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Um aprendizado com minha enteada de oito anos

3969 palavras | 26 |4.62
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Namorei uma pessoa que já tinha uma filha. Na época que começamos o namoro, a filha tinha sete para oito anos (sete e oito meses). Acabei me apaixonando e a relação ficou forte. Ela passou a frequentar a minha casa e trazia a filha toda sexta e só ia embora no domingo à noite. Tenho uma piscina que não é grande coisa, mas dá para muita diversão e a filha da minha namorada adorava entrar e não sair mais. Muitas vezes a minha namorada saia para fazer comida e nós dois ficávamos de molho. Eu tinha o hábito de ficar de barriga para baixo e ela sentava nas minhas costa e eu virava o “barquinho” para ela navegar. O detalhe (custei a perceber) é que ela sentava bem em cima do meu cóccix, com a bucetinha alinhada com a parte alta do osso. Não dava importância, achava que era mais cômodo, só que não. Era ficava bem ereta e forçava a buceta para baixo e mexia para frente e para trás. Vez em quando balançava a bundinha como estivesse rebolando. Percebi também que ela gostava de puxar a calcinha, na altura da buceta, deixando metade dela pra fora e puxava de volta, seguidas vezes, esfregando o micro clitóris com a costura da calcinha. Não me parecia que tinha consciência do que fazia; fazia porque era gostoso. De forma sutil, passei a achar outras maneiras de faze-la sentir pressão no grelinho. Eu a colocava sentada de maneira tal que ela acabava esfregando a bucetinha na minha canela e eu, fazia leves movimentos de fricção para ver a reação dela. Nos períodos que não estávamos na piscina brincávamos de gladiadores (lutas em que ela sempre me dominava e me mordia) de ginastas (criava posições onde ela estava sempre com a bucetinha cravada em alguma lugar do meu corpo e eu pudesse pressionar e esfregar). Minha namorada tinha o hábito de dormir à tarde nos domingos e nós dois (eu e minha enteada) ficávamos vendo filmes na netflix. Toda vez que acabava um filme fazia uma “massagem” nas costas e na bundinha dela. Enfiava a mão por baixo dos seus cabelos e puxava com um pouco de pressão e ela se deleitava. Nesse instante minha outra mão estava sempre descendo na direção de sua bundinha e entrando, delicadamente, pelo seu rego. Esse jogos foram surgindo desde que observei o que ela fazia na piscina e não acreditei que uma criança, que mal tinha sete para oito anos, pudesse ter essa “curiosidade” por esses elementos sexuais. Levei três semanas para chegar a passar o dedo no cusinho. A primeira vez que toquei, estava puxando seus cabelos e ela estava de olhos fechados curtindo o puxão de cabelos. Ao primeiro toque ela contraiu o botãozinho, trancou, para logo relaxar novamente. Deixei meu dedo parado sem forçar nada, só deixei que ela sentisse essa nova experiência. Não havia palavras entre nós; simplesmente as “brincadeiras” surgiam e aconteciam. O único acordo era que não brincávamos, das coisas que gostávamos, na presença da mãe. Nesse dia do primeiro toque, também pela primeira vez, mordi de leve seu pescoço, suas costas, suas coxas e sua bundinha. O prazer dela estava descrito pela imobilidade e olhos cerrados enquanto os carinhos aconteciam. Me perdi dentro dessa relação, estava confuso sobre o que sentia pela mãe e mais e mais me perdia nessa atração estranha por uma menina que demonstrou, com tão pouca idade, que podia sentir prazer com a manipulação do seu corpo.
