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Minha sobrinha e eu vivemos um romance! Parte 4

2108 palavras | 7 |4.40
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Para compreenderam, leiam as outras partes. https://contoseroticoscnn.com/2022/07/minha-sobrinha-e-eu-vivemos-um-romance-parte-3/

Devido as nossas travessuras no dia anterior – leiam a parte 3 do relato – precisei ir novamente na clínica onde estava sendo tratado, mas, desta vez, havia uma boa notícia: através do pagamento de uma taxa extra – pois era um serviço não coberto pelo plano de saúde -, poderia colocar uma órtese do tamanho do meu braço, o que me daria mais segurança e, ao mesmo tempo, maior mobilidade. Saí de lá no início da tarde. Passei o restante do sábado maratonando alguns episódios antigos de South Park.
Estava aguardando ansiosamente o domingo.
Enfim chegara o grande dia! Logo pela manhã mandei uma mensagem.
– Bom dia meu amor, feliz aniversário! Eu comprei algo muito especial para você.
Uns 5 minutos depois veio a resposta:
– Já te disse que você é o melhor namorado do mundo? Te amo e te espero.
Passava das 18h quando chamei um uber. Cerca de 20 minutos de trajeto já estava as portas da casa da minha amada. Logo na chegada fui recebido por Nayara e meus dois sobrinhos. Alexandre estava na garagem preparando o churrasco. A própria mesa para o jantar estava montada na garagem. Seria um misto de culinária brasileira e coreana. A mãe do Alexandre também me recebeu com um abraço. Um amor de senhora, muito querida.
Na sala, estavam dois primos do Alexandre, além de suas esposas, que não falavam nada em Português.
O tempo foi passando e nada da minha gatinha aparecer. Não queria perguntar sobre ela para não gerar qualquer indiscrição. Neste meio tempo constatei que a casa era grande, devia ter cinco quartos ou algo assim, constituída de dois pavimentos, fora adquirida no ano anterior. Tudo muito branco: móveis em tons de branco/cinza, luzes claras, paredes brancas. Muito diferente do meu apartamento no sul.
Até que Júlia, uma das melhores amigas de Náti (um tempo depois até ajudei a Júlia a ingressar no curso de Direito aqui no sul, cobrando um favor de um amigo que trabalhava na universidade) apareceu e disse que Natália já desceria. Quando minha gatinha apareceu, meu coração quase saiu pela boca. Ela usava um vestidinho branco até a altura das coxas. O cabelo escuro cuidadosamente arrumado, brilhoso. Os lábios com uma fina camada de batom.
Claro, o centro das atenções era ela, assim, tudo que podia fazer era observar.
Natália recebia os presentes e dava atenção aos familiares. Minha gatinha falava coreano muito bem.
Até que ela se aproximou e já foi logo me dando um abraço, notando minha nova órtese prostética.
– O que houve com o gesso?
– Acabei molhando enquanto tomava banho, esqueceu?
Quando dei a resposta, ela corou de uma maneira muito fofa.
– Toma, é pra você.
Peguei a pequena caixinha e entreguei. Seus olhos brilhavam enquanto retirava o pingente de forma cuidadosa.
– É lindo!
– Não mais lindo do que você, meu amor, mas tenta se conter por agora, tá? – sussurrei para ela. Necessário naquele momento total descrição. Em meu íntimo estava tramando um plano para ficarmos juntos definitivamente, se fosse vontade dela, claro.
A noite transcorreu normalmente. Náti colocou o pingente e não parava de tocá-lo, acariciá-lo. Me fitava com aqueles olhinhos marrons, me vigiava a todo momento. Eu também a olhava. Naquele momento eu tive convicção de que se estivéssemos sozinhos, ela me daria sua virgindade ali mesmo.
O jantar transcorreu dentro dos conformes. Não sou muito fã de culinária oriental, então me ative mais na carne preparada pelo Alexandre. Bebida alcoólica estava fora de cogitação devido aos medicamentos.
Era perto das 23h. Nayara e Alexandre já estavam altos da bebida. A parentada ficaria na casa deles naquela noite e já estavam se recolhendo para o quarto de hóspedes. Meus sobrinhos no quarto deles jogando videogame – na verdade, acho que eles passaram quase toda aquela noite jogando videogame. Júlia já tinha ido pra casa, afinal elas teriam aula no outro dia. Estava na sala pensando em chamar um Uber e voltar para o apartamento, quando minha princesa aparece com um analgésico, se não me engano era PACO, um dos anti-inflamatórios que deveria tomar no tratamento.
