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Peguei meu irmãozinho de 11 anos batendo punheta… E não me segurei

3189 palavras | 17 |4.58
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Achei que meu irmão só estava estudando, mas acabei flagrando ele se masturbando. Por mais que aquilo fosse loucura, acabei ficando curiosa.

Para algumas pessoas, sempre fui uma garota muito solta com os outros. Não me prendia a tabus e sempre tentei ser a mais agradável possível. Meu nome é Juliana, tenho 28 anos, tenho 1,71 de altura, pele branquinha e cabelo castanho bem escuro. Por conta da pandemia e de outros problemas pessoais, acabei saindo da empresa onde eu trabalhava e ficando desempregada.
Sempre gostei de crianças, gostava de cuidar, ajudar ensinar, talvez eu daria uma boa professora, mas nunca corri atrás disso pra ter certeza.
Enfim, eu moro sozinha, porém no quintal da casa da minha mãe. Meu falecido pai deixou este terreno para nossa família e aqui estamos tentando manter as condições boas. Minha mãe é cuidadora de idosos e trabalha na casa de outra família que tem uma graninha a mais no bolso, se é que me entende, mas são bem generosos, e recentemente aumentaram o salário da minha mãe, e ela também me ofereceu um dinheirinho extra para cuidar do meu irmão mais novo Felipe durante o dia.
O Fê tem 11 aninhos, mas já é bem esperto e independente. É tranquilo se deixar ele no videogame de manhã, mas de tarde pego no pé para ele comparecer nas aulas online.
Certo dia, cheguei para preparar o café e ele estava estudando. Ele quase nunca estudava, mas pelo que entendi ele estava com dificuldades em ciências e a professora estava um pouco no pé dele. Então tudo bem, fechei a porta e deixei ele no quarto, fui passar o café, comprar o pão e blá blá blá.
Fiquei orgulhosa por ele ter ido estudar sem nossa mãe pedir, e por isso eu quis fazer uma surpresa no café, fiz um misto quente e um cappuccino. Ele estava quietinho no quarto, então eu não avisei e eu quis abrir a porta pra dar um susto nele. Bom, acho que funcionou, porque ele deu um pulo na cadeira, e depois ficou encurvado pra frente, como se quisesse esconder alguma coisa.
Como reflexo eu acabei dando risada, e o Fê estava branco, como se tivesse visto um fantasma. Enquanto eu rachava o bico, olhei de relance para a apostila dele, e ali tinha o desenho de um homem e uma mulher, ambos nus. Então eu entendi o que estava acontecendo, e fiquei meio desconcertada.
-Desculpa Fê… Eu não queria atrapalhar, só queria te fazer uma surpresa.
Ele agradeceu, mas continuava tremendo e de olhos arregalados. Eu comecei a ficar vermelha. Fui rápido colocar o café dele na mesinha de estudo dele. Quando cheguei do lado dele deu pra ver qual era a matéria. Corpo humano e reprodução… “How Convenient” pensei irônica. Essa é a parte mais engraçada das crianças, sempre ficam sem jeito quando chegam nessa parte da matéria, mas vamos lá, trabalho é trabalho.
Olhando de relance também acabei vendo o pintinho dele pra fora da calça, meia bomba e ficando cada vez mais mole. Pedi desculpas e saí mais rápido do quarto.
Aquilo acabou sendo muito embaraçoso, mas fiquei me sentindo culpada também. Ele estava batendo uma e eu cheguei para interromper, mesmo que com uma boa intenção. Como eu sou mais velha, já conheci vários outros caras, eu sei como funciona a mente dos homens e, apesar da grande maioria ser babaca [sim, a grande MAIORIA, não todos], essa fase é normal. O Fê está se descobrindo, então acho que também não adiantaria de nada eu querer brigar e xingar e fazer desta casa um caos. Deixei pra lá… Ou pelo menos tentei.
Segui a minha manhã pensando naquela situação, e principalmente no pau dele, por mais estranho que fosse. Fiquei me perguntando quando que ele descobriu isso, e se ele já gozava. Essa garotada de hoje em dia é mais peralta, não que nos anos 90 não fossem, mas sei lá, naquela época não tinha internet, era só revista de mulher pelada eu acho. Será que ele via putaria no computador? Ele tem um notebook no quarto, então provavelmente sim.
