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Criando Silvinha

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Um pai muito bobo e inocente terá dificuldades para cuidar da sua filha de 7 anos. Mas alguns amigos irão ajudá-lo.

Olá, leitoras e leitores! Este é meu primeiro conto, do qual pretendo transformar em uma sequência, inspirada na sequência “Criando Alice”, que foi a que mais me fascinou até agora. Espero que gostem!

Eu me chamo Emílio e sou natural de uma minúscula cidade, com menos de mil habitantes, no interior do Brasil, chamada Inocência. Quem nasce em Inocência é chamado inocente. E eu sou inocente com muito orgulho!

Meus pais tiveram dois filhos que morreram recém-nascidos antes de eu nascer. Eles fizeram uma promessa, se o terceiro vingasse seria entregue para ser freira ou padre. Como eu nasci e sobrevivi, então fui criado para ser padre. Dona Sílvia, minha mãe sempre me criou com pureza e disciplina. Desde pequeno, ela me fazia ter medo do diabo e tinha uma frase que eu nunca entendi: “O diabo sempre aparece, quando alguém pelado lhe aparece”. E assim reforçava que eu nunca deveria ver ninguém pelado na minha frente. Eu nunca vi nem minha mãe nem meu pai pelados. E por não ter tido irmãos, também nunca vi outra criança pelada.

Com 12 anos, meus pais disseram que era a hora de eu ser criado pelos padres, para atender a promessa que eles fizeram. Morei em um seminário dos 12 aos 18 anos, dirigido pelo Padre Abraão, um senhor de 63 anos, mas que aparentava ter muito vigor. Algumas vezes, ouvi falar de outros seminaristas que faziam coisas proibidas e eles eram expulsos. O padre Abraão sempre dizia que, de todos os pecados, o que ele mais abominava era homem se deitar com homem. Se fosse com uma mulher, ele perdoava, mas homem não. Eu achava aquilo um preconceito do padre Abraão, mas não falava nada.

Com 13 anos, soube que o Seu Leonel, meu pai estava com câncer e acamado. Então, fui passar uns dias com meus pais em Inocência. Para minha surpresa, eles estavam criando uma menina de 7 anos chamada Fernanda. Eles me explicaram que Fernanda foi adotada por eles depois de uma tragédia familiar, na cidade vizinha, quando meus pais foram ao hospital e descobriram o câncer dele. De acordo com a minha mãe, o padrasto de Fernanda estava fazendo coisas diabólicas com a menina, como se ela fosse adulta, e a mãe quando descobriu, matou o homem e depois se matou. Só ficou a pobre Fernanda. Então meus pais resolveram adotá-la e criá-la como filha. Fernanda logo se afeiçoou a mim e eu a ela. Ela me abraçava várias vezes e outras vezes sentava no meu colo pedindo carinhos. Quando meus pais viam, mandavam ela sair do meu colo, mas não diziam por quê. Eu nunca respondi meus pais e não seria a partir daquele momento, com meu pai doente, que eu o faria. Dias depois de retornar ao seminário, soube que meu querido Leonel morreu.

Dona Sílvia teve depressão depois da morte de Seu Leonel. E quando Fernanda estava com 12 anos, ela morreu. Eu já estava com 18 anos e estava prestes a ser formado como padre, quando fui para Inocência providenciar o enterro da minha mãe e decidir o que fazer com minha irmã adotiva, Fernanda. O Padre Abraão achou melhor eu adiar a minha formatura de padre e disse que “talvez eu fosse descobrir o Jardim do Éden com a minha irmã”. Não entendi na hora, mas confesso que nem liguei, pois estava abalado com a morte de Dona Sílvia.

Lembro de já estar a quase 48 horas sem dormir. Após o enterro, eu e Fernanda estávamos muito cansados e falei que deveríamos dormir. Eu fui dormir na cama de casal dos meus pais e Fernanda foi para a cama dela, no quarto que era meu. Minutos depois, Fernanda chega à porta e pergunta se podia deitar comigo, pois estava com muita saudade da mamãe. Concordei e ela logo se deitou bem próximo a mim. Conversamos um pouco e Fernanda logo disse que quando tivesse um filho, se chamaria ou Leonel ou Sílvia, para homenagear aqueles que foram seus verdadeiros pais. Eu fiquei emocionado e beijei sua testa. Ela me abraçou e eu correspondi. Nesse abraço, acabamos adormecendo.

No meio da noite, começo a ter o sonho mais inexplicável da minha vida. Sonhava que eu não era mais padre, que eu tinha uma mulher e estávamos deitados em um jardim. Eu não lembro até hoje o rosto da mulher, mas me lembro que ela chegava no sonho e dizia “Vamos fazer nossa filha?” Então ela tirou a roupa dela, tirou a minha e começou a me beijar. Meu pênis ficou duro, e eu fiquei com muita vergonha, pois nunca tinha ficado pelado na frente de ninguém. Então essa mulher segurou meu pênis, colocou na boca dela e começou a chupar. Parecia muito real, pois eu sentia que estava sendo chupado de verdade. Então, no sonho, eu pensei “estou fazendo sexo e isso é contra a castidade, eu sou um padre”. E comecei a falar no sonho “Pare, moça! Pare! Eu sou padre, eu não posso fazer isso!” Essa mulher não parou e simplesmente abriu suas pernas, sentando sobre minha virilha, e encaixou a sua vagina em meu pênis. Foi a melhor sensação da minha vida! Eu queria falar que não, que não, que não, mas minha voz não saía no sonho, ecoando apenas na minha mente. Essa mulher sentava, rebolava, e para meu espanto ela conseguia pular sobre minha virilha, sem tirar meu pênis de dentro da vagina dela. Eu me lembro da sensação de algo molhado e quente, ao mesmo tempo, e do quanto eu não queria que aquilo estivesse acontecendo, mas que também estava gostando mais do que qualquer coisa que eu já tinha feito na vida. De repente, ela acelerou os pulos em uma velocidade impressionante e eu senti como se fosse mijar dentro dela. Eu me preocupei, mas não conseguia dizer pra ela que eu ia mijar dentro dela. Apenas, quando eu menos esperei, senti meu pênis pulsar fortemente, e a sensação de soltar algo dentro dela, mas que não sabia o que era. Pelo susto, acabei acordando e fiquei ainda mais assustado. Fernanda estava em cima de mim, exatamente igual à mulher que estava no sonho. Atordoado, perguntei “O que é isso, Fernanda?” E ela apenas me respondeu com uma tranquilidade espantável: “Eu estava querendo isso há muito tempo, Emílio! Agora é rezar pra eu ter um filho seu!” Na minha cabeça, eu fiquei “Um filho meu? Como assim? Eu vou ser padre!”

Fernanda saiu de cima de mim, então notei que tinha acabado de amanhecer, o que foi confirmado pelo cantar do galo. Fernanda foi para o banheiro se lavar e eu fiquei na cama sem saber ainda o que tinha acabado de acontecer. A única coisa que veio na minha cabeça foi pedir ajuda ao Padre Abraão. Liguei e ele veio imediatamente.

O Padre Abraão pediu para nos ouvir separadamente, enquanto o outro esperava fora da casa. Primeiro ouviu Fernanda e depois a mim. Quando nos reuniu, ele me disse: “Filhos, vocês cometeram o pecado mais abençoado que pode existir entre um homem e uma mulher. Em nome de Deus, eu perdôo o pecado de vocês e peço que formem uma família!” Aquilo me deixou atônito e sem reação. Fernanda pulava de alegria, me abraçava e me beijava no rosto. E eu sem entender absolutamente nada. Confiava no Padre Abraão. Ele, após aquele momento, passou a nos ajudar de todas as formas: cancelou a minha formatura de padre; me arrumou dinheiro para passar um tempo vivendo em nossa casa sem nos preocupar; e me deu a seguinte recomendação: “Não desista dessa oportunidade, meu filho! Agora que você comeu a maçã que Eva lhe deu, desfrute todos os dias!”. Eu continuei sem entender, mas resolvi que fosse o que fosse, seguiria aquele conselho. Antes de ir embora, vi Padre Abraão falando algo baixinho para Fernanda, que não escutei, mas deduzi que deveria ser alguma benção ou conselho.

Depois desse dia, todas as noites Fernanda queria repetir o que tinha feito comigo, mas eu não tinha vontade alguma. Na minha cabeça, era errado ter aquele tipo de relação com Fernanda, pois ela com seus 12 anos não passava de uma criança para mim. Eu comecei a inventar histórias para ela, para fazê-la desistir daquilo: inventei dores de cabeça, cansaço, dor de barriga, etc. E funcionou por alguns meses. Vez por outra, flagrava Fernanda tocando em sua vagina, ou colocando objetos ou legumes dentro dela, e dizendo coisas estranhas, como “quero pau nessa buceta”, “ai, que saudade do meu padrasto”, “preciso de um macho de verdade”. Eu fingia não ver e saía de perto.

Então, eis que houve um acontecimento que mudaria as nossas vidas. Fernanda passou mal, sentindo enjôos. Nesse dia, para nossa sorte, Padre Abraão foi nos visitar. Ele perguntou se Fernanda estava menstruando e ela disse que não. Ele disse que ela estava grávida e me abraçou: “Parabéns, seu garanhão! Você será pai, graças a Deus!” Fui tomado por uma enorme alegria e só pensava em ser o melhor pai do mundo para aquela criança que estava no ventre de Fernanda.

