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O Pedreiro e a Alice

2587 palavras | 20 |4.65
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Conto fictício sobre pai bobo e pedreiro

Sou Roberto, tenho 35 anos, branco, 1.65 de altura e cabelos pretos. Tenho uma filha chamada Alice de 7 anos, galega igual a mãe, branquinha com cabelo castanho claro. Vivíamos em um apartamento nobre em São Paulo, próx a região da paulista, mas tive que me mudar devido a separação com a mãe de Alice. Decidi comprar uma casa bem grande em Cotia, decidi comprar próx a um condomínio no meio do mato, pra descansar um pouco da vida no centro. A guarda de Alice ainda está na justiça devido a mãe dela ter tido alguns problemas psicológicos como depressão forte nos últimos anos e, enquanto a audiência não sai, Alice vem me visitar aos finais de semana. Eu senti muita falta da Alice com a separação e com isso percebi o quão preciso é passar o tempo com ela, isso acabou amolecendo meu coração e acabo mimando ela sem querer, tudo que ela me pede eu faço. O último pedido dela foi umas casinha bem grande pra ela brincar lá dentro com as bonecas dela, eu vi algumas na internet mas não gostei, vi um monte de casinhas de plástico que dava para montar dentro de casa, igual a da escolinha dela. Como eu gosto de dar tudo do bom e do melhor pra ela, decidi montar uma casinha de madeira no quintal de casa, afinal, o quintal era enorme e poderia fazer uma casinha bem grande pra ela.
Como a casa é nova, eu contratei um rapaz para reformar a casa e deixar do jeito que eu quero, e aproveitei para perguntar se além do serviço de pedreiro, se ele também fazia serviço de marcenaria também e ele disse que sim. Ele se chama Thiago, tem 25 anos, magro mas com os braços fortes, 1.75 de altura e bem bronzeado, devido trabalhar bastante no sol. Pedi pra ele fazer a casinha da Alice primeiro porque o próx final de semana seria minha vez de ficar com ela, ele conseguiu terminar a casinha em uma semana, logo começaria a mexer com a casa.
O final de semana chegou e a Alice nem acreditou quando viu a casinha, ficou linda, bem grande pra ela, cabia um adulto agachado lá. Logo apresentei ela para Thiago, falei que era um amigo do papai e que iria trabalhar uns dias na nossa casa, Alice é uma menina muito carinhosa e logo pulou nos braços fortes de Thiago, ele se dava muito bem com crianças e ele falou:

– que menina linda, você está muito cheirosa!
– obriagado tio, minha mãe que passou o perfume em mim
Alice ergueu o pescoço e pediu para ele cheirar, ele de brincadeira deu uma fungada no pescoço dela que ela se contorceu toda, falando que a barba dele fazia cosquinha, Thiago então começou a fazer aquilo de propósito só para fazer cosquinha nela, ela ria com cada fungada que ele dava no pescocinho dela, até eu perceber um volume na calça jeans dele, um negócio comprido, inchado para o lado. Fiquei pensando se era aquilo mesmo que eu estava pensando, fiquei com um pouco de vergonha em falar alguma coisa porque eu não tinha certeza, ele vivia com ferramentas no bolso e na cintura, mas eu tive quase certeza que era a rola dele dura.
Ele pôs ela no chão e seguimos para dentro da casa, para conversarmos sobre as reformas enquanto Alice levava os brinquedos para a casinha. Mostrei a ele os materiais e os cômodos para a reforma, logo fui ao escritório que montei em um dos cômodos para trabalhar, pois devido a pandemia eu estava de home office e precisei montar meu canto de trabalho. Comecei a trabalhar enquanto Thiago trabalhava nos quartos e Alice brincava na casinha. No horário de almoço por volta das 13:00 sai do meu escritório e fui ver como Alice estava, ela estava toda suada de tanto correr pelo quintal e o calor que estava fazendo. Como eu tenho 1h de almoço, decidi dar banho na Alice pois eu estava sem fome. Levei ela para o banheiro de cima onde fica os quartos e comecei a dar banho nela. Sempre tivemos uma brincadeira após o banho que Alice brinca comigo e com a mãe dela, enquanto secamos o corpinho dela, ela sai correndo nua pela casa bem na hora que vamos vestir a roupa nela, ela se diverte vendo a gente correndo atrás dela com a toalha na mão. Eu sabia que não seria diferente então eu já estava esperando pra brincar de pega pega com ela, assim que terminei de enxugar ela saiu correndo dando risada, mas bem na hora meu telefone toca, era meu chefe e eu tinha que atender, vi Alice correndo pelo corredor e entrar em um dos quartos, não pude correr atrás dela porque tinha que atender meu chefe, tive que correr para o escritório pois algo muito sério havia acontecido, corri para o meu computador e li o e-mail que ele me pediu, aquilo me deixou tão aprienssivo que eu nem lembrei de voltar e colocar a roupa na Alice, ela devia ter se escondido esperando eu ir atrás dela. Mas aquele e-mail prendeu tanto a minha atenção, que eu só fui sair do computador no fim do expediente, por volta das 17h quando eu abro a porta do meu escritório, a casa estava em silêncio lembrei que eu não tinha colocado a roupa na Alice e me apavorei, chamei alto pelo nome da Alice e ela demorou um pouco pra responder e gritou:
– tô indo papai
A voz dela vinha de um dos quartos em reforma, quando eu fui até o corredor para ir até o quarto, ela sai do quarto onde Thiago estava trabalhando, ela ainda estava peladinha com a boquinha brilhosa, parecia que passou alguma brilho, quando eu chego na porta do quarto, Thiago estava levantando as calças e apertou o botão pra segurar. Os dois estavam muito suados e um cheiro forte de alguma coisa vinha daquele quarto quente, então eu perguntei:
– o que aconteceu?
Thiago respondeu:
– esse cinto de ferramentas que eu deixo na minha cintura, vive pesando minha calça e acaba caindo as vezes. Então olhei pra Alice e perguntei:
– e você? Porque ainda não colocou as roupas?
– ah papai, você não veio atrás de mim e eu não sei onde você guardou minhas roupas nessa casa, então decidi esperar.
Logo Thiago se manifestou;
– ela estava fazendo companhia comigo, pode ficar tranquilo que fiquei de olho nela. Não te incomodei porque vi que você estava muito aprienssivo e como está calor eu deixei ela assim mesmo
Eu não sabia mais o que falar, realmente eu esqueci que a mochila da Alice no carro e não trouxe as roupinhas dela, e aquele cinto de ferramentas dele realmente parecia pesado. Não queria parecer um pai paranóico com uma coisa que fazia sentido o que eles disseram. Então eu falei pra Alice ir no banheiro que eu ia dar banho nela de novo, porque ela estava toda suada e com um cheiro forte de algo que não identifiquei o que era. Enquanto ela foi para o banheiro eu fui até o carro pegar a mochila rosa dela. Quando eu voltei para o banheiro já com as roupinhas dela, eu percebi algpestranho, a vagina dela estava inchada e vermelha eu me assustei porque no banho que dei mais cedo não estava assim. Aquela situação voltou para minha cabeça: de que Thiago havia de aproveitado da minha pequena. Perguntei o que aconteceu e ela disse que devia ser a madeira que ela ficou sentada vendo o Thiago trabalhar, e eu fiquei imaginando aquela vagina delicada em cima daquelas madeiras poderia deixar assim, e por isso, ela me pediu para não colocar calcinha nela para poder sarar. Eu imaginei que poderia ficar pior com a calcinha, e que a mãe dela poderia pensar coisas de mim, então eu deixei ela sem calcinha com um vestido. Já era 18h e eu tinha que fazer a janta, deixei Alice brincando enquanto eu preparava o jantar. Escutei ela rindo do nada lá em cima, e decidi ver minha pequena brincando, mas quando eu cheguei perto do quarto dela, eu percebi que os risos vinha de outro quarto, o mesmo que Thiago ainda trabalhava. Porquê aquela menina quis voltar lá? Cheguei bem de vagar e vi ela sentada de pernas abertas sobre a mesa que ficava os equipamentos de Thiago e ele estava ajoelhado com a cabeça entre as pernas de Alice com a cabeça por debaixo do vestido. Eu logo questionei:
– o que você está fazendo Thiago?
