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Val… inesquecível Val

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Saudades da val… uma história real, com muita intensidade

Em meados de 2008, estava num projeto na Bahia. Ficamos hospedados na cidade fe FSA por quase 20 dias, sendo que aos finais de semana estávamos livres para conhecer a região.

Assim, num primeiro momento, fui até Salvador, Pelourinho e redondezas, mas sempre de boa.

Na semana seguinte, se juntou ao projeto uma consultora. Se chamava Val. Tinha seus 27, 28 anos. Uma loira bonita, sem exageros, mas com olhos bonitos, boca carnuda, pele branquinha, um lindo corpo. Me recordo do primeiro dia em que a via, usava uma blusa branca, em que se podia ver a alça do sutiens e a certa transparência dos seios. Uma calça jeans escura, bem colada no corpo, que dava valor as curvas e ao lindo bumbum. Seus cabelos loiros solto era destaque total e não havia meios de não olhar para eles.

Ela havia chegado de SP a Salvador naquela manha, ainda estava meio perdida com os trabalhos e também com as acomodações no hotel. Como iriamos trabalhar juntos, já me prontifiquei a ajuda-la a se inteirar de tudo.

Com isso, ao final do dia acabei dando carona para até o hotel e ajudei a fazer o check in. Para minha surpresa, o quarto dela ficava ao lado do meu. Tremenda surpresa que já mexia com minha imaginação.

Mostrei o andar para ela, ajudei com as malas e disse que estava ao lado se precisasse. Mostrei também a academia e a piscina do hotel. Era por volta das 17:30 e disse que iria trocar de roupa e dar uma suadinha na academia. Ela disse que iria arrumar as coisas, mas não iria dessa vez. Por fim, combinamos de jantarmos juntos por volta das 19:30hs.

A imaginação tomava conta de mim. Fui no meu quarto me trocar e ao me trocar com a roupa da academia, meu corpo já pulsava e já imaginava a Val. Só de encostar sentia pulsarrrr… bem, fui pra academia e me concentrei nos exercícios. Foram 45 minutos de forte concentração…rs…

Nos encontramos no lobby para irmos jantar. A Val usava um short agarradinho, bem discreto e uma blusinha preta colada, também muito discreto. Um batom vermelho queimado, que brilhava com sua pele branca. Cabelos soltos e um delicioso perfume floral. O cheiro não me saia da cabeça e perguntei qual era o nome. Ela disse se chama CINÉMA!

Escolhemos um restaurante de frutos do mar, como é muito comum em Feira de Santana. Pedimos uma cerveja bem gelada e alguns petiscos. Ainda estávamos tímidos, mas a cada gole, os assuntos iam surgindo. Falamos de carreira, do projeto, dos desafios, desejos, namoros e tudo mais. Ela era casada havia menos de 1 ano. Mas consegui sentir pelas palavras que a escolha havia sido precipitada. Faltava pimenta nesse molho e Feira de Santana tinha todos os elementos para apimentar. Val me falou dos seus sonhos e desejos. Eu dos meus. Ao final, uma sementinha de que tínhamos muitas coisas e desejos em comum era um ponto de partida. Mais uma cerveja e outra. O ritmo e tom da conversa se apimenta com certas afirmações e confissões em ambos os lados. O que me chama a atenção é que a Val se rotulava como aberta a novas experiencias, com ideias e desejos um pouco fora da do trivial, isso me excitava só de ouvir. Ela vem de uma família com mais 3 irmãs, todas com idades muito parecidas e que começaram praticamente juntas as descobertas e prazeres do sexo. Ainda se rotulava como alguém que não poderia passar mais de 2 dias sem sexo. Uau

Bem, a noite transcorreu bem, e voltamos ao hotel caminhando e rindo das confissões e bom papo. Nos despedimos na porta do quarto com um beijo no rosto de boa noite. Aquela foi uma noite complicada para dormir. Normalmente durmo nu e a excitação tomava conta de mim. Deitei na cama, fechei os olhos e masturbei-me deliciosamente pensando na Val. Imaginando que no quarto ao lado ela estaria deliciosamente excitada também. Gozei intensamente. Peguei no sono e acordei com o despertador.

Já era quinta-feira, e o dia seria cheio de desafios. Tomamos café juntos e fomos ao local do projeto. Dia complexo, mas terminou bem. Ao final do dia, fomos informados que tivemos um problema com um equipamento e que ele estaria em manutenção na sexta-feira. Isso impedia de continuar o trabalho, assim fomos dispensados da sexta e teríamos também o final de semana livres.

