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Meu filho se mostrou tarado por mim – submissões, dependência e proposta definitiva

5256 palavras | 84 |4.65
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Oi, lindos e lindas.

Em breve, contarei porque fico muito tempo ausente.
Mas saibam: não vou abandonar vocês nunca, afinal não se abandona quem respeita nossa história.

Infelizmente, falta pouco para essa história chegar aos dias atuais e, lamentavelmente, terminar. Mas quando isso vier a ocorrer, avisarei previamente a vocês.

Agradeço aos vários e vários e-mails que tenho recebido. Vocês são tão carinhosos que nem sei se sou merecedora do mínimo do carinho que vocês me dão. Amo muito vocês e respondi já a todos. Podem me mandar mais mensagens:

[email protected]

A quem infelizmente vem atrás de veracidades ao invés de contos eróticos, aconselho programas jornalísticos de investigação. São muito bons!

Continuando…

Passada a gozada, eu fiquei um pouco, sei lá, constrangida de estar ali diante do meu marido numa cena daquela. Mas ele, por sinal, estava com um semblante que denotava incredulidade e satisfação. Lucas estava bem macho, limpando o pinto no meu rosto e nos meus peitos, enquanto conversava com o pai como se eu nem estivesse ali. Gostava dessa sensação de ter meu filho me tratando como um mero objeto sexual. Eu me molhava toda só de pensar.

Quando eu ia me levantar, ele ainda me mandou dar uma lambida em seus ovos – o que eu fiz com o maior prazer. Depois, encarei meu marido, que também me encarou, e não sabíamos o que dizer um para o outro. Assim que eu estava saindo, pelada, do quarto, Lucas ainda me deu uma generosa dedada no cu, chamando-me de puta. Aquele moleque era o exemplo máximo da perversão sexual.

Chegando ao quarto, confesso que me senti constrangida e, de certo modo, insegura quanto à forma de agir. Mas Maurício não me deu chance de deixar essas sensações ruins crescerem. Ele já veio para cima de mim com um tesão descontrolável, como eu nunca o tinha visto antes. Ali, ficava cravado que ele tinha se excitado ao extremo com a ideia de ser corno (com o toque a mais: corno do próprio filho). Ele veio me abraçando com tanto gosto, com tanta vontade que parecia uma cobra quando quer matar sua presa por sufocamento. E começou a lamber meu pescoço e a dar pequenas mordidas que, até então, nunca havia dado. Confesso que fiquei feliz em vê-lo daquele jeito, afinal era uma prova de que tudo não só estava bem, como também ele havia curtido essa nova situação que Lucas e eu tentamos esconder a todo custo.

Acho que foi ativado o fetichismo dele que estava bem oculto: o de ver a esposa na cama com outro homem – ainda que esse homem fosse o próprio filho. Ele me deu um beijo na boca tão molhado como nunca havia me dado nem mesmo na nossa melhor transa. Perguntei se ele não queria que eu fosse escovar os dentes – afinal estava com gosto da porra de Lucas na boca –, mas ele rechaçou logo essa ideia. Antes que alguém pense o contrário, não é porque se trata do meu marido, mas acho que não era nenhum desejo homossexual, mas sim a vontade de se entregar à perversão sem quaisquer amarras sociais. E eu me entreguei a ele, sem qualquer culpa ou questionamento.

Porém, caros e caras, não é corujice materna, mas uma mulher que se entrega a Lucas não consegue ter prazer semelhante com nenhum homem (eu creio). Pelo menos, não com meu marido. Maurício estava, sim, cheio de tesão e com um desejo voraz de sexo como eu não tinha visto em todo nosso tempo de casamento, mas nada que chegasse aos pés da pegada de Lucas. Meu marido vinha com desejo e, ora ou outra, chamava-me de gostosa, de delícia e coisas do tipo (ousou até a me chamar de gostosa, coisa que ele nunca tinha dito em todo nosso tempo de sexo). Já meu filho, a essa altura, com certeza estaria me dando um tapa na cara forte para eu saber meu lugar, cuspindo na minha boca e me xingando de tudo que eu tenho direito. Gostosa e delícia eram coisas bem infantis para meu bebê, já tão acostumado a me chamar, no mínimo de puta do caralho e me mandar tomar no cu como se fosse a coisa mais normal do mundo (e vindo dele, para mim, era).

