# # #

minha sobrinha bia tesão da minha vida

2267 palavras | 2 |4.29
Por

quando casei venho de brinde com minha esposa uma sobrinha para mim ajudar a criar isso não poderia dar certo

Nunca fui de gostar de menina nova mas esse conceito era algo que estava prestes a mudar.
Sempre fui de trabalhar fora da minha cidade( e trabalho desde os 13) mas quando fiz 21 anos decidi que este meu estilo de vida não me servia mais pois tudo que ganhava gastava na bagunça, resolvi que precisava de mais responsabilidade, e pra isso resolvi achar uma doida pra casar, e realizar um dos meus poucos sonhos na época, ter uma filha.
Não demorou muito e achei alguém que se encaixava no meu perfil, e não muito longe de onde morava, em uma casa vizinha morava três irmãs a mais velha estava começando um namoro e as outras duas estavam solteira, gostei mais da mais nova, e com poucos dias de namoro falei pra ela dos meus planos de ter uma filha, ela prontamente aceitou e resolvemos morar juntos.
Aí começa realmente a história, minha namorada pediu para que eu desse a mão para o meu sogro que não estava muito bem financeiramente na época, e eu falei ” sem problema traz ele morar conosco”, o que eu não sabia é que ele criava uma neta, filha da minha cunhada mais velha, aquela que estava começando um namoro, no dia da mudança minha então nova sobrinha veio morar conosco, eu a achei muito linda, a pele bem branquinha, os lábios carnudos e vermelhos sem batom eram naturais, um cabelo meio cacheado de um tom castanho claro, ela era magra mas com uma bunda bem redonda e saliente na medida certa, peitos bicudos e ainda nascendo, estava de calça jeans que marcava seu corpo, e uma camisa de algodão bem folgada mas que dava para ver o bico dos seios marcando pois estava sem sutiã, esta é uma das lembranças mais clara na minha mente de toda minha vida, também uma das mais lindas.
Como disse antes, não gostava de me envolver com novinhas, mas aquela visão foi perfeita de mais para esquecer, mas vida que segue, com o tempo e a convivência acabei descobrindo que ela era uma menina bem assanhada, no lugar em que moramos tem um inverno bem frio, é quase que um costume quando a gente vai assistir televisão levar um cobertor e se cobrir, mesmo de dia, comecei a notar que cada vez que eu sentava no sofá e me cobria ela vinha e sentava ao meu lado, ela colocava sua cabeça no meu ombro e logo me abraçava na altura do umbigo, por debaixo da coberta, isto me fez ter por ela um amor paterno pois queria uma filha e não a tinha ainda.
Porém com o passar do tempo esta mão que estava na altura da cintura começou a escorregar e cada vez mais em direção a minha virilha.
certo dia aconteceu que todos precisaram sair, não lembro o motivo, e eu quis ficar, ela também quis, como gosto muito de assistir filme fui logo me sentar no sofá e cobrir as pernas de novo, percebi que ela foi pro quarto, passado alguns minutos ela veio assistir comigo mas diferente das outras vezes ela havia trocado de roupa, não estava mais com calça e blusa como a 10 minutos, e sim com um calção curto e largo e um top aparecendo a barriguinha chapada dela, eu já achei que estava alguma coisa errada, mas não falei nada, como todo bom curiosa queria ver até onde iria aquela situação, qual era o plano da safada.
Como todas as outras vezes a bia veio e sentou ao meu lado se cobriu e e por baixo das cobertas pegou minha mão e colocou em sua coxa e aí deitou em meu ombro e me abraçou, mesmo desconfortável com a situação, eu no fundo gostei, mas dentro de mim eu sentia como se um anjo e um demônio estivessem brigando, o anjo dizendo pra tirar a mão e dar um chega pra lá nela, e o demônio falando aproveita, eu decidi nem aproveitar e nem tirar a mão, apenas deixar ela lá no meio do caminho entre seu joelho e sua bucetinha, que por sinal apesar de já ter visto minha sobrinha de calcinha não havia visto sua bucetinha mas pelo volume na calcinha era bem pequena.
