# # #

Meus Meninos 10

8227 palavras | 40 |4.61
Por

Eu ainda não podia acreditar nos meus olhos enquanto observava aqueles meninos quentes vestindo sungas e brincando alegremente com meu filho sob o céu estrelado da noite de Fortaleza. Os outros meninos deveriam ser dos outros dois bangalôs que se alinhavam do lado de fora da área da piscina privativa.
Ao sair para a área externa, notei dois homens sentados em uma mesa do pátio em frente ao bangalô do meio, assistindo aos meninos brincando na piscina. Eles estavam apenas vestindo shorts soltos com o resto de seus impressionantes corpos, distintos, mas igualmente gostosos, claramente em exibição. Eles me notaram e me acenaram com um sorriso.
– Olá. – Um dos cavalheiros disse com um sotaque levemente mineiro enquanto ambos se levantaram para me cumprimentar.
– Eu sou João, mas você pode me chamar de JP para abreviar. – O primeiro homem disse enquanto eu apertava sua mão. – E este bom moço aqui é o Tadashi. – JP disse enquanto eu apertava a mão do homem asiático ao lado dele.
– Prazer em conhecê-lo. – Tadashi respondeu com um sorriso caloroso, seu corpo era bem definido, musculoso, mas sem exageros e sem pelos, um ar mais centrado, ao contrário de JP que tinha um biotipo mais parrudo, peito peludo, uma energia jovial, na casa dos 30, mas definitivamente não transparecia ter mais de 25.
– Por favor, senta aí Paulo. – JP gesticulou enquanto todos nos sentávamos a mesa do pátio. Como ele sabia meu nome?
– Você deve ter um milhão de perguntas. – JP disse com um sorriso largo.
– Sim, eu realmente tenho. Vocês estão com os meninos na piscina? – Eu devia ter um olhar confuso no meu rosto. JP assentiu com um entendimento e sorriso tranquilizador.
– Sim, meus meninos são os gêmeos, Hiro e Kimura. – Tadashi respondeu com um olhar de orgulho em seu rosto.
– E o meu sobrinho é o Leonardo… Leo. – JP disse. – E o nome do seu filho é Felipe, certo? – Ele acrescentou.
– Uh, sim. – Eu respondi hesitante.
– Você é convidado do nosso anfitrião gracioso, Sr. Gonzalez, mas seus amigos íntimos o chamam de Gonzo. – JP disse com uma piscadela.
– Eu tenho uma reunião com ele amanhã. Como vocês estão associados a ele? – Perguntei.
– Somos sócios comerciais do Gonzo, quero dizer, Sr. Gonzalez. E estamos cientes que nosso grupo possivelmente poderá investir na sua empresa.
Meus ouvidos se animaram depois de ouvir esse comentário, mas eu não fui capaz de buscar uma resposta, observei Felipe correndo encharcado com os outros meninos logo atrás dele até a mesa.
– Ei pai, esses são o Leo, o Kim e o Hiro! – Felipe disse animadamente com os quatro garotos pingando na nossa frente. Suas sungas brancas molhadas, pequenas e agarradas aos seus bonitos corpos infantis, quase conseguíamos ver através delas fazendo-os parecerem quase nus.
– Prazer em conhecê-los, meninos. – Eu disse diante de um pensamento malicioso, meu pau começou para ficar duro enquanto eu observava toda a carne molhada dos garotos em exibição na minha frente. Um dos gêmeos se aproximou de mim, sua perna molhada fazendo contato com a minha.
– Oi, eu sou o Hiro. – O querubim de olhos puxados me disse corajosamente com um tom entusiasmado e um sorriso no rosto. Então, antes que qualquer um de nós soubesse o que estava acontecendo, dois dos meninos agarraram os lados de sua sunga molhada e a puxaram para baixo deixando-o completamente exposto, o pau púbere e sem pelos de Hiro em exibição a poucos centímetros de mim. Todos eles começaram a rir incontrolavelmente. Hiro parecia surpreso e então corou, mas não se incomodou em se cobrir. Na verdade, eu notei seu pauzinho dar uma leve pulsada.
– Eu vou te bater Kim! – Hiro meio que gritou e riu enquanto deixava a sunga sair por suas pernas para não cair quando os meninos a puxaram. Eu assisti sua bunda bonita e branquinha correr atrás de seu gêmeo que acabara de lhe provocar. Eu pude ver o Kimura mergulhar na piscina quando seu irmão nu mergulhou atrás dele. Os outros meninos os seguiram, rindo histericamente, e entraram na água. A piscina rapidamente se transformou em uma cena caótica de garotos rindo e espirrando água.
– Meninos, o que se pode fazer? – JP deu de ombros, o que nos fez rir. Então uma sunga branca veio voando da piscina, aterrissando ao nosso lado com um barulho molhado.
– Agora você está sem também! – Os gritos dos meninos foram rapidamente seguidos por mais salpicos. – Ha ha! Você ficou pelado também! – Então mais duas sungas molhadas foram jogadas para fora da piscina, ao lado das outras peças já despidas. Então houve mais comoção quando os meninos realmente começaram a espirrar água e se agarrar. Quem sabe o que realmente estava sendo agarrado sob a superfície? Mas os meninos pareciam estar se divertindo.
– O Sr. Gonzalez queria que eu desse isto a você. – Tadashi disse enquanto me entregava um envelope branco com meu nome e o de Felipe escritos à mão lindamente. O envelope foi selado com cera vermelha na forma da letra “G”.
– Este é o seu convite. Abra junto com seu filho. Certifique-se de você trará o convite com você para a reunião amanhã, caso contrário eles não irão deixar você entrar. – JP disse em tom sério, mas depois acrescentou. – Seu filho deve ser incrivelmente especial para ser convidado para a casa do Gonzalez. – JP disse com um sorriso.
– Eu pensei que a reunião fosse apenas entre o Sr. Gonzalez e eu, não é? – Eu questionei.
– Não, Gonzo adoraria conhecer seu filho, ele leva jeito com crianças. Se você causar uma boa impressão no Gonzo, todos os ativos de nossa empresa estarão ao seu serviço. Considere a presença de vocês como garantia para participar da companhia. – JP disse com um sorriso, ele então olhou para o relógio.
– Bem, todos nós temos um longo dia amanhã e está ficando tarde. Foi um prazer conhecê-lo, Paulo. – JP disse enquanto se levantava da mesa do pátio. Tadashi e eu também nos levantamos.
– OK rapazes! Hora de se arrumar para dormir! – Tadashi disse em tom firme, mas ao mesmo tempo amigável. Kim e Hiro soltaram um “awwww” decepcionados, a bagunça parou rapidamente e todos os quatro meninos nus se retiraram da piscina. A parte interessante é que nenhum deles se preocupou em colocar suas sungas de volta. Cada garoto se direcionou para seus respectivos bangalôs, até Felipe me surpreendeu fazendo a mesma coisa e entrando como se ele estivesse recebendo ordens de Tadashi há anos. O homem asiático balançou a cabeça quanto notou todos os meninos esquecendo suas sungas brancas para trás.
