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Quando minha buceta manda, eu obedeço

4411 palavras | 11 |4.19
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Nessa pandemia, aproveitei que a faculdade estava fechada e que eu estava ociosa dentro de casa e fui fazer uma visitinha aos meus avós, em Teresópolis-Região serrana do Rio de Janeiro… A casa deles é bem grande, fica entre morros e mata fechada, com uma rústica arquitetura colonial, tem dois andares e é cercada de um jardim sortido e com muitas árvores…

Bom, e o lugar que mais gosto de ficar quando vou na casa dos meus avós é na piscina, e nesta época aqui, a um ano e meio atrás, eu todos os dias ia na área da piscina e me sentava numa cadeira de sol em madeira e ficava entregue ao sossego, seja olhando em meu celular, conversando com amigas, seja lendo um livro ou simplesmente tirando um cochilo só de biquininho e deitada ao sol, na verdade não havia nada para se fazer, meus avós faziam questão que eu apenas curtisse e descansasse… Contudo, em meio a toda essa ociosidade que a quarentena me proporcionou, demorou pouco tempo e eu já estava de buceta loira latejando toda agoniada sentindo falta de rola, de preferência uma rola bem veiuda, grossa, imensa e do cabeção inchado, uma que eu sentisse metalizada dentro de mim de tão dura, afinal, apesar de ser novinha, eu já era bem ativa sexualmente… e estando eu aqui tão distante dos meus amigos e ficantes e regrada por conta da pandemia, sem poder caçar uma rola, a minha buceta novinha, carequinha, rosada e carente estava até mesmo disposta a aceitar qualquer uma que fosse, contanto que me fudesse gostoso até eu ficar satisfeita…

E tamanha agonia sentia a minha buceta, tamanha fome de rola, que eu acabei mirando um certo carinha aqui na casa dos meus avós, o qual talvez fosse o dono dessa rola que aliviria a fome da minha buceta… pois eu estava sendo motivada por esse tal carinha justamente por observar ele todos os dias pelo jardim da casa… o nome dele era Benito, um empregado dos meus avós… e enquanto eu observava ele, a minha rosada buceta babava tremendo o grelo e me impulsionando a tentar algo com ele pelo puro prazer da satisfação…

Benito era mulato, uns 35 anos, alto, magro, rosto comum, até mesmo feio, cabelos crespos num black power curtinho… era um sujeito discreto, calado, porém, era o único homem na casa dos meus avós pelo qual a minha rosada, careca e novinha buceta tremia de tesão… Haviam outros empregados homens na casa dos meus avós, como um motorista e dois seguranças, mas eram desinteressantes fisicamente falando, quer dizer, ao menos a minha buceta não babava por eles como estava nos últimos dias babando pelo Benito… na verdade o Benito nem era o meu tipo de homem, mas acabou se tornando pela necessidade de momento, pois eu estava tipo uma viciada cumprindo abstinência… e neste meu caso aqui, uma viciada em rola…

Puta que o pariu, o meu corpo e instintos estavam à flor da pele, eu lembrava de todas as fodas deliciosas que eu tinha tido e principalmente das muitas rolas que eu tinha provado, e nossa, que maldade, pois a cada rola lembrada a minha carente buceta tremia toda, babando quase que num choro de vontade de sentir uma a fudendo forte, intenso e gostoso… todos os dias aqui na casa dos meus avós eu acordava molhadinha, nua na cama do meu quarto, e já de mão na buceta, eu tocava uma siririca gostosa na pura intenção de fazer a mesma se acalmar um pouco, depois a masturbação seguia pro banho e nada da minha buceta se conter… minha rosada, carequinha e novinha buceta, queria muito comer uma rola…

E toda vez que eu ia pra piscina e meus olhos avistavam o Benito ali no jardim cuidando das plantas, minha imaginação se enchia de pensamentos safados e ousados com ele, onde eu me imaginava sendo comida por ele ali mesmo no jardim dos meus avós, ao mesmo tempo eu ficava no dilema: “Será que eu devo, será que eu não devo??”… Ele se encaixava nessa possível satisfação imediata que o meu corpo tanto exigia…

