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Como transformei meu marido em corno (parte 2)

2974 palavras | 8 |4.61
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Desfecho do nosso relato em que finalmente aconteceu o encontro entre eu e Otavio. Esperamos que gostem!

Então amigos sou eu a Silvia do casal Silvia e Sergio e cá estamos de volta para darmos continuidade ao relato de como transformei meu maridinho em um corninho.

Aquela situação estava indo mais longe do que imaginava, pois o que parecia uma paquera corriqueira a qual, com toda modéstia, já havia passado em outros momentos da vida como muitas mulheres passam, mas a coisa estava tomando uma proporção maior pelo simples motivo que havia uma certa cumplicidade de minha parte uma vez que a situação estava proporcionando-me um certo prazer. Durante um mês ou pouco mais, nos falámos todos os dias por mensagens ou áudios. A pedido meu, ele diminuiu suas idas à loja, pois achava que poderia me prejudicar no trabalho e à noite, em nossos papos, falávamos o que tínhamos para falar. Ele sempre ousado e testando até que ponto eu estava sendo envolvida por ele. Começava sempre muito carinhoso, reafirmando que estava apaixonado por mim, que imaginava fazendo amor comigo, mas sempre muito sedutor, ele realmente parecia ter muito jeito com as mulheres, era irresistível eu diria! Do meu lado eu tentava resistir, pensava muito em meu marido nesses momentos, afinal, nunca havia imaginado trair Sergio. Algumas vezes, ouvindo os áudios picantes do Otavio, ficava olhando meu marido dormindo e a consciência doía, mas ele Otavio, me dava muito tesâo, sua voz me excitava de um modo que acabava sempre numa siririca (isso mesmo, acabei viciada nisso!) Imaginem! Meu marido roncando e eu ao seu lado embaixo do cobertor me tocando e pensando em outro macho!
Num desses dias, estava no meu trabalho e percebo uma nova mensagem no Zap. Olho rapidamente no celular e vejo que é um áudio dele, Otávio. Peço para uma das meninas ficarem um momento no meu caixa e digo que vou ao banheiro e lá aproveito e ouço o áudio. Na mensagem ele diz estar com saudades e louco para me ver pois já algum tempo não nos víamos, e se poderia me esperar às dez no estacionamento e que me daria carona e aproveitaríamos para colocar os assuntos em dia etc.
Aquele convite me fez sentir uma mistura de calafrio e medo e ao mesmo uma excitação, pelo que poderia acontecer num encontro pessoal entre nós devido aos nossos diálogos “calientes” dos últimos dias. Então resolvi na mesma hora respondê-lo dizendo que podia me esperar, mas teria que sermos breve em colocarmos esses “assuntos em dia” porque meu marido e filho me esperavam em casa (fazendo um certo “cú doce” pra ele). Ele respondeu de volta que tudo bem e que me esperava no horário marcado. Passei o resto do dia com aquele friozinho na barriga, e ao mesmo tempo com muito tesão. Uma sensação de estar com a bucetinha molhada (e estava!) Mas enfim chegou às dez horas, fui ao vestiário me trocar e dar uma ajeitada no rosto. No estacionamento ele já aguardava dentro do carro e deu um sinal piscando a lanterna para que fosse ao encontro. Abri a porta do lado do passageiro e logo ele se inclinou e me deu um beijo no rosto o qual correspondi. Ficamos ainda ali parados por alguns minutos conversando banalidades e então ele ligou o carro e começou a dirigir. Eu ainda um pouco constrangida pela situação daquele momento e pelas nossas conversas picantes dos últimos dias, evitava olhá-lo nos olhos, mas ele sempre muito jeitoso, procurava me relaxar e descontrair para enfim dar a “cartada final”. Foi aí que, ao perceber que estava se aproximando do local que iria me deixar, intensificou a investida e foi parando ali, uma rua abaixo da minha e sem desligar o motor foi logo dizendo que pensava muito em mim nos últimos tempos, que isso estava mexendo com sua vida, até com seu casamento etc., e nisso desligou o carro, se aproximou pegando em minha mão, acariciou meu rosto. Nesse momento olhei-o nos olhos e instintivamente ele me beijou. No começo, uma espécie de selinho, mas depois enfiou a língua e acabamos entrelaçando a minha com a dele num beijo sexual, como há tempos não fazia. Aquilo nos excitou muito, e nossas mãos passaram a agir em nossos corpos. Parecíamos dois jovens namorados dando um belo amasso depois de uma sessão de cinema.
