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Outros tios na vida de Iuri

1692 palavras | 9 |4.60
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Agora já descabaçado, vivo novas aventuras com novos titios.

Olá punheteiros!
Saudades do tio Carlinhos né?
Infelizmente devo informar á vocês que mesmo tenho ficado como amante do Carlos por uns seis meses, ele me deixou pra se dedicar ao filho dele.

Após minha primeira vez com Carlos, ele sempre aguardava eu ficar sozinho em casa, observava um pouco a rua, e ia comprar água. Bom, a água era um disfarce, e eu adorava quando ele me pegava em seus braços, e me chamava de gatinho. Apesar de pouca idade, lembro da ótima sensação que sentia quando ele se aproximava do meu ouvido e falava algo com aquela voz grave e sua forma característica de falar palavrões enquanto devorava meu cuzinho. Carlos estava fascinado comigo, e sempre ao fim das nossas transas, ele me deitava em seu peito, e ficava beijando meus lábios. Sentia o seu coração acelerado, e os pelos do seu peitoral em meu rosto. Eu estava encantado com todos aqueles momentos, e após seis meses juntos, Carlos me confidenciou uma coisa muito séria após nossa foda.
– Gatinho, eu te amo, você sabe né? – perguntou.
– Sei Carlinhos! – respondi.
– Sou teu macho já tem meses já, e você já é todinho meu! – essa parte final me causou calafrios. – Contei de nós pra um amigo.
Levantei mais que depressa e olhei para ele deitado em minha cama.
– Mas tio, você prometeu que não ia contar pra ninguém! – disse nervoso.
– Relaxa gatinho, é de confiança ele. Meu mano só quer experimentar você também, achei de boa! – disse ele com a cara mais cínica do mundo.
– Mas eu não quero ficar com ele. – reclamei.
– Você não tem querer! Ou dá teu cu pra ele, ou ele disse que conta pro seu pai e pra sua mãe! – disse ele com um olhar furioso já sentando na cama.
– Quem é? Eu conheço? – perguntei curioso.
– Conhece! É o Diego aqui do lado. – respondeu ele.
– O marido da Amanda? Filha da dona Marieta? – perguntei.
– Sim! – respondeu.
– Porque ele me quer? – perguntei.
– Todos querem os novinhos meu amor! Você é desejado tanto, que você nem imagina! Que sorte que eu fui o primeiro. – disse Carlos se vangloriando. – Olha, vou falar com o Diego, ele vem amanhã “comprar água”. – disse ele fazendo aspas nas duas palavras finais.
No dia seguinte, eu estava muito nervoso, e minha mãe percebeu, mas como tinha que sair com a minha irmã, ela nem se preocupou muito. Após ela sair, passei o dia na esperança de o Diego vir ou o próprio Carlinhos, e ninguém apareceu. Achei estranho, mas continuei fingindo que não havia nada de anormal. Sempre que saia de casa, tentava saber se Diego ou Carlos estariam na rua, mas nada disso aconteceu. Passaram muitas semanas, e nem sinal dos dois. Depois de algumas semanas, Carlos apareceu para comprar água, mas foi só isso mesmo. Num sábado, minha avó, mãe da minha mãe passou mal no interior, e meus pais me deixaram na casa da dona Marieta, mas a minha surpresa maior, foi quando Diego apareceu para abrir o portão.
– Oi dona Fátima! Tudo bem? – perguntou Diego para a minha mãe.
– Filho, eu tenho que viajar e não posso levar ele, por favor, pode ficar com ele umas horinhas? – perguntou mamãe aflita.
– Claro dona Fátima, a senhora me ajudou tanto quando era mais novo. Fico com ele rapazinho sim! Fique tranquila. – disse ele com um belo sorriso no rosto.
– Comporte-se meu filho! – ela me disse em seguida. – Obrigado Diego! A propósito, onde estão dona Marieta e sua esposa?
– Estão numa irmã da dona Marieta, ela mora um pouco longe, mas já já aparecem por aí. Pode ficar tranquila, eu cuido do Iuri.
Minha mãe acenou e entrou no carro com meu pai e minha irmã, e foi viajar. Diego fechou o portão, e me levou para o quarto.
– Carlos me falou que você gosta de receber piroca nesse seu cuzinho infantil, é verdade? – perguntou.
Olhei para minhas mãos entrelaçadas, e Diego pegou meu queixo, me fazendo olhar para ele.
– Responde moleque! – ordenou.
– Eu gosto que o tio Carlos faça! – respondi.
Diego riu e levou minha mão por cima do seu calção de malha fina. Senti um enorme volume.
– Você vai gostar do tio Carlos também! – disse ele já baixando o calção.
– E se chegar alguém? – perguntei.
– Relaxa putinha, minha mulher e minha sogra só voltam na terça feira.
