# # #

Deixei Abusarem do meu Menino 5

5486 palavras | 12 |4.70
Por

Inseri os desejos que vocês colocaram nos comentários, boa leitura…

Minha madrasta falou:
– olha, finalmente apareceu Dinho, vem conhecer as visitas.
O Dinho foi todo suado de cuequinha cumprimentar as visitas enquanto meu pai tomava quase um litro de água sem camisa. Ele estava todo molinho e suado, acho que meu pai aproveitou bem ele. Depois que ele cumprimentou as visitas eu o levei para o banheiro para lhe dar banho. Assim que eu tiro a cuequinha dele, saiu uma quantidade de porra enorme sobre a cuequinha dele. Meu pai realmente estava precisando se aliviar, devia estar alguns dias sem gozar, pois saiu muita porra do cuzinho do Dinho. Agora está explicado o tanto de baba que ele soltou quando Dinho estava no colo dele.
Enquanto eu tirava a cuequinha dele eu perguntei:
– foi o vovô?
Ele balançou a cabeça que sim bem envergonhado. Então eu limpei ele todinho e lavei aquele cuzinho. Assim que eu terminei de dar banho no nele, os meninos do bairro chamaram o Dinho para brincar de bola no campinho de terra que tinha aqui próximo. Dinho não quis ir pois não é acostumado a jogar bola, toda vez que eu ia no clube ele ficava me esperando na arquibancada ou ficava na piscina do clube. Mesmo assim falei para ele ir se enturmar com a criançada. Havia alguns garotos da idade do Dinho, inclusive um dos primos do Dinho, mas também tinha um mais velho com +/- 16 anos. Dinho calçou os sapatos e logo os meninos começaram a rir, achando o Dinho delicado pois eles jogavam descalço mesmo. Minha madrasta falou para o Dinho ir de chinelo e tirar quando chegasse no campinho, só para ir se acostumando. E assim ele foi. Percebi que o Dinho gostou mais da amizade do Gabriel, um menino de 7 anos também. Ele defendia o Dinho quando os meninos queria zombar dele. Dinho foi com eles para o campo e eu fui ajudar meu pai com algumas coisas. Enquanto eu ajudava meu pai, ele me falava:
– deixa o Dinho passar alguns dias aqui, a gente mal vê nosso menino. Vocês moram muito longe.
– talvez eu deixe nas minhas próximas férias pai, é que fica um pouco ruim para eu buscar ele depois. É meio longe para mim.
– não tem problema, deixa ele aqui por um mês e depois vem buscar.
– vou ver com a mãe dele.
Fiquei imaginado que toda vez que minha madrasta não quisesse transar com ele, ele ia descontar no cuzinho do Dinho, meu pau até endureceu com essa ideia, mas eu também não queria explorar meu menino. Ele precisava dar um descanso para aquele cuzinho, pois meu pai, pelo jeito, acabou estocando tudo o que ele nas bolas para cuzinho do Dinho. Ele ainda tem só 7 anos e precisa se distrair e brincar, por isso insisti para ele ir jogar, mesmo que fique somente na reserva. Seguimos conversando muitas coisas enquanto organizamos o celeiro. Quando fui perceber, já era 11:00, eu tinha que buscar o Dinho para almoçar. Fui até o campo onde o Dinho estava e andei por uns 10 min, chegando lá havia vários meninos sentados em voltada do campinho de terra esperando sua vez de jogar, fiquei observando para ver se eu encontrava o Dinho mas não achei. Vi o amiguinho mais próx dele, Gabriel, e fui até ele perguntar.
– oi Gabriel, onde está o Dinho?
– eu não sei não tio, ele estava na reserva esperando a vez de jogar e eu já estava jogando, quando terminou a partida eu não vi mais ele. Achei que ele foi embora.
Dinho não é de fazer essas coisas (fiquei pensando), então decidi procurá-lo por volta do campo, talvez encontrou outros garotos para brincar, afinal, havia muitos pesqueiros em volta do bairro, talvez ele foi “molhar os pés” um pouco para se refrescar. Entrei no mato envolta do campinho e fui andando até um dos pesqueiros mais próx, chegando lá tinha alguns homens pescando mas não encontrei o Dinho, vi Alberto, um dos rapazes que trabalhava para meu pai, fui até ele perguntar se ele viu o Dinho mas ele falou que não viu ele, falou para eu tentar ir nos outros dois pesqueiros que tinha ali em volta, talvez ele estava conhecendo o bairro, percebi que Alberto era muito simpático pois eu não tinha conversado com ele