Padre Abraão me olhou nos olhos e disse: “Filho, é meu dever tirar você dessa Inocência! Você não está preparado para o que ainda vai acontecer.” Eu fiquei confuso, e antes de fazer qualquer pergunta, o padre logo pediu para arrumar as nossas malas, pois iríamos morar em uma chácara de serra que ele tinha, que não tinha vizinhos, e que lá a criança poderia nascer sem que nós fôssemos prejudicados. Eu não raciocinava, apenas estava contente e obedecia ao padre sem contestações.

Na chácara da serra, eu e Fernanda tínhamos que cuidar da casa e dos poucos animais que lá viviam. Padre Abraão nos visitava no meio da semana, levando sempre mantimentos que precisávamos, como roupas, alimentos e remédios. Não saíamos da chácara para nada. Fernanda, mesmo grávida, se tocava com aqueles objetos na vagina, mas já não me procurava mais. Pra mim era um alívio.

Meses depois, Padre Abraão trouxe uma parteira e ajudou a nascer a nossa menina. Segurando a bebê no colo, a parteira perguntou: “Já sabem que nome vão dar pra essa menina?” Eu e Fernanda nos olhamos e respondemos a uma só voz: Sílvia. Depois, eu a segurei no colo, tão pequenina e disse: “Silvinha! Até crescer, eu só vou chamá-la de Silvinha!”

Com o tempo, Padre Abraão me arrumou um emprego como cuidador de padres idosos em um mosteiro bem distante. Eu só via Fernanda e Silvinha de 15 em 15 dias, em um final de semana. No começo fiquei muito preocupado, mas fiquei tranquilo quando o Padre Abraão falou que ia se aposentar da igreja, e ia morar na chácara, para cuidar de Fernanda e Silvinha, pois as considerava sua filha e sua neta. Eu fiquei muito feliz, pois mesmo vivendo longe das duas mulheres da minha vida, sabia que elas estavam protegidas pelo Padre Abraão, a quem eu tinha como pai.

Em um dos finais de semana de visita à chácara, cheguei e resolvi fazer uma surpresa entrando na casa sem fazer barulho. Logo que entrei, notei algo estranho vindo do quarto onde dormíamos. Fernanda gritava bem alto: “Isso, rasga a minha bucetinha, rasga!” E gemia de um jeito que parecia estar possuída. Logo eu entendi que ela deveria estar se tocando com as mãos ou então com algum legume, como sempre fazia. De repente, escuto o choro da minha bebê. Silvinha começa a chorar e eu corro pro quarto dela. Eu tiro-a do berço e começo a niná-la: “Oh, minha neném, não chora! Papai chegou, viu? Papai chegou…” A menina calou-se instantaneamente. De repente, Fernanda entra nua, suada e ofegante no quarto de Silvinha e toma um susto com a minha presença: “Emílio, você já chegou? Por que não me chamou?” Eu disse que tinha acabado de chegar e que assim que ouvi o choro da Silvinha, corri pra vir pegá-la no colo. Aproveitei e resolvi indagá-la: “E você, Fernanda, perdeu o juízo? Você estava se tocando daquele jeito dentro de casa e falando alto! E se o Padre Abraão ouvisse? Ele pode ficar bravo e querer expulsar você e a Silvinha da casa dele!” Fernanda ficou com o rosto completamente vermelho e percebi que ela ficou sem reação.

De repente, eis que surge o Padre Abraão, como eu nunca tinha o visto. Aquele senhor sexagenário estava igual à Fernanda: pelado, suado e ofegante. Ele logo responde: “Eu jamais faria isso, Emílio! Fernanda é como uma filha pra mim! Eu jamais expulsaria uma filha minha de casa! Que loucura é essa?” Dessa vez, quem ficou vermelho, de boca aberta e sem reação fui eu. Tanto, que quase derrubei a Silvinha do colo. Eu nunca tinha visto nem meu pai pelado, e de repente estava vendo o Padre Abraão. Foi impossível não reparar em cada detalhe do seu corpo, que parecia bem conservado para a sua idade, e mais ainda não reparar em seu pau que parecia inchado, inclinado para um lado, meio duro e meio molhado. Meu olhar ficou congelado na direção do pau do padre, que ao perceber minha fixação, comentou: “Não é nada disso que você está pensando, meu filho! Eu posso explicar!”

Continuei imóvel e só reparei que Fernanda tomou Silvinha dos meus braços, enquanto eu parecia uma estátua, olhando para aquele senhor pelado, sem entender nada. O Padre Abraão se aproximou, tocando uma mão em meu ombro e disse: “Venha comigo até a cozinha, meu filho! Enquanto você bebe uma água, eu te explico o que está acontecendo.”

Ele puxou uma cadeira e me sentou. Eu estava em estado de choque. Ele me serviu um copo cheio com água e falou: “Bebe, meu filho, bebe!” Eu comecei a beber muito devagar, como se tivesse em câmera lenta. Ele puxa outra cadeira, se sentando de frente pra mim, com as pernas abertas, e seu pau se ajeita se deitando na ponta da cadeira, ainda um pouco inchado, mas já não estava meio duro como antes, e uma gota transparente pingou da cabeça do seu pau, deitada sobre a cadeira, até o chão. O Padre Abraão começou a se explicar: “Emílio, meu filho, você sabe que eu jamais faria algo de mal a alguém, não é? Então… Desde que eu vim morar aqui na chácara, eu senti em meu coração a necessidade de me conectar profundamente com a natureza, pois assim eu permaneceria ligado a Deus, sabe? Então eu decidi praticar o nudismo, pois fomos nus que Deus nos criou, não foi? E antes de resolver ficar definitivamente nu o tempo todo aqui na chácara, conversei com a Fernanda, e ela não só concordou, como também aceitou viver nua, como veio ao mundo. Isso não tem muito tempo, mas eu posso te dizer que foi a melhor coisa que fiz na minha vida! Todos os dias eu tenho vivido como num paraíso, e sentindo todo o tempo na minha boca um gostinho de mel… Não é, Fernanda?” Ele ergueu a voz para Fernanda, que continuava no quarto, ouvi-lo. Ao longe, ela responde: “Sim, Abraão, bastante mel na boca!” Eu só me irritei quando Fernanda disse o nome do padre, e resolvi corrigi-la: “PADRE Abraão, Fernanda! Ele é um servo de Deus! Para nós, ele é PADRE Abraão!” Mas, logo sou repreendido: “Não, meu filho! Esqueça isso! Aqui é nosso lar, nosso paraíso, e aqui eu não preciso ser Padre Abraão. Só Abraão já basta, está bem?” Eu nunca o contestei, então apenas assenti.

O padre Abraão se levanta, já com seu pau amolecido, mas que dava pra ver que mesmo mole era bem grosso, como aquela espécie de bananas que são pequenas e gordinhas. Ele me abraça de lado, por cima dos ombros e diz: “Você entendeu, meu filho? Algum problema pra você?” A minha cabeça estava na altura do pau do padre, então apenas olho para o pau dele de perto e sinto um cheiro forte, que às vezes eu sentia quando chegava perto da Fernanda e ela estava se tocando. Ainda pensei se não era o cheiro da vagina da Fernanda, mas logo concluí que isso seria impossível, pois o padre Abraão jamais colocaria o pau dele na vagina de uma mulher, ainda mais Fernanda tendo recém-completado 13 anos e já ser mãe de uma bebê de poucos meses de nascida. Então me lembrei de responder ao padre: “Sim, padre Abraão, tudo bem por mim!” Ele retruca: “Abraão, meu filho! Pode me chamar só de Abraão.”

