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Enrabada e Apaixonada Pelo Sobrinho de 13 anos

2539 palavras | 13 |4.56
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Eu não sei como começar a escrever isto. Uns meses atrás li um conto que me encorajou a compartilhar minha história. Meu nome é Mônica, tenho 31 anos e sou bem conservada, tenho uma cintura um pouco larga e seios fartos bem grandes. Acho que aqui vai da opinião de cada um acreditar ou não, então não vou ficar me reafirmando toda hora, mas sim eu fiz sexo com meu sobrinho.
O nome dele é Lucas, ele era bem novo quando o conheci, é filho da minha cunhada e ele sempre foi o queridinho da família, então eu adotei essa paixão familiar para mim também, eu ajudava a cuidar dele, mas sem muita intimidade nos primeiros anos. Quando ele completou 13 anos (naquela época eu tinha 29) a família quis dar uma festa na chácara, um churrasco com piscina e tudo. Eu fui me aprontar para entrar na água, entrei no quarto e comecei a tirar a roupa, reparei que Lucas estava tentando me olhar no canto da porta. Eu sempre fui muito liberal em questão de nudez, mas me toquei que ele nunca tinha me visto sem roupa, acho que na verdade ele nunca havia visto NENHUMA mulher sem roupa a não ser a mãe dele.
-Lucas, não precisa ter vergonha, pode vir pôr a sunga aqui também – falei. Naquela hora realmente achei que ele só estava envergonhado, mas depois que ele abaixou as calças e vi seu pintinho duro fiquei um pouco desconfiada.
Ele estava tremendo, acho que era de vergonha. Ainda sem roupa eu me abaixei pra falar com ele.
-Não tem problema em ficar pelado perto da tia, isso é normal – falei tentando reconfortá-lo.
Depois disso ele deu uma aliviada, acho, pois parou de tremer um pouco. Nos trocamos e nos preparamos para subir para a área da piscina, mas ele me puxou antes de sairmos e perguntou:
-Tia… Eu posso tomar banho com você depois?
-Pode sim, mas sem nervosismo, ok?
Ele fez que sim com a cabeça e correu para a piscina. Eu fiquei para trás pensando um pouco naquilo, me perguntando por que ele queria tomar banho comigo, mas por ser a primeira vez que ele estava vendo uma mulher assim, acho que ele só queria perder a vergonha ou algo assim.
Ele se divertiu bastante na piscina com as outras pessoas e parecia ter se esquecido da história. Meu namorado Henrique me chamou depois de um tempo para irmos comer, saí da piscina e fui para o banheiro tomar um banho e tirar o cloro do corpo. Quando Lucas percebeu que eu já estava em outro lugar, foi correndo atrás de mim. Fiquei um pouco apreensiva antes de entrar no banheiro com ele, parecia animado demais para alguém que só queria perder a vergonha, mas o deixei vir comigo mesmo assim.
Tirei o biquíni e ele tirou a sunga, seu pintinho de novo estava duro e de novo ele voltou a tremer, dessa vez estávamos bem mais próximos. Ficamos um tempo sem dizer alguma coisa. Em alguns momentos ele encostava seu pinto na minha cocha, mas depois tirava e tentava disfarçar, como se fosse sem querer. Ele estava bem nervoso.
-Seu pinto está duro por causa da tia? – perguntei falando baixinho pra ninguém ouvir no cômodo ao lado.
Ele balançou a cabeça que sim, mas parecia muito sem jeito e apreensivo também.
-A tia não liga, não vou brigar, prometo.
Coloquei a mão no pinto dele e ele se arrepiou. Era bem pequeno, mas rígido. Tirei a mão logo depois e perguntei:
-Quer tocar na tia também?
De novo ele fez que sim com a cabeça, mas não fez nada. Peguei sua mão e levei aos meus seios. Aos poucos ele foi massageando e apertando os biquinhos dos mamilos, aquilo estava me excitando, mexendo comigo de uma maneira inexplicável. A água quente caindo nas nossas cabeças estava aumentando meu tesão no clima. Será que aquilo era errado? Mesmo sendo liberal, acho que aquilo passou um pouco dia limites.
-Promete não contar pra minha mãe, tia? – ele me perguntou.
-Não conto, meu amor, fica tranquilo. Aquela timidez dele me amoleceu, estava se descobrindo, e eu não queria estragar aquele momento dele.
-Você já se masturbou Lucas?
-Não sei o que é isso tia… Acho que não.
“Mentiroso” pensei e dei risada, mas estava tudo bem. Pensei em ensinar ele, mas como o pintinho dele é pequeno iria ser complicado com a minha mão. Abaixei-me e comecei a chupá-lo. Em poucos segundos ele começou a se contorcer e a gemer bem baixinho. Ele pôs a mão na minha cabeça e meio que me acariciava. Acho que era a primeira vez que ele sentia algo nesta altura. Estava ficando doidinho, e eu também.