direito, ele só tinha aquela pose de marrento com aqueles braços fortes, mas era gente boa. Ele estava com mais dois homens que nem me deram bola. Entrei no mato de novo e fui andando até o outro pesqueiro, no meio do caminho percebo vozes de garotos por perto, era ali que Dinho devia estar! Me aproximei e vi um grupinho de garotos em uma rodinha, andei bem de vagar até chegar em uma árvore que tinha do outro lado, para poder observar. Era Dinho que estava no meio dos garotos, sabia que aquele menino sempre se metia nessas situações, o garoto mais velho estava comendo ele enquanto os menores aguardavam, Dinho era o único que estava todo peladinho e os demais com as calças abaixadas, acho que tiraram a roupa dele a força pois a cuequinha dele estava bem distante de onde ele estava, eu a vi assim que tentei me aproximar. Dinho segurava forte nos braços do garoto que envolvia a sua cintura enquanto ele metia com força no Dinho, acho que eles perceberam o cuzinho do Dinho arrombado naquele dia no lago e descobriram que ele já dava. Talvez o convite para jogar era só uma estratégia para comer o meu menino. Que inteligentes! Mas eu queria dar um descanso para o Dinho, ultimamente os caras estão atacando ele. Vi que um dos garotos da rodinha era seu primo Guilherme, Dinho mal conhecia ele e já seria comigo pelo primo, Guilherme era um pouco mais velho que Dinho, tinha seus 9 anos, mas era um garoto bem dotado. Parecia que seu pau tinha 15 cm duro, sendo que pela idade dele um garoto tem 10 cm de pau. Guilherme era bem acelerado, enquanto o mais velho continuava comendo ele não aguentou e pediu para Dinho abrir a bola para ele meter a rola, Dinho vendo que não tinha saída começou a chupar o pau do seu primo. Os garotinhos vendo aquilo ficaram surpresos. Minha barriga já estava roncando de fome, mas eu só ia voltar depois que o último garoto comesse o Dinho, aquilo estava me levando as loucuras, peguei meu celular e comecei a gravar enquanto me masturbava, aquilo poderia me dar bastante dinheiro vender o cuzinho do Dinho sendo arrombado. Parece que o mais velho gozou e deu oportunidade para os demais enfiarem, acho que os pequenos ainda não gozavam mas eu percebia a sensação de prazer que eles tinham de enfiar o pintinho no Dinho. Já 3 menores tinha comido o Dinho. De repente escuto um barulho entre as folhas no mato, os meninos assustados sairam correndo vestindo as calças com medo que alguém os vissem. Dinho acabou ficando para trás pois ainda procurava sua cuequinha, conseguiu só vestir sua camisa. Eu me escondi ainda mais por trás da árvore para os garotos que corriam, não me visse atrás da árvore. Quando as folhas do mato se abrem, sai Alberto com um dos rapazes vindo do pesqueiro, Dinho se assustou só vê-lo e tampou o pintinho com as mãos pois ainda não tinha encontrado suas calças, Alberto olhou para ele e falou:
– o que você está fazendo aqui assim? Seu pai está doido atrás de você.
– é que eu vim jogar futebol com os meninos, mas eles me trouxeram para conhecer outro campo e foram embora me deixando aqui sozinho.
– ah muleque eu sei bem o que vocês estavam fazendo atrás dos matinhos! Eu conheço os filhos das vizinhas do seu avô, se você não me obedecer eu vou contar pro seu pai !
– não tio! Eu avisei que ia jogar bola, mas os meninos que me trouxeram aqui.
– então vira de costas que o tio vai brincar com você
Alberto deu um sorriso safado para o homem que estava com ele e tirou aquela bela rola para fora. Devia ter uns 18 cm. O rapaz que estava com ele devia ter uns 45 anos, alto, meio barrigudo, mas tinha um rolão grosso quase do tamanho de Alberto, Dinho de costas continuava a tampar o deu pintinho, mas Alberto pediu para ele se ajoelhar e ficar de quatro, enquanto o outro rapaz continuava de pé olhando para poder ver se alguém vinha. Alberto se ajoelhou atrás do Dinho e abriu as nádegas dele, logo que ele abriu ele olhou para o rapaz que estava de pé e falou:
– olha Zé! Esse aqui já está arrombadinho, não vai ser difícil penetrar! Da pra socar tudinho.
