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Crescendo com o leitinho do papai (2)

874 palavras | 4 |4.78
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Meu filho ficou viciado no meu leite e com o incentivo da mãe

Logo que o Cadú começou a se alimentar do meu leite ele passou a fazer muitas perguntas.
Para evitar que ele fosse comentar com mais alguém eu e a minha ex-esposa combinamos de tirar todas as dúvidas do nosso filho.
Inclusive o dia que ela pegou eu amamentando o menino foi lindo.
Nívea ainda não havia chegado do trabalho mas eu e o Cadu almoçamos mais cedo pois eu tinha que ir ao banco resolver umas aplicações e daí levar ele pra casa da vó antes.
– Pai não esquece do meu leite.
– Sim meu filho. Só que hoje tem que ser mais rápido. Vem cá.
Levei ele para o banheiro, sentei no vaso, e nem lembrei de fechar a porta. O menino já chegava com o travesseirinho dele pra se ajoelhar entre as minhas pernas.
– Vai filhão, mama gostoso no pai, mama.
Era o segundo mês que Cadú tomava minha porra e ele já estava bem sacana, conseguia relaxar mais a boca e enfiar mais meu pauzão pra dentro.
Nisso ouço um barulho no quarto e de repente a Nívea entra no banheiro.
– Puxa, desculpe. Não sabia que estava ocupado – disse saindo do banheiro.
– Nivea, não, vem aqui. Você pode participar.
– Mas pai, a mãe tá sabendo disso? – perguntou o moleque com a boca toda suja de fluidos do meu pau.
– Sim filho, sua mãe inclusive incentivou.
Nívea voltou e sentou no chão do banheiro proximo do Cadú.
– Meu filho, o pai tá te tratando bem?
– Sim mãe, ele tá me dando leite de homem pra eu ficar bem forte.
– Que bom querido. Eu não me envolvi porque isso é coisa de homem pra homem e você já está bem crescidinho. Pode continuar, eu vou descer pra comer algo e depois vou até o centro.
– Nívea, enquanto tu almoça eu termino de dar leite pro Cadú e a gente sai todos juntos.
– Certo. Fico esperando então. Cadú, não esquece de fazer massagem nas bolas do teu pai pra sair mais leite.
– Tá mãe.
E o guri voltou a mamar naquele caralho enorme e super duro.
Cadú estava ficando muito viciado no meu leite. Ele chupava com sofreguidão, agarrando o meu pau com as duas mãozinhas, fazendo movimentos pra cima e pra baixo, agarrando minhas bolas delicadamente, explorando a cabeça do pau com a sua linguinha.
– Filho tá quase saindo… vai… mais forte… chupa mais forte… vai meu bebê… o pai vai encher essa boquinha de leite… aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh…
Meu corpo se contorcia em um prazer que nunca havia sentido, nem com a minha mulher. Eu tentava não gritar muito alto pra não assustar o menino, mas não dava pra segurar muito. Naquele dia eu jorrei jatos e mais jatos de leite dentro da garganta do Cadú.
– Hummm pai que monte saiu hoje… que delícia hein pai!
– Gostou filho? O pai fica feliz.
– Pai, posso te fazer um pergunta?
– Pode sim, o que foi?
– Porque tu geme tanto quando vai sair o leite? – e fez aquela carinha séria de criança.
– É que esse leite, filho, é especial e só é produzido quando o pai está sentindo muito prazer.
– Ah ta, pai. Entendi.
Cadú se levantou satisfeito e ficou na minha frente só de cuequinha do Ben10. Ele Subiu no meu colo e me deu um beijo como sempre fazia. Peguei ele na bundinha e senti meus dedos enterrar nos gominhos bem macios por cima do tecido.
– Filho tira a cuequinha que o pai vai te mostrar uma coisa.]
– Tá pai.
Era uma visão do paraíso. Aquele corpinho branquinho, roliço, parecia um bonequinho de borracha.
– Vira de costas pro pai e abre a bundinha.
Cadu era obediente e abriu as duas bandas de carne da sua bundinha com as mãos.
Passei bastante saliva no buraquinho do menino e fui massageando e colocando e tirando a pontinha do dedo. O menino suspirava e gemia baixinho.
– Ah pai, tá tão bom isso!
– Tá filho? Quer que o pai continue?
– Sim pai, quero. Continua.
Nisso toca o celular e é meu gerente de conta.
– Alô Sr. Lucas. Estou lhe esperando.
– Sim, claro, estou saindo de casa agora. Me aguarde que estou chegando em quinze minutos.
Levantei, vesti o Cadú rapidamente.
– Hoje a noite vou te pegar na tua vó pra tu dormir aqui e gente continua filho.
– Tá pai, tava muito bom.
– O pai vai fazer massagem e abrir bem o seu popozinho pra entrar o tico do pai dentro dele.
– Sério pai? Mas é muito grande!
– Por isso vamos fazer bem devagar pra não machucar.
– Tá pai, eu quero. Tava muito bom.
A Nívea estava já me esperando dentro do carro, fechamos a casa e saimos em direção ao centro da cidade. Eu não via a hora de chegar a noite.

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** continuação

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4 Comentários

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  • Responder PedDoro ID:8ef51pf209

    Põe ele pra chupar a buceta da mãe enquanto o pai enterra o pau sem dó

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    depois que o pai descabaçar o menino deixa o gerente do pai comer tambem

  • Responder lekao doente ID:w72k76zj

    vai crescer viciado em leite

  • Responder Messin ID:w735kv9a

    Continua