As horas foram passando e eu estava me sentindo desconfortável, vendo o padre Abraão, ou melhor, o Abraão e a Fernanda pelados, agindo naturalmente. Eu preferi continuar vestido e eles não me pediram para tirar as minhas roupas também. Às vezes, quando eles não estavam me olhando, eu via que eles tocavam um no corpo do outro com muita intimidade. Depois do almoço, Fernanda estava na pia da cozinha lavando a louça, e Abraão perguntou se eu queria um cafezinho. Eu disse que sim e já ia me levantar para pegar, quando ele disse: “Deixa que eu pego, Emílio!” E quando ele foi pegar as xícaras, elas estavam na prateleira acima da pia, e estranhei que Abraão ficou bem atrás da Fernanda para pegar as xícaras. Ele pareceu estar desconcentrado, pois notei que ele demorava a pegar as xícaras e balançava o corpo de um lado para o outro, como se estivesse se esfregando em Fernanda. Quando ele voltou com duas xícaras e dois pires, percebi que seu pau estava ficando inchado e meio duro novamente. Tomamos café e ele sugeriu a gente tirar um cochilo. Fui para o quarto, mas deixei a porta aberta para o caso de ouvir a Silvinha chorar. Fechei os olhos, mas estava sem sono. Então resolvi levantar e quando me aproximei da porta, vi Fernanda passar pra dentro do quarto do Abraão. Ele deu um tapinha na bunda dela, e em seguida fechou a porta. Eu pensei em ir lá, mas deduzi que ele deveria tê-la chamado pra conversar. Fui ver então como a Silvinha estava. Quando me aproximo do berço, vejo Silvinha dormindo como um anjo e começo a reparar como ela era parecida comigo. Mesmo tom de pele, mesma cor do cabelo e as mesmas feições. Era minha filha, como toda certeza. De repente, escuto um barulho, como se fosse um gemido feminino sendo abafado. Fui pra porta do quarto da Silvinha e percebo que o barulho vem do quarto do Abraão. Eu resolvo me aproximar lentamente e escuto os gemidos se multiplicarem, mas continuavam abafados, como se as mãos estivessem na boca pro som não sair completamente. Encosto meu ouvido à porta e escuto: “Faz mais baixinho, minha filha, se não você vai acordar o Emílio! Agora continua assim que o melzinho tá saindo gostoso…” Eu fiquei em dúvida se deveria chamar algum deles pelo nome, perguntar se estava tudo bem, mas fiquei receoso. Já era a segunda vez que ele falava em mel, mas eu não me lembrava se a gente tinha mel em casa. Concluí que eles deveriam ter comprado mel e talvez estavam fazendo alguma surpresa pra mim. Por isso ele me pediu pra ir tirar um cochilo, e aproveitou pra chamar a Fernanda pro quarto dele. Resolvi deixar os dois à vontade e voltar pra ficar com a Silvinha dormindo no meu colo. Quase uma hora depois, escuto a porta do quarto se abrir e a voz do Abraão dizendo: “Agora só amanhã, minha princesa! Depois você me diz como foi a noite com ele.” Sem entender esse diálogo, relacionei com a surpresa e resolvi fingir que estava dormindo na poltrona onde estava com a Silvinha. Escuto Fernanda se aproximar e dizer: “Emílio, acorda! Você cochilou com a Silvinha no colo? E se a menina caísse?” Eu pedi desculpas e disse que isso não iria mais acontecer. Foi então, que senti novamente aquele cheiro forte da vagina da Fernanda, mas agora notei que havia outro cheiro também. Era muito forte e não era agradável. Eu falei: “Fernanda, você tá fedendo! Vai tomar um banho. Depois você vem pegar a Silvinha no colo.” Ela concordou e foi tomar banho. Quando ela se virou, notei que pingou uma gota branca e condensada no chão. Eu me agachei, passei o dedo e levei até o nariz. Era o mesmo cheiro que eu senti perto dela. E fiquei me perguntando de onde vinha aquilo. Mas depois me esqueci.

No dia seguinte, Abraão me chamou para uma conversa particular. Ele me disse que Fernanda desabafou com ele, que desde a primeira relação que tivemos juntos, na qual ela engravidou de Silvinha, eu nunca mais a procurava para termos outras relações. E que ela sempre precisava saciar suas vontades de mulher com as mãos, com legumes, frutas e até com objetos como escovas de pentear, desodorantes e outros. Eu fiquei envergonhado e expliquei ao Abraão que não via a Fernanda como mulher. Apesar do que aconteceu, não fui eu que a tinha procurado, e que eu estava dormindo quando a engravidei. E hoje não sinto nada por ela, a não ser carinho de irmão adotivo, e só sentia algo pela Silvinha, que era minha filha e eu queria ser o melhor pai pra ela. Abraão me perguntou se eu não tinha desejos de homem, como estar com uma mulher ou então estar com um homem. Eu logo disse que com homem jamais me deitaria, pois isso era abominável. Ele respirou aliviado e soltou um “graças a Deus”. E eu continuei que também não sentia desejos por mulher. E complementei que achava normal não sentir desejo por ninguém, pois eu sempre fui criado para servir a Deus e à igreja, e que se dependesse de mim eu nunca teria mulher. Só seríamos eu, Fernanda e Silvinha para sempre. Abraão arregalou os olhos, e depois deu um sorriso de canto de boca. Ele me disse “Filho, não precisa se preocupar. Você tem uma vocação religiosa, é fato! Mas Deus te deu a oportunidade de ser pai e formar uma família, mas também não vou julgá-lo por você não ter desejos. Eu apenas quero te explicar uma coisa: a Fernanda é uma jovem muito bonita e fogosa! Ela tem um corpo lindo, com seios fartos pela amamentação, uma bundinha firme e uma bucetinha gostosa capaz de fazer qualquer homem santo cometer um pecado! Ela precisa que alguém a ajude com seus desejos de mulher, entende? E, como eu sou o único homem na vida dela, além de você, é claro, quero que me permita ajudá-la a não se sentir frígida e desprezada, tá compreendendo, meu filho?” Ouvindo aquilo, ficava cada vez mais confuso. Como a Fernanda ficava pelada, era fácil notar que seus seios estavam fartos e sua bunda era firme, mas e sobre a “bucetinha gostosa”? Como Abraão sabia disso? E como ele iria ajudá-la a não se sentir frígida e desprezada? Não estava entendendo nada! Vendo minha cara de dúvida, Abraão interrompe meus pensamentos: “Filho, se você não entendeu ou não é capaz de entender agora, deixe isso pra lá! Vou te dizer como você deve fazer: cada vez que você ver e eu a Fernanda tendo algum tipo de contato mais íntimo com os nossos corpos, você se afaste! Procure um lugar silencioso e fique lá em oração por uma ou duas horas, e depois você volta. E quando você não estiver aqui, nunca comente com os outros o que acontece nesta chácara! Combinado assim?” Eu avaliei como muito sábio o conselho do Abraão. Eu realmente não iria saber o que fazer, então o melhor mesmo era me afastar e rezar. Pensando nisso, eu sorri e falei: “Farei tudo que o senhor me pedir, padre Abraão! Oh, Abraão! Muito obrigado pelo que o senhor faz por mim e pela minha família! O senhor é como um pai pra mim!” Disse isso e o abracei. Ele ficou tão feliz, que sorria e batia nas minhas costas. Eu sabia que a felicidade dele vinha por uma só razão: por eu ter o comparado a um pai para mim.

Momentos depois, eu estava no sofá da sala com Silvinha no colo, reparando mais uma vez em sua semelhança comigo. Quando ela abriu um pouquinho os olhinhos, fiquei maravilhado de ver que ela tinha a mesma cor dos meus olhos: verde-castanhos. Uma miniatura de mim, mas sendo menina. Meus pensamentos foram interrompidos por um grito de “Ai”, que veio da cozinha. Estiquei o pescoço na direção do grito e vejo uma cena que me deixou espantado: Abraão estava com o pau completamente duro, enfiando na bucetinha da Fernanda, que estava de quatro na mesa da cozinha. Ele começa a dizer: “Eu não disse que ele ia acreditar, minha putinha, eu não disse? Agora posso te comer até na frente dele se eu quiser! Toma esse pau na sua bucetinha! Não era isso que você queria, não era isso?!” Fernanda estava calada, mas quando Abraão terminou de falar, ela começa a gemer, mas muito diferente das outras vezes que eu a tinha visto gemer. Então ela parece entrar em um transe, parecendo estar possuída e grita: “Isso, velho safado! Rasga minha bucetinha, rasga! Fode a sua putinha novinha, fode!”

Fiquei muito abalado com aquela cena e não aguentei continuar ali. Pra mim, a Fernanda estava possuída por alguma força maligna, mas ainda bem que o Abraão era padre e estava ali, pois ele poderia expulsar aquilo do corpo dela. Foi aí que entendi o que a Dona Sílvia, minha mãe, me dizia: “O diabo sempre aparece, quando alguém pelado lhe aparece”. Eu corri para um celeiro que tinha na chácara, e lá me ajoelhei, com Silvinha em meus braços, e pedi para Deus me ajudar na missão de proteger minha filhinha de todas as maldades e as safadezas do mundo. Eu rezei tanto, que devia ter passado mais de duas horas. Só me dei conta quando Abraão apareceu no celeiro e disse: “Ah, vocês estão aí. A Fernanda tá enlouquecendo achando que você tinha fugido com a menina!” Eu me levantei e pedi desculpas. Disse que a Silvinha nem chorou, mas que eu não quis levá-la pra casa pra ela não escutar os gritos da mãe dela, e ainda comentei que achei que a Fernanda estava possuída. Abraão riu e disse: “Ela estava possuída sim, mas era por uma coisa maravilhosa, meu filho: Tesão! Mas muito obrigado por ter saído de perto. Graças a você, consegui gozar duas vezes seguidas com a Fernandinha! Foi maravilhoso, sabia?” Ouvindo aquilo, lembrei que utilizamos muito a palavra gozo na igreja, e que isso significa bem-estar. Então concluí que o Abraão tinha ficado em um bem-estar por duas vezes seguidas. Eu nem queria saber como, mas estava muito feliz, por ter feito algo por ele e pela Fernanda naquele momento.