Não vou contar aqui o que houve no meu sexo com Maurício, até porque não foi nada mais, nada menos que o trivial – além do mais, o que interessa aqui é minha relação com Lucas. Só preciso mencionar que ele teve ainda a tentativa de me dar um pequenino tapa no peito, que para ele era o máximo, sem nem ter a ideia de que Lucas já havia espancado meus seios e torturado meus mamilos. Ao final, ele apenas disse, bastante satisfeito, como aquilo tudo era loucura. Quando o questionei se estava gostando, ele apenas disse que era a melhor coisa do mundo. Para ter ideia, ele havia acabado de gozar e já estava de pinto duro só de eu perguntar isso.

No dia seguinte, meu marido foi trabalhar como de costume e eu me levantei alguns minutos após o habitual. Estava apenas de baby-doll e me dirigi à cozinha. Quando passo, vejo Lucas na sala, deitado pelado no sofá e com as pernas abertas, sendo uma apoiada no encosto. Tudo isso enquanto pegava no pinto com vontade. Que cena linda e excitante! Assim que ele me viu, já me deu um verdadeiro bom dia.

– Bom dia, sua puta do caralho!
– Essa é a forma de dar bom dia à mãe? – perguntei toda cínica.
– Vá tomar no seu cu!
– Safado!

Fui até ele e lhe dei um beijo de língua bem gostoso. E já emendei:

– A mamãe está tão orgulhosa de você ter se mostrado um macho alfa de verdade, meu filho.
– Gostou mesmo, mãe?
– Mas é claro. Você se mostrou um homem de verdade, que luta pela mulher que tem.

Ele voltou a me dar outro beijo de língua, todo orgulhoso do que eu havia dito. Confesso a vocês que, para mim, Lucas era meu namorado de verdade. Não pensem que quando eu falava sobre ser namorada dele era brincadeira, não. Era sério, sério mesmo. Eu me sentia namorada de meu filho e fazia de conta que meu marido era apenas um caso passageiro. Se fosse para escolher, com certeza eu escolheria viver uma relação apenas com Lucas, sem sombra de dúvidas.

Fui preparar o café e Lucas veio atrás de mim, perguntando-me:

– O corno te comeu, mãe?
– Comeu, meu amor.
– Eu vou pensar em alguma coisa. Não quero ele te comendo, não.
– Mas, Lucas, seu pai é meu marido.
– E eu sou seu namorado, sua cachorra do caralho.
– Eu sei, meu amor. Mas o que é que eu posso fazer?
– Pense em alguma coisa e vá tomar no seu cu, mãe.

Sem se dar por satisfeito, Lucas ordenou:

– Ajoelhe-se, cachorra, e venha chupar minha pica.

Não pensei duas vezes: ajoelhei-me diante dele e chupei com gosto seu pinto, depois pegando nele por inteiro, levantando-o para poder chupar seus ovos. Lucas estava delirando, quando, de repente, chamou-me para irmos para a sala. Eu já estava ajeitando os cabelos e me levantando, quando Lucas me recolocou no chão e ordenou, com o dedo na minha cara:

– A senhora é uma cachorra e vai ser tratada como cachorra hoje. Vai para a sala, mas é de quatro.

Como eu tenho cabelos longos, ele puxou-os como se fosse uma coleira e eu fui até a sala de quatro, feito uma cachorra mesmo. Acho que minha buceta conseguiria encher uma caixa d’água de mil litros tamanho o tesão que senti naquela hora. Amava ser tratada dessa forma por Lucas. Ficava louca quando ele me fazia de objeto sexual e me tratava sem qualquer respeito e com depravações. Só não falava isso sempre a ele porque adolescente tem um ego que ninguém controla. Confesso que queria que Lucas me tratasse daquele jeito para sempre. Dá tesão só de digitar e pensar naquele dia.

Meu cabelo era a coleira dele que ele puxava sem dó nem piedade. Enquanto eu estava andando de quatro, ele dava cada puxão com força que parecia que iria arrancá-los, tudo isso por perversidade sexual. A cada puxão, umas gotas de mel emanavam da minha buceta. Quando chegamos à sala, Lucas sentou-se no sofá, de pernas abertas, e eu ainda de quatro me posicionei em frente a ele e comecei a mamá-lo. A essa altura, eu também já estava pelada, com meu bundão empinado. Acho que isso deu um estalo na mente pervertida de meu filho (vocês bem sabem que o espírito da perversão habita aquele corpo adolescente de meu garoto).

No braço do sofá, estava o controle da TV. Como é moderno, era mais compacto, mais fininho. Assim que vi, olhei de lado e nem fiz grande caso: continuei a chupar o pinto de Lucas. Para mim, que já havia sentido no cu o pinto de Lucas sem lubrificação, marcadores de texto e até o câmbio do meu carro, um simples controle compacto não seria grande coisa. Percebendo isso, Lucas descartou essa ideia e começou a correr os olhos pela sala, até que ele viu o controle do home theater, que era um pouco maior e mais largo. Bateu o olho e sorriu maliciosamente. Em seguida, ordenou:

– Vá pegar o controle do home!
– Lucas, não! Ficou louco? Quer me matar de vez, é? – falei, gritando, estressada, enquanto me levantava.