– Esses meninos não tem jeito. – Ele disse com um encolher de ombros seguido por uma risada rápida quando ele pegou as roupas dos gêmeos. JP e eu fizemos a mesma coisa, então cada um de nós se dirigiu para nossas próprias acomodações.
– Foi um prazer conhecê-lo, e espero que possamos nos encontrar novamente em breve. – Tadashi disse quando nós apertamos as mãos e depois nos separamos enquanto ele seguia os gêmeos. Eu segui meu garoto nu para dentro enquanto os outros homens e meninos desapareciam de vista.
– Deus, meu filho tem uma bunda incrível. – Eu pensei comigo mesmo enquanto seguia meu garoto sexy de oito anos de volta para dentro.
– Ei, Lipe, espera um pouco, eu tenho algo para lhe mostrar. – Disse enquanto eu ainda admirava o rabo do meu filho na minha frente. Felipe parou e girou rapidamente de uma maneira que apenas meninos animados poderiam fazer, quebrando meu contato visual com sua bunda. Ele permaneceu nu na minha frente enquanto eu entregava o envelope branco lacrado para ele.
– É endereçado a nós dois. Vá em frente e abre. – Ele pegou o envelope e se jogou no sofá para lê-lo. Felipe abriu o lacre de cera e tirou um cartão branco com a mão – Bem-vindos! – Escrita em letra cursiva na frente. Ele abriu o cartão e leu em voz alta para mim.
“Bem-vindos, Paulo e Felipe. Obrigado por terem vindo à Fortaleza.
Você e seu filho estão cordialmente convidados para um dia em minha propriedade, Espólio do Deleite. Meu motorista, Cícero, estará disponível para pegar os dois pela manhã, às 10 horas em ponto. Espero que possam passar o dia em minha casa enquanto desfrutamos da praia particular e assim conhecermos um ao outro melhor, para quem sabe virmos a ser futuros parceiros de negócio. A vestimenta é casual e seu filho pode se sentir à vontade para trazer seu traje de banho. Ansioso para conhecê-los. Atenciosamente Gonzalez.”
– UAU! Isso parece legal! – Felipe disse, ele se animou no sofá enquanto relia novamente para si mesmo. Fiquei satisfeito com o quão feliz Lipe se sentiu para este encontro. Mas eu tinha minhas ressalvas e estava me sentindo um pouco nervoso com toda a situação em que me encontrava. Entrei na cozinha para fazer algo para comer e me servir uma bebida, porque eu realmente precisava neste momento. De repente, houve uma batida na porta de vidro traseira que ligava ao pátio e Felipe pulou do sofá para atender. Felipe abriu a porta e Hiro estava parado lá com uma pequena caixa branca na mão. Claro que ele ainda estava nu, eu também notei que o pênis dele estava completamente duro.
– Esquecemos de lhe dar isso. – Hiro disse, rindo um pouco quando ele entregou a caixa para Felipe. – É para a reunião amanhã, as instruções estão dentro. Abra quando estiver sozinho, é um presente. – Ele disse com um sorriso, depois ele se inclinou e sussurrou no ouvido de Felipe. – Eu acho que você vai gostar. – Hiro então beijou Felipe no rosto. Os dois garotos estavam subitamente envolvidos. Notei que o pênis de Felipe ficou instantaneamente duro naquele momento.
De repente, Hiro se afastou do beijo com um grande sorriso no rosto. – Tenho que ir, vejo você amanhã. – E então ele voltou à escuridão da noite. Felipe parecia um pouco atordoado e extremamente excitado quando ele deslizou a porta a fechando e voltou para onde eu estava na cozinha segurando a pequena caixa branca. Seu pau duro de garoto liderando o caminho.
– Você está bem, filho? – Eu perguntei a ele.
– Uhum. – Ele respondeu com um olhar ligeiramente vidrado no rosto. Me senti ousado quando me abaixei e acariciei levemente sua dureza com a mão. – Belo beijo. – Disse o olhando ficar um pouco vermelho, ele fechou os olhos e soltou um leve gemido. Eu agarrei seu pau de menino um pouco mais firme e o torci levemente entre os dedos. Meu garoto gemeu mais alto enquanto agarrava a lateral do balcão da cozinha para se firmar. Inclinei-me e sussurrei em seu ouvido.
– É melhor se preparar para a cama, garoto. Parece que temos um longo dia à frente amanhã. – Ele então sorriu para mim e empurrou minha mão para longe de seu pintinho latejante.
– Apenas para o Jamal… papai. – Felipe disse com um sorriso desonesto, então ele virou e correu para as escadas rindo todo o caminho. Eu me senti negado, mas meu pau endureceu mais rápido enquanto eu observava sua linda bunda nua no topo da escada. Imagens da mesma bunda macia recheada com um pau preto encheu minha mente. Com sua caixa branca misteriosa dobrada debaixo do braço com seu pau duro balançando para cima e para baixo, meu filho rindo todo o caminho enquanto corria pelas escadas para o seu próprio quarto. Eu o ouvi fechar a porta do quarto e se preparar para dormir. Eu estava proibido de tocar meu próprio filho agora? Eu acho que Felipe gostava de me negar seu corpo.
Eu fiquei lá embaixo e me servi de mais um copo de uísque enquanto tentava reunir meus pensamentos. Meu pau estava dolorosamente duro quando eu caí de volta no sofá esfregando minha dureza através das calças enquanto tomava minha bebida. Muitas perguntas estavam passando pela minha cabeça naquele momento. Eu estava realmente começando me abrir para desfrutar em assistir meus filhos florescendo como seres sexuais, aprendendo as alegrias e desejos proporcionados pelo pau de um homem adulto. Eu sempre tive um desejo secreto em meninos e adolescentes, mas agora eu podia ver a coisa real e era muito melhor do que eu jamais poderia imaginar.
Mas a grande questão em minha mente, era o que ia acontecer nesta reunião amanhã. Este Senhor Gonzalez garantiu que seu investimento em minha empresa ajudaria a transformá-la de uma empresa nacional em uma sede de força internacional. Meu maior medo sobre isso seria acabar perdendo o controle da minha própria empresa ao ter acesso a um grande suprimento de capital de investimento para impulsionar meus negócios para o próximo nível. Eu gostaria de arriscar tudo? O que eu teria que sacrificar de minha parte? Esses pensamentos mataram minha ereção, terminei minha bebida e fui para a cama.
Eu espiei o quarto de Felipe para checá-lo, o cachorrinho estava já adormecido, deitado nu na cama. Ele já tinha chutado os lençóis para fora dele nesta noite quente de Fortaleza. Seu jovem corpo de menino brilhava iluminado pelo luar. A caixa branca que Hiro lhe dera estava apoiada ao lado dele. Eu me perguntava o que poderia estar nessa caixa. Mas tenho certeza que descobriria em breve.
