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Tirando o cabacinho da novinha com a mãe vendo

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No último conto, eu falei sobre quando conheci uma mãe de uma garotinha e fudi a minha irmãzinha na camera, com ela e a filha vendo. Nós marcamos de nos encontrar, então, no dia eu mandei mensagem pra ela, pra confirmar.

Ela disse que já estava se arrumando, e mandou uma foto da filha dela também. Linda, com um vestidinho branco, trancinhas no cabelo e ela com um vestido preto, bem justo ao corpo, marcando bem. Apesar de ser mãe e ter uma certa idade, ela continuava com um corpo perfeito.

Peguei meu carro e fui encontrar ela, parei em frente a casa e as duas entraram. Cumprimentei as duas e a filhinha dela, já começou a fazer amizade com a minha irmã. (Irei chamar a filha dela de Amanda e a minha irmã de Larissa).

Fomos conversando na frente e as duas pequenas atrás. Paramos em um shopping e fomos comer, e depois, para um parquinho pequeno que tinha lá dentro. As duas brincando e eu sempre dando algumas investidas, encoxava ela, sussurrava alguma coisa no ouvido.

Fomos pra casa dela no fim do dia, e ela me convidou pra entrar. As duas menores foram brincar no quarto e nós ficamos conversando e bebendo um pouco. Foi quando eu falei:
-Estou louco pra te comer, vc nem imagina como minha rola ta dura.

Ela na mesma hora já disse, então me mostra. Eu tirei pra fora da calça e ela começou a me chupar ali mesmo. Não pensamos muito nas crianças, afinal, elas iam participar hora ou outra. Foi quando ela disse:
-Minha buceta ta tao melada, me come. Me come aqui mesmo e agora!

Eu meti nela e ela começou a gemer bem alto. Não deu muito tempo e as duas vieram ver o que estava acontecendo. A Amanda, que não entendia muito, começou a perguntar oq estava acontecendo e ela disse:
-Ele está me ajudando, eu precisava disso pra ficar mais feliz. Ele pode te fazer feliz também? Vai deixar ele cuidar direitinho de vc?
-Não sei mamãe, ele tá indo muito rápido, e se machucar?

Enquanto estava de quatro e eu metia nela, ela foi explicando e falando com ela, entre o gemidos. Até que, no final, quando eu ia gozar, ela pediu pra eu gozar na boca da Amanda.

Ela ensinou exatamente o que ela devia fazer com a boca e a língua, e mesmo tímida no começo, aquela boquinha virgem, provando uma rola pela primeira vez, foi o suficiente pra me fazer esporrar muito nela.

Depois disso, ela ainda estava com um pouco de medo, então, eu chamei a Larissa, e meti nela também. No começo, eu fui com ela de frente, na famosa posição papai e mamãe, mas como eu tinha acabado de gozar, aguentei um pouco mais e mudei pra ela sentando no meu pau. Assim, eu consegui controlar melhor o ritmo e meti com vontade.

Antes de gozar, eu parei e chamei ela. Perguntei qual ela queria começar, e que faria com calma. Ela disse que queria fazer igual a mãe. Eu adorei, pois iria tirar o cabacinho dela, de quatro.

Coloquei ela bem empinada na minha frente, abri bem a bucetinha e fui enfiando aos poucos. Ela reclamava muito no começo, mas a reação da mãe foi oq mais me surpreendeu. Ela foi em frente a filha e começou a dizer:
-Sua cadelinha, vc já começou então, vai terminar. Vai levar essa rola bem no fundo da sua buceta, e vai gemer igual eu fiz, entendeu?

Ela ainda gemia um pouco de dor, mesmo tentando disfarçar com um prazer que a mãe tinha mandado. Porém, quando eu tirei o cabacinho dela e deixei ela se acostumar um pouco, comecei a tratar ela igual uma putinha.

Aproveitei que ela estava de quatro, segurei bem na cintura e fui bombando com força. Ela começou a reclamar e pedir pra parar. A mãe dela apenas botou a buceta na cara dela e mandou ela lamber pra calar a boca.

Aquela cena foi o suficiente pra eu perder totalmente o controle. Comecei a meter com vontade, e dizendo:
-Sua cadelinha, agora vc vai ver oq é ser mulher de verdade. Uma puta mesmo, me dando e chupando a mãe né, sua vagabundinha.

Não durou muito tempo e eu gozei. Gozei como nunca, talvez uma das melhores gozadas da minha vida.

A mãe dela ainda quis lamber a bucetinha dela melada, pra sentir o gostinho. Daquela bucetinha, agora não mais virgem, misturado com a minha porra.

Atualmente, ainda mantemos contato mas não nos vemos com tanta frequência. Ela ainda continua ensinando e treinando a filha, e eu penso que esse é o melhor tipo de educação, que a mãe pode dar.

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1 comentário

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  • Responder GKai ID:4cwjcx816ijo

    É bom assim, quando já é educada desde cedo. Adorei o conto, me chama lá no Telegram: @ZForce78