Vendo aquilo, Lucas, mais que rápido, catou-me pelos cabelos e me recolocou de quatro. Em seguida, cuspiu na minha boca e, com o dedo na minha cara, foi direto ao ponto:

– Eu pedi sua opinião, sua puta do caralho?!
– Mas, Lucas, dessa vez não vai ter como.
– Volto a perguntar, sua cachorra: eu pedi sua opinião?

Eu fiquei calada, de cabeça baixa. Lucas me puxou pelos cabelos, olhos bem na minha cara e voltou a perguntar:

– Responda, porra: eu pedi sua opinião, sua pau no cu do caralho?
– Não.
– Então, tome no seu cu e vá pegar o controle agora.

Eu, novamente, ia me levantar para pegar o controle quando Lucas, mais uma vez, catou-me pelos cabelos e me colocou no chão.

– Vá de quatro, porra!

E lá fui eu, de quatro e rebolando pegar aquele controle e entregar àquele macho escroto que era meu filho. Voltei com o controle entre os dentes (uma típica cachorra literalmente) e o entreguei a Lucas. Ele ria, todo senhor de si, enquanto balançava aquele pinto. Voltei a chupar meu filho e ele pegou o controle e o lubrificou com o mel de minha buceta.

– Está vendo, sua piranha. Por mais que a senhora não mereça, eu lubrifiquei o controle antes de enfiá-lo no seu cu.

Eu permaneci calada, afinal estava com a boca ocupada pelos ovos de Lucas no momento. De repente, sinto-o abrindo as bandas da minha bunda e forçando a entrada daquele controle largo no meu cu. Com certeza não entraria, mas Lucas não se daria por vencido. Ele continuou forçando e eu me agarrei em suas pernas tamanha dor que já estava fazendo, mas não entrou nem um milímetro.

– Caralho, mãe! Seu cu está mais apertado hoje.
– Está vendo, meu amor. Não vai entrar. Desista disso, por favor.
– Desistir uma pica, sua puta!

E voltou a forçar e eu a me agarrar em suas coxas. Como Lucas viu que não entrava (era bem mais difícil que o câmbio e que os marcadores de texto), Lucas cuspiu bastante em sua mão e me obrigou a também cuspir. Ele, então, lubrificou bem o meu cu com a mão transbordando saliva. Em seguida, voltou a forçar o controle no meu rabo. Ele forçava, doía demais, mas não entrava nada. Até que ele abriu ainda mais a minha bunda e forçou com uma certa rispidez, o que fez o controle entrar quase nada.

Foi quase nada, mas a dor foi tão forte que gritei sem nem me importar se algum vizinho escutaria e ainda cravei minhas unhas nas coxas de Lucas, fazendo com que um filetizinho de sangue pingasse. Sem pensar nas consequências, levantei-me e saí correndo. A dor foi tão grande que saí na varanda e dei a volta pela garagem sem nem me importar que alguém na rua poderia me ver pelada. Lucas veio atrás de mim com o controle na mão. Dei a volta na casa e voltei para a sala, deitando-me no sofá. Lucas chegou em mim, olhou bem na minha cara e disse:

– Não vá pensando que isso vai ficar assim, sua arrombada do caralho. Eu não te como mais até esse controlar entrar no seu cu.
– Não, meu amor. Não faça isso. Tente de novo, por favor.
– Não.
– Por favor, amor. A mamãe jura que vai ficar quieta para você enfiar tudo.
– Não, mãe. A senhora tem que aprender que quem manda na senhora sou eu.
– Mas eu sei disso. Você manda em mim.
– Aprenda com seu erro, mãe.

E saiu rumo a seu quarto, trancando-se lá. Nessa hora foi que vi como Lucas me tinha como uma verdadeira cadela em suas mãos. Fui até a porta do quarto dele implorar para ele voltar atrás em sua decisão. Mas Lucas estava irredutível em não aceitar.

Queridas e queridos, vocês entenderam bem a situação? Estava eu pelada, na porta do quarto de Lucas, implorando mesmo para ele enfiar o controle do home theater no meu cu para me fazer me contorcer de tanta dor. Tudo isso só para ele não deixar de transar comigo. Eu estava dependente daquele moleque arrogante que pus no mundo.