Antes de eu ir embora, no final da tarde, estava conversando com Abraão na sala, quando Fernanda chega com água e um comprimido azul para o Abraão. “Tá na hora de tomar seu remédio, Abraão! Sem ele, você não aguenta!” Eu perguntei: “Não aguenta o quê?” Abraão rapidamente se prontificou a responder: “Emílio, esse comprimido azul é o remédio mais santo que há na Terra! Eu sinto uma fraqueza grande, sabe? É coisa da idade… E aqui na chácara tem muitos reparos, muito serviço pesado pra fazer, e a minha virilidade não é a mesma dos meus trinta ou vinte e poucos anos como você… Se eu não tomar esse remédio, eu não aguento a rotina, não é, Fernanda?” Ela balançou a cabeça afirmativamente. E eu questionei: “Mas já vai anoitecer. Por que você está tomando o remédio agora e não de manhã, já que é pra aguentar a rotina?” Abraão, com muita tranquilidade, respondeu: “É que pelo menos uma vez na semana, meu filho, eu tiro uma noite para ficar acordado fazendo orações pelos inocentes. E hoje será uma noite onde eu vou intensificar minha orações, e agradecer principalmente pelo maior inocente que já conheci na vida: você, Emílio. E a Fernanda vai passar a noite me ajudando, não vai, Fernanda?” Eu só conseguia pensar em como o Abraão era bom. Mesmo sendo padre aposentado, ele ainda se dedicava a passar a noite em vigília, pelo povo da minha cidade, e ainda me considerava um grande cidadão de lá, ou “o maior inocente”nas palavras dele. Eu não tinha palavras naquele momento, mas depois de vê-lo tomar o comprimido azul, lhe disse: “Se você tivesse me falado antes, teria me organizado para ajudar vocês nessa noite de vigília. Mas eu tenho meus compromissos com os idosos e eles dependem bastante de mim.” Abraão retrucou: “Ah, não se preocupe com isso! Faça como eu e tire uma noite lá para fazer a sua vigília. E repita sempre: que eu continue sempre inocente!” Mais uma vez estava recebendo um conselho sábio do velho Abraão. Vendo que estava na hora de ir embora, me despedi deles, em especial da minha filhinha, mas me lembrei de dar uma importante recomendação para Fernanda: “Abraão é como nosso pai. Faça tudo o que ele lhe pedir, tá, Fernanda?” Ela me olhou com uma cara meio irônica e respondeu: “Eu já faço isso, seu bobo! E faço bem direitinho, não é, Abraão?” O velho respirou fundo e suspirou: “E como faz, minha filha! Como faz…”

Depois daquele final de semana, nos seguintes, quinzenalmente, já agia com naturalidade vendo cenas de Abraão tendo relações íntimas de afeto com Fernanda. Na maioria das vezes, eu me afastava e ia rezar. Outras vezes, eu simplesmente ignorava que eles estavam por perto e ficava brincando com a minha Silvinha, que estava crescendo lentamente e lindamente, ficando cada vez mais parecida comigo. Eles tinham muitas relações. E durante meses, acho que não teve nenhum lugar da casa que eu não os tenha visto tendo relações: na sala, na cozinha, no banheiro, nos quartos, e uma vez, acordei no meio da noite, com Abraão comendo a Fernanda do meu lado. Eles viram que eu acordei, mas continuaram como se eu não estivesse ali. Eu apenas virei de costas pra eles, e tentei voltar a dormir. Foi bem difícil, pois tanto a Fernanda como o Abraão gostavam de gemer muito alto e falar coisas como “que bucetinha gostosa, Fernandinha”, “não me canso de te comer nunca”, “ai, velho safado, rasga a minha bucetinha com teu pau grosso”, “ai que velho gostoso do caralho”, “como é bom ter um velho que te fode melhor que um novinho”, e outras tantas coisas que eu nem me lembro mais.

Aprendi muitas frases estranhas com eles. Algumas vezes, achava engraçado que eles “trepavam”, como eu os escutava falarem, em lugares inusitados da chácara. Quando a casa estava silenciosa, era só eu olhar por uma das janelas, que era fácil encontrar Fernanda chupando o pau do Abraão no galinheiro, ou Abraão comendo a buceta da Fernanda na beira do poço, e os gemidos da Fernanda sendo reproduzidos pelo eco do poço. Era muito engraçado. A única vez que fiquei assustado, foi quando escutei Fernanda gritar “Socorro”, vindo do celeiro, e quando corri pra ajudá-la, vi que era Abraão que estava montado nela, no chão do celeiro, e ele estava metendo no cuzinho dela. Os gritos dela eram muito feios! Ela gritava: “Ai, tá doendo! Pára, que tá doendo!” Mas ele não parava e disse com uma voz bem estranha: “Cala a boca, sua puta! Faz tempo que você me negava o cuzinho, e agora que tá dentro você quer que eu tire? Não vou tirar! Aguenta que eu já vou gozar!” Minha cabeça sugeria que eu saísse dali, mas meu corpo não conseguia se mover. Foi a primeira vez que eu reparei em uma cena de sexo: Fernanda estava de quatro, com um dos lados do rosto encostado no chão, com a sua buceta toda à mostra, enquanto poucos centímentros acima da sua buceta, seu cu era invadido pelo pau bastante grosso do Abraão. Ele estava meio que montado em cima dela, com as pernas bem abertas, e o corpo curvado pra frente, e notei que as mãos dele estavam empurrando as costas da Fernanda contra o chão, de modo que ela não conseguisse se mover. Abraão estava tão pra frente, que eu conseguia ver seu cu piscando a cada socada no cu da Fernanda. Ele acelera as bombadas e de repente, fica parado e grita um longo “Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhh”.

Ele simplesmente tira o pau de dentro do cuzinho da Fernanda, que mais parecia uma miniatura do poço, de tão aberto que ficou. Ele cambaleia pra trás e quase cai no chão, mas eu tive um reflexo, e consegui segurá-lo. Ele olha pra mim e diz: “Emílio, meu filho, foi Deus! Foi Deus que mandou você pra me segurar! Agora me ajuda… me leva pra minha cama, pois eu estou passando mal, filho! Me ajuda… Me ajuda…” Eu acabo tendo que arrastá-lo, pois ele não conseguia ficar de pé. Ele não tinha força nas pernas. Fiquei pensando o que poderia ter acontecido para ele ficar assim. Eu só conseguia imaginar que a culpa era do cuzinho da Fernanda. Não tinha outra explicação. Mas o que será que tinha naquele cu, que pudesse tirar as forças de um homem tão vigoroso como o Abraão, e que eu sempre via tomar seu comprimido azul? Creio que nunca saberei a resposta.

Naquele final de semana, notei que Abraão ficou muito tempo na cama, sem forças. Eu levava a comida pra ele no quarto. Fernanda estava brava com ele e não queria levar a comida pra ele. E eu vi que ela ficou comendo em pé, pois disse que não conseguia se sentar. Fiquei com pena dos dois e tentei ajudar no máximo que podia até ir embora e voltar para cuidar dos meus idosos.

Os meses foram passando. Silvinha aprendeu a engatinhar e a falar suas primeiras palavras. Quanto mais ela crescia, mais se parecia comigo. No seu aniversário de um ano, fizemos uma comemoração só nós quatro na chácara. Abraão tinha uma máquina fotográfica e fizemos algumas fotos. Eu pedi a ele para me emprestar a máquina para revelar as fotos, pois eu queria guardar para mostrar a Silvinha quando ela crescesse. Ele disse que eu não me preocupasse, que ele mesmo iria revelar e me entregar, mas que ele não poderia me emprestar a máquina, pois tinha algumas fotos dele com a Fernanda, que se caísse em mãos erradas, ele poderia ser preso. “Preso? Por quê?” Eu perguntei. Ele me disse que Fernanda ainda era muito nova, e que mesmo sendo mãe, e tendo corpo de mulher, dava pra notar que ela era menor de idade, e que isso poderia complicar para ele, pois eles estavam pelados nas fotos. E eu perguntei sem pensar: “Mas por que vocês tiram as fotos pelados?” Abraão ficou vermelho, e Fernanda que respondeu por ele: “Porque somos nudistas, seu bobo! Nós vivemos o tempo todo assim aqui na chácara. Por que as fotos seriam diferentes?” Foi então que percebi que tinha falado besteira. Há quase um ano eles viviam pelados na minha frente, portanto, como eu poderia ter perguntado tamanha asneira? Dias depois, fui visitá-los e vi as fotos reveladas. A Silvinha era mesmo a minha versão miniatura, mas sendo menina. Eu estava admirando as nossas fotos, quando comentei: “Será que ela vai ter um jeitinho de ser assim como o meu também?” Logo Abraão exclamou: “Tomara! Tomara, meu filho! Será uma benção se essa menina for pura e inocente como o pai dela!” E eu não perdi a oportunidade de falar: “Ah, Abraão, mas claro que vai ser! Por ser criança, ela já é pura! E eu vou registrá-la como nascida em Inocência, então ela também será considerada inocente! Igual ao pai, né, filha?!” Todos caímos na risada.

Os anos foram passando. Eu continuava do mesmo jeito, sem desejos por ninguém, dedicando minha vida a servir a Deus, e à igreja, cuidando dos padres idosos. Na chácara, Abraão e Fernanda trepavam, mas eu fui percebendo que com cada vez menos intensidade. Tinha finais de semana que eu não percebia ou então eles não tinham nenhuma relação sexual. E, na minha cabeça, eles estavam sendo cuidadosos com a Silvinha que estava crescendo, e era muito atenta a tudo que acontecia à volta dela. Minha filha era muito curiosa. Tudo ela perguntava. E a cada visita, eu notava que ela tinha aprendido muitas coisas. Com dois aninhos, Silvinha já reconhecia todas as cores e sabia contar de um até dez. Ela nos chamava de “Vovô Bão”, “Mamãe Nãna” e “Papai Milho”. Eu achava o meu o mais engraçado!

