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A Filha do Inquilino 06

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A manhã de sexta começou cheia para Elias. Ele tinha que terminar de limpar o quintal e ainda havia serviços de casa para fazer. Guilherme comentou antes de sair que decidira fazer o procedimento médico da filha dele no próprio quarto. Então tudo, inclusive o banheiro teriam que estar bem higienizados.

– A gente vai precisar da cama, então colocas lençóis limpos, tá? – Ele falou a mesa do café com Bella no colo dele. A menina agora so comia no colo de um dos dois. – E limpa bem o banheiro por que vamos precisar também…

Elias garantiu que estaria tudo na mais perfeita ordem. Bella que não tinha perdido nada da conversa desde o dia anterior, finalmente quis saber:

– Vocês vão fazer o que comigo?

– Ôh Princesa, a gente vai abrir uma coisa em você que está muito fechadinho. – Disse Guilherme com sua voz de “lidar com paciente criança” que ele usava no hospital.

– Mas é o quê? – A menina insistiu.

Guilherme piscou pra Elias como quem diz: “deixa comigo”

– Deixa que o tio mostrar pra você.

Ele pôs a criança na mesa e pediu pra ela levantar o vestidinho folgado que usava. Como sempre a menina estava sem calcinha. A bucetinha lisa se mostrou na mesa diante do médico. Eles usou as duas mãos pra afastar as coxas e arreganhar mais a menina na mesa e com os dedos esfregou a buceta gordinha. Bella se arrepiou com o toque.

– É na minha florzinha? – Ela perguntou.

Guilherme riu com o nome que ela usou. Elias não se lembrava de ter ensinado a filha a chamar por aquele nome.

– O nome correto princesa, é vagina. – Ele viu a menina fazer uma careta para o nome. – É feio né? hahaha. Mas é o nome que tem…

– Tio Jonas chama por outro nome…

– Eu sei! Ele chama de buceta ou bucetinha no caso da sua que é pequena. – Explicou Guilherme com paciencia. – É porque como a gente é adulto a gente chama assim! Você só pode falar assim aqui em casa com a gente tá? Não usa esse nome na rua porque o povo acha feio!

– Bucetinha?! – Ela falou quase saboreando a palavra.

– É! Você pode chamar assim com o Tio Jonas e o Tio Guilherme que a gente não liga. Agora deixa o tio explicar presta atenção…

Ele esperou ela ficar quieta e olha para baixo onde ele ainda passava os dedos nos lábios dela.

– Lembra quando o tio Jonas prendeu o pipi dele aqui? – A voz de Guilherme estava grave agora. – Ele escorregou sem querer…

– O pipi dele?! – Interrompeu Bella

– É! O nome correto é pênis. Mas pipi é um mais… Você nunca ensinou nada disso pra ela, Elias?

Encostado na pia preparando algo para quando Jonas descesse, Elias foi pego de surpresa pela pergunta e abaixou a cabeça envergonhado. Fez que não. Ouviu o suspiro audível de Guilherme e o som a cadeira quando ele se levantou. Bella estendeu os braços pensando que ele iria pega-la, mas ele disse para ela permanecer na mesa pra ele explicar tudo.

– Essas conversas são importantes, Elias – Ele disse sério. -Chega um monte de criança lá na clínica que nem sabe como nasceram nem nada relacionado a sexo. Eles precisam aprender essa coisas. Mas os pais não ensinam. Aqui a gente não vai cometer esse erro tá? Eu sei que você fica sem graça de falar com ela sobre isso, por que ela é sua filha e tal, mas ela já ta na idade de entender certas coisas. É bom você deixar isso pra mim e pro Jonas.

– Mesmo patrão?
– Mesmo, Elias! A gente tem mais cabeça pra isso e gosta muito da Bella. Então, vamo ensinar direitinho e com paciência tudo que ela tem que aprender. Vamo lá…onde eu tava, eita!…

Guilherme tirou a tolha que estava enrolada em sua cintura e o pau ja se mostrou semi-rígido e quase reto.

– Eita, já deu aquilo de novo, Elias! – A chamada “crise” ja estava atacando de manhã cedo. Elias sorriu solidário com o patrão. – Mas pelo menos vai ser útil agora pra mostrar pra ela…

Guilherme notou o olhar fixo de Bella no seu membro e, lentamente, descobriu a cabeça do pau para a menina contemplar.

– Esse é seu pipi! – Disse ela com ar de menina sabida.

– É mais eu também chamo de pau. – Ele disse encostando na mesa entre as pernas abertas da menina.

– Pau?! – Ela pareceu fascinada com o nome.

– É! Mas tem muitos nomes: Pau, cacete, caralho, rola, pica…

A menina riu com os nomes que ele usava, mas era um riso nervoso. Ela não tirava os olhos do membro rígido do médico a poucos centímetros de sua bucetinha. Ele cobriu a cabeça e descobriu novamente dando um espetáculo pra criança admirar.
Acostumada a fazer aquilo ela mesma a menina estendeu a mão para pau duro a sua frente começou punhetá-lo. O doutor olhou de lado pra Elias e piscou outra vez sinalizando que estava tudo bem.

– É bom que ela se interesse por isso! Assim ela aprende de forma mais didática. Com um exemplo vivo! – Ele disse baixinho para o empregado.

A cozinha ficou silenciosa enquanto o homem deixava a criança ter livre acesso a sua rola dura. Elias se espantou com o nível de profissionalismo do patrão ao permitir que uma menina o tocasse de modo tão intímo e ainda manter uma fachada séria. Se fosse outro homem, teria achado aquilo um absurdo e tratado mal sua filha. Só mostrava como Seu Guilherme era um homem instruído e de boa índole. Depois de um tempo, o médico resolve chamar a atenção de Bella para o que ele queria explicar.

– Pronto! solta aqui pro tio mostrar. – Ele disse tirando a mão dela e ficou satisfeito ao ver que a menina não quis soltar a pica com facilidade. – Lembra quando o tio Jonas encaixou em você ontem?

Ela fez que sim, mal olhando pro rosto dele. Guilherme tentava não rir a ver o quanto a menina queria brincar com seu caralho. Perversamente ele se masturbava lentamente enquanto falava:

– O tio Jonas prendeu o caralho dele na sua…? – Ele esperou que ela completasse a frase. – Na sua…?

– Bucetinha! – Ela disse finalmente.

– Isso! Na bucetinha! – Ele acelerou a punheta só um pouco pra mostrar que ficou satisfeito com a resposta. – Só que ele não entrou todo porque a cabeça ficou presa. Você lembra?

Ela fez que sim mais uma vez.

– Você sentiu o pinto dele aí dentro?

– Foi! Eu.. Eu senti… Senti aqui! – Bella pareceu confusa tentando explicar. A pica dura agora soltando um fio de baba bem na sua frente a distraia completamente.

Guilherme puxou a menina pra ponta da mesa e, segurando o pau, começou a lambuzar entradinha com a baba que saia. Ele fez uma forcinha e, com certa facilidade, os lábios vaginais de Bella se abriram outra vez. Elias ficou embasbacado que o patrão era capaz de realizar aquele tipo de exame com tanta seriedade e atenção. Qualquer outra pessoa pensaria que um tarado estava se aproveitando da filha dele, mas Elias podia ver as intenções puras e profissionais de seu patrão. Como será que os médicos aprendiam a fazer aquilo? Ele então se lembrou dos objetos anatômicos no quarto de Guilherme. Era naquilo que eles praticavam? Fazia todo o sentido! O empregado sentiu aquela profunda satisfação que o acometia sempre que ele entendia algo complicado. O que raramente acontecia. Todo nervosismo o abandonou ao saber que a filha estava nas mãos (ou na pica, pra ser mais exato) de um excelente e bem treinado médico.

