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Meu filho se mostrou tarado por mim – o fim – última história e a tão sonhada gravidez

3661 palavras | 13 |4.39
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O encerramento dessa história que me fez muito feliz em compartilhar com vocês.

Oi, pessoal.

Lamento muito que não tenham gostado da minha última história. Porém, como previamente eu já havia dito, não posso inventar nada do que realmente aconteceu entre meu filho e eu.
Por isso, em respeito a todos e todas que leram essa saga, não poderia deixar essa história sem o seu desfecho. E, por isso, o farei hoje.
De antemão, agradeço a cada pessoa que leu essas aventuras consideradas por muitos como invenção, por outros como insanas, mas para mim e para vários como excitantes e provas de cumplicidade entre mãe e filho.

Agradeço também ao administrador desse site que muito me ajudou, principalmente quando plagiaram minhas histórias em outro site. Obrigada, querido.

Continuando…

Depois de todo aquele ritual de submissão contado anteriormente, Lucas e eu estávamos ainda mais afinados. O engraçado – e bizarro, para muitos – é que eu não deixava de agir como mãe em muitas situações. Essa ambiguidade familiar entre nós dois parecia ser o plus que deixava nossa chama sempre acesa.

Isso ocorreu, por exemplo, quando Lucas voltou a tirar notas baixas, dessa vez apenas em Física. Ao ver seu boletim digital, fui categórica assim que ele veio me beijar na boca, impedindo-o:

– Caiu mais uma vez em Física, não foi?
– Mas eu recupero, mãe. Vamos deixar isso para lá porque eu amanheci doido para meter minha pica no seu cu, sua piranha.

Peguei-o forte pelo braço e falei com firmeza, olhando em seus olhos:

– Fale isso mais uma vez para eu te dar um tapa na sua boca, seu moleque atrevido. Você está falando com sua mãe agora, entendeu?
– Mas, mãe…
– Fui clara com você, Lucas?
– Foi, mãe. Desculpa.

Lucas, com certeza, estranhou minhas falas, afinal há tempo que eu não agia firmemente com ele como mãe. Mas, se houvesse a necessidade, o lado maternal falava mais alto que o conjugal. E assim meu filho começou a estudar bastante, dias e dias, em meio a livros, cadernos e vídeo-aulas. Houve um momento em que ele tentou me dar um beijo roubado e a consequência não podia ser diferente: coloquei-o de castigo.

– Mas, mãe, não precisa disso, não.
– Se ficar me contestando, Lucas, garanto que vou te dar uma surra como nunca te dei, moleque.

E assim ele ficou por duas semanas sem celular, TV ou acesso à internet. Nem meu marido entendia direito essa nossa relação, mas depois eu lhe expliquei tudo em detalhes, o que o fez compreender.

Chegou a prova e Lucas conseguiu tirar 9,5 – com a ajuda de alguns pontos de bonificação. Ele chegou do colégio todo cabisbaixo, para poder me enganar, e me pediu que abrisse o boletim online. Assim que eu o fiz, vi lá a nota alta e abri um sorrisão, orgulhando-me do meu filho. E ele não perdeu tempo em perguntar:

– E então, mãe?
– Depois dessa nota, pode fazer o que você quiser.

Ele não pensou duas vezes:

– Se abaixe e venha chupar minha pica, sua piranha.

Obedeci na hora. Abri seu zíper e tirei aquele pintão da cueca e comecei a chupá-lo com gosto, afinal já havia quase um mês que estávamos sem nenhuma relação sexual. Meu filho me pegava pelos cabelos com força e praticamente fodia a minha boca sem nenhum carinho.

– Chupa, cadela do caralho. Ficou esse tempo todo sem me deixar te foder, agora vai ter que pagar tudo.
– Eu estava fazendo meu papel de mãe, meu gostoso.
– Vá tomar no seu cu, sua filha de uma puta do caralho!

