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Como transformei meu marido em corno

2129 palavras | 13 |4.78
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Nesse relato, tentamos contar nossa história e como entramos para o mundo cockold. Essa é apenas a primeira parte.

Então vamos dar início ao nosso relato o qual, exceto algumas modificações nos nomes das pessoas e lugares onde ocorreram os fatos, o restante é tudo, (eu disse tudo), verídico.

Me chamo Silvia e sou casada há 30 anos com Sergio, meu marido. Temos hoje 48 e 50 anos respectivamente e os fatos que vou relatar aconteceram durante o ano de 2014 ou seja, há aproximadamente 7 anos. Nos casamos bem jovens e o Sergio foi meu primeiro homem com quem me relacionei sexualmente e, muito inexperiente e conservadora, confesso que no começo o sexo não foi assim tão satisfatório, pois só fazíamos o tradicional, dentro dos padrões. Meu tipo físico sempre foi “mignon” pequenina, mas de bunda razoavelmente até que grandinha, seios médios e pele bem branquinha e, vou te confessar que até hoje mantenho esse padrão apesar dos 48. O Sergio meu marido, por sua vez é um pouco mais velho que eu, porém não aparenta essa idade apesar dos cabelos e barba já estarem ficando um pouco grisalhos. Diria que é um homem bonito e sei que é até paquerado por garotas mais jovens que o julgam ser bem mais novo do que na verdade é. Ele é professor de Língua Portuguesa na rede pública estadual aqui em São Paulo e, diga-se de passagem, foi ele quem redigiu esse texto, eu apenas narrei.
Como dito anteriormente, meu casamento durante boa parte desses anos foi morno em matéria de sexo, com momentos em que nos curtimos mais e momentos em que a coisa esfriou, acho que como a maioria dos casamentos não é mesmo? Mas no geral sempre nos demos relativamente bem na cama, ou seja, “deu pro gasto”, como se diz. Porém confesso que sempre faltou algo a mais para que nossa relação “esquentasse” e tanto eu como Sergio sentíamos isso em relação ao outro, mas por vergonha ou pudor talvez, nunca tivemos coragem de manifestar desejos que não os convencionais de um casal “normal”. Mas era evidente que sentíamos a falta de um “algo mais” para esquentar de vez nosso relacionamento. Da parte dele, às vezes deixava escapar alguma tara durante o sexo, tipo, perguntando se teria coragem de transar com outro…esse tipo de conversa que acabava até nos excitando um pouco, mas que não passava disso. E nos outros dias nem comentávamos mais sobre o assunto e ficávamos até meio que sem graça um com o outro. Isso nem passava pela minha cabeça. Transar com outro? Deus me livre, pensava. Minha criação rígida, meus valores, jamais permitiriam uma coisa dessa! Ficava era com um pouco de receio dele com essas conversas! Achava que ele é que queria transar com outra e ficava com esse “papinho”!
Eu sempre trabalhei desde que nos casamos e nossa vida financeira sempre foi bem-organizada, tudo que ganhávamos no trabalho investíamos em nossa casa, enfim em nossas vidas em comum e aliás, sempre ganhei até mais que ele, salário de professor já viu né!?
Mas eis que no final de 2013 fiquei desempregada, depois de trabalhar por 13 anos numa Empresa multinacional muito conhecida aqui em São Paulo. Foi difícil, mas recebi uma boa indenização o que nos ajudou a reformar nossa casa, ampliá-la, construir um quarto para nosso filho, o que era um sonho! (temos um filho, hoje com 27 anos).
Então, resolvi que iria descansar alguns meses e depois decidiria o que fazer. Nisso, entrou o ano de 2014, ano de Copa do mundo no Brasil, toda aquela euforia (mais tarde veríamos no que deu… o fatídico 7 a 1…kkkk), nossa casa reformada, tudo muito bom, tudo muito bem, mas o dinheiro acabou! Foi todo na reforma e ainda tivemos que fazer dívidas por conta. Mas tudo bem, teria que voltar ao mercado de trabalho! Aí, você Lola e ouvintes do seu canal devem estar perguntando: O que tudo isso tem a ver com o tema do relato?
Pois é, expusemos todo esse contexto cotidiano de um casal comum como milhões por aí, para exemplificar como a fantasia, o fetiche, o diferente, o imponderável na vida sexual podem acontecer com qualquer um, independente de classe social, credo, raça, etnia, gênero… e transformar a vida de casais.
O certo é que resolvi arrumar um trabalho. E consegui em uma rede de Supermercados também muito conhecida. A função: Operadora de caixa. Não consegui nada melhor, mas dava para ajudar nas despesas. E aí que começa nossa aventura! Já nas primeiras semanas trabalhando no caixa, chamou-me a atenção um cliente que era muito frequente na loja, quase todos os dias ele vinha comprar algo. Quem trabalha com público, sobretudo no comércio, tem essas percepções pois você sempre está ali, todos os dias no mesmo posto e acaba observando tudo. E esse cara, fazia questão de passar sempre no meu caixa. Às vezes, percebia que ele sempre escolhia o meu para passar, mesmo que a fila estivesse bem maior que os outros. Ele era um cara de estatura mediana, físico bem formado, barba sempre a fazer, moreno, cabelos não muito curtos lisos e pretos, aparentando trinta e poucos anos (posteriormente soube que tinha 40, era casado e se chamava Otavio).
Em uma dessas suas passagens pelo meu caixa, puxou assunto comigo, o que já era de se esperar, pois em suas inúmeras idas ao supermercado sempre me “comia com os olhos” e sentia que era questão de tempo para dar a investida.
Confesso que, no início nem me passava pela cabeça nada e pensava comigo, “mais um desses metidos a garanhão que não podem ver mulher” e que teria que dar logo um “chega pra lá” pois sei como são esses aí…e coisa e tal. Ocorre que ele veio falar comigo nesse dia e, enrolou um pouco, mas logo entregou o que realmente queria: Disse que vinha sempre ali (isso eu já havia percebido!) e que notou que eu saia tarde e que ficava sozinha no ponto de ônibus e se não queria que ele me fornecesse transporte, pois ele era motorista de aplicativo e faria um precinho simbólico para mim, tipo, menos que uma passagem de ônibus, etc. e tal…(e eu só pensava onde que essa generosidade toda ia parar!)