Com o gozo que estava no seu cuzinho do garoto mias velho, Alberto nem precisou lubrificar, apenas enfiou seu cabeção pra dentro e empurrou até deslizar tudo. Dinho se curvou para baixou parecendo que sentiu um pouquinho de dor, afinal, os pintinhos dos meninos não chegava aos pés da rola de Alberto. Ele socava com força e o outro rapaz continuava de pé se masturbando enquanto vigiava. Alberto estava nas alturas enquanto metia naquele cuzinho, ele gemia um pouco alto e falava para o amigo:
– ah, um cuzinho apertado desse é mais gostoso que buceta de mulher! Ainda mais de uma criança assim.
Dinho começou a chorar sabendo que ainda faltava o outro que estava de pé. Alberto metia com mais força até conseguir se tremer e gozar de tanto prazer. Dinho sentiu aquela porra adulta e quente que vinha daquele macho. Devia estar arrependido por não ter ficado em casa. O outro rapaz se ajoelhou e enfiou tudo até no fundo chegar. Naquela altura meu pau já estava doendo de tanto me masturbar, acabei gozando no tronco da árvore se segurei meus gemidos para não me escutar. Foi difícil me segurar, mas me controlei e saí de fininho para não me notarem. Deixei o outro homem gozando nele e voltei para o campinho, sabendo que Dinho ia voltar logo logo, era só o outro homem acabar que eles voltariam. Depois de uns 15 min Dinho sai do mato segurando na mão daqueles dois homens, estava com seu shorts mas parecia estar sem a cuequinha, pois marcava seu pintinho no tecido do shorts. Olhei para o bolso estufado do cara que estava junto com Alberto, e vi a pontinha de um tecido branco cheio de desenhos de navio azul e bichinhos, era a cuequinha do Dinho. Além de comer ele, ele roubou a cuequinha do Dinho para se masturbar e cheirar mais tarde. Quando eles se aproximaram, eu fingi demência e falei:
– ah você está aí! Te procurei por toda parte.
– é que eu fui visitar o outro campo pai.
O um dos garotos que estava sentado em volta do campo falou:
– outro campo? Mas não tem outro campo!
Então aberto se manifestou:
– ele apareceu lá no pesqueiro onde eu estava, deve ter se perdido procurando o “outro campo” kkkkk
– tudo bem kkkk esse menino vive me dando perdido kkkk (falei)
Peguei na mão do Dinho e fui para a casa, Alberto me acompanhou pois os peixes que ele havia pescado foi a pedido do meu pai para a janta. Quando cheguei em casa me assustei com a hora, já era 13:30 e eu havia saído para procurar o Dinho 11h. Esse menino se divertiu com esse cuzinho. Minha madrasta me vendo chegar falou:
– arriégua meninos! Onde vocês estavam? Esperei vocês até tarde pra almoçar!
– não mãe, é que Dinho se perdeu no meio do mato procurando coisas pra brincar.
– coisas, hum… Cuidado pra não ser picado de cobra no meio do mato! ( Disse ela)
Entramos e logo meu pai bem ao nosso encontro.
– oxe menino por onde você estava? O vô queria brincar com você depois do almoço.
– ah pai deixa ele descansar um pouco, ele brincou bastante com os meninos.
Assim que Dinho chegou, dei comida para ele e depois dei outro banho para ele tirar um cochilo a tarde, meu pai já estava inquieto com o pau duro nas calças querendo “brincar” com o Dinho. Fiquei ajudando minha madrasta a secar as louças enquanto meu pai ficava na sala assistindo tv. Não sei como ele ainda continuava com aquele corpo de sarjento, mal ajudava em casa. Deve ser de tanto trabalhar quando ia pra roça. Ele me teve com minha mãe quando eles eram bem jovens, por isso ele um daddy forte. Apesar da inquietação do meu pai para ficar com o Dinho, ele saiu para levar algumas coisas no celeiro, depois de um tempo Dinho acordou e veio para a cozinha, deixei ele só de cuequinha pois estava calor, queria deixar ele peladinho mas eu tinha medo da minha madrasta ver o estrago feito pelo vô naquele cuzinho. Achei melhor deixar ele assim até que ela saísse. Pela tarde meu pai voltou e quis tomar um banho com o Dinho. Minha madrasta reclamou dizendo:
– coitado o menino já tomou uns 3 banho hoje, vai acabar com a pele do menino.
– que nada amor! Tá calor o menino precisa se refrescar.
