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Irmão Tomando Conta – 5

6147 palavras | 12 |4.42
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Como eu tinha previsto, as brincadeiras sexuais do meu irmão com minha filha continuaram com força nos dias que se seguiram.

Depois que eu sem querer insinuei que ele estava abusando da minha menina, meu irmão achou muito engraçado me castigar fingindo que estava praticando atos libidinosos com minha criança em cada oportunidade que tinha. Parecia querer de toda forma me fazer reagir. Ele não cansava da brincadeira.

Já no dia seguinte ao fato, eu acordei ouvindo os gemidos no quarto da Duda. Ouvia meu irmão em alto e bom som elogiando a bucetinha da sobrinha e falando um monte de putaria inadequadas pra uma criança ouvir.

– Eita que buceta gostosa!… – A voz arfante dele chegava até meu quarto. – Titio vai fuder até arregaçar hoje… Quer fazer o tio gozar gostoso?!… Tá gostando da pica do tio, princesa?… Ela todinha sua!… Deixa o tio gozar nessa bucetinha, deixa?… O tio ama você, sabia?… Essa bucetinha é minha tá ouvindo?… Vou comer ela todo dia!…

Gemidos, bufadas, suspiros e palavrões desconexos enchia o quarto da minha menina assim como aquele cheiro de sexo. Eu tava com a impressão de que conseguia sentir dali. Aquele odor de depravação estava se espalhando pela casa toda. Ouvi as bombadas no quarto aumentarem ainda mais. Meu irmão estava com muita vontade de chamar minha atenção.

Suspirei e levantei me dando por vencido. Passei pelo quarto da Duda e a porta continuava escancarada. Meu irmão claramente não queria que eu perdesse a brincadeira dele. Duda estava deitada na caminha dela e tinha o tio por cima dela bombando em sua virilha. A diferença entre os dois era assustadora. Um gigante musculoso peladão em cima de uma magrelinha indefesa. Estavam em um papai-e-mamãe intenso. Era a posição que eu quase sempre comia a mãe dela. Minha filha parecia sonolenta, mas tinha uma expressão de satisfação no rosto. Suas perninhas travadas na cintura do tio, enquanto ele fazia movimentos de arremetida nela.

Meu irmão podia ser uma ator, porque toda aquela performance era bem convincente. Ele estava de olhos fechados e gemendo sem parar, metendo os quadris pra frente, como se estivesse sentido um prazer imenso. O ritmo das metidas, o suor no corpo. Até o tubo de lubrificante estava perto da perna dobrada dele, como se ele tivesse largado ali depois de usar. Eu não conseguia acreditar que ele tinha armado aquilo tudo só pra mostrar pra mim. Me peguei procurando onde a rola dele estava, porque fazia sentido que ele estivesse apenas esfregando o pau na barriga da minha menina, mas não conseguia ver seu membro. Cheguei a ficar preocupado sem saber onde estava enfiando aquela carne toda, mas aí percebi que era exatamente o que ele queria. Me deixar louco, pensando que ele estava mesmo fudendo a sobrinha.

De repente ele abre os olhos e me vê bem ali na porta olhando para os dois. O safado abre um sorrisão ao me ter como plateia do showzinho depravado dele. Ele até intensifica o ritmo das “metidas”.

– Bom dia meu brother! – Ele fala, sem fôlego, mantendo a velocidade dos movimentos. – Cê me pegou na melhor hora! Acordei com a rola durona, num tesão de mijo do caralho! Mas aí eu vi essa bucetinha aqui dando sopa ‘Opa! é agora!’ e nem quis saber de mijar. Tem duas horas que o tô metendo nela… Tó pra gozar a terceira do dia já,já…

Ele só podia ter decorado aquele texto absurdo! Que instinto devasso um homem precisa ter pra acordar cedo, pegar sua sobrinha peladinha e ficar esfregando a rola nela só pra fazer o pai acreditar que ela está sendo fodida.

O que me assustou mesmo foi quando ele ergueu o corpo pra falar comigo, a virilha molhada dele se descolou das pernas da Duda e eu vi metade da pica aparecer, como se estivesse mesmo saindo da buceta da minha menina! Parecia reta de tão dura e, a essa altura, eu já tinha manjado a rola do meu irmão vezes o suficiente pra reconhecer a grossura de sua ereção completa. Tinha uma gosma branca na base da pica que parecia quando você continua metendo depois de gozar. Gozo batido até espumar, como milkshake de porra. Tenho certeza de que aquilo tudo também era parte da encenação.