Chegaram as férias de fim de ano e resolvemos ir para o sul da Bahia, Caravelas. Dois dias antes de sairmos, minha namorada foi atacada por uma rinite brutal. Pensei em cancelar a viagem, mas minha namorada insistiu para irmos. A medicação para rinites alérgicas provocam muito sono e minha namorada ficava praticamente dormindo todo o tempo. Insisti em não ir, mas ela insistiu. A viagem era de pelo menos 10 horas, ela se sentou no banco ao meu lado e minha enteada no banco de trás, na direção da mãe. Eu podia vê-la, bastava virar um pouco a cabeça e enquadrava todos o seu corpo no meu campo de visão. Começamos a viagem e minha namorada tomou o maldito remédio que dá sono e apagou depois de vinte minutos. Quando alcancei a estrava não acelerava a mais de noventa, tinha medo de algum acidente. Vez em quando olhava para trás e sorria, botava a mão entre os bancos e fazia um carinho em seu joelho. Conversava sobre bobagens e ia acarinhando sua perninha. Não sei se foi intencional ou meramente acidental, mas minha enteada se deslocou para o meio do banco e sentou-se mais para a frente. Na vez seguinte que levei a mão para acarinhar seu joelho, alcancei o final da sua coxa. Não tinha prestado atenção em sua roupa, ela estava com uma sainha e blusa toda de azul. Os dois, tanto eu quanto ela, percebemos ao mesmo tempo onde minha mão quase tocou. Como estava dirigindo, ficava com a mão fora do volante por pouco tempo. Minha enteada, chegou ainda mais para a frente, sentando bem na ponta do banco de trás. Quando levei a mão para tocar em sua perna, achei a calcinha. Nada do que fizemos ate ali, foi de caso pensado; eram meros acidentes e descobertas casuais. Só que não passavam em branco. Dessa vez fiquei mais de um minuto com a mão para trás e roçava os dedos no meio da calcinha. Não dizíamos nada, só curtimos a brincadeira. Meu coração, depois da segunda vez que passei a mão, acelerou muito. Ela estava literalmente jogando o corpinho para frente para que o contato fosse mais forte. Olhei para o lado e minha namorada “desmaiada”. Quando botei a mão para trás, alcancei a lateral da calcinha e puxei como ela costumava fazer para sentir a costura da calcinha passando no seu grelinho. Minha enteada levantou-se um pouco e fez como se fosse tirar a calcinha e a deixou bem frouxa. Meu coração estava a mil, minha boca seca. Sua bucetinha estava completamente livre e meus dedos deslizaram para cima e para baixo com total liberdade. Ela segurou em meu pulso e mexia para cima e para baixo, orientando o que estava sendo bom para ela. Botei o dedo médio bem em cima do seu grelinho e pressionei com delicadeza. Ela perdeu o controle sobre a perna esquerda e seu corpinho foi um pouco para trás. Tirei a mão e dei mais atenção à estrada. Não resisti e entrei, de novo, com a mão na sua calcinha. Passei a massagear seu grelo e ela segurou meu braço, forçando minha mão em uma determinada posição. Meu dedo médio alcançou, por mero acaso, seu cusinho. Fiquei friccionando sua bucetinha e sentindo seu cusinho piscar a cada vez que o prazer batia em seu grelinho. Olhei para ela e fiz sinal de que devíamos parar, eu precisava dirigir e poder chegar, mas faltava muito ainda.
Enfim, Caravelas. Era início de temporada e não tinha ainda nenhum hóspede, fomos os primeiros. Havíamos escolhido um chalé e eles ficam um pouco afastados da sede e da piscina principal, embora tenha mais uma mais próxima de nós, porém, bem menor. Recolhi o carro, peguei as malas e nos instalamos. Pedi para minha namorada não tomar a merda do remédio, mas ela estava completamente entupida. Na minha opinião aquela porra de remédio só piorou a tal alergia. Ajudei-a a tomar um banho e ela se deitou, nem quis comer. Eu e minha enteada pusemos roupa de banho e fomos para a piscina pequena. Estávamos sós, não havia ninguém, nem mesmo as pessoas que tomavam conta do local. Sentei na parte rasa da piscina e minha enteada sentou-se ao meu lado. Olhamos para baixo, sem dizer nada e depois nos olhamos. Não dissemos nada, só a peguei pelo braço e a coloquei no meu colo com delicadeza. Estava de costas para mim, suas perninhas abertas, chafurdando a água e minhas mãos foram alisando suas coxinhas, até que cheguei na calcinha do biquíni. Minha mão tomou conta da bucetinha por inteiro, apertei como se fosse um beliscão, mas com delicadeza. Ela parou de balançar as pernas e prestou atenção no novo “carinho”. Fiz mais uma, mais outra e outra vez. Ela levantou o corpo e olhou à nossa volta. Continuávamos sozinhos. Ela levanta o corpinho, mais mais vez e deixa a calcinha no meio das pernas. Enchi minha mão naquela carninha fofinha e deliciosa. Minha vontade era meter a boca e chupar até ela não aguentar mais, mas tinha medo de que aparece alguém. Massageei, com muito carinho, por mais de dez minutos e pedi para irmos para o chalé. Entramos e minha namorada roncava a sono solto. Formos para o banheiro e, pela primeira vez, ela me viu pelado. Quando ela ficou nua, meu pau subiu feito foguete. Ela olhou surpresa e me olhou como se perguntasse se podia tocar. Peguei sua mão e botei no meio do pau (não é um pau de gigante, tem somente 16,5cm) ela, no instinto apertou e eu quase caio. Que sensação maravilhosa.