Foi chegando a hora do almoço e eu já estava terminando de cozinhar o feijão e fritar o bife. Ainda estava curiosa pra saber o que o Felipe estava fazendo. Quando terminei de preparar a comida, voltei de fininho pro quarto e tentei abrir a porta em silêncio. Abri uma brechinha e dava pra ver que ele estava lendo e escrevendo coisas no caderno, talvez um resuminho da aula. Em poucos segundos a porta rangeu, e ele olhou para trás no susto de novo, só que dessa vez menos.
Tentei disfarçar e fingir que tinha ido avisar que o almoço estava pronto. Ele se levantou e antes de ir pra cozinha ele foi lavar a mão “ainda bem” pensei e ri baixinho.
Logo ele se sentou à mesa, mas estava calado. Peguei um prato pra colocar a comida dele, mas eu não aguentei a curiosidade e acabei perguntando, em tom de brincadeira:
-Senhor Felipe, você estava mesmo estudando hoje?
-Estava ué – ele respondeu devagar – Por que você quer saber?
-Por nada ué – me fiz de sonsa.
Eu me virei pra ele com um sorriso safado e ele só respondeu com “Ah, tá bom”.
Eu me virei e fui de novo colocar o arroz no prato, mas de novo parei na metade do processo. Pensei que não seria justo ficar me fazendo de sonsa com ele, então tentei ser mais direta.
-Olha, eu sei o que você estava fazendo naquela hora – ele olhou para o chão meio que em sinal de culpa – mas eu não vou ficar brava, afinal eu sou sua irmã e sou mais velha, eu entendo que isso faz parte da vida.
Ele não disse nada. Eu larguei o prato na pia e fui até ele.
-Você me desculpa? – perguntei.
-Pelo quê, ué?
-Por ter te atrapalhado, eu deveria ter batido na porta antes, aquele é o seu lugar de privacidade.
-Tá bom – ele falou meio constrangido, e depois continuou – a mamãe disse que não era pra fazer isso perto de você. Eu que tinha que pedir desculpas.
-A mãe já te viu fazendo isso?
-Viu, mas também não brigou, só pediu pra eu manerar.
Fiquei quieta por uns segundos, depois o abracei e dei um beijo na testa. Mas antes de voltar pra pegar o prato, ele voltou a falar.
-Ju!
-Oi, Fê.
-A mãe já te pegou… Fazendo isso? – ele perguntou e eu dei uma leve risada.
-Não ué, eu sou esperta demais pra ser pega no flagra – falei irônica e ele riu – é brincadeira, eu nunca fui de fazer muito essas coisas.
-Não mesmo?
-Bem pouco pra falar a verdade.
-Eu tenho amigos que falam que toda menina faz isso.
-É mentira… Quer dizer, um pouco. Você nunca perguntou isso pra outras meninas da sua escola né?
-Não mesmo.
-Ah bom, porque perguntar isso pra qualquer pessoa seria meio babaca kkkkk mas como eu sou sua irmã pode perguntar.
-Beleza… É que sei lá, às vezes eu acho que não tem graça só bater punheta, mas eu também não tenho intimidade com mais ninguém pra falar disso.
-Entendi… E de qual parte você gosta mais das mulheres?
Ele me olhou envergonhado. Felipe sempre se mostrou ser um menino muito comportado e tímido, mas esse lado dele era meio novo pra mim, apesar de parecer não ter muita malícia na cabeça. Bom, convenhamos, nem todo mundo é perfeito… Pelo menos não pra sempre.
-Pode falar – repeti – estamos entre irmãos, não vou achar ruim nem nada.
Ele ficou quieto por alguns segundos, depois respondeu:
-Eu gosto dos peitos kkkkk… Tem uma menina na minha sala que já tem uns bem grandes.
-E ela já te mandou nudes? Ou você nunca viu?
-Não, nunca vi, não tenho tanta sorte.
Fui até a mesa e me sentei do lado dele, estava estufando o peito para que ele reparasse nos meus seios. Eu decidi testar esse novo lado dele
-É normal ter essas curiosidades.
-Olha… Se quiser… Eu deixo você tocar nos meus peitos pra ver como é, mas fica entre a gente, fechou?
Ele arregalou o olho e corou um pouco, acho que ficou envergonhado… Eu estava ficando um pouco molhada.
-É sério?
-Aham… Mas não conta pra mãe, por favor kkkkk.
-Tá bom.
Ele estendeu a mão pra me tocar, mas estava todo trêmulo e sem jeito. Peguei na mão dele e encorajei-o a ir com vontade. Ele deslisava os dedos pelo meu decote, querendo sentir a minha pele. Mas aí decidi fazer uma coisa.
-Espera – falei.
Me levantei e comecei a tirar a blusa, depois o sutiã. fiquei só de calça jeans na frente dele. Estava me encarando, deslumbrado. Acho que ele nunca nem se quer havia espiado uma mulher nua, aquelas estavam sendo suas primeiras vivências.
-Nossa… Eles são bem grandes – ele falou.
-São maiores que os da sua amiga? – perguntei.