-Mano ela é apertadinha de mais! Que delícia! – Ele falou fazendo a base da pica sumir outra vez como se estivesse colocando pra dentro dela. – Mas já arregacei ela legal aqui. O canal vaginal dela tá no formato da minha pica… É só embicar e fuder! Delicia demais…

E voltou a bombar.

Eu poderia acabar com aqueles mistério e saber exatamente onde a rola dele estava se eu chegasse perto e olhasse bem entre as pernas da Duda. Mas isso seria o mesmo que dar crédito as brincadeiras dele. Eu chegaria lá e veria que ele apenas fez um truque inteligente pra esconder o rolão duro, sem meter de verdade. Ele riria na minha cara, diria algo como: “Olha só, tu pensou que eu tava comendo ela mesmo né?” E me daria outro esculacho. O que só serviria como mais munição para as zoações dele. Não ia dar esse gostinho pra ele.

– Olha como ela curte, Bro! – Ele continuava a situação, querendo provocar uma reação minha. – Ela se treme toda no pau. Que tesão fazer um bebezinho desse gozar na minha rola, mano! Melhor coisa nessa vida é fuder menina novinha assim… Valeu por me deixar fazer isso com sua princesa! Haha…

Ele se curvou, como um gigante sobre a minha menina e com as duas mãos puxou o rostinho dela pra perto do dele, dando um beijão colado. Nada de selinho dessa vez. A boca dele cobria a dela toda. Foi um chupão molhado do tipo que você nunca esperar ver um adulto fazendo com uma criança. Ele cortou o beijo babado e olhou pra mim ainda na porta.

– Pode ir tomar seu café lá que eu ainda vou demorar aqui. – Ele fez um gesto, como se me dispensasse. – Não quero tirar de dentro dela ainda, não. Tá quentinho aqui. Melhor buceta que eu já comi… Vai lá, mano! Me deixa com ela aqui…

Por incrível que aprece minhas pernas obedeceram de imediato como se eu estivesse aquele tempo todo esperando uma ordem dele. O barulho sexual me seguiu adoecer a escada e entrar na cozinha. Meu irmão voltou a a gemer e falar coisas obscenas sobre a vagina da própria sobrinha.

Vaguei pela cozinha tentando ignorar os ruídos. Fiz um café e preparei alguns sanduíches. Pra mim e pros dois gaiatos que ainda estava brincando no andar de cima, caso eles sintam fome. Fui no escritório e ja liguei o computador pra deixar preparado. Iria começar cedo aquele dia. Voltei pra cozinha e me sentei pra comer com uma caneca grande de café.

Só então reparei que o som lá em cima tinha finalmente parado. Pelo visto, eles tinha finalmente se cansado. Estava na terceira mordida quando ouço passos pesados descendo a escada e então me entra o Leo peladão na cozinha.

– Porra! – Exclamei num pulo na cadeira. Não consegui me segurar ao ver ele chegar com a rola tesa, apontada frente. A quanto tempo ele manteve o pau daquele jeito? Ele tinha injetado viagra no sangue?

Leo precisava de um banho urgente. Estava suado e grudento de cima a baixo. Ele não estava nem aí. Sorriu pra mim e foi direto na geladeira, pegou uma garrafa d’água e esvaziou em grandes goles. A cada engolida, sua barriga dura ondulava e seu pau balançava, no mesmo ritmo. Soltou o ar pesado quando terminou e veio até a mesa se jogando nuzão na cadeira se recostando nela, como se fosse o dono da casa. A pica, ainda rígida, se recostou sobre seu abdômen e passava do umbigo!

Reparando na sua rola, notei um anel de goma branca em volta da base e mais daquilo empapado em volta da glande. O cheiro de porra exalava forte daquilo tudo. Não dava pra ignorar. Aquilo não era fingido, meu irmão tinha gozado de verdade. Talvez tenha se aliviado rapidinho depois que eu saí e desceu com o pau esporrado em mais uma tentativa de me provocar. Ele ia ter que dar uma boa lavada naquilo depois.

Percebi que ele olhava pra mim rindo, ao me pegar escaneando o pau dele. Só então notei que estava paralisado na mesa por vários segundos. Um pedaço de sanduíche ainda na minha boca aberta. Fechei a boca e mastiguei devagar.

– Tava vendo o que tua filha faz comigo, não foi? – Ele perguntou, num tom safado, olhando da pica pra mim. – Olha o que essa menina faz no pintão do tio dela! Ela dava cada chave de buceta no meu pau, que mano…! Nem mulher adulta me aperta tanto. Isso é talento vaginal natural! Vem de berço isso…

Meu Deus! Aquilo não ia ter fim? Talvez o melhor fosse fingir que não estava ouvindo nem vendo nada demais. Ele iria se cansar daquele joguinho e iria parar, eventualmente. Ele ficou mexendo no pau, me olhando de esguelha, esperando eu reagir.