Tenho tara por cu. Devo ter sido um galo em outra vida. Fechar os olhos e dedilhar um brioco é mais gostoso que comer uma buceta. E foi isso que fiz. Sentei no vaso com ela meio que de lado. Ela pegou no pau e mostrei como se punhetava a criatura. Enquanto isso, minha mão desceu por suas costas e alcançou o buraquinho do cu dessa divina criança. Ela estava tão entretida com a pica que não se deu conta do dedo fuçando sua retaguarda. Havia sabão líquido na pia e passei um pouco nos meus dedos. Quando toquei o cusinho novamente, o dedo entrou com extrema facilidade. Ela sentiu e trancou meu dedo dentro do buraquinho quente. Olhou para mim, mas não reclamou e nem fez menção de tirar. Peguei sua mão e apertei sobre minha pica, dando sinal que ela podia apertar mais. Nisso sua atenção se voltou para o pau novamente e meu dedo passou a entrar e sair, até a metade, compassadamente. Nunca nos falávamos, mas eu precisava dizer a ela que teria de me punhetar até eu gozar. Disse em seu ouvido, bem baixinho: “Continua, meu amor, eu preciso tirar o leite que tem dentro dele…” Ela só assentiu com a cabeça. Voltei minha atenção para o furico e meu dedo penetrou quase todo, não demorou muito e voou porra até no meu nariz. Ela olhou espantada e depois começou a rir. Fomos para o chuveiro e dei um banho demorado naquele corpinho. Sentamos no chão e passei sabão por toda as suas costas, peitinho, perninhas, bucetinha e futuquei o que pude o cusinho. Quando saímos coloquei-a sentada no vaso e abri suas perninhas, ela merecia a melhor chupada que eu pudesse dar. Quinze minutos depois, sua bucetinha estava vermelha como se tivesse pegado fogo.
Se alguém me dissesse oito meses atrás que eu viveria essa situação com uma criança , TÃO NOVA, eu ia dar gargalhada até morrer. Estar dentro desse mundo de sexo com uma menina tão nova, com seu pleno conhecimento, pra mim era completamente absurdo. Eu não a induzi a nada, fui no ritmo dela na direção que ela dava. Na verdade eu me senti meio que perdido, não tinha mais noção de valores, ética e o que seria certo e errado.
Nos vestimos e acordamos minha namorada.
“Chega de dormir, vamos até a praia!”
Caminhamos por quarenta minutos e entramos em um restaurante rústico, mas com um perfume de frutos do mar de nos deixar babando. Minha namorada comeu até se fartar, não havia tomado café da manhã e já eram duas da tarde. Pediu para voltarmos e fomos diretos para o chalé. Minha namorada pegou o tablet e começou a ler um livro; não demorou dez minutos e já estava emborcada, toda torta no sofá. Levei-a para a cama irritado. Se era para dormir o tempo todo, ficava em casa!
“Vamos dar uma volta?”
“hum, hum”
Caminhamos pelo pomar da pousada, era enorme e lindo. Tinha tanto canto e tanta fruteira que dava pra se esconder ali e se perder.
“Me sobe nessa árvore?”
“Claro.”
Ela estava com um desses shortinhos de dormir de algodão, sem calcinha. O short havia entrado em sua bundinha e ela estava tentando tirar. Apoiei minha mão em sua bundinha e levantei seu corpo até um galho relativamente baixo. Segurei seus braços para que ela não caísse e ela abriu as perninhas. Os lábios da bucetinha marcavam direitinho o short. Coisa mais linda!! Tirei-a do galho e sentei com ela em um banco feito de tronco, nos olhamos e depois ela olhou à volta. Era o sinal de que queria sacanagem. Peguei sua mão e botei sobre meu pau, fazendo-a apertar e massagear. A coisa cresceu em menos de quinze segundos, a cabeça queria pular pra fora da bermuda. Levantei e fiquei de pé a sua frente. Olhei à volta de novo e baixei a bermuda a cabeça da