Tirei a roupinha do Dinho e levei para o banheiro, meu pai ainda estava no quarto tirando as roupas, mas logo aparece com sua toalha, eu percebia nitidamente seu volume sobre o tecido da tolhava, era grande e grosso. Dinho resmungou um pouco mas eu falei que ele tinha que tomar outro banho, assim que eu estava fechando a porta para deixá-los sozinhos, vi meu pai tirar a toalha da cintura expondo aquele grande pauzão. O chuveiro demorou a ligar, acho que Dinho ainda estava chupando. Fiquei imaginando meu pai com aquele pau suado na boca do Dinho, fazendo ele engolir tudo seu esperma. Não aguento a curiosidade e fui espiar pela janela do banheiro, sai para o lado de fora da casa e dei a volta até a janela do banheiro, peguei um troco e subi para poder ver, já estava escurecendo então ninguém ia me ver. Como Imaginei Dinho estava enchendo a boca de leite do vô. Cheguei tarde mas pude ver ele engolindo, meu pau levou ele até a banheira com o pau pingando mas apenas ligou o chuveiro. Fiquei pensando em usar aquela banheira com o Dinho mais tarde, mas vou deixar pra mais tarde esse plano… Meu pai começou a lavar o pau que ainda continuava duro e passava sabão no cuzinho do Dinho, acho que era para lubrificar a entrada. Fiquei besta ao ver que meu pai continuava de pau duro! Para um cara da sua idade seu pau estava bem dotado. Ou devia ser a falta de sexo que minha madrasta deixava ele. A vinda do Dinho foi um grande presente pra ele. Depois de passar bastante sabão no seu pau e na bunda do Dinho, foi a hora dele penetrar. Dinho já sabia o que fazer, já estava acostumado em levar tanta rola, ele ficou de costas e ficou com as mãos na parede, meu pai se ajoelhou na banheira e sem cerimônia enfiou o cabeção entre as nádegas do meu menino. Ele empurrou mais um pouco e logo deslizou por completo, de tanto sabão que havia no pau e no cuzinho dele. Dinho já havia aceitado que sua via seria repleta de homens comendo seu cuzinho, só não imaginava que o pai sabia de todas as coisas que ele havia feito. Talvez ele me achava um pai bobão que vivia deixando o filho vulnerável, mas não sabia que eu adorava ver ele sendo abusado, ainda mais por outros homens mais velhos que eu. Meu pai tinha tanta porra acumulada nas bolas, que mesmo gozando no cuzinho dele, meu pai decidiu trocar de posição, naquela altura eu já estava com meu pau de fora pronto para mais uma masturbação. Meu pai se sentou na banheira e colocou Dinho em cima da sua pica ele fez Dinho cavalgar e logo ele escuta alguém na porta do banheiro, era minha madrasta que estava abrindo a porta, eu esqueci de trancar pra eles. Ele abriu a porta e disse:
– está tudo bem por aí? Esse banho não vai acabar?
– deixa eu ficar com o menino nega! Ele mal vem me visitar, agora eu tenho que ficar contando horas pra brincar com ele?
Enquanto ele falava, devia estar pulsando o pau no cuzinho do Dinho, pois eu percebia um certo desconforto da parte do Dinho. Minha madrasta olhou para o Dinho e disse:
– quer sair um pouco da banheira?
Meu pai bravo responde:
– deixa o menino comigo mulher! Vai cuidar das suas coisas.
Então ela fechou a porta brava e foi para a cozinha, acho que ela não percebeu o Dinho sentado no pau do meu pai, pois os dois estavam na banheira vazia mas Dinho estava sentado de frente para meu pai todo ensaboado. Assim que ela saiu meu pai começou a fazer o Dinho pular no seu pau. É bom que o cuzinho do Dinho vai ficar bem limpinho com aquela quantidade de sabão, o que ajudava o pau do meu pai a deslizar. Depois de bater punheta, senti meu gozo saltar, minhas bolas devia estar vazias de tantos jatos de porra que comecei a soltar. Aquilo tinha que parar, tenho que dar uma pausa para meus hormônios restruturar. Desci da janela e fui para cozinha, vi minha madrasta na varanda nervosa e decidi perguntar:
– está tudo bem?
– a…. Está né, seu pai parece que nunca viu o seu menino!
– é que ele estava com saudades, deixa ele aproveitar.
– eu nunca vi ele desse jeito, sempre fechado e bruto com algumas coisas, do nada fica daquele jeito com o menino.
– tá com ciúmes? Kkkkkk
– que isso menino, para de ser besta
– kkkkkkk
Entrei e fui até o quarto, Dinho já estava saindo do banheiro com meu pai e ele parecia bem cansado.