De repente ele deslizou suas mãos másculas no meu corpo até minhas coxas e, ao mesmo tempo que me beijava o pescoço ia descendo até meus peitinhos (estava com uma blusa de botões e com sutiã de renda) onde ele metia sua língua tentando alcançar meus mamilos (que à essa altura, já estavam entumecidos), por dentro do sutiã. Estava meio que inebriada pelo trato que aquele macho comedor me dava, minha boceta borbulhava de tão molhada (as vezes gozo só com preliminares). Foi quando senti sua mão tocar por cima da minha calça justa (tipo leg.), minha boceta que nesse momento latejava. Dei um suspiro misturado com gemido, e ele começou a falar putaria no meu ouvido. Dizia que estava louco para me comer, que queria chupar minha boceta, lamber meu cuzinho e que sabia que eu também o queria, que estava louca pelo seu pau etc. e tal…o cara era comedor de casadas mesmo! Pegou minha mão e conduziu até o volume imenso que já se formava por cima da calça jeans. Gente, e aqui faço um parêntese para lhes dizer que além do pau do meu marido, posso considerar que nunca havia segurado e apalpado nenhum outro, exceto na adolescência, com namoradinhos quando as vezes segurava seus pauzinhos durante os amassos, mas aí acho que não conta (ou conta?). Mas o certo é que segurei aquele cacete duro, ainda que por cima da calça, mas que me impressionou pelo tamanho e grossura, ao mesmo tempo em que nos chupávamos com nossas línguas. Em seguida num lampejo de lucidez lembrei-me do meu marido e filho em casa a me esperarem, e do risco de alguém ali me reconhecer, pois estava muito próxima de casa, me recompus às pressas ajeitando minha blusa e lhe dizendo que precisava ir, embora convencida de que estava louca para dar pra ele (e iria dar!), só que não podia ser ali né!? Ele, meio desapontado ainda se recompondo perguntou sobre como ficaríamos e coisa e tal… Pensei rápido e lembrei que o dia seguinte, sexta-feira, seria dia da minha folga, disse que planejasse algo e me confirmasse mais tarde pelo zap. Desci correndo, sem antes ele me puxar e me beijar novamente.
No pequeno percurso até minha casa, estava meio tonta, confusa com tudo aquilo, mas com a bucetinha encharcadinha, louca por um banho pois estava com o cheiro daquele macho (delicioso, por sinal). Tomei meu banho, jantamos os três e logo fomos dormir. Já na cama, Sergio ameaçou me procurar para transar, mas muito cansado, não passamos de uns beijos e logo ele dormiu. Inquieta com tudo que havia rolado no dia, e ao mesmo tempo ainda bem mexida com tudo (excitada na verdade), demorava para pegar no sono quando senti um leve sinal no meu zap o qual prontamente olhei e adivinha? Era ele, Otavio, dizendo que me esperaria no dia seguinte, em um lugar bem próximo à loja às 14h, exatamente no meu horário de trabalho, para não “dar bandeira”.
Apesar do frio na barriga imediatamente respondi apenas com um “ok, às 14” e fui tentar dormir (se é que seria possível naquela noite). No seguinte acordei um pouco tarde pois como só entrava no trabalho às 14, sempre dormia até umas 10,( lembrando que para o meu marido, não havia dito que seria minha folga portanto ela achava que trabalharia normalmente naquele dia). Ele Sergio, aquele dia teria aulas em dois períodos, tarde e noite, portanto iria me deixar no trabalho pois sairíamos juntos para “trabalhar” (ou seja, me entregaria de bandeja ao seu algoz…). Assim fizemos. Tomei um belo banho, dei um trato na “xaninha’ (Não costumo me depilar totalmente, deixo sempre uns pelos bem aparados), me perfumei, coloquei uma calcinha branca fio dental e uma calça jeans bem justa, destacando minha bunda. Sergio me deixou próximo ao meu trabalho e nos despedimos com um beijo dizendo que