# #

Como tudo começou

778 palavras | 12 |4.77
Por

Vou contar como começaram meus fetiches sexuais, incesto e exibicionismo.

Olá, sou Bianca, sou separada e tenho uma filha. Recentemente com meus namorados todos têm dado a entender que não gostam dos meus fetiches, aí descobri esse site.

Vou contar tudo desde o início, conforme lembro e tentar separar por “tópicos” para facilitar.

Quando eu era bem pequena, já nasci bundudinha, e meu pai por isso não me deixava sentar no colo de mais ninguém. Não me lembro muito bem a idade que eu tinha, mas um dia, sentada no colo do meu pai, senti algo endurecer embaixo de mim, mas logo ele me tirou pra frente. Tentei voltar a sentar em cima e sentir novamente, mas ele brigou com tom sério comigo, falou que nunca era pra eu sentar assim no colo de homem nenhum. Como tinha muito medo e respeito por ele, acatei.

Passando um tempo, alguns anos aliás, brincando na sala, resolvi fingir uma aventura e o braço do sofá era meu cavalo e nele simulava os solavancos do cavalo, meus pais viram, acharam fofo e deixaram.

Então uns dias brincando disso, o braço do sofá que era bem macio, foi gastando a espuma e o que antes era fofinho foi aos poucos ficando duro.

No primeiro dia que senti a parte do reforço da madeira raspando embaixo de mim, senti uma sensação ótima, não sabia descrever e comecei a fazer com força, não sei porque na hora lembrei dia quando menor que senti no colo do meu pai algo duro assim, deu uma leve coceira embaixo, coloquei a mão e parecia inchada, gostei da sensação e continuei lembrando do meu pai. Minha mãe apareceu na sala, senti vergonha como se estivesse fazendo algo errado e saí correndo. Ela não entendeu nada, tentou falar comigo e só falei que ela ia brigar por eu estar brincando de cavalinho.

Ela não brigou, disse que na infância dela ela tinha um cavalinho de cabo de vassoura e perguntou se eu queria um, eu disse que não, que queria no sofá que eu gostava muito, ela me disse que podia brincar e que não era pra brincar quando meu pai estivesse em casa. Não entendi o motivo, não questionei e fui.

Passando os dias, já nem lembrava mais que a brincadeira era inicialmente de cavalinho, ficava lá raspando por horas se deixasse, adorava sentir lá embaixo bem inchadinho e depois ficava passando a mão quando tava deitada.

Um dia eu no meu cavalinho e meu pai chegou mais cedo, abriu a porta, me viu lá, eu fiquei como se estivesse fazendo algo errado, gaguejando e ele sem entender o motivo de eu estar nervosa, me pôs em seu colo e sem brigar, com jeitinho, tentava me fazer falar.

– Porquê você não quer que eu te veja brincando de cavalinho?
– Porque não posso! – não queria dizer que minha mãe falou pra não deixar ele ver, ia dar ruim pra mim.
– Tá bom, mas me conte como é a brincadeira?
– Não posso pai, por favor, não posso falar.
– Tudo bem, já que não pode falar, pode mostrar?

Acabei aceitando, mas não sei por qual motivo, não mostrei no sofá, e sim nele.

Falei:
– Sento lá e faço assim…
E comecei a me esfregar no colo dele com força.

Ele arregalou os olhos, ficou sem reação em quase todo o corpo, apenas pude sentir algo endurecendo, fui me empolgando, fazendo mais forte, esfregando como nunca esfreguei, com a respiração mais forte, cada vez mais forte, meu pai tentando se segurar me segurou pelos ombros, mas meu quadril não parava, era movido separado pela cintura, ele desceu a mão para a cintura tentando me fazer parar e eu soltei:

– Te amo muito paizinho.
E soltei um leve gemido.

Ele me abraçou, me deu um beijo na testa, falou que também me amava muito e acabou me deixando continuar mais, até que se tremeu todo e pediu pra eu parar, me tirou rápido do seu colo e foi correndo para o banheiro.

Não entendi nada.
Estava toda encharcada, e 100% satisfeita.

Fiquei sentada, sem ar, até meu pai voltar.
Ele pediu desculpas por sair correndo, pediu para não fazer mais isso, disse que me amava muito e que depois que pensasse bem iria conversar comigo sobre o assunto.

