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Ana Julia: a confissão

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Putaria no convento com um padre e uma freira

Na minha escola ouvi das meninas mais velhas que no convento das freiras havia um padre comedor que, apesar de velho, tinha um pau delicioso, bastava ir até lá e dizer que queria confessar com o padre. Fiquei alvoroçada com aquilo pois já havia algum tempo que eu não via uma pica e essa história das freiras e do padre me fez ficar com muito tesão, imagine, putaria no convento! Mas se pensarmos bem tanto as freiras como os padres são gente como nós e também gostam de gozar.
Coloquei um vestidinho e fui sem calcinha. Bati na porta do convento e uma freira abriu e perguntou o que eu queria, eu disse que queria confessar com o padre. Ela me levou até a capela e me disse para entrar no confessionário que ela ia chamar o padre. Entrei e sentei. Logo ele chegou e eu disse:
Padre, vim aqui porque eu pequei.
Me conte tudo!
Pequei com o meu corpo.
Hum isso é sério, me conte mais, você peca sozinha ou com outros?
Às vezes sozinha e às vezes com outros.
Meninos ou meninas?
Com meninos e meninas, às vezes com dois ou três meninos, às vezes com mais de uma menina também.
Que idade eles têm?
Desde bem pequenos e já fiz com adultos também, homens e mulheres.
E como você faz?
Ah, é difícil de explicar …
Então venha até o meu gabinete para me mostrar.
Então era assim que as coisas aconteciam, eu já estava molhada com aquela encenação toda. Ele me levou até o tal do gabinete, era uma sala com uma mesa de escritório, algumas cadeiras, armários e mais um sofá e duas poltronas. Numa das poltronas estava a freira que havia aberto a porta para mim. Concluí que o padre devia ter comido todas as freiras daquele convento. O padre era velho e a freira também, acho que eles deviam ter uns 50 anos ou mais. Ele era careca e um pouco barrigudo e ela era gordinha e tinha cara de puta. Não dava para ver o corpo dela, nem dele, pois naquele tempo os padres usavam batina e as freiras aquele vestido que chamam de hábito. O padre ficou de pé e levantou a batina, ele estava sem calças nem cueca e o pau dela estava duro e era enorme! Me lambi toda ao ver aquela pica e vi que a freira também estava com os olhos brilhando. Então ele me disse:
Me mostre como você peca com isto!
Me ajoelhei na frente dele e segurei aquela tora. A freira puxou uma cadeira e se sentou bem perto para ver como eu fazia. Comecei a lamber a cabeça do pau e ela se ajoelhou ao meu lado e me disse:
Não é assim, enfia na boca, deixa que eu te mostro.
E abocanhou o pau do padre. Cheguei mais perto e continuei lambendo o pau enquanto ela chupava a cabeça. Ela o largou e eu tentei colocar a pica na boca, tive que abrir bem aberta a minha boca mas consegui.
Vejo que você não mentiu para mim, você já fez isso muitas vezes.
E, segurando a minha cabeça, começou a foder a minha boca. Não sei dizer o tamanho do pau dele, mas a cada metida ele alcançava o fundo da minha boca e ficava um pedaço fora. Enquanto eu chupava a freira tirou a batina dele e ficou nua também, vi isso de relance pois estava muito ocupada. Comecei a bater uma siririca e a freira viu:
Pára com isso menina, deixa que eu chupo.
Ela deitou no chão entre as minhas pernas pois eu estava de joelhos, segurou a minha bunda me fazendo sentar na cara dela e meteu a língua.
Não faça ela gozar irmã, deixa para mim.
Escorria muita saliva da minha boca a cada socada que o padre dava, algumas vezes quase me afoguei e a saliva escorria pelo meu queixo e caía na cara da freira que estava me chupando. Ele tirou o pau da minha boca, eu estava arfando.
Me mostre agora como você faz com as meninas e mulheres.
