpcias. Compramos dois bons vinhos e petiscos e, a partir das 19h até 2h da manhã, aquele quarto viu muita trepação e muita putaria. Eu confessei que não gostava de homem másculo, preferia mulheres trans, travestis ou gays bem afeminados, mas algo tinha me levado a PEDRO e até sentar no cacete dele para ficar balançando a cintura e alargando meu rabo eu fiz naquela noite.

PEDRO disse que a mulher dele sabia da bissexualidade dele, que ela o comia com cinta peniana e que já chegaram a sair a três, com um conhecido dela. Combinamos que faríamos o mesmo quando a gente voltasse para Recife. PEDRO ainda me disse que tinha ficantes homens eventuais (que não curtiam mulher), que a esposa até conhecia alguns e não se importava, tanto que teve algumas vezes que o cara ia na casa deles transar com PEDRO e a esposa ficava só vendo, de forma alguma participava.

O único segredo de PEDRO para a esposa era que às vezes ele ia para saunas e era comido por michês, ainda que isso só ocorresse muito raramente.

Nessa noite de despedida, gozei três vezes! Meu rabo saiu bem aberto. PEDRO já estava mais acostumado a dar a bundinha, em que pese também ter revelado que fazia tempo que não gozava tanto quanto nesses dois últimos dias.

Depois contarei como foi a saída com PEDRO e a esposa, com muito sexo e de tudo fizemos. Ela sonha em que a gente faça uma festinha com minha mulher também, entretanto minha mulher é muito careta para isso. Pelo menos até onde eu a conheço.

Eu e PEDRO saímos eventualmente e já viajamos para São Paulo na mesma semana (outra coincidência), em nova “lua de mel”.

Também vou escrever como foi uma ida nossa a uma sauna gay, quando um roludo que quase estoura meu cu (não aguentei de tão grande) comeu o rabo de PEDRO e fez PEDRO gozar sem se tocar.

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7 Comentários

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  • Responder Marconi. ID:gqatvg544

    Sou de Recife, 58 anos, casado e curto sarro.

  • Responder @Carloss42 ID:gqb0dg044

    Bom demais. Novas experiências é tido de bom

  • Responder Guto ID:h5hqamld3

    Amo troca troca com. Amigos é uma delícia sentir um pau no cu jorrando leite tenho 3 amigos que sempre fazemos uns nós outros fazemos desde nossos 14 anos e visitamos um no cu/pau do outro hj temos 22 anos bois 4 namoramos garotas mais ainda um goza no cu dos outros e se depender do nosso tesão vai durar a vida toda já fizemos de todas as posições três de nós moramos juntos dividimos o aluguel pra fazer faculdade então praticamente toda noite transamos em casa nois 4 somos namorados um beija o outro as vezes do nada estamos assistindo e um começa a mamar o outro

  • Responder Leiva ID:gqbg04oi9

    Quero encontrar um amigo assim…

  • Responder Nelson ID:3c793cycoid

    Que delícia tô todo babado.

  • Responder Cavalão ID:3nwp94iuxib

    Delícia

  • Responder Eliad ID:5h702d9k

    Que tesao de conto me lembra a infância nos tempos de troca troca .fiquei com o pau que e um ferro tive que me acabar na bronha .