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O mistério da filha adotiva 6 – papai

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…A espuma escorria pelo seu corpo, passando pelos seus peitinhos durinhos, descendo pela barriguinha e passando pela bucetinha carnudinha…

Foi com muita conversa que rafael conseguiu acalmar eliza naquele dia. Explicou a filha que foi mera curiosidade, mas já que a incomodava tanto, ele deixaria o assunto de lado. Com isso, passaram a conviver normalmente.

Carol havia entrado de férias do serviço. Tomava café junto com o filho e o marido, sentados à mesa da cozinha. Rafael e lucas estavam arrumados, um iria para o trabalho e outro para a escola.

Eliza- bom dia!- falou ainda sonolenta, esfregando os olhos, caminhando em direção ao banheiro. Carol puxou a filha para um abraço.

Carol- bom dia minha princesa! Dormiu bem? Ah dormiu sim. Até babou kkkk.

Rafael olhou e viu uma “baba” seca no canto da boca da filha, e não era só na boca, tinha marca de “baba” seca em várias partes do rosto dela. Ao olhar para o filho, viu que ele encarava o próprio copo abafando um sorriso.

Ele sacudiu a cabeça e também sorriu.

Rafael havia proibido eliza de dormir na sala. Como davi sabia que a irmã tinha um sono pesado, temia que o filho abusasse dela novamente. Porém, não adiantou muito, pois davi vivia entrando para o quarto da irmã nas madrugadas.

Naquela noite, rafael bateu na porta do filho.

Davi- pode entrar.

Rafael jogou uma sacola na cama do garoto e disse. – só não deixa sua mãe ver hein.- e saiu.

Davi pegou a sacola e viu um tanto de camisinhas. Receber aquilo, foi como receber um passe livre do pai.

Rafael não tinha muito o que fazer. Até para ele mesmo a situação estava difícil. Ele também abusou da filha dormindo.

A memória da última vez em que eliza foi para sua cama de manhã ainda o perturbava. Ao mesmo tempo que ele sabia que era errado e de como aquela atitude foi perigosa, ele não deixava de se excitar ao lembrar do gostinho da buceta da filha.

O fato de carol estar de férias, até ajudou um pouco quanto a isso, pois, Eliza não passava mais para cama deles nas manhãs. Mas não foi o suficiente.

A filha continuava com falta de modos. Ficava o tempo todo andando sem sutiã dentro de casa, com aqueles biquinhos apontando na camisa. O pior era quando ela estava de saia ou vestido e sempre se descuidava, dando a Rafael uma visão da sua calcinha recheada. E como não se bastasse isso, ela vivia pedindo ao Rafael:

Eliza- papai, me põe na cama.

Rafael pegava a filha no colo e a levava para o quarto. Tirava os ursinhos da cama dela e a colocava na cama. Eliza deitava de mal jeito, de pernas abertas, deixando a calcinha aparecendo. Rafael então cobria a filha, mas algumas vezes antes de sair ela pedia.

Eliza- lê alguma historinha p mim.- e então, talvez fosso o calor, ela retirava o cobertor, dando à rafael aquela visão provocante novamente.

Ele então pegava um livro, sentava na cama e começava a ler para a filha. Tentando focar no livro.

Quando eliza dormia, ele sempre se debatia, se “deitava” um pouquinho com a filha, ou se ia embora. Mas até o momento, ele sempre escutou a voz da razão e saiu do quarto.

Os dias se passaram.

Rafael chegou em casa, depois de um dia cansativo de trabalho. Tudo o que ele queria era descansar, mas…

Carol- você pode me explicar o que é isso?- perguntou segurando uma sacola com camisinhas.

Rafael- isso é camisinha.- respondeu irônico.

Carol- por que você deu isso a ele? Você sabe que ele não tem idade.

Rafael- ah para carol. Você sabe que tem coisas que a gente não controla. Seus pais te proibiam de tudo, e adiantou alguma coisa? É só prevenção. Melhor do que o menino aparecer com um filho ou alguma doença.