Nisso, numa certa manhã de sexta-feira, eu estava mais uma vez aqui na beira da piscina, de biquininho azul clarinho em meu loiro corpo em 1 e 60 de altura, com meus loiros e lisos cabelos amarrados, deitada numa cadeira de madeira, tomando um sol gostoso não muito intenso, e olhando através dos meus óculos de sol pro Benito, logo ali diante de mim, transitando entre arburtos e vasos de plantas do jardim, fazendo suas tarefas… quando então olhei pra porta ao lado da casa e vi que ninguém vinha, a casa estava num silêncio só, apenas a natureza ao redor fazia seus barulhos, com galhos e folhas de árvores balançando ao vento, pardais cantando, e eu deitada na cadeira, encarando os passos e a rotina do Benito através dos meus óculos de sol, podando galhos de plantas, varrendo o gramado, trajado numa bermuda fuleira, de chinelos, camiseta cavada e com a sua pele mulata envernizada de suor num corpo magrelo… Me sentei na cadeira de sol, coloquei minhas mãos nas minhas costas e desamarrei meu biquíni, expondo meus loiros peitos fartos de mamilos rosados do tamanho de azeitonas, bem durinhos por conta do tesão que me possuía aqui, e que ia aumentando, meio que me estimulando a fazer uma loucura… Benito, dali de onde estava, reparou em mim, me vendo aqui sentada na cadeira de sol, de peitos a mostra, mas tirou o rosto por respeito… então me levantei e desatei as alças da parte debaixo desse biquíni azul clarinho, deixando a minha linda, novinha, rechonchuda feito um capô de fusquinha, toda carequinha sem nenhum pelinho, dos rosados lábios carnudos, do rachado vermelho e greluda buceta completamente livre… meu bucetão… sim, pois apesar de novinha, sou bem bucetuda, uma ninfetinha da buceta grande… do tipo de buceta que olhando assim a primeira vista, dá a falsa impressão de que cabe umas duas rolas juntas… mas não, minha buceta é grande apenas por fora, pois por dentro é muito apertadinha…

O empregado dos meus avós, o mulato Benito se assustou de vez com a visão… acho até que mesmo ele estando ali do outro lado da piscina, a muitos metros de mim, deu pra ele ver bem a minha buceta, pois sou loira clarinha e a minha buceta careca é rosada da racha vermelha bem saliente… Benito estava agachado, cortando grama com uma tesoura, vez em quando me espiando e tirando os olhos, olhando pros lados pra ver se ninguém estava também me vendo assim, nua… e eu em pé fui caminhando de frente e rumo a piscina, na qual pulei nua e nadei por alguns minutos sem pressa, às vezes mergulhando e virando meu loiro rabo pra cima… tudo diante dos olhos do empregado…

Saí então da piscina, toda molhada, passando mãos em meus loiros, lisos e encharcados cabelos, e assim fui caminhando rumo ao Benito, que por sua vez continuava agachado cortando grama e limpando, meio que mais assustado ainda por ver que eu ia na sua direção… passei então lentamente por trás dele, nua, molhada, com meus pezinhos no verde gramado, rebolando minha loira e empinada bunda, onde no exato instante em que ia passando por ele, eu sussurrei pra ele ouvir diante do silêncio que fazia:

-Vem aqui…

Benito se levantou, olhando pra casa, ao seu redor, e assustado, admirado comigo, a netinha dos patrões dele, completamente nua e chamando ele pra me acompanhar… Ele veio vindo, me espiando a bunda loira empinada e redondinha rebolando no meu andar adiante, entre arbustos, vasos de plantas, pisando de pés descalços no verde gramado, e ele atento a mim, onde então adiante eu virei de frente pra ele, que parado nada falava, só espiava meu corpo, e eu rindo pra ele cinicamente, mexendo com minhas duas mãos em meus molhados cabelos loiros e lisos, encarando ele nos olhos com meus verdes olhos insinuantes, onde eu disse:

– Chega mais, anda…

Ele se aproximou mais, ficando a meio metro de mim… sempre me espiando os fartos peitos loiros de mamilos rosados durinhos, com algumas gotas de água escorrendo pelo meu corpo abaixo, onde eu meio rindo, disse:

– Gosta do meu corpo?

