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Irmão Tomando Conta – 6

6786 palavras | 16 |4.59
Por

Quando terminamos de comer eu praticamente fugi do meu irmão, entrando no escritório.

Estava tonto de tanto ouvir ele falar de como a bucetinha da minha filha era gostosa e que não cansava de comer ela. Aquilo que ele tinha me mandado pelo app de mensagens também não saia da minha cabeça. Meu celular tinha back-up automático na nuvem. Quando me senti no PC pra começar a trabalhar vi a notificações de mais de vinte arquivos tinha sido sincronizados.

Sem pensar no que fazia entrei na pasta e me peguei revendo as fotos e videos. Principalmente o que simulava uma foda. Ali sozinho no escritório, não era na perversidade do meu irmão, que tinha colocado a sobrinha em um filme pornô, que eu pensava. Era uma curiosidade que eu não sabia de onde vinha. Eu queria saber tinha mais… daquele tipo de arquivo.

Sem conseguir me conter, abri meu navegador e coloquei na pagina do google. Eu não acessava muito pornô. Costumava me aliviar com minha imaginação no banheiro a noite e só, mas eu era um homem. Tinha estímulos como todo homem e a verdade que eu não quero admitir era que as fotos e videos daquilo que meu irmão fez nos quarto mexeu com meu sistema.

Senti um pouco de vergonha, mas comecei a pesquisar por “Pornô com Novinhas”. Havia toneladas de sites que me mostraram que uma boa parcela da humanidade tinha interesse nesse tipo de pornografia. Eu ficava olhando as fotos que meu irmão tinha me mandado e passava pelas paginas de pesquisa com imagens e videos, procurando algo semelhante, mas nada parecia chegar perto. Eu sabia o que eu queria ver de verdade, mas também sabia que era crime ter acesso aquele tipo de “material”.

Mesmo assim continuei olhando, esquecendo que tinha um trabalho com prazo a cumpri. Acho que ficou difícil ignorar o latejar do meu pau na bermuda e não me aguentei. Não sei como aconteceu, mas do nada, me vi com minha rola babada na mão batendo uma punheta pra um video de um cara mais velho com uma trio que parecia ter quinze anos. O video era bom, mas ainda não era o que eu queria. Eu ficava alternando entre ele e o video das socadas do Alexandre que tanto me espantou.

Chegou uma hora que eu abandonei o filme profissional em uma aba qualquer do navegador e me foquei no video do Alê com minha filhota. Habilitei a função pra deixar o video em Loop e fiquei curtindo a punheta, enquanto assistia. Eu não queria saber demais nada. O tesão tinha dominado meus princípios. Foi muito fácil ignorar que era minha filha ali. Assim como era fácil imaginar que a penetração era real, mesmo com a imagem animada do foguinho cobrindo bem o lugar onde rola e buceta se encontravam. A velocidade das metidas, a umidade que fazia o pau preto brilhar, o saco batendo na bundinha dela. E principalmente os gemidos. Coloquei os fones de ouvido e fiquei curtindo os gemidos dele e dela no video, não querendo admitir o quão gostoso aquilo soava pra mim.

Eu não conseguia largar meu pau por nada. Sentia um comichão no saco que nunca me acometeu antes. Ficava passando as fotos onde meu irmão e Alexandre posaram, ouvindo o audio do video. Meu monitor era de 32 polegadas e as fotos em HD ficaram ótimas na minha tela grande. Eu não sabia o que naquelas imagens me fascinava tanto. Parecia ser como tudo se destacava. O tamanho grande deles para o diminuto dela. O comprimento e a grossura das varas em relação a bucetinha minúscula. O tom de pele escuro deles comparado com a pele branquinha dela. A brutalidade versus delicadeza. A depravação versus a inocência. Era essa justaposição de coisas que me deixava louco pra gozar.

Meu orgasmo veio como um coice. Senti meu saco doer quando minhas bolas foram drenadas com força. A vista até escureceu. Soltei um gemido tão alto que até eu me assustei! Percebi como minhas punhetinhas noturnas era patéticas comparadas com aquela. Aquilo era gozar de verdade. Adoraria sentir aquilo todos os dias.

Fiquei ouvindo os gemidos do Xandão e da minha pequena, como se fosse música. Acho que cochilei por alguns segundos, mas de súbito acordei com a mão e o abdômen cobertos com uma quantidade anormal de porra. Eu nunca tinha gozado tanto assim antes. Ainda tava tonto. Não quis me mexer muito na cadeira.

Ouvi um barulho no quintal e virei a cadeira pra ver pela janela corrediça. Sorri, ainda intumescido de tesão, ao ver meu irmão e minha filha pelados no quintal. Acho que meu irmão queria ver como estava a situação da piscina que ele queria usar no fim de semana. Ele tirou acoberta, mas não deixou a Duda entrar naquela água imunda. Era tão bom ver o carinho e cuidado que ele tinha com ela. Me fazia até esquecer das brincadeiras devassas em que ele usava ela ultimamente.