nos veríamos à noite. Confesso que todo aquele ritual, me deixou com uma sensação de medo e tesão ao mesmo tempo. Muito bem, era chegada a hora do “vamos ver”! Ainda era um pouco cedo do horário marcado e resolvi dar uma voltinha por ali até dar a hora e assim me encaminhei até o local combinado tomando um certo cuidado para não ser vista por um conhecido e logo avistei o carro dele Otavio, estacionado. Me aproximei e ele com um sorriso me recebeu já dentro do carro, com um beijo no rosto e dizendo, que achou que não viria. Disse que estava muito nervosa e confusa no que estava fazendo o que ele me respondeu dizendo que relaxasse e que não faríamos nada que não quiséssemos fazer. Aquilo me fez o coração disparar. Aquela adrenalina do primeiro encontro com um homem que não fosse o meu marido, me fazia suar frio. Mas enfim entrei no carro e partimos. No caminho, estava meio tensa, olhava para Otavio e ele correspondia com um olhar guloso. Aquilo me estremecia o corpo e já me sentia bem molhada. Ele pegou uma conhecida rodovia aqui de São Paulo e sem andar muito já desviou em direção a um também conhecido motel dessa rodovia e adentrou a recepção. Conduziu o carro até a suíte e parou-o bem próximo, onde descemos e já estávamos dentro da suíte. Era grande e bem confortável com uma grande cama à disposição. Há muito tempo não ia a um desses e no início fiquei um tanto deslocada. Ele, muito sedutor não perdeu muito tempo não, logo pegou uma bebida para os dois (eu pedi um gin tônica, precisava relaxar) e ele um whisky e, se aproximando me beijou na boca o que prontamente correspondi. Ficamos ali por algum tempo nos amassos como dois namorados. Eu conforme tomava uns goles ia relaxando e me soltando. Aí começou um ritual que me fez pegar fogo de vez! Ele passou a tirar lentamente minha roupa. Tirou minha blusa, me fez deitar na cama, foi tirando lentamente minha calça, que saiu com alguma dificuldade pois era bem justa. Fiquei de sutiã e uma minúscula calcinha (socada no rabo!), da qual fugia alguns pentelhos bem aparadinhos da minha boceta, de tão pequenina que era. Otavio, comedor experiente que era, não perdeu tempo, e foi logo caindo de boca nos meus peitos, foi descendo sua língua quente por toda extensão do meu corpo até chegar na calcinha. Então ele baixou-a de uma só vez e adivinha! Caiu de língua na minha boceta já molhadinha me fazendo dar um urro de prazer. Levantou-se, começou tirar sua roupa. Aí que percebi o quão era sarado e gostoso. Se livrou rapidamente da camisa, da calça jeans surrada e ficou de cueca com um volume enorme já querendo pular para fora. Há essa altura, já estava louca por aquele macho e passei a baixar lentamente aquela cueca, onde imediatamente saltou na minha cara uma piroca enorme, grossa, cheia de veias como nunca havia tido. Não resisti. Abocanhei de uma só vez o que o fez dar um suspiro e, passei a mamar aquela picona como se fosse uma saborosa manga madura. Em um contorcionismo, Otavio se deitou em posição de um “69” e passamos a praticar um oral daqueles. Eu lambia, colocava todo o pau na boca, tirava, punhetava, lambia o saco e as bolas enquanto ele chupava meu grelo deliciosamente e as vezes dava umas passadas de língua no meu rabo o que me fazia gemer alto. Depois de algum tempo naquela mamada deliciosa nos beijamos apaixonadamente e ele encaminhou aquele cacetão em direção à minha buceta que já clamava por aquela pica. Naquela época tomava anticoncepcional, porém nunca confiei muito transar sem camisinha nem com meu marido. Otavio gentilmente me perguntou se preferisse ele colocaria camisinha, no que eu, já em êxtase e quase gosando, pedi que colocasse logo aquele cacete todo na minha boceta, o que fui atendida prontamente. Aí foi uma loucura, loucura, loucura! Ficamos um tempo no “papai e mamãe” e logo me colocou de quatro e passou a bombar com mais força à medida em que nos descontrolávamos e passávamos a falar putaria. Estava fora de mim! Pedia que me fodesse, que me fizesse puta, que estava corneando meu marido com um macho