– Boa noite, meu garoto sexy. – Eu sussurrei enquanto fechava a porta silenciosamente e depois fui para o meu próprio quarto. Deixei meu laptop ligando enquanto usava o banheiro, uma mensagem apareceu na tela me alertando que meu computador detectou o sistema wi-fi do hotel se eu quisesse conectar. Eu aceitei e depois de alguns momentos outro aviso apareceu dizendo que eu tinha uma nova mensagem na minha caixa de entrada. Meu pau instantaneamente endureceu novamente quando notei que era de Jamal. Eu me perguntava como as coisas estavam indo com Luiz?
Eu rapidamente tirei minhas roupas e peguei uma garrafa de lubrificante da minha bolsa, fiquei confortável em minha cama para ver o que Jamal havia me enviado. Abri o email, mas notei que não havia um arquivo de vídeo anexado.
– Isso é estranho! – Pensei comigo mesmo ao abrir o email.
“Oi Paulo! Espero que você esteja gostando de Fortaleza.
Siga as instruções, após finalizadas cliquei no link abaixo e digite a senha. Luiz tem alguns truques novos para lhe mostrar.
Senha: 4Rch19E14g0JaMal2O
Jamal”
Segui um tutorial detalhado, então cliquei no link e uma janela apareceu com instruções para inserir a senha. Após digitar a senha e clicar em inserir uma janela de bate-papo por vídeo apareceu. O que ouvi e vi na tela do meu laptop levou meu fôlego e fez meu pau pulsar. A tela foi preenchida com um close de uma boca esticada o mais largo possível. Um grosso pau preto foi enterrado profundamente na boca, os sons da respiração pesada misturado com borbulhantes sons de asfixia derramavam das caixas de som do laptop. Então eu ouvi gemidos guturais de menino vindo de quem estava tentando engolir o pau.
– Sim, garoto, chupa essa pica… – Uma voz profunda e dominante disse fora da câmera. – Engula-o pela garganta, garoto. – Enquanto a boca de menino se esticava e babava ao engolir. A imagem passou de sua boca até a garganta, mostrando a tentativa de engolir e aceitar o pau grosso. Então eu notei um colar que já estava desgastado no pescoço. Parecia familiar, mas eu não conseguia lembrar.
Então me bateu! Eu estava assistindo meu mais velho, meu orgulho e alegria sendo usado como um brinquedo sexual vivo para o mundo ver. Eu tinha visto aquele colar nos últimos quatro anos. Um colar de madeira em formato de osso de peixe, agora já apertado no pescoço do meu menino que estava ficando cada vez maior. Foi um presente de Cecilia em uma das férias de família em que fomos para Miami quando ele tinha oito anos. Ele usava todos os dias desde então e agora estava ficando muito apertado para ele usar, mas ele se recusava a tirá-lo.
Meu pau babou como um louco quando percebi que tinha uma vista do banco da frente do que estava acontecendo com meu filho. Era ainda mais gostoso saber que isso estava sendo transmitido ao vivo para outras pessoas que estavam gostando da minha carne e sangue sendo usada como um brinquedo por homens negros. Então eu ouvi mais alguns sons ao fundo que me disseram que eu não era o único assistindo isso.
– Parece que mais dos meus irmãos querem ver um pouco mais do seu corpo sexy, garoto. – A voz de Jamal riu. – Ah, e também temos um observador extra especial assistindo, alguém acabou de fazer login do Nordeste. Tenho certeza que você ficará orgulhoso com o que verá.
Jamal manejava a câmera e a aproximou, pude ver de perto o rosto e o pescoço de Luiz enquanto ele continuava a tentar engolir a massa espessa do pau preto. Á quem quer que pertencesse esse pênis, parecia que queria garantir que ele fosse completamente enterrado na garganta de doze anos, não importasse o quê. O pau forçava caminho um pouco mais fundo a cada impulso para frente. Eu estava duro enquanto assistia a garganta de Luiz tentando acomodar aquele membro grosso. Jamal definitivamente esteve ocupado com Luiz desde que eu saíra. Eu pergunto se isso estava acontecendo o dia todo.
Parecia que Luiz estava tentando respirar enquanto seu nariz se alargava, ele tentou inspirar. A câmera recuou lentamente, expondo a imagem do corpo do meu filho mais velho encharcado de suor. Percebi finalmente que era Ravi quem estava preso ao grande pau enfiado pela garganta do meu garoto, ele parecia como se tivesse ganhado alguns centímetros a mais, o tesão dele devia estar no ápice conforme enterrava até as bolas profundamente na garganta apertada de um adolescente. O colar de Luiz parecia estar pronto para arrebentar, tão justinho assim me fazia lembrar uma coleira.
Então, quase como se estivesse em câmera lenta, enquanto Luiz tentava engolir novamente, Ravi deu um rápido impulso para a frente, fazendo com que os últimos centímetros desaparecessem na garganta do meu filho mais velho, o que ocasionou na quebra da corrente do colar de Luiz com a tensão. Luiz começou a golfar quando a carne grossa chegou ao fundo de sua garganta.
– Golaço! A multidão vai à loucura! – Ravi gemeu enquanto mantinha seu pau enterrado na garganta de Luiz, apertando sua virilha no rosto do meu filho.
– Meu pau pertence à sua garganta, vadia. – Enquanto Ravi segurava firmemente a parte de trás da cabeça de Luiz com uma mão, impedindo-o de se mover, mantendo o nariz do menino enterrado entre seus pentelhos espessos, e acariciava o pescoço dilatado de Luiz com a outra. Parecia que Ravi estava acariciando seu pau pelo pescoço de Luiz. Meu menino parecia que estava prestes a desmaiar quando seus olhos começaram a lacrimejar.
Acariciei furiosamente meu pau enquanto assistia a enorme pica de Ravi finalmente deslizar para fora da garganta de Luiz, deixando-a voltar ao tamanho normal, dando ao meu menino uma chance de respirar enquanto tossia e ofegava por ar.
– Aqui cadela, dê algumas boas respiradas antes que eu deslize minha vara de volta. – Ravi riu, abrindo algum vidro de poppers, Luiz inalou cinco ou seis vezes antes Ravi deslizar seu pau grosso todo o caminho de volta para dentro da boca do meu menino até as bolas. Desta vez sem nenhum problema, inclusive conseguia perceber a língua de Luiz por baixo se movimentando e brincando com a extensão do membro e o saco.
– Sim, puta, isso, está melhor agora, mostre a porra da minha vara o quanto você a ama. – Ravi gemeu quando ele moveu seu pau para fora e de volta para dentro da garganta de Luiz, batendo seu saco molhado e pesado contra o queixo de Luiz com tapas contínuos.
