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Minha tia, minha professora de sexo

4213 palavras | 9 |4.83
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Minha vida sexual dos 15 ao 18 co minha tia

Este relato é longo mas é totalmente real. Fiz o máximo que pude para detalhar os acontecimentos na integra, pois, continuam muito vivos em minhas memorias. Os nomes que aqui aparecem são verdadeiros, porem nao posso citar a cidade nem nossos sobrenomes, pois são incomuns, muito conhecidos e faceis de serem encontrados.
Rompi com toda minha familia e hoje moro a 700km de distancia e sem nenhum contato. Minha tia desapareceu no mundo. Só sei que foi embora com um homem para a França e nunca deu noticias. Se ainda vive, tem 66 anos.
Me considero um bom amante. Acredito que devo muito disso à maneira que eu fui ensinado. Cada nova lição aprendida com minha professora, eu aplicava em alguma namorada ou parceira de sexo casual.
Minha professora foi uma das minhas tias, a irmã caçula da minha mãe. Eu tinha 15 anos mal completados na época e fodi com ela ate os 18.
Se todo homem tivesse a professora que tive, acredito que teriamos menos mulheres mal amadas, inseguras ou insatisfetas com sexo.
Além de mulher experiente, tinha essa condição de tia, do parentesco, do proibido…
Hoje não temos mais contato, dificultado até porque rompi com quase toda minha familia. A unica coisa que sei é que quando completei 18 anos servi o exercito em outra cidade a mais de 800km de distancia. Pretendia seguir carreira. Ia pra casa apenas 3 vezes ao ano. Ela se “casou” com um velho frances e se mudou para a França. Mandava poucas noticias até que parou. Nem mesmo sei dizer se ela ainda vive…
Seu nome é Laura. Alta e magra, cabelos que ela pintava da cor de acajú pouco abaixo dos ombros, olhos cor de mel, barriga reta, seios médios com os bicos grandes, não tinha as coxas muito grossas nem a bunda grande, mas sua bunda era bonita e suas pernas lisas, não tinha pelo corpo marcas de estrias nem celulite nas pernas. Tinha as mãos e os pés extremamente bem cuidados, sempre bem feitos e esmaltados.
Tinha a buceta mais linda que ja vi nesta vida. E olha que já vi bucetas nesta vida. Não sei se criei um estereótipo por ter sido minha primeira buceta, mas nenhuma outra se compara à dela. Confesso que sempre a achei linda, com ar de mulher fatal e sentia um pouco de tesão por ela.
Tudo começou quando precisamos nos mudar de cidade. Era um mes de outubro. Eu iria me formar na oitava serie dali a dois meses, tudo pronto, formatura paga e minha mãe só conseguiu vaga em outra escola no outro ano, mas já ingressando no segundo grau.
Minha mãe pediu pra Tia Laura me deixar morar la por 2 meses só pra completar os estudos. Acabei ficando quase 5 meses pois só fui embora em fevereiro do outro ano quando as aulas começaram, porem como mudamos pra uma cidade a apenas 35km de distancia, ia sempre pra casa dela com a desculpa da saudade dos amigos.
Tudo começou numa noite para uma madrugada do primeiro sabado que eu estava ali. Ela pediu pizza e alugou dois filmes, entre eles o famoso 9 1/2 Semanas de Amor que era praticamente lançamento.
Fiquei vidrado no filme, minha tia estava num outro sofá na lateral da sala, a luz apagada, estavamos apenas sob o clarão da TV.
Fiquei excitadissimo com o filme, fiquei de pau duro em algumas cenas, mas na minha ingenuidade não saquei qual era a da minha tia em querer assistir um filme erotico comigo. Às vezes em alguma cena ela soltava algum grunhido, resmungava ou soltava um “hummmm” ou “ai”. Quando o filme acabou ela disse:
-Que filme! deu até calor. ai… Vou por uma roupa mais leve.