Ele levou um susto e tirou a cabeça debaixo do vestido de Alice,seu queixo chegava a brilhar.
– Opa seu Roberto, eu estava fazendo cosquinha na barriga da Alice.
– sim papai, é muito engraçado.
Fiquei sem jeito porque, realmente, brincávamos com a Alice desse jeito quando ela era mais pequena, fazendo cócegas na barriguinha. Foi quando eu percebi que devia parar com minhas paranóias que já estava ficando estranho, eu estava desconfiando demais de um rapaz que me ajudou muito quando tive que trabalhar e não pude cuidar da Alice. Além de um empregado, Thiago estava se tornando um bom amigo. Chamei os dois para jantar e peguei a Alice no colo. Quando Thiago levanta, outro volume imenso sobre sua calça. Depois de jantar, Thiago de despediu e se foi.
No dia seguinte, por volta das 8h da manhã, Thiago chega para o trabalho, era sábado, falei para ele descansar mas ele insistiu vir trabalhar hoje. Pensei em fazer um banquete para minha princesinha hoje, quero que ela se sinta muito bem aqui em casa, pois nos últimos tempos ela presenciou muitas brigas comigo e com a mãe dela. Quero deixar ela bem a vontade para esquecer isso. Dei um banho nela e vi que a vagina dela estava melhor, então coloquei um vestido amarelo com detalhes brancos e uma calcinha branca nela. E comecei a preparar o almoço desde cedo, para curtir com ela a tarde. Falei para Thiago também terminar o expediente mais cedo hoje, porque eu queria uma companhia mais tarde. Depois da mudança eu nem consegui chamar meus amigos pra cá. Quando Thiago terminou os serviços lá em cima, ele começou as descer alguns entulhos da reforma para o quintal de casa enquanto Alice brincava na casinha dela. Me distrai no almoço pois, eu gosto muito de cozinhar para minha pequena. Quando me dei conta, já estava quase na hora do almoço. Enquanto o lombo estava no forno, eu resolvi conferir se Thiago precisava de ajuda, pois já fazia um tempo que ele havia descido os entulhos e não foi para a cozinha comigo. Subi até os quartos e nada dele, procurei na sala, nos banheiros e nada… Então voltei para a cozinha, da janela da cozinha eu avistei a porta da casinha de Alice se abrindo, era Thiago saindo sem camisa de lá de dentro. Me espantei ver aquele grande homem saindo daquela casinha todo suado e ajeitando as calças. Devia estar brincando com Alice, mas só cabia um adulto de joelhos lá, porque a casinha era praticamente do tamanho de Alice. Chamei ele para tomar umas cerveja, ele aceitou mas quis ir no banheiro mijar primeiro. Fui até a casinha ver como Alice estava e logo na entrada me deparei com um cheiro forte igual de ontem no quarto, Alice estava deitada no chão da casinha toda mole, perguntei se estava tudo bem e ela disse “só estou descansando do calor papai”. Então imaginei o quão quente era aquela casinha estava com os dois lá dentro. Falei pra ela sair um pouco de lá que eu ia dar um suco pra ela. Quando ela se levantou, parecia que estava sem calcinha, então eu levantei o vestidinho amarelo dela pra confirmar se estava sem calcinha. Quando eu levanto, levo um susto novamente, a vagina dela estava vermelha e inchada de novo, mas dessa vez estava com um líquido viscoso sobre a vagina dela. Perguntei pra ela o por quê ela estava sem calcinha. Ela disse que não tinha sarado a vagina dela ainda ela colocar calcinha, e ficou coçando e por isso ficou vermelho. Perguntei o que era aquilo molhado na vagina dela e ela falou que o tio Thiago fez tanta cosquinha que ela fez xixi sem querer. Então eu peguei na mão dela e a levei para a cozinha para dar o suco devido o calor. Logo Thiago volta do banheiro e pergunta pra Alice:
– ué, já cansou de brincar?
– não meu pai queria me dar um suco.
– bora lá que a brincadeira ainda não acabou haha o tio está bem disposto hoje.
Alice riu e logo desceu da cadeira para ir no colo dele, não pude perceber a mancha que ela deixou na cadeira com a vagina molhada, mas vi o quanto ela estava se divertindo com o Thiago, ele levava jeito com crianças. Mal terminou a cerveja e voltou pra casinha com ela. Com isso, terminei de fazer o almoço e só faltava o lombo que estava no forno. Demorou por mais uns 15 min. Logo ficou pronto. Fui até a casinha chamá-los mas decidi espiar pelo buraco da portinha que parecia um espaço para colocar olho mágico. Me ajoelhei mas eu vi somente a bunda de Thiago pelo buraco, parecia que ele estava de quatro fazendo um movimento com a cintura, não consegui ver direito pois a casinha é pequena, eu só via as nádegas dele se abrindo e fechando que inclusive dava para sentir o suor que saia do meio delas vindo em direção ao buraco da portinha. Não entendi o que estava acontecendo e logo empurrei a porta, mas como Thiago estava de quatro os pés dele estava forçando aporta, corri para a janelinha lateral da casinha e pude ver Thiago de quatro com a Alice de quatro em baixo dele. Questionei:
– o que vocês estão fazendo?
Thiago disse:
– eu estava brincando com ela mas minha calça caiu de novo seu Roberto, eu vou trocar essa calça velha de trabalho. Já está na hora
Quando Alice se movimenta, parece que algo duro sai dela e levanta seu vestido, ele a segura sobre a cintura para ela não se movimentar e revelar o que havia ali. Então me levantei e esperei eles saírem. Thiago todo suado e Alice falando que queria continuar a brincadeira, mas eu disse que já estava na hora do almoço. Durante o almoço eu fiquei pensando coisas do que havia acontecido ali. Mas a Alice estava muito bem e sorridente, então acredito que nada havia acontecido com ela, era só coisa da minha cabeça.