– Seja legal e lubrifica bastante para mim. Vou foder gostoso sua buceta, é tão bom. E vou te deixar pronto para o próximo grupo. – Os lábios de Luiz estavam agora obscenamente embrulhados ao redor da base do pênis de Ravi, enquanto ele entrava e saía da boca de Luiz. Jamal deu um zoom na garganta de Luiz, mostrando-a preenchida com o pau preto e grosso, sendo fodido até o talo na garganta de 12 anos. Tudo o que ouvia de Luiz era um gemido ocasional ou um barulho de gargarejo enquanto ele tentava manter a garganta relaxada.
Outro toque soou e Jamal anunciou – Um dos irmãos desta manhã quer ver sua bucetinha novamente para ver como está indo até agora – Ele riu, a imagem tremeu brevemente quando Jamal reposicionou a câmera a estabilizando. Sem dúvida Jamal havia colocado a câmera em um tripé pelo novo ângulo e depois deu um zoom na bunda musculosa e redonda de Luiz. Antes que ele ampliasse pude perceber que isso estava sendo filmado no meu quintal. Parecia que eles estavam ao lado da piscina no convés.
As mãos de Jamal massagearam a bunda perfeita e macia de Luiz, que brilhava sob a luz da iluminação artificial e do luar. Isso também fez Luiz soltar um alto gemido de desejo abafado e cheio ao redor do pau de Ravi que agora estava novamente enterrado completamente na garganta do meu filho mais velho. As mãos escuras de Jamal agarraram as nádegas bronzeadas e douradas abrindo a bunda expondo um cuzinho avermelhado e inchado, bem usado. Os dedos de Jamal abriram o buraco não mais tão apertado de Luiz e eu assisti extasiado como a porra fluiu continuamente para fora de sua bunda.
– Garotinho, você com certeza tem muita porra nessa sua buceta. – Parecia que Luiz tinha sido fodido constantemente desde manhã, se isso fosse possível. Quantas vezes meu garoto tinha sido fodido desde eu o deixei aos cuidados de Jamal? Quem mais além de Jamal, e sem dúvida Ravi, havia transado com ele? Usando meu garoto como brinquedinho, deixando os outros assistirem como meu menino de doze anos não mais inocente foi transformado em um viadinho louco por um pau preto.
Lembrei-me do vídeo anterior, onde Fernando tinha limpado a bunda de Luiz como a boa vagabunda que ele era, do mesmo modo parecia haver inúmeras cargas fluindo para fora dele agora. Então me perguntei onde Fernando estava, e quase na mesma hora Jamal falou.
– Você tem ainda mais porra em você do que o Nando e o Gabriel tinham no rabinho deles antes deles irem embora, não é? – Jamal disse batendo na bunda de Luiz com força, fazendo-o gemer de prazer em torno dos grossos centímetros de Ravi, que agora estava enterrado até o talo em sua boca. Meu garoto estava realmente gostando disso, ele arqueou sua bunda de volta querendo mais.
Jamal começou a trabalhar dois, depois três dedos na bunda do meu garoto, o abrindo enquanto Ravi fodia seu rosto como se ele fosse uma boneca inflável. Ravi não se incomodou em parar ou até mesmo dar uma desacelerada enquanto ele fazia Luiz inalar mais poppers, ele apenas segurou o vidrinho contra o nariz de Luiz quando ele martelava dentro e fora da garganta do meu filho. Não parecia importar para Luiz o que eles faziam com ele, apenas que eles continuassem fazendo isso. Ele era deles e parecia aceitar seu papel, como nada mais do que como uma peça de teatro, performando diante da câmera.
A baba derramava para fora do meu pau enquanto eu o acariciava intensamente assistindo meu primogênito ser usado como uma prostituta barata. Não podia acreditar no quão excitado eu estava naquele momento. Eu queria vê-los usá-lo para o seu prazer, não, eu precisava ver isso. O que Jamal estava fazendo com meus filhos era muito melhor do que qualquer parte dos meus pornôs com crianças que eu assisti por anos.
Enquanto Jamal continuava a tocar o buraco de Luiz, ele se inclinou para baixo até o ouvido de Luiz perguntando – O que seu pai pensaria se ele visse você assim garoto?
– MMMmmmmMMMM! – Gemeu meu garoto, essa pergunta pareceu tornar Luiz mais selvagem enquanto tentava mover sua bunda nos dedos de Jamal. Imaginar no que eu pensaria dele sendo usado dessa maneira por esses homens parecia realmente excitar Luiz. Isso só me fez bater punheta mais rápido, vendo meu filho sexualmente excitado com o pensamento de eu saber que ele era uma putinha.
– Acho que é hora de dar a ele um pouco de lubrificante para a próxima rodada. – Jamal sorriu, dando um tapa na bunda de Luiz com força suficiente para deixar uma marca vermelha no rabinho branco.
– Mmmmmmmmph! – Luiz gemeu, seguido pelo som dele engasgando e engolindo em seco, ele empurrou sua bunda de volta como se quisesse que Jamal o espancasse novamente. Eu nunca pensei que meu filho fosse gostar de apanhar. Minha falecida esposa e eu nunca acreditamos em punição fisica. Comecei a me perguntar o que poderia ter acontecido se eu tivesse dado uns tapas em Luiz. Eu estava vendo meu filho mais velho em uma visão completamente diferente, sob toda uma nova luz.
Ravi puxou seu pau de dezenove centímetros para fora da boca de Luiz, ele saiu pingando baba do pau e saliva por ter enterrado e fodido até o fundo da boca do meu filho. Luiz tossiu e ofegou estendendo a mão e esfregando a garganta quando ele finalmente foi capaz de respirar livremente pela primeira vez em quem sabe quanto tempo. Ravi o alimentou com mais poppers, antes de pegá-lo e colocá-lo em uma das cadeiras reclináveis ao redor da piscina.
Jamal largou a parte de trás da cadeira completamente enquanto ele agarrava os braços de Luiz e os conteve firmemente acima da cabeça, então seus braços estavam esticados e não conseguia movê-los. Uma vez que os braços de Luiz foram contidos, Ravi então agarrou as pernas de Luiz, empurrando-as para trás com firmeza, fazendo-o grunhir. Jamal pegou sua pequena e familiar caixa de madeira da mesa próximo à poltrona reclinável. Ele pegou um das cada vez mais familiares pedritas de criptonita.
Ravi agarrou as pernas de Luiz e as abriu mais do que eu já achei possível. Empurrou-os para baixo e para trás até Luiz conseguir facilmente inclinar-se para frente e chupar seu próprio pau. Sua bunda estava tão aberta que parecia que foi realmente causado por picas adultas várias vezes durante a maior parte do dia. Jamal passou por cima de Luiz, abrangendo o rosto do meu garoto, parecendo se elevar sobre ele enquanto olhava o buraco aberto à sua frente. Ele olhou para cima e sorriu para Ravi, que devolveu.
