#

Carência e fome por leitinho

1188 palavras | 11 |4.13
Por

Fui acostumada desde muito cedo na mamadeira do papai, então viciei, sinto fome, sou voraz por leite de homem, quanto mais melhor.

Aí pelos meus sete anos de idade, minha mãe saia para trabalhar durante o dia de doméstica, meu pai trabalhava na chácara onde morávamos, logo ele é quem cuidava de mim durante o tempo que mamãe estava ausente.
Papai me tratava muito bem, nunca tentou nada comigo, nunca me abusou, apenas me dava de mamar várias vezes ao dia. Assim que mamãe saia se deitava em minha cama e botava o negócio dele na minha boquinha dizendo:
– Mama nenem do papai, mama pra ficar forte e bonita!
Eu então fui aprendendo e tomando gosto pela mamadeira do papai, ao ponto de pedir pra mamar. Às vezes quando me batia a vontade eu ia até ao curral, ou à roça, onde ele estivesse para pedir meu alimento. Dali um tempo papai teve de me ensinar que não devia pedir mamá em qualquer lugar ou perto de pessoas. Mas aonde ele deixasse eu me ajoelhava, abria sua calça e botava na boca. Eu adorava sentí-lo crescer em minha boquinha, nossa como eu tinha que abrir a boca…
A verdade é que eu não conseguia mais passar o dia sem me alimentar de porra algumas vezes no dia. Papai era muito carinhoso e preocupado comigo, jamais deixou faltar. Pobre da mamãe que já não ganhava mais leitinho, pois papai fazia coisas com ela mas guardava todo o leitinho pra mim. Eu era a sua princesinha dizia ele.
À noite eu já não dormia antes da mamadeira. Mamãe pegava no sono e papai corria me dar de mamar. Era a hora que eu mais gostava pois a mamadeira vinha cheia.
Ainda lembro com saudade quando papai e eu íamos de caminhão ao mercado, eu não via paisagem alguma, ia e voltava deitada no colo dele com a sua pica na minha boquinha. Eu adorava chupar o pau do papai, que na época eu acreditava ser uma mamadeira especial.
Uma vez meu padrinho veio passar as festas com a família na nossa casa, eu estava então com oito anos. Durante as brincadeiras senti uma vontade, uma necessidade de mamar, de pegar um cacete e chupar, de sugar, falei com papai que por aqueles dias quase não me alimentava mais, ele respondeu dizendo que naquele momento não podia. Saí triste, desolada e faminta. Novamente brincando de esconder vi Flávio, filho do padrinho, mijando atrás do paiol. Flávio de 17 anos, tinha um pau grande e cabeçudo, fiquei estática olhando aquela mamadeira deliciosa, nem percebi que ele também me olhava.
– Por que tá olhando tanto – perguntou ele enquanto chacoalhava à minha frente.
– Tô com fome – respondi.
– Venha comigo, vamos falar com sua mãe.
– Não. Eu quero essa mamadeira – falei já tocando em seu cacete.
– Você gosta disso é?
– Adoro mamar, me dá?
Ajoelhei aos seus pés e chupei com gosto, com gula, tentava pôr o máximo que podia dentro da boca enquanto brincava com os dedinhos em suas bolas que se mexiam devagar. Mas eu gostava mesmo era de chupar a cabecinha enquanto ele gemia segurando minha cabeça. Quando ele estava prestes a explodir empurrou minha cabeça, então gritei:
– Deixa! Pára! Me dá aqui!
– Assim vou esporrar tua boca guria…
– Eu quero! Eu quero o leitinho meu…
Flávio não se fez de desentendido e ejaculou o leite espesso em minha boca. Nossa como tinha leite! Quase me afoguei na gana de não perder sequer uma gotinha. Ele já ia guardando quando o repreendi dizendo:
– Seu porquinho, tem que limpar, me dá aqui… – falei isso já lambendo todo e qualquer vestígio de leite.
Flávio então quis passar a mão na minha xotinha, na bundinha, o que eu logo rechacei:
– Pára, isso é má criação. Pára senão conto pra mamãe – falei e saí correndo assustada, o garoto ficou sem entender.