– Amor, toma, já são quase 23h.
– Nossa, é mesmo, estava esquecendo. Mas onde você arranjou esse remédio?
– Eu sabia que você vinha e peguei um do papai, ele toma para a dor nas costas.
– Seu pai não vai dar falta?
– Vai nada, no estado que ele e a mamãe estão, vão direto pro quarto dormir. Quero ver esses dois acordarem para trabalhar amanhã. Mas olha só, tenho boas notícias – disse ela, logo sentando no meu colo e envolvendo seus braços em torno do meu pescoço. – Finalmente contrataram uma babá para cuidar dos meus irmãos, então não tem mais risco deu precisar ficar cuidando deles. Agradeça a vovó, foi ideia dela.
Nós trocamos um beijo molhado e quente quando ela terminou de falar.
– Tem muitas coisas que precisamos acertar menina, mas não agora. Eu preciso ir. Não quero que nos peguem, mas vamos conversar amanhã, tá bom?
Ela compreendeu os riscos.
– Tá tudo bem. Porra, meu maior presente seria passar a noite com você.
Eu abri um sorriso quando ela disse isso.
– Hmm princesa… agora precisamos ter paciência, ok?
Chamei o Uber e me despedi do Alexandre na garagem enquanto ele limpava os espetos. Fiquei preocupado, pois não encontrei a Nayara, mas Alexandre disse que ela já tinha ido para o quarto. Náti e eu ficamos um bom tempo na sala, ela no meu colo, alternando entre beijos, carinhos e conversas. Se alguém visse aquilo era gameover.
Já no apartamento, recebo uma mensagem da Náti.
– Nada de banho ein, amanhã eu vou te dar um banho todo especial ;).
– Você que manda meu amor, estarei te esperando – respondi.
Na segunda-feira pela manhã conversei com o major que comandava o batalhão o qual eu estava integrado. No meu retorno ao trabalho acertamos que seria lotado em algum cargo burocrático – compras, organização de escala e coisas assim. Dois meses após, daí sim voltaria a rua, comandando o patrulhamento ostensivo. Mas para voltar a rua precisava estar nos trinques: academia, cárdio, força e, principalmente, minha mira. Renovei a associação num clube de tiro. Estava ansioso para dar uns tiros.
Eu não estava iludido: ainda não projetava Nati na minha vida presente quando voltasse ao sul. Provavelmente – e conhecendo Alexandre – ele tentaria mandar ela para a Coreia ou algo assim. Mas foda-se, já não estamos mais em 1950. É o século XXI e quando a Nati fizesse 18 anos ela escolheria seu rumo – e eu estaria lá para lhe dar suporte, caso quisesse ela seguir adiante comigo. Eu tinha naquela altura o dobro da idade dela, sem falar nas experiências que passei. Ela era apenas uma menina. Se quisesse terminar comigo logo em seguida? Bem, eu poderia tomar algumas medidas preventivas, portanto, não deixaria ela na merda, mas também garantia o mínimo de prejuízo a mim.
Passava das 10h quando alguém toca a campainha do apartamento.
– Estranho, não estou esperando ninguém – pensei.
– Abre aí, é a Nayara.
Nayara foi logo entrando, de cara fechada.
– Precisamos conversar.
– Sobre o quê?
– Sobre você e a Natália. Eu vi tudo ontem a noite. Vi vocês se beijarem, vi ela no seu colo e vi que ela parece bem apaixonada. Poxa, tu acha que sou trouxa. E o presente que você deu pra ela? Até eu senti inveja, o Alexandre nunca me daria algo assim.
– Tá certo mana, tudo bem. É justo que eu coloque as cartas na mesa.
– E você acha que eu não sei que a guria é louca por ti? O pai dela falou umas coisas sobre você na mesa de jantar sexta passada e ela quase surtou. Fora que faz questão de vir te ver sempre, fez até contratarmos uma babá. Porra Andrew, tua própria sobrinha?
– Ela não me contou sobre isso – retruquei.
– Então desembucha. O que há entre vocês?
Com muita calma, contei tudo detalhadamente. Inclusive deixei claro que se ela quisesse proibir que Natália viesse ao apartamento e cortar todos os laços comigo, estaria tudo bem, eu entenderia.
MAS… Como mencionei, era tudo questão de tempo. Assim que ela completasse 18 anos, Natália certamente tocaria o fodasse e viria para mim. Algo me dizia isso. Intuição talvez.
