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A triste história de Nandinho

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Este conto é pura ficção, imaginada nos tempos coloniais numa fazenda de cana de açucar, durante a escravatura. Conto violento.

Estavamos em pleno século XVIII, quando os grandes senhores das fazendas eram o juiz, e o carrasco dos seus domínios. Como toda a gente sabe, a mão de obra utilizada, eram os escravos trazidos a força de África ou aqueles que já nasceram nas fazendas, pois havia o costume de haver um escravo reprodutor, que acasalava com as negrinhas, e os seus filhos só poderiam ter dois destinos… ou o trabalho naquela fazenda, ou serem vendidos em leilões de modo a seu senhor ter retormo financeiro, caso tivesse necessidade disso. Eram tempos cruéis, desumanos, onde quem nascia negro, o seu destino era triste.
Mas mesmo entre os senhores esclavagistas, havia uns que eram mais cruéis que outros, onde o nome das fazendas era conheçido por todos os negros escravos, e por todos eles eram temidos. Bastava a simples menção do nome dessas fazendas para o terror se ver nos seus olhares, ao ponto de alguns que conseguiam, se suicidavam antes de irem trabalhar para essas fazendas. Tinham essa sorte de se conseguirem matar, ou pedirem a outros escravos que os matassem.Preferiam isso a irem para lá.
A Fazenda D. Januário era uma delas. O seu senhor, D. João, era um dos mais cruéis esclavagistas, e a sua esposa, D. Clara, era ainda pior que o seu marido. Escravo que fosse para lá trabalhar, pouco tempo sobrevivia, pois trabalhava na apanha da cana de açucar, de sol a sol, eram mal alimentados, e os castigos que tinham quando por alguma razão, não rendiam no trabalho o que o seu capataz, o Sr Carlos, acha-se que deveriam fazer, eram levados para o tronco, onde eram chicoteados. Homens, mulheres, até crianças passavam por aquela experiência horrível de sentirem as suas costas rasgadas por chicotes, deixando-as em carne viva. E naquela fazenda em particular, raros eram os dias que 5 ou 6 escravos não eram chicoteados. D. Clara a eles todos assistia com prazer, não sendo raras as vezes em que da sua vagina corria um liquido, enquanto ouvia o estalar do chicote, os gritos desesperados dos escravos… aquilo excitava-a. Normalmente a seguir, ia ter com o seu marido, João, seduzia-o e tinham relações sexuais de maneira selvagem,pois era assim que ela gostava de ser fodida.Os seus fartos seios estavam sempre marcados pelos dedos de João, o seu cu tinha as pregas, bem, já não tinha pregas. A sua vagina ela retirava os pelos todos. Numa dessas loucuras sexuais, ela ficou grávida de um menino, que quando nasceu recebeu o nome de Fernando, em homenagem ao pai de Clara, o antigo propietário da fazenda.
Fernando cresceu sendo extremamente mimado, onde as suas vontades eram ordens. Quando nasceu, foi escolhida uma escrava para o amamentar, perdendo assim o seu própio filho ainda bebé, pois por ordem de D. Clara o leite do seu filho não era paea ser partilhado por mais ninguem quanto mais um reles escravo. A negra Maria, assim era conheçida, já tinha tido mais de 7 filhos e filhas, pois ela e mais cerca de 20 outras escravas, eram usadas como reprodutoras, o Tião, o escravo reprodutor, pelo que naquela fazenda todos os escravos nascidos lá, eram seus filhos. Quando Maria soube que o seu bebé tinha morrido, ela jurou vingança. Outros seus filhos já tinham morrido ou foram vendidos, mas matarem o seu filho ainda bebé era demais, ela não conseguia ter outro pensamento que não a vingança. No entanto 4 anos se passaram sem que Maria pudesse fazer alguma coisa.
No entanto, passados esses 4 anos, chegou a fazenda uma escrava nova, Joana, que tinha aprendido com a sua mãe e a sua avó a conheçer as plantas, sabendo quais poderiam curar, ou quais aquelas que podiam prejudicar a saúde das pessoas. Como Maria tinha a liberdade de morar na casa dos seus senhores durante o dia,pois Fernando ainda mamava nos seus seios,mas a noite já dormia na sanzala com os outros negros, e tornou-se muito amiga de Joana.Um dia ela falou então com a negra Joana, que tinha conheçimento das plantas.