comedor, pauzudo, que estava louca para foder com ele, um macho de verdade etc. Otavio retribuía tudo o que aquela verdadeira puta precisava na cama, com estocadas na buceta e acariciando o seu cú vez ou outra com seu dedo indicador. Ele sabia comer uma mulher como poucos, me fazia ter múltiplos orgasmos como nunca os tive, e pedir mais e mais… Até que, num urrar de urso, tirou rapidamente seu pau da minha bocetinha e inundou minha cara e peitos com umas cinco ou seis golfadas de porra quente e branca como neve, que escorreu até quase o início dos meus pentelhos. Ficamos por alguns minutos parados, eu deitada sobre ele, curtindo aquele momento maravilhoso. Logo depois, nos recompomos, fui tomar um banho, pois estava cheia de porra no corpo e logo Otavio foi ao meu encontro. Voltamos a nos beijar e o seu pau já estava duro novamente. Chupei aquela rola novamente embaixo do chuveiro enquanto ele massageava meu clítoris e meu cuzinho ao mesmo tempo e então voltamos para a cama para a segunda sessão. Já imaginava o que estava por vir. Ele falou no meu ouvido que estava louco pelo meu cuzinho. Disse que meu marido já havia tentado algumas vezes, mas nunca conseguimos concretizar o sexo anal. Foi aí que ele me colocou de quatro, pegou um pote de lubrificante no bolso da calça e disse: talvez tenha faltado um pouquinho disso! E lambuzando meu cú e o seu pau, colocou na portinha e passou a esfregar devagarinho, com muito jeito até que, aos poucos meu cuzinho foi se abrindo quase que naturalmente e quando dei por mim, estava com aquela caceta enorme todinha dentro do meu cú. Fui às nuvens novamente! Ele comia meu cuzinho com tal destreza que parecia que já havia dado o meu rabo várias vezes. Enlouquecemos novamente, falamos putaria de novo e acreditem! O filho da puta me fez gozar quase que pelo cú de tanto que molhei a cama. Depois ele bombou por muito tempo e encheu (agora meu rabão!) de porra quente. Quando me levantei para ir ao banheiro, escorria leite da minha bunda. Tomamos banho novamente, nos beijamos outras vezes no chuveiro, ele disse que estava se apaixonando por mim e coisa e tal. Voltamos para a cama e ficamos conversando longamente. Ele falou muito sobre sua vida e eu sobre a minha. Disse que já havia comido várias casadinhas como eu, mas que nunca havia se ligado tanto como em mim (O descarado devia falar isso para todas essas putas que comeu, rs.) E eu, sincera dizia que amava meu marido, que nunca havia feito nada parecido e que estava com certo sentimento de culpa, mas que naquele momento não dava para se culpar pois havia sido mágico. E ele muito carinhoso e compreensivo, acariciava meu rosto e me consolava, dizendo para não se culpar pois estávamos nos desejando muito, aconteceu e foi maravilhoso etc. e tal. Ainda namoramos um pouco mais e foi então que voltei à realidade. Olhei no celular, já eram 8 da noite. Isso mesmo, ficamos quase 6 horas no motel, esquecemos do tempo. Me vesti com certa pressa, (havia trazido um conjunto de lingerie a mais na bolsa), dei um retocada no rosto, Otavio se vestiu (homem é sempre mais prático e rápido), e fomos para o carro. No caminho, nos falamos pouco, estava meio que digerindo ainda tudo aquilo. Chegamos próximo á minha casa, ele parou o carro e eu dei-lhe um beijinho na boca e desci apressada sem antes ouvir de Otavio o pedido de que continuássemos a nos falar. Respondi que depois nos falaríamos.
Cheguei em casa com um sentimento misto de remorso com lembranças da experiência deliciosa que havia vivenciado. Só estava meu filho em casa, que perguntou se havia saído mais cedo o que respondi que sim, que não estava muito bem e tinha sido dispensada. Sergio ainda não havia chegado. Como sempre, fui tomar meu banho para em seguida preparar-lhes o jantar. Pouco tempo depois, Sergio chegou. Jantamos os três, e não demorou muito disse que estava com um pouco de dor de cabeça e que se não se importasse, iria me deitar. Sergio respondeu: Claro que sim! Deve estar cansada meu amor!! E me dando um beijo, disse que me amava.