– Cadê a Duda? – Eu perguntei, ignorando ele balançando aquela rola quase na minha cara.

– Tá lá em cima, dormindo. – Ele estendeu a mão, a mesma em que ele segurou o pau sujo, e pegou um sanduíche na mesa. – Depois de tanta pica na buça a menina fica cansadinha né bro? Desde madrugada eu arregaçando ela… Tem que deixar a carninha esfriar um pouco. Mais tarde tem pica outra vez. kkkkk…

Eu sacudi a cabeça, incrédulo, vendo ele dar mordidas enormes no pão. Ele também bebeu o café quente quase do mesmo jeito que tomou água. Perguntei se ele iria ao parque, mas ele disse que não. Queria dar descansar pra, segunde ele, “Ter gás pra mais tarde”.

– Ô Mano, a piscina lá trás tá de boa? – Ele quis saber.

– Tá sim, é só tirar a coberta, mas acho que tem que trocar a agua, tá parada tem um tempo….

– É que eu pensei em chamar uns chegados meus nesse findi. A turma que eu conheci, sabe?

Senti um gelo correndo pelas minhas costas. Os peladões da oficina? Ou alguém que ele conheceu no parque? Eu não curtia muito receber visita. Pior que eu não podia falar nada, porque eu tinha concordado com as condições dele e no geral, eu queria que meu irmão se sentisse a vontade pra receber os amigos dele. Comentei que estava tudo bem pra mim, mas eu provavelmente ficaria no escritório a manhã toda.

– Não tem grilo! A gente só vai ficar na piscina um pouco, pra aliviar o calor… E brincar com Duda é claro! Talvez ela curta fazer cavalinho no amigo do tio, já pensou?

Ele riu da minha cara. Ele tinha que soltar essa piadinha, só pra mexer comigo. O que só me lembrou de como as coisas vinha seguindo nos últimos dias ali em casa e me fez perguntar pra ele:

– Cê vai receber eles assim? – Apontei pro corpo nu dele, sorrindo.

– Ué quem sabe? Vai que eles curtem ficar de rola de fora também também? – Meu irmão falou, dando de ombros.

Eu sabia que ele estava brincando, mas ainda assim olhei pra ele incrédulo? Ele riu da minha expressão.

– Pensa só, mano! Só vai ter homem aqui, não vou chamar mulher nenhuma, não. É tipo vestiário de academia, ou depois da pelada, sabe? Ninguém liga quando tá todo mundo nu. Quer dizer, acho que rola uma conferida, mas ninguém fica olhando o tempo todo…

Eu senti que ele estava me mandando uma indireta. Mas o pior era que parecia que ele estava tentando me convencer com aquela conversa. Eu já não sabia se ele estava brincando ou não. Fiquei travado, como sempre. Acabei olhando pra baixo, sem querer, e vi o pau dele meia-bomba, se empinando, como se não quisesse amolecer totalmente.

– … Sei não, vou ver se os caras tão a vontade e se eles quiserem, vou deixar eles relaxarem. – Meu irmão parecia já ter tomado a decisão. – Quando não tem mulher no negócio, os caras ficam mais a vontade. Se bem que vai ter um bucetinha na área, né? Mas como é de novinha, acho que eles não vão ligar, não! Talvez até gostem…

Ele mandou essa me olhando, com os olhos estreitos. De novo achei que fosse uma brincadeira dele e também que havia outra indireta ali, mas não consegui entender qual era. Minha cabeça se encheu de visões da minha filhinha inocente andando peladinha, cercada por um canavial de rola. Era até fácil de imaginar. Os funcionários da oficina de trás povoaram a minha visão de forma bem realista.

– Eu duvido que a Duda vai ligar também… – Meu falou como se estivesse lendo meus pensamentos. – Ela é criança. Quem já viu uma rola, já viu duas, três… Ela já me vê pelado pela casa o tempo todo, nem vai estranhar, se tiver outro macho balançando o pinto por aqui, cê não acha?

Ele me olhava sério, esperando uma resposta. Então caiu na risada. Eu ri também, relaxando um pouco…

– Então… – Ele falou batendo palmas e se aprumando na cadeira. Seu tom de voz pareceu voltar ao estado “brincalhão”. – Vamo começar o dia. Você vai trabalhar, eu vou subir e esperar a Duda acordar pra dar um banho nela… Nossa mano, Se você visse o tanto de porra que saiu dela! Gozei feito um cavalo. Vou lavar bem a bucetinha dela, mas não se preocupa não. Vou deixar desinchar um pouquinho, pra meter mais tarde.