Não me preocupei de ele me verem. Por motivos que nunca entendi, o antigo dono da casa tinha posto insufilm nas janelas daquele quarto. Eles bloqueavam parte da claridade que vinha do quintal e também, quem estivesse do lado de fora não via o interior do escritório. Meu irmão e minha filha nem imaginava que ele estava ali com pau melado na mão, olhando pra eles dois, pelados no quintal.

Fui acordando da letargia pós-gozo e, aproveitando que eles estavam no quintal fui no banheiro do térreo me limpar. Bebi água com a mão ainda meio tremida e volta para o trabalho.

Não pensei no que tinha acabado de fazer. Do fato de eu ter me masturbado para um filme pornô amador estrelando minha filha de sete anos com um homem que era, pelo menos, cinquenta anos mais velho que ela. Não pensei na razão do meu escritório cheirar a porra. Simplesmente varri isso tudo pro fundo da minha cabeça e me concentrei em traduzir.

Olha só… eu também evitava confrontos comigo mesmo.

***

Meu irmão ia e voltava do quintal várias vezes ao longo da tarde.

Fazia meu trabalho e de vez em quando olhava para o quintal pra avaliar o progresso dele. Ele varreu as folhas, recolheu o lixo, esvaziou a piscina, checou o filtro. Tirou uma mesa de plástico empoeiradas da área da churrasqueira e alinhou elas no sol. Tentou tirar as manchas cinza do plástico, mas sem sucesso. Também limpou a churrasqueira de tijolos vermelhos que eu nem lembrava quando foi usada pela última vez. Uma família de ratos poderia ter fixado residência ali e eu não saberia.

Duda o seguia pra onde quer que ele fosse. Ela não usava nada além de suas sandálias. Nunca pensei que minha filha fosse abraçar o nudismo com tanta naturalidade. Talvez fosse coisa de criança mesmo sempre querer estar nu e vamos moldando nossa mente quando vamos envelhecendo. Eu podia ver agora como eles ficavam quando eu não estava por perto. Ela o abraçava o tempo todo e ele era só sorrisos pra ela. Parecia também mais obediente com o tio do que era comigo e bem menos manhosa também… Não vi meu irmão repreende-la por nada, mesmo quando ela pegava na rola dele e balançava como se fosse um brinquedo.

Foi assim que eu descobri que minha filha tinha acesso irrestrito ao pinto do tio. E que ela abusava desse direito.

Não importa o que meu irmão estivesse fazendo, de pé ou sentado, se ela tivesse uma chance ela agarrava seu pau e ficava mexendo nele, fascinada. Ele nunca fazia ela largar. Continuava o que estava fazendo com ela segurando seu pinto como se não fosse nada demais. Mas o pau reagia, é claro. Naquela tarde ele balançou a rola meia-bomba pelo quintal várias vezes e em todas elas a culpa era da Duda.

A pior parte foi já no fim da tarde.

Leo trouxe uma das mesas para ser lavada no chuveirão perto da piscina. Que por acaso era próximo da janela onde eu estava. Só percebi quando ouvi o barulho alto de água caindo no tampo de plástico. Olhei pra trás fazendo uma careta, achando que aquilo iria me distrair e eu já não estava rendendo muito aquele dia. Vi meu irmão esfregando a superfície da mesa debaixo d’água. Suspirando, tentei voltar ao trabalho. Houve um momento em que o barulho ficou abafado. Me virei de novo e vi que ele tinha se sentado no tampo da mesa, se recostando com os braços pra trás e ficou com os olhos fechados, deixando a água lavar o suor de uma tarde de trabalho do seu corpo.

Duda chegou perto das pernas dele, ficando logo toda molhada, mas parecendo adorar. Eu já ia me virar pra voltar ao trabalho quando ela, do nada, estende a mão e agarra o pau grosso. A reação dele foi apenas sorrir sem nem abrir os olhos, deixando a menina fazer o que queria. Eu nem mesmo fingi espanto com o que estava vendo. O contato em si não me surpreendeu. De tanto andar nu pela casa fazia sentido que ela demonstrasse curiosidade pelo órgão do tio. Meu irmão deveria censurar isso e dizer que não era certo, mas eu já nem esperava mais essa atitude dele.

O que meu deixou mesmo surpreso foi a punheta que ele começou a bater nele, com uma maestria incomum pra uma criança. Onde ela tinha aprendido aquilo? Ela segurava o pau dele com as duas mãos e estimulava o membro a ficar duro. Não demorou nada pro caralhão do meu irmão reagir. Nem quando se viu duro nas mãos da menina ele fez algo pra impedir. Continuou curtindo a chuveirada e agora a punheta grátis também.

Observei, fascinado minha menina lidar com um pauzão daquele com tanta prática. Será que ela já tinha feito aquilo nele? Ou era outro joguinho do meu irmão? Ele estava tentando me provocar de alguma forma se deixando ser punhetado pela sobrinha bem na minha janela?

Meu irmão abriu os olhos sorrindo, mas não pra Duda. Ele olhou direto pra mim, dando um sorriso safado. Ele podia me ver ali?! De repente eu me virei com cadeira e tudo como se eu tivesse sido flagrado fazendo algo vergonhoso.