Assim fiquei um bom tempo pensando, mas logo a bia dá uma mexida brusca e minha mão vai parar bem ao lado da sua ppk, não sei se foi de propósito mas o fato é que o meu dedo mindinho ficou encostado em sua calcinha, fiquei querendo dar uma passada de mão com vontade para sentir de vez toda sua bucetinha, a essa altura meu pau já estava duro, e bem duro, ela estava com a mão dela em meu peito, olhei para ela, ela olhou diretamente em meus olhos, pude sentir toda a sua safadeza em seu olhar, bia começou a descer a mão pelo meu corpo senti arrepios, mas quando ia chegar em meu membro, levantei rápido só pensando o quanto aquilo era errado, fui para o quarto mas aquela cena não me saia da cabeça, o calor que senti em sua ppk, o seu olhar, o que poderia fazer, e por quanto tempo poderia resistir, apesar de não querer era muita tentação, mas não queria aprontar com minha esposa que a já estava gravida, mas uma coisa eu falo quanto mais você não quer mas o diabo atenta.
A bia tinha o costume de entrar no banho e esquecer o mundo, colocava um celular para tocar e ficava uma hora em baixo do chuveiro, e eu com o costume quase que sagrado ia até a porta batia e pedia para apurar, em uma noite ela foi tomar banho e após uns 15 minutos lá vou eu falar para ela apurar, o banheiro tinha box, mas bia sempre estava com a porta do banheiro fechada, não neste dia, e pra ajudar ela estava com a porta do box aberta também, quando cheguei para bater na porta vi ela de costa tomando banho, deu para perceber que estava se masturbando, fiquei uns 30 segundos contemplando aquele corpo perfeito, a pele branca molhada, a bunda redondinha, as pernas lindas o corpo magro, e o cabelo que chegava até o meio das costas, mas o que mais reparei é que estava com as pernas um pouco abertas, com a mão na bucetinha, quando bati na porta rapidamente ela se virou tirando a mão da ppk neste momento deu para ver claramente ela tirando o dedo indicador de dentro da buceta, quando ela ficou de frente pude pela primeira vez contemplar seu corpo todo nu, os peitinhos vermelhos mal apontavam, seu corpo magro era lindo, as pernas não eram secas, e sua bucetinha tinha poucos pentelhos e estes eram castanho avermelhado, mas o que me chamou mais a atenção era que seus grandes lábios se projetavam para fora e faziam um rolinho vermelho na rachinha da bucetinha, deu para ver no rosto dela que nem com vergonha ela ficou, e eu apenas falei “apure no banho”, mas dentro de mim algo mudou, eu que não queria me envolver, passei dias pensando em come-la, aquela bucetinha não me saia da cabeça, toda vez que tomava banho tocava pensando nela, mas agora que eu queria não tinha oportunidade e quanto mais o tempo passava mais louco por ela eu ficava.
Mais ou menos um mês se passou assim até surgir a oportunidade ideal, por um problema com a família da minha esposa ela e meu sogro tiveram que sair, como o bairro que iam era longe eu sabia que iam demorar, como sempre a bia não quis ir junto.
Logo que saíram fui deitar no meu quarto, sabia que a bia ia achar alguma desculpa para entrar lá, deixei a porta aberta ela passou um monte de vez na frente e eu só olhando até que ela foi passar de volta e eu ” tá brava comigo?” eu sabia que ela não estava mas era uma forma de puxar conversa, ” não, eu não estou, é você que não fala comigo”, e continuei “depois daquele dia que te vi no banheiro tocando uma você evitou conversa comigo”, ” não evitei, e eu não estava tocando uma”, continuei a provocação ” estava sim e estava até com um dedo enfiado na bucetinha deu pra ver” ” quanto tempo você ficou olhando” ” não muito mas deu pra ver você tirando o dedo, estava tocando pensando no Paulinho?” nome de um menino que sei que ela andava ficando, ” não eu estava pensando em você, mas você é viado não me quer”
neste momento meu sangue subiu e respondi ” entre aqui que vou te mostrar o viado” e a bia me respondeu ” não vale a pena” neste momento levantei da cama agarrei-a pelo braço joguei-a na cama e falei ” vai valer sim” e já fui beijando aqueles lábios carnudos e vermelhos, apesar de aparentemente inexperiente ela beijava demais, que beijo gostoso, passei um tempo beijando sua boca antes de descer para seu pescoço, quando passei minha barba em seu pescoço bia começou a se contorcer, desci o rosto rente a seu corpo quando passei sobre seu peitinho peitinho dei uma leve mordida e novamente ela se contorceu, fui levantando sua camisa e beijando sua barriga, até tirar a camisa, estava sem sutiã revelando seus peitinhos de biquinho