Não demorou muito e ele gozou na minha boca. Engoli sua porra e olhei em seu rosto. Com a água caído no cabelinho dele, ele estava de olho fechado e sorrindo, logo eu sorri também, estava tudo bem e eu fiquei feliz por ele também estar feliz, por estar ajudando ele a descobrir estas sensações. Voltamos a nos lavar, eu estava preocupada caso alguém sentisse a nossa falta na chácara e viesse nos procurar.
Pouco antes de eu poder desligar o chuveiro, ele pediu para passar a mão em mim de novo. Falei que podia se fosse rápido. Achei que queria apenas mexer nos meus peitos, mas ele colocou a mão na minha buceta. Logo me arrepiei, até ele descobrir onde ficava o buraco e começar a colocar o dedo lá dentro, e cada vez mais fundo. De fato, a curiosidade dele estava me matando de tesão.
Depois de mais um tempo pensei em deixar ele me penetrar, apoiei uma perna na parede e fiquei aberta para ele, ajudei-o a colocar dentro de mim. Não foi difícil, e foi a melhor coisa que fizemos naquele dia. Eu sempre gostara de foder no chuveiro, mas o fato de meu sobrinho curioso estar junto aumentou ainda mais meu delírio. Por estarmos de pé, estava um pouco complicado continuar, então pedi para que ele se sentasse no chão, comecei a sentar no seu pintinho, enquanto ele beliscava e chupava meus seios que estavam bem na altura da sua boquinha. Antes que eu pudesse gozar, ouvimos alguém batendo na porta.
Henrique estava nos procurando para cantar parabéns. Falei que Lucas estava comigo e que já estávamos saindo. Quase nos desesperamos, mas Henrique não chegou a entrar no banheiro e nos salvamos. Infelizmente o susto acabou com o desejo.
Depois daquilo, o dia se seguiu normalmente. De forma alguma contamos aquilo para alguém. Apesar de ter sido maravilhoso, passamos um bom tempo sem termos a oportunidade de ficarmos sozinhos, e acho que um pensava que o outro havia se esquecido daquilo. Até que um dia ele pediu pra ir dormir em casa, e o Enrique foi busca-lo na casa da minha cunhada.
Lucas ficou bem contente, e quando a noite chegou, Henrique saiu pra comprar uma pizza, e finalmente fiquei sozinha com Lucas.
Fui tomar banho e o chamei pra me acompanhar. Eu estava provocando mesmo, cutucando a onça com vara curta sem me importar com as coisas ao redor. E apesar da minha expectativa, Lucas não fez nada o banho todo. Saímos e fomos pro quarto enrolados na toalha. Ele rapidamente se trocou e pôs o pijama. Eu só continuei enrolada na toalha e fiquei assustada por ele nem tocar no assunto.
-Lucas, está tudo bem? – perguntei.
-Está tudo sim tia… – pareci que ele ia falar mais alguma coisa, mas ele mesmo se atropelou e começou a chorar – DESCULPA TIA.
-Oxe, pelo quê menino?
-Você traiu meu tio comigo.
Então eu entendi, o Lucas compreendia o tamanho do problema que aquilo poderia gerar. Eu precisava reconfortar o menino.
-Lucas não precisa pedir desculpas.
Ele ficou me olhando com aqueles olhos arregalados. Eu me aproximei e abaixei pra ficar no mesmo nível dele.
-Olha, não precisa achar que aquilo foi errado, mas saiba que eu ainda amo muito seu tio, e nunca vou deixá-lo. Mesmo com o fato de eu e você termos transado.
-Não mesmo? – Ele perguntou.
-Lógico que não. Acha que sou louca de largar um homem que nem seu tio?
Lucas riu, mas ainda parecia abatido.
-De verdade. Aquilo que fizemos foi muito bom, e eu adorei, mas não significa que é algo ruim só porque sou casada com seu tio. Este pode ser o nosso segredo.
Ele sorriu, e logo depois ele me abraçou, eu ainda com a toalha toda molhada e quente pelo vapor.
-Eu só achei que você tivesse gostado, eu que devo pedir desculpas Lucas, não farei mais isso a você se não quiser – falei e ele concordou.
Quando me levantei para me trocar, ele me chamou um pouco tímido, e perguntou se podia me ver pelada naquele momento de novo. Novamente fiquei um pouco apreensiva no começo, mas acabei deixando, afinal eu sou a tia dele.
Deixei a toalha cair no chão e ele ficou olhando pra mim toda peladinha. Ele estava deitado olhando pra mim, olhei pra sua calça de moletom. Daí eu perguntei:
-Você ainda fica de pinto duro, Lucas? – pergunta imbecil essa minha kkkkkk.
-Eu fico quando penso no meu aniversário tia… – respondeu tímido.
-É bom ficar de pinto duro? – perguntei sorrindo.
-É sim. Por quê quer saber tia? – Ele riu com um pouco de malícia, mas também tímido.
-Posso ver seu pinto? – perguntei. Ele fez que sim com a cabeça, e eu devagar abaixei a calça de moletom dele com a sua cueca. Assim que o pintinho apareceu, ele endureceu, não estava duro quando estava escondido.