Ouvi a agua sendo fechada e ele falando alguma coisa pra Duda, que eu não entendi. Quando me virei vi que ele deitou minha filha na mesa e agora estava de costas pra mim. Ele se agachou e meteu a cabeça entre as perninhas abertas dela, como quando ele fazia cosquinha nela, mas parecendo que ele estava com aboca bem na buceta dela. A reação da minha filha foi imediata. Ele começou a se tremer e gemer deitada na mesa, mas nunca pedindo pra ele parar. Ele gostava mesmo das brincadeiras dele.

Ele se levantou, punhetando a pica. Deu uma cusparada na mão e passou na cabeça da rola.

Vi o corpo enorme dele trazer as pernas da minha filha pra se enrolar em sua cintura. Segurando a pica ele se encaixou nas as perninhas dela e arremeteu pra frente que até arrastou a mesa um pouquinho. Pôs as mãos nas laterais da mesa e começou a bombar. Minha princesa começou gemer na hora.

Vi na hora o que ele era aquilo. Outra provocação. Não dava pra ver se ele estava penetrando ela ou não. Ele devia ter adivinhado de que eu poderia estar olhando pra janela e resolveu tirar uma com minha cara. O que me confirmou foi ele olhar para trás na direção da janela com um sorriso devasso na cara.

Ahrg! Ele era impossível! Tirou toda a minha concentração agora.

Ele ficou lá bombando na minha menina. Fazendo a mesa gemer com suas marteladas. Querendo que eu acreditasse que a bucetinha da minha menina estava sendo arregaçada bem ali no quintal de casa. Eu podia fingir que estava ignorando os dois, amas ele nem me deu essa chance. Começou a gemer alto e a dizer obscenidade que eu teria que ser surdo pra não ouvir.

– Eita que eu não me canso de comer essa buceta… Cada vez eu gozo mais! Que tesão princesa… Aperta a rola do tio, aperta!… Caralho, que gostoso!… O tio te arregaçou toda hein? Fala aí!… Tu curte a rola do Tio?… Vai gozar gostoso no meu pai não vai?… Tem que dá… Opa Beleza?!… É Tô me aproveitando mesmo! Kkkkkk….

Eu tomei um susto quando ouvi ele falar aquilo. Virei a cadeira pra ver com que ele tava falando. Vi ele acenar para o fundo do quintal e quando fixei os olhos meu coração afundou.

Tinha um cara olhando por cima do muro!

Eu quase desmaiei quando reconheci o negão roludo da oficina, colega do Alexandre. Quase arreganhei a janela e gritei pro meu irmão para com aquela palhaçada, mas parei quando viu que o cara estava rindo. Ele fazia sinais de joinha e de que queria entrar pra curtir também. Meu irmão ria e continuava as bombadas, se exibindo peladão comendo a sobrinha na frente de um desconhecido. Aquele homem conseguia ver que meu irmão não estava mesmo penetrando a bucetinha da minha filha. Como ele poderia entender que era só brincadeira dele?

Mais importante, como ele tinha ido parar ali?

Voei pra fora do escritório, mas não fui pro quintal. Não queria me ver no meio daquela situação, mas queria confirmar como aquele homem estava olhando por cima do muro alto da minha casa. Subi até o quarto da Duda e me aproximei devagar da janela.

Sim, lá estava ele como eu previ. Ele tinha subido no muro do tanque de água do quintal dele e se equilibrando ali observava descaradamente a brincadeira do meu irmão no meu quintal. Pra aumentar ainda mais o desaforo o preto tava nuzão com a rola durona e batia um punheta como se não houvesse amanhã. Aquilo era o suficiente pra eu surtar e ameaçar chamar a polícia. Mas se alguém acredita mesmo que eu faria isso, era porque essa pessoa não em conhecia.

Fiquei ali em cima olhando aquele negão com um pau cavalar batendo a maior bronha apoiado no muro. Mas que sujeitinho depravado! Ele era a personificação de um tarado com aquela pica tão dura que nem envergava. Pra terminar de fuder tudo, ele fazia sinais para o galego sarará sair da privada em que estava sentado, como se o chamasse pra ver também. O loirão magrelo levantou do vaso com a rolona já galuda. Subiu no murinho com facilidade e olhou pro meu quintal por cima do ombro o amigo.

Olhei pra baixo pra ver se meu irmão notou a nova platéia. Sim, ele tinha visto. Fez sinal de joinha de novo como se desse boas-vindas ao outro tarado e continuou as marteladas. O safado estava a adorando ser visto. Conseguia ver o cocuruto da cabeça dele por cima e minha filha esparramada no tampo da mesa de plástica toda aberta levando investidas do tio. Os músculos dele tinha um um shape foda visto daquela angulo elevado. Quase o parabenizei pelo trabalho em manter aquele corpo se ele não estivesse fingindo arregaçar minha menina bem ali embaixo. Minha cabeça tava tão mexida com aquela situação que dali de cima parecia mesmo que a vara grossa do meu irmão estava mesmo deslizando pra dentro e pra fora daquela bucetinha infantil.