Em breve enviaremos o relato (terceira parte) de como o meu marido Sergio descobriu que havia sido corno e qual foi sua reação, e mais desdobramentos dessa nossa história.

Agradecimentos;
Casal Silvia e Sergio.

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8 Comentários

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  • Responder Crioullo ID:1wm27b0bq

    Como foi bom! Mas espero que os relatos sejam todos bem explicito, e sei que esta é uma das melhores historias que eu já encontrei em site de relatos sexuais! Desde que eu encontrei os seus relatos, só consegui encontrar até á terceira parte, mas sei que á historia não termina, e acredito, que daria até para escrever um “Livro”, que poderia se chamar: Os devaneios gostosos de uma Casada Ardente!!! Ansioso pela terceira parte, e subsequentes!!! Grato!!!

  • Responder Vantuil OB ID:mujqotchir

    Se existe uma coisa na vida de um casal, é que muito dificilmente existe aquela coisa de não haver traição. O homem trai por natureza e a mulher, quando é mal comida ou que não recebe a devida atenção, pode saber se ela tem amigas e com elas sai para happy hour ou beber em barzinhos a noite com anuência do marido, ela vai encontrar um malandro que vai dar bocadas. E como a carne é fraca, ela vai dar um jeito de trair. Falo por experiência própria. Foi o que aconteceu com minha ex. Até que um dia, alertado, descobri. Isso daria um conto real.

  • Responder Comedor de Casadas ID:8cipsdlv9i0

    Sensacional !!!!! E muito bom viver esse tipo de romance , seu conto me faz lembrar um caso que tive com uma casada , que delícia , e muito bom comer uma casada que está louca de vontade de ser comida como uma puta. Aguardo o próximo conto estou curioso para saber como seu maridinho reagiu ao saber que foi corno. Bjosss do Comedor de Casadas

  • Responder Casal cambirel crs e d4 ID:muirlvp42l

    Só quem ja viveu e vive em um casamento aberto e feliz sabe que a felicidade e pura e simples. Bastar ter coragem de viver uma ideologia sem hipocrisia e muita cumplicidade.

    • Anonimo ID:gp1eri4zmk

      Sai dae corno manso, devem estar cheio de doenças, seres assim tem que ser eliminados.

  • Responder Caco ID:8kqtjdjj8lo

    Que tesão, eu quero também, rsrsr.

    • Deliciosa 23 ID:bemljno58j2

      Que delícia

  • Responder Hipnotransapeuta ID:4aosjybvk0a4

    Oh delicia!