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Carona com o abusador do ônibus

2816 palavras | 10 |4.91
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Como falei antes, não iria repetir assunto. Mas já que pediram, vou contar um dia em que ele arrumou um carro.

Olá, sou Bianca, sou separada e tenho uma filha. Recentemente com meus namorados todos têm dado a entender que não gostam dos meus fetiches, aí descobri esse site.

Pra quem não leu meus últimos dois contos, sugiro que leia, por que a pedidos estou fazendo essa continuação.

No dia seguinte eu estava com vergonha da minha mãe e não conseguia olhar pra ela, mas na segunda, ao deixar na escola, ela me pediu uma bitoca como de costume e me tremi toda, senti arrepiar o corpo todo e ao dar a bitoca, segurei com as duas mãos o rosto dela e demorei bem mais na bitoca. Ela me segurou e deu mais uma por conta própria e disse:

– Que delícia filha! Achei que não gostava mais da mamãe…
– Te amo muito mãe, só estava com vergonha.
– Não precisa ter vergonha filha, é só amor. Tenha uma boa aula.

Fiquei tocando meus lábios a primeira aula toda, viajando na sensação. A incerteza do que tinha por vir me deixava com as emoções a mil.

Na tarde tinha ballet, ela me levou novamente, me deu mais umas três bitocas, estavam aumentando, só não deu mais por causa das outras mães chegando.

Durante a aula eu já estava doidinha, mas uma coisa me deixou mais ainda… O collant que eu usava de segunda e quarta também estava ficando curto e subiu na primeira abertura maior. Sentir ele me tocando atrás apertado já me deixou quente, conforme raspava na meia, eu ia indo as nuvens. Só voltei a mim quando a professora falou:

– Bianca, seu collant tá entrando de novo!

Passei o resto da aula ajeitando o collant e não saí mais de mim. Na volta, minha mãe perguntou se eu queria ficar um pouco no carro e disse que sim.

Subi no colo dela, ela logo já foi me beijando e com uma certa dificuldade foi enfiando a mão dentro do meu shorts na parte de trás, como eu estava de shorts jeans, não deu muito certo. Ficamos uns 5 minutos nos beijos, depois deitei minha cabeça sobre seu peito e fiquei pensando sobre o que rolou.

– Mãe. É errado isso?
– O que filha?
– Você me beijar…
– Você gosta?
– Gosto… Muito…
– Então não é errado, mas melhor ninguém mais saber.
– Tá bom.

Dia seguinte não tinha ballet, ela apenas me deixou na escola, entrada lotada não dava para muitas bitocas. Mas na quarta, na entrada do ballet, ela olhou para os dois lados, me segurou pela nuca e me deu um super beijo, empolgado, com força, mas foi curto, poderia passar alguém, mas a sensação era de que ela queria que vissem.

Durante o ballet, fiquei novamente ajeitando o collant o tempo todo, o mesmo nunca acontecia com nenhuma menina pelo fato de não terem bumbum grande, aliás, devido a sempre ouvir “umbigo pra dentro, ajeite a postura” é bem comum de bailarina nenhuma ter esse bumbum… Ali eu era a excessão, ainda mais pela idade.

Na hora da saída, fui por o shorts e vi que boa parte das meninas que iam de carro não colocavam nada por cima, apenas a saia do ballet. Pensei: “Por que não?”

Esperei só a professora sair da sala, dei uma boa alongada para que o collant subisse naturalmente e desci sem nem tirar a sapatilha. Minha mãe ao me ver me perguntou o que houve, apenas disse que atrasei.

– Você está linda assim… Fazia tempo que não te via assim.
– Obrigada mãe.

E durante a viagem ela não tirava os olhos de mim, ainda de coque, mochila nos pés, sainha mas resolvi fazer diferente… Copiando ela, assim que ela olhava pra frente, ia erguendo a saia do lado da porta para sair debaixo de mim, e em uma curva para a esquerda, fiz o mesmo do outro lado, sentando direto com meu bumbum sobre o banco e ela podendo ver todo meu collant na frente e parte da lateral. Ela adorou.