– Ta sentido o tio aqui?! – Guilherme sussurrou.
– Sim… – Disse ela com voz fraquinha.

Ele fez que ia tirar o pau quando um fio grosso de baba se ligou a sua cabeça roxa a bucetinha infantil. Ele enfiou de volta até onde dava vendo a menina reagir quando ele tocou seu cabaço. Elias viu que nem toda a cabeça tinha entrado de fato. Devia ser aquela maldita obstrução. Sentiu pena da filha por ter aquela má formação. Seria culpa dele? Observou a envergadura do pau do médico, ameaçando penetrar aquela grutinha gotejante como uma lança de carne. Até onde aquilo teria se enterrado se a filha não tivesse mais hímen? Ele sabia que a pergunta era absurda pois aquilo nem deveria passar pela cabeça de Seu Guilherme.

– Pronto é isso aqui que o tio vai consertar! Ele vai abrir sua bucetinha pra nada ficar preso aqui. Entendeu?
– Abrir minha bucetinha?
– Isso!
– Aí vai dar… Aí vai dar pro Tio Jonas botar tudo?

Erguendo as sobrancelhas pra um assombrado Elias, Guilherme tentava segurar o riso.

– Você quer que o Tio Jonas bote em você? – Ele ria como se dissesse: “Essa criançada”. – Você é toda apertadinho porque é criança! E ele é todo grandão porque é adulto. E você quer que ele bote aquilo tudão em você?… Sei não hein?!

Elias ficou satisfeito com a resposta. Seu Guilherme tinha a cabeça no lugar. Sabia lidar com as perguntas absurdas das crianças com bom humor. Devia ser muito experiente com elas.

– Mas ele tentou botar…

– Aquilo foi sem querer! – Cortou Guilherme antes que ela dissesse algo mais. – Se ele botasse tudo você não ia nem aguentar… Tio Jonas é um cavalo!

Na opinião de Elias aquilo valia para o Doutor também.

– Aguento sim! – Ela disse em tom de desafio.
– Aguenta nada! – provocou Guilherme, debochando.
– Aguento sim!
– Bella não seja teimosa. – Elias tentou apaziguar a filha. – Quando ela põe uma coisa na cabeça, doutor…
– Mas eu aguento… – A menina insistia.
– Bella!
– Tudo bem! Tudo bem! – Disse Guilherme achando graça na teimosia da criança. Ele tirou a cabeça da pica de dentro da menina, mas não se afastou – Vamo deixar isso do pinto do tio pra depois tá? Primeiro o Tio Guilherme tem ajeitar você aí embaixo. Ok?

Ela fez que sim novamente.
– Assim você vai crescer saudável sem isso te trancando aí dentro. – Ele usou a cabeça da pica pra apontar pra vagina da menina. – Aí um dia quando você tiver um namorado não vai sentir dor ou desconforto…

Aquilo era algo que Elias evitava pensar apesar de ser verdade. Bella iria crescer e iria querer saber de coisa de menina crescida. E isso significava meninos e seus pintos duros. Por um momento tentou imaginar um rapaz sem rosto montando nu sobre sua filha, com o pau galudo e babão, tentando penetrá-la. A visão ficou distorcida pois ele não conseguia visualizar a filha mais velha, então tudo que ele via era um homem suado e caralhudo sobre sua criança. Ele não tinha imaginação mesmo. O homem em sua cabeça era muito parecido com Jonas.

-…E quem vem me ajudar com você também é o Tio Erasmo. – Ia dizendo Guilherme. – Ele tá doido pra te conhecer. O Jonas mostrou a foto dele ontem?

Mesmo a menina fazendo que sim com a cabeça Guilherme puxou o celular da mesa e abriu a galeria de fotos. Escolheu uma e virou a tela para Bella.

– Olha esse aqui é ele! Tá vendo? – Ele foi passando as fotos da tela e observando a reação da criança.

Ele sabia que somente uma coisa ia fazer a menina para de encarar sua rola. A visão de outra rola.

– Não dá pra ver o rosto dele nessas aqui, mas é que ele queria te mostrar outras partes… – Disse Guilherme com o aparelho em um angulo que Elias não conseguia ver o que estava na tela.

– Isso é ele?! – A menina perguntou, agora vidrada no que o homem lhe mostrava.
– É, é ele sim! Ele pediu pra te mostrar pra que você goste dele também. Quando ele vier aqui te ajudar amanhã!

Elias não entendeu quando a filha disse que era “grande”. Como ela poderia saber que o rapaz era alto pela foto? Ele riu da ingenuidade da filha e se aproximou pra limpar a mesa. Guilherme recolheu rapidamente o celular.

– Bom… – Ele falou olhando para a ereção que parecia quase dolorosa. – O tio tem que resolver essa situação aqui e ir banhar antes de sair! Quer vir comigo, Princesa?
Ele tirou a menina da mesa antes que ela respondesse e a carregou para o banheiro, com a rola balançando tesa quase apontada para o teto. Da cozinha Elias o viu colocar a filha sentada na privada então fechar a porta. Ele então viu os pingos de baba que a pica do patrão tinha deixado sobre a mesa e se apressou para limpar. Então notou que Guilherme tinha deixado a toalha caída no chão e se apressou pra levar até o banheiro pois ele iria precisar dela. Não ouviu som de chuveiro quando chegou perto. Apenas o eco do fôlego do médico que parecia respirar com força. Bateu na porta de leve e som subitamente parou. Alguns segundo depois o homem disse “Oi?”.

– É que o senhor deixou a toalha aqui, Doutor!
– A tá! – Guilherme abriu apenas uma fresta da porta, pegou a tolha da mão de Elias e tornou a fechar.

Antes de voltar a cozinha Elias ouviu Jonas descendo as escadas. Ele apareceu usando seu roupão por causa do friozinho matinal. Quando o dia esquentasse ele rapidamente abandonaria. Ele desejou bom dia a Elias e perguntou do irmão ao que o empregado respondeu que estava no banheiro com Bella. Ele voltou a cozinha enquanto Jonas dava batidinhas na porta. Elias ia perguntar se o patrão já queria o café quando ouviu o som da porta do banheiro se fechar outra vez e perceber que Jonas tinha sumido lá dentro. Resolveu ir adiantando outras coisas na área de serviço até o patrão aparecer e lhe dar alguma ordem.

Os irmãos ficaram no banheiro por um bom tempo antes que o som de agua pudesse ser ouvido e um bom tempo depois disso também. Elias refletia sobre a dádiva que era aqueles homens gostarem tanto de passar o tempo com Bella pois isso o liberava para fazer o serviço sem preocupações. Era bom ter pessoas de confiança para ficar de olho na sua filha e que ficavam a vontade o bastante até pra estar sem roupa na frente dela. E agora com a menina e sua mania crescente de também querer ficar o dia todo pelada. Aquilo teria enlouquecido qualquer funcionário de creche. Mas Seu Jonas e Seu Guilherme pareciam sempre compreensivos e animados com sua pequena, mesmo quando ela saia dos limites. Afinal, quantos homens adultos teriam a paciência de lidar com uma criança que agarrava o pau duro deles em qualquer oportunidade que tinha?