Desviei os olhos daquele absurdo e me foquei nos dois pervertidos no outro quintal. O sarará tinha se juntado ao negão na punheta, empolgado. Seu pau era fino, mas bem cumprido. Não sabia dizer qual dos dois tinha a pica maior. Como o muro era estreito e ele precisavam ficar um atras do outro pra poder ver o loiro tinha que chegar bem perto do amigo pra não perder a diversão. Ele não aguentava ficar de ponta de pé ali em cima o tempo todo, ele perdeu a paciência e grudou o corpo nu nas costas do negão pra que os dois pudessem apreciar a menina sendo emprenhada no quintal vizinho.

A rola branca do cara roçava na lateral da bunda preta enquanto eles se agarravam e se acabavam naquela punheta arriscada. O negão devia tá tão doido de tesão que só reagiu rindo quando o colega grudou nele, sem desgrudar os olhos do meu irmão da minha filha e sem desacelerar o castigo que dava na própria pica.

Eu fiquei paralisado na janela olhando aquilo. Dois marmanjos deixando de lado o comportamento de macho típico e se agarrando um no outro na busca pra aliviar o tesão. Cheguei até a esquecer o que eles estavam assistindo que os deixou tão doidões. Também estava ignorando o comichão que eu sentia na minha própria rola, querendo endurecer. Pele preta colada na pele branca. Era o doce bem-casado mais estranho do mundo.

Não sei se foi porque eles estavam colados, mas ambos começaram a gozar ao mesmo tempo! Do nada os dois riram a boca pra gemer na mesma hora e jatos e mais jatos de porra grossa caindo por todo lado. O abraço dos dois foi útil porque eles só não caíram de onde estavam porque um estava bem agarrado no outro.

Me afastei da janela e me deitei na cama da Duda. Minha cabeça era um zumbido sem fim, indefinido. Não sei como showzinho lá embaixo terminou. Ouvi o barulho do meu irmão e da sobrinha indo para o banheiro do térreo. Meu irmão deve ter deixado a banheiro enchendo porque meu bebe gritou de alegria.

Fiquei parado ali deitado por vários minutos, ouvindo os dois brincarem na água lá embaixo. Deletando da minha cabeça as imagens do dia, era isso ou enlouquecer. Quando eu descesse mais tarde pra terminar minha cota de trabalho para o dia, seria como se nada tivesse acontecido.

***

Sai do meu banheiro para o quarto aquela noite vestindo penas uma samba-canção folgada.

Tenha passado as últimas horas em letargia mental, trabalhando no automático. Meu irmão tinha me chamado pra jantar, mas nem sei se respondi. Só parei quando minhas mãos e cabeça doíam e fui pro quarto pra relaxar. Não houve punheta no banho aquela noite. Quando sai da umidade dei de cara com meu irmão e Duda deitados na minha cama, lado a lado. Os dois caíram na gargalhada com meu pequeno sobressalto, como se quisessem me fazer uma supresa. Acabei sorrindo também.

– O que foi? Vão dormir comigo hoje?

– A gente veio assistir filme com você. – Disse meu irmão, deitado com a cabeça apoiada no braço.

É claro que eles dois estavam nus. Meu irmão com o pau molão estirado na coxa e minha filhinha que parecia estar sempre com uma vermelhidão entre as pernas. Sua bucetinha agora vivia em constante status de inchaço.

– Vamo assistir filme papai – Disse a Duda animada.

Sorri para os dois e me deitei na cama também. Meu irmão e eu ocupando as extremidades da cama e a Duda expremidinha entre nós. Liguei a TV do quarto e comecei a procurar por algo que todos podiamos ver.

– A Duda quase não te ver, trancado naquele escritório o dia todo. – Comentou meu irmão enquanto eu zapeava os canais. – É bom vocês passarem um tempinho juntos…

– Papai trabalha muito! – Pontuou Duda como se aquilo resumisse tudo.

Olhei pro meu irmão com ternura nos olhos, agradecendo o gesto dele. Mesmo que lá no fundo eu ainda detectei algo em seu tom de voz que sugeria alguma coisa. Eu devia estar paranoico, por causa de tudo que tinha acontecido naquele dia. Foi um dia cheio por diversos motivos. Eu ainda não tinha falado com o Leo sobre o lance no quintal e, provavelmente, não falaria.

Duda escolheu um filme de heróis que tinha acabado de começar em um canal qualquer e meu irmão e eu deixamos. A voz dela estava feliz, mas percebi que ela estava cansada. Acho que ela não iria durar muito. Meu irmão se acomodou pra assistir com ela, virando de lado e se acomodando peladão atrás dela, de conchinha. Vi sua mãozona deslizar por entre as pernas dela até a bucetinha e ficar ali.