Na hora que viu já foi com a mão na minha coxa e ficou alisando toda pelo caminho e as vezes tocava meu collant. Quando chegamos em casa, corri pra abrir o portão, ela ficou me admirando o caminho todo e perguntou se alguém me viu. Disse que tinha alguns vizinhos na rua e ela apenas sorriu.

Sentei no colo dela e já fui beijando e em menos de um segundo as duas mãos dela já estavam no meu bumbum, mas o que ela queria mesmo era o meio.

Com meu collant praticamente todo enfiado, não como o outro mas bastante, ela pelo meio, passava a mão por toda a extensão e fazia bastante pressão na parte da frente, em pouco tempo perdi o controle e comecei a gemer. Ela realmente sabia onde tocar. Ela não enfiava o dedo, achou um cantinho um pouco mais pra cima, percebi que era isso que eu raspava no tapete e somente nessa hora entendi que era o lugarzinho mágico do prazer. Ela movia os dedos ali com força, cada vez mais rápido, perdi as contas de quantas vezes me tremi toda…

Não poderíamos ficar muito ali por que minha tia ainda estava em casa, ficava tomando conta do meu irmão.

De noite pra dar boa noite passaram a ser beijos, no dia seguinte também.

Na sexta feira, eu estava ansiosa pra sentir mais prazer com meu paquera mais velho. Só que ele não estava no ônibus como de costume.

Passei a semana toda achando que algo tinha acontecido mas aproveitei com minha mãe pra aliviar a vontade. Ela como sempre, sabia o que eu estava pensando, e na próxima sexta:

– Acho que essa sexta ele aparece..
– É… Mas como você sabe?
– Sou tua mãe, minha obrigação é saber… Fica tranquila.

Me deu um beijo e me largou no ballet.

Durante a aula, a professora falou que meu shorts estava muito curto, pediu pra eu logo arrumar outro, vi no espelho que realmente, parecia menor, dei uma boa olhada, com esse collant menor, a marcação que ele fazia por estar todo enfiado ficava bem redondinha acompanhando os lados do bumbum, na parte da cintura, o shorts não chegava até em cima mas estava tão enfiado quanto o collant. Ficando um dedo da meia aparecendo e embaixo, quase dois dedos da polpa da minha bunda estavam já de fora, eu não me sentia maior, mas, será que meu bumbum tinha crescido ainda mais?

Me enchi de prazer ao ver aquilo, fiz o resto da aula de sorriso de orelha a orelha quase sem controlar o que eu sentia, se não encontrasse o moço no ônibus, teria que me aliviar de algum jeito.

Fui para o ponto pensando nele e olhando para o chão, não perderia o ônibus por conta das senhorinhas do mercado, mas uma buzina me fez olhar pra frente.

– Vem Bia! Te dou carona…

Era ele!

Na hora entrei no carro, bati a porta, sem noção do perigo de entrar no carro de um estranho, logo atrás já vinha meu ônibus buzinando.

– Passei semana passada mas você já não estava.
– Desculpa…
– Não precisa se desculpar linda.
– De quem é esse carro?
– Um amigo me emprestou, não posso mais ir de ônibus.
– Por que não?
– Melhor não contar…
– Pode falar! Eu vou entender.
– Me viram com você e não gostaram, aí tive uns problemas com eles, mas meu amigo me emprestou esse carro até o final do mês e depois vou ter que comprar um usado pra mim.
– Desculpa..
– Minha linda, não precisa se desculpar.

E me deu um beijo.

De sexta eu sempre usava mini saia pra facilitar de ele passar a mão e não demorou muito pra ele ficar com a mão na minha coxa o tempo todo. Alisando desde baixo até bem no meio, e ficava me pressionando por um tempo. Eu adorando. Estava com saudades.

– Queria passar em um lugar antes de te deixar em casa, como estamos de carro, vai dar tempo de passar antes de te deixar sem que você se atrase, pode ser?
– Se eu não me atrasar, tudo bem.

Reconheci o lugar, ele estava entrando no estabelecimento no prédio dele.

O carro fazia um imenso barulho de assobio quando virava os pneus e um super eco ao andar.

– Pronto, temos alguns minutos.

Na hora olhei pra ele, olhei para os lados, minha vontade era subir no colo dele mas não queria parecer desesperada.