Lucas me pegou pelos cabelos e me encostou na parede com força. Fiquei de costas para ele, enquanto ele foi me deixando pelada bruscamente. A essa altura, Lucas também já estava pelado e foi logo se abaixando, abrindo minha bunda e lambendo meu cu como um cachorro sedento.

– Ai, seu safado, vai me fazer gozar só lambendo meu cu.
– Vou te fazer gozar metendo pica no seu rabo, sua fudida.
– Então me faz, safado, me faz gozar, mas sem pena nenhuma.

Lucas se levantou, mirou sem pinto no meu cu e enfiou de vez. Gritei, bati na parede, tentei sair, mas tentativas vãs. Ele me arrombou literalmente, descontando todos os seus atrasados no meu cu. Tudo isso enquanto puxava meus cabelos e alternava entre puxar meus pentelhos e esmagar meus peitos. Eu gemia e gritava tanto que Lucas me puxou pelo quadril e gozou jatos e mais jatos fortes no meu cu.

– Uau! Quanto porra é essa, moleque!
– Para a senhora ver, sua cachorra, como eu estava com a pica cheia de gala para esporrar no seu rabo.
– E nem comeu a buceta da mamãe, não é?
– Nem se preocupe que vou te dar rola no seu bucetão também, sua chupadora de pica do caralho.
– Não, seu safado. Espere para quando for me engravidar.
– E será quando, mãe?
– Esta semana.

Nós dois nos beijamos como dois adolescentes apaixonados, felizes e tarados um no outro. Estávamos pelados, de pé, e eu entrelaçando minhas pernas nas costas de Lucas, enquanto ele me lambia a língua, mordia meus lábios e espremia meus peitos (tesão só de relembrar).

Não vou detalhar como foi a conversa com meu marido, até porque não há nada de excitante e foi um diálogo cheio de idas e voltas, cheio de dúvidas, questionamentos e bem, bem demorado. O importante é que depois de vários dias (quase um mês, para ser mais precisa), ele, enfim, aceitou que meu filho me engravidasse. Como Lucas parece muito com Maurício, tinha tudo para o bebê também parecer muito com ele ou ser uma mescla de nós dois.

Lucas foi falar com o pai para perguntar se não poderíamos ir para um local mais reservado só nós dois, para ele poder me engravidar. Meu marido fingiu que não deixaria, mas como sabia que Lucas era um filho muito bom em todos os sentidos, consentiu. E foi além. Disse que pagaria 5 diárias (justamente o tempo do meu período fértil) em um luxuoso motel de uma cidade vizinha para que pudéssemos aproveitar tudo. Meu filho ficou muito grato ao pai e se empenhou ao máximo para estar muito bem na nossa semana.

Chegado o período, fomos nós para o motel. Lucas disfarçou bem que tinha mais idade assim que parei na portaria. Como era um local muito luxuoso, conseguíamos ficar lá 5 dias sem precisarmos sair e com acesso a uma piscina privativa, área de lazer, entre outros.

Eu estava de vestido e nem bem entramos no quarto, Lucas já me jogou na cama, baixou minha calcinha até a altura do joelho, meteu o pinto em mim com gosto e, em menos de 20 segundos, gozou forte.

– Moleque, se for desse jeito, acho que vou engravidar de um batalhão de bebês.
– Um batalhão talvez não, mas bem que seria bom te ver grávida de gêmeos meus.
– Você ia ter que me ajudar em dobro a cuidar dos nossos filhos, então.
– Claro que te ajudaria em tudo, minha gostosa. O problema é que com dois bebês não sobraria peitos para eu mamar.
– Peitos não sobrariam, mas haveria minha buceta e meu cu para você mamar até quando não aguentasse mais.
– É por isso que te amo, sua gostosa. – e me tascou um beijo de literalmente perder o fôlego.

Só no primeiro dia, Lucas gozou dentro de mim umas 8 vezes. Ele fez mil e uma pesquisas de como produzir cada vez mais esperma. Ele ficava se exercitando no quarto peladão – o problema é que, às vezes, ele nem conseguia terminar porque achava lindo ver aquele pintão balançando e já caía de boca nele. Outras vezes, ele fazia flexões, mas com o meu incentivo: eu ficava deitada com a boca aberta e ele subia e descia, enfiando o pinto em minha boca.

