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Me tornei amante da minha patroa

2879 palavras | 8 |4.68
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Deixei minha patroa esfregar sua buceta na minha em troca dela pagar meus boletos e minha faculdade.

Meu nome é Cleia, tenho 26 anos, 1,59 de altura, 55 kg, sou morena, tenho cabelos pretos e cacheados, costumo chamar bastante a atenção, tenho pernas grossas, seios médios, tenho uma filha de 7 anos.
Quando aconteceu esse relato eu era casada com um rapaz que trabalhava como vendedor em uma loja de pneus no centro da cidade.
Depois de alguns anos longe da escola, resolvi voltar a estudar, hoje estou no penúltimo semestre de Ciências Contábeis e para ajudar nas despesas da casa e a pagar a faculdade faço diárias, vendo roupas e perfumes.
Comecei a fazer diárias na casa de um casal, seu Marcos e dona Silvia.
Ele aparentemente 54 anos, policial civil muito simpático e gente boa a relação entre eles é bem fria, apesar de serem amigos, quase não saem juntos ou para namorar e já vi eles discutirem por conta de infidelidade dele e as vezes ele viaja para visitar familiares em outro Estado e ela não vai.
Ela tem 43 anos é advogada e professora de Direito em uma Faculdade, ela é um pouco mais alta que eu, pele clara, não é nem magra nem gorda, não malha, mas se cuida bem, não comete excessos, tem cabelos lisos na altura do pescoço, uma mulher bem feminina e vaidosa, muito educada, bonita, mas uma beleza comum para uma mulher de sua idade. Eles têm um filho de 23 anos, mas já é casado e não mora com eles.
Depois de 1 mês fazendo diárias na casa deles, dona Silvia me propôs que eu trabalhasse todos os dias úteis, das 7h00 às 15 horas, recebendo um salário na carteira e mais meio salário por fora, assim como todos os direitos trabalhistas, férias , décimo e hora extra, então falei com minha mãe, ela topou cuidar de minha filha, logo eu aceite sua proposta.
Sempre percebi alguns olhares de dona Silvia pousando sobre meu corpo e as vezes até elogios pporém nas ocasiões que seu Marcos não estava presente, as vezes ela passava perto de mim pra pegar algo e deixava seus seios me rossarem, mas se desculpava dizendo que não era sua intenção. Eu tentava acreditar que era exagero ou coisa da minha cabeça.
Com quase 3 meses que eu estava trabalhando na casa de dona Silvia, meu esposo perdeu o emprego e as coisas ficaram bem difíceis, eu precisei priorizar as despesas da casa deixando de pagar a faculdade e pra completar o caos financeiro alguns clientes não pagaram os perfumes e atrasaram duas caixas de produtos e os boletos começaram a correr juros, eu já estava em desespero e não tinha para onde correr, foi então que resolvi falar com minha patroa para pedir um adiantamento e um vale para pagar minha faculdade.
Cheguei na segunda pra trabalhar, seu Marcos já havia saído, dona Silvia estava tomando café, quando ela terminou eu expliquei a situação a ela que disse que iria tomar banho e que após o banho falaria comigo, não demorou pra ela me chamar no quarto e veio com outra “proposta”, ela me propôs que eu realizasse um desejo que ela tinha desde que me viu pela primeira, desejo de fuder comigo, sim ela usou essa palavra, FUDER, me falou que não seria sempre só por algumas poucas vezes para matar seu desejo e curiosidade de fuder com uma mulher, pois desde jovem ela tinha essa curiosidade e quando me viu sentiu que era a oportunidade de realizar esse desejo por isso teve a ideia de me contratar para trabalhar em sua casa, disse que se eu fizesse o que ela estava pedindo ela não me emprestaria o dinheiro, MAS ME DARIA A QUANTIA NECESSÁRIA.