– Joana tens que me ajudar.
– Que queres Maria? Estás doente?
– Não, mas quero que alguem fique. Quero que o D. João, a D.Clara, e o Nandinho sofram como eu sofro.
– Estás louca, Maria. Eles matam-te se souberem se sequer tu pensas nisso.
– Não quero saber, quero vingança, Joana, quero ver eles a definhar e a sofrer.
– Mas mesmo o menino?
– Esse fedelho é o demónio Joana. Ele morde as minhas mamas, é tão mimado, que faz mal e os escravos é que pagam no tronco,pois ele é mentiroso. Sabes bem disso.
– E que vingança queres? Mata-los?
– Sim mas aos poucos… D.João gostava que ficasse sem conseguir ter sexo com as negras…sabes bem que ele quando quer vem cá e fode com quem ele quiser… alias tu és uma das suas vítimas preferidas. A D.Clara gostava que ficasse louca.
– E o Nandinho?
– Bem eu pensei numa coisa… para acabar com a raça dessa família gostava que ele gostasse de homem em vez de mulher, como o irmão do D. João, que procura os negros as noites quando cá vem.
– Maria… para os senhores á umas ervas que ajudam na sua vingança, agora para o menino… não sei. Existe uma erva que torna os peitos maiores, mas aqui é dificil arranjar… ela altera as pessoas, ficam a gostar de homens… conheço como maconha. Mas tem de ser fumada.
– Me dê alguma que do resto me encarrego eu.
– Está bom Maria. Na semana que vem eu arranjo uns preparos… mas se você for apanhada, eu não quero ir para o tronco, eu nego tudo.
– Joana eu te agradeço.
Na semana seguinte, Joana entregou uns preparos com ervas para a Maria dar aos seus senhores, disfarçados nos chás que D. Clara tomava e na bebida do D. João. Assim bem como um preparo para o Nandinho.
Maria ia dando aos seus senhores a pouco e pouco os preparos de Joana, e passados uns meses, naquela fazenda, a D. Clara tinha terriveis visões que a levavam a pouco e pouco a loucura, e o D. João, queria ter tesão para continuar a ter relações sexuais com a sua mulher, ou a as escravas, ou mesmo com as prostitutas quando ia a cidade, e não conseguia. Aos poucos foi-se entregando á bebida, detiorando assim a sua saúde. Nandinho, por seu lado, cada vez se sentia mais atraido por escravos… gostava de os ver a trabalhar nas plantações de cana de açucar… os músculos deles… via-os a tomarem banho no rio, todos nus, e o seus membros fascinava-o…tão grandes e o dele, apesar de já ter 7 anos, era muito mais pequeno que os deles, mesmo em relação aos dos escravos da sua idade. Joana as escondidas dava maconha para Nandinho fumar as escondidas de seus pais, o que não era difícil pois com a sua mãe cada vez mais louca e o seu pai um bêbado, já quase nunca falavam com ele quanto mais preocuparem-se com ele.
D. Clara matou-se um dia atirando-se para dentro do rio, pois ela pensava que o diabo a tinha vindo buscar apara a castigar dos seus pecados, e morreu afogada. D. joão, infelismente para os escravos tornou-se ainda mais cruel, e o seu filho agora com 9 anos, adorava ver o pai a castigar os escravos, tinha os mesmos gostos de sua falecida mãe.
Mas tanta crueldade, começou a aprofundar os desejos de vingança nos negros todos, e quando o negrinho José foi morto no tronco pelo D. João, por causa do Nandinho que inventou uma mentira para não ser ele castigado pelo pai, e culpando assim aquele negrinho, foi a gota de água.
Os escravos começaram a correr direito ao D. João que se procurou defender com o chicote, mas eles eram muitos. Os seus capatazes descarregaram as suas armas nos escravos, matando alguns, mas o número de escravos era bastante amior do que as balas, e foram degolados com as catanas que os escravos usavam para cortar a cana de açucar.
Assim D. João e Nandinho ficaram sozinhos perante dezenas de escravos e escravas em fúria, sem poderem escapar. Uma negra gritou então alto:
