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Meu menino de ouro 17

3196 palavras | 15 |4.56
Por

Depois de quase um mês sem tocar em Tom, Arthur extravasa toda a vontade no corpinho pequeno do filho de sete anos.

Continuação de “Meu menino de ouro 16

Havia se passado duas semanas desde a vez que Nicolas e Henrique dormiram aqui, quando Henrique estava indo embora desabafei com ele sobre não estar muita a vontade sobre aquela nova relação que tinha com meu filho, Henry tentou me convencer que aquilo não era errado de várias formas, jurou que Tom gostava de tudo aquilo, mas no fundo eu sentia que meu filho só fazia aquilo para me agradar, por um momento eu realmente quis parar, mas Henry me propôs a seguinte experiência.

Eu não iria tocar ou mencionar qualquer toque mais sexual com Tomás durante um mês, somente o normal que tínhamos antes, se Tom me procurasse, ele havia gostado e queria mais, se não, ele realmente não queria mais e teria feito tudo aquilo só porque eu pedi, então topei.
Resolvi que ia manter essa “experiencia” até o aniversário dele de 8 anos que seria dia 24 de setembro, duraria quase um mês, já que estávamos em 26 de agosto, se Tom me procurasse eu tinha planos de fazer uma “estreia” com ele, Henry havia me contado que a cada três meses alguns pais do grupo que ele participava fazia uma festinha com as crianças na fazendo de um deles, a próxima festa seria a primeira de Nico e se eu entrasse no grupo até lá poderia ir junto com Tom também.

Nos primeiros dois dias meu menino se comportou como sempre, acordava cedinho, assistia aula de manhã pelo celular e passava a tarde brincando, posso dizer que a primeira coisa que ele sentiu falta foi da minha porra na comidinha dele, no primeiro dia ele não quis tomar o mingau e em todas as refeições fez manha pra comer, no terceiro dia quando eu cheguei com o mingau dele na cama, ele provou um pouquinho e já me olhou bravo, começou a chorar e tentou desabotoar minha calça, eu afastei ele de mim, e disse que não era para ele fazer aquilo de novo, e fiz ele tomar o mingau.

Passada a primeira semana ele já não reclamava mais da comida sem o “tempero especial” ele só me olhava magoado e tomava, partir dessa semana ele começou a ficar mais carente, logo cedo ele pedia colo e tomava o mingau grudado comigo, a aula era assistida com ele entre minha pernas enquanto eu trabalhava, ele brincava do meu ladinho sempre, todas as vezes que ia ao banheiro ele vinha comigo, eu não deixava-o entrar junto comigo, nas primeiras vezes ele chorava, depois ele passou só a ficar com um biquinho do lado de fora.

Na terceira semana Tomás passou a me provocar e se provocar de certa forma, ele rebolava no meu colo até perceber meu pau duro, toda oportunidade que tinha ele esfregava a rolinha dele nos móveis e em mim, nas minha colchas, joelhos, no braço do sofá, nas almofadas e travesseiros, nas quinas da mesa de jantar, nos bonequinhos dele, pra resumir tudo que dava pra ele se esfregar, teve uma vez que quando eu fui o acordar ele já estava acordado sem o short do pijama e se esfregava no travesseiro, enquanto tinha uma das mãozinhas na própria bundinha tentando se dedar, quando ele me viu ficou roxo de vergonha e se escondeu debaixo dos lençóis, ficou sem falar comigo o dia todo.

Era a última semana e meu filho demostrava estar mais do que nunca sedento por sexo, todas as manhãs eu flagrava ele se masturbando na sua cama, mas ele ainda não havia me pedido por sexo, talvez por vergonha, não sei, eu estava frustrado porque vê-lo daquela forma, tão carente de prazer só me fazia ter mais vontade de beijar todo o seu corpo de criança e fode-lo bem devagar, metendo o mais profundamente possível dentro da sua barriguinha fofa, mas eu estava decidido a fazer só se Tom pedisse.