Os dois homens saíram do banheiro quando Elias ja pensava em fazer outro café. Bella, de cabelos molhados, veio enrolada na toalha que ele tinha levado para Guilherme. Esse, por sua vez vestia o roupão do irmão que saiu do banheiro sem nada. Em compensação, Jonas era o único seco. Ficou parado perto da geladeira peladão enquanto mexia no celular.

Guilherme subiu para se vestir e minutos mais tarde saiu para o plantão. Elias pôs o vestidinho folgado de novo na filha, mesmo ela fazendo manha dizendo que queria ficar igual ao tio Jonas. O homem riu dizendo que ele também ia vestir roupa porque precisava sair. Ele levou Bella para a sala, depois de tomar café, e escolheu um filme infantil na netflix para ela assistir enquanto subia pra se trocar. Antes de sair avisou a Elias que voltaria antes do almoço.

O empregado começou a pegar no pesado assim que o carro do patrão sumiu da garagem. Tentou tirar a crosta de sujeira do chão no quintal e na piscina também. De vez em quando parava para dar uma olhada na filha. MAs ela mal pareceu se mover do sofá. Ela ficava estranhamente quinta quando nenhum dos dois homens da casa estava por perto lhe dando atenção. Ela também não parecia fazer tanta questão de ficar sem roupa. Quando ja passava das dez, Elias começou a adiantar o almoço. Entre cortar legumes e temperar a carne Bella o chamou na sala pra dizer que o filme tinha acabado. Ele levou um tempo pra aprender como fazia pra escolher outro filme, mas com a filha ajudando, ele conseguiu.

Ele ouviu o barulho da garagem por volta das onze e meia. Foi até lá pra ver se o patrão iria precisar de ajuda e percebeu que Jonas tinha voltado com alguém. Enquanto abria o porta malas cheio de pesos, anilhas, tatames e steps, Jonas apresentou o Eduardo para Elias.

A princípio Elias pensou que fosse um adolescente. Duduka, como gostava de ser chamado, era baixinho, muito branco e usava um boné para traz. Tinha a cara lisa de alguém que raramente se barbeava, alargadores nas orelhas e varias tatuagens nos braços. Ao contrário de Jonas, que tinha imagens religiosas e monocromáticas no corpo, as tatuagens do Duduka era bem coloridas e cada uma retratava algo diferente. A do ombro esquerdo era particularmente vistosa: Uma cigana usando um crucifixo com um felino na cabeça. Folhas coloridas rodeavam todo o desenho.
Ele pareceu alegre e falador. Seu jeito animado e sotaque da zona leste desarmaram Elias logo quando ele se apresentou. Os três começaram a descarregar o carro de Jonas com todo aquele material para que ele operasse sua academia em casa. Havia pelo menos um maquinário desmontado que Elias não tinha a menor pista do que era ou pra que servia, mas confiou que o patrão saberia o que fazer. Se lembrou dos planos de Jonas sobre como seriam as aulas “A vontade” que o patrão queria ministrar ali na privacidade de seu quintal. De maneira alguma via nada de errado com a ideia, só se preocupava que sua filha pudesse atrapalhar e ser um inconveniente ao patrão e aos alunos.

Atraída pela movimentação na garagem e pela voz de Jonas Bella veio correndo para abraçá-lo, feliz em vê-lo em casa. O sorriso de Elias ao ver a filha correndo para os braços aberto do patrão se tornou uma expressão de horror ao ver que a menina estava nua!

– Eita! Olha ela! – Disse Jonas levantando a menina nua nos braços onde ela se enlaçou em sua cintura. – Olha ela aqui Duduka! A princesa que eu te falei. Dá oi pro Duduka!

– Oi Duduka! – Ela falou parecendo sem graça pois não tinha notado o rapaz ali antes de correr.

Pra alívio de Elias o moço nem pareceu notar ou achar estranho a menina está sem roupa. Brincou com Bella nos braços de Jonas e disse que estava “doido” para conhecê-la. Não demorou muito para conquistá-la depois disso.

– Bella por que tirou o vestido? – Disse Elias quando Jonas a pôs no chão outra vez. – Seu Jonas tem visita, é melhor…

– Que visita o quê Elias?! O Duduka é de casa! – Trovejou Jonas rindo. – Já veio aqui várias vezes…

– Me desculpe – Elias se apressou em dizer. – É que ela ta com mania de tirar a roupa…
– Não tudo bem! Eu tô acostumado, Elias – Disse Duduka com seu jeito despojado.
– Também com o calor que tá hoje hein? – Disse Jonas tirando a camisa e mostrando o peito já suado de carregar peso. – Não tá calor Duduka?!

Percebendo o tom sugestivo na voz do amigo e patrão, Duduka logo seguiu o exemplo e tirou a camisa também. Se abdômen era igualmente branco e tão sem pelos quanto o rosto.

– Tenho criança em casa também. – Disse ele jogado a camisa sobre o ombro. – Meu irmão mais novo, sabe? Fez nove há pouco tempo. Ele corre nu pela casa o tempo todo, cê precisa ver!

– Eu já vi! – disse Jonas e olhou com as sobrancelhas levantas para o rapaz mais baixo.

Os dois homens gargalharam. O bom humor dos dois dissipou a preocupação de Elias. O rapaz parecia muito gente boa e ainda gostava de crianças.

Curiosa com o que era aquilo tudo empilhado na parede da garagem, Bella tentou mexer nos materiais, mas Jonas a alertou pra ficar longe pois ela poderia se machucar com as anilhas e outros pesos. Elias mandou a menina voltar para a sala e não ficar ali atrapalhando, mas a garotinha resistiu, querendo ficar perto do tio postiço e do novo rapaz bonito que sorria o tempo todo para ela. Foi Jonas que resolveu a questão ao sugerir:

– Por que você não mostra sua tenda para o Duduka? Ela tava querendo ver. Ele só viu por foto!

– Foto… – Repetiu Elias sem entender.

Duduka se virou pra ele.

– Foi, a gente tem um grupo no zap e o Jonas postou uma foto… – Jonas soltou um pigarro forte nessa hora e Duduka vacilou por um segundo no que dizia. – É! Ele quis mostrar como tava curtindo a folga dele brincando com uma princesinha linda! Todo mundo do grupo ficou louco pra conhecer ela…

O empregado ficou todo bobo ao saber que o patrão falava coisas boas de sua filhinha com os amigos.

– O senhor viu as fotos da Belinha?

– Senhor tá no céu Elias! – Riu Duduka. – Mas eu vi sim, ele me mandou as melhores. – Jonas soltou outro pigarro. – Vi tanto que a mão cansou e fiquei até com calo…
Nessa hora Jonas fez um som estranho entre uma risada e um acesso de tosse. Por um momento Elias se preocupou que o patrão tivesse engasgado.

– Ok! Leva ele lá Bella, brinca com ele na tenda, vai! – enxotou Jonas que parecia ainda segurar o riso.

– Mostra pra mim princesa! – Disse o rapaz.

– Não é tenda! É um castelo! – Corrigiu Bella extendendo os bracinhos para ele.
– Ah ta! Vamo conhecer o seu castelo então. – Disse Duduka pegando a menina no braço. – Você vai me deixar entrar?…

Ele deu uma piscadinha para Jonas e seguiu com a menina para a sala, deixando os dois homens terminando de arrumar. Jonas perguntou do almoço dizendo que Duduka almoçaria com eles e que os dois sairiam a tarde pra comprar as coisas que faltavam. Elias disse que ja estava terminando e só faltava fazer um suco. Jonas o dispensou pra arrumar as coisas na cozinha, mas quando Elias se virou para ir pra sala o patrão subitamente o chamou.