Revirei os olhos para aquelas escrotices dele. Teria que aguentar aquilo por um bom tempo, pelo visto. Levantei e segui pro escritório, com meu irmão rindo as minhas costas.

Eu não conseguia parar de pensar nas brincadeiras dele. Ele querendo deixar um monte de macho estranho andar nu pela casa. Minha filhinha no meio deles. As provocações. E se ele convencesse algum amigo dele a brincar com a Duda do jeito que ele brinca? E se ele usasse os amigos pra zoar com a minha cara como ele estava fazendo? Simulando sexo com minha garotinha só pra me castigar. Ele não iria tão longe, iria?

A verdade era ainda mais triste. Se algo parecido com isso acontecesse, eu não sei como reagiria. Ou mesmo se eu teria qualquer reação da minha parte. Seria uma situação tão louca que eu provavelmente paralisaria e deixaria acontecer, sem impedir, sem falar nada.

Só me restava ter esperança de que tudo não passasse de um joguinho do meu irmão, porque pelo jeito que ele riu de mim na cozinha, ele pareceu chegar a mesma conclusão que eu.

***

Eles ficaram quietos o resto do dia.

Duda dormiu até bem tarde aquela manhã. Acho que meu irmão subiu pra ficar com ela um pouco e depois desceu pra adiantar o almoço. Vi algumas panelas no fogão quando sai rapidinho pra beber água. Ele devia estar em algum lugar da casa, fazendo alguma tarefa completamente pelado, é claro. Mas teve uma hora que eu ouvi risos e conversas altas vindos da sala. Me levantei da cadeira eu fui ver quem era.

Meu irmão estava na sala com alguém. Quando vi quem era senti meu sangue descer para os pés. O coroa parrudo tava sentado no meu sofá! Do lado dele, Leo usando frouxamente uma toalha se acabava de rir de alguma coisa que ele tinha dito.

– Ei mano! – Falou ele alegre quando me viu. – Vem cá… esse aqui é Alexandre. Ele trabalha na oficina aqui de trás. Muito gente boa! Essa é meu irmão Ricardo, que eu te falei…

Me adiantei e apertei a mão do cidadão, meio tímido. Ele estava de calção, uma camisa jogado sobre o ombro e chinelos. Não conseguia tirar a imagem do pau gordo que eu tinha visto antes, o que só fez aumentar minha vergonha. O cara era ainda maior de perto. A barba era mais grisalha do que o cabelo, mas o resto do corpo impressionava. Parecia um touro bravo. Se ele soubesse o que se passava na minha cabeça teria me matado com um murro só, eu acho.

Olhei pro meu irmão, esperando ele me explicar o que aquele homem faz ali. A Duda não estava na sala.

– Tava chamando o Alê o aqui pra vir aqui em casa esse findi, pra gente fazer um churrasco. Topa? Vou ver se os caras do treino lá vem também…

– Pode ser, Pode ser sim… – Alexandre respondeu olhando pra mim, talvez esperando que eu me opor a ideia.

Eu sorri tímido pra dizer que estava tudo bem. Ele sorriu de volta e eu achei incrível como ele parecia sério mesmo quando sorria. Eu tinha que voltar pro trabalho, mas não sabia como sair sem ser mal educado. Ouvi eles conversarem algumas bobagens sobre academia e treinos no parque. Entendi que Alexandre tinha vindo em casa porque meu mano não tinha aparecido como costumava todo dia.

– Quando não te vi com a princesinha até estranhei. – Disse ele. – Resolvi vir aqui pra ver se tava tudo bem…

Fiquei comovido com a consideração daquele desconhecido. Até aliviou o meu desconforto de estar perto dele, tendo visto ele pelado pela janela alguma vezes.

– É que ela dormiu até tarde hoje… – Explicou meu irmão. – Dei uma canseira “brincando” com ela de madrugada, sabe? Aí de manhãzinha tome “brincar” mais. Ela ficou bem cansadinha…

Meu irmão dava ênfase nas palavras como se quisesse dizer alguma coisa. Alexandre pareceu entender porque ergueu as sobrancelhas e começou a rir. Fiquei olhando para os dois, perdido na piada. Isso só fez eles rirem mais.

– Esse cara é foda! – Disse Alexandre com aquela voz grossa. – É muito bom ter criança em casa por isso… Queria ter o meu pertinho de mim, assim.