Eram cinco da tarde, estávamos no sofá assistindo o seu desenho preferido, ele estava com a cabeça no meu colo e eu fazia cafuné nos seus cachinhos, no desenho o pai do dinossauro tinha acabado de morrer, foi nesse momento que ouvi um soluço alto, me filho estava chorando, imediatamente coloquei ele no meu colo e o abracei, ele me abraçou mais forte e começou a chorar mais alto, eu já sentia suas lágrimas molharem o meu ombro, e seus soluços partiam meu coração.

— papai hic vo-você naum gos-gosta mais de mim? – ele me perguntou ainda chorando desesperadamente, eu estava paralisado, não sabia o que fazer.

— porque você acha isso meu bebê – dei um beijinho na sua bochecha que estava rubra de tanto chorar, ele fez um beicinho e negou com a cabeça deitou mais uma vez a cabeça no meu ombro, e virou-a para direção oposta do meu rosto – eu preciso que vocês diga Tomtom o papai tá preocupado?

— o papai não brinca mais com Tom como antes – ele falou baixinho ainda com a cabeça deitada no meu ombro – é porque eu não é bonito? – ele finalmente levantou a cabecinha e olhou nos meu olhos, sua feição demostrava mágoa e insegurança, ele não estava mais chorando também, só tinha os olhos marejados de lágrimas.

– o papai prefere o Nico do que Tom? – ele fez a última pergunta e desviou o olhar pro próprio colo e mais um vez começou a chorar só que dessa vez em silêncio.

— claro que não meu amor, eu amo você mais do que tudo – falei e beijei suas duas bochechas e fiz que ele deitasse no meu peito de novo, beijei o topo da sua cabecinha.

— po-porque o papai não brinca mais com eu então?

Resolvi que irá jogar os panos sobre a mesa com ele, o tirei do meu colo e fiz ele sentar no sofá, me ajoelhei na sua frente ficando da altura dele, fiz carinho no seu rosto, ele demostrava estar nervoso, olhava pro próprio colo, suas mãos apertavam com força a barra do short de tecido que ele usava, seus pezinhos que não alcançam o chão balançavam nervosos.

— filhote a brincadeira que nós estávamos brincando se chama sexo, lembra? – ele balançou a cabecinha em confirmação – um adulto e uma criança não podem brincar dela, pelo menos é isso que a maioria da pessoas dizem – ele franziu a testa.

— as pessoas tão erradas a papai pode brincar disso com eu – ele falou e fez um beicinho chateado, eu sorri.

— mas não é assim que funciona bebê, se alguém descobrir vão tirar você de mim, você não pode contar pra ninguém tá?

— tá papai – ele balançou a cabeça bem rápido – agora o papai vai brincar comigo? Eu não conto prometo.

— Primeiro eu quero que você seja bem sincero com o papai tá? Você gosta de transar comigo? – ele ficou de primeiro confuso com a palavra, mas logo em seguida pareceu perceber o que significava, pois abriu um sorrisão.

— eu amo papai.

Ele tirou as mãozinhas do colo e passou elas pelo meu pescoço me puxando em sua direção, ele esfregou sua boca na minha e chupou meu lábio inferior, não perdi tempo e me inclinei sobre ele, beijando-o mais profundamente, preenchendo sua boca com minha língua, sugando sua saliva docinha, chupando sua língua pequena e atrevida, suas perninhas estavam abertas ao meu redor, meu abdômen estava grudado com a pelves de Tom e eu podia sentir seu pauzinho duro contra mim, passei meu braços ao redor do seu corpo pequeno e o levantei, ele tirou os lábios dos meus já sem fôlego e eu passei a devorar seu pescocinho, chupando, mordendo e marcando sem me importar com quem veria depois, ele era meu, minha posse, meu bebezinho lindo.

Caminhei com meu pequeno tesouro no colo e o levei até meu quarto, chegado lá o joguei na enorme cama de casal onde eu dormia, ele parecia tão pequeno ali, tirei sua camiseta e short, deixando ele só com as meias azuis e a cuequinha branca estampada de dinossauros em tons de verde e azul, lambia os lábios eu tinha fome dele, só corpo pequeno debaixo do meu, dos seus gemidinhos de prazer e dor, dos músculos sensíveis se contraindo ao meu toque, e foi assim que eu comecei a saborear meu filho.