Entendi que ele queria que eu chupasse a buceta da freira. Como ela já estava deitada me aproximei dela que já estava de pernas abertas e abrindo a buceta com os dedos, me oferecendo o grelo:
Chupa benzinho.
Ela tinha a pele bem branquinha, de gente que nunca toma sol, ela tinha os peitos caídos e a barriga dela era cheia de dobras. Deitei de bruços com a bunda empinada e tive que afastar os pentelhos para lamber aquele bucetão. Ela começou a gemer, mas logo parou pois o padre enfiou o pau na boca da freira porca. Enquanto eu lambia o padre veio por trás, me deu uma lambida na bunda e buceta e encostou o pau na entrada da minha buceta. Eu continuava lambendo a freira. Senti que os lábios da minha buceta estavam se abrindo para acomodar aquele pau que era muito grande para o tamanho da minha buceta. Aos poucos foi entrando, mas eu sentia que minha buceta estava esticada no máximo, estava quase arrebentando. Isso me causou um pouco de dor. Pela primeira vez fiquei com medo de um pau e olha que eu já tinha dado para uns dez homens antes do padre. Mesmo estando bem molhada foi difícil engolir aquela tora. Ele foi bem cuidadoso e logo senti que a cabeça havia encostado no colo do meu útero.
Está doendo?, me perguntou.
E eu que não queria parecer uma criança disse:
Eu aguento.
Ele começou a me foder bem devagar e aos poucos foi aumentando o ritmo. Ele relinchava enquanto me comia. A freira se levantou e imagino que foi beijar o padre, eu não podia me virar para ver. Imagino que sendo a minha buceta bem pequena para o tamanho do pau dele, ele logo gozou. Eu nunca tinha levado tanta porra na minha vida. Ele tirou o pau e a porra escorreu, a freira caiu de boca na minha buceta e bebeu tudo. O padre deitou no chão e pediu para que eu sentasse na cara dele. Enquanto ele me chupava a freira chupava o pau dele que ainda estava bem duro. Logo ela sentou na pica e ficamos uma de frente para a outra, ela sentada na pica e eu sentada na cara do padre. Aquela língua foi deixando a minha buceta mais confortável depois que ele me arrombou toda. A freira me abraçou e nos beijamos. Gozei na cara do padre, uma gozada bem gostosa. Me deitei ao lado dos dois, a vagabunda estava virando os olhos e se babando toda, ele estava comendo a bunda dela.
Vá embora agora minha filha, venha confessar quando quiser, estou aqui durante a semana somente.
Me vesti e sai com as pernas bambas, Sempre que sou bem comida fico com as pernas moles, putaria é bom antes quando a gente fica imaginando como vai ser, é bom durante porque a gente goza e é bom depois porque o corpo fica todo relaxado. Voltei para casa bem devagar, a cada passo que dava minha buceta pulsava, estava inchada mas eu estava feliz. Encontrei uma amiga e assim que nos cumprimentamos com um beijinho ela disse:
Você está cheirando a putaria, quem que te comeu?
Contei para ela.
Já estive lá umas três vezes e cada vez é uma freira diferente mas aquela pica é única!

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5 Comentários

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  • Responder Rafaella ID:gsudr86ii7

    Bem contado… Beijos !!

  • Responder Marinice ID:w72amzrc6

    Cainhoso93, você é um tarado? Adoro tarados … kkkkkkk

  • Responder Marinice ID:w72amzrc6

    Eu estudei em colégio de freiras e sabíamos que acontecia muita putaria entre elas, como você mesma disse, elas são gente como nós, debaixo do hábito sempre tem uma buceta!

    • M. Morenno ID:8efhpbz6ic5

      Sim! São seres humanos, tem necessidades, vontades, desejos,

    • De bem com a vida ID:8efd7c0b0cq

      Verdade, todos temos desejos e vontade de realiza-los. As freiras e os padre não fica atras. Bom conto esse, espero que conte mais, e vc Marinice, vamos conversar no meu skipe. carinhoso93. as duas sejam bem vinda. Quem sabe nos tornamos bons amigos, eu, vc e Sandura. bjs