Quando Silvinha estava com sete anos, comecei a perceber um clima diferente na chácara. Fernanda vivia irritada e falava mal com Abraão, que por sua vez parecia um velho bobo e que tentava agradar Fernanda de todo jeito, mas sem sucesso. O clima só mudava quando Silvinha chegava perto, e todos interpretavam pessoas felizes e muito carinhosas entre si. Numa tarde, Abraão me chama para conversar e diz: “Meu filho, tenho que te falar uma coisa. A Fernanda está cansada dessa vida aqui na chácara e ela tem razão. Eu já estou velho e mesmo com meu santo remédio, não estou dando conta dela. Ela já é mulher adulta, tem 18 anos, e disse que cansou de brincar de casinha com um velho que nem eu. Ela quer ir embora com a Silvinha e eu não sei até quando conseguirei impedir.” Confesso que fiquei perdido com o que Abraão me disse. Será que a Fernanda perdeu o juízo? E eu? O que eu iria fazer? Foi então que Abraão me veio com uma outra conversa que me deixou ainda mais perdido.

Abraão me contou: “Emílio, eu preciso te contar um segredo da vida toda, meu filho! E espero que você possa me compreender e não me julgar.” Eu apenas confirmei com a cabeça e ele continuou: “Hoje estou com quase setenta anos… Um padre aposentado… Mas já fui jovem e cheio de vida… Antes de ser padre, eu fui um rapaz namorador… Tive muitas namoradas… E com uma delas eu tive um filho… Um filho homem. Ele se chama Márcio. Hoje ele deve ter uns 50 anos. E ele sabe que o pai dele é padre, e sabe que eu nunca pude deixar a batina pra ser pai dele. E ele me aceita assim como eu sou. E guarda segredo como eu guardo. Ele é a única pessoa que pode nos ajudar nessa situação. Ele mora na capital, tem um bom emprego, conhece muita gente, e poderia… Sei lá! Arrumar um emprego pra você e outro pra Fernanda… Uma escola pra Silvinha… E tudo se resolveria. O que você acha?” Eu estava com muita confusão mental. Eu não conseguia acreditar naquilo que eu estava ouvindo. Fui sincero com Abraão e disse: “Eu não sei o que fazer. Mas confio no senhor. Agora a opinião da Fernanda é importante. Quero saber o que ela pensa sobre isso.” Abraão concordou comigo e fomos falar com Fernanda.

Para nossa surpresa, os planos de Fernanda eram outros. Fernanda disse que viu, na televisão, um programa contando a história de brasileiros que moravam no exterior, e que apesar de trabalharem bastante, tinham uma boa vida e uma boa estrutura financeira. Era isso que ela queria. E que ela já tinha conseguido contato, por uma rede social, com um brasileiro que vivia em Portugal. Ela só queria juntar dinheiro para tirar o passaporte e viajar. E que ela esperava contar com as ajudas do Abraão e minha. Eu perguntei se ela pretendia levar Silvinha. Com lágrimas nos olhos, ela disse: “Eu amo a minha filha! Mas para eu ser uma inspiração pra ela no futuro, eu preciso mudar o rumo da minha vida agora. E como que eu vou cuidar dela em outro país, se eu estou indo pra trabalhar? Prefiro que ela fique aqui e ela seja cuidada por você, que eu tenho certeza que vai cuidar dela melhor do que eu.” Fiquei emocionado junto com Fernanda e choramos. Abraão ficou o tempo inteiro calado. Aquela conversa foi importante. Planejamos que dali a alguns meses, Fernanda iria morar no exterior, e eu me mudaria para a chácara para cuidar da minha filha, e não me esqueci que deveria cuidar do Abraão, que já vinha apresentando uma certa necessidade de cuidados. Conversei no meu trabalho como cuidador, e fizemos um acordo de demissão, do qual recebi um bom dinheiro de rescisão. Esse dinheiro, mais umas economias de Abraão, ajudou a realizar o sonho de Fernanda. Ela embarcou em seu sonho de ser uma brasileira vitoriosa no exterior.

No dia em que Fernanda partiu, o velho Abraão caiu de cama. Ele disse que o fim estava próximo e que queria muito se despedir do filho dele. Eu não queria acreditar que ele estava perto do fim. Ele mesmo ligou para o filho e pediu que fosse passar uns dias com ele na chácara. Quando ele desligou, eu que estava brincando com Silvinha e não tinha ouvido a conversa, perguntei: “O que ele disse?” E ele me respondeu com a voz meio embargada: “Ele me contou que também está em um momento complicado… Mas que será muito bom me rever depois de muitos anos… Ele está de férias e virá passar o resto do mês com a gente aqui. Espero que não se importe, Emílio.” Eu senti um enorme alívio. Eu disse que a chácara nunca foi minha, que sempre foi dele, e que seria um prazer receber o filho dele aqui. A única coisa que perguntei foi: “Abraão, e que momento difícil é esse que ele está passando?” O velho me disse, já recuperando seu tom normal de voz: “Ele disse que se separou e saiu de casa. Enfim, é complicado mesmo…” Eu percebi que era um assunto de família e decidi não me meter, então mudei de assunto.

Naquele dia, achei que seria difícil criar minha filha sozinho. Eu passei anos vendo-a só em alguns finais de semana, de 15 em 15 dias. Quando perguntava algumas coisas para Abraão, ele me respondia: “Só a Fernanda que sabia, meu filho. Ela que cuidava de tudo da Silvinha.” Para minha sorte, Silvinha era muito inteligente, e ela mesma tirava as minhas dúvidas. Ela me disse que tomava banho sozinha, que a mãe dela tinha a ensinado. Ela me disse o que gostava de comer. Ela me disse seus horários de comer, de brincar, de dormir, e de estudar as palavras (a mãe que a ensinava a ler e a escrever em casa). Eu fiquei muito orgulhoso da minha filha! Quando deu a hora dela dormir, ela me pediu para contar uma história. Eu tive que inventar uma história da minha cabeça: falei sobre um príncipe que procurava uma princesa para casar e ter muitos filhos com ela. Ela começou a mexer na minha história e disse que a princesa era muito nova para ter filhos. Eu ri e perguntei da onde ela tirou isso. Ela falou: “A minha mãe disse que me teve muito nova e que o certo era não ter filho nova. E a princesa é muito nova e ela não vai ter filho. Ela vai ser só princesa!” Eu achei aquilo genial e concordei com ela. Depois ela mesma contou o final da história, na qual a princesa e o príncipe namoravam todos os dias, mas nunca tinham filhos, que eram só namorados e viveram assim até o príncipe ficar velho e a princesa nunca ficou velha, ficou sempre nova. Eu ri tanto dessa Silvinha, mas foi ótimo que ela mesma bocejou e em segundos dormiu. Fui ver Abraão e o pobre velho já dormia há tempos.

No dia seguinte, acordei antes de todos. Fiz nosso café da manhã e esperei eles levantarem. Abraão levantou primeiro e veio andando com dificuldade. Reparei em seu corpo e, de repente, veio a imagem da primeira vez que o vi nu. Ele tinha um corpo definido e vigoroso. Mas agora estava magro, havia perdido muita massa. Até seu pau, que antes era grosso e inchado, agora parecia murcho e sem vida. Fiquei com muita pena de vê-lo naquele estado. Resolvi puxar assunto para ele não perceber: “Bom dia, Abraão! Animado pra rever seu filho?” Ele sentou-se à mesa, pôs café em sua xícara, e disse: “Eu quero aproveitar para passar pro meu filho tudo que eu aprendi e como ele pode aproveitar a vida como eu aproveitei.” Eu já ia perguntar que lições seriam essas, pois também gostaria de aprender. Mas, fomos interrompidos pelo cumprimento mais lindo que aquela serra inteira já teria visto: a nossa Silvinha gritou “Bom dia, Vovô Bão, bom dia, Papai Milho!” Ela deu um beijo no rosto do vô e depois veio me dar um em mim também. Eu disse: “Bom dia, filhinha! Quer tomar café com o papai e o vovô?” Minha lindinha respondeu: “Não, Papai Milho! Primeiro eu tenho que tomar banho, como a mamãe me ensinou.” Eu disse: “Boa ideia, filha! Até porque a qualquer momento pode chegar um tio pra você. Ele se chama Tio Márcio.” Ela brilhou os olhos e abriu um sorriso, dizendo: “Eu vou ter um tio? Obaaa! Cadê ele? Eu quero brincar com ele!” Eu disse que ele chegaria a qualquer momento, e que ela deveria estar banhada e cheirosa para recebê-lo. Ela entendeu o recado e correu para o banheiro da casa para tomar banho. Abraão já foi me orientando, após a saída de Silvinha: “Emílio, quando o Márcio chegar, peço que você me deixe explicar qualquer pergunta que ele fizer, está bem assim?” Eu confirmei: “Sim, Abraão, como você quiser”. Continuamos conversando amenidades, até que escutamos uma buzina estrondosa.