Lambi sua bochechas, mordi ela, e o beijei mais uma vez, demorado e profundamente, as vezes eu afastava minha boca da dele só pra ver ele com a boca aberta e a língua para fora tentado acompanhar minha boca, então a chupava e cuspia na boca dele, voltava para perto e o beijava mais selvagemente, quando seu rosto já estava suficientemente babado eu desci minha boca para o pescocinho e chupei espalhando chupões pela pele caramelo do meu bebê, desci mais um pouco e mamei nós mamilos fofos e pequenininhos judiei deles até que ficassem inchados, vermelhos e bem molhados, beijei toda a barriguinha fofa, enfiei minha língua dentro do umbigo dele e espalhei mordidinhas perto da pelves, por cima da cuequinha fofa deu um beijinho notei que pela primeira vez seu pauzinho babava, mesmo pouquinho aquilo era novo, minha boca se encheu de saliva pra provar algo que parecia tão doce.

Fiz ele levantar o quadril e retirei a cueca dele, observei o pauzinho que ainda tinha a cabecinha completamente coberta pelo prepúcio, saia um gosminha transparente e bem líquida da sua capinha, segurei-o entre meu polegar e indicador e desci a pelezinha, quando a cabecinha foi parcialmente revelada ele gemeu de dor e prazer devido a sensibilidade daquele lugar, mas foi o suficiente pra ver um buraquinho quase invisível da sua uretra e a gotinha transparente que se formava na ponta, lambi sem pensar em mais nada, meu filho segurou meu cabelos e gemeu muito alto.

— papai haaa paizinho meu pinto – ele falou, tinha os olhos fechados com força e a boca aberta em um gemido rouco e longo, sua mãos puxavam meu cabelo em puro deleite e desespero.

Engoli sua rolinha sensível, e mamei nela sem nem mexer minha cabeça, meu bebê se contorcia debaixo de mim, e gemia desesperadamente, fiquei daquele forma durante um tempo, o chupando sem descanso, enquanto respirava com dificuldade pelo nariz, só soltei ele quando senti todos os seus músculos se contraírem e depois relaxarem, percebi que mesmo ele soltando aquela babinha ele não gozava ainda.

Olhei para seu rosto e ele me olhava com um sorriso fofo, sorri de forma pervertida na sua direção, rastejei até ficar cara a cara com ele e dei um selinho nele.

— você gostou meu anjo?

— Hunrrum papai – ele ainda estava todo molinho – mas eu quero seu pau dentro de mim papai, por favor – senti minha rola contrair e babar quando ele pediu por ela, beijei sua bochecha e pescocinho.

— certo meu amor, mas faz um tempinho que eu não meto no seu bumbum amor, talvez doa – cheirei seu pescoço suado e beijei mais uma vez, ele se arrepiou todo.

— eu aguento, por favor…

— tá bem doce, você fica aqui, que o papai vai pegar o lubrificante tá?

— tá… – levantei da cama e fui até o a brinquedoteca que tinha estado trancada durante aquelas semanas.

Peguei o lubrificante e voltei quase correndo de tanta euforia para o meu quarto, Tom já parecia mais recuperado do orgasmo anterior, ele estava deitado de bruços com o rostinho enfiado em meu travesseiro.

— filhote o que cê tá fazendo bebê? – dei uma risada alta, ele se assustou e sentou na cama com as bochechas vermelhas.

— tem seu cheiro papai, eu tava com saudade do seu cheiro.

— você sentiu saudade do cheiro do papai? – sorri de pura felicidade, deitei na cama e puxei ele pra sentar na minha barriga – você não precisa cheirar meus travesseiros, você pode cheirar seu papai – ele deu um sorrisinho tímido.

Tom fez o que queria deitou no meu peito e respirou profundamente com o narizinho enterrado no meu pescoço, então ele afastou o rostinho e olhou nos meus olhos, mordeu o lábio inferior, parecia querer fazer algo, mas não tinha coragem.