No segundo dia, nós dois estávamos insaciáveis e querendo extrapolar na safadeza. Decidimos, então, praticar o nosso bom e velho exibicionismo. Assim que voltamos da piscina, Lucas deitou todo peladão na cama e começou a se masturbar olhando para mim também toda pelada. Meu filho foi enfático:

– Destranque a porta, vagabunda.

Obedeci ao meu garotão e destranquei a porta. Verifiquei se realmente estava destrancada e vi que sim. Em seguida, fui para cima de Lucas em um 69 bem safado e babado. Eu fazia garganta profunda e também chupava os ovos de Lucas, enquanto ele mordia meu grelo, enfiava praticamente a cara na minha buceta e metia uns 3 dedos no meu cu.

– Ai, Lucas, seu safado, me arrombe toda, seu vagabundo.
– Sua gostosa da porra. Vou te arrombar muito, safada.
– Vai me xingar só disso? Seu frouxo, otário, babaca.
– Vá tomar no seu cu, sua piranha, cachorra, puta do caralho, fudida, chupadora de rola.

Nessa hora, eu, totalmente inerte pelo tesão, levantei-me, dirigi-me à porta e a abri por completo, deixando-a totalmente escancarada. Lucas levou um susto, afinal não esperava que eu fizesse aquilo. Agora, com o quarto completamente aberto para quem passasse por ali, voltei para a cama e, de costas para Lucas, tomei eu mesmo a iniciativa de sentar com o cu no seu pinto. A única lubrificação que havia foram as lambidas que meu filhão deu no meu rabo. Mas não me importei e sentei com gosto mesmo (cabe lembrar que doeu para caramba e eu gritei demais, porém o tesão de estar no motel, com meu filho, porta escancarada e prestes a engravidar era exageradamente demais).

– Mãe, a senhora escancarou de vez a porta, sua cadela!
– Escancarei. Agora, quem passar por aí vai me ver toda pelada, cavalgando no seu pintão gostoso.
– Mas pode ver mesmo, sua pau no cu do caralho.
– E o que é que tem? Só vão encontrar uma puta sentada com o cu no pintão gostoso do próprio filho.
– Mas vão ver a senhora pelada, sua cachorra.
– E qual o problema? Prefiro que seja um macho bem vagabundo para entrar aqui e meter no meu bucetão.
– E a senhora vai deixar, sua prostituta?
– Claro que vou. Ou melhor, eu prefiro que sejam seus amigos do colégio. Assim, você vai morrer de ciúme vendo eles me tratando como puta, me comendo de todos os jeitos e gozando na minha boca.
– Caralho, sua cachorra!!!
– Vou ser a puta da sua sala. Todos os seus amigos vão me comer e me tratar sem respeito nenhum e, se você reclamar, eu vou dar o cu para eles também.

Lucas fixou extasiado de tesão, virou-me bruscamente e gozou horrores na minha buceta. Ele me pegava pelo quadril, apertando minha bunda e gozando forte dentro de mim. Depois, ficamos nos beijando bem apaixonadamente, com a porta ainda toda escancarada. Quando Lucas foi se levantar para fechar, passou um homem que, assim que nos viu pelados, parou, pegou no pinto e disse um sonoro “gostosa” para mim. Lucas ficou bastante enciumado e bateu a porta na cara do rapaz. Ele olhou para mim e me viu sorrindo maliciosamente.

– Sua piranha, a senhora gostou, foi?
– Claro. Agora, três homens já me viram completamente pelada.
– Sua vagabunda do caralho! – disse, já vindo se deitar por cima de mim.
– Sou sua vagabunda, sua puta, sua escrava.
– Eu te amo muito, mãe!
– Eu te amo muito mais, meu amor! – e nos beijamos ardentemente.