pica luzia e o pau se mexia. Não precisei pedir pra que ela pegasse, me aproximei do seu rosto e fiz menção pra que ela desse um beijo. Não fez cara de nojo, não titubeou. Meio sem jeito beijou algumas vezes, mas ela sabia que havia algo mais que eu queria; olhou nos meus olhos e empurrei a pica na direção de sua boquinha. Mais sem jeito ainda deixou o pau entrar e começou a babar, não passou os dentes e levou mais de dois minutos para pegar o jeito do movimento. Foi só felicidade. A pica entrava e saia vagarosamente e ela começou a babar ainda mais. Às vezes parava, engolia a saliva e voltava a mamar. Cinco minutos de nirvana, não mais que isso. Tirei a piroca de sua boca, virei de lado e gozei uma caixa d´água de porra. Nunca, nos meu trinta anos de vida, havia sentido um prazer tão grande e tão intenso como essa boquinha virgem salivando e aquecendo a chapeleta da criatura.
” Que é isso, tá mijando? rsrsrsrs…”
Não se assustava com nada, tudo pra ela era natural.
Voltamos para o chalé, já passavam das seis e certamente minha namorada já deveria ter acordado.
” Onde vocês estavam?”
“No pomar”.
” Como você está?”
“Um pouco de dor de cabeça e esse sono miserável que não vai embora.”
“Vamos dar uma volta por ai.”
Saímos e fomos até a sede da pousada, vimos as mesmas coisas que se vendem em todo lugar como esse. Fomos para uma área externa e pedimos duas cervejas e um refrigerante. A noite começou a cair e ainda assistimos um show de uma menina maravilhosa. Jantamos e fomos dormir. Minha namorada, para variar, tomou a porra do remédio. Eu já ia reclamar, quando sinto uma mãozinha segurando meu braço. Entendi. Era como se o adulto ali fosse ela, mal saída dos cueiros. No chalé havia uma cama de casal em um quarto e um beliche em algo que não vou chamar de quarto porque era mais uma passagem entre a sala e o quarto por assim dizer. Deixamos minha namorada, de novo, lendo e fomos ver besteiras na tevê. A safada da minha enteada, meia hora depois foi olhar a mãe. Voltou com um meio sorriso e disse:
“dormiu.”
Eu não estava com aquela gana de enfiar o pau na bucetinha dela ou no cusinho. Tudo que tínhamos feito até agora fluía, não tinha um ritmo certo ou intensão pensada. Ela deitou no sofá e continuamos a ver tevê.
|Intervalo.
Passei a mão em suas costas e a blusinha subiu, ela virou a cabeça de lado e suspirou. Fiquei de joelhos no sofá e tirei sua blusa, massageando com suavidade os parcos músculos de suas costas. As mãos começaram a subir e a descer lentamente; suas pernas ficaram de lado, dando a entender que ela relaxou completamente. Olhei fixamente para sua bundinha com o shortinho enfiado no rego e minha boca ficou seca. Passei o dedo pelo risco que havia sobre o reguinho e fui até as pernas. Com os polegares comecei a massagear a parte interna das nádegas, bem na altura do cusinho. Ela parecia morta de tão quieta. Não puxei o short de uma vez, comecei a botar a mão por dentro e massagear direto na pele, até que ela mesma começasse a tirar. Tínhamos apagado a luz da sala, mas eu queria ver o buraquinho, queria vê-lo abrindo e fechando, queria massagear com os dois polegares quase dentro dele mas sem tocá-lo. Comecei a passar a mão dentro do reguinho devagar para cima e para baixo. Cada vez que passava pelo brioco ele abria e fechava.
Antes dessa namorada, tive uma que gostava de soltar a rosca. Aprendi com ela que creme rinse desliza mais que qualquer outra coisa, embora seja um produto químico agressivo.
Fui até o banheiro e achei um tubo pequeno com creme rinse. Não queria admitir, mas à essa altura eu já estava pessimamente intencionado, coisa que não tinha acontecido até então. Tínhamos, em uma outra nécessaire, KY e vaselina PA. Peguei tudo e voltei para a sala.
“Demorou…”
“Desculpa.”
