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O mistério da filha adotiva 5

2087 palavras | 10 |4.43
Por

“num deixa eu te pegar boiando de novo não hein guria. Porque esse cusinho seu não vai passar batido.”

Thiago e Guilherme escolhiam produtos na padaria. Não eram gêmeos, mas se pareciam muito. Altos, talvez mais de dois metros, brancos e fortes. Um deles vestia uma regata mostrando que fazia muay thai. Eram bonitos, por causa do tamanho causavam certo impacto, mas bastavam 5 minutos de conversa, para muitas mulheres tomarem aversão por eles.

Saíram da padaria e ao caminharem avistaram uma mulher que corria na calçada. Estava de top, uma saia falsa, daquelas quem tem um short por baixo e carregava uma garrafinha na mão.

Thiago- oh gostosa.

Guilherme- delicinha hein.

A mulher os xingou e mudou de calçada.

Thiago- essa sainha me lembrou daquela menina.

Eles entraram no prédio e chamaram o elevador.

Guilherme- qual? A novinha?

Thiago- é

Guilherme- ficou obcecado com ela hein.

Thiago- fiquei vey. Se você tivesse visto também teria ficado. Acho que o que me deixou mais doido foi a surpresa. Eu sempre achei que essas meninas mais novinhas tivessem a xana diferente, mas chapada, lisa, sabe? De criança mesmo.

Guilherme- sei

Thiago- mas não vey. Era toda recheadinha. Toda carnudinha. O que mais mexeu comigo foi isso, esse contraste. Eu olhava no rosto dela e via um rostinho angelical, infantil e inocente. Aí olhava entre as pernas e via aquele buceta gostosa que quebrava toda essa inocência e infantilidade.

Guilherme- Queria ter visto. Mas você inventou de passar a mão na menina bem no meio de uma área de laser cheia de gente.

Eles entraram em seus apartamento: 602.

Thiago- vey, mas eu fui discreto p caramba. Quando eu percebi que a menina estava sem calcinha, eu me aproximei. Passei a mão quando eu a ajudava a subir em algum brinquedo, a menina estava de divertindo, nem ela percebeu que eu estava passando a mão nela. O problema foi aquela puta da samyra.

Guilherme- mulherzinha mal comida.

Thiago- eu estava de boa lá, levando a menina no papo, quando ela começou a gritar. Se não fosse ela..

Guilherme- você ia fazer o que? No meio daquele tanto de gente não tinha como você fazer nada demais não, só passar a mão mesmo.

Thiago- que nada. Ela estava sozinha e é bobinha vey. Dava pra eu jogar uma conversinha nela, chamar p vir aqui em casa p alguma coisa, ou oferecer p levar ela no ap dela… na primeira oportunidade que eu tivesse, tampava a boca dela, enfiava ela dentro do “barraco” e pumba.

Guilherme- apesar que é mesmo. Mesmo se no dia não desse, talvez aparecesse outra oportunidade. Mas agora, é capaz dela correr se ver você de novo.

Thiago- não, agora já era. Depois do escândalo que aquela mulher fez, com certeza os pais dela já estão sabendo, já orientaram ela e nem vão deixar ela sozinha por aí.

Guilherme- com certeza

Thiago- você não tem noção da raiva que eu estou daquela mulher. Intrometida. Muito tempo atrás me adicionou no Facebook e depois me bloqueou, no mínimo estava querendo dar p mim.

PEMMM- a campainha do ap tocou.

Thiago- ela precisa é de um homem p puxar o cabresto dela.- continuou falando enquanto caminhava p atender a campainha.

E então abriu a porta.

A diferença de tamanho era grande. Ele olhava para baixo no rosto daquela pequena, enquanto ela esticava o pescoço para cima, como se tivesse encarando um gigante.

Eliza- oi bom dia! Eu queria falar uma coisa com o senhor.

Thiago- claro. Entra aí.

Eliza- não precisa, é rapidinho.

Thiago- que isso, entra aí.

Eliza então passou por ele e entrou. Ele deu uma olhada no corredor e fechou a porta.

Eliza entrou na sala do ap dos dois irmãos. Duas coisas que chamavam a atenção logo de cara, era uma tv muito grande que ocupava um bom espaço na parede, e um sofá que ia contornando a sala. Na decoração era possível ver duas personalidades. De um lado referências à luta e do outro à futebol.

Thiago e Guilherme se olharam com um olhar que mostrava diversão e ao mesmo tempo incredulidade. Aquela era a última pessoa que eles imaginavam bater em suas porta.

Eliza- eu queria pedir desculpas. Por conta daquele dia. Aquela moça brigou com você, mas você não tinha culpa, estava só brincando comigo.