– Parem, não os matem ainda. Eles terão de pagar ainda muito…a morte é um destino demasiado facil. Era Maria quem falava, e como era um das mais antigas naquela fazenda era respeitada por eles.
– Senhor João, disse ela em modo irónico, ainda tem tesão para foder?
– Que sabes tu disso, sua negra desgraçada? respodeu ele enfurecido.
– Ahahah… sei muito D. João… sabe D. João, o senhor vai ver o seu filho sofrer tanto ou mais do que os negrinhos todos que matou ai nesse tronco, seu diabo.
– Que vais fazer ao meu filho, sua negra?
– Eu…nada… eles e pontou para os negros… eles vão foder o seu menino… que alias já gosta de homem,ahahah.
– Isso é mentira, sua desgraçada, o meu filho é muito homem.
Maria agarra então em Nandinho pelos cabelos, rasga a sua camisa, e diz:
– D. João, o senhor passa os dias sempre bêbado, nunca reparou nas tetas do seu menino… vija como são grandes…parecem mamas de menina… em seguida despiu as calças ao Nandinho que chorava copiosamente, e agarrou no pintinho de Nandinho e disse… Isso é coisa que se apresente D. João??? AAHAHAHAH
Virando-se para os seus irmãos escravos, perguntou:
– Que acham do Nandinho?
– Maria… eu fodia o cu desse garoto, falou o escravo reprodutor.
– Pois é seu, Jeremias.
E disse a D. João:
– Vai ver todos a enrrabarem o seu pirralho mimado, se desviar o olhar, matamos ele no tronco.
Jeremias despiu a sua roupa, e dirigiu-se a Nandinho. Quando este viu o pénis do escravo Jeremias, ereto, tentou fugir dali,mas outros escravos o seguraram. De seguida elevaram-no no ar, de barriga para baixo, abriram as suas pernas. Nandinho debatia-se como podia, gritava por socorro, olhava para o seu pai, que estava calado, conformado com aquela situação… iria ver o seu filhinho ser violado por aqueles escravos… mas a bebida de alguma maneira como que o anestesiava os sentidos. Mas mesmo que quisesse ajuda-lo aquela catana no seu pescoço, pronta a degola-lo como tinha aconteçido aos seus empregados, o impedia.
Jeremias está já no meio das pernas forçadamente abertas de Nandinho, e começa a admirar aquele corpo a espera que ele o fode-se. Admirou-se com o tamanho daquelas mamas daquele menino, com o rosado daquele cu virgem a sua disposição… os gritos de Nandinho ainda o excitavam mais ainda, e poder de alguma maneira vingar a morte e a venda de muitos dos seus filhos a custa daquele cu virgem então deixava-o mesmo louco…ele queria foder aquele cu mais do que qualquer coisa na vida, naquele momento.
Apontou então o seu enorme pénis ao cu do Nandinho e começou a forçara a entrada dele no cu do menino. Este ao sentir a cabeça do pénis de Jeremias a forçar a entrada no seu cu virgem, ainda começou a gritar com mais força, a debater-se mais, mas tudo em vão. A cabeça daquele pénis entrou mesmo dentro do seu cuzinho. A dor foi tão grande que desmaiou.
– Para Jeremias, disse Maria. O pirralho desmaiou. Espera que ele acorde. Quero que ele sinta tudo.
Jeremias parou então de meter aquele pénis enorme no cu de Nandinho, até que passado uns minutos Nandinho começa a acordar, e então Jeremias de uam vez só enterrou o seu pénis todo dentro de Nandinho, e este soltou um apelo ao seu pai:
– Paizinhoooooooooooooooo…paizzzzzzzzzzzzzzziiiiiiiiiiiiiiiinnnnnnhhhhhhhhhhhhhhhooooooooooo
Eeeeeeeeeeeellllllleeeeeeeeeeeee meeeeeeeeeeeeee mmmmmmmmmmmmaaaaaaaaaaaaaaaaattttttttttttttttttttaaaaaaaaaaaa…..
– Eeeeeeeeeeeeeessssstttttttttttaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaaaaaa paaaaaaaaaaaaarrrrrtttttttttttiiiiiiirrrrrrrrrrrr——-,rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrmmmmmmmmmmmmmmeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeemmmmmm dddddddddddddddddddddddddddddoooooooooooiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiisssssssssssss…. aaaaaaaaaaaaccccccccccccccuuuuuuuuuuuuuuudddddddddddddddddaaaaaaaaaaa-mmmmmmmmmmmmeeeeeeeeeee
Mas ele não podia fazer nada… e para alem disso, D. João estava com o seu próprio pénis erecto.