– Você tem filhos? – Perguntei

– Só um! Tavinho. – Ele disse e senti sua voz vibrar de orgulho ao falar do filho. – O nome dele é Otávio, mas a gente só chama de Tavinho. Tem doze anos! Sou louco por ele, mas só posso ficar com eles nos fins de semana. A mão tem a guarda…

Foi o jeito que ele falou do filho, com amor e tristeza e o fato dele ser separado da mulher que fizeram minhas defesas caíram pro Alexandre. Senti pena por ele não poder ter o filho por perto como queria. Eu não sei o que faria se minha ex tivesse levado a Duda embora. Eu tinha sorte.

– Tu vai ficar com ele esse fim de semana? – Perguntou meu irmão, empolgado. – Aproveita e trás ele também, pra brincar com a Duda!

– Seria muito bom! – Me vi concordando. – Quer dizer eu vou tá trabalhando, mas vocês pode ficar a vontade aqui…

– Valeu! Vou trazer ele sim…

– Cê tem que voltar pro trabalho mano? – Meu perguntou de repente. Fiz que sim com a cabeça. Tinha mesmo. – Beleza, vou só levar o Alê lá em cima pra ver a Duda um pouquinho. Sabia que dá pra vê o quintal da oficina pela janela também, Alê?

Senti um gelo descendo da minha coluna.

– É mesmo?! – Ele pareceu ensaiadamente surpreso.

Os dois chegaram a olhar rindo pra mim, esperando eu confirmar alguma coisa e adivinhem só? Eu fiquei calado! De jeito nenhum eu esperava ter aquela conversa ali. De novo o desfile de paus ensaboados passou pela minha cabeça.

– Nossa, ele deve ver cada coisa! – Disse Alexandre ainda me olhando de lado, apertando a rola no calção.

– Ah mas ela gosta do que vê! Foi ela que me mostrou assim que eu me mudei pra cá.

Alexandre riu em um rugido e apertou mais a pau gordo que eu sabia que ele tinha ali. Eu podia ser uma planta ornamental naquela sala. Imóvel e mudo. Fiquei chocado com a confirmação de que minha filha não só via aquela porrada de machos sem roupas como ainda gostava. Percebi que meu irmão também se apertava em cima da toalha, falando da Duda.

– Vamo lá em cima. – Instou meu irmão, se levantando com um volume na toalha que ele segurava coma mão na cintura.

Alexandre pareceu não se importar com a semi nudez do Leo, mas por outro lado porque ligaria? Ele via homens nus no trabalho dele todo dia, não era? Devia ser tão comum que ele nem reparava. Acho que meu irmão tinha razão, quando tem muito homem junto isso é natural. O coroa parrudo se levantou e havia uma tenda em seu calção que eu tive a delicadeza de fingir não ver.

– Vamo lá vê a princesa! – Disse meu irmão mostrando a escada. – Mano, o almoço ja tá pronto. Se quiser já pode comer a gente desse daqui a pouco, vamo brincar com a Duda um pouquinho…

Ele então olhou pro Alê.

– Um dia sem ver ela já te deixa na fissura hein?

– Vixe! E como deixa! – Ele deu um baita apertão na pica. – Adoro “brincar” com ela… Com licença aqui, viu…

Eu acenei, dando licença e vi os dois subindo para o quarto da Duda, com pressa. A toalha do meu irmão ameaçava cair a qualquer momento. Voltei direto pro escritório, pensando em almoçar quando eles descessem. Mas depois de meia hora percebi que estava com muita fome e nada deles sairem do quarto. Ouvi alguns barulhos vindos lá de cima. Como não sabia se meu irmão tinha convidado o Alexandre para comer também, achei grosseria da minha parte comer sozinho.

Sentei na cozinha e fiquei mexendo no celular esperando um pouco por eles. Vi uma notificação do Instagram que meu irmão tinha acabado de postar uma foto. Era uma selfie dele na janela do quarto da Duda dando língua pra câmera com uma legenda genérica. Terminava certinha bem na cintura dele mostrando o comecinho da virilha depilada. Eu sabia que ele estava nuzinho ali e não me surpreendia dele tirar uma foto assim com outro homem no quarto. Meu irmão não tinha qualquer noção de pudor.

Como aquela postagem significava que ele estava com o celular na mão resolvi, só de brincadeira mandar um zap pra ele.

“Não vão descer?

Resolvi esperar mas vcs tao demorando

tao fazendo o que?”

Esperei pra ver se ele respondia. Chegou mais rápido do que eu esperava.

“Pode comer aí

Que a gente ta comendo aqui!”

Seguido de um monte de emoji de gotas de agua ou esguicho. Não sei o nome desse emoji.

“Como assim? Comendo o que?” Repondi sem entender.

“Você sabe!” Seguido de um emoji do diabinho roxo, indicando alguma maldade ou safadeza, eu acho.