-São sim…
De novo me aproximei para ele tocar. Agora ele apertava o bico dos meus seios, colocando o rosto dele cada vez mais perto, até que ele não aguentou e começou a chupá-los. Poucos segundos ele parou meio que no susto e me olhou.
-Eu sou tua irmã menino, larga mão de ser tímido. Eu não ligo – falei, dando sinal verde.
Aquilo pra mim era um pouco anormal ainda, por diversos motivos, tipo o fato de ele ser meu irmão, ou por ter só 11 anos. Mas estes mesmos motivos eram os que me encorajavam a seguir em frente, o que me dava um pouco mais de segurança.
Felipe lambia e chupava meus mamilos com vontade. “Será que ele já bateu punheta pensando em mim?” perguntei a mim mesma. Eu nunca havia feito sexo com um menino tão novo, e ele era 17 anos mais novo que eu… E isso me fez ficar ainda mais molhada, acho que eu gostei da ideia de fazer menininhos novos saciarem suas curiosidades com mulheres. Não “meninas”, mas sim MULHERES.
Devagar, puxei a cabeça dele para um beijo entre irmãos, e enquanto isso, desabotoei minha jeans e a tirei, ficando só de calcinha, depois sentei em seu colo e comecei a rebolar, enquanto ele voltava a chupar meus peitos. Quanto mais eu sentia seu pauzinho duro na calça, mais eu apertava meu corpo contra o dele.
Logo ele começou a mexer o quadril, raspando o volume do seu short na minha calcinha. Eu queria fazer aquele menininho feliz, então não me aguentei mais. Me abaixei e abri seu short, seu pinto não era lá grande coisa, mas estava bem durinho.
No começo ele parecia desesperado, talvez ele também estivesse achando que fazer isso com sua própria irmã era loucura, mas tentei ir ainda mais devagar e demonstrar confiança pra ele. Passei minha língua e depois comecei a chupar seu pau. Em questão de segundos ele gozou na minha boca. Engoli seu esperma muito contente, mas acho que o Fê pensou que eu ia ficar brava por aquilo, mas eu apenas sorri e falei:
-Vem, vamos tomar um banho – e estendi minha mão para ele, ignorando completamente a comida fresca no fogão.
O Fê ainda estava um pouco tímido, mas ao chegar no banheiro não teve problemas em tirar totalmente sua roupa. Ele é um menino bem magrinho, e por ser tímido, acho que ele realmente não tinha nada de especial, pelo menos aos olhos das meninas da classe dele, por isso acho que elas não davam muita bola pra ele.
Eu estava feliz fazendo aquilo, não pela perversão ou pelo erotismo, mas sei lá… É complicado de explicar, mas basicamente eu estava gostando de me mostrar a ele, deixá-lo me explorar e se divertir. Estava dando mais confiança a ele.
Eu já estava nua, só precisei tirar a calcinha e entrar no banho. Minha calcinha estava muito molhada, e eu ainda estava incerta do que deveria fazer. O pinto dele já estava duro de novo, mas novamente ele não tomou nenhuma iniciativa, então voltei a beijá-lo. Sentia seu pinto encostar de leve na batata da minha perna, e como minha libido é “só um pouco alta”, qualquer coisa estava me deixando tonta, sem ar e desnorteada. Tudo por causa de um menino. Meu irmão. Naquela hora achei engraçado o fato de quase nenhum homem maduro ter me deixado dessa forma, mas então me toquei que talvez seja isso que eu goste, de saciar a curiosidade de meninos tímidos.
Tomada pelo impulso e pelo desejo, fiquei de quatro na frente dele dentro do box, falei que ele podia penetrar meu ânus… E foi o que ele fez. No começo foi um pouco difícil, mas ele conseguiu colocar dentro, e então começou a me foder. Mesmo que Felipe ainda estivesse meio sem jeito, aquilo me deixou louca, eu nunca havia feito anal antes, talvez porque os rapazes que me pediram eram já bem grandinhos e aquilo poderia ser bem dolorido, mas com o pintinho do Fê, eu estava contorcendo meu corpo com aquela sensação, comecei a ansiar por mais e cada vez mais.
Mas, como nem tudo são flores, de novo ele gozou rapidinho dentro do meu cu. Durante alguns segundinhos ele se jogou nas minhas costas, e ali ficamos imóveis até o pênis dele amolecer e sair sozinho de dentro de mim. Nos levantamos e finalizamos o banho. Ele estava com o corpo todo molenga e sorridente, mas eu ainda queria um pouco mais.