Voltei a massagem do início, lá do pescoço e levei mais de dez minutos até alcançar, de novo, a bundinha. Agora quem salivava era eu. Abria e fechava as bandas com delicadeza e lentidão. Passava o dedo médio do cóccix até a entrada da bucetinha e voltava. Não sei se ela percebeu quando abri sua bunda e, com o dedo médio molhado de creme rinse, massageei seu cusinho. Foi tão fluido que o dedo entrou sem o menor esforço até a metade. Me aproximei de seu pescoço e comecei a beijá-la, morde-la de leve e o dedo entrando e saindo do furico e ela completamente relaxada. Voltei a lambuzar o dedo e empurrar um pouquinho para dentro do buraquinho. Dessa vez o dedo entrou completamente e ela deu sinal de que percebeu a coisa estranha sondando a escuridão de suas entranhas. Voltei a acarinhar sua cabeça (o que ela adora), morder seu pescoço apertar suas costas e dedilhar seus micros mamilos, mesmo com a posição incômoda. Movimentar seus corpo, dando a impressão de que tenho pleno domínio sobre ela é muito gostoso para ambos.
O dedo estava profundamente enterrado em seu cu; ela tentava, vez ou outra, “morder” o dedo. Mordia e soltava completamente. Se o dedo fosse maior iria até seu estômago.
Com certeza não tinha planejado nada. De onde foi que tirei a ideia de que, depois do dedo (só um dedo) poderia meter a piroca naquela coisa tão fechadinha??? Mas, eu tentei.
A princípio lambuzei a área do rego com vaselina e lavei minha pica no creme rinse. Não era uma questão de simplesmente lubrificar, o brioquinho era extremamente fechado e, mesmo que eu não tivesse uma pica de cavalo, certamente era MUITO mais grossa que meu dedo. Mas, eu tentei.
Primeiramente deitei sobre ela e a acarinhei por um largo espaço de tempo. O pau estava encaixado no seu rego, mas não guiado para o olho cego. De vez em quando fazia uma leve pressão fazendo o tinhoso deslizar naquela estreita vala de carne tenra e macia totalmente lubrificada. Ela sorria de olhos fechados, sem saber do horror que poderia passar em poucos instantes se eu fosse doido o suficiente pra descer o corpo e cravar a criatura no túnel escuro e quente. Senti que minha enteada começou a perceber minha intenção quando ela começou a corcovear sua bundinha de forma delicada e lenta, na direção da chapeleta da coisa. É preciso lembrar que, tudo que fizemos até agora, foi sempre em silêncio, nunca nos dizemos nada. Mas, nesse específico momento e diante da minha total falta de lucidez, eu pedi:
“Meu amor, faz força como se fosse fazer coco…”
O cogumelo roxo se encaixou. Não que tenha entrado, mas estava posicionado para consumar a invasão do buraco negro.
“Está doendo?”
“Não.”
Fiquei parado, de olhos fechados, tentando memorizar a sensação que era ter
a cabeça da caceta completamente encaixada em um anel tão pequeno e estreito. Passaram-se mais de cinco minutos e ela suspirou.
“Está incomodando?”
“Não, tá quentinho…”
Com alguma apreensão tirei o canhão do orifício e jorrei creme rinse pra dentro do orifício já um tanto laceado e ainda um pouco aberto. Lavei a pica, de novo, com creme rinse e encostei a cabeça da criatura que a essa altura estava mais dura que as pilastras da ponte Rio-Niterói no brioquinho e fiz uma leve pressão. Sem eu precisar pedir mais um vez ela faz força como se fosse fazer coco e sem que eu fizesse absolutamente nenhum esforço, o cabeção adentrou as entranhas da minha menininha. O cu se trancou com a cabeça da coisa lá dentro e minha menina levantou a cabeça querendo ver o que tinha atingido seu brioquinho. Pedi calma à ela, mas não tirei a coisa de dentro. Tinha perdido completamente a noção de tudo. Havia esquecido que a mãe de minha enteada estava a menos de cinco metros de nós e poderia acordar a qualquer momento e ver sua filha tendo o cu comido pelo seu padrasto.
Não levou nem dez segundo e ela deitou a cabeça de novo no sofá e fechou os olhos. Não fiz movimento algum, só vivenciei o calor daquelas entranhas tão estreitas. Ela não chorou, não fez movimentos bruscos e nem pediu para tirar. Aguentou estoicamente até que o sem jeito começou a pulsar e jorrar um caminhão de porra pelo cusinho adentro.
Neste instante ela se mexeu muito e fiquei com medo de tê-la machucado. Tudo que eu menos queria era infringir dor, angústia, medo ou qualquer sensação que não fosse de prazer para ela.
” Me desculpa…”
“Não doeu, foi só incômodo.”
“Quero fazer coco…”
“Vamos para o banheiro tomar banho, depois vamos dormir…”