Os dois se comportaram na primeira meia hora de filme. Eu mesmo sentia meu olhos pescarem de sono. Até ouvir minha filha começar a soltar uns suspiros. Ela ia se arreganhando cada vez mais na cama, suspirando e dando uns gemidinhos. Quando olho pra baixo vejo a mão do meu irmão alisando a bucetinha dela. Ele passava dois daqueles dedos enormes bem em cima do grelinho dela, lentamente. Só de ver aquilo alisando eu senti uns arrepios. imagina minha menina. Me irmão me pega olhando pra onde a mão dele está e me explica.

– Faço isso toda noite, mano. – Ele sussurra pra mim sobre a cabecinha dela. – Ajuda ela a pegar no sono mais rápido.

– É? – Perguntei, impressionado. Duda parecia mesmo já fechar os olhinhos de prazer com o carinho do tio.

– Pois é aprendi com um mina minha, que só dormia assim. Ela me explicou tem mulher que guarda muita tensão na buceta, sabe? Como se todo o stress do dia se acumulasse ali. Aí tem que estimular pra deixar ela mais relaxada e ajudar ela a dormir melhor.

Ergui as sobrancelhas com aquela informação nova. Pensei se a minha ex tinha aquilo de “buceta estressada” também. Parecia possível.

– Aí… Dia desse a Duda tava demorando a dormir, eu me toquei que podia ser isso. Resolvi usar a técnica e foi tiro e queda! Se liga só, vou te mostrar…

Ele pegou um travesseiro e colocou debaixo da bunda da Duda fazendo ela fica com a cintura e as pernas elevadas. Meu bebe mal reagiu, sonolenta como estava. Meu irmão desceu o corpo mais na cama, ficando deitado de bruços. O bundão dele obstruía a imagem da TV. Ele se posicionou sobre a Duda, pôs uma perninha dela em cada ombro musculoso dele e antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ele olhou pra mim e sorriu.

E então caiu de boca na bucetinha da minha filha!

A reação foi imediata. Duda soltou o mais doce gemido quando o tio abocanhou sua xoxotinha. Sua perninhas tremeram e ela tentou travar as pernas na cabeça dele. Meu irmão olha pra mim como dando um aviso de “Saco só”. E aí, arreganhando mais ainda a boca colada como se quisesse engolir ela inteira, ele fez algo com a língua que fez minha menina perder o controle dos gemidos. Reconheci aqueles barulhos que ouvia no quarto dela.

Meu irmão abriu as perninhas dela e colocou a cabeça de lado como se quisesse me dar uma vista privilegiada da surra de língua que ele dava em uma buceta de sete anos!

– Ta vendo só mano. – Ele ia me explicando. – É assim que tira o stress delas…

Vi ele endurecer a ponta da língua e lamber o grelinho dela. Nem sei descrever os sons que ela fez ao sentir isso. Outra hora ele mostrou até onde a língua dele podia penetrar em seu canal vaginal. Bem fundo, eu devo confessar. E considerando o linguão que ele tinha era quase como se uma rola pequena a invadisse.

– Quando eu fazia isso na minha mina ela adorava. – Disse meu irmão com um fio de baba entre seus lábios e os lábios vaginais da minha filhota. – Era garantia de bons sonhos pra ela. Por isso faço na Duda também…

Eu queria apontar pro meu irmão o fato óbvio de que, chupar a buceta da sua namorada, ou de qualquer mulher adulta, não era o mesmo que chupar a de uma criança, ainda mais sua sobrinha. Mas percebi na hora que seria inútil discutir aquilo com ele. Ele não enxergava a diferença. Para ele era só uma gentileza que ele fazia a uma criança que ele gostava. Talvez ele não visse a sexualidade no ato. Ou mesmo o incesto.

Fiquei quieto enquanto meu irmão devorava minha filha com aquele bocão e língua devassos. As única fontes de luz do quarto era da TV e da porta aberta do banheiro. Ele me mostrou técnicas de sexo oral que eu nunca tinha visto na vida. Minha filha parecia a ponto de derreter na boca dele. Estava toda desmontada na cama, olhando alucinada para o teto. Ele babava ela todinha. E se lambuzava todo no processo. Grudava os lábios nela com a força de pressão de uma ventosa e acumulava bastante saliva na boca. Depois cuspia toda aquela baba sobre a bucetinha, abocanhava e voltava a chupar tudo outra vez.

Acho que teve uma hora que o Leo esqueceu que eu estava no quarto. De olhas fechados como se saboreasse uma fruta suculenta, ele nem desgrudava a boca da xoxota da minha menina, quando virou seu corpo de lado e mostrou a rola tesa de tão dura. Como se não fosse nada demais, começou a se punhetar bem ali, com o pau durão a poucos centímetros da minha perna.

– Tá tudo bem bro! – Ele disse de repente ao me ver olhando pro pau dele. O queixo dele brilhando de baba. – Isso aqui é pra EU relaxar…

E voltou a chupar a Duda como se fosse morrer se ficasse sem sentir aquele sabor por muito tempo. Durante um bom tempo, os sons de lambidas e sução enxergam o quarto. Eu já nem me lembrava do filme. Leo não parecia querer largar nem da buceta nem o do próprio pau por nada nesse mundo.