– O que você quer fazer, Bia?
– Não sei, o que você quiser..
– O que eu quiser?
– É.
– O que eu quiser mesmo?
– Sim, só não posso demorar.
– Tá bom!

Ele pôs a mão na sua calça, deu uma ajeitada e já foi me beijando e pondo a mão na minha bunda. Eu aos poucos fui erguendo e indo na direção dele e foi ficando mais fácil pra ele por a mão no meio e ir pressionando meu collant como sempre.

– Seu bumbum é lindo!
– Obrigada.
– Quer subir no meu colo?
– Quero.
– Só espera um pouquinho, deixa eu fazer uma coisa.

Ele abriu a calça e colocou o membro dele pra fora, que loucura, aí me ergueu e colocou em cima dele..

– Assim está bom?
– Está ótimo!
– Não tem nenhum problema de eu ficar assim?
– Não, está gostoso.
– É uma safadinha mesmo, igual tua mãe, aquela delícia.

Eu só ri e beijei ele, não queria dizer que ficava antes sentada assim no meu pai, e que o do meu pai era maior, fiquei chateada ao ouvir da minha mãe, mas gostava do jeito que ele me tratava.

Sentada já mexia pra frente e pra trás, estava adorando sentir aquilo e enquanto isso ele fazia pressão no meu collant já freneticamente na parte de trás com uma mão e apertava meu bumbum com a outra, a saia já estava na cintura.

– Que delícia essa safadinha, queria pegar tua mãe desse jeito.

Eu não gostava muito dele falando da minha mãe, dava ciúmes, mas gostava do jeito que ficava mais safado. Essa parte me dominou e deixou toda louca.

– Rebola safada! Tá uma delícia! Como eu queria estar também com sua mãe no colo assim!
– Queria é!? – fui entrando no jogo dele pelo tesão.
– Queria! Aquele bundão gostoso – e me apertou forte o meu como queria fazer com o dela.
– E o que mais?
– O que mais?
– Sim! Conta!
– Queria sentir de novo aquela buceta assim. – e pressionou dois dedos em mim e cheirou.
– O que mais?
– Queria poder comer ela gostoso bem no meu colo igual você está!

Senti o membro dele tomando o lugar dos dedos fazendo pressão na frente, parecia que ia furar meu collant, estava uma delícia. Comecei a gemer muito alto e ele tampou minha boca.

– Queria poder comer você sua delícia.

Eu não sabia o que era comer, então só continuei gemendo.

– Queria pôr meu pau nessa bucetinha gordinha.

Ainda era linguajar que eu desconhecia e continuei gemendo.

– Queria te deixar toda meladinha pra voltar pra casa pingando.

Isso eu conhecia, então respondi:

– Então deixa!
– Deixa é?
– Deixa!
– Quer voltar meladinha pra casa?
– Quero!
– Quer sair toda pingando?
– Quero muito!
– Tua mãe não vai brigar?
– Não vai não! Pode melar!
– São duas safadas mesmo! Meu Deus do Céu!
– Vai! Mela! – e rebolava mais forte!
– Vou melar mesmo sua safada!
– Pode melar! Eu gosto! – já sentia o collant esfolando as laterais da minha bonequinha, doía muito.
– Gosta é safada?
– Amo!
– Vou melar você feito uma puta, vai gostar?

Não sabia o que era puta, mas respondi:

– Mela!
– Igual puta?
– Igual puta! Vai logo!
– Nossa que delícia!! Tá bom!

Aquele troço pressionando meu collant estava doendo demais, sabia que logo ao invés de prazer seria só dor por que só aumentava, mas não queria parar.

Ele ficou em silêncio, abaixou um pouco o banco dele, me segurou pela cintura e começou a bombar, via o membro dele até entortando, e os dois gemendo, ele já não tampava minha boca, só bombava, quando eu comecei a tremer ele arregalou ou olhos me olhando e logo fechou os dele e realmente me melou toda.

Os dois caímos pra trás, moles, ficamos um tempo assim até que ouvimos barulho de assobio de outro pneu, era mais gente chegando. Desci do colo dele e fui pro meu lugar, ele logo ligou o carro e foi já saindo do prédio.

