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A maior aventura sexual de minha vida aconteceu entre eu e meu pai

1548 palavras | 3 |4.63
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Um pai ursão tinha tesão por uma garota, mas quem terminou fazendo ele gozar foi seu filho.

O hotel era incrível, a água quentinha e eu estava me divertindo como nunca. Aquelas férias em Goiás estavam sendo o máximo. Eu e meu pai nunca viajávamos juntos, mas dessa vez minha mãe deixou (eles são separados). Só tinha um problema. Aos 14 anos. eu já tava com o tesão à flor da pele, então ver aqueles gordos todos na piscina, com a sunga marcando seus paus e bunda, era um tortura. Eu tbm de sunga precisava de doses cavalares de auto controle pra não deixar meu pai perceber que eu gosto de homem. Pior ainda: eu não poderia deixar ELE perceber que eu tbm tinha tesão por ele.
A maior parte do tempo eu segurei a onda, até que um dia eu fui no vestiário da átrea da piscina com meu pai. Já era mais de meio dia e ele decidui que deveríamos tomar banho ali mesmo pq já est[avamos atrasados pra encontrar um amigo dele pra almocar, num restaurante qualquer. Tudo bem, pensei, eu já tomei banho com meu pai antes e consegui me controlar o suficiente pro pau ficar só meia bomba. Acho que ele não percebeu daquela vez, não tem porquê perceber agora.
Entramos no vestiário. Era um daqueles sem divisória. Meu pai tirou sua sunga e eu imediatamente senti meu pau se mexer. Aquela bunda e barrigas peludas, o pau mole, pequeno, com grandes bolas penduradas fizeram meu coração disparar. Minba vontade era de me ajoelhar e chupar o pau dele ali mesmo. O bico de seu peito parecia pedir pra ser chupado.
Eu precisava matar aqueles pensamentos e entrei no chuveiro com água gelada. Não funcionou. Meu pau ficou duraço, e eu não tirei a sunga. Apesar disso, a ereção era óbvia, e eu percebi que meu pai ficou bem constrangido. Ele ficou mudo e de costas pra mim durante todo o banho, e acabou o banho em 30 segundos.
Putz, que vergonha. Meu pai deve estar super decepcionado, pensei. Mas ele realmente não falou nada. Eu queria morrer.
Encontramos o amigo dele em outro hotel por volta das 14h. O hotel tinha uma jacuzzi e por algum motivo a piscina estava interditada. Entramos na jacuzzi. Eu, meu pai, o amigo dele com a esposa e duas garotas que a gente não conhecia. A jacuzzi era pequena, e com meu pai e os amigos gordos, ficou meio apertado. Meu pai então determinou que eu deveria sentar em seu colo, dentro da jacuzzi. Vocês imaginam minha reação. Dessa vez fiquei preocupado de verdade: ia terminar ficando de pau duro na frente de todo mundo.
Falei em sair da jacuzzi pra brincar, mas o hotel tava completamente vazio, nenhuma criança ao redor, então meu pai não deixou. Não teve jeito. Sentei no colo dele. Como esperado, fiquei de pau duro. Pra minha sorte, a jacuzzi estava cheia de espuma e borbulhando, então ninguem conseguia ver o que se passava de minha barriga pra baixo.
A posição era confortável. Eu sentei entre as coxas de meu pai e podia sentir o ovo dele encostado no meu joelho. Eu achei que ia gozar sem pegar no pau. Sentir aquele saco quente era a realização de um sonho. Eu fiquei imóvel, totalmente concentrado em usufruir daquele momento. Mas aí uma coisa aconteceu.
Com um movimento repentino, meu pai mudou minha posição e me colocou sentado sobre sua sunga, ao invés de sua coxa; as outras pessoas na jacuzzi celebraram e puderam se espalhar um pouco mais. Imagino que meu pai fez isso pra dar mais espaço aos amigos. E eu não ia reclamar. Agora eu podia sentir o calor do seu pau, mesmo mole, na minha bunda. O dia não poderia ficar melhor.
Era o maior tesão que já senti na vida, mas, mais uma vez, decidi ficar imóvel. Já bastava o constrangimento no vestiário. EU nao podia de forma alguma deixar meu pai pensar que eu estava curtindo estar tão próximo de seu pau.
Alguns minutos se passaram e eu adorando. Mas aí eu comecei a perceber uma coisa. O volume debaixo de mim mudou. O que era um avolumado macio foi se tornando um objeto duro. Não tinha como não perceber: meu pai esatva de pau duro! Caralho, que delícia!
O pau do meu gordo, o gordo que me fez, me criou, pulsava na minha bunda. Ao mesmo tempo em que eu tinha tesão, estava tbm confuso. Meu pai com tesão por mim? Não era possível!