– Acho que é hora de preparar novamente antes que o próximo grupo apareça garoto. – Disse Jamal, olhando lascivamente para Luiz. Ravi sorriu em aprovação quando ele posicionou seu pau bem no buraco aberto do meu filho. A bunda do meu menino estava escancarada quando Jamal esfregou a pequena pedra branca na beira do orifício.
– Uuungh… – Luiz choramingou um pouco quando Ravi empurrou quatro de seus dedos forçando a pedra branca mais fundo em seu reto.
– Isso vai manter você animado, cadela. – Ravi grunhiu quando ele torceu o dedos no adolescente. – Como o maldito coelho Energizer, vadia! – Ele riu e então puxou os dedos para fora do buraco de Luiz, que ficou obscenamente aberto e espalhando o restante do esperma nos dedos dele. Ravi, em seguida, alinhou seus dezenove cm duros com buraco trêmulo de Luiz antes de enterrar com força em Luiz.
– AAAAAGH FF… FODA… MMMMMPH! – Luiz tentou gritar, mas depois seguiu abafando quando o impulso latente de Ravi fez o pênis duro de Luiz entrar em sua própria boca. Eu podia ouvir os gemidos abafados de Luiz rapidamente se transformarem em prazer enquanto as bolas molhadas pesadas de Ravi batiam em sua bunda adolescente lisa.
– FODE, SIM!!! CARALHO!!!! DEUS COMO EU AMO SUA PICA!!! – Luiz gritou assim que Ravi se afastou o suficiente para permitir que seu pau adolescente saísse de sua boca. Ravi tomou isso como sua oportunidade e realmente começou a britadeira na buceta de doze anos de Luiz como se ele fosse uma estrela pornô de trinta e poucos anos, como muito tempo de experiencia.
– AAAGH!!! *socada* *socada* *socada* CARALHO!!! *socada* *socada* *socada* AAAAA!!! *socada* *socada* *socada* Mmmmaaah!!! – Eu assisti com espanto e deliciado como meu filho aguentou a foda brutal como a prostituta que ele estava se tornando para os homens.
– Huuungh!!! *socada* *socada* *socada* MEEEEE FODE RAVI, PORRA *socada* *socada* *socada* AAAAGHH!! – Eu quase cheguei lá quando ouvi Luiz gemer e implorar de prazer com Ravi usando meu orgulho e alegria para vários outros verem. Ele era usado como um brinquedo como tantos outros garotos que eu assisti ao longo dos anos em vídeos e em fotos. Mas isso era diferente, este era meu próprio filho fazendo isso ao vivo. De alguma forma, ficou ainda mais quente do que assistindo o DVD do primeiro gangbang de Felipe no meu quarto.
Enquanto eu observava meu garoto se acostumar, também notei os comentários de outros visualizadores rolando rapidamente. Alguns comentando sobre a puta de sorte que ele era, e que essa merda era definitivamente um dos melhores espetáculos que eles já tinham assistido. Quantas vezes meu garoto foi fodido hoje? Alguns dos os telespectadores mencionaram oito ou nove outros nomes que eles pensavam serem tão bons como o show que Luiz estava dando. Eu até vi o nome de Felipe mencionado nessa lista.
Para alguns espectadores, apesar do desempenho de Luiz, achavam que o seu irmão mais novo era melhor. Outros sugeriram até uma competição cara a cara com os irmãos levando pica juntos para ver quem poderia aguentar mais.
Um ou dois telespectadores disseram que estiveram lá em pontos anteriores durante o dia e que sua bunda era inacreditável e recomendavam aos outros que experimentassem. Quanto mais eles transavam, melhor ficava, a puta amava um pau preto ainda mais do que seu irmãozinho. O que parecia trazer um coro de aplausos e comemorações de outros telespectadores sobre como o garoto tinha uma raba maravilhosa de se sentir e assistir.
A mesma coisa aconteceu com meu garoto inocente dormindo ao meu lado? Eu estava mais duro do que eu podia acreditar com esse pensamento, mas me perguntei se eu teria me sentido da mesma maneira que agora assistindo meu mais velho tomar pau. Eu me sentia em conflito no começo de tudo isso, mas meu lado sombrio estava em ascensão e eu não podia lutar, não queria lutar.
Os sons dos gemidos de Luiz e os gritos de prazer me trouxeram de volta do meu breve devaneio. Assistindo Ravi bater com aquele pau grosso no cuzinho dele estava me deixando louco. Então Ravi começou a bater na bunda do meu filho, com ele fodendo, dentro e fora.
SMACK!
– UUUNGH!!! RAVI MAIS FORTE!!! – *socada* *socada* *socada*
SMACK!
– TOMA VAGABUNDA!!! – *socada* *socada* *socada*
SMACK!
– Sim! Bate na minha bunda!!! – *socada* *tapa* *socada* – Os gemidos misturados com os sons de porra molhada e Luiz implorando por incentivo de Ravi a fazer mais forte quase me levou ao clímax.
Minha esposa e eu nunca tínhamos acreditado em punição corporal, então nenhum de nossos meninos já haviam sido espancados. Sua resposta aos tapas de Ravi em seu bunda e como eles pareciam excitá-lo ainda mais, talvez eu devesse ter feito isso quando ele era mais jovem!
SMACK!
– VOCÊ GOSTA FODER CRIANÇA? – *socada* *socada* *socada*
SMACK!
– MMMMPH!! PORRA, NÃO TEM NADA MELHOR QUE UM CUZINHO INFANTIL!!! – *socada* *socada* *socada*
SMACK!
– ISSO! Fode minha bunda!!! – *socada* *socada* *socada*
SMACK!
– TOMA TUDO MENINO!!! – *socada* *socada* *socada*
Luiz parecia que nunca tinha o suficiente do pau preto ou de Ravi enchendo a mão em cada centímetro de sua bunda. Luiz realmente adorou quando Ravi puxou completamente para fora e socou em seu buraco novamente, o que fez com que piscasse o cuzinho, massageando a vara de Ravi. As pernas de Luiz balançando impotentes ao lado de sua cabeça.
Sem pensar direito, peguei meu teclado e comecei a digitar uma mensagem. Minha cabeça latejava de excitação no ritmo que meu coração, enquanto eu assistia e ouvia meu belo filho adolescente, masculino, implorar para ser repetidamente estapeado e fodido sem piedade pela pica preto de Ravi. Minhas mãos estavam suando e minha cabeça batendo como um tambor quando eu apertei para enviar. Eu estava ofegando pela excitação antecipada quando a baba derramou pelo comprimento do meu pau, sem acreditar o que eu tinha acabado de fazer. Um som soou no fundo, indicando que minha mensagem foi recebida. Então eu vi aparecer na tela. Ao todo vários espectadores concordaram e começaram a solicitar a mesma coisa. Eu ouvi uma risada de Jamal saindo da câmera e sabia que ele havia lido minha mensagem. O que eu tinha feito?