– Vamos por aqui pelo beco, quero ver como tá a situação lá traz! – Ele chamou rápido.

Elias seguiu o homem alto e sem camisa em direção ao quintal. Os dois ficaram no quintal por um tempo, discutindo sobre como ficaria a disposição do material pra que Jonas pudesse fazer seus treinos funcionais. Ele salientou mais uma vez que queria a piscina limpa e cheia até lá e perguntou o que mais era necessário. Elias tirou do bolso um papel com alguns garranchos que formavam uma lista do que seria necessário pra melhorar da piscina ao canteiro. Jonas concordou com quase tudo e pediu pra ele acrescentar uma tenda de plástico para prover alguma sombra e bancos de jardim. Depois de acertado eles finalmente entraram nos frescor da casa.

Jonas disse precisava de um banho antes de comer e gritou para a sala chamando Duduka e a menina para almoçar. Ouviu o rapaz responder que eles já estava indo. Jonas falou que não tinha toalha ali e Elias correu pra ir buscar. Entregou ao patrão que já estava despido com a porta do banheiro escancarado, quando sua filha e o rapaz vieram da sala. Bella conversava alguma bobagem de criança e ele lhe dava toda a atenção. Elias não deixou de notar aquele cuidado no tratamento com sua filha e percebeu que gostou de Duduka ainda mais. Ele notou que a bermuda tactel do rapaz estava com o velcro aberto. Não ficou surpreso. O calor dentro daquela tenda de lençóis devia ser bem forte. O coitado estava todo vermelho e bem mais suado. Até o queixo dele brilhava como se ele tivesse se babado.

Os dois pararam na porta ainda aberta do banheiro enquanto Elias se ocupava em servir a mesa. Com Bella sentada na privada e Duduka de pé na porta, Jonas tomava banho tranquilamente com o box aberto sem se importar em ter uma platéia. Elias concluiu que nunca precisou ter se preocupado e que Eduardo era mesmo de casa. Seu tom normal de conversa com Jonas em meio ao barulho do chuveiro sugeria que não havia nada de constrangedor na situação. Não captou direito a conversa enquanto batia polpa de fruta no liquidificador, mas Duduka parecia perguntar se foi ali que algum “showzinho” tinha acontecido. Quando desligou o aparelho o barulho no banheiro parecia ter aumentado.

Bella com suas estripulias tinha invadido o banho de Jonas. Duduka tinha entrado no banheiro e se aproximado do box. Quando Elias chegou perto, pronto pra dar uma bronca na filha, ele viu que Duduka segurava o celular e a luz do flash iluminava o homem alto e menina molhados como uma lanterna.

– Isso! Segura nele pra eu ver – Dizia o rapaz olhando para o aparelho. – Agora balança… isso, assim!

Em algum lugar dentro do box, Jonas ria.

“Só estão brincando” Pensou o empregado e se afastou para colocar o suco em uma jarra.

– Abre a boca pro tio ligar a mangueira! – Veio a voz de Duduka do banheiro. – Vai Jonas, solta!…Eita porra! bem na mira!

– Saiu pouco porque eu já tinha feito…kkkkk – Ria-se Jonas.

Elias chamou da cozinha dizendo que ja tinham posto a mesa. Os dois homens falaram que ja iam sair. Jonas se enxugou rápido, mas enrolou a toalha em Bella e saiu nu do banheiro mesmo, sentando na mesa com a menina ao seu lado. Duduka, ainda suado e mexendo no celular, sentou do outro lado. Sua bermuda, agora fechada, tinha um volume inegável. Por um tempo todos comeram em um silencio agradável. Jonas brincava com Bella entre uma garfada e outra até Duduka comentar sobre os planos das aulas funcionais. Conversaram sobre isso por toda a refeição, Elias não fez qualquer comentário a não ser pra dizer que piscina estaria limpa em breve. Eduardo pareceu particularmente empolgado com isso.

– Vai ser muito foda treinar e ter uma piscininha pra aliviar o calor!

– Essa é a ideia. – afirmou Jonas. – O que vai ser mais fácil se já tiver todo mundo sem roupa…

Os dois homens riram.

– Mas será que vai ser todo mundo de boa mesmo? – Quis saber Duduka. – No grupo a galera falou que vinha-mos quando chegar aqui…

– Não, mas não vai ser todo mundo de uma vez, – Jonas explicou. – Pelo menos não no começo. Vou chamar uns dois primeiro, além de você claro que vai me ajudar. O Rodrigo só fala em vir a aqui, advinha por quê…

Os dois olharam rapidamente para Bella e desviaram o olhar segurando o riso.
-… Então se eu não chamar ele logo, ele surta! – Jonas completou. – Tem o Davi, o Leo, o Diego… e tem o Xandão, já disse que tá animado também…

– Puta meu! O Xandão?! – Exclamou Duduka. – Com aquele tamanhão todo, acho que vai até assustar a menina…

– Vai nada! – Jonas passou a mão nos cabelos de Bella, sorrindo. – Ela vai adorar eles. E eles vão adorar ela…

Ao notar Elias olhando para os dois homens sem entender, Duduka mudou de assunto:

– De que horas você vai querer buscar o resto das coisas?

Jonas se recostou na cadeira suspirando e olhando para o teto, pensando antes de responde. O efeito era impressionante para qualquer um que visse um cara de 1,90 musculoso e completamente pelado a mesa. Duduka notou que Bella olhava do pau para o rosto dele sem parar. Elias notou aquilo também e ficou com medo que a menina avançasse sobre o patrão bem na frente do outro rapaz, que provavelmente ficaria sem entender.

– Acho que vou pegar o resto das coisas depois. – Disse Jonas ainda olhando para cima. – Tenho que ir no Atacadão hoje comprar um monte de coisas pro quintal e pra piscina. Muda de plantas pro jardim, né Elias?

– Oh! Então o Elias vai com você? – Perguntou Duduka depressa.

Jonas baixou os olhos e encarou o rapaz do outro lado da mesa. OS dois pareceram conversar sem dizer uma palavra.

– É uma boa ideia Elias! Acho que vai ser mais fácil se você vier comigo. Assim… você que já conhece o material e tudo que precisa…

Elias fez que sim com a cabeça.

– Então vai se arrumar logo que a gente sai e quanto mais cedo a gente sair mais cedo volta. – Enxotou Jonas.

Elias foi até seu quartinho nos fundos deixando a filha com os dois na cozinha. Tomou um banho rápido e quando estava vestindo uma de sua roupas menos velhas foi que se lembrou de que Bella ficaria em casa sozinha. Ao voltar para a casa não encontrou ninguém na cozinha. Duduka e Bella estava na sala vendo televisão e o rapaz avisou que Jonas tinha subido pra se vestir. O empregado esperou o patrão descer para perguntar:

– Patrão a Bella vai também?

– O quê?! Não! Não dá pra comprar tudo e carregar com uma criança do lado. Melhor deixar ela aqui!

– Mas… ela é pequena pra ficar sozinha…

– Eu vou ficar com Elias! – anunciou Duduka. – Vocês vão lá e a gente fica aqui brincando…

O empregado ficou incerto.

– Ele tem irmão pequeno em casa, Elias. – Jonas o tranquilizou. – Ele sabe cuidar de criança. Tá acostumado

– E a Bella ja mostrou que é mais quietinha que o capeta do meu irmão! – Riu Duduka.
– O senhor toma conta dele é?

