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Família Pavileche – I Capítulo (parte 2)

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Continuação do conto que as experiências sexuais da vida de Luís Pavileche.

O relógio marcava 02h06, exatamente nesse horário os meninos entraram no banheiro e Luís trancou a porta. Respirou mais tranquilo, apesar do tesão, estava com medo de ser flagrado pela mãe andando pelado com o pau duro na frente de um amigo que visitava a primeira vez sua casa. Um mix de sentimentos tomava conta dos meninos, sobretudo em Luís, logo que trancou a porta foi direto pegar no pau de grosso de Paulo, ele queria sentir o pau pulsar em sua mão, em sua boca e no seu cuzinho. Enquanto punhetava o amigo disse:

-Me ensina a ser uma putinha. Quero aprender tudo que você sabe.

Ele desceu, chupou o mamilo esquerdo de Paulo, mordiscou, foi descendo passando a língua até chegar na barriga e dar uns chupões gostosos, fazendo Paulo gemer de prazer.

-AHHH, pooorra! Você já é uma putinha. AHHH Só vai aprimorar. Respirou fundo e completou:
-Cara, você nasceu pra isso.

Luís colocou o pau de Paulo na boca devagar, como se fosse engolir. Chegou rápido no limite, tinha colocado cerca de 10 cm. Engasgou. Foi deixando babado e tirando mais rápido do que a entrada. Sem perder a compostura, sugou a cabeçona daquele pau grosso, passava a língua dando voltas, se deliciava. Tentou engolir novamente. Engasgou. Tirou novamente.
Paulo colocou a mão na cabeça de Luís e forçou, entrou mais um pouco, porém ele ficou nervoso, tentou tirar o pau da boca rápido empurrando Paulo. Sentiu ânsia, mas conseguiu controlar. Ele agachado, sentou no chão, um pouco nervoso, mas cheio de tesão e disse:

-A internet te leva pra onde você quiser ir e te oferece mais. Eu tenho desejos, tesão reprimido, vontades de experimentar mil coisas. Filmes pornôs te ensinam, HQ’s te ensinam, contos eróticos te ensinam e te faz se projetar em várias histórias, nos personagens que você se identifica. Além de outros meios. Mas a prática é mágica, eu não sei explicar o que eu estou sentindo. Só sei que eu quero mais e quero aprender. Sempre acreditei que conseguiria engolir um pau grande e agradar um macho numa garganta profunda, assim de cara. Mas não consigo. Me ensina!??

-Nunca fiquei com alguém que chamasse de macho. Sempre putinha, femeazinha. Apesar de estar adorando vou te dar umas dicas fazendo o que gosto de fazer: mamar gostoso e te fazer delirar.
Disse Paulo, com um sorriso aberto.

Ele abaixou, ficando na mesma altura de Luís e falou:

-Você precisa liberar a língua, ela vai ser sua aliada. E vc vai tentar engolir o pau deixando sua cabeça mais inclinada para cima.

Luís, que estava sentado, apoiou suas duas mãos no chão e elevou o quadril, com seu pau duro e babão apontando para cima, para sentir na prática o que Paulo acabou de dizer. Paulo, de quatro, colocou o pau do amigo na boca e foi engolindo, como um mestre das artes do boquete.
Ele engoliu. Pressionou o pau com a língua, deixou babar e Luís levantou mais ainda o quadril e Paulo cuspiu o pau dele para fora um pouco mais rápido, como se tivesse engasgado. Colocou os joelhos no chão, segurou com a mão esquerda o pau do virgem e mamou. Ele mamava como ninguém, ele amava aquilo. Luiz estava vendo alguém que ama rola fazer ao vivo, em seu pau, o que ele sempre quis fazer com muitos homens e só via aquilo em filmes. Depois Luís se levantou e Paulo continuou mamando. Eles começaram a se reversar nas mamadas.

Luís estava cada vez mais conseguindo fazer uma deliciosa garganta profunda, o seu tesão era tanto, por estar com um pau gostoso na sua boca, começou a imaginar o pau de outro homem que ele sempre sentiu tesão e desejo, estava se deliciando com aquela tora, quando foi pegou no seu pau na intenção de se masturbar, no primeiro movimento, ele gozou fartamente pelo prazer de uma mamada. O amigo, que estava em pé, recebeu aquele leite quente em seus pés e perna, não aguentou e soltou:

-Ahhhh caralhooo, que boca gostosa é essa? Você realmente nasceu pra isso.
Dizia isso, enquanto gozava na boca de Luís, que dessa vez engoliu tudo.