Algum tempo depois, Lucas saiu do quarto todo vestido. Perguntei aonde iria e ele me disse que à casa de um de seus amigos. Que contraste: Lucas todo vestido e eu totalmente pelada! Eu o interceptei e comecei a beijar desesperadamente a sua boca, pedindo que ele me desculpasse. Mas Lucas, como sabia que eu estava em suas mãos, conseguia me torturar. Ele, todo frio, afastou-se de mim e mostrou algo que estava em suas mãos: esperma.

Como já falei, ele e eu tínhamos um combinado que o esperma dele jamais seria desperdiçado. Ou eu engoliria tudo ou ele depositaria em mim. Mas desperdiçado jamais poderia ser. Lucas, dotado de muita perversidade, mostrou-me a mão cheia, foi até a cozinha, abriu a torneira e lavou-a, rindo bastante de mim, que implorava para ele dar tudo para eu engolir. Juro que fiquei revoltada por ele ter desperdiçado todo seu sêmen.

Lucas me deixou lá toda desesperada e foi à casa de seu amigo, aqui no mesmo bairro. Eu comecei a lhe mandar mensagens pedindo desculpas e ele só me respondia mandando-me tomar no cu. Confesso que eu já estava sentindo o poder negativo da abstinência de sexo com Lucas. É tanto que fiquei ultraestressada em casa, a ponto de gritar com Maurício como eu nunca tinha gritado nem nas nossas maiores discussões. Meu marido até me perguntou o porquê de eu estar assim, mas não lhe disse, afinal era intimidade de casal que só interessava a Lucas e a mim.

Meu marido ainda foi conversar com Lucas, que lhe respondeu que mulher tem que ser tratada com rédea curta (um filho adolescente dando conselhos para o pai de como tratar a mãe). Maurício sabia bem que estava cada vez mais rebaixado diante de Lucas e Lucas sabia que cada vez mais era o homem da casa. Maurício evitou se meter no nosso conflito.

No dia seguinte, fui à escola de Lucas pegá-lo na hora da saída. Ele estranhou me ver por lá, despediu-se dos colegas e veio na direção do carro. Os demais pais e mães, por mais que tivessem boas condições, achavam-me a mais riquinha e metida das demais mães. Também não era para menos, afinal eu só saía extremamente bem arrumada e não conversava muito, mantendo-me séria grande parte das vezes. Eu também sabia que despertava ciúmes, principalmente porque alguns pais vinham com gentileza me cumprimentar e eu respondia com bastante educação, mas sempre com um ar sério.

Lucas veio, entrou no carro e eu dei a partida. Estava eu toda arrumada, vestido longo, óculos escuros e cabelo preso em um rabo de cavalo. Uma tênue linha entre corpo de mulher fatal e decidida com cabelo de adolescente líder de torcida americana. Lucas, de imediato, perguntou:

– Por que veio me pegar, mãe?
– Amor, por favor, desculpe a mamãe. Eu prometo que não vou fazer mais aquilo.
– Não, mãe. Por enquanto, nada feito.
– Por favor, amor. Abra o porta-luvas.

Ele abriu e lá estava o controle do home theater enrolado na primeira calcinha que ele punhetou em minha homenagem. Ele gostou de ver aquilo, mas permanecia irredutível. Pessoal, nessa hora eu vivenciei algo que até então eu não entendia. Achava o cúmulo ver como muitas meninas, muitas vezes lindas, humilhavam-se diante de homens escrotos, arrogantes. Mas, podem crer: eles têm um fascínio que nos deixam loucas. Eu estava totalmente dependente e submissa ao meu filho adolescente, arrogante, com aquela cara de adolescente cheio de tédio, metido e que me humilhava como ninguém. E continuei:

– Meu amor, me diga onde você quer ir que a mamãe te leva agora.
– Quero ir para casa, mãe.
– Não, meu amor. Diga onde você quer ir, é sério. Quer um motel? Aquele terreno? Quer transar na rua, em algum lugar bem movimentado? Quer na casa de seus avós? Escolha que eu vou agora com você.
– Não, mãe. Quero apenas ir para casa.

Nessa hora, eu explodi de vez, talvez pela abstinência de sexo com Lucas que já estava afetando minha racionalidade:

– Que porra, Lucas! Vai ficar me torturando até quando? Já não basta o castigo que você está me dando? Pare com isso, seu porra arrogante! Volte a me comer, por favor.

Nessa hora, Lucas se virou para mim, deu-me um tapa na cara e torceu o bico do meu peito direito.