Havia meses que não tinha uma erecção tão forte… estava a gostar de ver o seu próprio filhinho a ser violado por aquele negro. Gostava de o estar a ver a sofrer daquela maneira…ver as suas mamas a balançarem… ver aquele penis a desaparecer todo no cu de seu filho que chorava e gritava.
Maria disso se apercebeu, e disse aos escravos que seguravam o D. João que o levassem até perto da boca de Nandinho. Quando chegaram, Maria agarrou na cabeça de Nandinho que continuava a gritar, e agarrou no seu nariz, e mandou Nandinho chupar o pénis do seu próprio pai, enquanto Jeremias o enrrabava. Nandinho não queria, mas os negros agarraram na sua pequena boca, e puseram o pénis do seu pai todo atolado na sua boca até a garganta, e ordenaram que este o começa-se a foder na boca. Assim Nandinho mamava no seu próprio pai e o Jeremias fodia-lhe o cu, onde já se tinha vindo 3 vezes,mas continuava a foder aquele cu, agora dilacerado, cheio de sangue das pregas perdidas para sempre, mas que bem lhe sabia aquela foda no cu do Nandinho.
D. João a certa altura também se veio dentro da garganta do seu filhinho, e quando isso aconteceu o negro André, cortou a sua cabeça de uma vez só com a catana, que rolou para a frente de Nandinho ficando a olhar para ele, e o corpo decapitado do seu pai deitado ao seu lado. Jeremias finalmente acabou de o enrrabar, mas atou ele ao tronco, e os seus filhos e os restantes negros todos eles enrrabaram Nandinho, e esporaram-se dentro do seu cuzinho provocando gemidos da sua boca, e num acesso de loucura ele gritava que queria mais e mais …queria que lhe fodessem o cu enquanto esta ali amarrado a mercê daqueles negros que ele dominava desde que se conheçia por gente, e que agora se vingavam daquela maneira…enrrabando-o sem dó nem misericórdia.
Quando todos os negros acabaram de se saciar no cu a negra Maria ainda cumpriu um antigo desejo, e enfiou o seu braço gordo, dentro do cu de Nandinho, que voltou a gritar e a pedir por auxílio desejando a morte, mas… mas ele gemeu novamente de prazer. A puta escondida dentro dele levara a melhor sobre a sua vontade,e ele queria mais… seu cu pedia por mais, embora o seu buraquinho rosadinho fosse agora uma cratera. Nandinho foi deixado assim amarrado no tronco e os escravos fugiram todos, sendo que poucos foram recapturados, e os que foram recapturados foram julgados e mortos.
Passado cerca de um dia sobre aquela vingança dos escravos, um vizinho fazendeiro foi visitar D. João, e encontrou-o decapitado no chão, os seus empregados degolados,e o Nandinho amarrado no tronco, todo nu, e coberto de esporra. O seu cuzinho estava ainda todo aberto, e ele pensou que estava morto, mas por algum milagre Nandinho estava vivo ainda. Rápidamente o levou a um médico na cidade, que lhe salvou a vida. A história do que se passou rapidamente se espalhou pelas fazendas vizinhas e alguns escravos fugidos foram recapturados, e mortos em julgamento, mas muitos outros conseguiram fugir. Nandinho foi viver então como seu tio, mas pouco tempo lá morou, pois numa noite de chuva forte, foi raptado por negros, entre eles Jeremias, que soube que ele agora vivia ali, e Nandinho, passou o resto dos seus dias, qua ainda foram muitos e muitos anos, a ser enrrabado por negros, seu corpo era alugado por eles a viajantes que também o enrrabavam. O seu corpo com o passar dos anos tornou-se cada vez mais femenino, suas mamas cresceram imenso, o seu cu ficou rechonchodinho, atraindo cada vez os homens, que o fodiam sem qualquer pudor, tanto que era conheçido por Nandinha, ao menino puta. Serviu os seus senhores negros até ao fim dos seus dias, sendo enrrabado por os decendentes destes, aqueles meninos que se tornaram homens mais tarde, até ao fim dos seus dias.

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3 Comentários

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  • Responder MenteCriativa ID:81ritu3hrap

    Porra que gostoso

  • Responder Contador de Historias ID:g3jwlnt0c5

    História bem escrita,muito bom.

  • Responder Messin ID:w735kv9ji

    Conta outra história assim gostei muito