Nayara ouvia tudo pacientemente, colocava uma vírgula aqui e a li. Contei inclusive sobre nossas experiências sexuais, utilizando o palavreado menos sujo possível. Deixei claro que minhas intenções eram as melhores, poderia, inclusive, prover a ela educação e conforto, se esse fosse o caso. Nayara ouviu tudo, passava a mão pelo rosto, pensava.
– Okay. Vamos ser pragmáticos – disse ela.
– Natália nunca namorou. Eu confio na minha filha. Ela sempre foi um pouco puritana com certas coisas.
– Eu compreendo Nayara, é que as coisas foram acontecendo. Não estou dizendo que ela me seduziu, mas acabei gostando demais dela.
– Tá tá… sejamos sinceros. Se não for com você, vai ser com outra pessoa, talvez alguém da idade dela e esses guris são fogo, ou mesmo alguém mais velho e mal-intencionado.
Nós dois paramos para pensar juntos, nos fitando por alguns segundos.
– Certo, que se dane. Eu não sei onde estou com a cabeça, mas então que seja com você. Mas com uma condição: Alexandre não pode saber de jeito nenhum, e se um dia ele descobrir, não quero que ele saiba que concordei com isso. E outra condição: Natália também não pode saber que eu sei, é melhor assim.
Eu suspirei aliviado.
– Cara, tu sempre foi pé no chão. O que deu em ti, tua própria sobrinha!
Pela primeira vez acabei falando em tom mais alto.
– EU AMO A NATÁLIA, deu pra entender?
Agora era ela quem suspirava aliviada.
– Menos mal. Te conheço bem e sei que está falando a verdade. Também conheço minha filha bem e desde que ela começou a vir pra cá ela está estranha, mais animada, mais eufórica. Ela sempre foi uma menina quieta e na dela.
Nós dois paramos para pensar novamente.
– E quando voltar a trabalhar, o que vai fazer?
– Já pensei nisso, mas não tenho uma solução a curto prazo. Não vai ter jeito, Natália terá de esperar, se ela quiser – respondi.
– Tá, tá. Quando tempo você ainda tem de atestado?
– Quatro meses, mais alguns dias de licença prêmio, então cinco meses talvez.
– Okay Andrew, temos tempo para ver no que vai dar. Além do mais, e não acredito que vou falar isso, pelo menos é você. Droga!
Nayara suspirava. Sabia que ela precisava de tempo para absorver os fatos.
– Então você vai deixar ela vir?
– Sim, segue tudo normal, mas por favor… Alexandre não pode saber.
– Eu já sei disso porra.
Terminamos nossa conversa por volta do meio-dia. Natália chegaria perto das 13h. Resolvi deitar um pouco para relaxar. Aquele papo com a Nayara foi estressante, mas entre mortos e feridos, saiu melhor que a encomenda.
Nayara sempre foi emocionalmente racional e, de certa forma, errada ela não estava. Jamais decepcionaria Natália. Eu realmente estava amando aquela menina. Tirar sua virgindade seria mera consequência, eu gostava da sua companhia, do seu cheiro, do seu afeto demonstrado por mim, da forma como ela cuidava do apartamento e zelava pela minha saúde.
Mais tarde, quando minha deusinha chegou foi direto ao quarto, deitando ao meu lado e me envolvendo em seus braços. Vestia um abrigo escolar folgado e uma camiseta azulada. Estava mais natural, mas assim era melhor, era mais linda ainda. Fomos logo nos beijando.

Ps: deixei anexo um desenho – o mais semelhante possível com a Natália – que eu encontrei. Exceto que atualmente os cabelos dela estão maiores.

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7 Comentários

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  • Responder ????? ID:gsudr158m

    Quando terá a próxima parte?

  • Responder Eita ID:3eeyha53hri

    Tem previsão pro próximo?

  • Responder s ID:40vowlywqrd

    Muito bom, ansioso pro próximo
    parabens!

  • Responder Mtrzz ID:xloj2n41

    6/7 fuking dias esperando para um conto de 2.000 caracteres ? esta de sacanagem!

    Escreva diariamente, e se for demorar, mande umas 9, 10 mil caracteries

    • Mtrzz ID:xloj2n41

      ops, palavras

  • Responder Gargamel ID:ona2spkhr9

    Tá legal! Ep meio devagar, mas é de transição. Os próximos devem rolar coisas mais quentes. Também sou ligado numa asiática.

    • Ann ID:g3ja3f8r9

      Pq não escreveu mais??