Voltou do quarto com o cabelo amarrado num coque e com uma camisola preta de seda, de alcinhas, pouco acima do joelho com algumas partes semi transparentes. Vi aquilo e fiquei afoito. Era só meu primeiro fim de semana e eu iria ficar ali dois meses… Como aguentar?
Me perguntou:
-Tá com sono?
Respondi que não.
Ela começou a fazer comentarios sobre o filme e fui ficando timido.
Até que me atacou: e ai? Tu ja deve ter beijado muita guria né? Tu tá na flor da idade. Deve ter comido um monte delas tambem, pode falar. E riu.
Disse que não. Que só havia beijado duas gurias na boca em toda a minha vida…
Ela riu e disse que não acreditava.
Virou pra mim e me dando ordem:
– Vá escovar os dentes. Direitinho e bem escovados! Tem também enxaguante no armarinho. Anda!
Logo ela foi e também escovou os dentes. Chegou perto de mim e disse:
– Vou te ensinar beijar direito. A proxima menina que tu beijar, se não se amarrar em ti, vai fazer propaganda pras amigas. Te prepara.
– Dá uma lambidinha nos labios assim, abre a boca devagar.
Ela ia me orientando:
-Enrosca a tua lingua com a dela assim.
Não falamos mais nada. Ela estava em pé na minha frente. Meu pau nessa hora estava
explodindo. E eu num misto de sensação de certo / errado… mas estava curioso.
Ela ia sentar no meu colo, mas sentiu meu pau duro e me olhou surpresa. Foi se sentar no outro sofá em frente a mim.
-Então quer dizer que nunca viste uma buceta? ah deve ter visto, pelo menos em revista de sacanagem viu!
No meio do meu silencio, eis que ela colocou os dois pés e cima do sofá, abriu as pernas e pude ver a maior quantidade de pelos numa buceta que em toda a minha vida não vi até hoje.
Eram lindos, brilhantes, negros, muito lisos. Ela os alisava e separava com as mãos.
Mandou que eu me aproximasse, pegou minha mão e levou até seus pelos. Eu meio tremulo, excitado e quase gozando me abaixei no chão, baixei a cabeça sabendo que eu não aguentaria. Ela me perguntou:
– O que estâ ocorrendo?
– Respondi, envergonhado que eu ia acabar gozando.
Ela disse: pode gozar, depois a gente continua. Vai ali, abaixa o shorts. Faz de conta que eu sou uma daquelas mulheres que tu ve na revista e bate uma punheta bem gostosa. Vai, bate uma pra mim.
Ela continuou sentada no sofá em minha frente. Ela começou a se insinuar pra mim, levantou, baixou as alças da camisola deixando a cair no chão. Neste momento, como ela dizia, eu ejaculei (e não gozei) gozar era outra coisa. Enchi sua camisola e o tapete de porra. Ela veio até mim, me deu um delicioso beijo de lingua, pegou no meu pau ainda duro e sussurrou no meu ouvido:
– Vou te ensinar a se controlar. E a gozar. Gozar e ejacular são coisas diferentes. Vamos tomar um banho?
Fomos para a ducha e nos ensaboamos, acariciamos nossos corpos e nos beijamos loucamente. Na hora de nos enxugarmos pude perceber o corpão que ela tinha. Tambem nao preciso dizer que ja estava de pau duro de novo…
Fomos para o quarto, ela tinha cama de casal. Devia ter amantes, namorados, ficantes. Morava só.
Começamos com os beijos, ela me pediu uma massagem. Me orientava como explorar seu corpo. Passeei com minhas mãos lambuzadas de creme pelos seios. Ela guiava minhas mãos, me dizia a pressão exata que se aperta os seios e os mamilos de uma mulher sem ser desconfortável. Apertei sua bunda, suas coxas, massageei seus pés. Meu coração saia pela boca. Meu pau babava e doia de tão duro.
Ela segurou minha mão, levou até sua vasta moita de pentelhos. Eram deliciosos, macios. Notei que entre as pernas os pelos brilhavam, tinham goticulas. Ela devia estar ensopada. Deslizei meu dedo mais pra baixo mas não forcei. Meu dedo ficou molhado. Cheirei aquele liquido e fiquei anestesiado. Minha tia olhou pra mim e disse:
– Cheire o dedo. Lamba. Sinta o gosto. É só um pouco da essencia que uma buceta cheia de tesão tem pra lhe dar prazer.
Ela me puxou para o meio das pernas dela. Meu rosto ficou cara a cara com aquela buceta. Apesar da vastidão de pelos, era bem rosada. Ela abriu os labios com os dedos. Eram delicados. Enfiou dois dedos até o fundo e deu pra eu lamber. Fez isso várias vezes.
Antes dela me pedir para chupa la, me mandou memorizar tres numeros: o numero 1, o numero 8 e o numero 0, nesta sequencia. E o principal: jamais tenha pressa e tenha paciencia.
Me disse que antes de chupar uma buceta, é preciso sentir seu perfume, admirar sua beleza…. e que existe o lado de dentro.
Me ensinou como abrir delicadamente os lábios da buceta com os polegares e admirar a paisagem. O cuzinho que está ali também merece atenção.
Me disse pra começar pelo numero 1. Podia começar passando a lingua nela ainda fechada, tentar invadir a fenda com a lingua. Numero 1, pra cima e para baixo. Logo voce vai saber quando mudar pro proximo numero, faça o numero 8 com a lingua. Sua lingua deverá passar pelo grelo, pela entrada da buceta, aqui voce pode tentar penetrar coma lingua, passando pelo cu, pelos labios, alternando pra cima e pra baixo. Ela vai te dar algum.sinal, é hora de fazer o 0. Faça o 0 em cima do grelo com a lingua bem molhada, ora com a lingua dura, ora com a lingua mole até ela gozar. Mas depois que ela gozar, se te mandar parar, PARE! ou vai estragar tudo. Pode continuar dando beijinhos na parte de fora e em cima dos pelos.
Vai saber tambem parar antes dela gozar e penetra la pra gozar no seu pau. Isso vale pra uma rapidinha ou quando voce estiver muito a perigo e sabe que irá gozar rápido.
Acho que me dei bem, chupei direitinho como ela mandou e a fiz gozar.
Ela me pediu pra penetra la. Mais uma vez fiz feio e ejaculei (e não gozei) já na hora de penentrar.
Assim aprendi mais uma lição: ela me beijou e sussurrou no meu ouvido:
-Mesmo quando voce aprender a se controlar, se voce pretende passar a noite com uma garota, goze fora. Não estrague o brinquedo. Tambem nao aconselho preservativo, tira a magica da transa. Então veja bem quem voce vai comer. Nao saia comendo qualquer uma pra nao virar papai cedo e nem pegar doença.
Me mandou pra ducha. Quando voltei, recebi a melhor chupetinha da minha vida. Ela dizia pra eu avisar quando fosse gozar e parava. Disse pra eu aprender a me controlar por estas sensações. Me aconselhou a parar de bater punheta. Quem tem parceira fixa ou se garante, não precisa bater punheta, só bate punheta quem está a perigo. Desta vez, eu acho que gozei (e não apenas ejaculei) e ela engoliu toda a minha porra. Dormimos pelados e abraçados e no dia seguinte fui acordado com beijos e com a sua mão no meu pau. Ela puxou a pele algumas vezes, punhetou um pouco e me virou de barriga pra cima. Veio por cima de mim e sentou no meu pau ate encostar nos meus pelos. Ela dizia pra eu não me mexer, era pra eu sentir o calor da sua buceta. Ela começou a se esfregar em mim. Esfregava seu grelo no meu pubis. Sentir aquele tufo de pelos era muito bom. Às vezes ela subia e descia. Ficamos uns vinte minutos assim. Ela botou meu pau pra fora. Sentou em cima e começou a se esfregar em mim até eu gozar. Me lembrou de eu nao estragar o brinquedo sem gozar dentro, tinha o dia todo pela frente.
Tomamos uma ducha deliciosa e fomos pro café de roupão mesmo. No pequeno apartamento dela tem apenas um balcão e um banco comprido. No meio do café ela me perguntou se eu tava com o pau mole e se eu podia bater uma punheta pra ela. Ja fui mais sacana e disse: preciso de inspiração. Ela abriu o roupão dela e ficou se insinuando pra mim. Quando disse que ia gozar, ela me mandou parar, ficar em pé e tomou meu pau nas mãos. Pegou uma xicara e me fez ejacular dentro. Espremeu meu pau até a ultima gota. Completou com café, mexeu e bebeu de gosto, fazendo o seguinte comentário:
-Amo leitinho tirado na hora. E você bate punheta muito bonitinho. Mas é pra bater punheta só quando eu mandar.
Fomos para a sala com os roupões abertos. Sentei e a abracei por tras.
Ela pegou minha mão, mas precisamente o dedo do meio e deslizou por fora da racha. Me perguntou:
-Ja viu mulher batendo uma siririca? se não viu, vai ver.
Deitou no sofá maior, colocou uma almofada embaixo do quadril e abriu bem as pernas.
Ela deslizava os dedos pela racha, abria os labios com uma das mãos e fazia movimentos circulares no grelo, ora rapido, ora devagar. As vezes apertava os seios e os mamilos.
Sua respiração aumentava, os gemidos e palavrões também. Nesta hora que ela me disse pra nunca esquecer o lado de dentro da buceta. Com uma das mãos ela acariciava o grelo e com o dedo do meio da outra mão fazia um gancho e cutucava com força. Ela entrou em extase e gozou pra mim. Abriu a buceta o mais que pode e pude ver toda sua buceta rosinha se contraindo e expelindo uma enorme quantidade liquido que molhou todo o sofá. Enfiou dois dedos na buceta e me deu pra chupar. Era agridoce, cheirava forte. Ela me perguntou se eu gostava, disse que sim. Então ela me pedia, quase sussurrando:
-Vem, me chupa. Até ela ficar seca.
Apliquei a técnica do 108 e quando ela estava quase pra gozar me pediu:
-Enfia seu dedo de meio na minha buceta. Até o fim. Vem tirando devagar. Quando chegar perto da entrada da minha buceta voce vai sentir uma parte um pouco aspera. Procura, eu te ajudo.
Encontrei. Ela me mandou continuar lambendo seu grelo e esfregando esse lugar com força. Ela explodiu num gozo molhado que me deixou todo babado.
Nestas alturas eu já estava de pau duro. Ela me pediu pra fode la de quatro.
Me posicionei, ela pegou meu pau, pincelou na buceta, encaixou a cabecinha e veio de enconteo Me deu mais uma lição:
-Sempre entregue seu pau duro na mão de quem for dar pra você. Seja gentil. Demonstre o tesão que esta sentindo, que voce a deseja. Ela vai botar pra dentro certinho. E voce nao corre o risco de a machucar.
Meu pau estava duro e eu não sentia vontade de gozar. Ela então me mandou subir um pouco, de maneira a deixar meu pau com a ponta pra baixo. Ela abaixou um pouco e empinou a bunda. Me falou daquele pontinho secreto. Me disse:
– Você agora vai acertar ele com a cabeça do seu pau.
Nos ajeitamos e ela me deu o ok, estava no lugar certo. Me mandou meter com força. Enquanto eu metia ela batia siririca e dizia coisas desconexas. de repente ficou estatica. Abriu a bunda com uma das mãos. Vi seu cuzinho delicado piscando pra mim. Ela começou a ter espasmos e novamente soltou muito liquido pela buceta. Eu queria gozar. Ela me pediu pra gozar dentro, pois ela ia gozar de novo. E assim ficamos, metendo o dia todo.
As semanas se passavam e metiamos loucamente, mas nos finais de semana faziamos nossa maratona de sexo.
Umas das coisas mais deliciosas que ela fazia comigo era judiar. Certa vez amarrou minhas mãos e meus pés,e deixou de pé com o pau duro e me torturou. Me chupava, batia punheta, me beijava e quando percebia que eu ia “ejacular” ela parava. Me torturou por duas horas. Me fez gozar (ou ejacular como ela dizia) só passando o indicador em volta da cabeça do meu pau e no cabresto, aquele nozinho que temos na cabeça do pau.
Me deixou acabado. Tive oportunidade de lhe dar o troco: amarrei ela com as pernas abertas. Massageava seu grelo e seu pontinho secreto sem lhe dar folga. Gozou até quase desmaiar e o colchão ficou todo molhado.
Numa de nossas maratonas, ela me perguntou:
– Já comeu um cuzinho? disse que não.
-Nem fazendo troca troca com os coleguinhas?
-Ai disse pra ela que nosso troca troca era só esfrega esfrega. E depois pegavamos no pau um do outro. E se tinha alguma aposta que alguem perdesse, quem ganhasse escolhia o castigo: o cuzinho, uma chupeta ou uma punheta. Sempre preferi a punheta, pois eu sentia um negocio gostoso.
-Quantos anos tu tinha?
-11
-Já está na hora de voce comer um cuzinho de verdade. Mas comer cu é uma arte. Toda mulher gosta de dar, mas os homens são brutos, não tem paciencia.
Se você comer direito o cu de uma mulher e ela pegar gosto, ela vai querer te dar sempre. E voce vai gostar de sentir o calor, o aperto de um cuzinho e as mordidas que ele dá quando a mulher está gozando…
Também me disse uma coisa certa que levo pra vida toda:
– É um clichê este papo que homem deve excitar uma mulher. Assim como voce tem a obrigação de lhe oferecer o pau duro, ela tem a obrigação de se oferecer molhada pra você, afinal ela tambem quer foder e ser fodida.
Ela foi para o quarto e voltou com uma lata de vaselina.
Veio até onde eu estava e deitou por cima de mim. Me deixou excitado.
Me ensinou pelo menos 3 maneiras de lubrificar e preparar um cu para uma boa foda, mas ressaltou que a mulher deve fazer a parte dela…
-Podes usar o bom e velho cuspe, lambendo o cuzinho, molhando seu dedo e girando devagar, até alargar, mas sempre deixando bem babado.
Podes fazer isso ao mesmo tempo que chupa a sua buceta ou até tentar um 69
A mulher que estiver contigo podera te chupar e deixa lo bem babado.
-Se tiveres fodendo uma mulher de quatro e ela estiver bem molhada, enfia ate o fundo e vá pincelando no cu dela.
-Com a vaselina tu podes fazer a mesma coisa, mas a emoção não é a mesma…
Não pensei duas vezes: me atraquei de beijos com ela, mordi seu pescoço, seu ombro, lambi sua orelha, desci para os seios onde me demorei feito um bezerrinho faminto. Beijei sua barriga até chegar na buceta. Chupei muito. Molhava meu dedo com cuspe cutucava o cu. Passava a lingua pelo seu furinho. Molhava o dedo na buceta e forçava. Enfiei dois dedos, ficava girando e não parei de chupar até que ela gozou.
Dei meu pau na mão dela, que chupou e babou muito no meu pau. Depois, na posição de frango assado apontou meu pau pra seu cuzinho. Ela segurava e fui forçando, logo que entrou pouco mais que a cabeça, senti seu cu abrindo e meu pau se acomodando. Entrou tudo. Ela me pediu pra ficar parado. Começou a alisar a buceta devagar. Entendi o recado e iniciei os movimentos.
Em pouco tempo, eu conseguia me mexer e mudamos de posição. Ela ficou de quatro e eu dava estocadas medianas. Eu estava naquele processo de obter controle da minha ejaculação e chegou uma hora que parei e avisei que estava quase gozando. Ela me disse que hoje eu não preciava segurar. Me mandou enfiar tudo e ficar parado. Ela estava batendo siririca com vontade, me mandava ficar quietinho. Sentia seu cu me dar uns apertos às vezes. Até que ela começou a se mexer e me pediu, histerica,.quase gritando:
-METE COM FORÇA AGORA. ESTOU GOZANDO…
Ela soltou muito liquido pela buceta e eu enchi seu cu com minha porra.
Ela gozou e seu cu mordia meu pau com força.
À partir desta vez, eu queria o cuzinho todo dia, mas ela também queria o meu.
No dia seguinte, estava deitado no sofá, ela veio e me pegou de jeito e o que eu achei que ia ser um simples sexo oral, uma chupetinha, virou uma dedada no meu cu. Apesar de ter unhas compridas e os desos longos, ela foi delicada e não senti dor. Meu pau babava litros antes de eu gozar. Gozei forte com o dedo dela mexendo na minha próstata. Ejaculei bastante, com força e longe. Este prazer conseguido me objetivou a ser bi sexual depois de uns anos, assim como minha tia também era.