Eu fiquei em xoque, não consegui falar nada, nem que sim e nem que não, eu precisava desesperadamente do dinheiro, mas chegar esse ponto de trair meu esposo e com uma mulher, era muito confuso pra mim, dona Silvia percebendo minha indecisão , não me deixou pensar e se antecipou, me empressou contra a parede do seu quarto, beijou meu pescoço, levantou meu vestido e meteu a mão dentro de minha calcinha e começou a tocar na minha buceta eu não tentei impedi-lá então ela começou a meter o dedo em mim, meteu por várias vezes, metia e tirava, meteu o dedo o quanto quiz, depois de muito me tocar e me dedar dona Silvia tirou minha calcinha, pediu que eu deitasse na cama, eu deitei, ela aproximou a buceta do meu rosto e mandou que eu a chupasse , eu fiz como ela mandou, ela esfrergava muito a buceta no meu rosto e com força a mulher falava coisas que jamais imaginei ouvir de sua boca e nem de mulher alguma.
Se levantou do meu rosto e foi descendo, sentou em cima de minha buceta, amassando meus seios por cima do vestido, no momento em que ela sentou em minha buceta ela suspirou fundo, se acalmou um pouco sentindo minha buceta e começou o a esfrergar bem devagar .
Eu não resistir nem tentei fazer com que ela parasse, abrir bem as pernas e deixei ela fazer o que queria, eu só virei o rosto pro lado e deixe, só queria que aquilo terminasse, fiquei de pernas abertas enquanto aquela mulher se retorcia entre elas, esfrergando cada vez mais sua buceta na minha, ela jogou o corpo sobre o meu e continuou a esfrergar, por bastante tempo, foi quando ela começou a gemer mais forte e falar palavrões, me chingava, esfrergou tanto a sua buceta na minha que chegava a doer e parecia que não ia acabar nunca, quando enfim ela falou no meu ouvido: – Estou gozando em você minha puta, minha puta gostosa, que buceta gostosa você tem minha puta.
Seu corpo amoleceu ela ficou em silêncio por alguns instantes e saiu de cima de mim se jogou do meu lado na cama eu levantei, vesti minha calcinha e fui pra cozinha, peguei minha bolsa para sair da casa quando tentei sair pela porta da cozinha, a porta estava trancada, foi quando dona Silva chegou enrolada na toalha, falando em tom tranquilo, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo, ela perguntou qual era o valor da mensalidade em atraso e das caixas dos produtos, eu lhe respondi o valor de tudo, ela tirou uma quantia da bolsa, conferiu e colocou o dinheiro em cima da mesa, depois disso sem nenhum pudor tirou a toalha sentou de pernas abertas em uma cadeira e pediu pra eu me ajoelhar e chupa-lá novamente, eu fiz o que ela pediu, comecei a chupar sua buceta, ela gemia muito, gemia feito uma louca, segurou no meu cabelo e apertava meu rosto contra sua buceta com força, não satisfeita pediu pra eu me deitar no chão da cozinha, levantou meu vestido novamente, tirou minha calcinha e sentou em cima de minha buceta e começou se pôs a esfrergar sua buceta na minha, esfrergava devagar, mas com força, falava muito, dizia que estava querendo aquilo a muito tempo, que agora eu seria sua puta, sua cadelinha, foi quando ela parou de falar e começou a gemer , gemia muito e esfrergava sua buceta na minha com muita força, jogou seu corpo sobre o meu de forma que eu sentia sua respiração ofegante e seus gemidos perto do meu ouvido, até o momento que ela acelerou como se estivesse dando estocadas e começou a diminuir os movimentos e suavizar a esfrergação e percebi que novamente ela estava gozando, ela relaxou seu corpo sobre o meu, de forma que sentir seu peso se recompôs e em silêncio saiu de cima de mim, levantou e foi ao banheiro tomar banho, eu levantei do chão peguei minha calcinha e o dinheiro que estava na mesa, coloquei dentro da minha bolsa, quando eu ouvir o barulho do chuveiro, entrei no quarto vi a chave em cima da cama peguei, abri a porta e sair, quando cheguei na parada de ônibus, subi no ônibus que estava um pouco vazio, só percebi em casa que estava sem calcinha.
Eu estava confusa, chorei um pouco fiquei com uma sensação de angústia, vergonha e baixa estima, me sentindo pequena, usada, violada, desrespeitada, me sentindo literalmente uma puta.
Eu nunca havia traído meu esposo, assim como nunca me sentir atraída por mulheres, sempre namorei homens, aquilo pra mim foi muito constrangedor, abusivo, me sentia literalmente um lixo.
Cheguei em casa meu esposo perguntou o motivo deu ter voltado, disse que não estava me sentindo bem, que havia pedido pra voltar pra casa.