Uma hora minha filha travou de novo as pernas na cabeça do tio e começou a gemer alto de verdade. Ele arqueou as costa enquanto tremia toda agarrada no tio. Arregalei os olhos para aquela reação. Cheguei a pensar que ela estava tendo um ataque. Leo também me assustou quando ele também começou a gemer alto com a boca ainda sem largar a buceta da Duda.

Vi o gogó do seu pescoço subir e descer bem rápido como se ele estivesse bebendo o sumo da minha filha. Ele apertava a rola com força a ponto de uma pérola de baba brilhar na ponta da glande. Minha menina parecia em transe com o corpo cheio de tremeliques.

– Ta vendo só, mano? – Ele sussurrou entre chupadas. – Deixa elas molinhas… É o melhor sonífero do mundo… Uma boa chupada na buceta…

Ele pareceu sorver toda a umidade extra que escorria dela. Era como ver alguém saborear um fruta bem madura.

– A recompensa melhor é essa aqui! – Ele falou dando uma ultima lambida na xota vermelha. – O suquinho que sai quando ela goza… Delicia demais caralho! Minha ex soltava isso também, mas a da Duda dá de dez a zero nela. Bem mais gostoso! Deve ser porque ela é novinha…

-Goza?! – Eu exclamei assustado. Como ele me falava aquilo assim? – Como assim… Ela é uma criança…

– Sim, mano. Ela goza sim! – Ele olhou pra mim como seu fosse um idiota por não saber daquilo.

– Você já… Já tinha visto? Ela… – Eu balbuciava embasbacado.

– Já ué! – Ele ria, se divertindo com minha incredulidade. – Desde que eu cheguei aqui essa menina tá gozando feito louca. Você mesmo não viu como ela coçava a bucetinha direto?

Fiz que sim com a cabeça.

– Então, foi assim que começou. – Ele falou, subindo de novo na cama, ficando sobre a Duda. Fiquei tenso quando a rola dura roçar por cima da bucetinha dela. Ele pegou o lençol se cobriu, junto com ela, até a cintura. O pau dele sumiu debaixo do pano. – Quando tu me falou que ela tava com uma irritação e fazendo aquilo eu já saquei o que era e percebi que você não. Aí brincando com ela aqui e ali, eu notava ela começar a se lubrificar, as vezes ela se tremia em cima de mim. Eu não falo nada, só deixo ela curtir.

– Será que isso não faz mal pra ela? – Perguntei preocupado. Não entendi também por que ele estava todo montado em cima dela.

– Que mal o quê? Desde quando sentir tesão e gozar gostoso faz mal pra alguém? – Ele dispensou meu comentário, impaciente. – Ela não entende isso direito porque é muito pequena, mas não vejo motivo pra ela não sentir prazer. Ela não pode crescer sentindo vergonha disso! É o corpo dela. Comecei até a fazer umas brincadeiras pra deixar ela se aliviar sem que parecesse que ele estava fazendo algo errado.

– Como?

– A gente brinca de namorado! – ele respondeu como se fosse óbvio. – não é Duda?

Ela sorriu ele, acordando do cochilo quando ele falou o nome dela.

– Vamo mostrar pro papai como a gente brinca? De namoradinho?

Ele se curvou, aquele corpo imenso sobre minha filhinha e beijou ela na boca!

Não foi um selinho nem as bitoquinhas que eu já tinha flagrado os dois dando um no outro. Foi um baita beijo molhado, um chupão de adulto. A ele parecia afundar dentro da boca dela. Percebi que minha menina estava sentindo o sabor da própria buceta e do próprio gozo direto da língua do tio.

Ver aquilo fez de novo uma parte de mim se acender e fazer minha rola começar a endurecer. Era aquela disparidade de tamanho entre os dois, que mexia comigo. O cabeção dele sobre a cabecinha delicada dela, os lábios enormes envolvendo a boquinha fofa e rosinha, o peitoral largo sobre o corpo magrinho. Era como ver um anjinho ser devorado por um gigante. Não sabia porque aquilo me deixava tão ligado. Eu ainda me sentia meio tonto por descobrir que minha menina já gozava. Tão novinha e já com experiências de adulto.

Quase não percebi meu irmão descendo o braço entre o corpo dele e o da Duda em direção a virilha. Não sei se ele quis alcançar o próprio pau porque o lençol cobria os dois e tava meio escuro, mas ele mexeu ali um pouco, talvez aprumando a pica pra uma posição mais confortável. Não sei o que foi que ele e a Duda gemeram ao mesmo tempo. Minha filha, que estava de olhos fechados debaixo do tio, abriu os olhos arregalados por um segundo. Seu quadril baixou, encaixando bem entre as pernas dela. Duda voltou a fechar os olhos como se o sono estivesse vencendo.

O lençol que cobria os dois era pra dias de calor então era bem fininho e de tecido molenga. O pano azul-claro mostrava perfeitamente o contorno da bunda e das coxas do meu irmão e dos calombinhos que era os joelhos da Duda. Pela luz da TV, Vi ele erguer a bunda e baixar. Erguer e baixar de novo. Seus quadris começaram um sobe-e-desce lento, mas firme. A cama começou a balançar um pouco. A respiração do Leo foi ficando pesada com os movimentos.