Disse que havia aprendido com um de seus antigos amantes que se o homem na hora de ejacular contrair o cu o máximo que ele puder e arregaçar o pau até o limite, os jatos de porra voam longe. Fizemos o teste. Faço isso até hoje e digo que minhas ejaculações não deixam nada a desejar para atores de filme pornograficos…
Dias depois, ela ficou menstruada.
Disse que antes e durante os dias da sua menstruação, ela ficava ensandecida. Metiamos varias vezes ao dia embaixo da ducha.
Depois de certo tempo com nossas intimidades, participei da minha primeira trepada a tres junto com uma amiga da minha tia, Chamava se Denise. Tinha 22 anos, era meio gordinha mas tinha as coxas e uma bunda deliciosa. Peitinhos pequenos e um bucetão carnudo delicioso, depilado a zero. Chegamos a meter juntos varias vezes. Um fato que me marcou, foi que certa vez, eu não sabia o que tinha ocorrido entre as duas. Minha tia amarrou Denise nua numa cadeira e batia siririca na buceta dela. Dizia que era pra castiga la. Mandou eu enfiar meu pau na boca dela. Ela chupava e lambia maravilhosamente. Minha tia me ordenava pra eu não gozar e dizia pra ela:
-Vai ficar sem rola hoje. ah se vai. Vou te dar só o resto.
A cadeira estava ao lado da cama e minha tia ficou de quatro e mandou que eu fodesse seu cu. Denise chorava de vontade e ciume.
Quando eu ia gozar, minha tia saiu de mim me mandou ficar em pé na cama e esporrar na cara dela. Quando terminei, minha tia mijou em cima dela.
Depois me deu a ordem:
-Depois que teu pau baixar, mija nela também. Depois solta ela.
Mijei nela e soltei. Ela abraçou minha tia, as duas se beijaram e foram pra ducha. Eu fiquei de fora sem entender.
Voltaram se beijando do banheiro. Se atracaram na cama. Eu ali sentado com o pau duro não pude participar. Quando comecei a bater uma punheta, fui amarrado e pude presenciar a maior sessão de gozadas de esguicho da minha vida. Eu tinha uma visão maravilhosa das duas atracadas num delicioso 69. Gozei só de olhar, sem sequer ser tocado.
As duas me lamberam todinho. Engoliram toda a porra que espirrou na minha barriga e nasminhas pernas.
Trocamos de lugar e fui pra cama com Denise. Demorei pra gozar por dois motivos: tinha acabado de gozar e a buceta dela era larga e molhada. Eu nem sentia. Só consegui gozar porque comi seu cu. Minha tia enquanto nos observava, batia siririca e gozava.
Não sei o que me deu, mas tive curiosidade e vontade de chupar a buceta de Denise. Era uma buceta gordinha, escondidinha. Tinha os labios externos grossos que só mostrava a rachinha.
Abri aquele bucetão e cai de boca.
Metemos de frango assado e depois comi seu cu outra vez. Me pediu pra gozar na boca, porem minha tia juntou se a nós e disputaram chupadas no meu pau e eu gozei em suas bocas. Dormimos todos juntos, nus e cheirando sexo.
Acordamos, tomamos banho e novamente na hora do café as duas quiseram meu leite na xicara.
Aconteceu que neste dia todos estavamos exaustos, dormi a tarde toda.
Fui acordado pelas duas novamente disputando chupadas no meu pau e depois elas revezavam na cavalgada.
Foram tantas aventuras em mais de dois anos que algumas merecem um relato à parte. E terão!
O que ocorreu é que a principio o que seriam dois meses viraram cinco e depois de eu ter ido embora, tres meses depois voltamos de mudança para uma casa que ficava a cinco minutos da casa da tia.
Quando parti para o exercito, ganhei da Denise e da minha tia uma calcinha toda gozada de cada uma delas e da minha tia mais um troféu: cortou um grande tufo de seus lindos pentelhos, amarrou num lacinho e me deu. Tenho ele até hoje, foram me dados em uma festa de despedida que pretendo contar em outro relato.