– filho, nosso menino é bem disposto! Gosta de brincar que é uma beleza!
– verdade pai kkkkk
Dinho ficou quietinho e vem para o meu lado se enxugar. Tranquei a porta do quarto e passei uma pomadinha pra ele não se assar. Afinal, foram muitas rolas que entraram aqui hoje. Passei a pomada no meu dedo e comecei a passar em volta daquele cuzinho, suas preguinhas estavam bem inchadas de tanto se esticar para receber os grandes cacetes do meu pai e de Alberto. O cuzinho dele continuava bem quentinho então eu comecei a passar lá dentro, só de lembrei de tudo aquilo meu pau começou a crescer, falei para ele:
– olha pra lá filho!
E tirei meu pau para fora, enquanto eu enfiava meu dedo naquele cuzinho eu lembrava das rolas que ali entraram. Então enfiei dois dedos e suas pregas abriram para receber meus dedos, devia ser assim que fazia para apertar aquelas grandes rolas, não é atoa que Alberto gemia! E lá estava eu em outra punheta, Dinho estava me deixando doido com essa rotina. Acabei gozando pela terceira vez hoje e Dinho ainda estava de cabeça baixa de quatro pra mim. Limpei tudo e vesti a roupa para ele dormir.
No dia seguinte eu decidi dar um descanso para o Dinho, afinal ele tinha que aproveitar pois faltava 3 dias pra gente ir embora, e eu nem imaginava que ia ficar durante uma semana. Logo no café da manhã o amiguinho do Dinho, Gabriel, vem aqui em casa para pedir a autorização pra mim, perguntando se Dinho poderia brincar na casa dele, é claro que deixei pois, assim Dinho ficaria um pouco longe do meu pai e descansaria o seu cuzinho. Deixei ele ir mas só depois do almoço, para o Dinho ficar um pouco mais comigo, geralmente ele ficava mais nas rolas dos homens do que comigo. Dei café da manhã para o Dinho e demos uma volta pelo bairro. Depois do almoço Gabriel vem correndo chamar Dinho para brincar, era o único menino que não tinha malícia com o Dinho. E também eu sabia que com ele o Dinho ficará seguro. Dinho pegou alguns brinquedos e seguiu para casa de Gabriel. Enquanto isso eu fui visitar alguns familiares ali da região, pois fazia muito tempo que eu não via. Inclusive fui ver a mãe de Guilherme, um dos primos do Dinho. Regina era a mãe de Guilherme, uma das minhas tias mais novas, era um pouco nervosa mas era gente boa, assim que eu cheguei ela me recebeu muito bem e Guilherme estava no banheiro tomando banho. Assim que eu entro na sala, Guilherme aparece na porta do banheiro todo peladinho falando:
– anda mãe! Cadê minha toalha?
Eu olhei aquele pintinho mole dele e lembrei dele socando ele duro na boca do Dinho no meio do mato. Aquilo me deu muita tesão naquele garoto. Regina pergunta do Dinho e eu falo que ele foi brincar na casa de um amiguinho, nisso ela questiona:
– nossa mas nem para deixar na casa dos parentes! Fica deixando na casa dos outros.
– kkkkk que isso tia! É que o Dinho mal teve tempo de conhecer tudo, queria trazer ele mais tarde.
– claro pode ser, Guilherme me falou que chamou ele pra brincar.
– foi…
Eu conversava com ela lembrando daquele pintinho do Guilherme, que mesmo mole parecia que era mais grande do que o do Dinho. Então eu tive a ideia e falei:
– então deixa o Guilherme dormir lá em casa hoje, é bom que ele brinca com o Dinho.
– verdade né sobrinho! É bom que eles ficam mais tempo juntos. Guilherme terminando o banho eu mando ele pra lá.
Me despedi dela, pois eu ainda tinha que passar na casa de outros parentes. Quando foi a tarde, por volta das 17h, fui buscar o Dinho na casa do Gabriel, quando eu cheguei lá me deparei com uma casinha simples com quintal de terra em volta da casa, Dinho tinha me falando onde ficava a casa mas quis ter certeza para não errar. Então me aproximei do quintal da casa e vi o Gabrielno quintal de trás, fui até ele para buscar o Dinho mas o Gabriel estava sozinho. Fui até ele e falei:
– Gabriel pra onde foi o Dinho desta vez?
– oi tio, ele esta lá dentro de casa com meu pai, meu pai disse pra eu ficar aqui fora até ele acabar
– acabar o que?
– eu não sei tio, quando eu cheguei com o Dinho ele puxou o braço do Dinho até o quarto, e falou que era pra eu brincar aqui fora até ele acabar. Pois essa visita era pra ele e não pra mim…