Logo veio uma foto dele e quando cliquei tomei um susto. Era uma selfie dele peladão no quarto, segurando a rola durona e fazendo cara de safado pra câmera. Já tinha visto diversas fotos nuas do meu irmão, mas o que chocava naquela era o Alexandre atrás dele, de costa pra câmera, com o calção arriado até o joelho mostrando um baita bundão musculoso. Aproximei o rosto e vi bracinho magro da minha filha agarrando uma das pernas dele. Ele parecia estar perto da cama segurando ca beça da minha filha que parecia ter o rosto bem na sua virilha.

– Puta merda! – Exclamei alto. E ouvi a risada do estrondosa do meu irmão lá de cima.

Digitei uma resposta:

“Não acredito que você ainda tá brincando disso!!

E Alexandre ainda foi na sua?

Como você fez ele baixar o calção?”

Pensei ter ouvido outra risada do meu irmão lá de cima quando viu minha mensagem. Depois ouvi o burburinho dele conversando com o Alexandre. Logo ele me respondeu. Do jeito depravado que eu ja esperava.

“É que eu elogiei muito a bucetinha da Duda

e ele veio conferir pra saber se é boa mesmo

Vc n se importa né?”

É, era exatamente o que eu esperava. Ele ia dar seguimento a brincadeira. Enquanto aquilo fosse engraçado pra ele, meu irmão não ia parar. Agora eu entendia a conversa estranha na sala. Os olhares cheios de subtendido dos dois. A brincadeira já estava armada. O app apitou com a chegada de mais fotos e eu ja me preparei pra ver qualquer coisa ali, porque com o Leo, tudo era possível. E não me surpreendi com o que veio.

A primeira foto era dele agachado com o rosto na altura da bunda peluda do Alexandre. Ele fazia a mesma careta mostrando a língua e apontava pro bundão do cara, onde as duas mãozinhas da minha filhota agarravam um nádega cada uma.

Na segunda meu irmão não aparecia. Era só Alexandre de costas da cintura pra baixo. As mãos magrinhas da Duda ainda agarrando sua bunda. Suas coxas grossas estava separadas e deu pra ver seu saco gordo pendurado e o copo nuzinho da minha menina por entre a pernas dele, do peitinho pra baixo. Ela estava sentada na cama de pernas abertas e dava pra ver sua buceta inchadinha.

É claro que eu captei o significado. As fotos era pra me fazer acreditar que minha filha estava mamando naquele pau gordo do Alexandre. É claro que não achei que nada daquilo era real. Um bom angulo de câmera.

O terceiro arquivo era um video curtinho que eu cliquei e esperei carregar. Logo vi o rosto do Alexandre abrindo a boca e gemendo baixinho. Ele olha pro lado e vê meu irmão filmando. Ele e sorri muito sem graça.

“E aí Brother, a mamada dela é boa?” Disse a voz do meu irmão no video.

Ele baixou a câmera pra mostrar a cabecinha da minha princesa indo pra frente e pra trás na frente dele, mas a câmera sacudiu muito e a mão do Alexandre desviou o celular do meu irmão. Não deu pra ver muita coisa.

“Mano isso ai pode dar problema, não vai não?” Disse a voz preocupada do Alexandre quando o video mostrava seu rosto outra vez.

O video acabou antes que meu irmão respondesse. Dava pra ver que Alexandre estava envergonhado de ser filmado. Ou talvez de participar da brincadeira de fingir comer uma criança.

O que me deixava besta era como meu irmão tinha convencido o cara a entrar nessa. Leo devia ter um poder persuasão enorme. Pra fazer aquele grandalhão ficar pelado com outro homem dentro de um quarto de criança e simular sexo com ela. As fotos seguintes só mostraram o quanto meu irmão podia levar as pessoas a fazerem o que ele queria.

Tinha uma selfie dos dois, como se fosse uma cortesia. Leo e Alê dessa vez de frente, um com o braço sobre os ombros do outro. Os dois com a rola dura. Puta merda! Ele fez o cara endurecer a pica de verdade só pra aumentar o nível da brincadeira! A cabeça do pau gordo dele estava com a pele toda arregaçada mostrando-se num tom escuro de roxo. Estava molhada como se uma boquinha tivesse babado aquela rola toda. O saco pendurado abaixo era tão grande que parecia conter ovos de galinha dentro. Percebi pelo angulo da foto que foi a própria Duda que tinha tirado aquela.

“Curtiu essa? Se liga que vem mais!” Dizia a legenda.

Foi daí pra pior. Eu ouvia os barulhos deles lá em cima e as imagens iam chegando.