O que era para ser uma pequena discussão se transformou num grande caos. Isso porque os dois começaram a pegar coisas passadas e pessoais para acusar um ao outro.

Eles discutiram um bom tempo. Estavam no quarto deles de porta fechada, mas ainda assim a discussão era ouvida do lado de fora.

No fim, Rafael foi dormir no sofá. Eliza não perdeu a oportunidade e correu p pedir para dormir com o pai, mas rafael estava tão nervoso que negou de forma grosseira.

Rafael- não, não. Vai pro seu quarto.

Já fazia muito tempo que eles não brigavam assim. Rafael ficou ali na sala ainda remoendo a briga na cabeça, até que dormiu.

O clima entre os dois continuou gelado nos próximos dias. Carol ficava a maioria do tempo no quarto e rafael na sala. Evitavam ao máximo se cruzarem.

Além desse clima, a briga dos dois trouxe outras consequências. As noites e madrugadas se tornaram uma tortura para rafael. Eliza ficava até tarde da noite na sala com o pai, sempre com a sua “falta de modos”. E as vezes ele acordava na madrugada com tesão, pensando na possibilidade de ir deitar um pouquinho com a filha, muitas vezes chegou a ficar em pé no escuro, no quarto dela brigando contra si mesmo. Antes, sempre que ele tinha esses pensamentos, desistia e ia descontar na esposa. Mas agora, ele não tinha a esposa para aliviar, e o controle estava saindo de suas mãos.

Eliza não ajudava nem um pouco.

Certa noite, rafael estava na sala assistindo jornal. Com o passar das horas, carol apagou a luz de seu quarto e davi foi para o seu. Ficando apenas rafael e eliza na sala.

Eliza- o que foi papai? Estou te achando triste.

Rafael até se assustou com a quebra do silêncio.

Rafael- não estou gatinha. Está tudo bem.

Mas a resposta não foi suficiente para eliza. Ela se levantou e foi até o pai, que estava sentado no sofá de pernas abertas, se ajoelhou entre as pernas dele e deitou com a cabeça em uma coxa dele.

Eliza- está sim papai. O que eu poderia fazer para te animar?

Rafael nem pensou no quão estranho era aquela atitude, pois, a cabeça que pensou primeiro foi a debaixo.

Ao olhar eliza ali, entre suas pernas, sentiu o pau endurecer. Um tesão tomando conta de si.

Rafael- pra me animar… Hum .. deita aqui.- e bateu com a mão no assento do sofá ao seu lado.
Rafael- isso, deita aqui no colo do pai.

Eliza deitou no sofá com a cabeça no colo dele. Ele começou a fazer um carinho no cabelo dela, enquanto seu pau por dentro do short, pulsava contra o rostinho dela.

Rafael- papai vai ficar bem… Agora dorme um pouquinho…. Vá dormir….

No dia seguinte. Rafael acordou e viu que Carol já fazia café. Entrou na cozinha e cumprimentou apenas o filho que comia à mesa.

Mais uma vez eliza passou pela cozinha e carol deu um abraço de bom dia na filha. E comentou rindo novamente, sobre a baba seca no canto da boca dela.

Mas dessa vez, foi davi que olhou para o pai desconfiado.
Rafael apenas continuou tomando seu café, fingindo de bobo.

Rafael tentou esconder de davi que sentia atração por elisa. Mas conseguiu esconder esse sentimento somente até certo dia.

Carol estava dobrando umas roupas em seu quarto e Elisa estava tomando banho. Rafael foi jogar umas roupas sujas na máquina de lavar, quando entrou na varandinha que ficam as máquinas e os varais, viu davi no fundo da varandinha.

Ele levou um susto quando viu o pai. Ali no fundo era onde dava a janela do banheiro. Rafael juntou 2+2 e percebeu o que o filho estava fazendo. Porém teve uma reação q o filho não esperava.

Rafael- ela te viu?

Davi- não.