– Já disse que senhor ta no céu! Mas é! O moleque vive grudado comigo. Então podem ir. A Belinha tá em boas mãos! – Ele deu um aperto na menina sentada ao seu lado no sofá, ainda enrolada frouxamente com a toalha de Jonas.

A postura despreocupada de Jonas em relação ao assunto foi o que tranquilizou Elias. Ele recomendou que Bella se comportasse e brincasse direito e seguiu o patrão até a garagem e entrou no carro. Jonas manobrou o carro e saiu. O trajeto levou quase quarenta minutos pois ficava do outro lado da cidade. Uma imensa loja de material de construção, mobília e decoração. Eles passaram horas naquele corredores titânicos escolhendo tudo que precisariam pra terminar a reforma no quintal que seria a academia improvisada de Jonas pelas próximas semanas. Durante as compras o patrão recebia mensagens constantes e as vezes ria olhando para o aparelho. Olhando de esguelha para bermuda clara do patrão Elias notou que ele estava tendo outra crise. Um calombo dolorosamente contido na roupa. Mas ele escondeu bem na trave do largo carrinho de compras.

– É o Duduka falando que está brincando com a Bella. – Disse Jonas para o empregado. – Mandou uma foto dos dois…

Ele virou o aparelho e mostrou uma selfie de sua filha e do novo amiguinho rindo no interior escuro da cabaninha de lençóis. Duduka parecia enxarcado, um bigode de suor brilhava em seu lábio superior e Bella tinha algo escorrendo pelo canto da boca também. Alguma coisa viscosa e branca… Jonas virou o aparelho antes que Elias se quer percebesse o que tinha visto. Ele estava feliz que sua filha se divertia, mesmo com um rapaz que tinha conhecido hoje. Ela costumava ser arredia com estranhos, mas tinha melhorado bastante nos últimos dias. Ele agradecia aos patrões por isso.
A tarde já ia avançada quando eles finalmente voltaram para casa. O porta-malas do carro carregado de materiais. Eles entraram pela cozinha com Jonas dizendo para ele descarregar o carro depois. O patrão seguiu com pressa para o banheiro dar uma mijada enquanto Elias foi na sala ver como estava a filha. A TV estava desligada e o cômodo silencioso. Ao se virar para a tenda no canto ele viu os pés de Duduka saindo da entrada. Elias chamou pela filha, mas como ninguém respondeu ele se aproximou e abriu o lençol.

O cheiro de dentro da tenda era forte e erótico. O interior estava escuro, mas Elias viu que Duduka e Bella dormiam agarrados. O que o surpreendeu foi que o rapaz estava completamente nu abraçado a sua filha. Sem saber como o homem entendeu que aquilo tinha sido coisa de Bella. Gentilmente ele pôs as mano na coxa firme do rapaz e sacudiu. Duduka se moveu, olhou confuso para fora da tenda, viu Elias e só então pareceu despertar por completo. Ao se afastar da menina ainda adormecida o que pareciam fios de baba se esticaram entre a virilha dela e a bundinha da criança. O cheiro ficou ainda mais forte.

Duduka tinha um pau circuncidado e não muito grande, mas grossinho. Por alguma razão Elias pensou num pau de adolescente que tinha crescido demais. Era completamente sem pelos, pois ele raspava. Deu um sorriso inchado para Elias, sem se importar em ser pego pelado com a filha do homem.

– Vocês demoraram, hein? – Ele falou com a voz rouca. – Nem percebi que caí no sono…

– É… patrão quis adiantar… Sabe? Comprar logo tudo… Cadê sua roupa?

– AH! – Fez o rapaz olhando para baixo como se só então tivesse notado que estava nu. – Então… A gente tava brincando e ela disse que queria brincar de casinha. Aí a gente ficou aqui dentro, só que é um puta calor aqui então eu tirei a bermuda e fiquei só de cueca. Aí ela começou a querer brincar de papai e mamãe, porque ela disse que brinca disso com Jonas direto então disse que tudo bem, mas ela insistiu que eu ficasse pelado, porque o Jonas so brinca com ela assim. Eu tentei explicar que dava pra brincar so de cueca, mas ela insistiu muito, sabe? Começou a fazer manha. Dizendo que só queria brincar se fosse pelado. Aí eu pensei que como só estava a gente aqui, achei que não faria mal brincar com ela um pouquinho pelado. Aí a gente brincou de cavalinho e papai e mamãe a tarde toda, até ela cair no sono eu também.

– Meu Deus! A Bella é fogo! Me desculpe mesmo… – Uma saraivada de gaguejos saiu de Elias enquanto ele tentava se desculpar pela incomodo que a filha tinha sido. Duduka dispensou tudo com um gesto.

– Besteira Elias, criança é assim mesmo. Eu brinco pelado com meu irmão em casa também… – Duduka saiu da tenda e se levantou. – Quando eu tenho que cuidar dele, ja que meu pai as vezes sai pra passar a noite fora. Aí como a gente tá em casa eu fico de boa lá também, sabe? Igual o Jonas fica aqui. Meu irmão só fica de cuequinha ou pelado. Então a gente brinca nu o tempo todo. Ele dorme comigo direto assim também. Então pra mim é tranquilo! E a gente tem uma priminha novinha de sete anos que quando vai lá em casa fica peladinha também. Pelo menos quando eu tomo conta dela…

Nessa hora Jonas entra na sala com garrafa d’agua e vê o amigo pelado e coberto de suor e uma gosma esbranquiçada. Ele começa a rir.

– Ela fez isso com você?! – Ele pergunta pra Duduka.

– Foi! E a culpa sua! – Respondeu o rapaz agarrando o pau molhado. – Ela disse que só queria brincar do jeito que brinca com você! Você que acostumou ela mal…

Os dois riram e Elias sentiu qualquer peso sobre suas costas sumir. Eduardo era um bom rapaz. Cuidou bem da filha dele e ainda fez as vontades da criança com paciência e gentileza. Nunca pensou que conheceria tantos homens que seriam bons para sua Bella. Resolveu que agradeceria fazendo um lanche para o rapaz. Ele aceitou, mas pediu pra tomar banho antes. Jonas ofereceu a ele o banheiro lá de cima.

Com a algazarra a menina despertou olhou para os três homens e correu logo para os braços de Jonas. Para Elias era um carinho tão bonito e genuíno que ele nem sentia ciúmes. Mas a filha sem dúvida precisa de um banho urgente. Algum liquido escorria do meio de suas pernas.

– Ah! Olha ela! – Disse Jonas carregando ela no braço onde ela enlaçou as pernas envolta dele de imediato. – Brincou muito com o Duduka?

Ela fez que sim.

– Você pediu pra ele ficar pelado assim?
– Foi! – Ela disse, faceira.
– E porque você pediu pra ele ficar pelado?!

Ela não respondeu de imediato.

– Você quis brincar assim com ele? – Insistiu Jonas.
– Foi! – Ela disse outra vez. – Pra gente… Pra gente brincar de brincar de papai e mamãe…

– Aah!… De papai e mamãe! – Disse Jonas olhando Duduka que sorria ainda com a mão no pau úmido. – E foi bom? Ele faz direitinho?

Ela fez que sim com a cabeça.

– E quem é o melhor brincando de papai: O Duduka ou o tio Jonas?!

Ela hesitou um pouco pra responder, mas então escolheu Jonas, que riu.