O pau dele pulsava. Com força. Eu só conseguia imaginar que aquele macho estava se delciiando por estar aproveitando minha bundinha branquinha e virgem. Mas aí eu percebi uma moovimentação no fundo da jacuzzi. Eram pés. Uma das gardotas que entrou na piscina estava esfregando seus pés nos pés de meu pai.
Fiquei puto, com raiva, com ciúme. Queria matar aquela desgraçada, mas o que eu poderia fazer? Respirei fundo e, depois de alguns minutos, decidi que ia deixar rolar. O tesão não era pra mim, mas eu estava aproveitando bastante.
Encostei meu corpo na barriga e no peito de meu pai e fingi dormir. O casal amigo dele saiu da piscina, bem como uma das garotas, deixando só a menina que paquerava meu pai, eu e ele na jacuzzi.
Achando que eu estava dormindo, o movimento deles ficou mais óbvio. Eu percebi que a garota passava as mãos nas coxas peludas de meu pai, e percebi que, a cada vez que ela fazia isso, o pau dele se mexia como se fosse rasgar a sunga dele.
Isso durou alguns minutos e eu fingia sono profundo. Eu estava em êxtase.
Essa brincadeira durou alguns minutos, até que a garota fez uma grande merda. Ela disse: eu acho que seu filho tá de pau duro. Eu continuei fingindo que estava dormindo. Meu pai então levou sua mão até minha sunga e apertou meu pau. Que delícia! Ele então falou com voz rouca: “ei, seu descarado, vc tá gostando da safadeza”, e riu alto. A menina tbm riu, e isso me ajudou a relaxar. Tbm ri.
A menina então cortou o barato e disse que precisava ir. Meu pai pediiu pra ela ficar um pouco mais, mas ela disse que era tarde e se levantou. Eu olhei fixamente pra bunda dela e entendi pq mau pai tava com tanto tesão. Mas eu não senti NADA. Minha parada é só homem. Mas meu pai não sabia disso naquela época.
Vendo que eu olhava a garota fixamente, ele apertou de novo meu pau. “Tá de pinto duro por causa dela?”, perguntou. Eu menti e disse que sim. Ele falou: “eu tbm estou”. Nessa hora, fui eu que levei a mão até seu pau e apertei. Era quente, parecia em brasa.
Eu perguntei o que ele queria fazer com ela. Ele comecou a descrever uma cena de sexo inteira. Chupar os peitos dela, a xereca, pedir pra ela bater uma pra ele. Enquanto ele falava, eu puxei sua sunga pra baixo e comecei a punhetá-lo. Ele apertou meu pai com mais força. À medida que ele ia descrevendo sua fantasia, eu puxei meu pau pra fora. Por alguns minutos, ele nem encostou no meu membro. Mas depois de um tempo passou a segurá-lo timidamente. Eu perguntei se ele achava que a garota tinha uma bunda bonita, e ele disse que sim, e que tbm queria lamber o cuzinho dela. Nessa hora, eu abaixei minha sunga completamente. Eu ainda estava no colo dele, mas dessa vez pelado, sentado parcialmente sobre seu ovo, mas com margem de manobra para bater punheta pra ele.
Ele pegou na minha bunda, enquanto relatava o que ia fazer na bunda da garota, Falou “vou enfiar o dedo naquele cuzinho gostoso”, e passou o dedo no meu reguinho. Chegou a colocar um dedo no meu cu, mas forçou só um poquinho e entrou alguns poucos centímetros. Nessa hora, gozamos, com ele batendo uma pra mim e eu batendo uma pra ele. Ele, ainda falando da garota, com voz rouca e respiracao ofegante. EU, olhando-o, admirado em ver seu rosto se contorcer, sua boca abrir, seus lábios se contraírem e seus olhos fechados enquanto gozava.
Segundos depis de gozarmos, ele colocou minha sunga de volta, colocou o pau dele dentro da sunga e se levantou. “Precisamos ir”. Saiu aindando como se nada tivesse acontecido, para reencontrar os amigos. O resto do dia foi absolutamente normal, me tratou do jeito de sempre. E assim foi. Assim é. Depois daquele dia, nunca mais tomamos banho juntos e ele sempre manteve uma distância física de mim. Continuou presente na minha vida, me dando atenção sempre que eu queria, mas os toques físicos eram formais e rápidos. Abraços, beijos no rosto, tudo acontecia, mas rapidamente. Nunca tocamos no assunto. Isso foi há 20 anos, mas ainda assim foi a maior aventura sexual de minha vida.

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3 Comentários

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  • Responder Baby Boy ID:vpdkriql

    Que pena

  • Responder @Carloss42 ID:gqb0dg044

    Pena não ter acontecido outras vezes. Pai e filho, tio ou sobrinho que se curtem, bora conversar?

  • Responder Luiz ID:dlns5khrd

    Não vejo por que não aconteceu outras vezes o mais difícil é a primeira vez