Pedi pra ele se levantar e comecei a chupá-lo de novo. Rapidinho ele começou a se contorcer e a esfregar a mão na minha cabeça, estava ficando desesperado de tesão, e eu também. Nem liguei pro fato de estar sentindo o gosto do meu próprio irmão e do meu próprio cu ao mesmo tempo. Não demorou muito e ele gozou na minha boca. Desta vez cuspi sua porra e novamente ele achou que eu havia ficado brava, mas logo sorri e o reconfortei, dizendo que estava tudo bem e que estava feliz de estar ajudando ele a descobrir estas sensações
Saímos do banheiro e fomos direto pro quarto, pedi para ele se sentar na cama e eu subi em seu colo, que nem como estávamos na cozinha, mas agora não tinha nenhuma camada de roupa entre nós. Rapidinho o pau dele endureceu de novo e começou a roçar na minha pepeka úmida. Comecei a rebolar e ele gemia bem baixinho. Já era hora…
Me arrumei em cima dele e encaixei seu pinto na entrada da minha boceta, depois fui descendo bem devagar. Aquilo mexeu comigo, arrepiando cada centímetro do meu corpo. Eu estava gostando. Por mais que a vida inteira eu só tenha saído com rapazes mais maduros, o Fê me fez sentir de uma maneira diferente, algo muito difícil de colocar em palavras. Talvez fosse a nossa conexão de irmãos, mesmo que não fossemos tão próximos até este momento. Por um lado eu achei até romântico. Meu desejo sexual acabou mudando, como se meus horizontes estivessem se abrindo.
Depois disso eu fiquei de quatro de novo, mas dessa vez ele me fodeu bem na boceta, aquele pintinho podia ser bem novinho, mas estava me fazendo feliz. Comecei a gemer também, e o Fê deu uns dois tapinhas na minha bunda.
-Pode me comer, Fê, pode continuar que eu vou deixar você fazer isso mais vezes – falei, louca, sem chão. Pensar que aquilo era errado não era o suficiente pra me fazer parar.
Me deitei de ferente pra ele, e em seguida ele veio com tudo pra cima de mim na posição de “mamãe e papai”, ou melhor, “irmã e irmão”. Não demorou muito e ele começou a tremer e ir mais rápido. Ele terminou gozando dentro da minha boceta, e depois se jogou de cara nos meus peitos.
Ficamos um tempo parados, respirando, pensando no que tínhamos acabado de fazer, absorvendo os últimos minutos incríveis e libertadores.
-Fê, quando a mãe te pegou batendo punheta, ela não achou ruim nem ficou brava? – Perguntei.
-Não, ela só falou aquilo que eu disse, que eu podia fazer, só precisava manerar e não fazer perto de você.
-Por que ela disse isso assim?
-Sei lá.
Continuei pensando em voz alta.
-Tipo, não podia fazer na minha frente. Beleza, mas você já fez isso na frente dela??
-Já.
-E ela não falou NADA?
-Não, mas também eu só acabei fazendo isso duas vezes, e foi logo no começo. Achei aquilo um pouco estranho.
Eu também achei na hora que ele me disse isso, mas eu preferi continuar quieta.
Naquele dia acabamos passando do horário e o Fê acabou entrando atrasado na aula online, mas no fim das contas não foi nada demais, e a nota dele não foi tão ruim na prova de Ciências [apesar da “pequena” distração]. Começamos a “estudar” mais vezes. Alguns dias estudando de verdade, fazendo as tarefas da escola e tudo mais, mas outras vezes também sobrava tempo pra diversão.
Eu nunca quis dar um mau exemplo, mas tinha dias que ele acabava não entrando na aula, e eu só falava que a internet havia caído na hora. Por mais que ele fosse novo demais, e também pelos homens serem famosos por desmoronar depois de gozar, meu irmãozinho era difícil de parar, talvez porque ele realmente sentia o quão bom era aquilo, e por ser tão novinho, acabou se viciando em sexo, e eu por ser a irmã mais velha, me sentia no dever de satisfazer ele. Eu estava apaixonada… E acho que ele também.
Continuamos seguindo nossos dias, transando feito loucos, às vezes até ambos perdermos o controle e a noção das coisas. O desejo selvagem de foder com meu irmão era impagável, indescritível, e a cada dia eu me submetia ainda mais às vontades dele.
Eu sei que é loucura, afinal ele era uma criança, mas sei lá, nunca deixei de cuidar bem dele, e também ele nunca perdeu o respeito por mim, mesmo nestas situações.
Até que um dia, novamente loucos de tesão, perdemos a noção do tempo, e nossa mãe chegou no final da tarde, flagrando nós dois na cama…
Enfim…

