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Tio Carlos e Iuri (Parte 2) – Adeus Cabacinho

1224 palavras | 9 |4.91
Por

Um menino de 9 anos curioso, e um cliente safado

Olá de novo caros leitores.

Continuando o conto anterior /2021/10/tio-carlos-e-iuri-parte-1-curiosidade/

Eu encarei aquele monumento de piroca, achava muito bonita, e atraente, diferente do macho a minha frente. Não precisei agachar para por a piroca do Carlos na boca. Chupei a cabecinha da piroca dele, e ele deu um suspiro pesado. Estava com um cheiro estranho. Mistura de suor e xixi, cheiro de macho de verdade, um macho vagabundo, mas ainda sim, um macho.
– Puta que pariu novinho, que boquinha quente, e que chupada sensacional. – disse ele entre os gemidos. – Tem certeza que nunca chupou uma piroca putinho?
Carlos esperava minha resposta, mas eu nada falei, apenas acenei negativamente.
– Putinho, novinho e safadinho, deve ter um cuzinho bem guloso. Vou te foder inteirinho. Se tu colaborar, podemos namorar por muito tempo.
Fiquei feliz ao saber que Carlos estava gostando da minha chupada. Sinal disso era a piroca dele que mais parecia uma pedra de tão dura que estava na minha boca. Carlos forçava cada vez mais sua piroca na minha pequena boca. Não lembro ao certo, mas acredito que passei uns 10 minutos ou mais mamando aquele macho safado, até que ele tirou a piroca completamente babada da minha boca e mandou eu tirar minha roupa e me mostrar o meu quarto.
– Bora putinha, onde é teu quarto? – perguntou.
– Vem comigo Carlinhos. – chamei, e notei que Carlos estava parado na área da minha casa apenas me encarando. Peguei em sua piroca duríssima e puxei para me acompanhar. – Vem Carlinhos!
Entramos no meu quarto, tirei minhas roupas, e por fim tirei minha cueca. Carlos ficou louco ao ver minhas tetinhas gordinhas, com os biquinho clarinhos.
– Puta que o pariu viadinho, que peitinhos bonitos, até parece que são de mulher. Já fodi uma novinha da tua idade, ela era uma puta gostosa, mas bem fresca, acredito que vou realizar minhas fantasias contigo. – disse Carlos enquanto cheirava meu pescoço e apalpava minhas tetas. – Vem aqui, senta no colo do titio, vem!
Muito sem jeito, mas com a insistência de Carlos, sentei de ladinho em seu colo, até que Carlos me parou.
– De frente gatinho, vem! – chamou.
Sentei de frente para o Carlos e ele me tocava com muita força. Carlos abocanhou um de meus peitos e sugou como se sua vida dependesse daquilo. Ele sugava tão forte, que eu na inocência da idade, cheguei a pensar que ele tiraria leite dali. Carlos sugou meus dois peitinhos, e urrava como todo bom macho, o que me assustava as vezes.
– Que bom que o teu quartinho é forrado gatinho, pode gritar a vontade! Hoje tu vai perder esse selinho do teu cuzinho!
Carlos levantou de supetão, e me jogou na cama.
– Olha putinha, eu nunca fodi um viadinho tão novo, e você me seduziu, então escuta só, vou te foder bem gostoso agora, se você gritar, vou socar mais forte no teu cu, e esse teu cuzinho 0 km não vai aguentar uma rola desse tamanho né? – disse Carlos, que parecia possuído de prazer, sei lá.
Não sei o que me deu na cabeça que eu respondi:
– Vem tio Carlos, te quero muito. Sou completamente seu! Faz de mim o que o senhor quiser! – disse.
Carlos ficou louco de tesão e montou em mim.
– Bora sua vadia, vira esse cuzinho pra mim. – gritou.
Apenas fiz o que ele mandou, e ele já veio lambendo o buraquinho do meu cu. Apesar de eu ser apenas uma criança, eu senti algo naquele momento, e meu pintinho ficou duro.
Senti Carlos deitar sobre mim, lembro que ele era peladinho no peito, e bem pesado. Carlos chegou no meu ouvidinho e falou.
– Escuta, relaxa o cuzinho e curte o momento.
– Vai doer tio Carlos? – perguntei.
– Agora que tu pergunta filho da mãe? Depois de me dizer que posso fazer o que eu quiser? – perguntou.
Nessa hora fiquei muito nervoso, ele percebeu e falou no meu ouvido após lamber ele.
– Vai doer sim, mas se você ficar relaxado, você começa a curtir, e eu ganho um namoradinho tesudo. Não adianta pedir pra parar, não vou parar, só relaxa! – disse ele me babando a orelha.
Carlos encostou a cabecinha da piroca no meu buraquinho, e forçou. Foi uma dor descomunal, parecia que ele queria me partir no meio. Dei um grito, e ele tampou minha boca, e continuou a meter aqueles 19 cm grosso e grande em mim. Perdi os sentidos e a última coisa que ouvi foi:
– Que cuzinho delicioso!
Estava sentindo um movimento meio forte, e acordei aos poucos, Carlos beijava minha bochecha, lambia minhas orelhas e beijava o canto da minha boca enquanto mandava ver no meu cu. Nossa, eu sentia um desconforto, e a dor havia passado mais um pouco, eu estava até gostando. Os pentelhos de Carlos tocavam as polpas do meu bumbum, e eu sentia o quão forte ele era, pelas estocadas que dava.
– Acordou meu anjo! – disse ele sorrindo enquanto metia cada vez mais forte, se é que era possível.
– Eu dormi! – falei.
– Não neném, você desmaiou quando o tio Carlos pôs a piroca no seu cuzinho, mas agora você já tá com o buraquinho no formato do tio. Vou meter muito nesse teu cuzinho, muito gostoso, quentinho e apertado. Puta que pariu, caralho! – disse ele urrando e sempre falando palavrões.
O silêncio se instaurou no quarto, só se ouvia o barulho das estocadas, os ovões do tio Carlos batendo na minha bunda.
– Caralho muleque, titio vai gozar dentro de ti. – ele anunciou.
– Não, deixa eu ver o leitinho! – implorei.
– Não! Vai levar a primeira leitada no cu, meu virgenzinho merece! Toma caralho, cu apertado da porra! – Carlos deu um grito, e eu senti meu cu sendo inundado com a porra do Carlos.
A piroca dele parece que tinha aumentado de tamanho.
– Pronto amorzinho, já despejei meu leite em ti. Agora você tá batizado, e é só meu.
Carlos saiu de cima de mim, me viu sem conseguir me mexer e me levou no colo para o banheiro. Carlos e eu tomamos banho juntos, na verdade, ele me banhou. Me fez prometer que não contaria a ninguém, e me pediu em namoro. Eu claro, bobo, aceitei, e ele me deu o maior beijaço.
Enquanto ele se enxugava, passei a mão na bundinha, e vi o tamanho do estrago. Carlos notou minha surpresa ao tocar meu cuzinho.
– Calma amor, logo logo, diminui. – disse ele.
Fiquei mais tranquilo, e voltamos para o meu quarto. Me vesti e Carlos seguiu para a área em busca do seu calção. Ele se vestiu, pegou seu garrafão, e foi pra casa. Na época eu não sabia, mas Carlos contou para um amigo o que tinha feito comigo, e eu servi a esse amigo também, mas isso é assunto para outro conto.