– Alguém realmente especial quer ver seu bebê de perto enquanto ele recebe um pau grande e preto na bucetinha dele. – Ele disse enquanto tirava a câmera do tripé e aproximou-se por trás do pênis de Ravi. Agora eu tinha uma visão de perto do pau de Ravi se movendo para dentro e fora do meu menino de doze anos, que não era mais tão apertadinho. Os sons de sucção molhada e barulhos preencheram meu quarto de hotel, com o microfone na câmera captando a ação a apenas polegadas de distância deles. Eu nunca tinha ficado tão excitado como estava naquele momento.
De vez em quando, Ravi se esforçava completamente para me dar uma bela vista do interior do túnel espumoso e vermelho de Luiz, obviamente bem usado pela foda.
– NÃO PARE RAVI! EU PRECISO DO SEU PAU!!! – Luiz choramingou, no desejo de tê-lo de volta dentro dele.
*TAPA*
– O QUE VOCÊ PRECISA MENINO? – Ravi brincou.
*TAPA*
– EU NÃO POSSO OUVIR VOCÊ CADELA!!!
*TAPA*
– FODE! COLOCA NO MEU RABO RAVI! EU PRECISO TANTO DO SEU PAU DURO!!! – Luiz choramingou novamente. Ravi fez uma pausa e mergulhou seu pênis até a base. Eu tinha a sensação que Ravi adorava provocar Luiz.
Cada vez antes de ele poder sentir a carne dura enterrada mais uma vez em sua nova morada, Ravi continuava a bater forte em seu traseiro. Eu amei assistir a grande mão de Ravi batendo no rabo recheado de Luiz. Os gemidos de prazer e desejo após cada tapa me excitaram em um nível inexplicável. Luiz finalmente não aguentou mais. Ele puxou as pernas livres do aperto de Ravi e as envolveu na cintura dele, sem dúvida, para mantê-lo dentro de si. Ravi se inclinou se preparando, como se estivesse fazendo flexões e apenas acelerou como um cavalo sendo estimulado por seu cavaleiro.
– PUTA QUE PARIU GAROTO!!! COMO AGUENTA PICA A MINHA CADELA!
– aaaaaaagh! … Uuuuungh! … Porrrrra! … mmmmmuugh!
– Isso, é assim, garoto branco!
Ravi assumiu o controle total quando agarrou as pernas de Luiz e as arrancou da cintura. Ele então empurrou as pernas dele para trás e realmente começou a meter como um coelho com seus 21 cm. Eu assisti emocionado como a câmera transmitia suas bolas começarem a se movimentar em preparação para encher a bunda do meu filho com outra carga de porra. Eu precisava ver Ravi preencher Luiz, nada mais importava para mim. Eu estava bombeando meu pau como se não houvesse amanhã.
– Foda-se, sua puta, você tem uma buceta melhor do que a do seu irmão, e ele está perto da perfeição, PORRA! – Ele murmurou. Ravi estava suando bastante enquanto puxava completamente antes de meter em Luiz com tanta força que o fazia perder o ar. Eu poderia dizer que Ravi estava pronto para dar ao meu filho seu presente.
– TOMA MOLEQUE!!! – Ravi uivou quando se inclinou para trás e enterrou seu pau profundamente dentro de Luiz novamente.
– TOMA MINHA CADELA! – Ravi gritou. Eu estava ofegante enquanto observava aquelas bolas pesadas pulsarem e contraírem enquanto injetavam meu garoto bondoso com a porra cremosa de um homem adulto. Fiquei admirado quando parte da carga começou a escapar ao redor da carne enterrada no buraco não mais apertado do meu filho mais velho.
Ravi estava ofegando com força quando ele lentamente se afastou de Luiz. A câmera dando-me a mais bela vista da buceta de Luiz cheia de porra, que agora escorria o amor de Ravi. Eu queria estar lá para poder mergulhar e começar a limpar o traseiro do meu filho com minha própria língua e depois alimentá-lo.
A câmera então se afastou lentamente deslizando para cima e para baixo sobre o meu filho, mostrando uma vista lateral do meu menino de quatorze anos coberto de suor com Ravi ainda segurando os joelhos empurrados contra o peito. Em seguida o que notei foi Jamal colocando restrições nos tornozelos de Luiz, mantendo-o nessa posição, agora com os joelhos para atrás ao lado de suas orelhas. A bunda de Luiz estava exibida para todos online verem.
Se ele quisesse, Luiz poderia facilmente ter sugado seu magnífico pênis adolescente que estava pingando tão perto de sua boca. A câmera pairou sobre ele e deu um zoom em seus lábios, sua boca parecia encher d’água com a presença de sua própria pica tão perto de seu rosto, estava projetando-se em um ângulo obsceno implorando para ser usado. Um espesso fio de pré-gozo escorria da glande rosada, pendurado na ponta tocando seus lábios. Sua língua escapou e provou o néctar de seu pênis melado. Sons deliciosos fluíram dele, como se ele estivesse saboreando a refeição mais deliciosa.
Eu estava batendo no meu pau como um louco. Eu estava tão perto de gozar, mas eu queria ver uma coisa antes de eu chegar ao ápice. Eu larguei por um momento de minha punheta furiosa e mais uma vez comecei a digitar no meu laptop. Um som alto soou indicando que minha mensagem havia sido recebida novamente antes de aparecer na minha tela. Novamente, vários espectadores pediram que Jamal deixasse acontecer. Enquanto esperava com os outros que Jamal tomasse uma decisão, notei a contagem de espectadores. Agora, havia mais de dois mil espectadores assistindo meu filho, meu orgulho e alegria sendo usado como uma vagabunda sedenta por homens negros.
Eu pude ver uma parte do corpo nu e duro de Jamal quando ele virou o laptop em sua direção. Ouvi uma risada alta quando ele leu meu pedido. Ele faria isso ou mais uma vez me privaria como já fez no passado com Felipe. Eu vi quando Jamal trouxe o laptop à vista e o colocou na mesa ao lado de Luiz, certificando-se de que ele pudesse ver a tela. Sua boca estava ocupada lambendo o pré-gozo fluindo de seu pau, chupando-o como se fosse sua bebida favorita.
– Nosso visitante especial do nordeste do Brasil tem outro pedido, que eu sei que você realmente vai gostar. – Ele riu. – Você vai gozar agora, antes da próxima rodada começar – disse ele, dirigindo o olhar do meu garoto para a tela do laptop. Soltei um gemido cheio de luxúria quando notei que ele podia me ver na janela de bate-papo. Olhei para o topo da tela do meu laptop e a luz verde estava acesa mostrando que eu estava sendo visto por Luiz.
– Porra! Luiz pode me ver? E ele pode me ver acariciando meu pau enquanto assisto ele?! – Pensei enquanto minha mente recuava. Comecei a acariciar meu pau agora. Eu sabia que não estava muito longe de disparar minha carga de porra, mas queria tentar me segurar para que eu pudesse chegar ao clímax junto com meu filho.
