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Minha filha de 13 anos – A sobrinha

1164 palavras | 16 |4.25

Quando você pensa que é o único a manter uma relação incestuosa com sua própria filha, bem de baixo dos olhos da sua mulher. Vem a vida e te mostra o quanto essa pandemia fez mal a muita gente. Dentro da minha família, acabei descobrindo que meu cunhado; que vou chama-lo de Paulo, também fez dessa doença uma desculpa para fazer o mesmo com sua filha; a quem irei chamar de Ana Clara. Paulo é casado com a irmã da minha mulher, a filha deles é três meses mais nova do que a Hellen. Ana Clara puxou a bela das mulheres da família da minha mulher. Ela não perder em nada para minha filha, só que a Ana tem a pele mais morena e os olhos cor de mel.

Temos uma casa de praia na Região dos Lagos no Estado do Rio de Janeiro. Minha esposa combinou de passarmos uma semana lá e convidou sua irmã. Chegaríamos na sexta à noite e só iramos voltar no outro domingo. Paulo e eu sempre tivemos uma boa amizade. Ele é igual a mim, brincalhão e gosta de uma cerveja.

Fomos a praia logo pela manhã. Nossas esposas e filhas devidamente lindas de biquini. Eu e ele como bons quarentões, de sunga e com aquela barriga de chopp. Hellen e Ana Clara são iguais unha e carne quando estão juntas, não saem uma do lado da outra. Estávamos um bom tempo na praia e as cervejas começaram a fazer seu efeito. Paulo chegou perto de mim falando baixo. Nossas filhas estavam um pouco à frente de nós na beira do mar conversando.
– Cara, você já pensou que nossas filhas são lindas! E um desses moleques bobões de hoje, que só vivem na internet, é que irão traça-las? – risos
– Nem né fala! Não quero pensar nisso agora, não! – risos
– Pois é, mas eu penso, e assim… esquece.

Percebi que ele queria falar mais, sua voz mudou e a expressão do seu rosto também. Achei estranho, por que nunca o vi daquele jeito. Trocamos de assunto. Minha esposa chamou Hellen e eu para escolhermos nosso almoço. Fiquei com aquilo na cabeça e logo depois do almoço, quando todas estavam embaixo da barraca descansando, voltei ao assunto.
– Paulo, fala aí cara! Por que mudou de assunto naquela hora?
– Que assunto?
– Sobre os bobões de hoje? – risos
– Porra, mas é verdade! Você não acha? Já viu como as duas estão! Dois filezinhos.
– Sim, eu vejo! Mas você começou a falar e depois parou. Fez uma cara estranha. Diz aí, o que está pegando?

Ele falou para darmos um mergulho. Quando saímos da água, ficamos à beira do mar conversando. Paulo deu algumas voltas. Disse que não aguentava mais ficar preso dentro de casa e transar somente com a minha cunhada, até que começou a falar o que realmente interessava. Primeiro pediu para que eu não o julgasse e que guardasse segredo. Paulo confidenciou que uma vez em casa sozinho com Ana Clara, à noite, vendo um filme, abusou dela. Sua filha usava um baby-doll de pano fininho. Como quem não quer nada, ele começou a alisar os peitos dela por cima do pano.

Como Ana Clara não reclamou das caricias, ele acabou caindo de boca. Chupou seus peitos por longo tempo, mas quando levou a mão a buceta dela, ela não o deixou tocar. Perguntei se ele havia feito outras vezes. Paulo me pediu calma, pois estava nervoso, era a primeira vez que ele compartilhava aquilo com alguém. Voltou a dizer que ficou dias apenas chupando os peitos dela, sempre a noite. Depois de um bom tempo a fez segurar seu pau e punheta-lo, mas quando ele tentava tocar na buceta dela, Ana Clara parava com tudo.

Ele começou a falar para minha sobrinha chupar seu pau, mas Clara se negava a fazer. Até que ele a forçou a chupar. Ana passou então a mamar seu pau até ele gozar, mas nunca permitiu que Paulo tocasse na sua buceta. Foi minha vez de propor um banho de mar, pois meu pau estava começando a ficar duro.

O mar estava calmo, dentro d’agua mesmo voltamos a conversar. Perguntei se estava tudo bem, se ele queria parar de falar. Paulo falou que não, pois precisava desabafar com alguém. Fiquei com medo dele estar jogando um verde para colher maduro. Minha filha poderia ter falando alguma coisa para Ana Clara, que deu com a boca nos dentes para o pai. Ele poderia estar inventando essa história para que eu falasse alguma coisa.

Sua história foi ficando cada vez melhor. Paulo então falou que não aguentava mais apenas ser chupado e acabou tocando a buceta dela a força. Minha Sobrinha pedia para ele parar, mas ele não deu bola. Puxou sua calcinha de lado passando a mão. Ele acabou descreveu como era a buceta da Ana: lisinha, lábios pequenos e um grelho saliente. Quando se viu alisando-a não aguentou e caiu de boca. Ela esboçou reação, mas ela a mandou ficar quieta. Chupou sua buceta e a fez mamar seu pai também, fazendo um belo 69 no sofá.