No outro dia fui ao centro, paguei os boletos atrasados e a faculdade e continuei indo para as aulas, mas não fui mais trabalhar .
Alguns dias depois uma conhecida de meu marido que trabalhava com ele na loja, chegou pra mim sem cerimônia e perguntou se eu sabia o motivo pelo qual ele foi demitido, respondi que não, ela me disse que ele foi flagrado fudendo na copa com a Dani, uma outra funcionária e também conhecida nossa, eu o coloquei contra a parede ele confessou, fiquei destruída e mandei ele ir embora de casa, pois a casa é minha, que meu pai havia deixado de herança, fiquei emocionalmente destruída, porém financeiramente era menos uma boca pra eu sustentar.
Comecei a procurar por outro emprego, pois já estava quase acabando as compras do mês assim como o dia de pagar minha faculdade, eu já estava a perder meu sono, mas confesso a vocês que outro motivo estava por me tirar o sono, sinceramente quando eu lembrava do ocorrido daquela manhã na casa de dona Silvia, minha buceta latejava de excitação e vontade de fuder com ela, comecei a me masturbar pensando nela e a sentir desejo por garotas, comecei a enxergar mulheres de outra forma, chegava a buscar contos e vídeos de mulheres transando e me masturbava até eu gozar, foi assim que cheguei a esse site.
Depois de 23 dias do ocorrido, por impulso peguei meu celular e liguei para dona Silvia, o telefone tocou e ela atendeu bem rápido como se estivesse esperando por aquela ligação. Eu perguntei se a vaga de trabalho ainda estava disponível, mesmo por que eu nem tinha levado minha carteira para ela dá baixa, ela respondeu que sim, perguntei se ela podia ir conversar comigo na frente da minha faculdade as 18h30, ela concordou, tomei um ótimo banho, lavei meus cabelos, não coloquei maquiagem, apenas um baton bem leve, passei um perfume bem suave, vesti uma calça jeans, uma blusinha branca de alça bem casual e um confortável saltinho médio
Na hora marcada ela chegou em um carro que não era o dela nem o de seu Marcos, ela baixou o vidro eu a reconheci e entrei no carro e ela não disse nada, apenas dirigiu até chegar em um motel na saída da cidade, parou o carro e perguntou se podia entrar, em respondi que sim.
Mal entramos no quarto ela me beijou e foi o melhor beijo que já sentir em minha vida, tirei meu jeans e minha blusa, ela também tirou seu vestido, me deitei na cama, abri minhas pernas e ela se pôs a me fuder com a língua, sim isso mesmo, me fuder, pois aquilo não foi apenas uma chupada foi uma fodida bem dada com a porra de uma língua.
Eu nunca havia gozado na boca de alguém nem acreditava que uma língua era capaz de tamanha proeza, aquilo foi muito gostoso, uma mistura de tesão, excitação e prazer, foi o momento em que eu não conseguir pensar em ninguém além de mim, ela voltou a me beijar, chupou meu pescoço e mamou em meus seios como um neném esfomeado, beijou novamente minha boca e ao mesmo tempo entralaçou suas pernas nas minhas na mais deliciosa esfrergação de buceta, parecia que queríamos entrar uma na outra, nossas bucetas pareciam ter vida própria e não conseguiam se desgrudar mais, qualquer tentativa de desgruda-las era em vão e foi assim que eu gozei novamente e foi o orgasmo mais delicioso que eu já havia sentido, mas o fogo não acabou, fui pra cima dela abri minha buceta o máximo que puder e sentei em cima sua buceta, neste momento ela fechou os olhos e suspirou, aquela buceta era e é tão gostosa e quente!
Comecei a esfrergar minha buceta na dela bem devagar, ela gemia muito, dizia que eu era sua puta, até o momento em que eu ia desgrudar de sua buceta para chupa-lá, porém ela não permitiu que eu saísse de cima, me segurou rápido pedindo para que eu continuasse a esfrergar e eu continuei e continuei até ouvi-la dizer, minha puta não parece favor deixa eu gozar na sua buceta eu apertei mais e esfrerguei mais um pouco e ela gozou.
Eu a abracei e a beijei muito, me agarrei a ela e continuei a beija-la, desci minha cabeça entre suas pernas e a chupei exatamente como ela fez comigo, chupei muito e ela se retorcia, gemia mais ainda, até que gozou novamente.