Luiz olhou para a câmera, então abriu um sorriso e gemeu loucamente alto enquanto eu observava Ravi entrar em tela novamente desta vez carregando um grande vibrador preto. Isto era diferente de tudo que eu já vi, os lados eram enrugados em ondas espessas e salientes, impressionantemente longo e grosso.
– Seu melhor amigo de 35 centímetros aqui quer ajudá-lo, vagabunda, acha que você pode levar mais de vinte e quatro desta vez? Dois centímetros para cada ano de sua vida, garoto. – Ravi sorriu quando ele bateu a cabeça grossa no buraco ainda aberto do meu filho. Cada vez que ele levantava, eu podia vê-lo coberto por mais e mais do esperma de Ravi que ainda estava escorrendo do rabo de Luiz.
– Ajudá-lo a se preparar para mais tarde. – Ravi riu, batendo na bunda macia com a mão, fazendo-o gemer de prazer.
– Vamos mostrar ao papai o que você pode fazer, cadela, fazê-lo explodir sua carga. – Ele riu olhando para mim através da tela do laptop.
Eu ia assistir meu garoto tentar gozar com as mãos livres enquanto Ravi o fodia com esse vibrador? – Merda! – Eu pensei no Luiz levando 20 centímetros; ele seria capaz de aguentar mais? Em caso afirmativo, quanto mais Ravi forçaria a entrar em seu buraco não mais virgem? Meu coração estava batendo de emoção na cena que se desenrolava no meu laptop.
Ravi começou a lubrificar o vibrador, depois alinhou o brinquedo de aparência alienígena com o buraco distendido de Luiz. Ele então começou a inserir lentamente o vibrador preto no cuzinho solto de Luiz quando meu menino gemeu. Uma vez que a cabeça grande venceu a entrada do esfíncter, Ravi começou a encher a bunda faminta de Luiz com o restante. Nós dois estávamos gemendo e empurrando juntos, enquanto afundava cada vez mais fundo no meu precioso garoto.
– Caralho Luiz, aguenta esse pau.- Eu gemi automaticamente.
– Uuuugh, pai, eu me sinto tão cheio. – Luiz disse em resposta. – Ah Merda! Ele pode me ouvir! Foda-se, eu não me importo mais!
– Isso mesmo Luiz, vamos lá. – Eu ofegava assistindo Ravi regularmente já bombeando agora vinte centímetros do vibrador grosso para dentro e fora.
– Aaaah, porra! Papai! É tão grande! – Luiz gemeu.
– Sim, filho, aguenta! – Eu ofeguei enquanto assistia vinte e dois e logo vinte e cinco cm adentrando o buraco dele.
– Porra, você é tão lindo, meu bebê. – Eu gemi enquanto observava sua carne dura adolescente latejar quando Ravi começava a trabalhar mais um centímetro para que se encaixasse dentro dele, eu poderia dizer que ele estava sentindo cada vez mais a pressão enquanto afundava mais fundo em meu filho manhoso.
– Oh papai – Ele gemeu de maneira tão vulgar enquanto me observava no laptop.
Isso me deixou selvagem enquanto ele me observava masturbando-me, enquanto era fodido pelo enorme vibrador preto. Eu queria que ele aguentasse tudo de uma vez, mostrando a esses homens assistindo online que boa puta ele era por um pau preto. Não pude acreditar o que estava acontecendo comigo. Eu queria que o mundo visse e conhecesse a cadela orgulhosa e alegre de doze anos de idade perfeita para esses homens usarem.
– Sim, querido. – Eu gemia enquanto Ravi agora trabalhava facilmente vinte e sete centímetros no meu menino com ele implorando por mais, mostrando ao seu pai que bom menino ele era. Eu estava tão perto de vê-lo levar cada vez mais.
– Foda-se, Luiz faça isso – Eu gemi. – Leve pica como uma boa puta – eu quase uivei quando assisti quase todo o vibrador preto alienígena se movimentar em sua bunda como um pistão em um motor.
– MERDA PAI!!! EU VOU GOZAR!!! – Luiz gritou – GOZA!!! POR FAVOR, GOZA COMIGO!!! – Enquanto eu assistia meu mais velho soltar um suspiro e um longo gemido com mais alguns centímetros do vibrador afundado.
– Porra Jamal, a cadela aguentou tudo, quer mostrar ao papai que boa vagabunda ele é!! – Ravi gritou empolgado.
– PORRA!!!!! – Eu gritei. – ESTOU GOZANDO LUIZ!!!! MEU LUIZ!!! – Comecei a esporrar como um gêiser.
Os olhos de Luiz estavam arregalados me observando enquanto ele gritava: – ISSO PAPAI, GOZA PRA MIM!!!!! – Seu rosto então se contorceu em um cruzamento entre dor e extremo prazer, então o pênis de Luiz começou a disparar tiro após tiro de esperma de seu pau pulsante. Seu rosto logo foi coberto após cinco espessos jatos de porra adolescente. Nada que eu já assisti em tantos vídeos pornográficos comuns e em pornô infantil se comparava a isso, o rosto do meu filho mais velho coberto com o esperma dele depois de ser fodido com um vibrador preto de 35 cm. E ele não precisou tocar o seu pau nenhuma vez.
Antes que ele terminasse, ouvi aplausos por trás da câmera. A câmera girou rapidamente, mostrando um grupo de dez ou doze homens negros lindos, imponentes e nus, todos caminhando até onde Luiz ainda estava deitado ainda contido na cadeira reclinável. Todos os homens tinham muito varas impressionantes que pareciam estar prontas para usarem em Luiz.
A câmera girou para trás novamente, mostrando um Luiz sorridente olhando diretamente para a câmera. – Obrigado papai por gozar comigo. Eu adoraria falar mais com você, mas tenho mais treinamento para fazer. Espero que você e o Lipe estejam se divertindo em Fortaleza, porque estou me divertindo muito aqui. – Ele disse com um enorme sorriso quando um homem alto e magro apareceu em pé sorrindo sobre o rosto coberto de porra de Luiz.
– Eu amo você mmmmph – Eu assisti atordoado quando o pau preto grosso, com uma curva para a esquerda, avançou na direção de Luiz enquanto se enterrava em sua boca de menino até as bolas. Um gemido alto tentou forçar sua saída da garganta de Luiz quando vi o vibrador sendo arrancado de sua bunda apenas para ser substituído por uma outra vara de carne da grossura de uma lata de cerveja.
– Boa noite Paulo, Luiz realmente gostou do seu show tanto quanto você gostou do dele. Divirta-se em Fortaleza – Jamal riu quando a tela ficou escura.
Deitei da cama em choque total. Luiz tinha conseguido me ver tocando uma punheta e me ouvido dizendo essas coisas para ele enquanto Ravi fodia sua bunda com aquele vibrador. Agora ele sabia que eu estava o encorajando a ter todos aqueles homens dentro de si enquanto estamos separados. O que isso fez de mim agora? O que será da nossa relação quando Lipe e eu voltarmos?
E ainda tinha aquela reunião com o Sr. Gonzalez amanhã. De repente tive borboletas na boca do estômago.
– Ah Merda. – Eu pensei.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,61 de 41 votos)