Ficaram extasiados. Luís estava feliz. Queria mais. Aprendeu técnicas de uma boa lavagem íntima e outras coisas que Paulo ensinava. Eles terminaram o banho e foram para o quarto. Olharam o relógio e já era 03h12, eles ainda estavam ligados ao tesão, não iam conseguir dormir e Paulo queria dar para o amigo.

Na cama eles conversaram sobre muitas coisas, como o desejo de se sentir fêmea de homens mais velhos que Luís tinha e algumas outras experiências de Paulo. Como eles tinham combinado, o amigo mais experiente tiraria a virgindade do outro.

-Amigo, vou fazer isso por você, mesmo estando sedento para dar meu rabo. Você tem um pau delicioso e, sinceramente, queria gozar com um pau desse inteirinho no meu cuzinho agora. Mas o bom de ser homem, é que a gente pode ser versátil, tanto podemos penetrar como ser penetrados, basta se sentir convidado ao prazer.

Luís ficou de frango assado, tinha um fetiche nessa posição. Paulo pegou um lubrificante em sua mochila. Ele votou a mamar o pau de Luís, desceu para um cunete e, o virgem mais uma vez naquela noite/madrugada, descobria o prazer de praticar uma coisa que ele só imaginava. Aquela experiência fazia ele se tremer por inteiro, a língua molhada entrando em seu cuzinho fazia ele se contorcer de prazer, ele amava ser estimulado pelo seu anelzinho.

Paulo passou o gel em seu dedo indicador e enfiou devagar no amigo, depois colocou outro dedo, depois três… fazia isso enquanto ia masturbando o pau babão do virgem. Depois colocou a cabeça do seu pau na portinha e foi forçando. A cabeça entrou de vez. O amigo não aguentou. Era uma dor terrível e ele resetou o pau pra fora. Outra confirmação, não é tão simples como parecia nos filmes. Ele sabia que doía, mas não tanto. Quando Paulo foi tentar mais uma vez, Luís pediu pra Paulo beijá-lo de língua, ele acreditava que isso o relaxaria e isso ele já sabia fazer e muito bem. Paulo foi pra cima de Luís e ficaram se sarrando, pau com pau enquanto se beijavam, o amigo ousado e experiente dava dicas de como aproveitar bem o beijo – outras técnicas do que fazer com a língua.

Em poucos minutos, um nova tentativa. Luís realmente tinha conseguido relaxar, beijar e sarrar tinha dado mais tesão em ambos. Paulo colocou a cabeça na porta do cuzinho e forçou, doeu novamente, a cabeça era muito grande, ele respirou, na terceira tentativa mesmo doendo ele resistiu e a cabeça entrou mais rápido e um uns 10 cm já estavam dentro. Luís rangia os dentes, era uma invasão, mas ele queria muito aquilo. Começou um vai e vem lentamente, tirou o pau para fora passou mais lubrificante e meteu mais uma vez, agora entrando com mais facilidade e Luís descobrindo o prazer daquele ato.

Paulo passou lubrificante no pau de Luís e ele transcendeu mais ainda, era um pau grosso duro, pulsante desbravando seu cuzinho, uma mão amiga estimulando seu pau, que babava de tanto tesão. Ele respirava ofegante e revirava os olhos. Em pouco tempo, o amigo mais experiente estava com pau todo acomodado no cuzinho quente e guloso de Luís. O vai e vem foi ficando mais intenso, Paulo segurava o pau babão de Luís enquanto metia. Era muito tesão, não aguentou, tirou o pau para fora e gozou no pau do amigo. Mesmo sendo a terceira vez, era muita porr4.

Luís adorou aquela cena, ver o pau jorrando leitinho no pau dele, ficou maravilhado. Mas Paulo queria muito ter aquela tora pulsando dentro dele e sentou de vez aproveitando a lubrificação do seu gozo. Luís se assustou com aquilo. Paulo começou a subir e descer. O pau de Luís foi perdendo a rigidez para a decepção de Paulo.