– Ah! que isso princesa! – Disse Duduka fingindo estar com raiva. – A gente brincou tão gostoso de tarde. Você não curtiu não?

Ela abaixou a cabeça rindo sem graça de ser disputada pelos dois homens. Jonas sentiu a humidade manchando a camisa em que ele estava. Afastando um pouco Isabella de sua cintura ele passou a mão na vagininha dela que voltou toda molhada

– Porra! cê brincou mesmo com ela hein! – Disse Jonas. – Tá toda molhada. Vai ter que tomar banho também! Acho que até eu vou…

Ele desceu Bella no chão e mostrou a enorme mancha úmida na camisa bem onde a bucetinha da menina tinha encostado. Ele tirou a camisa de imediato e mandou Elias por para lavar. Depois de um segundo, ele soltou um “foda-se” resolveu tirar a bermuda também. Como nunca usa cueca, agora havia dois homens nus na sala, cercando uma criança.

– Eu posso dar banho nela! – Se ofereceu Duduka. – Tem uma banheira lá em cima né? A gente pode encher…

– Nos dois vamos! – Disse Jonas. – Faz um lanche pra gente, Elias. A gente vai dar banho nela lá em cima. Não precisa ter pressa. Banho de banheira é pra ser demorado mesmo.

– Claro! – Elias, como sempre, aceitou a ordem rapidamente. – Quer que eu ponha sua pra lavar também, Duduka?

– Pode ser também! Deixei minha bermuda e cueca dentro da tenda. – Ele largou o pinto para apontar para a trouxa de roupa dentro da cabana de lençóis e com isso mostrou o pau já meia bomba.

Enquanto se abaixava para pegar a roupa, Elias se perguntou vagamente, se o rapaz sofria da mesma condição de seus patrões.

Os dois homens subiram as escadas levando a menina. O inquilino foi até a área de serviço colocar as roupas em ciclo rápido na maquina de lavar. Então enveredou para a cozinha. Pensou em fazer uns sanduíches caprichados que ele tinha aprendido enquanto fôra chapeiro em uma lanchonete de um mercado publico há alguns anos. Foi retirando os ingredientes da geladeira e da dispensa e seguiu montando conforme tinha aprendido. O processo levou tempo e de vez em quando ele ouvia um burburinho vindo do andar de cima. Desejou que Bella não estivesse dando trabalho.
Levou mais de meia-hora pra ele aprontar tudo e ficar orgulhoso de seu trabalho. A luz da tarde já quase sumia agora e ele resolveu subir pra chamar o pessoal pra lanchar. Entrou devagar no quarto de Jonas que estava escuro e foi até a porta fechada do banheiro. Ele ouviu a voz de Jonas que ia falando:

“…então tá! A gente ta esperando ele chegar… Ele mandou mensagem que já ta vindo”

Uma segunda voz falou, mas não parecia de alguém que estivesse no banheiro e sim saindo de alto falantes.

“Porra se for rolar mesmo me chama que eu quero ver! Tá ligado que dá pra ganhar uma grana com isso né?”

– Tô ligado! – Disse Jonas. – Mas é como eu te falei… Vai ser aquele lance lá… Com o pessoal malhando aqui, o Duduka vai me ajudar a filmar a galera aqui. E aí a gente bota os videos no perfil pra galera curtir. Quem quiser material mais assim… proibido né? Vai ter que pagar a mais! kkkkkk…

Ele também conseguia ouvir som de agua e o que pareceu o rapaz, Eduardo, murmurando alguma coisa.

“Eu já falei que tô dentro pra participar, hein? Só dizer o dia que eu tô aí!” Falava a voz de homem, distorcida e ecoante.

– Relaxa que tá tudo no esquema! – Respondeu Jonas.

Elias resolveu bater na porta nessa hora e não ouviu a pergunta que foi feita lá dentro: “E retardado não fala nada?”

– Não ele… OI! – Disse Jonas alto respondendo as batidas. – Eita peraí que ele tá na porta!

Um som de agua escorrendo foi ouvido então passos pesados se aproximaram. Um Jonas molhando dos pés a cabeça e abriu a porta mostrando só o perfil do corpo. Chumaços de espuma branca escorriam dos seus músculos desenhados.

– O que foi Elias?! – Ele perguntou meu ríspido.

– Opa patrão, é que o lanche já está pronto! A Bella já terminou o banho?

Jonas olhou rapidamente para dentro antes de responder ao empregado:

– Quase, é que ela e o Duduka ficaram brincando e…

– Mas ela não tá bagunçando não né patrão?! – O empregado perguntou apreensivo. – Ouvi barulho de agua no chão…

– Há isso foi Elias! – Ele respondeu. E de fato o chão perto da porta ja empoçava sobre o corpo do bodybuilder.

– O senhor quer que eu pegue ela agora?…

– Não, não! – Cortou Jonas na hora. – Ela tá brincando com a gente, não tá princesa?…

Ele abriu a porta um pouco mais, mostrando sua costumeira ereção cavalar pingando água no chão. O empregado prontamente ignorou ao esticar o pescoço e olhar para dentro do banheiro. Bella e Duduka estava ambos de pé na banheiro com espuma. A menina tinha a mão na cintura ensaboada do rapaz e mal tirou os olhos dele pra fazer um aceninho rápido para o pai na porta. Eduardo Tinha as duas mãos sobre o pênis e ria sem graça para Elias. Jonas fez um gesto para o rapaz e falou daquele seu jeito despojado:

– Não precisa se cobrir Duduka! O Elias é de boa com isso, não fica com vergonha, não! Fala pra ele Elias!

– Que isso, pode ficar a vontade Seu Eduardo! – Elias se apressou em dizer para tranquilizar o rapaz. Se sentiu mal que sua presença pudesse estar sendo fonte de incomodo para um moço tão bom que brincava com a filha dele.

– Sabe o que é Elias? O Duduka tava me contando umas paradas dele aí com uma mina…- Disse Jonas com um tom safado na voz. – Ele tava me contando como pegou uma menininha que vivia provocando ele sabe? Aí o pau dele ficou animadinho com a história… Mostra aí Duduka!

Com as sobrancelhas erguidas e ainda olhando para Jonas, Duduka tirou as mãos da virilha e mostrou a pica apontada para o teto. A cicatriz da circuncisão se mostrava como uma ligeira descoloração perto da cabeça rosa escura. Pingava espuma do saco dele. Elias viu sua filha olhando fixamente o pau do rapaz. Para indicar que tudo estava bem, o empregado resolveu mostrar sua melhor estratégia: Mostrar eficiência.

– Vou pegar um pano pra enxugar esse chão patrão. – Disse Elias indicando o lago que tinha virado o banheiro. – Faz medo de alguém escorregar…

– Boa ideia Elias, vai lá! – Disse Jonas enxotando o inquilino. Ele deixou a porta do banheiro aberta ao voltar para a banheira.

Elias saiu do quarto, deixando Jonas e Duduka cochichando. Desceu as escadas indo até a área pegar panos, rodo e balde. Reparou que a maquina lave-e-seca ja tinha encerrado a lavagem. Ele tirou as roupas de dentro e as dobrou então subiu novamente para o quarto. Entrou fazendo barulho com tudo aquilo que carregava. Pediu licença antes de entrar no banheiro mesmo com a porta aberta.

– Pode entrar Elias. Já limpa aí na porta – Disse a voz de Jonas. – Mas então Duduka, conta como foi comer a mina lá…

– Rapaz a mina era boa! – Disse Duduka com voz empolgada. – Tinha uma buceta bem apertadinha sabe?…

– Apertadinha tipo assim? – Perguntou um interessado Jonas.