Eu achei super estranho e dei a volta para a parte da frente da casa, quando eu volto para a entrada eu vejo que o pai do Dinho saiu na porta do entrada, estava sem camisa e fumando, estava somente com uma calça preta. Assim que eu o vi perguntei:
– oi você é o pai do Gabriel?
– sou sim, e porque você está no quintal de trás na minha casa?
– eu sou o pai do Dinho, vim buscar ele.
Percebi que ele arregalou os olhos e falou:
– Ah vou chamar ele, ele precisou usar o banheiro aí eu levei ele.
Fiquei olhando para aquele rapaz e parecia que eu o conhecia de algum lugar… Não pode ser! Ele é o mesmo cara que comeu o Dinho no mato pela primeira vez na lagoa! Era ele que estava de sunga preta perseguindo o Dinho! Tive um impacto pois achei que mandando o Dinho para a casa do Gabriel ele poderia sossegar aquele cuzinho! Mas na verdade eu mandei a minha pequena ovelha para o matadouro! Gabriel foi buscá-lo no início da tarde e o pai dele estava com ele no quarto até agora! Coitado do meu menino.
Dinho saiu do quarto segurando a mão daquele rapaz que o trouxe até a porta. Dinho parecia cansado e queria ir embora. Da mesma forma eu agradeci ele por cuidar do Dinho e ele me respondeu que eu poderia deixa-lo quantas vezes eu quisesse. Fiquei com um pouco de dó, do meu menino, pois Dinho só tinha aquele amiguinho cujo pai era um predador. Mas em casa eu vou cuidar dele e Guilherme vai dormir comigo!
Chegando em casa, minha madrasta inventou de fazer uma brincadeira com os meninos, para eles se distraírem um pouco, eu não conhecia muito a brincadeira mas só sei que Dinho ficou todo sujo de tanto levantar poeira no chão de terra, eles correram muito e ficaram sujinhos. Observando aquilo, vi uma oportunidade de tomar banho com o Dinho, pois meu pai já estava de olho e o coitado precisava descansar aquele cuzinho. Chamei Guilherme e o Dinho para o banho e hoje eu quero curtir a banheira com eles. Tirei a roupa dos dois e eles correram para ligar o chuveiro, falei pra eles que era para usar a torneira da banheira que hoje vamos ficar um pouco nela, fechei a porta e tirei minhas roupas, Guilherme se assustou pois achou que somente o Dinho e ele tomariam banho. Eu já com um pouco de tesão meu pau saiu da cueca meia bomba, onde fez estralar os olhos do Guilherme. Guilherme se sentou na banheira e Dinho ficou brincando comigo de pé, sem perceber acabei jogando meu bundão na cara do Guilherme que continuava sentado, ao sentir o cheiro do meu bundão eu percebi seu pintinho endurecendo. Por isso ele estava sentado! Queria disfarçar sua pequena ereção! Vendo aquilo eu me sentei pois meu pau subiu também. Dinho queria continuar brincando de jogar agora um no outro, então para disfarçar, eu falei que iria virar um tubarão, que ele podia subir nas minhas costas pois a banheira não tinha muito espaço quando eu fiquei de bruços os dois subiram nas minhas costas, Dinho ficou no meio das minhas costas e Guilherme ficou em cima da minha bunda com o seu pintinho, senti as bolinhas quentes dele entre minha bunda. Eu ainda não estava acreditando que um garoto de 9 anos já tinha um pau de 15cm, Dinho com 7 anos mal crescia seu pintinho. Comecei a levantar e subir minhas costas como se fosse um cavalinho, Dinho morria de rir, mas Guilherme estava me sarrando, acho que ele não aguentou ele sentando no na minha bunda com o pau duro. Toda vez que eu levantava e descia ele encontrava um jeito de enfiar seu pau entre minhas nádegas, percebi que eu até se inclinou para frente. Dinho indecente não percebia nada, só achava que o pai estava brincando. Com as tentativas do Guilherme, a cabecinha dele escorregou para dentro do meu cu. Meu cu estava suado de andar o dia todo então facilitou para Guilherme, assim que senti meu cu se abrir eu parei de fazer os movimentos e esperei ele empurrar mais, entrando um pouco mais da metade. Depois daquilo eu comecei a fazer os movimentos mais fortes para sentir o pinto do Guilherme entrando e saindo o garoto realmente tinha o pinto muito gostoso! Imagino quando crescer, seu pau ficará maior para me comer. Dinho sem perceber falava:
– pula mais alto papai!
E eu mexia meu tronco mais rápido para cima e para baixo. Devido a esses movimentos caia muita água da banheira no chão, minha madrasta percebendo bateu na porta falando que eu ia molhar todo o banheiro. Realmente o chão estava todo molhado, então falei para eles saírem das minhas costas, Guilherme falou:
– deixa só mais um pouquinho tio!
– então só vocês podem pular, se não vai cair mais água.
Dinho continuou brincando na água e Guilherme mexia mais a cintura para me comer, a sensação estava tão gostosa que acabei gozando de bruços sem tocar no meu pau, porque ele começou a fazer o movimentos mais rápidos e suas pernas tremeram. Acredito que naquela idade ele ainda não gozava, mas percebi que ele chegou no ápice do tesão e tirou seu pau do meu cu. Depois daquilo eu me levantei e comecei a me lavar e lavar eles, percebi meu gozo branco boiando na água. Os meninos nem perceberam. Mas aquele foi o melhor banho que tomei. Depois que saímos seguimos para cozinha para jantar meu pai já estava doido para pegar o Dinho mas eu queria deixar ele descansar, pois usou muito o cuzinho por hoje. Mas eu queria aproveitar o Guilherme hoje a noite, então falei que Dinho poderia dormir com eles para Guilherme dormir comigo, pois assim meu pai não conseguiria comer o Dinho, pois ele estaria dormindo junto com minha madrasta ao lado, e eu ficaria a noite toda sozinho com o Guilherme, foi o plano perfeito! Após as nossas refeições ficamos no sofá conversando um pouco e depois fomo-nos dormir. Meu pai sempre dormia de cueca, desta vez ele estava com uma regata e cueca branca escovando os dentes, Dinho parou na porta no banheiro e ficou olhando a grande mala que aquela cueca branca escondia, ele já podia esperar uma noite cheia de sarradas na bundinha. Minha madrasta percebendo falou para meu pai:
– não durma de cueca hoje bem! Dinho vai dormir com a gente para sobrar espaço para Guilherme. O menino vai se estranhar com o avô assim.
– para de bobagem mulher! Ele é menino, precisa se acostumar com essas coisas de homem! Se não cresce todo afeminadinho.
– para de dizer bobagem!
– ah então me deixa quieto e vai pra lá. Tô morrendo de calor e você vem falar coisa!
Percebi que estava com um clima tenso entre os dois, desde que Dinho e eu chegamos. Acho que depois que ele descobriu o cuzinho do Dinho acabou não dando mais atenção a ela, tá explicado seu não humor. Quando terminamos de escovar os dentes seguimos para nossos quartos. Guilherme estava um pouco sem jeito pois sabia que eu percebi o pau dele entrar durante o banho, mas nada conversamos, apenas deitamos na cama e ele virou de lado. Eu um pouco abusado cheguei para mais perto dele e abracei ele por trás, enfiei minha mão sobre as perninhas dele e comecei a massagear aquele pau. Ele ficou meio frustado no início mas adorou, pois não demorou para que seu pau subisse. Meu cuzao já estava piscando pra receber aquele menino lá dentro de novo. Mas dessa vez eu queria provar o gosto daquela pica na minha boca. Tirei o shorts dele e deixei ele subir sobre minha cabeça, deixando minha cabeça no meio das suas coxas dele e a barriga dele na altura do meu pescoço, o cuzinho dele ficou bem no meu nariz enquanto colocava a rola na minha boca para eu chupar, eu fiquei deitado de barriga para cima enquanto ele começou a mexer a cintura, metendo na minha boca igual uma buceta, que delícia sentir aquele pintinho indo na minha garganta, eu chupava aquele menino como se ele fosse um adulto, até sentir um gosto meio amargo na boca em uma quantidade muito forte quente, não era possível! Ele já gozava? Engoli tudo sem pensar, fiquei cheio de tesão. Ficamos brincando até 1 h na manhã. Quando eu levantei para ir ao banheiro, vi a luz acesa com ruídos lá dentro. Cheguei mais perto para escutar e ouvi a voz do Dinho lá dentro, não pude acreditar, meu pai não conseguiu comer ele do lado da minha madrasta, então o levou para o banheiro na madrugada. Meu pai não podia ficar perto do Dinho que ele já queria come-lo.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,70 de 46 votos)