Por # # #

40 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Francisco de

    Luiz está pronto para uma sessão de fisting

  • Responder [email protected]

    Deixa de ser malvado para com esse suspense não aguento mais

  • Responder Apenas Mais Um.

    Nem deveria ter voltado!

  • Responder Master

    Vai, menino! Tô curioso

  • Responder Master

    Bora, Dhamis. Posta o próximo! 👀

  • Responder Francisco de

    Vc vai continuar com o conto
    Diga alguma coisa nos seus fãs

    • Francisco de

      Estou lendo e relendo e batendo punheta e d+

  • Responder Torinho

    Que saudades eu tava do meu Dhamis 😀

  • Responder Master

    Voltou, caralho!
    Ansioso pelo resto

  • Responder PIETRO

    CONTINUAAAAAAA PORRA, NEM ACREDITO QUE VOLTOU. TEUS CONTOS SÃO BONS PRA CARAMBAAAAAAAAA

  • Responder Dad&Son

    Tem coisas aqui nesse site que me deixam furioso. O autor é um escritor foda pra caramba, notavelmente é um conto fantasioso mas não é por isso que estamos aqui? Alguns parecem não ter discernimento, bom senso ou noção suficiente pra não entenderem que isso é um CONTO e que o que o autor coloca ou deixa de colocar fica a critério dele. Quer um conto mais realismo? Escreva. Quer um conto em que o protagonista faz o que você quer que ele faça? Escreva. Não venha na obra alheia dar palpite ou encher o saco com seu comentário ignorante.

  • Responder PervDouble

    O cara deixou de postar um dos melhores contos do site pq os caras foram babacas e qnd volta esses desocupados vem atacar o cara de novo. Não curte o conto não lê porra.
    Continua Dhamis, a história tá bia sim, não dá bola pros comentários

    • Torinho

      Pois é

  • Responder Anonimo

    Continue. Está perfeito e com muito tesão esse contos.

    • Francisco de

      Ansioso pra ver a continuação

  • Responder Admirador

    Ancioso pra saber da reunião na casa do Sr.Gonzales

    • Francisco

      Continua está d+

  • Responder eu

    Luiz hora tem 12anos hora tem14 anos. Ravi hora tem 19 cm hora te 25 cm. e como pode uma criança aguentar um vibrador de 35cm ? olha as incoerências…

    • Torinho

      É uma história de fantasia aleatória que ele inventa com o pau na mão, tá doido de querer continuidade ;b

  • Responder safado

    longo e chato

    • Torinho

      Pena que vc não é nem longo nem chato, só é curto e fino

    • Francisco

      Não liga pra criticar o conto e seu

  • Responder A

    Não acha que voce exagerou um pouquinho?, tudo bem que seja só um conto, mas todo conto tem que ter um pouco da realidade e este ja fugiu totalmente, um muleque para passar por tudo isso no minimo vai ficar usando frauda, o cu não segura mais nada por um bom tempo. Isso é conto para adolescente virgem que nunca fudeo um cu de verdade, que nem tem idéia o buracão que fica um cuzinho depois de uma boa socada. É muita fantasia exitante perdida em um conto que não tem nada ha ver com os personagens.

    • .

      conto é pra ser fantasioso mesmo bobão, se fosse pra ler sobre realidade ninguém estaria aqui

    • Luiz Andrades

      Esse site é um mundo de fantasia, se vc não percebeu. Fantasia, um lugar para compartilhar nossas fantasias.

  • Responder Anonimo

    Finalmente vc voltou, por favor não suma mais!!!!

    • Francisco de

      Muito bom a continuação esperando ansioso pela vez do lipe

  • Responder Anonimo

    Ansioso pra saber se o moleque deu pro concierge.

    • Cesar

      Fazia tempo, menino!

    • Francisco

      Não demore pra postar. Teus fãs pedem

  • Responder Anônimo

    Finalmente vc voltou a postar

    • anonimo

      Muito bom, continua

  • Responder Capx

    Uhuuul, voltou 🤩😁 não suma mais por favor rs