-Lucas, você quer mamar no peito da titã? – Sugeri.
-Quero – respondeu.
Ele se deitou no meu colo e dei o peito pra ele chupar, mas dessa vez ele estava diferente. Depois que ele abocanhou, perdeu de vez a timidez, então ele aproveitou para lamber ainda mais, e deu pra perceber que ele estava se divertindo. Seu pinto estava bem duro e parecia feliz também. Eu sorri e perguntei se podia colocar minha mão. Lucas meio que “gemeu” um “uhum”, e eu prossegui.
Ele começou a se contorcer, e eu estava muito contente por ele estar bem e estar feliz de novo. Em poucos momentos ele parou bruscamente e gozou na minha mão. Não saiu um jato de porra extraordinário, mas saiu bastante. Eu fiquei muito contente.
-Vem cá – falei enquanto me deitava na cama e abrindo as pernas.
Olhei para o Lucas e seu pintinho continuava duro. Pedi para ele subir por cima de mim, e tentar encaixar o pinto na minha boceta. Ele subiu meio sem jeito, mas ajudei ele a se encaixar, naquela altura ele ficava de cara com meus peitos enquanto me penetrava.
Na hora que consegui encaixar seu pau na minha boceta molhada e quentinha, ele sorriu. Lhe veio aquela sensação boa de novo e falei que ele podia ficar indo pra trás e pra frente com seu pinto. Foi o que ele fez, e então estávamos fodendo, de novo, ambos loucos de felicidade e prazer.
Não achei que o pintinho pequeno dele pudesse me fazer sentir tão bem, tão prazerosa. Os bracinhos dele estavam erguendo o corpo dele contra a cama, enquanto seu quadril ia pra frente e pra trás, me fodendo e me deixando cada vez mais louca, eu não estava entendendo nada mais, e acho que nem o Lucas. Em poucos instantes estávamos tomados pelo prazer e pelo instinto.
Eu olhava pro rostinho dele, ainda molhado e vermelho por causa do calor do corpo, o pequeno estava se acabando. Esse pauzinho atravessando minha buceta é algo excepcional. Em poucos instantes ele desistiu de me foder com o corpo erguido, se jogou em cima de mim e começou a chupar meu peito. Coloquei minha mão em cima do bumbum dele e pressionei em minha direção pra ele não parar de foder. Eu estava tendo um orgasmo fantástico.
O ato selvagem e proibido de transar com um menino inocente, e ainda por cima meu próprio sobrinho, era isso que estava me enlouquecendo. Eu gritei de prazer, sem medo e sem teatro, eu estava feliz. Aos poucos fui sentindo algo escorrendo da minha virilha, pedi pro Lucas parar um pouco, foi quando percebi que seu pauzinho estava encharcado de porra, e minha buceta também. Nosso primeiro orgasmo juntinhos.
Pedi pra ele se deitar de barriga pra cima, enquanto eu me encaixava no seu pinto por cima. Como no dia do seu aniversário. Como o pintinho dele era pequeno, não dava para cavalgar, mas ainda assim fiquei esfregando minha boceta com o pau dele dentro. O pequeno adorava a vista para os meus peitos, e continuou se contorcendo. Vez ou outra ele erguia o corpo pra me mamar, mas quando ficava cansado de se inclinar, deitava de novo.
Todas aquelas sensações juntas eram estonteantes. Eu nunca havia experimentado tanto prazer na minha vida. Conforme fomos ficando cansados, o pintinho dele ia amolecendo e parecia que era hora de uma pausa. Me joguei na cama e pedi pra ele se deitar em cima de mim. Só que um pouco mais pra cima.
Seu pau ficou amolecido e encharcado na minha barriga, enquanto ele me olhava ofegante e contente. Eu não resisti e o beijei. Estava maravilhada, e também sem ar. Não é como se ele fosse um garanhão insaciável, mas toda a situação era espetacular, não sei de onde saiu tanto tesão.
Durante o beijo, senti o pinto dele endurecer mais uma vez. Dava pra perceber que ele queria um pouco mais, e eu não consegui resistir.
-Eu te amo, Lucas – falei.
-Também te amo, tia.
Empurrei ele para o outro lado da cama, de novo de barriga para cima. Não pude suportar, tive que chupar ele também novamente. O gosto de todo aquele sêmen junto do gosto da minha própria boceta húmida era sem igual. Era o gosto do meu sobrinho. Não demorou muito e de novo ele gozou de novo na minha boca. Engoli tudo. Ele ficou com um pouco de nojo, mas depois de tudo aquilo ele finalmente estava satisfeito. E eu também.
Como tia, mais segura, pelo menos sabia que ainda tínhamos um ao outra para no agarrar, simbolicamente e literalmente também. Era algo pra nos alegrarmos durante todos esses dias em casa e principalmente nessa pandemia. E até hoje as coisas continuam melhorando…