Por # # #
Comente e avalie para incentivar o autor

12 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Kssantiago ID:6stw32dxiij

    Cara posta logo mas contos ta massa

  • Responder Htrrr ID:4adfha5s6ikl

    Bota o Dinho pra beber xixi

  • Responder P.P ID:41ih0orqfii6

    Também acho que esse já poderia ser encerrado. Seria legal continuar o da Alice ou escrever um novo. Adoro seus contos cara!

  • Responder Pikao SP ID:giplzdvzj4

    Esse contos já deu.
    O melhor foi um do Rio que comia o sobrinho com seu Pai e seu vizinho e seu irmão.

    • bombo1 ID:2ql01mtqlj

      CONTINUAÇÃO…
      Depois do meu sobrinho ter me contado do Victor, logo saquei que o viadinho era fodido por alguém, estava acostumado.
      Vou pro banho, fechei até a porta, pq assim penso melhor, e tento esquematizar o que vai acontecer, ou fazer acontecer. Faltava algumas horas pro meu pai chegar, então tinha que ser rápido,mas toda a experiência do dia já foi perfeita.
      Termino meu banho, saio pelado me enxugando, era um dia quente, nem tinha muito sentido questionar andar pelado. Os moleques ao me verem indo pra cozinha, vão atrás querendo almoçar. Mario tomando a cerveja dele; estendo minha toalha e volto pra servir lá galera. Ponho os pratos já montados na mesa, mas o Mario me ajuda e serve pro filho dele tbm.
      Sentamos na mesa, o Victor achou o banquinho na área de serviço e sentou e comeu no balcão da cozinha mesmo, e o Guilherme pergunta….
      Gui: eu vou comer aonde?
      Coitado do moleque, já que o Victor sentou ali, ele queria ficar tbm. O Mário rapidamente se prontificou…
      Mario: senta aqui no colo do tio, vem cá.
      Pegou o prato do Gui, colocou ao lado do dele. Abriu mais a perna e o Gui acabou ficando meio apoiado no colo dele, quase em pé.
      Mario: senta direito cara, meu saco, vem cá, se

  • Responder RolãO ID:46kpk8gyb0ck

    Top essa série. N vejo a hora dos peões comerem ele, muitas aventuras essa viagem gosto assim.

  • Responder Peludão ID:g3jc2and3n

    Revisão! Vc escreve bem , mas este ficou pior que os outros. Dá uma revisada.

  • Responder Apreciador ID:89cszywxv3j

    Saudades dos seus contos (levando o filho do meu amigo pro banheiro). Gosto dessa vibe de sexo em público, porém escondido. Uma coisa de adrenalina de comendo alguém que está sentado no seu colo mas ninguém percebe. Eu gosto dos contos mais voyeur, quando todo mundo já sabe perde o prazer da adrenalina

  • Responder Novim 16 ID:469cz533hrb3

    Adoro seus contos, continua

  • Responder Natal ID:5h68prwq5

    Cara, com toda sinceridade vc é o melhor escritor aqui, vc não perde a essência do conto e nem se perde no meio da história e sempre termina as suas….
    Ja tou aqui ancioso pela continuação desse e de alice com os pedreiros

  • Responder Junr ID:8317uycfib7

    Amando esse avô

  • Responder Bombo1 ID:1dai0texik9

    esse ursao e o melhor escritor dos contos cnn the best Ursão Safado nota milllllllllll