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26 Comentários

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  • Responder Pai gaucho ID:8d5g1np2v3

    Muito bom o conto lembrei minha enteada quando ela tinha sete anos ela dormia só de calcinha e eu gozava muito na bucetinha dela .

  • Responder Vovô tarado ID:3vi1x67yzri

    Que delícia de conto tive quê ler em duas etapas pra gozar duas vezes maravilhoso!

  • Responder Anônimo ID:46kq0tujfij

    Que conto bom de ler.e tesao q me deu.

    • Vovô tarado ID:3vi1x67yzri

      Assim é quê deve ser dado o trato como muito carinho paciência e muito mimo, para que a pequena não se assuste e muito menos traumatise, ela se sente segura e a vontade para se despertar e se entregar por completa aos desejos e prazeres quê a pequena sente, conto maravilhoso espero ansioso pelo próximo capítulo!

  • Responder Matheus ID:g3iyw6xib

    Gostei do conto ,agora é a hora de fazer ela fazer xixi na sua frente nua.

  • Responder @Leticiazinha02 ID:muj6pxud3

    Eita comeu o cuzinho dela com 8 anos

    • Anônimo ID:5pbaat9rb0k

      Oi Leticia ja deu o seu? Se não estou a sua disposição.

    • Zorro ID:5pbaat9rb0k

      Entra na fila anônimo cheguei primeiro né Letícia. Vou tirar as preguinhas dela.

  • Responder Nat Ninfeta ID:8cipcwnzrj

    Que conto maravilhoso 😍
    Muito sortuda essa menina!!! Parabéns por tratar ela com carinho, assim além dela não crescer com traumas e amando essa experiência gostosa, ainda vai poder continuar sendo sua putinha por muuuito tempo! As meninas quase sempre se apaixonam por quem tira suas virgindades

    • Cheiro a calcinha da minh ID:81rituim9d

      Oi já cai de boca na pepeka da minha enteada quando ela tinha seis anos gosei feito loco em cima da pepeka dela

  • Responder Maria22 ID:81rd7c1k0d

    Tomara que a federal identifique vcs

    • Danillo ID:5h68k4n8

      Isso é pedofilia, e pedofilia é crime, você que fez esse conto, se prepare que um dia a casa vai cair pra você. Se fosse com sua filha vc iria gostar? Mesmo não tendo filha, quem fizer isso com meu filho ou minha filha, juro que mato de tiro só na cabeça, nem ligo de ser preso.

    • Gaius ID:g3irw06ic

      Você mata com tiro na cabeça, mas vem aqui ler pra bater punheta. Só rindo de idiotas hipócritas dessa laia. Esse ambiente é de CONTOS, não há limite para fantasias, retardado mental.

  • Responder Maria22 ID:81rd7c1k0d

    Só o fato de ser com uma criança é repugnante, isso não é tara, vcs tem que tá é preso.

    • Gaius ID:g3irw06ic

      O engraçado é que você vem ler contos de sacanagem, num site predominantemente pedófilo, com histórias saídas do imaginário. Larga mão de ser hipócrita.

  • Responder Anônimo que adora ninfeta ID:1daiffuv9i

    Que conto espetacular, um dos melhores contos eróticos que eu já li, me lembro da minha história com a minha enteada, quando ela tinha dez anos.

    • Senhor tarado ID:8kqvjnvzrk

      Isso mesmo

  • Responder betinha ID:8k40g01km4

    delicia nossa

  • Responder Jacinto Leite Aquino Rego ID:19p3wwt0j

    Caralho véio!

  • Responder Nilramos ID:41ihso7xt0c

    Espero que continue, estou adorando

  • Responder celio ID:8d5gapf8r9

    top

  • Responder Vantuil OB ID:g61vjmk0a

    Que espetáculo de conto. Nada grosseiro. Muito bem descrito. Espero que tenha continuação.

  • Responder Anônimo36 ID:2qlx7czrb

    Muito legal o seu conto.

  • Responder Rafaella ID:gsudr820b

    Muito Bom.. parabéns.. Beijos!!

  • Responder anonimo ID:46kpk8gz8r9

    q tesao continua logo

  • Responder Pikagrossa ID:mujp02iv4

    Gostei muito do conto