Enquanto passava o rodo com pano no chão Elias viu os três na banheira. Tanto Jonas quanto Eduardo, De frente um para o outro, tinham uma perna para o lado de fora e se sentavam na borda. A menina estava deitada no espaço entre eles com a cabeça apoiada no abdômen de Jonas. O patrão abria as duas pernas da menina e mostrava indecentemente para Eduardo como comparação. Duduka olhava a bucetinha infantil com a mão direita agarrando a própria pica. Ele extende a outra mão e passou o dedo na vagininha bem a frente dele. Parecia pensativo.

– Rapaz acho que era desse tamaninho mesmo hein! – Disse ele esfregando com o dedão o grelinho quase inexistente.

– Nossa e o que você fez?! – Inquiriu Jonas. Os dois homens se olharam por um seguindo, antes de Jonas insistir: – Você deu uma boa chupada nela, né?

– Foi… Dei sim!

– Mostra como foi só pra eu entender isso direito.

Jonas ergueu a menina como uma pluma em seus braços fortes, deixando a grutinha fechadinha bem na cara de Eduardo. Ele deslizou a bunda chegando mais perto e pôs o rosto entres as pernas da criança.

– Foi assim ó!

– hummm… – Fez Jonas olhando a demonstração. Um barulho úmido foi ouvido bem baixinho.

Elias seguia limpando o banheiro. Quantas vezes ja tinha ouvido aquele tipo de conversa? Homens quando se juntam sempre falam de safadeza. Sempre querem contar vantagem e saber dos casos sexuais uns dos outros. Elias, que nunca teve uma vida sexual muito interessante, nunca contribuía para essas conversas. Se concentrou em limpar o banheiro sem prestar muita atenção a conversa dos dois homens. Bella era muito criança pra entender, então ele não se incomodou de ela estar presente. Viu a filha se contorcer nos braços de Jonas enquanto Duduka parecia ter grudado a boca em algum lugar entra as pernas da menina. Pelo visto ele estava fazendo aquelas cosquinhas que Jonas e Guilherme faziam sempre nela. Ela adorava. O gemidos da filha pareceram altos no eco do banheiro. Ele viu que estava molhado debaixo da pia também e se concentrou em secar ali também.

– Caralho Duduka, Que baita Chupada! – Disse Jonas com voz de impressionado. – Aposto que a mina se amarrou hein? Ela gozou na tua boca?

– Ô e como! – Disse Duduka se afastando um pouco da virilha da menina com um som de estalo.

– É só lamber o grelinho que elas se tremem toda não é? – Comentou Jonas.

– É Brother! É ponto fraco delas…

– Mostra como foi!… – O grandalhão insiste.

Duduka põe a boca de volta entre as pernas da menina e o barulho de sucção e estalos é ouvido mais alto dessas vez. Bella geme como nunca. Os dois ficam assim por alguns minutos. Tempo suficiente para Elias terminar de limpar o chão do banheiro. Ele se admira com a disposição do rapaz em demonstrar o que fez com a moça. Provavelmente só quer impressionar Jonas, o que Elias entende completamente. O patrão era alguém que você sempre queria estar em alta conta. Tendo acabo o serviço ele ficou na porta esperando aquilo terminar. Só então reparou que o celular de Jonas estava sobre o tampo da privada apoiado em um rolo de papel higiênico. A tela virada para os três na banheira. Um leve reflexo mostrando que estava acesa, mas de onde estava Elias não conseguiu ver o que mostrava.

De repente os gemidos de Bella mudaram e a filha começou a falar com a voz chorosa:

– Quero fazer xixi… – Sua perninha tensas em volta da cabeça de Eduardo. Ele tirou a cabeça entres pernas da menina com outro som de estalo.

– Eita calma! – Disse Jonas descendo ela para seu colo.

Ele sentou Bella outra vez sobre a base de seu pau. De novo dando aquela impressão bizarra de que a menina tinha uma vara gigante. Ele olhou rapidamente para a tampa fechada da privada onde estava o celular. Elias entendeu e tentou ajudar:

– Quer que eu pegue…

-Não! Fica aí mesmo! – Disse Jonas para o empregado que paralisou no lugar. Se voltando para dentro da banheira ele falou baixinho com a menina no colo:

– Faz aqui dentro mesmo princesa, a gente ja vai sair.

Duduka pegou o celular sobre a privada e o apoiou na perna virado para Jonas e a criança. Incentivando ela baixinho, ele fez com que ela relaxasse o bastante pra soltar a bexiga. O mijo quente da menina molhou a virilha e a base do caralhão em que estava apoiada. O grandalhão ainda a levantou um pouquinho para que o jato pegasse no corpo do pau também. Duduka que não tinha largado do pau o tempo inteiro, acelerou os movimentos. Na porta Elias tirava o pano de chão do rodo e colocava no balde e só ouviu o chiadinho do liquido caindo na banheira. Quando se voltou para os dois homens outra vez, ambos sorriam para o outro.

– Porra Duduka depois cê me conta mais como foi com essa mina aí! – Disse Jonas. – Vou querer saber como você fudeu a bucetinha dela. Cê vai fazer uma demonstração igual essa. Quero ver com detalhes!

– Podexá! kkkkkk – Riu-se Eduardo.

– Mas fica pra outro dia. Agora vamo encerrar que meu irmão jajá ta aí! – Ele ficou de pé com Bella, o caralho duro mal se movendo de tão rígido.

Voltando-se para o empregado na porta, Jonas o instruiu a levar aquilo tudo lá para baixo e esperar lá que eles ja iam descer. Elias, como sempre, obedeceu sem qualquer questionamento. “hora do leitinho princesa!” Ele ouviu ao sair do quarto. Achou estranho porque ele tinha preparado suco para o lanche deles e não leite. Será que significava que o patrão queria leite? Quase voltou para perguntar, mas percebeu que era bobagem e resolveu descer.

Na area de serviço, separou roupa de Eduardo e deixou dobrada em uma cadeira para que ele as vestisse quando descesse. Levou ainda uns bons quinze minutos até os dois chegarem na cozinha. Jonas com seu roupão aberto segurava Bella enrolada em uma toalha. O patrão parecia ter se aliviado da “crise”. O pau balança ainda inchado e vermelho, mas não mais rígido. Duduka vindo logo atras com uma das toalhas de Guilherme na cintura também parecia ter dado um jeito no seu problema.

Ele agradeceu pela roupa lavada e se vestiu ali na cozinha mesmo. Todos se sentaram mesa e devoraram os lanches que o inquilino tinha preparado. Eles conversaram algumas amenidades enquanto Elias lavava os pratos e então Duduka anunciou que já estava tarde e precisava ir. Se despediu de Elias com um aceno e deu um selinho em Bella, antes de Jonas o levar até o portão a casa.

Aquela altura já havia anoitecido e o empregado mandou a filha pôr um vestidinho ir pra sala ver TV. A casa ficou quieta até a chegada de Guilherme. Como sempre Elias ouviu o carro e foi ter com o patrão mais jovem, para o caso de ele precisar de ajuda com alguma coisa. Ao chegar na garagem viu que o doutor não estava sozinho.
Havia um rapaz com ele um pouco mais baixo que os dois irmãos, mas com quase o mesmo tipo físico. Até o estilo da barba parecia o mesmo. Talvez usar a barba daquela forma fosse moda. Elias, que nunca prestava atenção a essas coisas, não saberia dizer. O detalhe mais impressionante eram os brilhante olhos verdes.