Os irmãos se olhavam confusos. Não podia ser possível.

Eliza- se teve mal entendido foi por minha culpa. Eu não deveria ficar andando… Sabe… Sem roupa de baixo.

Guilherme- até que enfim uma que assume a culpa.

Eliza- por isso vim pedir desculpa. Você estava só sendo gentil comigo e aquela moça entendeu tudo errado.

Thiago- eu não liguei. E até te perdoo, mas…

Ele a olhou com um olhar malicioso.

Thiago- o problema de você ficar andando sem calcinha é que você mexeu muito com a minha cabeça.

Eliza viu o homem apertando aquele volume lateral no short. Deu uma encolhida nos braços, daquele jeitinho que sempre fazia quando queria demonstrar medo.

Eliza- como assim moço?

Thiago- menina, depois que eu vi sua bucetinha, ela não saiu da minha cabeça. Você não tem noção do tanto de punheta que me rendeu.

Eliza- por que você está falando assim comigo moço?- ela recuava

Thiago- só estou dizendo que você tem uma coisinha entre as pernas que me deixou doido. Deixa eu ver de novo.- ele já estava próximo dela. Ao falar isso, levou a mão na barra do vestido dela e levantou. Ela tirou a mão dele bem em seguida.

Eliza- que is…

Sua boca foi tapada pela mão esquerda de Guilherme. Com a direita, ele segurou os braços dela.

Thiago enfiou as mãos debaixo do vestido de eliza, segurou no cós da calcinha e desceu com ela até o tornozelo. Depois levantou o vestido dela, olhando mais uma vez aquela bucetinha que tanto o perturbou.

Depois encarou eliza nos olhos.

Thiago- escuta aqui. Ele vai te soltar. Mas se você der um pio, a gente vai arrebentar a sua cara. Tá me escutando?

“huhum”- ela emitiu o som entre as mãos de Guilherme, afirmando com a cabeça.

Guilherme então a soltou. E ela ficou quietinha.

Eliza- eu juro que faço tudo que vocês mandarem, mas não me machuquem, por favor.

Guilherme- se obedecer direitinho a gente não te machuca. Tira o vestido.

Os irmãos se despiam. Eliza chutou a calcinha que estava no tornozelo e depois arrancou o vestido pela cabeça. Com o braço esquerdo ela tapou os seios e com a mão direita tampou a xaninha, mostrando timidez no olhar.

Os dois irmãos se aproximaram dela. Nus, com o cacete duro. Cada um pegou em um braço de eliza, tirando da frente do corpo. Ela não apresentou resistência e exibiu o seu corpinho para eles.

Que perfeição de menina. Seus cabelos liso caiam até a cintura. Os pequenos seios durinhos e aquela xaninha perfeita.

Guilherme- caralho menina, que pererequinha gostosa.

Thiago- vem cá.

thiago girou eliza no ar, virando-a de cabeça para baixo. Era muito fácil mobilizar aquela menina. Ela ficou de cabeça para baixo no ar. Seu cabelo espichado em direção ao chão e suas pernas abertas, sem apoio no ar.

A bucetinha dela agora estava com uma melhor visualização para eles. Enquanto eles olhavam aquele cusinho e a bucetinha aberta para eles. Eliza via o mundo de cabeça p baixo. Estava praticamente com um rola apontada em sua cara.

Thiago- vai chupando.- ordenou

Eliza foi obediente. Segurou na base do pau dele, abriu o bocão e começou a chupar.

Enquanto o cabelo dela se movimentava no ar com o movimento do da chupada, Guilherme dava mordidinhas em sua bunda, enquanto Thiago se lambuzava na bucetinha.

Thiago- caraaalho menina. Que buceta gostosa.

Quando foi o Guilherme que estava chupando a bucetinha dela. Ele enfiou o dedo do meio na bucetinha dela.

Guilherme- já perdeu o selinho. Tá vendo. Se a gente não come, vem outro e come.

Em seguida, Thiago a colocou no chão.

Guilherme se sentou no sofá de pernas abertas.

Guilherme- ajoelha aqui.

Eliza ajoelhou na frente de Guilherme. Ele agarrou um tufo de cabelo da menina, encaixou o pau na boca dela e com movimentos brutos, forçou-a a bater um boquete violento para ele.

Guilherme só tinha mandado ela a se ajoelhar. Mas Thiago ficou grato ao ver que a menina havia empinado o rabo.

Ele se agachou atrás dela. Tirou uma boa quantidade de cuspe com a mão e passou na bucetinha dela. Depois começou a pressionar com a cabeça do pau.

Ela apresentou um pouco de resistência, era apertadinha demais. Mas aos poucos foi abrindo caminho, permitindo o pau dele a entrar.