Ajudei Abraão a chegar lá fora, e vimos descer de um carro grande, todo preto, inclusive os vidros, seu filho Márcio. Era um homem de uns cinquenta anos, de cabelo grisalho, mas muito forte, parecia fazer academia. Não tinha barba, e podia se ver seu queixo bem quadrado e bem másculo. Vestia uma camisa gola pólo, que ficava quase colada em seu corpo, e quase rasgando em seus braços. Sua calça jeans parecia também quase colar em seu corpo. Mas o que mais me impressionou foi notar um volume que marcava em sua calça, do centro em direção à sua coxa esquerda, mas curvado pra baixo. Se eu não soubesse que ali ficava o pênis de um homem, diria que ele colocou algum objeto ali naquela calça. Ele veio na direção de Abraão e o abraçou. O velho ficou pequeno dentro do abraço daquele homem grande. Em seguida, Márcio me estendeu a mão e quando eu fui apertar, ele quase espremeu a minha mão, mas parecia não fazer muito esforço. E de repente me disse: “Você deve ser o Emílio! Sou o Márcio. Ouvi muito falar de você!” Eu fiz uma cara de espanto e não tinha o que dizer. Abraão pediu para a gente entrar e tomar um café, pois ele estava muito querendo conversar com Márcio.

Quando entramos, fiquei todo sem jeito com o que aconteceu. Silvinha veio correndo do banheiro, totalmente molhada e pelada e gritando: “Tio Márcio? Você é o Tio Márcio? Deixa eu te dar um beijo!” A menina agarrou na perna esquerda de Márcio e seu rostinho se bateu com força bem naquele volume. A situação me fez dizer: “Márcio, essa é a minha filha Silvinha. Desculpa ela estar assim, é que ela acabou de sair do banho e ela estava empolgada que ia ganhar um novo tio. Por favor, me desculpa!” Márcio não pareceu estar incomodado. Ele apenas se curvou e com seus braços enormes, puxou Silvinha pra cima, para abraçá-la, dizendo: “Bom dia, garota! Sim, eu sou seu tio Márcio e você é a princesa mais linda que eu meus olhos já viram!” Nesse abraço, Silvinha abriu suas pernas e as envolveu um pouco acima da cintura de Márcio. Para segurá-la melhor, vi que as mãos de Márcio ficaram abaixo das coxas da Silvinha, mas seus dedos eram grandes e grossos, e tive a impressão de ver de relance que as pontas de alguns dedos encostavam na bucetinha de Silvinha. Mas deve ter sido só impressão. Não tive tempo de confirmar, pois depois que Silvinha disse “Obrigada, Tio Márcio”, ele perguntou cadê o beijo que ela tinha prometido, e ela lhe deu um beijo no rosto, enquanto ele a devolvia ao chão.

Resolvi pedir pra Silvinha colocar uma roupa, que foi imediatamente repreendido por Abraão. “Emílio, desde que Silvinha era um bebê que andamos nus nessa casa. Só você que nunca quis ser nudista! Não venha mudar os hábitos da menina, só porque o Márcio chegou. Ele sabe que somos nudistas!” Olhei para o Márcio sem saber o que dizer. Márcio se manifestou: “Bem, eu já sabia. Inclusive, sempre quis saber como é passar o dia nu, sem ter que se preocupar com a visão de ninguém. Mas na cidade não dá pra fazer isso. Acho que só aqui no campo mesmo… Ah, aliás, a Silvinha acabou molhando um pouco a minha roupa. Vocês se importariam se eu tirar?” Eu não pensei muito e falei: “Márcio, eu não sei se é uma boa ideia, porque…” Abraão me interrompeu: “Emílio! Não estou te reconhecendo! Como você pode deixar um convidado constrangido assim? Primeira vez que o Márcio vem aqui e é tratado desse jeito? O que foi que nós conversamos?” Eu nunca tinha sido chamado atenção daquele jeito, então fiquei completamente envergonhado. Márcio até comentou: “Não, pai, não precisa disso. Eu entendo o Emílio. Eu também tenho uma filha e nunca quis um estranho pelado perto dela.” Abraão retrucou: “Mas a partir de hoje você não será mais um estranho! Aqui, nesta casa, todos os corpos são iguais e sempre foram tratados com o mesmo respeito! É assim que deve ser! Tire a sua roupa agora!” Márcio olhou pra mim como se esperasse a minha reação. Eu apenas abaixei a cabeça. Ainda assim, percebi quando Márcio levantou a camisa pólo, e ela teve dificuldade de passar dos seus ombros. Ele realmente era muito forte e me surpreendi que ele tinha um físico parecido com aquelas estátuas gregas. Era impressionante! Mas o que mais me impressionou foi quando ele baixou a calça jeans. No lugar daquele volume, surgiu um pau gigante. Estava nitidamente mole, mas era igual quando eu vi o pau do Abraão inchado e meio duro pela primeira vez, há sete anos. Engraçado! Só tinha visto dois paus na vida, um do pai e o outro agora do filho. E meu pensamento seguinte, foi verbalizado pela minha filha Silvinha: “Papai Milho, o pipi do Tio Márcio é bonito! Posso pegar?” Márcio riu. Eu fiquei ruborizado. Abraão chama Silvinha com a mão e lhe diz: “Silvinha, vá se enxugar e depois pegue no quintal umas flores bem bonitas e traga para o seu tio Márcio, tá bom?” Silvinha disse “Simmmm” e saiu saltitante para seu quarto. Abraão disse: “Emílio, vá preparar mais um café pro Márcio. E vê se faz mais forte, porque seu café é muito fraco!” Eu só pedi licença e fui para cozinha.

Abraão e Márcio ficaram na sala, cada um em um sofá. Eles conversavam baixinho e eu não escutava o que eles falavam um para o outro. Quando anunciei que o café estava pronto, eles vieram pra mesa da cozinha. Abraão aproveitou um momento e me introduziu no assunto deles: “Emílio, quando eu vim morar aqui na chácara, falei para o Márcio sobre você, sobre a Fernanda e sobre a Silvinha. Ele conhece todos os detalhes da nossa história.” Eu fiquei em dúvida a que detalhes ele estava se referindo. Márcio comentou: “Inclusive, eu queria muito ter conhecido a Fernanda, antes dela ir embora. Eu só a conheço pelas fotos que o pai Abraão me mostrou.” Quando Márcio me falou isso, me lembrei da máquina fotográfica do Abraão, e também que ele fazia fotos com a Fernanda, ambos pelados. Será que o Márcio tinha visto a Fernanda pelada? Abraão interrompeu meu raciocínio: “Emílio, quero que você e o Márcio fiquem próximos. Eu não sei quanto tempo vou viver, mas não quero que os meus dois filhos, um do corpo e outro do coração, sigam rumos diferentes. Por isso, quero que a gente aproveite o máximo de tempo que temos juntos para construir uma relação de confiança que seja inabalável. Eu posso contar com cada um de vocês?” Márcio respondeu de imediato: “Sim, pai, pode contar comigo.” Eu não tinha o que contestar e fiz como Márcio: “Sim, Abraão, pode contar comigo, pois o senhor é como um pai pra mim.” Abraão então disse: “Pois quero que vocês dois se abracem agora.” Eu e Márcio nos olhamos, sorrimos e nos levantamos para dar um abraço. Durante o abraço, Abraão falou: “A partir de agora, vocês são como irmãos, e fica proibido um desconfiar ou ter qualquer suspeita sobre as atitudes do outro. Estamos entendidos?” Eu e Márcio concordamos que sim.

De volta aos nossos lugares, continuamos conversando e tomando nosso café. Silvinha entra em casa correndo e trazendo algumas flores em sua pequena mão. Ela se dirige a mim: “Papai Milho, olha se essas florzinhas tão bonitas pra dar pro Tio Márcio!” Eu confirmo que sim. Então, a minha pequena olha pra Márcio e diz: “Toma Tio Márcio! É pra você!” Márcio recolhe as flores da mão de Silvinha e agradece. Abraão diz: “Márcio, põe a menina no seu colo! Brinque um pouco com ela!” Eu fiquei um pouco apreensivo e Abraão notou: “Emílio, relaxe! Acabamos de selar um pacto.” Eu acabei me controlando e deixando acontecer. Márcio, com apenas um braço, ergueu todo o corpo de Silvinha e a colocou na sua perna esquerda. Vi que Silvinha olhava pra baixo, na direção do seu pau. Ela colocou o dedo na boca, fazendo uma cara sapeca de curiosidade. Abraão notou e disse: “Emílio, no nudismo, temos que encarar o corpo com naturalidade, porque o corpo é apenas um corpo. Nós é que criamos os tabus, os medos e tudo mais. Se você deixar a Silvinha conhecer outros corpos, ela crescerá com a mente e a alma livres de qualquer maldade do homem. E nós dois estamos aqui, então nada de mal pode acontecer. E pelo Márcio creio que não terá problema nenhum, não é, Márcio?” Márcio olha um pouco constrangido para Abraão e depois pra mim, e diz: “Olha, eu tenho que falar uma coisa pra vocês… Eu tenho um problema de saúde, que… que… é meio estranho…” Abraão apresentou compreensão: “Márcio, meu filho, pode confiar em nós! Diga o que é, que eu e o Emílio vamos te acolher!” Márcio respirou fundo e revelou: “Eu tenho um problema de ereção involuntária.”