Antes de eu me sentar completamente, coloquei a mão para ajeitar meu collant que estava enterrado na frente. Estava realmente muito melado. Puxei as laterais pra ajeitar e com a mão como uma espátula, raspei tudo o que pode do melado e ele olhando me viu levar tudo na boca.

– Que safada do caralho! Hoje é o melhor dia da minha vida!

Eu só ri, não ajeitei minha saia então estava ainda na cintura, ele logo foi com a mão no meu bumbum que mesmo sentada estava bem empinado atrás!

– Você é muito gostosa Bia!
– Obrigada!
– Uma delícia mesmo!

E vi o membro dele subindo, ainda estava para fora da calça.

– Pega nele um pouco.
– Pegar??
– É! Segura.

E sem demorar, segurei. Passei um pouco a mão e apertei.

Quando eu apertei, saiu mais uma babinha, então passei o dedo e coloquei na boca.

– É o melhor dia da minha vida! Que delícia!

Eu era toda sorriso, voltei com a mão e fiquei apertando tentando fazer mais babinha pra levar na boca até em casa. Não tinha mais onde parar. Então chegando em casa, ajeitei a saia, dei um último beijo nele e saí.

Entrei em casa toda sorridente e minha mãe:

– Não falei que ele iria aparecer!

Dei um abraço nela e fui pro banho. Quando saí ela estava lavando roupa, como de costume, coloquei um maiô e o outro shortinho Lycra cortado e fui lá ver o que ela falava do collant.

– Substituiu o cavalinho do seu pai é?
– É!
– Ficou só nisso?
– Que bom, é perigoso, onde foi?
– No carro dele, no estacionamento.
– Que delícia, ops, que loucura! Melhor não fazer mais isso não! Mas ainda bem que após as férias vai mudar pra a outra turma.
– Férias?
– É, Bia, semana que vem é o ensaio da apresentação a tarde toda já e depois férias.
– Não vou ver mais ele?
– Não meu amor. Desculpa, achei que você sabia.

Saí correndo pro quarto chorando, minha tia viu e fui grossa com ela falando pra sair, depois foi minha mãe.

– O que posso fazer pra te animar?
– Nada! Eu quero ele!
– Mas vão ter outros Bia, e tem eu!
– Mas você não é igual!
– E teu pai?
– Meu pai?
– É
– Agora ele só quer saber da tia.
– Aquele safado! Não sabia filha, achei que ele estava te dando atenção. Quer que eu saia com a tia de casa?
– Quero!
– Tá bom, se você melhorar essa cara e me dar um beijo semana que vem saio com ela!
– Tá bom.

E comecei a dar beijinhos sem graça na minha mãe até ir me soltando, logo ela já estava com a mão no meu bumbum aproveitando o tanto que ele estava enfiando e os três dedos que sobrava de bumbum pra fora, assim que estava me empolgando ouvi:

– Bonito né? E da tia tem vergonha de morder o bumbum! Não gostei de brincarem sem mim!

Era minha tia no quarto, já até com a porta fechada atrás dela…

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10 Comentários

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  • Responder Abusador nato ID:89cszotcd3

    Bianca eu amo esse nome,tô batendo uma punheta bem gostosa pensando em vc , diz ai sua idade e como vc é. Para esporrar muito mais pensando em ti por favor.

    • BiancaN ID:2ql0274zm

      É só ir lendo os próximos 😊

  • Responder Biazinha ID:6stz27xu8m

    Que delicia !

  • Responder A ID:1daun3gzrc

    Cadê o resto?

    • BiancaN ID:2ql0274zm

      Ninguém nunca pediu pra falar sobre as meninas 😌
      Tenho um monte de histórias sobre rss

  • Responder Bb ID:7bteitf49c

    De tanto falar mela melou foi minha buceta

  • Responder admirador ID:41ii2spft0c

    melhor autora! continue nos contando tudo!!

  • Responder Fabio ID:muiw19fii

    Que idade ela tem?

    • Macho Alfa ID:19p3wwt0j

      8 anos

  • Responder Anônimo ID:1ien0g8k

    Massa

    Tele breno_rafel9