– Boa noite Elias! – Disse Guilherme parecendo a alegria em pessoa. – Esse é o Erasmo, o enfermeiro que eu te falei. Ele veio dormir aqui hoje!

Continua *˜

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33 Comentários

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  • Responder Pedro

    É um porre esses contos que começam a colocar um monte de personagem no meio da história, enrola na história e lota de personagens nada haver, já parei por aqui.

  • Responder Caio

    Conto chato , fala tantos detalhes sobre Elias, acho q esses irmãos são outros e querem dar para o mongoloide

  • Responder Torinho :D

    Seria bem fofo um “episódio” com o boyzinho também

  • Responder Fonseca

    Precisa esplica porque quando os caras ficam com ,leva ela pro vaso sanitário , porque , pra que . detalhes , mais detalhes .

  • Responder Itubaina

    O mais fraco de todos não fala nada sobre o que acontece com a menina . falta detalhes de quando a menina fica só com eles .a menina a essa altura já teria bem laceada . falta herotismo

  • Responder Jose

    A menina entra no banheiro com os caras. Aí ao invés de narrar a menina tomando esporrando na cara, chupando rola, tomando leitada na buceta, rola comendo o cu dela, etc, o cara vai narrar que o retardado está fazendo comida, lavando vasilha, etc…ah, tenha dó.

    • cp doidao

      se vc e tao fodao nas criticas escreve um melhor entao seu bafo de salsicha do caralho

    • .

      é um conto voyeur.
      quer detalhes explícitos ? vá procurar em outros, conto aqui é o que não falta

  • Responder Natal

    Seu conto é bom amigo e sei q é dificil agradar a todos, mas esse realmente faltar vc narra o que acontece dentro do banheiro, do quarto, na cabana, isso vai enriquecer mais ainda o teu conto e outra não tira a ingeniudade do Elias,já ancioso pelo cap.7

    • Monitores

      Discordo… o estilo do cara é esse… ele n deve mudar… algumas vezes é bom ele não “explicar” o que acontece mas deixar subentendido igual ele faz… pra instigar um pouco a imaginação do leitor… mas mesmo ele não “explicando” algumas coisas ele sempre da um jeito do personagem ir no local e presenciar algo… o estilo dele é único… não acho que ele deva mudar… cada um tem seu estilo de escrita e o estilo dele se diferencia de muitos… acho que ele está no caminho certo… por mais que não agrade a todos (o que nunca vai ser possível), os contos dele sempre são bem avaliados… n acho que ele deva mudar o tipo de escrita dele… está excelente assim… deve dar um trabalhão escrever tanto… estou ansioso pela parte 7… o conto está ótimo… eu sempre pesquiso os nomes pra ver quem é kkkk… ainda n li as características físicas do Erasmo mas acho que sei quem é!!!

    • Natal

      Amigo não tou pedindo pra ele mudar o rumo do conto dele e sei q ele o relato faz nos leitores imaginar,as vezes é bom ele dar uma narrada do quarto, da banheira, vai só acrescentar mais ainda no conto dele. Lógico que vai dele seguir ou não. E bom de tudo que vamos continuar acompanhando a continuação da história, eu todo dia eu olho pra ver a continuação da história.

  • Responder KaioPed

    Os últimos três estão chatos, contam mais detalhes do que Elias e os irmãos pensam, mandam mensagens etc.. do que os atos sexuais

  • Responder Dourado G

    Eita já foi mencionado já uns 6 caras e agora já tá aparecendo, cap.7 tô vendo que ela vai perder o cabacinho e vai dar bom com o Erasmo chegando na parada

  • Responder Sb

    Conta com um pouco mais de detalhes oque eles estao fazendo com ela!!

  • Responder Tarado

    Caralho todo esporrados aqui! A hora que essa menina gozar eu vou esporrar denovu

  • Responder Zinha

    Tá enrolado sim…não fala o que a menina sentiu, nu cá fala se ela já goza .Sei lá é gostoso pra caralho mas situações narradas desnecessárias, tem que focar no sexo atrevido , quando fala que ela vai tomar leite por exemplo é rápido demais .nota 6

    • doidao

      caralho curte a briza porra. nao e vc que esta escrevendo cala te.

  • Responder Júnior Alves

    Ah esse foi bem melhor do que anterior, principalmente a sena da banheira, muito boa e erótica.
    Mantenha o propósito do conto, se retirar o fato do Elias ser distraído e desatento, vai apenas cair numa mesmice de todos os contos que existem por ai. A diferença do seu conto é justamente esse fato, se tirar isso, vira apenas mais um no meio de tantos.
    Contos como esse a imaginação é o limite, porque você pode ir só criando situações diferentes que já vai estar ótimo, e se caso enjoasse dos personagens, é só por outros como é o que você já está fazendo, então pelo jeito o conto vai longe. O que pode fazer no futuro é adicionar outra criança, acho que isso iria dar um toque diferente também. Já ansioso pelo próximo

    Um abraço amigo

  • Responder jose

    está verborrágico, excessivamente extenso sem nenhum desenvolvimento. O principal não é narrado. Vc lê e tem a impressão que não leu nada porque a ação não é narrada.

  • Responder PutinhaSafada

    Q conto delicioso, posta logo o 7

  • Responder Zenra

    Poderia ler esse contos com mil páginas , gozando feito doido

  • Responder Montes Rio

    Rapaz… vc está se superando a cada conto… a série está mt boa… estava esperando mt essa parte 6… quando vi que tinham mais de 9k palavras pensei… nossa… esse cara ta inspirado… e o mais incrível é que ta já na sexta parte e a menina n perdeu cabaço kkk… como vc consegue enrolar tanto kkk… mas está mt bom assim… PARABÉNS!!!

  • Responder Kid

    Ah manoh… Já tá ficando paia essa história do Elias né! Por mais que o cara seja retardado não é possível que ele seja tão burro..
    Vc tinha que dar um jeito de introduzir o Elias na história… Fazer ele ficar de pau duro pela filha dele!! Sei lá, talvez o doutor podia chamar ele na hora de tirar o cabaco dela e falar para ele colocar o dedo na filha dele, pra ver como é e tal.. fazer o retardado ficar excitado..

    • Montes Rio

      Eu discordo… acho que assim está ótimo… esse cara meio retardado contando a história na visão dele deixa é o q diferencia esse conto dos demais… existem 1 milhão de contos de pai comendo a filha… se o Elias fizer algo com ela vai estragar o conto… continua nessa pegada q tá excelente!!!

    • Adones

      Ansioso pra ler a continuação!

    • Flopado

      Quando vai sair a continuação ?

    • Jose Pai

      Eu curto muito a narrativa, não sinto a necessidade de descrever o que ocorre no banheiro, mas a falta de reação do Elias esta me incomodando muito, por mais relapso que ele é, o corpo fala e tem reações, o mínimo seria ele ter ereções vendo tudo que acontece entre os patrões e a menina, fora que a filha ja teria buscado no pai o mesmo que os outros homens dão a ela, principalmente porque ela ja mostra interesse e admiração pelo penis. Tambem não entendo por que todos nessa casa ficam nus e ele não!!

    • Jorge

      Alguém me fala em quem são inspirados são personagens por favor, so descobri o Guilherme!!!

  • Responder Sex life

    Esse cap 6 promete, to louco por ele, demora não!

  • Responder Mae solteira ♥️💙

    Não vejo a hora do cap 6 não.demora