Suas noites agora eram de sexo oral. Ele começou a persuadi-la, querendo que ela fizesse sexo com ele. De tanto insistir minha sobrinha acabou aceitando transar com seu pai. Paulo dizia que não acreditava que uma menina de 12 anos, quase treze, poderia ser tão safada. Eles foram para o quarto dela. Ana Clara, que já estava pelada, deitou na cama com as pernas abertas. Falei com ele esperar um pouco, por que precisava dá um mergulho.

Veio a lembrança as cenas de sexo com a minha filha. Paulo perguntou se eu queria que ele parasse. Balancei a cabeça negativamente e ele continuou. Paulo deitou-se sob o corpo dela. Ana estava com a buceta bem molhada de baba e com seu lubrificante natural. Tentou penetrar, mas seu pau só escorregou para dentro na terceira tentativa. Ana foi recebendo seu pau por inteiro, com um rosto de dor, mas sem reclamar.

Ele dizia não acreditar na hora que estava fazendo aquilo. Minha sobrinha, diferente da minha filha, não falava nada, recebia a pau do seu pai na sua buceta quietinha. Ele iniciou o movimento de meter. Tirava e colocava o pau. Sua buceta fazia pressão no seu pau, quando ele enfiava quase tudo dentro dela. Ana Clara olhava para baixo, assistindo seu pai comer sua buceta, enquanto o segurava pela barriga. Clara deixava escarpar alguns gemidos de dor e o sexo entre os dois fluía normalmente.

Paulo gozou dentro dela na primeira vez. Na segunda vez em diante passou a usar camisinha.

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16 Comentários

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  • Responder Vanderson

    Ela tem 11 anos vai fazer 12 mas esta muito linda e bem safadinha pelo que da pra perceber, ela tem vergonha de falar sobre isso comigo mas aos poucos ela ta me contando muita coisa que me deixa louco.

    • Clayton

      Meninas nessas idades já são muito safadinhas e com jeitinho já aguentam uma piroca completa, continue conversando com ela e descobrindo os seus segredos, em breve ela irá se abrir e terão momentos maravilhosos. Mas vá com calma

  • Responder Ânimo

    Também tenho uma filha de treze anos, um pouco gordinha, porém linda de rosto. Quando ela se insinuou a primeira vez pra mim, achei que fosse loucura da minha cabeça. A situação foi se complicando qdo me deixei envolver. Hj como sua buceta sempre qdo estamos a sós em casa.

    • Vanderson

      Sempre tive vontade de comer minha filha, ela é muito gostosinha apesar de ser novinha, mês passado descobri que meu cunhado tava comendo ela, dei um flagra nos dois, agora ela confia em mim para não contar para a mãe dela. Mas ela ainda não sabe que eu tenho vontade de comer ela e eu nem sei como tentar ou falar com ela sobre isso!

    • Paidemenina

      Vanderson. Fala com ela que você já sabe de tudo e que a deseja, como ela já esta dando pro teu cunhado não é mais virgem. Ela certamente aceitará que você coma ela também sem a mãe saber. Mas qual a idade dela?

  • Responder Anônimo

    Tenho uma entiada que comi a primeira vez ela tinha 5 anos,não era penetração era só por cima,uma bucetinha bem pequena não aguentava,fiquei nisso até os 6 anos,depois ela viajou com seu pai,voltou com 9 anos,já dei umas entradas até chupei a buceta dela,mas de uns tempos pra cá eu não dei mas em cima dela,fico com medo dela falar pra mãe dela,hoje em dia ela tá com 13 anos,um tesão,eu nem sei o que faço.

    • Roberto

      Nessa idade estão com pepeka pegando fogo. Se você não comer outro vai comer.

  • Responder Ânimo

    Tenho um filha de 12 anos linda, que chama a atenção por onde passa. Já me peguei olhando pra ela por várias vezes, mas não tenho coragem de tentar nada. Mas acho que se ela desse brecha, não pensaria duas vezes

    • Carlos.

      Amigo, também tive um caso assim com minha filha, no inicio foi difícil, mas mas fui tentando sempre sem assustá-la, começamos com brincadeiras de cosquinhas e depois fiz ela sentir o meu pau duro. notei que ela estava gostando e comecei a avançar mais até uma dia em que ela praticamente não aguentou a tesão e pediu para eu comer ela, meti somente um pouquinho para ela acostumar no inicio, depois que acostumou não parou mais. Hoje transamos muito e a mãe dela nem desconfia. Rsss

    • Roberto

      Amigo ânimo. Com 12 anos elas já estão com a pepeka pegando fogo, force um pouco a barra que conseguirás.

    • Jorge Bins

      Uma menina como você descreve sua filha é a imaginação e o desejo de todo homem. Tente pegar, mas vá com calma, nessa idade estão loucas para dar. Depois nos conte.

    • Rogerio

      ânimo. Se você não comer, outro vai comer. Pense nisso e boa sorte

  • Responder Marcos 39

    Adorei continua tbm tenho uma sobrinha com cara de safadinha

  • Responder Nilr

    Novinha quando quer tomar na buceta tem que dar primeiro pro pai que dedicou tanta atenção e carinho

  • Responder Ânimo

    Que sorte a de vcs. Duas filhas novinhas e safadas. Tem que meter a pica msm.

  • Responder Vantuil OB

    Muito bom. E parou porquê? Continua