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Minha irmã e eu – O despertar do desejo

3268 palavras | 3 |4.57
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Segundo capítulo, o tesao pela minha irmã caçula tomando conta de mim.

As coisas só pioraram nos dias seguintes, na janta de Terça minha mãe falou que eu deveria acompanhar minha irmã até o estúdio onde ela tiraria fotos para uma de suas campanhas como modelo, Rafa, por ser alta, linda e fotogênica ela tinha vários trabalhos ligados à moda, como desfile, fotos e catálogos, até ganhava um bom dinheiro com isso.

A notícia dada por minha mãe me pegou de maneira negativa, já que às quartas à tarde a mãe de Pati, que era professora, trabalhava e nós sempre ficávamos na casa dela, transando a tarde toda, sem nenhuma preocupação, ou seja, aquilo ia empatar completamente minha foda, mas era a única solução para Rafa, minha mãe não gostava que ela fosse sozinha aos lugares, ela e meu pai trabalhariram até tarde na loja de carros deles, e Bárbara, que já tem o próprio carro e carteira de motorista, iria estar no treino de tênis, me tornando realmente a única alternativa.

E assim aconteceu, fomos pra casa depois da aula, ela correu pro quarto pra tomar banho enquanto eu esquentava nossa comida, assim que ficou pronto eu fui até ela, e entrei no quarto sem bater na porta, segurando o prato de comida que tinha arrumado para ela.

Rafaela estava só de calcinha, quase nua por inteiro, no meio do quarto, podia ver seus seios delicados, o tamanho deles era perfeito, acho que conseguiria colocar boa parte deles na minha boca, a calcinha era uma peça pequena, estilo asa-delta, nada muito excitante se não fosse pelo resto do conjunto, fiquei encarando ela, que também ficou assustada, levando o braço direito lentamente até seus seios para cobri-los, mas seguia parada, segurando uma calça jeans na outra mão, eu fiquei estático, olhando suas pernas longas, vendo a calcinha branca, imaginando como seria o desenho da sua grutinha, mas precisei me recompor para falar com ela.

-Desculpa, eu não…. eu…

-Não tem problema. – Ela sorria pra mim, com o braço ainda cobrindo os seios, seus cabelos estavam molhados e o perfume deles inundava o quarto. – Pode largar a comida aqui na escrivaninha enquanto eu me visto? – Rafa tinha ficado de costas para mim e deixava eu entrar no quarto.

Ela estava de frente para a cama, entre o móvel e a escrivaninha onde eu deveria colocar o prato, eu cheguei bem atrás dela, não conseguia mais enxergar seus seios, mesmo que estes não estivessem mais tapados pelo braço dela, mas eu sentia seu perfume, e estava muito perto da sua bunda, a calcinha estava completamente exposta na parte de trás, eu via que a peça estava apertada no corpo dela, devia inclusive deixar a lateral dos lados da sua bunda marcada, o contorno do seu rego também aparecia ali, suas costas estavam bem erguidas, com os ombros retos enquanto ela mexia o corpo para encaixar o sutiã nele, prendendo a peça às suas costas e em seguida encaixando seus ombros, agora seus seios estavam tapados finalmente, era minha hora de cair fora.

-Bom, eu to pronto, quando você terminar, vou estar na sala. – Falei sorrindo e caminhando depressa para fora do quarto.

Mas não fui para a sala, fui para minha cama, baixei a calça da escola que eu usava e comecei a bater uma punheta com força e rapidez, pegando meu pau com a mão direita e sentindo as veias dele entre meus dedos, apertando com força, de olhos fechados imaginando ser minha irmã, eu precisava daquilo, eu precisava que ela estivesse de 4 no quarto delas, precisava que ela tirasse aquela calcinha pra mim e me entregasse, eu socava minha mão na pica com gana, com muito tesão, pensando se minha irmãzinha caçula teria a capacidade de engolir meu pau, como a melhor amiga fazia, se ela teria coragem de me pedir leite na boquinha, se ela iria gostar de ter seu cuzinho arregaçado pelo próprio irmão. Queria saber se ela conseguiria engolir todo meu pau com sua boquinha pequena e delicada, se ela ia falar putaria para mim enquanto eu a fodesse.

-Phe… -Uma voz me interrompeu.

Era ela, vestida de calça jeans, tênis all star é uma blusa preta da Calvin Klein, tinha aberto a porta e me olhava, com o pau na mão.

-Des… des… desculpa… -Disse saindo a passos apressados.

Eu me levantei colocando a calça rapidamente, indo atrás dela ela casa. Fui rápido para chegar perto dela.

-Rafa, Rafa, desculpa. -Disse tentando toca-lá no ombro.

-Não!!! Não precisa se desculpar.- Ela respondeu se afastando, com os pequenos olhos, maquiados, arregalados.