Eu fiquei sem entender nada e demorou muito tempo pra fazer de volta novamente no braço do sofá.

⏩ O melhor site de desenhos animados pornô do 🇧🇷, HQs eróticas🔥

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,77 de 39 votos)

Por # #
Comente e avalie para incentivar o autor

12 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder @Brisa39 ID:3nwp9jpkb09

    Delícia tanto a história como os comentários

    • PapaiGuloso33 ID:8cipi92kqi

      Adorei o conto, já fiz umas bagunças com filhas de amigas, quem quiser conversar add no tele PapaiGuloso33

  • Responder @deepwebcrazy ID:fi07p99d3

    Adoro contos assim com garotas rabudinhas.

    • BiancaN ID:2ql0274zm

      É de família 😊😊

  • Responder Alex ID:bemljno0v2

    Que delicia gz aqui…

    [email protected]

  • Responder Dasilva ID:2ql0b70hm

    Lindo e prazeroso, parabéns continue

  • Responder Cíntia ID:h5hqywrd3

    Eu vivia esfregando a xotinha no braço do sofá, e um dia meu cunhado me flagrou. Me assustei com a risada dele, e corri para o meu quarto. Estava mais assutada pq ele viu minha xotinha. Eu saí do banho, só com a toalha enrolada no corpo, e estava lá numa boa qdo ele chegou. Ele entrou no meu quarto e percebendo meu estado, me acalmou, falou que era normal fazer isso, e não ia contar pra ninguém. Me abraçou e disse que pra guardar segredo, tinha uma condição. Não entendi, ele explicou que só guardaria segredo, se eu fizesse uma coisa. Perguntei o que, ele sorriu e falou baixinho no meu ouvido.
    – mostra a xotinha pra mim
    Falei que ele já tinha me visto pelada qdo chegou, ele falou que nem deu pra ver direito. Ele falou isso, e já foi forçando eu me deitar. Tirou a toalha, olhou, e falou que minha xotinha era linda. Eu estava morta de vergonha, de estar com as pernas abertas toda exposta. Ele botou o dedo na boca, e depois passou na minha xotinha, bem no meu grelinho. Foi bom, eu gostei, e ele continuou me tocando até eu “gozar”. Eu sentia uma coisa boa, mas não sabia que estava gozando, eu tinha só 10a né.

    • Cíntia ID:h5hqywrd3

      Ele passou a chegar mais cedo todos os dias, tomava banho, ia pro meu quarto e ficava brincando comigo. Chupava minha xotinha, e eu já chupava ele tbm. Qdo ele saiu de férias, ficava o dia todo comigo, eu nem descia pra casa da minha avó, que cuidava de mim enquanto minha mãe e minha irmã estavam trabalhando. Ele combinou com a minha irmã de ir para a praia, mas ela ia só sábado a tarde com a minha mãe, e eu fui com ele na sexta-feira a tarde. Chegamos lá, tomamos banho…juntos. Fomos pro quarto, e fizemos td que fazíamos em casa, porém sem precisar se preocupar que a minha avó pudesse chegar de repente. Precisamos tomar outro banho, pq fiquei toda melada de porra. Fomos lanchar, passeamos um pouco, tomamos sorvetes e voltamos. Logo que chegamos, ele me levou pro quarto, tiramos a roupa, e começamos a farra. Ele estava deitado por cima de mim, e pwegunetou se eu deixava ele botar a rola na minha xotinha. Deixei. Foi estranho no começo, devido a dor Inicial, mas depois, foi bom demais. Ele me comeu três vezes naquela noite, e no sábado, me comeu antes de sairmos pra almoçar. Qdo minha mãe e irmã chegaram, eu estava no playground, e ele no ap. Ele me comeu até os meus 14a.

    • Rafaella ID:funxvfym2

      Obrigadinha pelo seu relato Cintia !!

    • Dasilva ID:2ql0b70hm

      Que aventiras viveu em, parabéns gostoso relato!

  • Responder Rafaella ID:funxvfym2

    Que lindo BiancaN.. conheceu a masturbação no famoso sofá… Amei seu conto.
    É bem por aí… e o seu papis deixou vc brincar com ele.. Pai compreensivo é tudo de bom !
    Vamos ver o futuro dos seus relatos.
    Beijos linda !!

  • Responder Edu ID:8d5f7a5wd4

    O conta da muito bom, continua