Thiago olhava louco seu pau entrando naquela bucetinha, estava colocando o que havia fantasiado a tantos dias em prática.

Depois segurou na cintura dela e começou a meter.

Ele socava…. E socava…. Se ela estava aguentando ou não, ele não estava nem aí. Só sabia que estava gostoso demais meter pistola na buceta daquela menina.

Samyra tinha avisado. Falou como eles eram, que eram homens que ela deveria evitar. Mas não adiantou, eliza não deu ouvidos. Teria surtado se vesse como estavam maltratando a bucetinha dela agora.

Depois mudaram de posição. Ela agora quicava no colo de Guilherme. Ele a olhou curioso ao ver que a expressão dela havia mudado. Ela quicava de olhos fechados, mordendo o lábio inferior, como se estivesse curtindo.

Mas ao abrir os olhos e ver o olhar dele ela fez cara de choro.

Eliza- moço, num coloca no meu cu não, por favor.

Thiago- você não iria aguentar.

Guilherme- a gente nem falou nada. A guria fala como se tivesse pedindo.

Mas manteram a palavra e não fizeram anal com ela. Mas continuaram metendo. Colocaram ela na posição de frango assado e socaram pistola.

E socava….. “aiiinn” ela gemia….. E socava…..

Eles também já estavam no limite….

E foi nessa posição que os dois irmãos encheram a bucetinha dela de porra. Todos dois, gozaram dentro.

Mandaram ela permanecer um tempinho naquela posição, só p ver a porra deles escorrendo da bucetinha dela.

Eliza- posso ir embora?- Perguntou de pernas bambas enquanto recolhia o vestido no chão.

Os irmãos estavam jogados no sofá, ambos com pau meia bomba.

Guilherme- pode, mas já sabe né. Se contar p alguém….

Eliza- eu sei moço. Não vou contar p ninguém.

Thiago- e num deixa eu te pegar boiando de novo não hein guria. Porque esse cusinho seu não vai passar batido.

Os dois ficaram rindo enquanto ela saia do ap, encolhida, com aquele cara de medo.

Quando entrou no elevador, eliza se encarou no espelho com um sorriso maldoso no rosto.

Ao chegar em casa, sentiu o coração gelar. Não era para ter ninguém em casa, mas seu pai estava lá.

Rafael estava tão focado lendo umas papeladas que nem ficou questionando a filha onde ela estava.

Rafael- ei princesa.

Eliza- oi pai. Veio cedo do serviço.

Rafael- sim, falou distraído.

Rafael- eliza, deixa eu te fazer uma pergunta. Eu sei que já te perguntei o nome do seu pai, e você já disse que não o conheceu. Eu consegui o contato de uma mulher da cidade que você cresceu e ela disse que sabia: José Ferreira da Silva.

Eliza arregalou os olhos.

Rafael- mas eu não estou conseguindo entender, porque pedi a um amigo que trabalha em call center para puxar esse nome, mas pelos dados que ele me passou esse homem é seu avô, o pai da sua mãe. Esse era o nome do seu avô?

Rafael conseguiu causar em eliza, tudo que era para os dois irmãos terem causado.

Ela tremia de olhos arregalados.

Eliza- POR QUE VOCÊ ESTÁ QUERENDO SABER DISSO?- perguntou aos prantos.

Rafael- calma.. eu só.. eu só fiquei curioso.

Eliza- VOCÊ ESTÁ QUERENDO ME DEVOLVER? NÃO ME QUER MAIS COMO FILHA?

Saiu correndo e se enfiou no seu quarto.

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10 Comentários

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  • Responder Hunter ID:xlnyte8mj

    Conto perfeito!! Suspense no passado dela, revelando que a safadeza dela vem de berço…. Delícia de conto!

  • Responder A ID:h5hqywn439

    Contínua

  • Responder Karen ID:81rn6s5zr9l

    Não vai ter mais, fiquei curiosa 😍😈

    • Rafaella ID:gsudr820b2

      Somos duas.. 🙂

  • Responder Anônimo ID:44oehpbx8rdo

    Continuação?

  • Responder juca ID:5s4nnvq20ak

    Cadê a continuação?
    Não para essa história é muito boa

  • Responder Grafit 21cm ID:5pmpo158hra7

    Perdeu o rumo da estoria, penesava que ia comer el erra vc mais outros ja está comendo.

  • Responder Rafaella ID:xlorighji

    Muito bom, ao estilo do conto de nelson rodriigues. Beijos !!!

    • Anônimo ID:5pbaat9rb0dk

      Se perdeu na história companheiro, estava numa linha e escorregou.

  • Responder 123 ID:xlorig43n

    Vc está estragado a continuação de um conto