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Descobertas – Fim de semana inesquecível

3547 palavras | 7 |5.00
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O fim de semana que mudou toda a minha vida

Saí do banho me sentindo estranho, eu não queria ter me masturbado pensando no Victor, mas era mais forte que eu, não entendia porque aquilo estava acontecendo. Fui jantar com a minha mãe e minha irmã. Quase não comi, estava confuso de mais com tudo o que tinha acontecido. Após o jantar fui pro quarto jogar no celular e vejo que tem uma mensagem de um número que eu nem sabia quem era, quando abro pra ler vejo que era o Victor, tinha até me esquecido que ele tinha pego meu número antes de me trazer embora com sua mãe. Era ele me chamando pra ir a sua casa no dia seguinte de novo. Eu queria muito, foi uma tarde divertida que a tempos eu não tinha e queria repetir, mas dentro de mim algo me dizia que eu precisava me afastar dele, todos aqueles sentimentos e sensações que eu sentia perto dele não eram “normais”. Apenas respondi dizendo que na quinta eu tinha prova e tinha que estudar porque não estava bem na escola. Uma frase desapontada como resposta seguida de um emoji com uma carinha triste. Naquele momento eu queria dizer que errei o dia da prova e poderia ir sim até sua casa, mas eu não o fiz, só disse que precisava ir dormir e me despedi. Fiquei jogando no celular por um bom tempo, quando jogava eu esquecia um pouco tudo o que estava acontecendo dentro de mim. Por volta das dez horas eu resolvi tentar dormir, mas todas as vezes em que fechava os olhos me vinha a memória tudo o que tinha acontecido naquela tarde seguida de uma ereção constante. Eu só queria me masturbar e aliviar aquela vontade de prazer, mas por medo de me frustrar e não conseguir pensar em uma mulher eu deixei pra lá, nem sei quando peguei no sono, só acordei com a minha mãe brava dizendo que eu ia chegar atrasado.
Na escola estava tudo um saco, sempre a mesma coisa. Finalmente a última aula termina, volto pra casa, almoço e pego o celular pra jogar, vejo uma mensagem e era Victor de novo “Cara, tá muito chato aqui sozinho”. Putz, eu queria estar lá com ele, jogar vídeo game e quem sabe outra brincadeira de lutinha – “Espera, que porra é essa, Felipe, você quer mesmo ficar se esfregando com ele? Toma jeito, cara!” – Quando esses pensamentos me vieram à tona só disse que ia estudar. Mais um dia se passou, sentimentos confusos, sensações que não entendia, uma vontade de me masturbar, medo de me masturbar e ele vir nos meus pensamentos de novo. – “Ah cara, que saco!” –
Na quinta fui pra escola, voltei, almocei e fui para a minha consulta, no caminho uma ansiedade pra ver o Victor, vou o mais rápido que minhas pequenas pernas conseguiam me levar, quando chego não o vejo, um aperto invadi meu coração, apenas me sento esperando a minha vez, o que não demora muito e lá vamos nós pra mais uma sessão. Eu queria contar pra Vera o que eu estava sentindo, mas esses sentimentos envolviam o filho dela então eu não poderia fazer isso, tive que guardar comigo, apesar disso a consulta fez eu me sentir melhor, pelo menos um pouco. No fim da sessão Vera disse que no dia seguinte era pra eu ir pra mais uma consulta que ela já tinha conversado com a minha mãe e eu apenas concordei. Fui pra casa e fui fazer o dever da escola, quando termino vou jogar um pouco e respondo a mensagem do Victor que tinha mandado um “boa tarde”. Começamos a conversar e ele me convida pra passar o fim de semana no sítio da mãe dele. – “Não, Felipe, você não pode ir lá, não pode correr o risco de fazer aquelas coisas de novo com um menino, você precisa tomar jeito e ser o menino que todos esperam que você seja, entendeu!?” – Não dei ouvidos aos meus pensamentos e respondi que ia pedir pra minha mãe e ele me ligou e ficamos conversando. Quando minha mãe chega a primeira coisa que peço pra ela é pra me deixar passar o fim de semana com Vera e seu filho. Não foi fácil, mas ela disse que iria falar com Vera. Mais tarde ela me chama e diz que tudo bem e me fala que eu iria com eles logo após a sessão extra de terapia. Mal consegui dormir, escola na sexta então eu nem conseguia prestar atenção. Vou pra casa e minha mãe está no portão me esperando pra dizer que arrumou as minhas coisas e pra eu almoçar rápido pra deixar a chave de casa com ela. Me despeço da minha mãe e sigo em direção ao projeto com uma bolsa nas costas com as minhas roupas. Lá o Victor e Vera já me esperam no portão, ao me ver ele dá aquele sorriso que só ele tinha e Vera coloca minhas coisas no carro e pede para entrarmos que já estávamos indo:
EU: – Vera, e a consulta, não vai ter hoje?
VERA: – Vai sim, só que em um outro lugar.
Entramos no carro e nem prestei atenção no trajeto, apenas prestei atenção no que o Victor contava sobre o sítio, quando o carro para e descemos percebo que estamos no cemitério, fiquei assustado, na hora me veio um sentimento ruim, será que eles eram assassinos e iriam me matar (Sim, eu pensei exatamente isso)? Ela me diz pra ter calma e ficar tranquilo, acho que percebeu a minha aflição. Comecei a segui-la e percebo Victor também um pouco confuso, quando ela para e diz que chegamos. Quando olho para o túmulo a minha frente eu leio a placa de identificação “Alberto Luiz Franco – 27/01/1966 – 31/08/2009”
Quando olhei aquilo eu comecei a chorar copiosamente:
VERA: – Felipe, lembra que você me disse que não se despediu do seu pai, que na hora de fazer isso você disse pra ele levantar dali pra vocês irem embora?
EU: – L-lembro
VERA: – Você precisa se despedir dele pra poder seguir a sua vida. Eu sei que está doendo em você. Diz pra ele tudo o que você sente e no final se despede. Se você não quiser a gente faz isso outra hora quando você se sentir pronto.
EU: – Tá bom…
“Pai, eu sinto muita falta de você, eu sei que eu era bem pequeno, mas eu lembro de você. Lembra que você me colocava no ombro e eu esticava os meus braços e você fingia que eu estava voando e que eu era um super herói? A última vez que brincamos juntos você estava me ensinando a chutar a bola com a perna esquerda porque disse que um bom jogador sabe chutar com as duas pernas e aí no outro dia você não voltou mais pra casa. Quando eu ficava com medo e corria pro quarto de você e da mãe você dizia que eu não precisava ter medo que você ia sempre estar do meu lado, mas você mentiu pra mim, você não tá aqui. Você foi embora e não me levou junto, me deixou aqui sentindo saudades de você, todos os dias eu conversava com você em pensamento pedido pra você vir me buscar, mas você nunca veio, por que você fez isso!? Eu tô muito triste, sempre estou triste. Eu só não queria sentir isso que tô sentindo. Obrigado por tudo, eu vou embora agora, eu vou num sítio com o meu amigo e a mãe dele, eu nunca vou esquecer de você, mas eu preciso melhorar. Você entende, né? Se um dia eu tiver um filho ele vai saber que teve um avô incrível! Tchau, pai…”