No terceiro dia – o dia da minha ovulação –, foi o dia que praticamente não fizemos outra coisa, a não ser transar. O diferencial é que, nesse dia, transamos de maneira totalmente romântica. Acho que foi a primeira vez que transamos dessa forma. Tomamos café da manhã juntos, um dando comida na boca do outro, almoçamos, fomos à piscina, tomamos banho de sol, jantamos. Tudo isso regado a muito sexo com amor. Em um dos nossos momentos, estava eu deitada na cama, toda pelada, com Lucas por cima de mim, penetrando-me.

– Eu te amo, mãe! A senhora é a mulher da minha vida. – disse enquanto me beijava a boca com gosto.
– Eu te amo mais que minha vida, meu amor! Você é o melhor filho que uma mãe poderia ter, o melhor namorado que uma mulher pode ter, o melhor pai que o nosso filho pode ter.
– Mãe, eu não te quero só como namorado. Te quero como esposa, a minha mulher, somente minha mulher.
– Mas há o seu pai, meu amor. Não podemos ir além de tudo isso que já vivemos.
– Mas se não fosse ele, a senhora seria minha esposa?
– Eu moveria céus e terras para me casar oficialmente com você, meu amor.
– Sério mesmo, mãe?
– Claro que sim. Queria ser sua esposa, ficar esperando você chegar, me beijar, brincar com nosso filho, dormirmos juntos, transarmos, termos outro filho, sairmos juntos com eles, andarmos de mãos dadas para todo mundo saber que somos um casal de verdade.
– E termos alianças, eu com uma com seu nome e a senhora com uma com meu nome.
– E vivermos juntos, só nós dois, sem seu pai e sem mais ninguém até o fim de nossas vidas.

Nosso tesão e nosso amor nesse momento foi tão grande que Lucas jorrou dentro da minha buceta, com juras de amor eterno e beijos ardentes.

Passados esses dias, voltamos para casa e retomamos nossa rotina normal. Quando chegou o período de eu menstruar, vi que não estava com nenhum dos indícios – dores nos seios, cólicas, dor no pé da barriga etc. Minha menstruação atrasou, fui fazer todos os testes possíveis e não deu outra: eu estava grávida!

Lucas tinha saído e eu estava sozinha em casa, radiante de felicidade. Quando meu filho chegou, ele já veio me beijando na boca como sempre e eu já tinha posto a mesa para almoçarmos. E eu lhe disse:

– Vamos almoçar porque nós três estamos com muita fome.
– E meu pai veio almoçar em casa hoje?
– Não. Nós três somos eu você e ele ou ela aqui. – disse, colocando a mão em minha barriga.
– Mãe, deixe de brincadeira.
– Você acha que eu estou brincando? Não vai falar com seu filho, não?

Lucas ficou com os olhos molhados de emoção, incrédulo diante do que acabara de lhe contar. Ele me beijou desenfreadamente na boca, dando-me vários e vários selinhos. Em seguida, abaixou-se na minha frente, alisou minha barriga e começou a conversar com nosso bebê. Não colocarei as frases aqui porque julgo desnecessário, mas creio que vocês imaginam como um pai babão fala com o filho no ventre da mulher.

Também não vou mencionar como foi com meu marido. Ele apenas aceitou e ficou extremamente feliz, afinal ele queria ter outro filho e agora teria o filho do filho. Seria um filho-neto para ele.

O tempo passou e Lucas foi meu grande companheiro durante toda minha gestação. Ficamos preocupados pelo fato da questão sanguínea, afinal éramos mãe e filho. Porém, nosso bebê estava bem sadio, conforme mostraram os ultrassons. Tive um certo probleminha no final da gestação, mas nada fora do normal. Lucas esteve comigo em cada exame (o médico até falava que nunca viu um irmão adolescente ficar tão radiante com a chegada do irmãozinho – quanta inocência!), em cada desejo de grávida meu, nos meus estresses, nos meus enjoos e foi ele que esteve comigo na ida à maternidade – claro que Maurício também foi.