Quando Márcio falou sobre seu problema, eu fiquei tentando imaginar até que ponto aquilo era um problema de saúde. Mas não tive tempo de pensar, pois Abraão já foi disparando: “Márcio, mas não se preocupe com isso aqui. Eu e o Emílio somos compreensivos. Queremos que você se sinta à vontade entre nós. Ninguém aqui vai desconfiar de você ou de algo que você faça.” Eu apenas balancei a cabeça em afirmação às palavras do Abraão.

Márcio então transpareceu estar mais aliviado. Ele então tirou Silvinha do seu colo e ficou em pé bem na nossa frente, ficando de lado para Silvinha. O pau dele estava na altura do rostinho dela, cujos olhos estavam brilhando. Márcio diz: “Princesinha, pode pegar no pau do tio.” Silvinha olha pra cima o encarando e diz: “Não é pau, tio, é pipi.” Ele diz: “Oh, princesinha, desculpa! Pode pegar no pipi do tio.” Silvinha ficou parada com alguns dedos na boca e um pedaço da linguinha pra fora, como se estivesse pensando se deveria pegar mesmo ou não. Mesmo sem ela tocar, o pau de Márcio foi ficando inchado e começou a desenhar um movimento no ar. Primeiro foi ficando torto para a esquerda, depois foi subindo reto para a frente, e depois parou completamente duro apontando para a minha direção. Quando totalmente duro, o pau dele fazia uma leve curva do meio até a cabeça. A pele do pau não conseguia fechar totalmente a cabeça, de forma que dava pra ver um pouco dela. E as veias pareciam tão grossas, que dava a impressão de que o pau estava prestes a estourar. Eu nunca vi um pau ereto tão de perto. Eu não estava de boca aberta, mas a sensação era a mesma. De repente, Silvinha tirou os dedos que estavam na sua boca e foram até o pau de Márcio, tocando nele. Assim que a superfície dos dedos dela tocam em Márcio, o pau dele pulsa e ele geme “Ai!” Silvinha retrai o braço e eu pergunto: “O que foi, Márcio? A Silvinha te machucou?” Ele explica: “Não, Emílio. É que esse problema de ereção involuntária deixa meu pau muito sensível. Desculpa! Princesinha, pode tocar à vontade, só tocar com cuidado.” Notei que Silvinha estava tímida, então resolvi encorajá-la: “Filha, pode tocar no pipi do Tio Márcio! Só não aperta, tá?!” Ela sorriu e se encheu de coragem.

A mãozinha de Silvinha voltou a tocar o pau veiudo de Márcio. Ele fechou os olhos, inclinou o pescoço para trás e bufou. Ela não estranhou a reação dele e começou a tocar com cuidado cada pedaço do pau. Até que ela puxou delicadamente a pele, que desceu da cabeça, expondo uma cabeça roxa e brilhante. E, como num passe de mágica, um líquido transparente brotou na cabeça do pau de Márcio e escorreu pra trás. Silvinha não viu, e acho que Abraão também não. Só quem viu deveria ter sido eu. Márcio disse: “Pessoal, eu preciso ir ao banheiro. Aonde fica?” Imaginei que aquele líquido era um pouco de xixi, então ele deveria estar querendo mijar. Então disse que o banheiro era a porta no meio do corredor. Ele pediu licença e se retirou. Silvinha ficou olhando para ele até entrar no banheiro e fechar a porta. Abraão se dirige a ela: “Silvinha, vá no galinheiro ver se as galinhas já colocaram algum ovo hoje. Cuidado para elas não te bicarem! Se tiver alguns ovos, traga aqui pra seu Vovô Bão!” Silvinha ficou contente com a ideia, que saiu correndo sem dizer se sim ou não. Abraão olha pra mim e fala: “Emílio, meu filho, eu preciso ter uma conversa com o Márcio de pai para filho. Você pode alimentar os bichos enquanto eu converso com ele? É uma conversa particular.” Era óbvio que, apesar de ser tratado como um filho por Abraão, eu sabia que não deveria me meter naquele assunto familiar que não me dizia respeito. Talvez o Abraão quisesse saber do filho o porquê dele ter se separado da mulher. Na igreja, sabemos que o matrimônio é sagrado e deve ser pra vida toda. Intimamente, fiquei torcendo para Abraão convencer Márcio a se reconciliar com a mulher. Pedi licença ao Abraão e saí.

Quando passei pelo banheiro, tive a impressão de ouvir Márcio resmungar. Não entendi direito, mas parecia que ele dizia: “Você tem que se controlar, Márcio, você tem que se controlar!” Concluí que deveria ser sobre o problema de ereção. Mas, se a ereção era involuntária, como ele iria controlar? Pobre, Márcio! De repente fiquei com muita pena dele. E disse para mim mesmo: “Se ele precisa de ajuda, no que depender de mim, farei de tudo para ajudar o Márcio!”

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60 Comentários

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  • Responder Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

    Olá, leitoras e leitores!

    Em respeito a vocês, vim dar uma satisfação.

    Quando comecei a escrever, imaginei que jamais pararia, pois tinha um tesão muito bom. Porém, cheguei a conclusão de parar.

    Acabei me expondo muito e não quero me prejudicar futuramente.

    Agradeço por cada gozada que deram pensando nos meus personagens e nos detalhes das histórias.

    Se algum dia eu resolver me arriscar novamente, volto a conversar com vocês. Abraços!

    Fã do Bourne.

  • Responder Analista ID:8kqv32bim1

    Conto de besta que tem prazer em preparar banquetes pro zotro

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Analista! Você é muito gênio, cara! Como ninguém percebeu isso antes?

  • Responder Y ID:gqblmkb0a

    E o c9nto mais ridiculo que ja li

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Olá, Y! Você tem sugestões?

  • Responder Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

    Olá, leitoras e leitores! O que acharam do Criando Silvinha 5? Aguardando os comentários de vocês! Continuem acompanhando essa sequência! Valeu!

    Para contatos: [email protected]

  • Responder Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

    Olá, leitoras e leitores! Acabei de submeter o capítulo Criando Silvinha 4. Espero que o site publique logo! Vamos ficar prestando atenção e avisar geral nos comentários! Conto com vocês! Valeu!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Olá, leitoras e leitores! Faz alguns minutos que o site publicou o Criando Silvinha 4. Corre lá!

  • Responder Samurai yokozuna osssss ID:71owgwr20c

    Fa de bourne meus parabéns conto criando silvinha muito top nota 1000
    Tô aguardando o conto 3
    A brincadeira de lobo mau e chapéuzinho adorei
    Algumas sugestões envolver silvinha em sessão de fotos como modelo
    Também convidar silvinha para ser atriz mirin lembra da books Shields novinha no bordel
    Também énganar o pai bobo e prostituir silvinha sem ele perceber
    Gostaria de ver silvinha brincando de teatro erótico
    São apenas ideias se vc se interessar com o seu talento seria imbatível
    Muito obrigado por criando silvinha 1 e 2 to aguardando silvinha 3 e 4

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Samurai Yokozuna Osssss! Fico feliz que você tenha gostado tanto assim! Seus comentários me fizeram gozar! Adorei todas as dicas! Vou usar todas nos próximos muitos capítulos… Estou com tantas ideias, que acho que vai ter mais de cem capítulos… Vocês, leitoras e leitores, merecem meu esforço! Valeu, galera!

  • Responder Lynch ID:g3jlcfw44

    Então o conto da Alice acabou 🤔

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Lynch! Quero muito que a Alice, o Sérgio, o Rodrigo, o Bentão e os outros voltem! Meu sonho é juntar as histórias! Já pensou Alice e Silvinha amigas? Seria maravilhoso, não?!

  • Responder Alice ID:g3jjxse8l

    Conto muito bom,tenho uma filhinha de 9 que sempre que a gente sai coloco nela uns shortinhos beem curtinhos e colados,com a dobrinha da bundinha dela pra fora,eu adoro os olhares de tarado dos homens em cima da minha filha,deixa minha buceta molhadinha,quando chego em casa tenho que bater uma siririca imaginando um homem desses comendo a bundinha branca dela

    • Adelino ID:yb13f78l

      Delícia 😋

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Alice! Bem safada você, hein?! Quer me dar algumas dicas para o conto?!

    • Alice ID:g3jjxse8l

      Olá fã do Burne,eu moro no Rio em Niterói,tenho 28 anos e separada recente,minha filhota chama Hanna tem 9 aninhos recém completos,um metro e quarenta e dois e 28,30 kilos mais ou menos.Ela é mgra mas com uma bundinha bem saliente igual a da mãe,pele branca sem bronzear e as coxas já tão ficando grossinhas pra idade.Sempre que a gente dá uma passeada no centro comercial daqui,eu visto nela ou um shortinho de lycra coladinho na bunda,com a dobrinha pra fora,ou uma minissaia beem colada também,que é pra mostrar mesmo,eu sempre falo pra ela ir na frente de mim só pra ver os olhares de desejo dos homens pra cima da minha princesinha,adoro ver as caras de tarado que eles fazem,gosto de homem maduro cobiçando o corpinho dela,nada de moleques rs.Uma vez,um rapaz ficou seguindo a gente pelos corredores do mercado aqui perto,eu percebi e fazia ela ir atrás das coisas pra mim,e este rapaz,um homem na casa dos 30 já,até brilhava os olhos dele,e vi que ele tava de pau duro,isso me excitou tanto que minha calcinha ficou enxarcadinha,bati uma no banheiro do mercado pois não tava aguentando de tanto tesão,um dia vou deixar tudo ir adiante,bem adiante e ver no que dá,quero um macho maduro e feito entrando na minha filha com gosto,igual fizeram comigo,só que eu tinha 12 aninhos na época

    • Broly ID:gsuopxw8k

      Quero mais detalhes da aventura com sua filha. [email protected]

    • pauludo ID:gqbv6t9zk

      minha sobririha parece com ela; a mae faz tudo pra ela ficar quase nua na minha frente. não é mesmo sobrinha mas foi criada com a gente, ela deixa a menina so de calcinha e sai , e vc
      sabe que o diabo toma conta, o que eu faço?