– Sim…

– E os meus peitos? Gostou deles?

– rsrsr, sim…

– Pega… anda, coloca a mão neles…

Benito olhou ao redor, estávamos, cercados de muitas plantas e arbustos, e assim ele colocou suas palmas magras de dedos compridos em minhas mamas loiras… e eu sussurrando pra ele, encarando ele:

– Aperta… isso, mmmrr, assim… pega gostoso, pega com vontade, vaai, mmmrr, assim, aperta, aperta… são macios, né? Tá gostando de pegar neles?

Benito apenas olhava pros meus grandes peitos loiros, apalpando, amassando, passando dedos por cima dos meus duros mamilos rosados, e eu gemendo e falando sussurrado, incitando ele:

– Desce uma mão… Pega na minha buceta, pega… quero sentir tu pegando bem gostoso na minha buceta, vai…

Ele abaixou sua mão direita e encaixou toda a palma na minha xana graúda numa pegada de baixo pra cima, apalpando, massageando, cheguei a me erguer nas pontas dos meus pés ao sentir a mão imensa dele me apalpando pressionado, delícia, não sei se ele sentiu mas o meu grelo pulsava na palma dele… e eu disse:

– É grande a minha buceta, né? Meu bucetão, rrmmmrr, iissoo, pega gostoso no meu bucetão, vaaii, mmmmrr, iiisso, negão, apertaa, mmmmrr, aaii, safado, vou melar tua mão todinha, rrrmmmrr… me dá uma dedada, anda… mete o dedo… isso, mmmmrrr, põe todo dentro, vaaiimmmrr, mmmrr, aaassim, aaiii, que dedada gostooosaa, mmmrr, delicia, soca, soca… aaii, tesão, não paaraaa, rrrrmmmrrr… rraammmrr… soca mais rápido, vaaiiimmrrr, mmmmrrr… tira, tira… Lambe… lambe o dedo, seu puto… sente o gosto… é docinha a minha buceta, né?

Foi então que eu me afastei dele dando uns passos para trás e fui deitando de costas na grama verdinha, me arreganhando e olhando pra ele ali em pé, nisso eu fiquei masturbando meus peitos fartos loiros e a minha xana, enquanto olhando pra ele e pedi:

– Tira a roupa… me mostra esse pau preto, vai…

Ele tirou apressado, olhando pros lados, ainda temeroso de vir alguém, mas muito excitado e a fim de fazer tudo o que a netinha dos patrões dele queria… logo a camisa dele foi pra um lado, depois ele desceu sua bermuda e sua sunga, e eu arfei ao olhar pra virilha mulata dele cheia de cabelos pretos e crespos com aquele pau preto imenso, grosso e envergado pra cima, cheio de veias e de prepúcio arregaçado expondo um inchado cabeção arroxeado, e disse:

– Ai, filho da puta, anda aqui logo com esse pauzão, andaa, mmmrr, vem, me mete logo, vaaii, mete logo que eu quero fuder…

Eu disse isso deitada de costas na grama e toda arreganhada pra ele, que veio já deitando por cima de mim e entre as minhas pernas, de pau em sua mão, esfresgando todo nervoso e desajeitado o preto falo no rachado rosado da minha buceta e empurrando tudo e de uma vez que me fez soltar um puta gemido de dor e tremer as pernas… nossa, senti uma puta ardência por dentro, era imensa e dura a picona preta do Benito, mas eu estava com tanta vontade de fuder que nem me importei com dor e desconforto, mandei logo:

– rrmmmrr, aaiii, delicia, isso, negão, me come, vaaii, rrraammmrr, iissoo, iissoo, me come gostoso, vai, negão, vaaiiimmrr, mmmrrr, me fode com essa picona preta, vaaiiim assiimm, assimm, não paaraa, vaaiiimmmmrr…