Rafael correu até a porta da varanda e a fechou. Depois deu uma piscada para o filho e subiu no banquinho para olhar. Davi foi ao lado do pai.

Pai e filho ficaram ali espiando eliza tomar banho.

Eliza se banhava, apesar do vapor no banheiro, era possível vê-la nitidamente peladinha. O cabelo molhado caia pelas costas. A espuma escorria pelo seu corpo, passando pelos seus peitinhos durinhos, descendo pela barriguinha e passando pela bucetinha carnudinha.

De olhos fechados, ela passava a mão pelo corpo. Passava a mão na pererequinha, abrindo e fechando… Talvez fosse coincidência, mas o ângulo que ela estava, era perfeito para eles.

Rafael e davi olhavam alucinados, seguravam na janela com a mão esquerda, pois a direita estava trabalhando.

Eliza passava o sabonete em seu corpo. Era tão sensual que parecia que ela sabia estar sendo observada.

O sabonete escorregou da mão dela e ela abaixou para pegar. Mas precisava de abaixar daquele jeito? Ela ficou de quatro para pegar o sabonete. Dando uma visão maravilhosa do seu rabo arreganhado para Rafael e davi. E ela não conseguia pegar o sabonete de jeito nenhum, pois ele escorregava da sua mão.

Foi com essa visão, do rabo arreganhado da filha, que rafal gozou na parede…

Após saírem dali na calada, rafael quis desabafar com o filho sobre a tentação que sentia por eliza.

Rafael- …. E isso tá difícil de segurar. Ela não entende que tem pouco tempo que está conosco e que ainda não criei a barreira de pai com ela. Eu sou homem e ela é mocinha, já tem um corpo que me deixa louco…..

Ele falou tudo com o filho. Sobre seus desejos, sobre seus receios… davi pareceu ficar excitado com a perspectiva de o pai comer a irmã e o encorajou, contando das suas relações com a irmã e de como ela dormia feito pedra, mesmo com um sexo mais bruto.

A partir dali o capetinha começou a falar no ouvido de rafael, mas… já não tinha o anjinho para contra argumentar… (quem leu os outros contos sabe que é uma metáfora.)

Rafael passou o dia como se estivesse fora do seu corpo. Estava na cozinha, com um copo na mão, olhando para a parede como se estivesse esquecido do que foi fazer ali. Sua mente estava longe, relembrando de como a espuma passava pelo corpo da filha no banheiro. E essa distração de rafael aconteceu ainda outras vezes durante aquele dia.

Ao anoitecer todos tomaram banho. Jantaram e começaram a se preparar para dormir. Carol foi logo para o quarto querendo ficar sozinha. Ficaram rafael, davi e eliza na sala. E nessa altura, a tentação já havia começado.

Carol estava deitada no tapete da sala. Estava de bruços, com as mãos segurando o queixo enquanto assistia tv. Estava de camisola e a parte de trás da camisola era curtinha, deixando a poupa da bunda dela visível.

Rafael e davi estavam no sofá. Rafael com uma mão dentro do short apertando o pau duro. Era tesão misturado com abstinência. Ao perceber as olhadas do pai, davi se levantou e anunciou que iria dormir.

Rafael continuou olhando para o rabo da filha empinadinho. Depois se levantou e foi até a cozinha beber água. Na volta, ele teve um impulso e deu uma mordidinha na bunda de eliza. Mas tudo no tom de brincadeira.

Rafael- menina bunduda do pai.- depois se sentou no sofá novamente.

Após um momento ele ouviu o que tanto queria ouvir naquela noite:

Eliza- papai, me põe pra dormir.

Eles se levantaram. Rafael deixou a tv ligada e acompanhou a filha até seu quarto. Caminharam juntos, pai e filha de mão mãos dadas, o único detalhe estranho na cena era volume exagerado que quase estourava o short de rafael.

O quarto era bem de menina. Rosinha, cheio de bonecas e de ursinhos. Rafael ajudou a filha a arrumar a cama e então ela se deitou.