Com aquela piroca mais grossa que a do Carlos e bem maior, eu somente abri minha boca e chupei a cabecinha.
– Eita puta safada da boquinha quente! – disse ele.
Diego me forçou a chupar sua piroca enorme, e minha boca tava doendo depois de um tempo. Até que Diego se abaixou até ficar na minha altura, e me beijou na boca.
– Tira a roupa seu viado safado! – ordenou.
Fui tirando as minhas roupas e joguei no chão do quarto.
– Se encosta na cabeceira! Vai! – mandou Diego.
Fiz o que ele me pediu, e comecei a observar ele. Diego tirou suas roupas com rapidez, quando ele estava para subir na cama, alguém bateu no portão.
– Caralho! Quem será que tá me incomodando logo agora? Puta que pariu viu! – disse enquanto vestia de novo suas roupas. – Você fica aí, seu puto! Volto já!
Fiquei no mesmo lugar, com medo do Diego. Não demorou dois minutos, ele retornou e já se livrou das roupas.
– Quem era? – perguntei.
– Meu filho! – respondeu. – Mandei ele ir brincar por aí! Agora, eu vou brincar com seu cuzinho.
Sem cuidado nenhum, Diego me virou, e já encaixou sua piroca na minha bunda.
– Faz com carinho, igual o tio Carlos, por favor? – implorei.
– Carinho? Você entendeu errado moleque, não quero namorar você, quero o seu cuzinho de menino novinho! – quando terminou de falar, meteu com tudo, e eu gritei. Diego pegou um lençol e tampou minha boca, abafando meus frutos. Ele metia como se não houvesse amanhã, e eu sentia uma dor muito grande, ele metia com força, e não tinha pena do meu tamanho, estava me usando somente para o seu prazer. Eu gritei muito, mas ninguém poderia me ouvir, Diego apenas urrava e ria como um louco. Eu contava as horas pra acabar aquele tormento, e ele não gozava nunca, parecia uma eternidade. Diego metia fundo no meu cuzinho, e eu sentia suas bolas pesadas bater forte nas minhas polpinhas. Estava sem noção alguma de tempo, até que alguém pigarreou atrás de nós. No susto, Diego tirou a sua piroca de uma vez, e fez um barulhinho de rolha saindo da boca da garrafa.
– Então, você quis ficar pra comer esse menino Diego? – perguntou seu Antônio, pai da Amanda e marido de dona Marieta.
– Seu Antônio, por favor, eu posso explicar! Ele é um putinho, ficou me seduzindo! – disse ele, mentindo para seu Antônio.
– Não precisa me explicar nada filho, agora saia, quero conversar com esse menino! – disse seu Antônio tirando o cinto. Diego se vestiu bem rápido, e saiu da casa.
– Senhor, eu não tenho culpa, eu juro! Ele me obrigou! – falei.
– Mas eu não te perguntei nada putinho! Eu não quero saber se ele te obrigou, ou se você o seduziu. Sabe, eu fodi muitos novinhos como você, inclusive meu neto, e ainda fodo. – seu Antônio tirava as suas peças de roupa enquanto falava. – Olha, eu quero experimentar seu cuzinho também, e nem vem com essa de chorar ou dizer que tá doendo, muito menos gritar. Se gritar, eu soco mais forte e te mato de porrada.
Eu só chorava, apenas fui me virando, mas fui impedido.
– Vou te fuder de franguinho! Quero olhar sua carinha de dor na minha pirocona preta. – disse ele tirando um pouco de saliva, e melando a ponta daquela rola imensa.
Seu Antônio se posicionou, e meteu com tudo. Eu lembrei do que ele falou, e apenas chorei sem abrir aquele berreiro. A piroca do seu Antônio tinha uns 21 cm, era bem grosso, e preto. Para um senhor de 69 anos, seu Antônio tinha muito vigor, ele meteu incansável, até gozar dentro de mim. O velho caiu em cima de mim, e mandou eu abraçar ele. Em seguida, ele levantou a cabeça, e me deu um beijo na boca. Foi o beijo mais nojento que deram em mim, era muito babado, e tinha aquele bigode horroroso. Seu Antônio saiu algum tempo depois, e fiquei na cama pensando em como Carlos me traiu ao falar do nosso segredo. Ia me levantar, quando Diego voltou, tirou as roupas e disse que ia continuar de onde parou. Novamente, ele meteu com tudo no meu cu, mas dessa vez, ele me beijou na boca, e abocanhou meu peitinhos. Diego gozou dentro de mim várias vezes naquele dia, só paramos de transar, quando estava próximo das 8 da noite. Depois daquele dia, eu nunca mais fui o mesmo. Estava destinado a ter o homem que quisesse, não porque fosse bonito, mas por saber provocar um homem, depois de me entregar a três, e seduzir cada um deles sem nem perceber, somente Carlos eu percebi e fiz por onde.