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17 Comentários

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  • Responder Alex

    Delicia anjo, continua por favor

  • Responder Gato Safado

    Muito excitante, adoro sexo que tenham novinhos ou novinhas

  • Responder Ro

    Continuaaa

  • Responder Alex

    Adorei o conto! Muito excitante, bati uma bem gostosa lendo… Que delícia!

  • Responder Rafael Eros

    Muito bom

    • Juliana L.

      Obrigada Rafa. Fico muito feliz com esse retorno positivo que vcs me dão

  • Responder Mariana

    nossa amei o conto…. fiquei toda molhada aqui … me toquei muito… conta a outra parte

    • Juliana L.

      Siiiim. Eu me liguei depois de um tempo que poderia ser um desejo meu, um fetiche, mas às vezes parece até que ultrapassa estes limites. É algo sem igual

    • RenatoOi

      Oi Juliana boa tarde. Coloca no segundo conto a mãe dele, vai ser muito gostoso. Ou não vai ter o segundo episódio?

  • Responder Rafaella

    Acontece Ju… quem mandou esquecer a porta destrancada… KKKKK

    • Juliana L.

      Hahahahah eu tô ligada, foi a primeira coisa que passou pela minha cabeça na hora. Mas enfim. Obrigada pelo apoio

  • Responder Tarado pelas novinhas

    Muito bom adorei tem continuação

  • Responder Valquiria

    Nao vejo a hora de me siriricar com a continuação!

  • Responder Letícia Freire

    Muito bom. Eu acho difícil encontrar algo de qualidade pra ler hoje em dia. Você descreveu tudo perfeitamente e cada coisa no seu tempo. Achei bem profundo, parabéns.

    • Ty

      Quem dera eu tivesse uma irmã mais velha que me fizesse ao menos um boquete, já ficaria contente, tenho uma irmã de 8, mas não tenho coragem de tentar algo

    • Juliana L.

      @Ty isso é um assunto muitíssimo delicado rsrsrs se eu fosse você, esperaria mais um pouco, mas também nada de forçar a barra.

    • RenatoOi

      Leticia quero muito sua amizade, vc parece ser muito carinhosa