Eliza- vai trancar a porta papai?- perguntou ao ver rafael girando a chave na porta.

Rafael- vou… não, não…. num vou não- e desistiu no último momento. Uma porta trancada só o condenaria caso desse algo errado. Ainda de pé ele ouviu a filha exclamar:

Eliza- nossa papai!

Ela olhava bem para o short dele.

Eliza- seu short tem cachorrinho- ela falou ao notar a estampa no short do pai, que na verdade era a estampa do snoop.

Rafael- ah é mesmo- falou olhando seu short e de como sua rola estava dura.

Eliza- eu tenho gatinho, olha!- ela abriu as pernas para rafael e mostrou sua calcinha rosa com desenhos de gatinho.

Rafael se aproximou da cama e se sentou. Olhou bem aquela calcinha rosa, volumosa, abertinha para ele. E então passou o dedo.

Rafael- que gatinho bonitinho filha.- falou inocentemente, como se estivesse apenas acariciando o gatinho.

Rafel- e o sutiã é de qual bichinho?- perguntou, mas já sabia a resposta.

Eliza- eu estou sem sutiã papai.

Rafael- ah eu não acredito.- ele mesmo levantou mais a camisola da filha, até expor os peitinhos dela. – a gente já conversou com você- mas ele não estava bravo. Mesmo advertindo a filha, ele continuou expondo os peitinhos dela, olhando fixado aqueles pequenos seios durinhos. Em seguida abaixou a camisola dela, mas como eliza não tinha modos, a calcinha continuou visível para o pai.

Eliza- papai, lê o Aladdin hoje para mim?

Rafael pegou o livro e começou a ler para filha, esperando que ela dormisse logo.

Ele lia a história. Ao olhar que a filha prestava atenção na história inocentemente, sentiu um pequeno remorso. E esse pequeno momento de inocência foi o suficiente para o anjinho aparecer.

“olha o que você está fazendo. Olha para essa menina, é apenas uma criança que quer ouvir uma história do pai e você com esses pensamentos sujos por ela”- rafael olhou nos olhos da filha, olhar inocente. Olhou ao redor, o quarto rosinha, as bonecas, tudo lembrava inocência.

Eliza- continua papai, depois o que aconteceu?

Não demorou muito até o capetinha dar as caras.

“ahh que bobagem, ela pode até ter a carinha de inocente, mas agora olha um pouquinho mais para baixo.”- rafael encarou a calcinha da filha- “ olha que bucetinha perfeita. Você está brigado com sua esposa, quanto tempo você não vê uma dessas? E olha que essa aí é mais novinha, mais apertadinha… e ela vai estar dormindo, vai continuar com a inocência dela.”

Rafael lia, sem prestar atenção em uma única palavra do que lia. Antes que o anjinho pudesse argumentar novamente, o capetinha deu seu golpe de mestre.

“já que você está com medo, taca a calcinha de lado e bate uma punheta.”

E foi essa a decisão de rafael. Uma punheta olhando a bucetinha dela, pelo menos não seria invasivo, já que isso também era uma coisa que o preocupava.

Esses pensamentos aconteceram muito rápido, e bastaram apenas algumas páginas para ele perceber que eliza estava com os olhinhos fechados, respirando profundamente em um bom sono.

Ele fechou o livro. Olhou para eliza, o tesão muito mais forte neste momento.

Rafael- princesa? Já dormiu?- ela não respondeu- os gatinhos não dormiram ainda não ó – ele passou o dedo no gatinho. – ela continuava a respirar profundamente.

Ao certificar se que ela já estava dormindo ele colocou a calcinha dela de lado. O pau pulsou de tesão ao ver mais uma vez aquela bucetinha perfeita.

Ele a tocou, sentindo aqueles lábios quentinhos….. estava úmida, que delícia….. Enquanto acariciava o grelinho dela, ele tirou o pau para fora, mas não começou a se masturbar.

Ele se levantou. Foi até a parede e apagou a luz.
O capetinha sabia que ao ver a bucetinha dela naquela situação ele não se contentaria só com uma punheta.