Benito se empolgou de uma forma descontrolada, me bombando entre pernas, socando tudo e com força na minha loira buceta, acelerado, indo mais forte, mais forte, mais, mais, mais… me batendo virilha na virilha e me deixando maluca, eu abraçava ele de encontro a mim, de pés pro alto, pernas arreganhadas, tomando estocadas de piroca preta na minha buceta num vai e vem descontrolado, sentindo o cabeção preto da rola dele machucando meu fundo vaginal com marteladas violentas, socando, socando, com o saco grande, preto e peludo dele batendo abaixo da minha buceta entre pernas arreganhadas, enquanto seu grosso, imenso e envergado cacete preto me rasgava as paredes internas adentro sem parar e sem sair… e eu louca gemendo boquiaberta e com meus olhos verdes revirados:

– Não paaraa, não paaraa, aaii, que pau gostooosoo, mmmrr, iisso, negão, iissooo, assim, não paaraa, aaii, caralho, mete essa rola, meete, mete essa rolaa, meetee, meeteee, aaii, caralho, vô gozaaarrr, rraammmrr…

Puta que o pariu, me contorci de costas na grama verdinha feito uma puta enquanto a explosão do orgasmo violento me arrebatava os sentidos… Que delícia, que alívio, era isso o que a minha buceta tanto queria nesses dias de quarentena, uma rola bem vigorosa, dura, grande e grossa socando fundo dentro dela, martelando até eu gozar bruto assim… delícia, delícia… fiquei aqui por baixo dele toda molinha, sem reações, apenas gemendo e sentindo ele por cima de mim e entre as minhas pernas arreganhadas me bombando forte e sem descanso, eu ofegava horrores, completamente lerda das ideias enquanto sofria com os espasmos me explodindo o corpo todo, e ainda sendo socada velozmente pela piroca preta do Benito dura feito ferro, era como se tivesse uma britadeira me perfurando sem descanso a buceta… aaii, caralho, eu aqui estava levando uma verdadeira surra de rola, tomando violento no meio da minha buceta de ninfeta, e toda lerda eu apenas deixei ele me comer assim mesmo, com força e brutalidade, pois eu queria mais era me acabar de tanto gozar no vai e vem da pica nervosa do empregado dos meus avós… porém, ele foi diminuindo o ritmo e eu disse:

– aaii, vem cá, vem, quero te chupar, mmmmrr, me dá essa pica na boquinha, anda, rrmmmrr…

Ele deitou de costas na grama, com seu mulato corpo ofegante e envernizado de suor, e eu me pus de quatro e de rosto por sobre a virilha mulata e suada dele, segurando no pauzão preto dele ainda bem duro e erguido, o qual masturbei enquanto ele gemia revirando seus olhos… e eu falando sussurrado:

– Nossa, que pau lindo tu tem, seu filho da puutaa, rrmmmrr, olha essa rola, que coisa mais gostoosaa, mmmrr, adoro uma pica preta, sabia? mmrr, aaii que tesão, vô me acabar de fuder, rrmmmrr…

Joguei meus loiros e lisos cabelos pra um lado e desci meu rosto abocanhando o falo preto, inchado e melado dessa delícia de rola preta e mamei gostoso, descendo e subindo a minha cabeça num boquete desenfreado, fazendo meus lábios delicados e rosados irem bem perto do tronco, engolindo ao máximo e babando muito… mas a minha buceta loira aqui entre as minhas pernas e latejando toda melada parece que me pedia o tempo todo pra voltar a sentir esse pauzão dele dentro dela, a safadinha estava toda gulosa com a pica preta do empregadinho… então ergui meu corpo e montei na virlha dele, dando uma encaixada de falo na minha buceta e sentei, fazendo todo o pau sumir dentro de mim, e assim comecei a cavalgar aos poucos, toda empinadinha e manhosa, fiquei com uma mão apalpando meus peitões loiros e com a outra de dedinho na boca, fazendo carinha de menininha dengosa enquanto requebrava meus quadris num galope caprichado… mas logo fuii aumentando o ritmo até quicar a bunda loira nas coxas mulatas e suadas dele, socando pau na minha xota, socando, socando, quicando, louca, de rosto pra trás e gemendo toda agoniada e ele se deliciando com meus peitões loiros chacoalhando pra cima e pra baixo nesse meu sobe e desce constante, de mãos nas minhas ancas sentindo o rebolado dos meus quadris nessa frenética cavalgada:

– rraammrr, rraammmrr, rraammrr, aaiii, pau gostoosoo, mmmrrr, aaii caralho, tô gozaandoooo, mmmmrrr…

Depois da gozada eu fiquei ainda montada na virilha dele, me tremendo toda, ofegante e sem ar, rebolando de bunda esfregando na suada virilha e nas coxas mulatas dele, onde eu dei uma apertada no pau dele com a minha buceta se contraindo, espremendo o cacete dele… fazendo o puto gemer, nossa, se a minha buceta tivesse dentes eu teria arrancado o pau dele nessa hora, de tanto que apertei ele dentro de mim… Desmontei e lerdamente me coloquei de quatro na grama, dando uma empinada de rabo bem safada, do tipo que deixou a mostra toda o meu bucetão em formato de concha por baixo e entre pernas abertas e com a minha bunda loira suada toda aberta mostrando meu rosado e pequenininho cuzinho piscando, e olhando pra ele por sobre meu ombro direito, eu chamei:

– Vem… me come assim, anda… que nem cachorra, vem…

Ele estava alucinado de tão emplgado por estar comendo a netinha dos patrões, a ninfetinha loirinha, dando pra ele feito uma puta depravada… ele se ajoelhou na grama atrás de mim, de pau na mão, esfregando o cabeção de cima abaixo, do meu cu a buceta, me fazendo arfar e tremer toda de espasmos, e enfim encaixando esse seu preto falo inchado no rachado da minha rosada e meladinha buceta carnuda e foi empurrando tudo de uma vez que me impulsionou pra frente, e me segurando pelas minhas ancas já tratou de me virilhar a bunda com estocadas violentas, me fazendo chacoalhar pra frente e pra trás, balançando meus peitões loiros por baixo de mim de quatro…

– aaiimmmrr, aaaiiimrr, rraammmrr, rraammmrr, não paaraa, não paaraaa, soca mais, filho da puutaa, soocaa, rraammrr, quero toodaa, quero toodaa… foodeee, foode, iisso, iissoo, assiimmmrrr… aaii, caralho que pauzão duuroo, mmmrr… me fooode, me fooode, vaaiimmrr, mmmrr, mmrr, assimmr, assimmrr, rraammrr, rraammrr, eu quero roolaa, eu queeroo, iissoo, rraammmrr, rraaammmrr…

Dei mais uma gozada no pau preto do Benito, desabando de peitos e rosto na grama, mantendo meu rabo loiro virado pra cima, com ele me segurando pelas ancas e me socando um pouco mais lento, quando então ele foi se agoniando, deixando claro que ia gozar, nisso ele tirou rapidamente seu pau da minha buceta e o segurando por sobre a minha bunda erguida ele esporrou forte e gostoso… até então ele estava conseguindo esporrar fora da minha buceta, pois nem pensei em camisinha quando ataquei ele a fim de fuder… eu aqui de peitos e rosto na grama, toda ofegante, gemendo manhosa e de olhos fechados, senti a porra toda escorrendo da minha bunda as minhas costas, nossa, que quentinha estava, adoro ser jorrada por porra…

– Vem aqui…

Ele ajoelhado na grama, todo ofegante, e eu virei de quatro e de frente pra ele, segurando no pau gozado dele, masturbando e abocanhando seu falo preto, no qual fiz um boquete apertado, pressionado, intenso, com ele gemendo de dor na cabeça do pau a cada sugada violenta que a minha delicada boquinha lhe dava… Voltei a virar de costas e de quatro na grama pra ele, olhando pra ele por sobre meu ombro direito, rindo maliciosa, dando uma rebolada de bunda loira toda suada e avermelhada, bem aberta e de cu rosado piscando, assim eu incitei ele:

– Quer meter no meu cuzinho, queerr? Quer comer minha bunda? Vem, negão, vem?… anda, me come assim, de quatro, veemm… mmmrr, come meu rabo, anda, mete…