No próximo conto, vou detalhar quando fiquei com o 4° homem da minha vida, na real, fui cuidar dele, e ele me pegou a força, claro que dei uma facilitada pra ele, mas ele tinha muita força mesmo.

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9 Comentários

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  • Responder Maxx! ID:3ynzguyzhrdk

    Gozei

    @nalabuta

  • Responder luiz ID:dlns5khrd0

    que beleza seu conto como é bom ser novinho bonitinho e ter muitos homens querendo, continue sua saga de viadinho

  • Responder Luckas ID:g3jc2bem2j

    Né veado,em vez de ir atrás de meninas da tua idade você foi atrás é duma veadagem bem descabida né,mas alegra te veado,o tio Deere vai te curar rapidinho da veadagem…cuidado veado!

    • Iuri1999 ID:on95bu08ri8

      Deixa te dizer uma coisinha, se você não curte o que lê por aqui, nessa categoria, porque não vai passear pelas outras? Há um tempo que eu acompanho o site e você sempre diz o mesmo. Se você não gostasse de “viado” como você mesmo diz, você não estaria aqui. E se continuar a comentar essas coisas nos meus contos, vou continuar tombando você sua POC mal amada. Aposto que você sonha estar no lugar de todos os caras desses contos que você comenta. Vai atrás de alguém pra fuder o seu cuzinho que é bem melhor.

    • Luckas ID:xgm1myqk3

      Veado,está enganado
      Não leio,veadagem é tudo a mesma coisa,então não preciso ler,e ninguém vai parar a minha sagrada missão,acabar com a veadagem

  • Responder Marcel ID:g3iqan2v0j

    Quero foder vc

    • Iuri1999 ID:on95bu08ri8

      Deixa o tele

  • Responder Bob ID:w72k74v17

    Muito bom ver vc sendo estuprado e aguentando as rolas grossas dos seus machos. Tomara que continuem gozando dentro até vc engravidar viadinho guloso

  • Responder Iuri1999 ID:on95bu08ri8

    Perdoem os meus erros ortográficos, escrever pelo celular é foda, mas espero que entendam o que eu quis dizer!