Eu chorava muito, Vera me abraçou cheia de lágrimas nos olhos e Victor também chorava e os dois me envolveram em um abraço apertado. Começamos a nos encaminhar para a saída e olhando pra trás ainda dei um último adeus. Já no carro e um pouco mais calmo Vera foi conversando com a gente e fazendo uma sessão ali mesmo. Foi difícil pra mim, mas de certa forma eu me sentia um pouco mais leve.
Mais ou menos uma hora e meia de viagem e chegamos no sítio, eu ainda um pouco calado e Victor me puxa pela mão para me mostrar o lugar. Era incrível, cheio de árvores frutíferas, vacas, cavalos, como eu queria morar ali. Terminamos de deixar nossas coisas dentro da casa, nem arrumamos nada, só deixamos em cima do sofá e fomos pra um riozinho que tinha ali. Resolvemos entrar, eu não nadava muito bem, mas não era fundo e Vera estava perto cuidando de nós. Olho pro lado e vejo Victor já sem camisa e tirando o moletom da escola, ficando apenas de cueca box vermelha com estampa do homem aranha. Ele disse pra eu tirar também, mas fiquei com vergonha e Vera disse que se eu quisesse poderia entrar de shorts mesmo e foi o que fiz, só tirei a camisa e fui pra água. Foi muito divertido, brincamos muito, mas o que eu temia aconteceu, naquelas brincadeiras dentro da água me esfregando com o Victor (não de forma erótica, só brincadeira mesmo dentro da água) eu fiquei com o pinto duro e pude sentir que ele também, cada vez que ele encostava o pinto em minha perna eu sentia vontade de deitar por cima dele igual na nossa brincadeira de lutinha, tive que me controlar muito, pois era estranho, parecia que ele também queria.
O fim de tarde estava chegando e com ele um friozinho. Íamos sair, mas tive que ficar um tempinho meio longe do Victor pro meu pinto amolecer e a mãe dele não perceber nada. Minutos depois estávamos voltando pra casa e lá começamos a arrumar nossas coisas. Eu ia dormir no quarto do Victor, tinha duas camas de solteiro que era pra quando a mãe dele convidava algum amigo que tinha filhos. Ela nos manda ir tomar banho que ela ia fazer o jantar. Victor foi primeiro e enquanto isso eu fiquei no quarto atendendo uma ligação da minha mãe. Alguns minutos depois eu estava apenas jogando um joguinho quando ele entra com a toalha enrolada no corpo, vai até suas coisas, pega suas roupas e de costas pra mim tira a toalha e começa a se trocar na minha frente. Eu não queria, mas olhei para a bunda dele e ela era perfeita. Bem branquinha e redondinha. Lembrei de quando coloquei minha mão nela, nem preciso dizer que o pinto faltava explodir dentro da cueca. Quando ele terminou ele vira pra mim que ainda olhava pra ele e diz que ia me mostrar onde ficava o banheiro. Peguei minhas roupas, porque eu não ia me trocar na frente dele, graças a isso consegui esconder a minha ereção atrás daquelas peças.
No banho eu só queria bater uma, mas não queria demorar, afinal, não era a minha casa. No quarto ficamos jogando no celular e conversando até sua mãe nos chamar pra jantar. Após isso ajudamos ela com a louça e ela disse que já iria se deitar, pois estava muito cansada. Ela mostrou onde ficava o quarto dela na parte debaixo da casa e disse que se eu precisasse eu poderia ir lá chama-la ou pedir para o Victor, mas pra que eu ficasse à vontade como se estivesse na minha casa. Ela deu um beijo em nós dois e foi dormir. Victor e eu subimos pro quarto dele. Queríamos ligar o vídeo game, mas não conseguimos tirar a TV do suporte pra ligar os cabos e resolvemos assistir um filme já que tinha um aparelho de DVD ligado ali. Ele escolheu um filme de terror, confesso que não é meu gênero de filme preferido, mas aceitei. Cada um na sua cama e ele percebe que estou com um pouco de medo:
VICTOR: – Cara, você tá com medo?
EU: – Ah, eu não costumo assistir filme de terror.
VICTOR: – Quer que tira?
EU: – Não, pode deixar.
VICTOR: – Vamos juntar as camas, aí nenhum de nós fica com medo.
EU: – Mas sua mãe pode ficar brava.
VICTOR: – Claro que não, minha mãe é super legal, fica tranquilo. Me ajuda aqui
Pausamos o filme e juntamos as camas, eu precisava ir ao banheiro e ele também. Fomos juntos e ele foi primeiro, mas ele não fechou a porta, ficou ali de costas pra mim e eu só ouvia o barulho do xixi caindo na água da privada. Na minha vez eu não fechei a porta totalmente, mas encostei um pouco. Voltamos para o quarto pra continuar assistindo o filme e conforme iam passando as cenas eu meio que fechava os olhos, pois era um filme meio sangrento. Victor percebeu e chegou mais perto, sai da sua coberta e se cobriu com a minha dizendo que se ficássemos mais perto eu não iria ficar com medo.
Com ele ali pertinho de mim eu de fato não fiquei com medo, até porque não conseguia mais prestar atenção no filme, só nele ali do meu lado. Meu pinto endurecendo e em certo momento nos assustamos com uma cena e ele acaba encostando no meu pinto que já tinha ficado completamente duro, ele só olha pra mim, da uma risadinha e segura o meu pinto:
EU: – Ei, a gente não tá brincando de lutinha hahaha
VICTOR: – Eu sei, só quis ver se estava duro mesmo haha
EU: – E o seu – coloco minha mão no pinto dele – também tá! hahaha
VICTOR: – Você bate punheta?
EU: – Uhum
VICTOR: – Quer bater uma agora?
EU: – Melhor não, sua mãe pode chegar
VICTOR: – Ela já tá dormindo, aporta do quarto tá fechada e ela não levanta a noite
EU: – Ah, não sei…
VICTOR: – Vamos!
Ele começa a mexer o meu pinto pra cima e pra baixo ainda por cima do shorts e faço o mesmo com o dele. Sua mão procura o elástico do meu pijama e quando encontra puxa pra baixo junto com a cueca e meu pinto agora está totalmente exposto, não por muito tempo, pois é envolvido com sua pequena mão quente e macia e ali ele começa uma punheta em mim. Meu pinto não era grande, devia ter no máximo uns 12 centímetros e não muito grosso, a cabeça vermelha e totalmente exposta, pois era circuncidado. Eu faço o mesmo com ele e quando seu pinto salta pra fora, parecia pouca coisa menor que o meu, bem branquinho, cabeça vermelhinha, mas não totalmente exposta, seu saco era gordinho e enrugado. Pela primeira vez sinto seu pinto na minha mão sem a barreira do shorts. Era quente, pele macia, adorava levar a pele pra frente e depois pra trás expondo quase que totalmente a cabeça. A minha testa encostava na testa dele:
VICTOR: – Quer fazer igual nos filmes pornôs?
EU: – Como assim?
VICTOR: – Você nunca assistiu pornô?
EU: – Não
VICTOR: – Tem uma coisa que eu queria fazer pra ver se é bom. Quer fazer?
EU: – O que é?
VICTOR: – Fecha o olho!
Fechei meus olhos, ele tirou sua mão do meu pinto e conforme ele ia se mexendo na cama eu também já não alcançava o seu – “O que ele vai faz…” – Então sinto algo molhado e quente envolvendo meu pau, olho pra baixo e o vejo com a boca no meu pinto, ele começa a subir e descer a cabeça e eu vou a loucura. Aquilo era muito bom, me controlei ao máximo pra não soltar nenhum gemido (tinha medo da mãe dele ouvir alguma coisa), as vezes sentia seus dentes raspando bem na cabecinha, mas não machucava, não sei explicar, mas me dava ainda mais tesão. Ele acaba parando e volta para cima com seu rosto quase colado ao meu:
VICTOR: – É bom?
EU: – Muito! É.. han.. posso fazer em você?
VICTOR: – Pode!
Dessa vez eu quem me coloco de frente para o seu pinto, o seguro em minha mão e vou tomando coragem e então abraço seu pau com a minha boca. Tinha um leve gostinho de xixi. Me lembro de me sentir inebriado com o cheiro do seu pinto. Eu chupava como se fosse um picolé, descia mais a boca e sentia a cabeça batendo no início da minha garganta. Ele coloca as mãos nos meus ombros e diz baixinho pra eu parar. Eu paro e volto a ficar de frente pra ele:
EU: – Foi ruim?
VICTOR: – Não. Se você não parasse eu ia gozar na sua boca
EU: – Quer continuar batendo punheta?
VICTOR: – Quero!
Ele novamente coloca sua mão no meu pinto e eu no dele e voltamos a bater um para o outro. Não ligávamos mais pra nada, só queríamos sentir todo aquele prazer. Não mais que dois minutos depois ele meio que me abraça com sua mão que estava livre e eu faço o mesmo e assim mais perto um do outro nossos pintos se encostavam. Sentia a cabeça do pau dele na cabeça do meu. O pau dele fica um pouco mais grosso, ele vai gozar, nesse momento não me controlo mais e começamos a gozar juntos. Mais uma coisa inesperada naquela noite, na hora do orgasmo ele coloca seus lábios nos meus, não foi um beijo, apenas ficamos com os lábios colados enquanto sentíamos o ápice do prazer no momento do orgasmo.
Fomos afastando nossos rostos e soltando o pau um do outro. Olhamos pra baixo e vejo que dessa vez não saiu aquele jatinho ralo, estava mais expeço, mais esbranquiçado e em uma quantidade um pouco maior assim como estava o líquido do gozo dele. Estávamos ali com a respiração ainda ofegante olhando nossos pintos melados com a porra um do outro. Aos poucos fomos recuperando o fôlego:
VICTOR: – Olha a sujeira que a gente fez hahaha
EU: – E agora?
VICTOR: – Vamos lá no banheiro pra gente se limpar
EU: – E a sua mãe?
VICTOR: – Ela não vai limpar pra você hahaha
EU: – Idiota, tô falando se ela ver a gente
VICTOR: – Já falei que ela não levanta a noite e se você ouvir ela subindo você esconde o pinto dentro do shorts e já era
Nos levantamos e fomos caminhando em direção ao banheiro com os pintos mole, todo lambuzado de porra. Eu muito apreensivo com medo da mãe dele, mas ele parecia de boa. Chegamos, nos limpamos, lavamos as mãos e voltamos para o quarto. O filme que assistíamos minutos antes acabara de entrar nos créditos. Ele desliga a TV e começamos a conversar sobre jogos, como se aquilo não tivesse acontecido. Ele diz que vai dormir porque tinha ficado cansado e da uma risadinha num tom de safadeza.
Ali ainda virado de frente pra ele o vejo fechando seus olhos bem devagar e vou fazendo o mesmo, eu também tinha ficado cansado, mas ainda tinha tempo de me perder nos meus pensamentos:
– “O que eu fiz? Não era pra ter feito isso com o Victor e nem com nenhum garoto, mas por que foi tão bom, por que quando penso ou fico perto dele algo dentro de mim muda, por que? Eu preciso parar com isso. Nunca mais vai acontecer isso, NUNCA!” –
Sinto Victor se mexer na cama e de frente pra mim ele segura minha mão, dá um suspiro, esboça um pequeno sorriso no canto dos lábios e ali se perde profundamente no seu sono.
“Ah cara, que saco!”