    • Negro ID:tgda2mm0

      Fiquei de pau duro só de ouvir isso🤤

  • Responder @Esse_sou_eu ID:5pbac7wmzra

    Conto top! Enquanto não consigo uma novinha pra mim eu me sacio no telegrm!
    Chama lá! Dispenso curiosos!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Esse_sou_eu! Obrigada pelo “conto top”! Acabei de postar o capítulo Criando Silvinha 3. Não deixe de me acompanhar! Valeu!

  • Responder dodô ID:5pbbmrl1hrj

    espero que você continue com o conto, essa temática é ótima, gostaria de ver um da mesma forma só a menina com um carinha mais novo, ótimo conto

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Dodô! Eu estou continuando. Neste momento, estou no terceiro capítulo. Também amo essa temática! Estou prevendo incluir um personagem chamado Nilson, de 14 anos, em algum capítulo. Espero continuar contando com seus inventivos! Valeu!

  • Responder Paranaense ID:g3jumjfij

    Algum tem tele eu sou escritor tbm………

  • Responder Carlos ID:830zlmjm99

    Top o conto, perfeito como um amigo disse abaixo . esse tipo de conto sao os melhores. anonitwo

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Carlos! Eu também amei esse tipo de contos e por isso estou me aventurando a escrever. Continue me incentivando, por favor! Obrigado, amigo!

  • Responder Escritor mistério ID:nm2yrhi

    Tanta estupides não existe. O conto fica uma merda por causa disso.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Escritor Mistério! É uma pena você não ter gostado. Se você tiver contos, gostaria de ler alguns, pois talvez você saiba contar melhor do que eu. Hahaha Abraço!

  • Responder Lyah ID:81rcs57d9k

    Tira o pai autista do conto

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Lyah! Ele é o protagonista e o narrador-personagem. Sinto muito, mas vai ter que aceitá-lo. Abraço!

  • Responder japa.desantos ID:mujlceqr9

    eu li imaginando isso com algum de meus amigos e minha pequena.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Japa! Que massa! Só toma cuidado para não se envolver em problemas. Melhor ficar só na imaginação com as nossas histórias de ficção! Valeu!

    • japa.desantos ID:2je6dem4

      Só na ficção mesmo, imaginando ela com amigo meu, imagino muito na hora do banho rsss

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Japa, por coincidência, estou escrevendo o terceiro capítulo. Haverá algumas cenas de banho. Tenho certeza de que você vai gozar… Ops! Gostar bastante! Hahaha

    • japa.desantos ID:2je6dem4

      tenho certeza disso rss
      a minha tem só uns 2 ans mais q do conto
      fico nessa fantasia pq as vzs noto olhares pra ela na rua

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Mas você imagina todos os seus amigos comendo sua filhinha, ou só alguns? Fiquei com excitação… Ops! Curiosidade, eu quis dizer!

    • japa.desantos ID:2je6dem4

      assm, tem esse amigo q sempre q vem aq ele sempre foi atencioso com ela, ja amigo de muitos anos, recente notei olhares diferentes, de homem quando analisa tudo sabe?, mas sempre respeitador nem colo da. ele tem um amigo q as vzes ta com ele e não sei se eh de ficar lendo os contos daqui mas os olhares dele são parecidos com do meu amigo, nisso as vzs fico pensando isso

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Japa, seu último comentário foi um mini conto erótico! Parabéns! Prometo caprichar nos próximos capítulos em homenagem a você!

    • japa.desantos ID:2je6dem4

      to sem palavras agora!

  • Responder Gentil ID:830xo5p143

    Os melhores contos são esses, muito tesão , faltou mais ação com a Silvinha mas bati uma punheta bem gostosa , tem telegran ?

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Olá, Gentil, tudo bem? Esse conto foi inicial, mas ainda vem muita ação com a Silvinha pela frente (e quem sabe por trás também hahaha)! Eu também tenho muito tesão quando leio essas histórias de pais bobos e inocentes, por isso estou escrevendo a minha sequência. Eu tenho Telegram, mas não é oculto. Então, peço desculpas mas não quero trocar contato agora. Em breve posso criar um e-mail para conversar com as leitoras e os leitores. Qualquer coisa, aviso. Continue me incentivando, por favor! Valeu!

  • Responder Psicólogo dos Fakes ID:8d5kxrrhrk

    Pai inocente? Isso parece mais pai deficiente.
    Mas o impressionante é que tem gente que acha que isso parece com alguma realidade.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Psicólogo dos Fakes! Mas a ficção é exatamente para que possamos contar o improvável a partir do real. Acho que você gostou bastante, fala a verdade… Kkkkk

  • Responder Preto ID:5h7066ij

    Muiti bom !
    Achei o conto bastante interessante , espero que use mais a sensualidade é a inocência do pai . por favor não abondone o conto , seu conto é bastante promisdor. Não gostei muito da parte da Fernanda e o Abraão porquê achei que faltou um pouco de sensualidade . acho que a parte que eles tavam fudendo ao lado do pai bobão é um momento muito sexy , mais ficou banal . é acho que o pai sentiria algo com aquela situação .
    Gosto muito desse tipo de conto , pai bobão tem muita possibilidades para serem exploradas . como sexo voyeur , traição , inocência , bissexualidade.
    É acima de tudo ,muito linguagem baixa . a palavra na hora da foda excitar muito..
    Sucesso!!!
    Fã de bourne

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Preto! Gostei bastante das suas considerações, pois é importante escrever também para agradar as leitoras e os leitores! Vou usar muitas das suas dicas nos próximos contos. Continue me acompanhando e me incentivando! Valeu!

  • Responder Caiçara ID:xloriid4

    Adorei bastante o conto e já quero uma continuação
    Os personagens inicias do padre e da mãe não curti muito mas aparentemente não vão continuar mais então é de boa
    Mas o tio e o pai bobão me deixou bem animado para ver o que vai rolar

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Caiçara! Estou escrevendo a continuação e devo publicar a segunda parte ainda hoje, se tudo der certo. A Fernanda saiu da história e deverá só ser mencionada, em outras partes. Já o padre Abraão ainda estará na segunda parte, mas está previsto para ele deixar a história em definitivo em breve. Vai rolar muita coisa! Por favor, me acompanhem! Até logo!

  • Responder pai novinho ID:funxuvmiz

    Minha filha tem é bem pequena, tem a bucetinha gordinha inchada e queria um cara pra cuidar dela, alguem ae se habolita a comer minha princesa na minha frente?

    • @boomjoov ID:1se539d4

      Humm deixa contato pai novinho

    • Fabio Safado ID:y8i2749c

      Me chama teleg safadinhotarado2018

  • Responder Cabra safado ID:fuoofsoib

    Embora muita gente n gosta desses tipo de conto, eu gosto, gosto de contos com 5mil palavras pra frente, ainda ñ li, vou ler dps e dou minha opnião…

    • Cabra safado ID:fuoofsoib

      Embora muita gente n gosta desses tipo de conto, eu gosto, gosto de contos com 5mil palavras pra frente, ainda ñ li, vou ler dps e dou minha opnião…

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Cabra Safado! Estou com ansiedade para saber a tua opinião! Torcendo para que goste! Aguardo teus próximos comentários.

  • Responder Natal ID:2ql4cvyd1

    A parte do padre e da mãe ficou muita longa, mas o conto em si é muito bom. Espero que conclua seu conto e não pare na metade.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Natal, tudo bem? A ideia foi mostrar como esse pai foi construído tão bobo e inocente. E sobre continuar escrevendo, quero muito, pois pra mim foi uma frustração encontrar histórias tão boas, que acabaram sem conclusão ou sem uma melhor exploração de alguns personagens.

    • Natal ID:2ql4cvyd1

      Pois posta logo a continuação. Abraço, ansioso pela a continuação

  • Responder Eita kkk ID:8d5gaphhrb

    Cara, por favor continua, está muito bom!!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Eita! Quero continuar demais! Continua me incentivando, por favor!

  • Responder TH ID:477hli0s8ra

    Parabéns pela iniciativa em um conto com essa temática do pai inocente!
    Não gostei do padre e da mãe, então curti eles já estarem saindo do enredo.
    Você tem uma condução de texto bem legal de acompanhar, então espero ler mais em breve.😄

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, TH, tudo bem? Que bom que você está gostando! Vejo que você é um avaliador de contos, com muita propriedade, então espero contar com suas considerações sempre que eu colocar um conto novo. E se quiser sugerir ideias para o enredo, aceito! Muito obrigada!