avermelhados, comecei a chupa-los cabia inteiro em minha boca, eram duros e estavam ficando com o bico cada vez mais duros, uma delicia, após chupar seus peitinhos voltei a beijar sua boca, senti a sua mão segurar o meu pau por cima do calção, resolvi colocar a minha mão na sua bucetinha, fui colocando devagar a mão por dentro do seu calção, e senti sua bucetinha na minha mão, era realmente pequena mas com lábios enorme para ela que buceta macia mal dava para sentir os pelos, separei os lábios com os dedos indicador e anelar quando comecei a passar o dedo pelo meio da bucetinha senti ela toda molhada, passei o dedo por toda ela até o grelinho que era muito pequeno passei o dedo varias vezes pela sua bucetinha enquanto a beijava, mas toda vez que colocava o dedo na entradinha ela se contorcia, na verdade até consegui dar uma forçadinha mas não entrou, eu ia ter um trabalho se quisesse comer minha sobrinha, tentei uma ultima vez colocar o dedo ela se contorceu, perguntei se doía ela respondeu ” um pouco”, não iria desistir aquela altura, passei meu dedo mingo na sua bucetinha para molha-lo, coloquei na entradinha de sua bucetinha, dei uma empurrada e mesmo ela se contorcendo entrou a ponta, comecei a movimentar levemente para dentro e para fora, senti seu corpo todo se arrepiar e contorcer, logo ela também já estava se mexendo no ritmo de minhas dedadas, até parou de me beijar, eu enquanto masturbava ela com o dedo observava seu rosto que foi ficando levemente vermelho, sua boca estava semi aberta, sua respiração começava a acelerar, dava para ouvir um gemido baixo cada vez que soltava o ar, gemido este que foi ficando mais alto, pensei esta é a hora vou tirar seu calção e penetra-la já dava para sentir as contrações da sua bucetinha, o problema é que o meu dedinho mingo só tinha entrado a metade e parece que não entrava mais, bia tinha uma bucetinha realmente apertada, pensei, que se foda, tirei o dedo, levantei tirei meu calção, o dela, minha cueca e sua calcinha deitei e pedi pra ela vim por cima, ela veio beijei-a e com os dedos separava os lábios de sua buceta, deixei-a bem aberta e encostei a cabeça do pau, comecei a forçar de leve num movimento de vai e vem mas não entrava nem a pontinha,( diferente do que falam nos contos não é fácil de penetrar), pensei vou dar uma boa chupada e depois tento de volta, rolei na cama deixando-a por baixo e fui descendo com a cabeça até sua bucetinha, quando abri os lábios de sua bucetinha vi que já estava vermelha, e vi também a entrada que era muito pequena, não tinha a chance que meu pau fosse entrar ali, mas quem sabe, comecei a chupa-la, tentando entrar com a pontinha da língua, ela se contorcia, acho que já estava doendo um pouco, resolvi então chupar bem seu grelo, novamente ouvi o seu gemido, e sua respiração aumentar, chupei-a bastante e resolvi tentar uma ultima vez, abri bem as pernas dela, com os dedos abri sua bucetinha que estava bem molhada, posicionei o pau na entrada e resolvi dar uma boa forçada, percebi que ela também forçava, o meu pau duro que estava ainda assim arqueava e não entrava, ela era muito apertada, percebi que aquele dia não iria entrar, voltamos a nos beijar e terminamos por aí, ou poderia minha esposa voltar e nos flagrar…
Este é meu conto por hoje, mas posso continuar, deixe aqui seu comentário… Até…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,29 de 21 votos)

Por # # #

2 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder netto

    continua

  • Responder Allan

    Para mano, nem continua.
    Só falta vc dizer que ela era cabaço, e que sua rola tem 15cm de DIÂMETRO por isso não conseguiu penetra-la.
    Pra começo de conversa, minha rola mede 16cm, e minha afilhada tinha nove qdo tirei o cabacinho dela. Era apertadinha tbm, mas não ao ponto de não conseguir penetra-la. Só não forcei no cusinho, pq se a minha namorada reclamava de dor, e já me dava o cusinho desde sempre, imagina minha afilhada com 9a. Mas sim, comi o cusinho dela muitas vezes, mas aí ela já estava com 16, 17a. Gemia, e as vezes até chorava implorando pra eu gozar rápido pq estava doendo, mas aguentava bem.
    Ah…e ela não foi a única novinha que meti a rola, e com nenhuma delas tive esse problema.