Minha filha virou o foco das outras fotos. Ela arreganhada na cama mostrando a bucetinha com os dois abaixados com o rosto bem perto, estendendo a língua, como se mal pudessem esperar pra saber quem ia cair de boca primeiro ali. Depois os dois sentados na beira da cama, cada um segurando uma perninha magrinha dela para deixá-la aberta e apontando as rolas duras pra entrada da buceta infantil em uma clara ameaça de penetração.

Eu nem me dei ao trabalho de subir e tentar por fim aquela palhaça do meu irmão. Eu sabia que era exatamente o que ele queria que eu fizesse, só pra se divertir com a minha cara. Só ia dar mais forças pra brincadeiras dele. E eu iria até ofender o Alexandre insinuando que ele abusava da minha menina de verdade. Fiquei onde estava e continuei recebendo arquivos mais e mais depravados do quarto acima.

As fotos seguinte era do Alexandre com a Duda na cama dela. Ele estava ajoelhado entre as perninhas da minha filha deitada, com o caralhão duro pra frente, pairando acima de sua buceta. Meu menina deitadinha com as pernas abertas, parecia ansiosa pra receber aquele garanhão dentro dela.

Cliquei em outro video curto e mostrou o Alexandre na mesma posição com o tubo de lubrificante que eu tinha comprado para meu irmão. Ele colocou o gel bem na glande. Meu irmão deu zoom bem na rola pra mostrar ele empapando toda a cabeça e depois espalhar tudo no corpo da pica. Como se ele estivesse mesmo se preparando pra penetrar. O video para quando Alexandre parece mirar a vara preta dele na entrada buceta.

Tinha fotos dele esfregando a cabeça da pica nos lábios vaginais da minha criança. Em uma delas parecia que a cabeça do seu pau estava ganhando um beijinho da periquitinho dela. Eu só podia imaginar as instruções que meu irmão dava pro Alexandre pra tirar aquelas fotos e porque ele obedecia. Coitado do cara de estar sendo usado como ferramenta pra brincadeiras depravadas do meu irmão.

Comecei a ouvir os barulhos da cama da Duda. Como se alguém estivesse fudendo em cima dela. A ultima foto que meu irmão me mandou era do Alexandre com o bundão empinado mirando a rola pra bucetinha da minha princesa logo abaixo. Ele parecia mesmo um touro visto de costas. As coxas grossas e o sacão bovino arriado. Bem na parte onde a cabeça do pau dele supostamente penetrava minha pequena meu irmão tinha espertamente colocado o emoji de diabinho. Era só pra me deixar encucado com o pensamento de que meu bebe estava sendo fudida de verdade ou não. Ele nem se preocupou em cobrir o cuzão cabeludo do Alexandre que aparecia logo. O cara era safados ao estremo!

“E aí mano? Ta curtindo?” Chegou a mensagem dele. Seguida de:

“O Xandão tá se amarrando nessa buceta quentinha.

O cara vai gozar rapidinho. Não tá conseguindo segurar!!

primeira novinha que ele come”

Suspirei lendo aquilo. Ele não tinha um pingo de vergonha de expor o cara daquela forma. Que homem iria querer uma foto do cu dele circulando por aí? Mandei uma resposta:

“Coitado do cara por ter você como amigo!”

Ele respondeu:

“kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Coitado por que?

Eu tô dando uma buceta de novinha pra ele de graça!

É pra ele me agradecer de joelhos!”

Deus do céu! Parecia que ele vivia numa realidade paralela. Como alguém conseguia ser tão depravado e manipulador daquele. Eu o odiaria se não gostasse tanto dele. As batidas na cama continuavam a toda.

“Até parece que tá mesmo rolando alguma coisa aí!” Mandei pra ele.

“Beleza então. Segura aí” Ele respondeu.

Fiquei intrigado com o que ele quis dizer. Era pra eu esperar? Ele ficou sem responder por quase cinco minutos. Então o app apitou. Um video chegou.

“Você decide se acredita ou não!” Era a legenda dele.

Cliquei no play e quase gritei um “puta que pariu” bem alto. Eu tinha que tirar o chapéu pra criatividade do meu irmão. Era uma montagem muito bem feita. O video foi gravado no mesmo angulo da foto. O bundão de Alexandre subindo e descendo junto com sacão gordo dele balançando. Pela velocidade e força das metidas parecia mesmo que ele estava marretando a bucetinha da minha menina. Mas bem no lugar onde o pau dele sumia meu irmão colocou uma figurinha animada de um foguinho laranja. Era pequena o bastante pra esconder o que seria a penetração, mas não o cuzinho rosa da Duda que levava boladas daquele sacão preto a cada enterrada.