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13 Comentários

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  • Responder Alex

    Muito bem escrito anjo, adorei. Posta mais…

  • delicia de conto perfeito maravilhoso

    • Mônica Bruna

      Valeu o apoio. Realmente não achei que teria este feedback. Vocês não fazem ideia do quão importante isso é pra mim

  • Responder tanto faz

    tem um conto quase igual a esse publicado a um ano atrás é só pesquisar tia e sobrinho 11 anos, mas belo conto

  • Responder Letícia Freire

    Simplesmente perfeito. É complicado quando seu coração se divide entre seu marido e seu sobrinho, mas aproveite ambos. É o melhor que você deve fazer. Parabéns pela conquista.

    • Mônica Bruna

      Letícia. Adorei que expôs sua opinião, e agradeço o apoio. Fica de olho pra mais contos em breve

  • Responder Negao 27cm

    Ja deu o cuzinho pra ele

  • Responder Marcus

    MT tôp seu conto….queria ter uma tia como vc ,….ia amar.te vivido uma.acentura assim
    Como.essa sua e seu sobrinho…me chama no email [email protected]

    • Mônica Bruna

      Muito obrigada Marcus. Vou mandar um email sim, gosto muito de ouvir outras histórias

  • Responder Gio

    Nossa que delícia esse conto ,
    Chama telegram giojr69

  • Responder Jhon

    Lindo conto
    Excitante
    Prazeroso
    Continua

  • Responder RenatoOi

    Será que é possível termos amizade? Amei seu conto

  • Responder Leão

    Só falta a enrrabada