Bem, ao chegar no hotel, surgiu uma ideia com a Val. Porque não vamos para morro de são paulo? É uma viagem curta e podemos ficar alguns dias numa praia deserta e paradisíaca. Topamos na hora. Ligamos para uma agencia local e reservamos hotel e transporte.

Saimos bem cedo no dia seguinte, uma mochila cada um e uma expectativa muito boa. Fomos a Salvador, depois a Morro de SP de balsa.

Um local sensacional. Reservamos um bangalô numa praia de areia branquinha e mar azul esverdeado. Cheio de coqueiros. O bangalô era todo branco com detalhes das janela em azul. Muito bom gosto! Havia uma pequena banheira de hidromassagem na varanda externa e uma cama de casal grande com lencois brancos de seda.

Chegamos eu e a Val, deixamos as coisas e combinamos de nos trocar e ir caminhar na praia. Fui até o banheiro e coloquei uma sunga preta. Sai e notei que a Val me olhava com admiração. Impossivel esconder a excitação. Mas rimos apenas. Ela foi no banheiro e colocou um biquini minúsculo, azul escuro, que combinava com sua pele branquinha. Um bumbum fora do comum. Lindo d+! Me pediu para amarrar seu biquini e veio até mim, encostando e roçando em mim. Eu estava tremulo ao fazer aquilo, e quase não conseguia dar o nó. O nó falho fez com que a parte de cima caísse e ela riu, virando para mim e me beijando.

Senti seu seios durinhos encostando no meu peito, sua boca macia e sedosa me beijando intensamente. Meu pau pulsava na sunga. Ela me empurrou contra a cama, deitando sobre meu peito e me beijando loucamente, meu pescoço, meus mamilos, barriga, coxas, beijando ele sobre a sunga. Mas rapidamente me deixou todo nu, engolindo com volúpia meu pau, com uma intensidade que nunca havia sentido. As bolas, até perto do cuzinho pude sentir sua língua. Um tesão fora do comum. Com meu gosto na sua boca me beijou mais melado e gostoso.

Num movimento rápido, virei a val e passei a estar por cima, beijando seu pescoço, tocando com os dedinhos de leve sua xaninha. Podia sentir pulsar. Colocando o bikini de lado e sentindo o meladinho. Chupei seu seios com muito carinho, fazendo voltas com a língua nos seus mamilos. A janela aberta trazia apenas a brisa do mar e isso nos excitava mais. Desci até seu umbiguinho, sua coxas, abaixei seu bikini e descobri seu tesouro. Uma xaninha linda, lisinha, com grandes lábios carnudos, melada e com cheiro de sexo. Desci minha língua e massagendo bem de leve descobri seu clitoris, sugando com muita vontade, e colocando a língua o mais fundo que pudesse. A Val delirava. A virei de bruços, beijando seu pescoço e suas costas, roçando meu pau na bundinha, descendo de leve. Beijando, com algumas palmadas, até que encontrei seu cuzinho. Lindo rosadinho, pulsando a espera da minha língua. Abri seu bumbum e coloque a língua de deve e com movimentos de vai e volta. A Val rebolada. Com o dedinho também masturbava ela e sentir seu mel escorrer. Ela gozou, 1, 2, 3 vezes, só com minha linguinha. Puxei o cabelo dela e coloquei ela de 4, enfiando meu pau com muita vontade na xaninha dela. Um movimento magico, cheio de muito tesao. Podia sentir que pulsávamos numa mesma sintonia. Eu dentro dela. Com o dedinho, tocava no cuzinho e sentia a Val gemer. Metemos loucamente assim.

Ela me pediu pra calvalgar, quando me virou de barriga pra cima, voltou a chupar meu pau, algo com nosso gosto misturado, minhas bolas estava rígidas, cheia de voltade…. subiu no meu pau com muito carinho e robolava gostoso e loucamente, enquanto eu apertava seu bumbum e lambia seu seios. Ela gozou novamente, sentia um squizzi escorrendo e molhando os lençóis brancos da cama.

Desceu da cavalgada e engoliu meu pau, chupando com volúpia e pendindo meu leite. Gozei loucamente no rosto na boca e nos seios da Val. Era como se fossemos feitos para esse momento. Ela com a boca cheia do meu meu, subiu até minha boca e nos beijamos loucamente, misturando nossas químicas como nunca havia imaginado. Terminamos nus, na hidromassagem na varanda externa, saboreando um champagne e curtindo alinda paisagem de Morro de SP.

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1 comentário

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  • Responder Vantuil OB

    Parabéns Pedro pelo conto. Também já estou com saudades da Val. Se tiver mais, conta