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20 Comentários

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  • Responder PEdro PAulo

    Adoro conto assim! escreve mais! talvez o Thiago precise de um ajudante…

  • Responder Lidiane

    Pai mais retardado, contos assim são forçados.

  • Responder mariyane

    adoro esse tipo de conto sugestivo q nao faz a nossa imaginação trabalhar, amei vc é um otimo escritor , otimo

  • Responder Natal

    Sera q não vai ter continuação ?

  • Responder Magrão Prive

    Esse pai aí tá sacando rápido viu… Duvido ele num dar pau nos próximos contos

  • Responder Sobunar

    Esse pai até que tá bem ligado nas coisas! Kkkkk… O do meu conto é tão bobão que você até perde a paciência com ele! Adorei o conto. Muito criativo. Já espero a continuação.

  • Responder PDMae

    toda babada aqui. escreve outro! AMEY

  • Responder Marcos Mondadori

    Outra merda de conto com uma putinha de 7 anos sendro aproveitada e o pai um João Bobão até parece aquela historia do abibado que entregou a filha pra dois irmãos e mais um monte de amigos comemeram a la vonte. E o cara achando que não era nada só cosquinha. Ah! Vai ser ingenuos assim na puta que os lambeu. ZERO!

  • Responder Samuca

    Quando fala de cara que é fictício , já perco a vontade de ler , isso não precisa falar .

    • Rios Monte

      Mas é meio óbvio que é fictício né… tipo… pessoal dos EUA quando escreve conto desse tipo eles sempre ressaltam que é fictício… isso deve ser pelo fato lá nos EUA o FBI realmente poder investigar pra saber que se o descrito n conto realmente ocorreu… eles falam mais como forma de se precaver de antemão… mas aqui no Brasil realmente acho que n precisa ficar ressaltando que é fictício… duvido que a PF daqui investiga contos eróticos pra saber se é verdade ou não…

  • Responder Rimonteso

    Muito bom conto. Parabéns… adoro contos desse tipo… mas aqui… me tira uma dúvida… ele já tava comendo a menina? Ou estavam simulando?

    • Lipe

      Eu acho que ele já tava em, pq ele falou que estava saindo a porra da bucetinha dela.

    • Natal

      Acredito q já estava…. Mas o bom que vc viajar na imaginação e imagina as cenas…

  • Responder Aninha

    Pdia contar do ponto de vista do pedreiro TB MT bom

  • Responder Natal

    Comos seus contos são envolventes, muito top, parabéns e já doido pela continuação.

  • Responder Caçador

    Delícia quero mais contos de pai ingênuo como este aqui no site

    • Tio Breno

      Um pai trouxa desse é o sonho de todo PERV ķkķķ sortudo, queria tb!

  • Responder Lipe

    Eu prefiro seus contos com meninos, mas você escreve tão bem as histórias que eu acabei gozando

    • Quer tbm

      Viado lixo

  • Responder Gaúcho adora novinha

    Gostei, aguardando a continuação…