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Fruto do Meu Crime 2

503 palavras | 2 |2.60
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Ela me encara com frieza. Com alguma resistência de sua parte, consigo empurrá-la para a cama. Não consigo bater em uma mulher pra machucar, as únicas vezes em que fiz foi como um ato de prazer.

– tira a meia-calça.

Ela tira delicadamente enquanto olha para mim, provocando.

– acho que seria melhor se tu contasse tudo pra ela, do que ficar me torturando.
– ótimo! Já que é assim, é só me bater com esse cinto que eu conto.

De sutiã, calcinha e salto, ela fica de quatro, rebola, rebola.

– não quer que eu conte logo de uma vez? Me bate.

Ainda que tirasse minha paz, eu sabia que tudo teve um início, eu sabia que eu era o fator mor da situação. Se ela contar e ir embora com sua mãe, ao menos quero que ela tenha alguma boa lembrança de mim. A-coloco de barriga para cima.

– tá com medo que ela saiba?

Não dou importância para a provocação e passo a língua de baixo para cima.

– safado, tá é com ciúme.

Lambo ao redor do pescoço, beijo até chegar perto dos seios. Noto seu suspiro após ser surpreendida. Espalma sobre meu peito e desliza suavemente. Nisso eu a beijo, tomando-a de assalto. Aproveito que o sutiã abre pela frente e massageio um seio enquanto toco a ppka.

– eu menti. Não era programa, era só pra te irritar. Você é o único homem com quem transo.

Após confessar no meu ouvido, eu ficaria bravo em outra ocasião mas nem liguei. Seu corpo malhado e definido, nega clareada, lembro de quando ela tinha 12 anos e eu elogiei seus seios de menina, para no fim da noite ir em seu quarto e chupá-los. Lembro de quando eu a fazia dançar funk enquanto uma câmera escondida a filmava, entre outros fetiches que me envergonho de contar. Ela não tinha nem 14 anos. No cotidiano isso me atormenta, mas na foda me faz enlouquecer ainda mais, me ludibria a ponto d’eu ver não a filha adolescente rebelde, mas a doce e obediente menina do passado.

Dura mais ou menos uma hora e meia. Dormimos, mas às duas horas eu acordo e não consigo mais pegar no sono. Cubro-a com o lençol. Vou no meu quarto e tranco a porta. Reflito pesadamente. Lembro de um amigo do trabalho que me ofereceu m******, dizendo que qualquer problema ela diluiria e me faria esquecer. Pego meu notebook secreto e revejo algumas fotos, vídeos que eu fiz com ela. São tantos, muitos eu já nem lembrava. Os que foram feitos quando ela tinha menos de 11 anos eu não tinha estômago pra ver. Não sentia tesão vendo nenhum, mas os vídeos em que ela chorava me enterraram (normalmente aqueles que eu batia de cinto quando queria BDSM). Na hora do tesão só olhamos para nosso umbigo. Na outra parte contarei sobre o início…

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2 Comentários

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  • Responder Dom digao ID:830x1xspm42

    Não dá pra entender merda nenhuma
    Pessimo

    • Inox ID:gp1fk79m22

      O que não dá para entender?