À noite papai me encheu a barriguinha de leitinho, então dormi satisfeita. Mas pela manhã cadê minha mamadeira?
Corri até o estábulo e lá estava papai ordenhando a vaca, ele sentado no banquinho tirando leite da vaca e eu quase deitada no chão tirando leite do papai.
Eu não admitia que um homem pudesse gozar, derramar fora da minha boca, eu ficava possessa, era capaz de chorar, de bater. Durante as festas me arranjei entre papai e Flávio, este louco pra me comer pois não me entendia.
Tempos depois acabei mamando o filho do pastor e outros rapazes da vizinhança. Compreendi que os homens entendiam minha necessidade quando eu olhava muito para o volume em suas calças, e eu olhava diretamente para o que interessava a ponto de ficar com a boca aberta salivando.
Mais tarde na escola então encontrei fartura, os moleques faziam fila no final da aula, apesar que meninos ainda não conseguiam me alimentar. Mas eu sempre dava um jeitinho de mamar em alguns grandes do segundo grau durante o recreio. Eu nunca pedi dinheiro para lanche, eu nunca ia à cantina, passava chupando marmanjos no banheiro ou no vestiário da quadra. Meninas não me interessavam, eram como concorrentes, inclusive chupei seus namorados, irmãos e pais.
Os professores eu não perdoava, estes quase sempre eram grandões. Quando passavam pelo meu lado em sala de aula eu os acompanhava com o olhar baixo e a boca quase aberta. Eu buscava deixar bem claro que tinha fome e que estava pronta a devorá-los.
Os homens me deixam chupá-los por puro tesão, eu ao contrário não sei o que é tesão, faço por fome, paladar, necessidade.
Mesmo agora já com 18 anos ainda cobro papai por minha mamadeira. Já briguei com ele tantas vezes por gozar na mamãe e não em minha boca. Adoro lamber suas bolas, por isso há tempos exijo que esteja sempre depilado, e a justificativa que ele dá à mamãe é o cuidado com a higiene.
Aos dezesseis comecei a trabalhar numa casa de família onde passei a mamar o patrão e seus três filhos. Muitos homens me dão dinheiro, o que tomo por presente, pois eu é que deveria pagá-los por me saciarem a fome. Quando estive hospitalizada chupei enfermeiros, um médico e até um doente companheiro de quarto.
Sempre deixei meus namorados me bolinarem e se esfregarem em mim para que eles juntem porra com fartura para eu tomar na chupetinha. Vivi três meses com um rapaz mas não deu certo, ele queria meter e eu só chupava. O chupava ao acordar, ao sair para o trabalho, à hora do almoço, à sua chegada ainda antes do banho até e depois, ainda dormia com seu pau em minha boca.
Pasmem! Hoje com 19 anos ainda sou cabacinho à frente e atrás.
Até hoje tenho essa necessidade imperante de beber homens.
O que vc acha, será isto normal?

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,13 de 16 votos)

Por #

11 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Bacellar

    Parece até a minha história! Já mamei tanto nessa vida e tudo por necessidade! Meus irmãos,pai,tios, amigos,…

  • Responder Dudu

    Bem normal

  • Responder Sleepsex

    Moça, seria uma maravilha ter alguém como você. Ser chupado com vontade é tudo de bom!!

    • Carol

      Eu sou viciada em chupar vcs aguentam?

  • Responder MorenoSP

    Adorooo dar mamadeira (sou farto)…quem sabe voce vem tomar…sou SP [email protected]

  • Responder Tanto faz

    Posso te dar leite tbm?
    paupequeno6924gmail.com

    • Carol

      Vem me dar leitinho vem

  • Responder Mateus

    Perguntinha difícil hein Carol? Agora, gostaria muito que vc me bebesse todinho.

    • Carol

      Eu bebo tudinho e deixo limpinho

  • Responder Nórdico

    Adoro mulheres que gostam de mamar

    • Carol

      Vc gosta vc quer?