-Mano, você é muito passivo mesmo. Vou te ensinar várias outras coisas, mas eu gosto do mesmo que você.

Eles riram. Paulo ainda queria dar o cuzinho, não queria perder a amizade do amigo. Já era 4h57 da manhã, ele tinha apps de pegação gay no celular, mas não tinha ninguém interessante acordado perto dali. Lembrou que alguns homens casados, sigilosos, discretos e fora do meio entravam em salas de bate-papo buscando diversão. Aquele era um bom horário para esse público, despretensiosamente eles acordavam nesse horário em busca de algo ou alguém para os fazer gozar. Ele encontrou um perfil com o nome “ksdpauzudoXhpass”, estava muito perto, uma quadra da casa de Luís e ele foi lá satisfazer seu desejo, dar o cuzinho para um “casado pauzudo”. Luís foi dormir sem acreditar em tudo que tinha acontecido no início mais consciente da sua vida sexual.

A partir daquele dia, os amigos seguiram sua amizade. Luís tinha aflorado desejos antigos e surgido os novos, ainda mais ousados. Ele começou a sair para algumas festas com seu novo amigo, mas entre eles nunca mais rolou nada. Foi um ano vivendo várias experiências que deixou Luís menos travado diante algumas situações da sua vida sexual. No final do ano seu pai mandou várias mensagens dizendo que estava com saudades e gostaria de vê-lo, tinha muito que não o visitava.

Após 5 anos ele sabia que precisa ver a família. Mesmo ainda tendo fantasias, ele acreditava que ninguém lembrava mais do tinha acontecido. Chamou Paulo, seu novo amigo, para visitar seu família e fazer companhia a ele. Falou que não gostava muito do interior, no entanto precisava visitar seu pai, que amava muito e sentia muitas saudades, além de sentir o peso da ingratidão pois o pai que bancava todos os custos da faculdade.
Luís prometeu visitá-lo nas férias do ano seguinte.

Então, nas férias de Janeiro de 2018, Luís estava no mesmo quarto, com o mesmo amigo que tirou sua virgindade, arrumando as malas para visitar seu pai. Estava um tanto quanto tenso, pois lembrava do que tinha acontecido com ele em 2013 com seu pai, seu avô, seu tio… os homens da Família Pavileche, mas naquele tempo ele era um menino, tava se descobrindo, foi repreendido e se reprimiu.

Eles partiriam às 5h da manhã. Perto desse horário, ao voltar do banheiro, Luís vê Paulo na frente do seu computador navegando por uma sala de bate-papo e fala:

-O que você está fazendo uma hora dessa aí? Mano, a gente vai viajar agora, daqui a pouco vamos estar longe. Não adianta nada marcar encontros!

-Calma! Eu sei disso. Vamos para uma cidade pequena, ficar alguns dias sem ter muito o que fazer. Não quero ficar lá sem fuder lá. Estou entrando numa sala de bate-papo dessa cidade desde o final do ano passado e sempre encontro online um cara que parece delicioso pela descrição. ‘BROTHERNAENTOCA’ é o nome dele. Se liga! Ele tem 1,82, corpo definido, 40tão, moreno claro, um pau de 22 cm. Vai ser um sonho. Mas não encontro ele online, só no fim da tarde mesmo, ele é sigiloso.

Luís fez cara de chocado e logo se imaginou com um homem com aquela descrição. Ficou cheio de tesão imaginando. Ao mesmo tempo ficou feliz porque amigo tinha acabado de achar no interior um coroa gostoso. Disse:

-Nossa, inveja de você. Eu vou ficar na seca mesmo. Medo de fazer alguma coisa por lá e não pegar bem com minha família, eles são reservados. Mas adoraria estar no seu lugar, ia me divertir muito.

Paulo saiu da sala de bate-papo, desligou o computador. Eles pegaram as malas e mochilas. Se despediram da mãe de Luís e partiram para o interior.

Esta seria as férias mais intensas da vida de Luís Pavileche.

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1 comentário

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  • Responder Pzeus ID:46kphpce499i

    Muito bão. Continua logo quero ver logo as outras partes. Gosto dessa narrativa