– Olhe aqui, sua piranha: veja como a senhora fala comigo. Se me obedecesse como deveria, não estaria assim. É bom a senhora saber que quem manda na senhora sou eu. Se soubesse se portar como uma cachorra de verdade, eu ainda te daria pica na buceta e no cu todo dia. Até que aprenda a ser minha cadela de verdade, não vou te comer, sua arrombada.
– Mas eu juro que já aprendi, meu amor. Por favor, desculpa.
– Pegue esse controle e enfie na sua buceta ou mande o corno arrombar seu cu. Minha pica a senhora não recebe tão cedo.

Eu estava perdendo o controle de verdade. Era muito tesão acumulado e eu já tinha toda a noção de que Lucas mandava em mim. Até que vi, depois de muito me desesperar, que Maurício bem que poderia me ajudar nessa missão. Contei tudo a ele (meio sem jeito) e ele ficou perplexo, mas também bastante excitado (até demais mesmo). Como Maurício já havia se tornado uma figura secundária dentro de casa, topou me ajudar na hora.

No dia seguinte, já à noite, Maurício chamou Lucas no nosso quarto. Assim que meu filho entrou, viu-me deitada de bruços totalmente pelada. Meu marido foi conversar com ele e disse:

– Sua mãe já me falou o que aconteceu e você já percebeu bem como ela está.
– Sim, pai. E o que é que tem?
– Vá pegar o controle. Eu vou segurar a sua mãe.

Lucas ficou radiante com a fala de meu marido. Ele olhou para mim e eu estava com uma cara de puta, mas também de arrependida por ter contrariado meu filho por tanto tempo. Lucas correu até a sala e voltou em menos de dez segundos com o controle na mão. Meu marido aumentou bem o volume da televisão, já prevendo os gritos que viriam em breve. Na sequência, Lucas disse:

– Tem que lubrificar seu cu, mãe.
– Não, meu amor. Vá sem lubrificação mesmo. Eu mereço por tudo que te fiz.
– Não, piranha. Eu vou lubrificar, mesmo sem a senhora merecer.

Nessa hora, Maurício tomou a iniciativa de abrir minha bunda e meter a cara no meio dela. Foi aí que Lucas rapidamente interveio:

– Saia daí, pai! Quem vai fazer isso sou eu.

Maurício saiu imediatamente. Lucas assumiu seu lugar e enfiou a cara no meu cu, lambendo-o como só ele fazia, penetrando a língua bem dentro. Eu gemia bastante, afinal meu homem estava voltando a fazer sexo comigo.

Na sequência, Maurício segurou bem firme as minhas mãos e Lucas pegou o controle, pressionando-o na entrada do meu cu. Eu me debatia, mas meu marido me segurava com força. Lucas, com um sorriso bem canalha, continuou forçando e sentia meu cu se abrir um pouco. Comecei a gritar muito, muito, muito mesmo. À medida que o meu cu se abria, Lucas enfiava o controle mais um pouco. Gritei bastante e desesperadamente. Meu marido, como nunca tinha visto algo do tipo, logo falou com meu filho:

– Para, Lucas! Sua mãe está com muita dor.

E nessa hora, eu tive de intervir:

– Cala a boca, Maurício! Ele não tem que parar nada. Continua, meu amor. Continua que a mamãe vai ter que aguentar. Ela merece. Não tem problema se doer, não. A mamãe tem que se fuder mesmo.

Era tudo o que Lucas queria ouvir. Ele, bastante sacana e orgulhoso por ver meu marido humilhado, forçou ainda mais o controle no meu cu. Gritei e esperneei tanto que não sei como desmaiei de dor. Vendo isso, Lucas deu uma cuspida no meu cu e terminou de enfiar tudo. Garanto a vocês: eu sei que é exagero, mas dor quase igual só senti quando fui dar à luz Lucas. Ou seja, só a dor do parto. É exagero, mas é só para mostrar que nunca havia sentido dor maior. Mas todo esse martírio vinha com uma altíssima carga de tesão. Amava esse tratamento que Lucas me dava, e tudo ficava ainda mais excitante com a conivência do meu marido.

Depois que tudo já estava dentro de mim, Lucas metendo e tirando o controle do meu cu até ficar plenamente satisfeito. Quando tirou todo o controle do meu cu, ele me catou pelos cabelos e disse ao meu marido:

– Pai, não venha com a gente dessa vez, não.

E saiu me arrastando pelos cabelos. Saímos do quarto, ele fechou a porta com meu marido dentro, pôs-me de quatro e, mais uma vez, fez meu cabelo de coleira. Ai como eu estava feliz e realizada naquele momento! Meu sorriso parecia que ia engolir minhas orelhas. Meu filho havia voltado a me dar prazer.