Só que, um detalhe que na hora me passou despercebida, e que depois já em casa, me fez relembrar: Ele era um cara de presença, cara de macho, muito viril e muito bonitão também. E isso começou a mexer um pouco com meus instintos de fêmea já há muito contidos em mim.
Voltando ao primeiro contato com Otavio, sua “conversinha” não o redimiu da ideia que já nutria a seu respeito, mas…algo desde já me atraiu naquele belo exemplar de macho, só que não iria me deixar levar assim… afinal nunca havia se quer passado pela cabeça me interessar por outro homem que não meu marido e não seria assim, do nada que pensaria em trair.
Contudo, ele insistiu na ideia de me levar em casa, ou pelo menos próximo de casa se eu preferisse e disse que não cobraria nada, só pela companhia mesmo e enquanto isso nos apresentávamos melhor, tal e coisa…
Só sei é que, no impulso acabei aceitando, mas disse que sairia tarde, às dez e se não fosse incômodo para ele! Ele concordou na hora e disse que às dez em ponto estaria esperando no estacionamento da loja. Mas antes frisei bem para ele que eu era casada e que estava indo só pela confiança que ele me aparentava e que não esperasse por nada além daquilo. Ele disse que tudo bem, que podia confiar etc. e tal…
E amigos, devo dizer que durante o caminho até próximo da minha casa (pedi que me deixasse uma rua abaixo da minha por razões obvias né?) ele foi um gentleman, jamais veio com cantadas baratas e me respeitou muito (até demais para o que eu esperava, kkkk), sem deixar, contudo, de vez ou outra, flagrá-lo me fitando com cara de “comilão”. Fomos conversando sobre nossas vidas, disse que era casada ele também jamais escondeu sua condição conjugal, enfim, me pareceu bem confiável sua conduta.
Os dias passaram e nos tornamos quase que amigos, ele continuava frequentando assiduamente á loja, trocamos contatos, vez ou outra quando meu marido ou meu filho por acaso, não iam me buscar, ele me dava carona até próximo de casa (eu o avisava antes, é claro), e após um mês ou pouco mais, em um desses dias que ele se ofereceu para me dar carona, no caminho, disse que precisava falar uma coisa comigo. Falou se poderia parar na rua antes da minha que sempre me deixava e conversar um pouco comigo. Disse que sim, mas que não poderia me demorar, pois meu marido ia chegar logo e ainda precisava preparar o jantar para ele e meu filho. Então ele se abriu. Disse para eu não o levar a mal, mas que não estava conseguindo me tirar da cabeça e que me desejava dia e noite, que estava se apaixonando por mim etc., etc…
Nossa, fiquei sem saber o que dizer e depois de alguns minutos de silêncio eu demonstrei compreensão e lhe disse que tivesse calma pois poderia ser apenas uma coisa passageira, que ele era casado eu também e isso seria impossível para nós, para não comprometer nossa amizade que se formava, bla…bla…bla…, mas que no fundo, pela primeira vez aquilo havia mexido com minha libido havia! Sai do carro, e fui caminhando até minha casa que ficava uma rua acima, ao entrar, meu marido já havia chegado e assistia futebol com meu filho e já beliscavam uma besteira qualquer para esperar o jantar. Beijei os dois e fui direto ao banheiro fazer um xixi e quando tirei minha calcinha ela estava incrivelmente molhada. Foi então que “caiu minha ficha”, estava louca de tesão pelo Otavio.
Tomei um banho e fui preparar o jantar para os dois homens da minha vida, até então né!? E finalmente fomos dormir. Naquela noite Sergio resolveu me procurar para transar e embora estivesse exausta, meti como nunca com meu marido e inevitavelmente pensei naquele macho gostoso que minutos antes acabara de se declarar para mim e pasmem, meu marido inventou de fantasiar enquanto me fodia, sobre imaginarmos eu dando para outro enquanto ele só olhava (ele sempre falava exatamente isso). Ah, gozei muito, mas queria mais só que depois ele virou para o lado e dormiu.
Amigos, devo lhes dizer que após esse dia o “bagulho ficou louco”, como dizem por aí. Otavio intensificou o assédio e passou a bombardear meu Zap de mensagens, me ligava, estava querendo muito. E eu comecei a ficar muito balançada também embora não deixasse isso transparecer, mas passei a ceder um pouco pois afinal aquilo mexia com minha autoestima, imagina! um homem lindo e gostoso daqueles me assediando e de uma maneira elegante, sem forçar a barra, sensual, com muita sedução e carinho, todos os ingredientes que fazem uma mulher malcomida se entregar! Fora o tesão que aquilo estava me causando!
A coisa chegou a um ponto que, Otavio começou me mandar mensagem tarde da noite, perguntava se podia conversar. Eu respondia que esperasse meu marido pegar no sono e aí falaria com ele. Era “batata”, Sergio dormia e eu ia para o zap e conversávamos bastante e nestes papos começamos a nos excitar. Eu que nunca fui de falar putaria nem com meu marido durante o sexo, comecei a aceitar as do Otavio e mais ainda, eu correspondia, e num desses dias me surpreendi dedilhando na minha xoxota quando ele dizia ousadamente que ficava imaginando como eu seria peladinha e disse que estava de pau duro. Nesse dia ele gozou batendo punheta e falou se poderia mandar-me uma foto do seu pau. E eu toda recatada disse baixinho que sim. Gente! quando vi a foto daquele cacete gigante cheio de veias, dando dois do meu marido não teve jeito, tive que tocar uma siririca, nunca havia feito isso.
O chifre do meu marido Sergio estava se tornando inevitável, cedo ou tarde!