-Desculpa…

-Não me toc! Sua… sua… sua mão… ela tá suja…- Ela estava com nojo, ela não queria que eu a tocasse.

Fiquei parado em frente a ela, sem dizer nada.

-Se quiser eu vou sozinha…- Ela falava ofegante, parecia nervosa.

-Não não, eu já tô pronto, podemos ir.

-Lava a mao antes só, por favor. -Ela pedia envergonhada.

-Claro!

Respondi correndo para o banheiro, me recriminando, odiando ter feito ela passar por aquilo, com a certeza de que não conseguiria comer ela, Rafaela era muito correta, santa, certinha, meu pau causava asco a ela, infelizmente.

Me lavei, mesmo sem ter gozado sabia que o cheiro de pau estava na minha mão, denunciando meu tesao. Foi então que eu pensei se ela teria vinculado minha punheta a vê-la só de calcinha um pouco antes, e se isso tinha feito ela não querer mais que eu a acompanhasse. Eu tinha estragado tudo.

Fomos calados dentro do Uber, cada um sentado grudado em uma das portas, até chegarmos ao estúdio fotográfico. O estúdio era pequeno, tinha um camarim onde estava uma dezena de roupas com as quais ela deveria fotografar, Rafa disse que eu podia ficar ali, que a parte das fotos era muito chata. Ela pegou o primeiro conjunto que iria vestir, uma mini blusa que mal tapava seus seios, é um short, ambos com o logo da marca que tinha contratado ela para a campanha, enquanto estava tirando a blusa que usava para colocar a que seria fotografada eu me encaminhei até a porta.

-Ei, onde você vai?- Perguntou ela colocando a cabeça na mini blusa, ficando de sutia na minha frente de novo.

-Vou sair pra você ficar mais à vontade.

-Ah para né, fica aí, me sinto mais segura com você perto. -Disse ela sorrindo, enquanto baixava a calça jeans, ficando apenas de calcinha.

Tentei evitar ficar secando sua bunda, que mais uma vez marcava a lingerie, mas era difícil, ela era empinadinha, pequena, bem Branca, eu pensava o quanto seria ótimo deixar minhas mãos marcadas no seu rabinho, o quanto seria bom afastar aquela calcinha para o lado e ver a sua bucetinha. Quando notei ela rebolava para o short apertado entrar no seu corpo, meu pau estufava a calça, precisei procurar uma cadeira pra sentar e esconder o grande volume, ela pareceu não notar, por sorte ainda me tratava com naturalidade, minha punheta pelo visto não tinha terminado com nossa relação.

Ela logo saiu do camarim, indo fotografar novamente, fiquei mexendo no meu pau, atiçando ele imaginando ela ali, comigo no camarim, precisando controlar os gemidos. Será que ela seria escandalosa como sua melhor amiga? Será que ela tinha a bucetinha larga como a de Pati? Ou devia ser virgem e apertadinha? Aquilo fazia meu pau latejar, mas ela logo voltava, novamente impedindo que eu gozasse.

Via de longe ela trocar de roupa, ela sorria pra mim, com aqueles dentes branquíssemos, seus lábios lindos, o olhar ingênuo e fulminante cheio de maquiagem, parecia mais velha, parecia ter mais experiência, agora estava de salto alto, ficando quase da minha altura, pensei em como seria encoxa-la daquela forma, ficaria mais fácil, do tamanho certo para meu pau roçar na sua xoxotinha.

Em uma das mudanças de look ela precisou tirar o sutiã, faria fotos de vestido, precisava do decote, precisava que a peça sumisse, e ficou sem ele na minha frente, sem fazer nenhuma cerimônia. Me chamou, pedindo ajuda para fechar o vestido vermelho. Levantei do sofá mega envergonhado, ajeitei meu pau mas o volume seguiu absurdo é visível, nem olhei para ela, estava morrendo de medo que ela notasse. Fui atrás dela e comecei a puxar o fecho da roupa.

Ele era vermelho, curtíssimo, de couro, com um decote em V, que fazia a peça de tecido ficar apenas sobre seus peitos, tapando os mamilos mas deixando a parte central um pouco a mostra, bem sexy, provocante. Eu estava atrás dela, colei meu corpo as suas costas, encoxando ela, de leve, sem muita coragem, sem muita ousadia, ela não deve ter notado, finalmente fechei a peça e ela foi até uma bancada que tinha ali perto, pegando um batom encarnado, pintando seus lábios de vermelho vivo. Então me encarou enquanto pressionava um lábio no outro para tirar o excesso da tinta.

-O bico do meu peito da aparecendo?- Perguntou me olhando, esperando sinceridade na minha resposta.