Ele foi me levando até a sala, tirou toda a roupa, sentou-se no sofá e eu, desesperadamente, caí de boca no seu pinto. Gente, nunca chupei o pinto dele com tanta vontade como estava chupando naquele dia. Fiz garganta profunda, lambi os ovos, pus todos na boca, lambi sua virilha, lambi seus pentelhos. Lambi seus pés, cada dedo, entre os dedos, a sola, o calcanhar. Depois, levantei, chupei seus mamilos, lambi seu umbigo, suas axilas, seu pescoço. Eu estava possuída de desejo por Lucas. Absolutamente, todas as partes do corpo dele me davam um tesão imensurável.

Lambi seu rosto, sua boca, sua língua, nariz, orelha, queixo, testa, bochecha, tudo, tudo, tudo. Ele, rindo, olhou bem nos meus olhos e disse:

– Está vendo o que eu te provoco, sua vagabunda?! Nunca mais ouse me contrariar, entendeu?
– Entendi, meu amor, minha vida, meu homem, meu gostoso, meu pauzudo, meu macho escroto, meu adolescente arrogante, metido, chato, canalha.
– E o que a senhora é minha, mãe?
– Sou sua puta, sua cadela, sua escrava, sua piranha, sua vagabunda, a mais arrombada das mulheres.

Ele, possuído também de tesão, virou-me no sofá, abriu minhas pernas e chupou minha buceta com tanto gosto que parecia que iria arrancar meu grelo. Depois, puxou meus pentelhos com força e meteu o pinto todo na minha buceta.

– Ai, caralho, que saudade dessa buceta, sua puta.
– Essa buceta que é mais sua do que do seu pai.

Ele me deu um tapa na cara e disse:

– Que é só minha! A sua buceta não é dele, é só minha.
– Isso, meu amor. É só sua. Afinal, o pinto do seu pai estava aí, mas eu fiquei desesperada porque só queria o seu.
– Agora sim, sua puta.
– E, além do mais, você saiu de mim através dessa buceta. Ela é mais do que sua por direito.

Lucas ficou doido quando me viu falar tudo isso, enquanto eu entrelaçava as pernas em suas costas. Ele metia forte, bem forte mesmo. Eu estava tão carente de sexo com meu filho que parecia que o pinto dele tinha dobrado de tamanho. Mas ainda estava sentindo falta de algo:

– Meu amor, xingue a mamãe. Fale aquelas coisas depravadas que só a mamãe pode ouvir, meu amor. Mamãe está com saudade.
– Está com saudade, piranha? Então implore.
– Por favor, gostoso. Xingue e deprave a mamãe, seu safado.

E aí a metralhadora falatória e obscena de Lucas desencadeou de vez:

– Mãe, sua piranha, cachorra, puta, vagabunda, prostituta de esquina, fudida, arrombada do caralho, bucetuda barata, cadela do cuzão!
– Ai, amor!
– Chupadora de pica, boqueteira, cadela das minhas punhetas, vadia sem valor!
– Ai, meu amor, a mamãe não está aguentando. Vou gozar, meu amor.
– Vá tomar no seu cu, vá se fuder, sua pau no cu do caralho.
– Ai, gostoso, ai, não vou aguentar.
– A senhora aguenta até controle no seu rabo, sua arrombada. Vá se fuder, vá tomar no seu cu, vá tomar no seu rabo, chupadora de rola.

Lucas enfiou a mão na minha boca, torceu meu mamilo esquerdo e cuspiu na minha cara. Depois, deu uma estocada tão forte que gozei, mas numa espécie de jato que parecia urina. Até Lucas se impressionou:

– Puta que pariu, sua pau no cu do caralho! Que tesão da porra a senhora estava!
– Isso é só uma prova de como sou doida por você, meu amor.

Ele, outra vez, catou-me pelos cabelos, fez-me ajoelhar diante dele e bateu punheta na direção da minha boca.

– Vai, goza, gostoso!
– Gostosa é a cabeça da minha pica, sua chupadora de rola do caralho.

Eu sorria bem puta e, de repente, sinto aqueles jatos fortes na minha boca. Ai que saudade que estava daquele gosto de porra jovem na minha boca. Voltei a me sentir mulher de verdade. Acabada aquela maratona de depravação, ficamos agarrados e pelados no tapete da sala, como dois namorados após a primeira transa intensa.

– Mãe, te amo, te amo, te amo! A senhora é a primeira e sempre será a única mulher da minha vida.
– Ai, meu amor. Que declaração linda para a mamãe! Também te amo mais que tudo, minha vida, meu mais puro e verdadeiro amor.
– Mãe, eu quero que a senhora seja apenas minha. Só minha mulher.
– Eu juro, meu amor. Serei só sua, sim.

