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Tão pequenas – 4

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Me lambuzando na bocetinha da Cacá e suas irmãs. A Rayane quer morar comigo.

Desculpem a demora em postar a continuação.
Ao acordar no sábado, eu fiquei um bom tempo deitado só observando a Cacá dormindo. Peladinha e muito linda.
Jamais imaginei que uma menina novinha assim, seria capaz de me despertar tantos desejos e um amor intenso.
Acordei a menina com beijos por todo seu corpinho.
Ao abrir os olhos ela sorriu e me abraçou forte
– bom dia tio… Meu gostoso
– bom dia minha delícia. Eu te amo
– também te amo
Levei a menina para o banheiro e tomamos um delicioso banho. Ganhei uma gostosa chupeta.
Sem eu pedir, ela segurou meu pau e deu alguns beijinhos. Abriu a boca e chupou com muito carinho.
Esta diabinha sabe me agradar como nunca ninguém fez.
Gozei na sua boquinha, mas ela logo cuspiu.
Terminamos o banho e resolvi ir tomar café da manhã em uma padaria perto de casa.
Ela comeu vários pães de queijo e tomou chocolate quente.
– nossa tio, aqui é bom… Eu queria trazer minha mãe e meus irmãos.
– um dia eu trago todo mundo.
– vamos vim hoje ?
– hoje não
– ahhh tio – vi que ela ficou chateada.
Pensei que seria bom, assim poderia conhecer melhor todos, inclusive a mãe delas.
Liguei e convidei.
A mãe disse que tinha vergonha de sair para lugar chique. Falei que a padaria não era chique e que ninguém iria ficar reparando nela ou nas crianças. Pedi para se arrumarem que eu passaria lá em 30 minutos.
Liguei e ela veio até o carro.
A Rayane veio correndo e me deu um abraço. Ela queria me beijar, mas avisei que na rua não. Alguém podia ver.
Todos estavam eufóricos.
Fizemos um café da manhã bem legal e divertido.
A mãe das meninas me convidou para conhecer sua casa.
Fiquei com muito medo de entrar na favela, mas fui.
Ao chegar eu até chorei.
O barraco era de madeira. Tinha umas frestas enormes, que entrava ratos por ali.
Cheguei a ver um rato grande saindo por um buraco na madeira. Deu até nojo.
No barraco tinha uma cama de casal e alguns conchões de espuma. Tudo muito vejo e sujo.
Havia um fogão, uma pia sem gabinete e não tinha mesa.
Apenas 2 cadeiras de plástico. A geladeira estava quebrada.
O banheiro era dentro do barraco, não tinha porta. Apenas uma cortina bem venha, que não impedia ninguém de ver que estivesse lá dentro.
Chorei muito.
Não sou um cara rico. Longe disto. Mas trabalho pra bastante. Vivia sozinho e tinha algumas economias.
Fiquei uns 20 minutos na favela.
Conversei com a mãe das meninas e pedi para ela procurar alguma casa de tijolos ali na favela e ver os preços. Se não fosse tão caro eu iria comprar para ela.
Na saída todos queriam ficar comigo. Pedi para ela deixar a Cacá e a Rayane irem para minha casa. Ela disse sim.
Uma outra irmãozinha, 1 ano mais nova que a Cacá chorou que queria ir na minha casa.
A mãe deixou.
Logo estávamos em casa.
Coloquei as meninas no banho. Vi que a Clara é muito linda. Se parece demais com a Cacá. Mesmo sendo de pais diferentes.
A menina tem uma bocetinha pequenina e bem fechadinha.
Tirei minha roupa e entrei no banho.
A reação da Clara foi de tampar os olhinhos ao ver meu pau.
Passei sabonete nela com muito carinho. Um docinho de menina.
Pepequinha deliciosa.
Eu queria foder a Rayane. Tinha que gozar dentro dela.
Tirei ela do banho e levei para minha cama.
Chupei sua bocetinha. Enfiei minha língua 😛
Deixei ela toda lambuzada de saliva.
Encostei meu pau e fui lentamente forçando para dentro.
Ahhhh que tesão. Ela é tão pequena que some debaixo de mim.
Meti sem dó. Soquei forte.
Ela só gemia baixinho.
Explodi numa gozada deliciosa. Enchi a menina de porra.
A Cacá e a Clara estavam na banheira ainda.
Esperei alguns minutos e fui secar as meninas.
Chupei a Clara com desejo. Assim como a Cacá, ela ria e se.mostrava muito feliz.
Sem eu pedir a Cacá me chupou um pouco e chamou a Clara para chupar também.
Relaxei com as duas boquinhas pequenas se revezando no meu pau.
Descansamos um pouco e levei as meninas para um shopping. Nunca tinham entrado em um.
Comprei algumas peças de roupas para elas.
Estavam muito felizes. Pediram para usar as roupas novas.
Levei elas no banheiro família, que por sorte estava vazio.
Ajudei a Cacá e a Clara a colocarem os vestidos novos.
Mesmo já tendo gozado várias vezes naquele dia, minha vontade era transar com elas ali mesmo.
Andamos pelo shopping e elas brincaram na playland.
Foi um dia muito feliz.
Liguei para a mãe delas e as meninas pediram para dormirem em casa.
A noite meu pau até estava doendo, mas eu finalmente consegui penetrar na Cacá.
Me assustei com o grito que ela deu.
– AAAAIIIIII UMMMMMM AIIIIII
Fiquei com meu pau cravado nela.
Esperei ela se acalmar.
Menina forte, não chorou em nenhum momento.
Lentamente fui enfiando e tirando.
Aos poucos sua bocetinha foi aceitando meu pau entrando.
Foi maravilhoso tirar o cabacinho da Cacá.
Saiu um pouco de sangue, que limpei com uma toalha úmida.
Fiquei deitado abraçado com ela.
– Desculpa meu amor, eu não queria te machucar
– Tá bom tio
Passamos a tarde assistindo filmes na Netflix.
A noite pedi pizza.
Dormi com as 3 peladinhas.
A Cacá dormiu segurando meu pau.

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8 Comentários

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  • Responder Orquidea

    Delicio de contos

  • Responder Joana

    Hummm fiquei molhadinha lembrando de quando eu era pequena e transava com meu vizinho

    • Bronquinha

      Prefiro mil veses uma pequenina doque uma adulta adoro beijar a boquinhas e chupar a lingua elas se entregam e vou à koucura.

  • Responder Nilramos

    Muito foda, tá maravilhoso esse conto

  • Responder Diretor

    OI Renata, conta como foi quando era menina…esses contos são um tesão!!!

  • Responder Vantuil OB

    Que espetáculo. Eu não tenho uma sorte dessas. Segue o baile. Não demora. Faltou a idade da Clara. E o tamanho do pau, para termos uma noção do estrago. Parabéns!!

  • Responder Renata

    Lembrei de quando eu era menina

  • Responder Mineiro

    Continua