Em outubro de 2021, nasceu nosso Miguel, fruto do meu amor com meu filho. O menino é a cara do pai – nem parece que fui eu quem pariu. Nasceu saudável, lindo, grande, sou a típica mãe babona mesmo com meus bebês.

Voltamos para casa e meu marido tinha nos feito uma surpresa: ele levou suas coisas para o quarto de Lucas e colocou as coisas de Lucas no nosso quarto. E foi categórico:

– Lucas, a partir de hoje, você vai dormir com sua mãe. Já passei da fase de acordar de madrugada. Agora é sua vez! Felicidade, meu filho! Parabéns, novo papai!

Meu filho ficou emocionado com essa atitude do pai. Ali, eu percebi que Maurício estava mesmo querendo que eu me tornasse esposa de Lucas e estava agindo aos poucos para que isso se concretizasse.

Lucas, então, passou a dormir comigo. O berço de Miguel também ficava em nosso quarto. Assim, nas madrugadas, ele era meu companheiro para colocar o bebê para ninar, ficar me dando apoio quando eu estava sonolenta, pegar Miguel e colocá-lo em meu seio para mamar etc. Quando queríamos transar, íamos para o quarto de hóspedes ou para a sala, e lá voltamos a ser animais sedentos por sexo.

Agora, Lucas mordia meus peitos e jorrava leite. Fizemos um 69 gostoso, voltando à posição mamãe-e-papai, com uma série de tapas na minha cara. Gostava muito de ter minha cara marcada com as mãos do meu filhote.

– Ai, mãe, sua puta, que saudade que eu estava de te comer.
– Então come, seu vagabundo. Come antes de o bebê acordar, seu puto.
– A senhora é uma piranha gostosa do caralho, mãe.
– Me xingue de verdade, porra. Há um tempão que não fudemos para valer.
– Cadela, cachorra, prostituta, vagabunda, piranha, fudida, arrombada, chupadora de rola, boca de chupa pica, pau no cu, cabeça da minha rola, bucetuda, sem valor, safada do cuzão, biscate, bandida, imprestável, punheteira do rabão.
– É assim que a mamãe gosta, seu frouxo, vagabundo, pica mole. Parece um viado me comendo.
– A senhora se fudeu agora, sua pau no cu do caralho.

Ele me virou, colocou-me de quatro e meteu de uma vez no meu cu. Acho que só não morri porque não era a hora ainda. Depois:

– Diga quem é viado agora, sua puta arrombada do caralho.
– Você!

Lucas meteu uma mão na minha buceta ensopada de tesão e depois a pôs na minha boca. Com a outra mão, encheu-me de tapas na cara e na bunda. Depois, me virou novamente, meteu fundo na minha buceta e novamente me deu tapas na cara (amava isso!). Com a outra mão, ele, sem dó nem piedade, enfiou no meu cu. Isso mesmo. Ele enfiou a mão toda no meu cu e ficou dentro, com o punho fechado, fazendo movimentos de vai-e-vem. Em seguida:

– Diga, sua arrombada do caralho, quem é viado agora.
– Qualquer um, menos você.

E gozei horrores com essa sessão insana de putaria. Lucas deitou por cima de mim, nossos corpos nus e suados, mas ainda com a mão atolada no meu cu.

– Tire a mão daí, menino!
– Por quê? Quem manda no seu cu sou eu.
– Eu sei que é você quem manda, mas já é hora de tirar, seu safado.
– Quem diz a hora de tirar a mão do seu cu sou eu, sua cachorra.
– Eu amo quando você me trata assim, meu amor.
– Porque a senhora é uma cadela, mãe. Uma cadela do cuzão arrombado.
– É por isso que te amo, meu amor.
– E eu te amo mais, mãe! Minha mulher, a mulher da minha vida.