Ele era todo empolgação, me olhando a bunda loira virada de quatro pra ele, toda aberta e com o meu cuzinho rosadinho piscando todo ouriçado, merecendo rola… Ele então chegou junto, me tocando as nádegas e as arreganhando mais ainda, dando uma cuspida no meu cu, aliás, meu cuzinho nessa hora piscou tanto que o cuspe foi entrando, foi como se o safadinho estivesse bebendo o cuspe… ele então foi apressadamente empurrando a cabeça da sua rola no meu cu cuspido, e eu:

– Calma, calma, devagar, porra, mete devagar…

O idiota me pediu até desculpa, eu ri, falando:

– Coloca só a cabeça, mas bem devagar, se não rasga meu cuzinho…

Ele fez como eu mandei, encostando a preta cabeça inchada da sua rola no meu buraquinho anal rosadinho, deu outra cuspida e foi dando uma cutucadinha antes de empurrar… nisso já me arrepiei toda aqui de quatro e de rabo empinado pra ele:

– aaiiimmrr, aaii, caralho, que tesão da poorraa, mmmrr… coloca, negão, coloca que o meu cuzinho é todo teu, vaaiii…

Ele arfava de tesão, louco de tara diante da minha loira bunda toda aberta de quatro e virada pra ele, que segurando no seu pau duro feito uma viga de aço, foi empurrando, empurrando, nossa, que cu mais apertado o meu, mas eu queria, eu estava louquinha de vontade de tomar varada de pica preta no meio do meu rabo… e de tanto forçar ele foi conseguindo meter, quando então senti a cabeça da rola dele arregaçando minhas preguinhas rosadinhas ao tempo em que vinham vindo junto alguns centímetros da imensa rola dura e preta dele, aaiii, que tesão, eu me tremia toda, gemia toda arrepiada, os bicos rosados dos meus peitões, do tamanho de azeitonas, estavam doendo de tão duros de tesão por baixo de mim aqui de quatro, conforme eu sentia meu cu sendo penetrado… claro que senti dor, e mais ainda quando já estava com metade do pauzão preto dele enfiado no meio da minha empinada, loira e redonda bunda de ninfeta… gemi agoniada quando senti o começo do vai e vem, socando, estocando, me rasgando as pregas, me currando gostoso… onde entre gemidos manhosos de dor eu só consegui falar:

– aaaiimmmrrr, iissoo, filho da puutaa, cooomeee… come meu raaboo, cooomeeee… mmmrr…

O que se deu daqui em diante foi uma espetacular enrabada que eu tomei do Benito, me segurando pelas minhas ancas e mandando ver estocadas de pau preto no meio da minha empinada bunda loira virada de quatro pra ele, comigo de rosto pra frente, de olhos verdes revirando e boquiaberta a gemer toda manhosa e delirante diante do vai e vem constante que eu tomava no meu cu sendo alargado pela grossura do pau dele indo e vindo, indo e vindo, mais rápido, mais forte, mais fundo, mais, todo, espetando as minhas macias e sedosas nádegas aloiradas com os crespos pelos da mulata virilha suada dele ao me bombar por trás … aaiiiimmrr, tesão do caralho tomar no cu assim… eu era toda gemidos:

– rraammrr, rraammmrr, rraammmrr, aaii filho da puta, meu cu tá gozaannn… rrrmmmrr…

Eu gozei que desabei de peitos e rosto na grama, mas ele continuou ali, firme, forte e tarado me enrabando, socando com gosto o pau dele no meu rosado cu de ninfeta… e eu delirando de dor e muito tesão… quando então ele gemeu anunciando um gozo, e eu disse de rosto na grama entre gemidos ofegados:

– Goza na minha cara, anda, mmmrr, quero leite de pica na minha cara, veemm…

O puto tirou de uma vez o pau do meu cu e se ergueu, enquanto eu me virei ajoelhada diante dele, com ele segurando seu pau numa punheta enquanto gemia gozando, me pintando o rostinho loirinho de ninfeta com um esguicho de porra branquinha e bem quentinha… delícia, botei até a minha língua pra fora pra pingar nela algumas preciosas gotas dessa porra gostosa… ele estava lerdo e cambalente, ofegando e com o seu mulato corpo magrinho todo melado de suor… e eu aqui ajoelhada segurando e masturbando o pau dele e falando de rostinho todo esporrado:

– mmmmrrr, deliiciiaaa, mmmmrr… nossa, como tá quentiinhaa, mmmrrr, adoro esse cheirinho de porra na cara, rrmmmrr…

Me levantei, dei uma beijoquinha nos grossos lábios negros dele, passando uma mão no peitoral magrelo dele até embaixo, onde peguei no pau dele e apertei, falando de cara pra ele:

– Quando eu precisar de novo do teu pau… eu te chamo, fica atento, seu safado…

Fui saindo dele e de entre as plantas, caminhando de pezinhos descalços no gramado toda linda, empinadinha, nua, bem fudida e de buceta saciada… onde de volta a piscina me joguei na deliciosa água e nadei muito, limpando meu rosto e meu corpo de todos os resquícios desse sexo gostoso e depravado que provei com o empregado da casa dos meus avós, um sexo mais do que necessário para o momento de carência que a minha buceta estava sofrendo nesses dias de pandemia até então… E daqui em diante, a partir desse acontecimento, dessa loucura, eu vivi uma rotina diferente, perigosa e deliciosa na casa dos meus queridos avós, onde sempre quando a minha carequinha, cheirosinha, carnuda, greluda e rosada buceta chorava de tesão, eu rapidamente procurava pelo empregado da casa, o sempre solícito Benito, que vinha me atender todo cheio de tara e com a sua bela rola preta dura feito ferro e prontinha pra me esfolar a buceta e o cu em todas as posições possíveis, seja no meu quarto, na varanda do quarto, no banheiro do meu quarto, no terraço, no jardim… e em todos os cantos da casa dos meus avós…

Voltei pra minha casa de buceta bem feliz e satisfeita… porém, mal passei um dia presa em casa por conta do maldito e importante isolamento social, que a danada e gulosa da minha buceta loira já estava toda molhada, chorando de saudades da gostosa rola preta do Benito e morrendo de vontade de comer outra rola… e de preferência, parecida com a do Benito, claro.

ai ai… beijos, meus lindos e comentem se gostaram!!

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11 Comentários

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  • Responder Erick

    Tenho 20y e sou bonito modéstia parte. Vamos conversar no Telegram @erickfm2001

  • Responder Bilu

    Quando eu era criança,
    Mamãe dizia:
    Bilu, bilu, bilu,
    Bilu-teteia.

    Pegava eu no colo,
    Mostrava pra vizinha:
    Bilu, bilu, bilu,
    Ô, biluzinho-teteia.

  • Responder Casado19cm

    Como tem babaca que não respeita as pessoas , vtnc seu otário…

    • Sabrina

      Seu próprio comentário é controverso.

  • Responder Marcos Mondadori

    Puta vc rabusqueia demais se fazendo toda de gostosa, não passa de uma puta vadia de rua barata que se orosritui nas esquinas do centro de granse cidades. Vagabunda. Pensa que agrada xom esses rebusqueiroa de merda se auto elogiando? Não presta pra nada. Vai pra puta que te pariu.

  • Responder Anto24cm

    Belo conto adorei

  • Responder Casado19cm

    Nossa já li três vezes que delicia que de ser vc..
    Adoraria ver esse bucetao
    Me mostra ?
    @palestrino43 telegram

  • Responder Sopa de macaco

    Gozei 2 vezes belo conto

  • Responder [email protected]

    Ola bom dia muito bom conto, adorei, [email protected]

  • Responder Torres

    Adorei seu conto gozei muito,adoro uma loirinha sapeca rsrs
    [email protected] caso queira entrar em contato também sou do RJ.

  • Responder Casado19cm

    Caralho , eu gozei demais lendo seu relato
    Queria ver esse bucetao
    @palestrino43 meu telegram , mostra ele pra mim..