Eu não entendia o que ele estava fazendo.

– Isso aí é pra ela dormir também? – Perguntei.

Ele olhou pra mim com uma cara estranha e depois riu.

– Cê não sabe o que eu tô fazendo com ela aqui embaixo? – Ele perguntou e eu reconheci o tom de deboche que ele usava quando queria tirar uma com minha cara.

Ainda assim fiz que não com a cabeça.

– E se eu te disser que eu to comendo ela aqui embaixo? – Ele sussurrou. Sua expressão perversa era ainda pior na luz da televisão.

Revirei os olhos com força. Eu não já tinha aguentado demais aquele dia?

– De novo isso! – Suspirei, exausto. – Tu não tá comendo ela aí, não!

– Tem certeza? – Ele insistia na provocação, aumentando movimento de sobe-e-dece da bunda dele fazendo o lençol balançar. – E se meu pau tiver todo dentro da bucetinha dela, mano?… Imagina só, Brother! Tua bebezinha levando pica de um cavalão feito eu?

– Para de besteira. Até parece que um pauzão desse vai entrar nela…

– Ih! Tá por fora brother! – Ele arfava enquanto falava. – Tem menina que a buceta é um látex de tão fácil que é de entrar… O cara com força de vontade e um lubrificantezinho… Arromba sem dó! Essa daqui mesmo? Já tá no formato do meu pau!

Eu balancei a cabeça praquele absurdo dele. E ele continuava.

– Tô comendo tua menininha na tua cama, brother! Tu vai deixar? – Vi ele pressionar com força os quadris na minha menina sonolenta. – Caralho!… Eu tô pra ver buceta mais gostosa! Dá até gosto de leitar… Vai todo o resto da minha porra toda dentro dela, só pra encerrar o dia…

Peguei o controle da TV.

– Já que cê não quer assistir filme. Vou desligar…

– Não, não… Me dá aí – Ele parou as bombadas e me pediu o controle remoto. – Eu não quero assistir esse filme, mas tem uns melhores…

Ele virou pra TV e digitou um numero exato que foi direto pra uma tela pedindo uma senha. Ele digitou 0000 e já abriu a tela com uma loira cavalona cavalgando um pau branco enorme. Ela engolia pela buceta aquela torre de carne como se não fosse nada demais.

– Pronto aí! Filme assim é bom!

– Isso é pornô – Eu falei como se não estivesse na cara.

– Claro que é! Curte aí… Tô vendo que cê tá necessitado mesmo!

Ele apontou pra minha barraca armada na samba-canção. Eu tinha esquecido da minha própria ereção. Meu pau já estava assim há um tempo. Eu não queria admitir que as chupadas dele na Eduarda e os movimentos que ele fazia agora, era o que estava me mantendo duro. Olhei pra minha filha debaixo dele, parecendo mais dormindo do que acordada mesmo o tio fazendo pressão repetida em sua virilha.

– Ele tá dormindo. – Ele sussurrou, me incentivando. – Põe pra fora aí e bate uma, sem neura. Sou teu mano, não vou te julgar não…

Fiquei balançado. Mas não sei se ficariam confortável batendo uma bronha bem ao lado da minha filha, mesmo ela dormindo. Balancei a cabeça que não. Meu irmão riu da minha negativa.

– Bom se você não vai gozar, eu vou! – Ele carregou minha filha no braço, como se ele estivesse engatado nela. E se virou pra ficar de frente pra tela onde a mulher levava ferro sem parar. Ele arrastou o lençol com ele e voltou a se cobrir de qualquer jeito.

Com isso ele ficou de costas pra mim, que resolvi fingir que dormia pra não dá bola pra gracinhas dele. Sentia meu pau latejar, mas eu era acostumado a dormir com tesão acumulado, por causa da minha ex, que raramente me liberava. Fiquei de lado na cama, sentindo ela sacudir com a força do meu irmão. Eu esperava que aquela brincadeira terminasse logo pra eu poder ir dormir.

O pornô na tela atraia minha atenção e eu ficava abrindo os olhos pra espiar um pouco o que rolava na tela. Os atores eram brasileiros e isso só aumentou o meu tesão. Teve uma hora que eu abri os olhos e vi que o lençol tinha escorregado um pouco, mostrando a bunda do meu irmão e o saco todo molhado de suor dele. Ele ainda fazia aqueles movimentos sexuais como se estivesse mesmo fudendo minha menina.

De repente ouço ele soltar um gemido e vejo o saco dele se contrair na base da pica. Seu períneo pulsava, como bombeando esperma. Ele se arreganhou tanto que deixou o cu a mostra pra mim. Daquela curta distancia dava pra sentir o cheiro!

Ele ficou tanto tempo naquela posição respirando pesado que eu quase achei que ele ia dormir daquele jeito.

– Vai dormir, mano. Leva a Duda a pro quarto. – Eu falei com voz de sono, achando que finalmente tinha acabado.