No período em que fiquei afastada, pessoal, é porque Miguel teve de ser internado com problemas respiratórios, mas nada de anormal. Segundo os médicos foram questões apenas do clima. E todas as vezes em que fiquei muito tempo ausente é porque estava me desdobrando na função de mãe de um bebê.

Hoje, Miguel está prestes a completar nove meses. Lucas e eu somos marido e mulher dentro de casa. Maurício é um companheirão, mas já não sinto tesão nele. Suspeito que ele está se envolvendo com uma moça e estou na torcida para que isso seja verdade. Nós quatro estamos extremamente felizes aqui em casa.

E, creio, muito em breve, Lucas e eu faremos um jeito de assumir nossa relação para a sociedade. Ele, definitivamente, é o homem da minha vida. E, sem sombra de dúvidas, somos um casal feliz, cheio de tesão, safadeza, taras. Mas acima de tudo, de amor!

Obrigada a todos vocês que leram essa saga.
Lamento por muitos não terem gostado da última história e, por isso, adiantei o desfecho em respeito aos leitores.
Lamento também por quem não acreditou no que foi colocado aqui. Mas, garanto: foi e é a mais puta verdade.

Continuo lá no: [email protected]

Responderei aos e-mails que estão atrasados.

No mais, essa saga encerra-se aqui.
Obrigada pelo carinho de quem gostou, elogiou, mandou e-mails.
Continuarei a responder vocês.

Beijos e, mais uma vez, obrigada.

Mariana e Lucas!

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13 Comentários

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  • Responder Jubis ID:2ql4brem1

    Excelente conto, como todos da saga!!!!

  • Responder Nei ID:830y3wp8rb

    Manda mais contos ou da um sinal de como voceis tão

  • Responder Jubileu ID:2ql4breqk

    Delícia de conto. Excitante toda essa saga.
    Perfeito!

  • Responder Kabel Bastos ID:gqblmkdm4

    Mariana você podia públicar essa história no site: casadoscontos.com.br. Lá tem um chat aonde vc conversa só mesmo tempo com vários leitores/escritores (as),toda vez que alguém comenta em um conto(Escritores e leitores)recebem um e-mail com um link avisando quem um comentário foi feito ,tem um serviço de msg privado e o site não tem propaganda (Esses 2 últimos benefícios só se vc for assinante . O valor é baixo e acessível) ,o ADM sempre dá suporte aos leitores e autores . Além disso vc pode dar sugestões para a melhoria do site .

  • Responder Nei ID:830y3wp8rb

    Conta pra gente como ser mae e vo de seu filho como seu filho sente sendo pai do ser irmãozinho conta pra gente como ser mae vo será que seu filho esposo vai ficar com você até o fim tudo de bom pra voceis

  • Responder Colcheia ID:muj7a6xv4

    Simplesmente sensacional seus contos parabéns!!

  • Responder Nei ID:830y3wp8rb

    Costei muito dos seu contos mais faltou você mandar umas fotos de voceis pra gente ver o puro amor desejo a voceis tudo de bom espero o conto de casamento de voceis só falta iso o casamento pra finalizar

  • Responder Dhione Felix ID:mt9yw6t0j

    Fim! Muito bom, terminou o conto, é isso que deve ser feito, não abandonar a história como muitos fazem. Valeu!

  • Responder rats ID:8ciplmjpv1

    boas noite mariana gostei muito de ler contos espero que continue a contar mais relatos vou estar na espera quem quizer que acredite .

  • Responder cnn contos ID:1se7tem2

    como acho aquele site de contos internacional?

    • Ingênuo ID:3v6ose2ufii

      Oi Mariana, adorei seus contos, li desde o primeiro e adorei as safafezas e a forma como Lucas lhe trata, vc deve ser muito gostosa e realizada. Parabéns!!!

  • Responder Thi ID:1dak6ft9m1

    Ótimo final, espero q seja feliz

  • Responder Thiago e família ID:gsu9tbe42

    Parabéns amiga continua com mais história e parabéns pelo Miguel né manda um oi no meu email te deixei várias mensagens