Nesse momento, não sei por que razão, senti meu menino meio triste, como se estivesse um pouco inseguro, com medo de me perder. Logo, perguntei:

– Que foi, meu amor?
– Eu não sei, mãe. Às vezes, penso que um dia a senhora vai enjoar de tudo isso e querer acabar de vez com nossa relação.
– Jamais, meu amor. Jamais vou querer acabar com isso entre nós dois. Mas confesso que também penso a mesma coisa. Penso que um dia você vai enjoar e querer se casar com outra mulher e me deixar de lado.
– Nunca, mãe. Eu só quero a senhora como mulher. Só a senhora para sempre.

Mesmo diante de toda aquela conversa, via que Lucas ainda estava meio inseguro. Por mais que o homem banque o forte, somente nós, mulheres, conseguimos dominá-lo de vez. E eu falei:

– Meu amor, a mamãe nunca vai acabar com essa relação.
– Juro, mãe, que fiquei bem inseguro pensando isso.
– O que a mamãe pode fazer para você parar de pensar isso?
– Nada, mãe. É coisa minha mesmo. Depois passa.

Até que, de repente, uma vontade louca, forte e verdadeira tomou conta de mim. E perguntei:

– Vamos ter um filho?
– Mãe, pare com essa brincadeira.
– Lucas, eu sou uma mulher de verdade. Não brinco com essas coisas. Eu quero saber se estou com um homem de verdade ou com um adolescente mimado. E então?
– Mãe, por favor, não faça isso comigo.

Eu me ergui um pouco, olhei bem nos seus olhos e lhe falei:

– Lucas Garcia, eu não sou mulher de brincadeira. Quando você me pedia isso, eu logo cortava a conversa. Agora, sou eu quem está dizendo e homem nenhum me convence de nada que eu não queira. Eu quero ter um filho seu!
– Mãe…
– Você é um menino ou um homem? Se for um menino, quero ser sua namorada. Se for um homem, quero ser sua mulher, a mãe do seu filho. Não há prova maior de que queremos um ao outro para sempre.

Lucas, bastante emocionado e também incrédulo, apenas disse:

– Sim, mãe. Eu quero, quero muito ter um filho com a senhora.
– Então, meu amor, a mamãe aceita engravidar de você.

Essa história continua. Estou numa correria, mas não abandono vocês nunca. Quando essa história terminar, avisarei previamente para que ninguém fique sem resposta.

Beijos! Amo vocês!

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84 Comentários

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  • Responder Mariana Garcia ID:5pbaux7i20bi

    Oi, pessoal.
    Último conto enviado.
    Lembro: é a ÚLTIMA parte.

  • Responder Mariana Garcia ID:2ql4breqiq

    Só lembrando: JÁ ENVIEI O CONTO DE HOJE!
    Beijos a todos e todas!

  • Responder Pedófilo de BH ID:8ef2nnmt0i2

    Lero lero , essa porra é homem , o tal do daniel coimbra , só invertei de menino pra menina e de pai pra mae
    Esse conto é uma farsa , ilusao e todo mundo acreditando , nao existe mariana nenhuma

    • Talis ID:81rfgc3xib4

      Claro que e uma farsa animal quer realidade vai ver um documentário

    • Talis ID:81rfgc3xib4

      Quer realidade vai ver documentário

  • Responder Veado não ID:19mie6n2h5

    Quem escreve estes contos é o mesmo veado que escreveu “Lucas meu enteado”,”Pedrinho” e os contos da “Mamãe da Shaira”, ou seja,o autor é Daniel Coimbra,o Homossexual,identifico um veado de longe,basta ler apenas algumas linhas e lá está,às claras,a veadagem ,em alguns contos invertida e manifestada numa menina, no conto da Shaira
    Ass:John Deere,Matador deVeados

  • Responder Mariana Garcia ID:2ql4breqiq

    Mais uma vez: NOVO CONTO ENVIADO PARA POSTAGEM!!!
    Se possível, leiam-no!

  • Responder Mariana Garcia ID:2ql4breqiq

    Oi, pessoal! Enviei o conto para postagem.
    Mais tarde, ele estará aqui.
    PS. Não morri, ninguém tem face da Lavínia, nem meu, nem do Lucas nem de ninguém.