Rafael voltou para cama. Subiu nela sorrateiro e deitou ao lado da filha. Ficou imóvel quando ela se mexeu, mas ela só mudou de posição e deu as costas para ele.

Em seguida ele a abraçou. Enfiou a mão na camisola dela e subiu até os peitinhos.
Na parte de baixo, seu pau mantinha um contato superficial com a bucetinha dela.

Após acariciar os peitinhos da filha, rafael começou a pincelar a cabeça da rola na bucetinha dela. E então, começou a empurrar.

Com cuidado foi enfiando na bucetinha de eliza. Revirou os olhos de prazer ao sentir sua rola mergulhando naquela coisinha quentinha, úmida e apertadinha.

Ele enfiava e sentia cada centímetro do seu pau sendo engolido por aquela bucetinha.

E então começou a meter….. devagar….. tirando e colocando…. com muito cuidado para não a acordar…. tirando e colocando….

À medida que ia se empolgando, ia metendo mais rápido…. ele metia enquanto acariciava os peitinhos dela com a mão….. e metia…..

“eu xinguei tanto o davi por ter sido descuidado, e eu estou prestes a fazer o mesmo”… Ele pensava….. e metia… “ mas essa bucetinha é tão gostosa que eu vou acabar…. AHHH CARALHO…..”

E gozou. Parou de meter e ficou com o pau pulsando dentro dela….. enchendo o útero da filha de porra.

Galera, vi que alguns de vocês não curtiram muito o último conto. Mas infelizmente não dá para agradar todo mundo e tomar o rumo da história que cada um quer. Comentem o que achou do conto e do que esperam para o próximo, assim sei se estou no caminho certo. A história é verdadeira, mas eu posso poupar ou não vocês de algum detalhe. Minha intenção por exemplo era falar sobre a história de eliza e do porquê ela ser assim no próximo conto, mas posso deixar isso para um outro momento, caso vocês não queiram descobrir o “mistério” agora e focar em outras coisas como: as experiências dela na escola, ou ela conhecendo o resto da família….. desculpem a demora para continuar, estive muito sem tempo para escrever.

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8 Comentários

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  • Responder Nilramos ID:41ihso7xt0c8

    Realmente não dá pra agradar certas pessoas, acho que todos temos o direito de sentir desejo, se alguém não gostar pelo menos deixa ser feliz

  • Responder Carlos Alberto ID:1v7ds0d20

    Ele não vai continuar porque ele está copiando o conto de outra pessoa.

  • Responder Vantuil OB ID:mujqotchir

    Continua, conta tudo que temos que saber. Acho que a Carol vai pegar eles no flagrante. Ou ela vai acabar engravidando dele ou do filho. Não contou se ela já menstruou. E o tamanho de pau que ela está aguentando, tanto dos de casa como dos de fora. Conta tudo.

  • Responder Rafaella ID:funxvfym26

    Como sempre.. muito bem contado… Beijos !!!

  • Responder Anonimo ID:h6r67tgd31

    Você pulou a parte que ele fez ela chupar dormindo, sacanagem.. escreve sobre ela chupando o pai acordada, como se fosse pra ajudar ele á ficar bem, escreve sobre o cuzinho dela, quem vai comer

    • Carlos Alberto ID:1v7ds0d20

      Kkkk

  • Responder dasilva ID:1dai5li4994

    Boa noite ariel, cara conte da forma que vc programou e quer contar e o ministério so cabe a vc o momenti certo ors contar e as outras sobre ela, as experiências e fatos do colegio, se isso troxer mais fatos excitatrs e deliciosos faça do seu jeiti wue quem esta lendo do trm que ser, se gostar muito bem caso não goste leia outros contos sem reclamar ou escreva sua própria história e pare de encher o saco!
    Parabéns pelo conto e acompanho sempre, por favor continue com muitos outros contos na sequência.

  • Responder Admiradora ID:41igiyw7b0d5

    Quero mais dela com o pai… talvez o irmão junto