Pessoal, vou precisar parar por aqui, já ficou muito extenso e não consegui terminar ainda nessa parte. Se não encerrar aqui não dá tempo de ser publicado ainda hoje. Vou começar a escrever a próxima parte e se der tempo as duas serão publicadas ao mesmo tempo, se não der amanhã sai a parte que pode ser a última dessa história. Até a próxima!

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7 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
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  • Responder Marcos Mondadori

    Eu tambem não sou de comentar muito contoa de relações masculinas, mas tenho que reconhecer que o enredo é de bom conteudo. O final prendeu a minha atenção e expextativa para o próximo.

  • Responder Eduardo

    Muito bom mesmo Felipe, vc mexe com os sentimentos dos leitores, parabéns

  • Responder Seila

    Vc escreve muito bem, pena que já está acabando, queria que tivesse mais continuação. Um dos melhores contos que já li nesse site

  • Responder Punheta maluca

    Vim bater uma punheta e quase choro na parte que ele se despedi do pai ,gozei mas gozei triste kkk

    • BlackNoir

      Não sou de comentar nesse site de malucos, mas, parabéns. Conto perfeito em todos os sentidos. Não pare!!!

  • Responder Punheta maluca

    Vim bater uma punheta e quase choro na parte que ele se despedi do pai ,gozei mas gozei triste kkkk

    • Notreve Quintino

      Eu chorei na parte do pai, que história gostosa de ler né meoo