  • Responder Hjo ID:81rd3mjkqjr

    Ela deve ter morrido

    • Thiago e família ID:gsu9tbe423

      Ele que morreu eu tenho o face da Lavínia a amiga que ele transou

  • Responder Maria de Adelson ID:45xxp0l1k0c1

    Estamos a dois meses sem continuação

    • Thiago e família ID:gsu9tbe423

      Ele deve ter morrido ou largou a mãe pra fica com a Lavínia ou é toda mentira,já cansei

  • Responder Pedófilo de BH ID:8ef2nnmt0i2

    Lero lero

  • Responder Wallace Viccenso ID:8cipwbft0dm

    Posta mais por favor estou ansioso pra saber a continuação

  • Responder Hjo ID:81rd3mjkqjr

    Volta logo

  • Responder Manoel ID:45xxp0l1k0c1

    Oh Mariana, cadê vc, eu vim aqui só para te ver

  • Responder Maria e Carlinhos ID:45xxp0l1k0c1

    Opa, temos expectativa desta semana vir um novo conto, vamos aguardar

    • Thiago e família ID:gsu9tbe423

      Eu tenho um face de uma Lavínia que namorou o Lucas acho que é a menina que ele transou junto com a mãe

  • Responder João ID:45xxp0l1k0c1

    Vamos aguardar…

  • Responder Thiago e família ID:gsu9tbe423

    O Lucas deve ter arranjando outra se ele existe ainda

  • Responder Rebelk ID:83100j6s431

    Gente , acabou por aí?

  • Responder Hjo ID:81rd3mjkqjr

    Nao vai ter mais?

  • Responder Thiago e família ID:gsu9tbe423

    Acho que não vai ter continuação acho que não existe nenhum Lucas tô começando a duvidar dessa história

    • imortal ID:bemkjxspm19

      mas tem que ser muito inocente para acreditar que essa história é real, do conto 5 em diante já tava escancarado que nada disso era verdade e o autor mostra a cada conto que se perdeu.

    • Caça Fakes ID:on93x7j6i95

      Mas tu é uma besta mesmo, só percebeu agr kkkkkkkkkkkkkk

  • Responder Nei ID:830y3wp8rim

    Kueria muito ver um vidio seu meteno com o lucas você deve ser muito gostosa

  • Responder Marta e Carlin ID:45xxp0l1k0do

    Calma, esse desespero é sindrome de abstenção dos contos da Mariana, calma, se controlem, vai ter mais

    • Thiago e família ID:gsu9tbe423

      Duvido vc conhece ela

    • Thiago e família ID:gsu9tbe423

      Acho que o Lucas deve ter morrido ou é tudo mentira

  • Responder Renatin ID:gqauf4t0an

    Cabou familia, perdemo kk

    • Thiago e família ID:gsu9tbe423

      Também acho o Lucas deve te morrido ou arranjada outra ou ela tá querendo nos fazer de bobo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Responder Thiago e família ID:gsu9tbe423

    Acho que não vai ter continuação

  • Responder João ID:45xxp0l1k0c1

    Não vamos perder a esperança meu povo

  • Responder Hjo ID:81rd3mjkqjr

    Cade o conto?

  • Responder Nei ID:830y3wp8rbi

    Cade você gravida kuero ver os novos contos com fotos

  • Responder Hjo ID:81rd3mjkqjr

    Cade o conto

  • Responder Thiago e família ID:gsu9tbe423

    Ou o site não aceitou a continuação ou ela não fez

  • Responder Eu mesmo ID:8kqvjnvzrd5

    Cadê o conto novo?

  • Responder Thiago e família ID:gsu9tbe423

    Acho que o site não aceitou o novo conto tô curioso e até agora o site não liberou até agora

  • Responder Thiago e família ID:gsu9tbe423

    Nada do novo conto estamos curiosos

  • Responder Marcos ID:45xxp0l1k0bq

    Nada de conto, só nos resta esperar…

  • Responder Marta e Carlinhos ID:45xxp0l1k0do

    Opa, novo conto, vamos aguardar

  • Responder Thiago e família ID:gsu9tbe423

    Ainda não foi liberado responda nossos email

  • Responder Mariana Garcia ID:1dak5vpd9jr

    Pessoal, novo conto hoje!!!!
    Aguardo vocês

    • rats ID:8ciplmjpv11

      to esperando mariana

    • Thiago e família ID:gsu9tbe423

      Eba responde meus emails

    • Thiago e família ID:gsu9tbe423

      Viva

    • Nei ID:830y3wp8rbi

      Cade o novo conto amiga

    • Nei ID:830y3wp8rbi

      Tamos esperando novos contos mariana você já tá grávida e como seu marido corno suporta ver você com outro macho

  • Responder Nei ID:830y3wp8rbi

    Kuero ver você gravida manda fotos de você

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