Aguardem o próximo episódio do relato com o desfecho dessa aventura maravilhosa em nossas vidas.
Agradecimentos;
Casal Silvia e Sergio.

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13 Comentários

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  • Responder Ana Moreira ID:5x8209lezri7

    Parabéns pelo relato! Muito bem escrito e já com promessa de um novo relato bem interessante e excitante!

  • Responder Crioullo ID:1wm27b0bq

    Bom!!! Eu não sei se quem está editando este conto, se é realmente o seu autor, pois eu venho perseguido esta historia desde á década de 80, quando era publicado na seção fórum da extinta revista ELE/ELA! Depois de um certo tempo, eu reencontrei no site que existia na “Internet”, chamado de “Rotina de Um Casal”, que também hoje não existe mais. Espero que aqui eu possa encontrar todo o em brolho do conto na sua totalidade!

    • Casal Silvia e Sergio ID:41ihxvimoid6

      Caro amigo Crioullo. Você está totalmente certo quanto à publicação no “Rotina de um casal”, que foi feita por nós sim, em 2016 por aí…quando os fatos(acontecimentos reais), foram relatados lá. Quanto a essa publicação dos anos 80, desconhecemos, não fomos nós e nossa história nem existia.

    • Crioullo ID:1wm27b0bq

      Então estarei aqui ansioso, para conhecer todo o enredo, pois lá “No Rotina de um Casal, eu não consegui visualizar toda historia!
      PARABÉNS!!!

    • Casal Silvia e Sergio ID:41ihxvimoid6

      Sim, o desfecho dessa história já está pronto(sim, nós reescrevemos a história, pois perdemos aquela original de quando foi postada no “Rotina”), Portanto, pode ser que haja alguma coisa diferente, mas a essência é a mesma e é real. Redigímos em 3 partes, vamos postar a segunda.(A terceira é como o Sergio descobriu (e isso mudou nossa história ). Aguarde!

  • Responder Wagner ll ID:h5hr3vkm4n

    Bem escrito,gostei

  • Responder Clodoaldo ID:4adecx7vzrjo

    Show de conto minhas melhores transas não minha vida sempre foi com casadas e casal . Só quem sai com um casal conhece a adrenalina gostosa q tem no ar .

  • Responder Casal Silvia e Sergio ID:41ihxvimoid6

    Sim, feliz que gostaram. Confesso que até hoje nos excitamos quando contamos. Aguardem o desfecho que é bem legal. bjs.

  • Responder Casal cambirel crs e d4 ID:1v7e0gqjk

    História exelente e bem escrita o tesão é outro patamar.

  • Responder Caco ID:8kqtjdjj8lo

    Oi boa noite Casal, eu que adoro uma casa de swing, devem imaginar o meu tes”ao de expectativa nessa história, amanhã eu quero mais.

    • Casal Silvia e Sergio ID:41ihxvimoid6

      Sim, com certeza traremos a segunda parte com o desfecho dessa aventura inesquecível para nós. Muito legal que gostou.

  • Responder Vantuil OB ID:mujqotchir

    Que beleza Casal. Eu estou que nem a Silvia, que está ansiosa, só que estou eu de pau duro lendo esse conto. Fico agora esperando a continuação. Parabéns!!

    • Casal Silvia e Sergio ID:41ihxvimoid6

      Pode aguardar. Que em breve colocaremos o desfecho de nossa história. Abraços!