— que foi amor – perguntei.

— papai posso fazer igual você faz em mim? – meu estômago gelou, meu filho queria me lamber, beijar e chupar, como eu fazia com ele, sem pudor algum.

Somente confirmei com a cabeça, ele começou tímido me deu um selinho, deixei que ele me beijasse no próprio ritmo, sua língua pequena entrava na minha boca e se esfregava no meu lábios, língua, tudo que ela alcançava, depois ele passou a distribuir selinhos por todo meu rosto, mordeu uma de minha bochechas e deu uma risadinha divertida por estar fazendo o mesmo que eu sempre fazia nele, ele desceu os beijinhos pelo meu maxilar e começou a beijar meu
pescoço, eu era sensível demais naquela parte do meu corpo, e sem querer deixei um gemido mais alto escapar, ele pareceu se animar com aquilo, pois passou além de distribuir beijinhos fofos e demorados, passou a lamber.

— bebê chupa o pescoço do papai – instrui ele.
–assim? – ele falou antes de dar uma lambidinha e chupar bem no limite entre o pescoço e meu maxilar, ele arregalou os olhos e exclamou animado – papai ficou rosa!

Então ele empolgada por aquela nova descoberta, passou a distribuir chupões, beijos e lambidinha atrevidas por todo meu corpo, provavelmente eu pareceria um palhaço no outro dia.

— tá bom anjo! Tá bom! – eu gargalhei divertido com a euforia dele e puxei ele pra sentar no peito mais uma vez – deita aqui, o papai vai preparar você.

Ele deitou no meu peito e descansou a cabecinha na curva do pescoço, catei o lubrificante e despejei uma boa quantidade em cima da bundinha fofa dele e nos meus dedos, primeiro só acariciei o buraquinho que piscava enlouquecido por ter meu dedo tão próximo, meu indicador se afundou com facilidade dentro dele, meu filho suspirou.

— bom papai huuuuum bom – ele resmungou contra meu pescoço – meus dedinhos não conseguem fazer isso…

Meu pau pulsou em agonia quando escutei ele sussurrar isso, quis ignorar tudo e o foder o mais rápido e duro possível, mas ignorei esse desejo latente, ao invés disso afundei mais um dedo no cuzinho do meu filho, que resmungava algumas frases baixinhas e pedia por mais, quando enfiei mais um dedo ele gemeu de desconforto, mas continuou quietinho.

— bebê você acha que consegue já?

— Hunrrum – ele resmungou.

— eu quero que você sente no meu pau anjo – penteie seu cachinhos bagunçados para trás com meus dedos.

— consigo papai.

Ele arrastou a bundinha até ela ficar próxima da minha rola, o ajudei estendendo minha mão pra que ele se apoiasse, ele levantou a bundinha e com a mãozinha pequena guiou meu pau até seu cuzinho, então ele desceu lentamente até eu estar totalmente dentro do meu menininho que choramingava.

— grande papai huuuum grande muito – ele falou quando me tinha totalmente dentro dele, percebi que sua perninhas e mão tremiam e sorri porque sabia que era porque aquilo era demais para seu corpinho de criança.

Ele abriu os olhos azuis e me olhou com uma carinha de prazer, ele levou uma mão até a barriguinha e apertou.

— eu consigo sentir seu pipi aqui papai – ele falou e revirou os olhinhos – huuuum…

Ele deitou no meu peito, ainda com meu pau enfiado no seu interior, eu dobrei minha pernas e passei e estocar lentamente dentro dele, fiz ele inclinar a cabeça na minha direção e o beijei, ficamos assim por algum tempo, troncando beijos curtos enquanto eu o fodia devagar, eu me sentia no limite aquilo estava tão bom e eu estava sem Tomás a quase um mês, era demais para mim, em uma tentativa vã de durar mais tempo mudei de posição.