Deitamos exaustas, agarradas e dormimos até até as 23h15, acordamos e conversarmos sobre muitas coisas, eu disse a ela que estava solteira, ela disse que a partir daquele momento além do salário combinado ela pagaria minha faculdade e ajudaria nas despesas da minha casa, mas que ninguém poderia saber ou desconfiar, disse que precisaríamos ser MUITO discretas.
No outro dia de manhã cedo cheguei em sua casa para trabalhar seu Marcos e dona Silvia estavam tomando café, ele me cumprimentou e perguntou se eu estava melhor pois dona Silvia havia dito que eu estava doente, eu respondi que sim ele terminou o café, deu um beijo em dona Silvia e saiu.
Ela terminou o café, levantou e foi tomar banho para ir ao trabalho.
Eu fui ao seu quarto, tirei toda minha roupa deitei na cama do casal, abrir minhas pernas e a esperei.
Quando ela saiu do banho, me olhou nua deitada em sua cama, eu a olhei e falei, você disse que serei sua puta, então me foda agora, venha fuder sua putinha em cima da cama do teu corno, me foda antes de sair para o trabalho.
Ela ame olhou jogou a toalha no chão, deitou sobre meu corpo, me beijou e engatou nossas pernas, nossas bucetas e nossas almas uma na outra, me beijava e esfrergava sua buceta na minha, dessa vez suavemente, bem devagar até eu gozar, ela pediu pra eu ficar de quatro, eu fiquei, ela se pôs a lamber meu anus e minha buceta, metia o dedo em minha vagina e lambia o meu anus, ficou nessa brincadeira até eu gozar novamente, ela deitou e abriu as pernas, enterrei meu rosto entre elas chupando suas coxas até chegar na buceta e chupei muito como se não houvesse amanhã.
Quando derrepente o celular dela toca, era seu Marcos, eu quis parar de chupar ela segurou minha cabeça para que eu não parasse e eu continuei a chupar sua buceta, ela gozou na minha boca enquanto falava com seu Marcos no celular, desligou o celular, nos beijamos, ela sentou na cama pra levantar eu levantei na sua frente sentei em uma de suas coxas, abri bem minhas pernas, encostando minha vagina nela e comecei a me masturbar em sua coxa ela me observava com um olhar hipnotizador e eu esfrergava minha buceta nua na sua coxa, até o momento que meu corpo amoleceu e eu gozei olhando pra ela, deixando bem claro que eu a amava como nunca amei meu marido e nenhum outro homem que já tive, ela me abraçou, me beijou, ficamos por alguns minutos caladas e agarradas uma na outra, ela olhou o relógio, lenvantou rápido e foi tomar outro banho se arrumou e saiu pra trabalhar.
Esse é só o começo de nossa história que daria um ótimo livro, estamos neste caso a mais dois anos, seu Marcos nunca desconfiou
Não sei se sou o amor de Silvia ou sua puta, talvez eu seja as duas coisas, ela paga minha faculdade, meus livros, me enche de presentes, me mima como se eu fosse sua filha, me apoia em tudo o que eu preciso, já pediu pra eu deixar de trabalhar lá, mas eu não quero pois não quero outra fêmea além de mim na vida dela.
Faço amor, fodo, transo com ela quantas vezes ela me pedir ou mandar e também quando ela não pede.
Já fiz por dinheiro, mas hoje faria até graça.

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8 Comentários

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  • Responder Helena ID:6stvzotdv3

    Queria achar um trabalho que eu fizesse minha patroa Ia adora

  • Responder Helena ID:6stvzotdv3

    Queria uma patroa assim

  • Responder betocomecu ID:19fzhzwgnlff

    Que mentira mas cabeluda em! Kkkkkkk delicia

  • Responder Verme Depravado ID:40vomcesb0i

    Conto fraco…

  • Responder MENTOR ID:g62og0k0a

    Que coisa gosta, excitado aqui

  • Responder ze goiabão ID:gp1c6p3d4

    conto bosta fake total

  • Responder neto ID:xlorij8m

    que idade tem sua filha

  • Responder Marcos Mondadori ID:3eeyha53t0a

    Muito bom o conto. Eu adoro conto de lesbicas, não necessariamente lesbicas mas de mulheres casadas e que gostam de foderem e serem fodidas por outras mulheres como é o caso de vcs duas. Atungiu a minha tesão. Bem escrito e uma boa historia. Continua ou não? Bota o Seu Marcos nisso, anda menina vc já se jogou de cara nada a perder. Nota 5.