Uma grande gozada para vocês.
Sim, a história é verídica, posso não lembrar de mais detalhes, mas basicamente foi isso!

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9 Comentários

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  • Responder Felipe ID:gsudra8r97

    Bom, muito bom

  • Responder luiz ID:dlns5khrd0

    agora da para fazer varios contos, vc vai continuar dando para Tio Carlos e quem ele mandar, seja bem obediente

  • Responder slater16 ID:81rdpa60m2l

    tô apaixonado nesse tio carlos…
    quem quiser conversar chama no tg, @shellslate

  • Responder Blackmamba22 ID:6hfw2sczrj5

    Gostei do conto tira cabaçinho de novinho e a melhor coisa.. tomara que vc der para os dois juntos

    • Jessiquinha ID:8k40g01km4m

      oi vc deve ser bem gostoso

  • Responder Andre ID:8ciplwx49jj

    Q delicia

  • Responder slater16 ID:81rdpa60m2l

    mais um conto pra me deixar apaixonado nesse tio Carlos! quem dera eu tivesse um tio carlos pra mim quando eu tava me descobrindo na infância…
    quem quiser bater um papo chama no tg, @shellslate

  • Responder teenSP ID:gqb0ti2093

    ameei!!!

    • Iuri1999 ID:on95bu08ri8

      Que bom que gostou.