– Que nada a gente vai dormir aqui com você! – Ele falou e trouxe minha filha pra posição em que estava, carregando ela ainda colado em sua cintura como se estivessem engatado juntos. Sua cabecinha posou perto da minha e eu sentia o cheiro forte que vinha dos dois. Meu irmão ainda ficou para respirando em cima dela. – O problema é tira o pau dentro. É tão gostoso que eu queria passar noite toda dentro dela. Tu não tem noção da sensação que é sentir tua porra inundando ela por dentro.

Não respondi aquela ultima provocação. Desliguei a TV e ajustei o ar-condicionado. Meu irmão ainda levou vários minutos pra se levantar de cima da Duda. Por fim ele se curvou sobre ela e deu um beijo e uma linguada na boquinha da minha menina que já dormia tranquila.

Quando ele se ergueu na cama eu ouvi um som molhado. Ele resmungou enquanto se levantava da cama pra chegar ao banheiro. Abri os olhos bem a tempo de ver ele com a rola inchada toda breada de porra, balançando bem em cima de mim quando ele abriu as pernas pra chegar ao banheiro. O pior foi que senti aquilo pingar em mim. Ele tinha gozado mesmo? Será que tinha sujado a Duda? Não tive coragem de conferir. Só queria dormir e que aquele dia acabasse logo. Esfreguei o local com a mão e passei no lençol. Ignorando o cheiro de porra fortíssimo que vinha da menina adormecida ao meu lado.

Ele foi no banheiro e mijou uma cachoeira inteira, gemendo. Pontuava cada jato de mijo com um peido alto. Voltou pra cama com a rola ainda coberta do próprio esperma. E se deitou do outro lado da Duda, se aconchegando por trás dela com aquela pica ensebada encostando na bundinha dela. Ele nunca se lavava. Gostava de sentir a porra secar no corpo ou onde quer que ele encostasse. Era por isso que o quarto da Duda tinha aquele cheiro. Era Possível que o meu fosse ficar impregnado com o mesmo aroma em breve.

Ele pôs o braço sobre o corpinho da minha menina e pousou a mão bem na minha barriga. Então senti ele lentamente começar a me alisar. Fiquei surpreso com aquele carinho inesperado, mas era bom. Nem me lembro quando caí no sono.

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16 Comentários

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  • Responder Ansioso ID:xgnlg0qk5

    Conto delicioso, tomara que o titio coma o irmão também e faça ele virar sua putinha…

  • Responder PapaiBruto ID:gsuq4jfzir

    Delícia de conto.
    Uma putinha mirim que aguenta o pau inteiro e goza.
    Servem pra isso, serem fodidas e virar depósito de leitinho.
    Tio tá cuidando bem da sua filhinha, agora falta vc foder ela, os dois juntos.
    Ele contando como foi arrancar o cabaçinho dela, ela falando algo.
    Arromba essa putinha mirim sem dó, tá cada vez melhor.
    Nada melhor que socar gostoso numa putinha mirim, e encher de leitinho.
    DaddySP1

  • Responder perv ID:g3ja3lhram

    tesao demais ver um macho com tesao em criancinha. essas vadias nasceram p tomar pica

    • Machoperv ID:h5hn7tdzm5

      Né porra? Criancinha tesuda só serve pra isso

  • Responder ParrudoRec ID:8kqv46zfian

    Hehehe! Muito bom o conto.
    Doido pra ver a Duda brincando com os outros caras da oficina.

  • Responder Preto ID:5h7066ij6

    Parabéns cara
    Continua
    O conto tá muito massa.
    Louco pra vê ele abusando do irmão pamonha tb.

  • Responder capxv ID:8cio2s66ij6

    vixe, abandona esse conto não hein cara, ta massa

  • Responder Jacinto Leite Aquino Rego ID:19p3wwt0j7

    Eu sabia que no final ia rolar uma viadagem. A tua fantasia na realidade é ser enrabado pelo teu irmão, rsrs…

  • Responder japakzdo ID:19p36othmo

    Cada parte melhor q a outra!! Continua !!

  • Responder Fã de Identidade Bourne ID:19p3e020a7

    Parabéns, cara! Adoro seus contos!

  • Responder Becker ID:n0uyuf7m34

    Delícia de conto, fico meladinha

  • Responder Edilson ID:7bteitab0cq

    Muito bom, tive uma sobrinha que desde os seis aninhos gostava de sentar no meu colo e deixava eu mexer na bucetinha dela já bem desenvolvida pra idade, uma delicia

  • Responder perv ID:w72k76zj6

    n existe nada melhor q buceta de crianca. minha irmã tem 3 e eu ja chupa a xoxotinha dela e dou leitinho na boca

  • Responder capxv ID:469cwbuib0kk

    isso vai dar bom hein kkkk traçado pelo irmão rs

  • Responder Eduardo ID:41ighk9toia2

    Muito bom continua, ta quase chegando sua vez, mas seria bom se ele não soubesse que vc comeu ela, e faz ela falar que foi vc que tirou o cabaço dela, passa a comer ela escondido do seu irmão

    • Edilson ID:h5i1dp20d2

      Que delicia
      Eu adoro