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Tieta

457 palavras | 5 |4.00
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Este pode ser o teu pior ou o teu melhor conto.

Chamo-me Ricardo. Minha mãe quer muito que eu vire padre mas vivo tendo sonhos eróticos. Um deles é com minha tia Tieta. Ela costuma destinar-nos cartas. Em uma dessas cartas vieram cinco fotografias . Ao observar um retrato dela usando um biquíni na praia de Copacabana fiquei bastante exitado. Minha mãe, Perpétua, jogou a fotografia no lixo, entretanto, eu tirei de lá e coloquei o saco na lixeira para ela não incomodar-me. Fiz cada homenagem para ela, despejei meu esperma em cima de sua bela arte. Puro prazer.

Na minha cidade existe um bordel popular chamado “Casa da Luz Vermelha”. Eu já almejei frequentar, todavia dei-me por vencido. Porém fico sabendo de muitas histórias que involuntariamente acabo ouvindo. Uma delas envolve um tal Osnar. Comentam que seu pênis mede 25 centímetros de comprimento e 8 centímetros de largura. É famigerado neste antro de perdição. Um bêbado ambulante apelidado de “Bafo de Bode” conta que uma meretriz chegou a morrer depois que pediu para Osnar penetrar profundamente em sua vulva. Eu tenho uma história minha também. Recordo-me que visitei Amorzinho, uma viúva amiga de minha mãe. Ela é uma católica exagerada. Quando adentrei seu lar contemplei o que jamais imaginei que poderia contemplar: ela com uma calcinha vermelha sexy e vestindo uma camisa quase reveladora. Ela implorava-me por sexo:

– Ricardo, eu te quero. Faça o que quiser comigo.

Vi que o seu rádio estava sintonizado em um canal com um pastor pregando. Desliguei-o e inexplicavelmente ela despertou e fugiu para o quarto. Arrependo-me amargamente. Da maneira que eu imagino eu deveria pegar pelos seus cabelos, sufocá-la com um beijo, jogá-la no sofá, tirar minha roupa e engasgá-la. Depois bateria em suas nádegas com meu cinto de couro. É uma pena que não permiti que o demônio me possuísse. Soube que minha tia estava retornando à cidade para passar as férias. Fui em sua chegada. Uma mulher encantadora e ainda mais vista de perto. Todas as minhas homenagens não foram atoa. Eu a desejava ferozmente. Tentava cercá-la o máximo possível. De certa forma ela respondia bem, aparentava desfrutar de minha presença. Armei uma armadilha para ela. Em uma ocasião em que apenas nós dois nos encontrávamos em casa eu me despi, peguei sua fotografia, coloquei em cima da cama e iniciei a masturbação. Gemia cadenciadamente, esperançoso que ela visse. Ouço a porta se abrir levemente, finjo desatenção. Surpreendentemente ouço a seguinte frase:
– se tu queria transar comigo era só ter falado. Mas já que tu se encontra pelado…

Foi uma tarde deliciosa que eu conto depois.

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5 Comentários

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  • Responder Henrique

    Parece que aqueles romances da literatura brasileira kkkkkj mas se foi real mesmo é o que vale

  • Responder Péssimo

    Que bosta! Kkkk

  • Responder Anônima.

    Você se inspirou na novela Tieta para escrever esse conto, foi? E no romance Tieta do Agreste, daquele escritor famoso?

  • Responder Anônima.

    Você se inspirou na novela para escrever esse conto, foi? Em Tieta do Agreste, o romance daquele escritor famoso?

    • Inox

      ‘marrômenu”.