Coloque Tom deitado na cama, segurei seus tornozelos fininhos juntos, com uma mão só, fiz levantar bem muito a bundinha da cama ao ponto dela ficar suspensa no ar e sorri, guiei meu pau na direção do cuzinho guloso do meu filho e me enfiei dentro dele, ele gemeu um manhoso “papai” em resposta, passei a fode-lo daquela forma, com força e rapidez, era possível ouvir meus quadris estralando contra o dele, e seu corpo dava pequenos impulsos pra cima.

Coloque cada uma de minhas mãos em seus tornozelos e levei seus pesinhos a quase encostar seu rosto, aquela era uma das minhas coisas preferidas em Tom ser tão novinho, a elasticidade, ele se dobrava com uma folha de papel e era tão pequeno e indefeso, inocente, e era meu filho e eu o amava mais que tudo.

Gozei dentro dele como um cavalo, em um estocada bruta bem no fundo do seu estômago, meu menino tinha os olhos fechados e respirava difícil, percebi que seu pauzinho estava mole, provavelmente ele já tinha tido outro orgasmo a algum tempo, deitei na cama do ladinho dele e passei um dos meu braço pela cintura dele, o trazendo para mais perto de mim.

— eu amo você Tomtom… – surtei contra a bochecha dele antes de beijar ela.

— eu também amo você papai – ele abriu os olhos azuis como os meus e sorriu para mim, então bocejou e fechou os olhos de novo em poucos minutos sua respiração estava mais calma.

Me afastei um pouco dele pra pegar o controle da ar-condicionado, pois eu também estava morto de sono, então dormi com meu pequeno tesouro satisfeito e feliz dormindo no meu peito.

Foi bem tranquilo dessa vez, só queria focar um pouco mais na nossa dupla principal, próximo capítulo vou introduzir um novo personagem, professor Thiago, é mais velho que os dois papais Henry e Arthur e muito mais gostoso… Haha brincadeira, enfim até a próxima, a e temos o aniversário de 8 anos do pequeno Tom muito próximo, quero fazer algo diferente, não quero que seja a suruba, porque tenho outros planos, então o que vcs preferem: zoofilia, praia, pescaria, mais xixi (rsrsrs), praia e talvez um desconhecido se aproveitando de Tom, com o consentimento do papai obvio…

Até a próxima!

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15 Comentários

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  • Responder Magrão Prive

    Surubão na pescaria com outros caras inclusive esse Thiago, apenas o tom como o único dando o cuzinho pra todos

  • Responder Nyamos

    Faz uma dp com eles

  • Responder luiz

    Excelente como sempre, escreva sobre essa festinha na fazenda com varios pais e filhos. Tô curioso pra saber como vai ser.

  • Responder luiz

    Arthur meu querido, vc nao fez Tom virar viado, tom nasceu viado se vc nao comer ele vai sair por ai dando para todos, ai a coisa complica ja vivi essa fase, quanto a festa eu acho que fica por conta da sua imaginação uns desconhecidos com o consentimento do pai sera otimo, so NAO GOSTARIA de cenas de zoofilia, todos tem o seu limite o meu é zoofilia, acho nojento e irreal

  • Responder Hey

    scat não
    mais xixi e zoofilia de preferência com cavalo <3

  • Responder henry

    Scat

  • Responder admirador

    eu adorei a ideia de zoofilia

  • Responder abon

    praia ou pescaria

  • Responder Messin

    Continua e na continuação coloca xixi e praia de nudismo

  • Responder Anônimo

    Zoofilia

  • Responder Hasmodeuss

    Eu concordo com no thiago zoofilia e mais xixi por favor

  • Responder Thiago

    Voto em zoofilae xixi ainda, com aquelas mordaças de funil

  • Responder LLL

    Adoro as suas ideias, tu escreve muito bem. Qualquer coisa que você fizer na continuação vai ficar ótimo.

  • Responder Yutc

    Ei e se vcs fizerem scat? Faz cocô na boca deles e eles na sua.

  • Responder Anônimo

    Excelente como sempre, escreva sobre essa festinha na fazenda com varios pais e filhos. Tô curioso pra saber como vai ser.