O que me deixava arrepiado era os gemidos. O mais alto era do Alexandre com aquele vozeirão dele, mas dava pra ouvir o chorinho fofo da minha menina a cada que aquele pau grosso parecia sumir dentro dela. Era muito intensos para serem de mentira. Meu irmão pediu pra eles gemerem para ficar mais realista? Nem soube mais o que responder. Fiquei ali na mesa com a cabeça girando.

O barulho com a cama parou. Vários minutos se passaram depois disso. Meu cell bipou ou era vez e era um ultimo video do meu irmão. Cheguei a ficar com medo de ver, mas cliquei mesmo assim. Era uma filmagem curtinha da Duda com o Xandão pelados no meu banheiro. Ele lavava o pau meia bomba com vontade debaixo do mesmo jato de agua que cobria minha menina, quase esfregando a pica na cara dela. Em situações normais eu surtaria por meu irmão deixar um desconhecido tomar banho nu com a minha filha, mas aquela altura não existia mais normal naquela casa. Meu irmão tinha virado tudo de cabeça pra baixo antes que eu pudesse perceber.

Me perguntei o que minha filhota pensava de estar tomando banho com o mesmo cara que ela via pelado quase todo dia. Depois percebi que eu não queria saber. Só esperava que aquilo não mexesse demais com a cabeça dela.

Ouvi o barulho na escada e meu irmão se despedindo do Alexandre. Fiquei grato aos Deuses por ele não ficar pra almoçar. Não sabia como encará-lo e talvez ele também não sabia como me encarar. Ele confirmou dele e do filho no fim de semana e foi embora.

Meu irmão e minha filha vieram pra cozinha. Ela estava enroladinho na toalha dela e ele balançando o pau molhado como sempre. Eu já nem enxergava mais a nudez dele. Tínhamos chegado nesse nível!

Ele já chegou rindo quando me viu ali sentado, quase catatônico no lugar. Duda sentou caladinha, mas com um sorriso no rosto.

– Fala aí mano! Material de primeira eu te mandei hein? – Meu irmão disse se jogando nu na cadeira mais próxima. – Essa bucetinha tá abrindo freguesia… Daqui a pouco o bairro todo vai tá fazendo fila na porta aí de casa.

Minha resposta foi um revirar de olhos. Me levantei pra servir o almoço da Duda e comer também já que meu corpo já tremia. Era de fome ou de choque pelo que tinha presenciado? Meu irmão não se incomodou com meu silencio e começou a dar detalhes sórdidos da suposta trepada que eles tinha dado com minha filha lá em cima.

“Dai-me forças senhor” Eu pensava enquanto comia e ouvia as verborragias do meu irmão.

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12 Comentários

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  • Responder Motta ID:gsus5rhrcr

    Estamos adorando! Teria como postar mais capítulos de uma vez só?

  • Responder leo ID:g3ja3lhrb4

    gostoso demais ver macho com tesao em buceta de criança. tem que estourar p fazer berrar

  • Responder Gilberto ID:41ih0os7xikj

    Pedofilia amigo , deixa seu irmao se libertar e ser o pedófilo qe ele é , ele ta doido pra meter nela , deixa de ser empata foda e deixa o pedófilo em paz com a crianca

  • Responder kzdojapa ID:19p36otm1q

    Quero logo ler o proximo conto!! Parabens!!

    • Preto ID:w71ghvsh1

      Gosto muito do seu tipo de conto . Queria que vc escrevesse um internamente gay . espero que tenha algum em menti.

    • Preto ID:w71ghvsh1

      Parabéns pela história

  • Responder Lolzeira ID:8d5rtu020aq

    Muito bom, como sempre! Esperando pelo próximo!

  • Responder ! ID:7yliw16y435

    seria legal se o pai descobrisse no final e soltasse toda essa raiva e insegurança que ele meio que segura, aí ele poderia matar o irmão, fica meio chato todos esses contos com país extremamente passivos e tapados, tá na hora de inovar num final surpreendente

  • Responder CSRA ID:3qso7zfia9

    Na boa? Seria interessante se o pai acaba-se entrando nessa loucura toda comendo o filho do Alexandre por insistência do irmão..

  • Responder Eduardo ID:41ighk9uhrc4

    Gostei muito, come ela uma noite, e ela fala que vc tirou o cabaço, quero ver vc se dando bem também

  • Responder Aquarianjo ID:1uxbzwm23

    To achando que no final, esse pai vai acabar virando putinha do irmão e amigos, do mesmo jeito que a filha! Hahahahahahahaha
    Tá muito bom esse conto!!!

  • Responder Lucio ID:5pbartu1b09q

    De longe esse pai é o personagem mais tapado de todos. tenho raiva dele, vou adorar se no final ele realmente perceber que o irmão comeu a filha.