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9 Comentários

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  • Responder Mr. Mojo Rising

    Anonima, eu que fiquei curioso pelo seu encantamento pelos meus relatos. Ofendido jamais. Gostaria de ler um relato seu

    • Anônima.

      Oi, você disse no seu comentário que gostaria de ler um relato meu. Eu sinto muito mas, eu não escrevo contos eróticos. Nunca em toda a minha vida eu escrevi um único conto erótico ou relato sexual. E nem pretendo escrever. Eu sou apenas uma leitora. Eu gosto de ler alguns contos eróticos e relatos sexuais que as outras pessoas escrevem. Talvez se eu tivesse tido ou tivesse um professor de sexo experiente assim como vc eu teria algo interessante para relatar. Eu sinto muito se eu estou decepcionando vc ão dizer que eu não escrevo contos eróticos e nem pretendo escrever. Eu sinto muito, muito mesmo de verdade. Me desculpa.

  • Responder Anônima.

    Quando eu fiz a pergunta se o que você conta é verídico, eu estava me referindo a esse conto erótico. Porque pra mim pareceu ser tão real, mesmo que não fosse. Sabe aqueles contos eróticos que a gente lê, que é tão bem escritos e tão cheios de detalhes… Que quando a gente acaba de ler fica aquela dúvida. Será que é real ? Será que realmente aconteceu? Ou será que é apenas ficção? Eu sei que no início do seu conto vc diz que é totalmente real. Mas, mesmo assim eu senti vontade de perguntar. Eu não sei o porquê, mas esse foi o único de todos os seus contos, que me fez sentir vontade de fazer esta pergunta. Talvez seja a minha curiosidade misturada com alguma dúvida. Eu espero sinceramente que você não se ofenda com esse comentário.

    • Mr. Mojo Rising

      Anonima, todos os contos (diria melhor: RELATOS) de minha autoria e de minha esposa (GRANDE LAGARTA)sao reais. As vezes so mudamos nomes e lugares. Outros não. Alguns sao de amigos nossos ou casos vividos entre nos e mais de uma pessoa. Eu e minha mulher temos um relacionamento totalmente aberto em termos de sexo..Apenas nao curtimos zoofilia, abominamos pedofilia e somos contra violencia de qualquer tipo

    • Mr. Mojo Rising

      OK Anonima… e quanto às aulas? estaria disposta? Sempre temos algo a mais a aprender…

  • Responder Viper

    Maravilhoso conto

  • Responder Anônima.

    O que você conta é verídico, aconteceu de verdade ?

    • Mr. Mojo Rising

      Anonima, sim. É parte da minha historia de vida

    • Mr. Mojo Rising

      Tens alguma duvida ou pergunta sobre este relato, Anonima?