-Não, de jeito nenhum, tá bem delicado. Você tá linda. -Falei alisando seu rosto, passando minha mão nos cachos dos seus cabelos.

-Obrigada, prometo que essa é a última tá? – Ela sorriu, beijo minha bochecha e deixou a marca dos lábios nela.

Eu me olhei no espelho e logo fui para fora do camarim, precisava de um vídeo dela naquela roupa, com aquela cara que fazia ela perder a inocência, que tinha me provocado mais que nunca, filme a sessão de fotos, tirando algumas fotos dela com zoom, eu estava hipnotizado, não via a hora de chegar em casa e me masturbar. Rafa fazia poses provocantes, incompatíveis com sua idade, ficava de costas, se agachava, com cuidado, evitando de mostrar a bunda.

Ela voltou, parecia emburrada, eu entrei no camarim atrás dela.

-Que que houve? -Perguntei preocupado.

-A fotógrafa disse que a calcinha tá marcando nas fotos preciso tirar. – ela bufava.

-Eiii se você não se sente confortável não tira! – Falei brabo, colocando a mão sobre o ombro dela, por trás.

-Não, não tem problema… só é um saco trocando tanto de roupa, tô cansada já…- Ela suspirava, tentando não chorar.

-Se acalma, são as últimas…- Eu a abracei, sem me importar de ter meu pau pulsando perto dela.

Aquilo inclusive era bom, ela realmente estava na minha altura, meu pau ficava perto da gruta dela, apertei mais o corpo dela no meu, alisando seus cabelos encaracolados, tendo eles presos em meus dedos. Ela tinha repousado o rosto no meu ombro, senti seu coração acelerar, mas via ela se acalmando, até que se afastou sorrindo.

-Sua bochecha tá suja de batom. – Ela ria, passando o polegar no local.

-Culpa sua… – Eu ri.

Ela se virou de costas e subiu a parte de baixo do vestido, deixando a bunda completamente à mostra. Eu fui para a porta e segurei firme a maçaneta, ia sair, ou pelo menos precisava fingir que iria, ela foi rápida, os dedões entraram nas tiras laterais da peça e ela baixou, inclinando o corpo pra frente e mostrando sua bunda para mim.

A pele era mais branca que a do seu rosto, não tinha nenhuma marca, nada, lisa, completamente lisa, eu queria estar na frente dela, queria poder ver sua bucetinha, seu grelo, matar minha curiosidade sobre já ter pelinhos ou se ainda era completamente lisa, precisei me controlar para não gozar instantaneamente.

Tudo durou pouquíssimos segundos, mas passou na minha cabeça em câmera lenta, ela baixou o vestido antes mesmo que eu pudesse girar a maçaneta, ela virou de frente pra mim, segurando a calcinha na mão.

-Pode segurar pra mim? – Ela disse colocando sua mão sobre a minha que segurava na porta, enquanto com a outra colocava a calcinha amarrotada em minha outra mão.

Não consegui nem responder, ela abriu a porta e saiu.

-Cuidado. -Gritei por ela estar longe.

-Porque? – Me olhou sorrindo, sem entender.

-Pra não mostrar demais. -Ri, fechando a porta em seguida.

Abri minha mão e vi como a peça era pequena, seu corpo não exigia muito tecido para ser escondido, com ela pendurada no meu indicador, caminhei até o sofa, abri ela, olhando a parte mais grossa da lingerie, onde o contato com sua buceta era direto. Não tinha marca nenhuma, nenhum corrimento, a não ser um melado transparente, recente, gosmento, ainda bem úmido, levei o nariz até ele e cheirei, era um aroma dos deuses, o melhor cheiro da vida, fraco, delicado como ela, um perfume muito simples, mas excitante como poucas vezes eu vi, não me contive e pus a língua, lambi o mel que tinha escorrido dela para sentir o gosto, o salgado invadiu meu paladar, como se fosse suor, mas era baba da sua buceta.

Mais uma vez precisei me controlar, ela podia entrar a qualquer momento, guardei a calcinha no bolso da minha calça e voltei a alisar meu pau, ela demorou um pouco, tempo suficiente para eu gozar, na cueca mesmo, por sorte o tecido era grosso e a calça era escura, tornando o gozo imperceptível quando ela chegou instantes depois.

-Vamos? – Perguntou pegando sua mochila, colocando uma das alças no seu ombro direito, indo em direção à porta de saída sem esperar que eu respondesse.

Me levantei e segui ela enquanto mexia no celular chamando o Uber.

-Nem trocou de roupa.. -Perguntei olhando as coxas dela.

-Ah tô exausta… -Ela veio pra perto de mim e escorou a testa no meu peito.

Enquanto esperávamos o Uber ela tirou o sapato e entregou à moça da empresa das roupas, calçando seus allstar de novo, para amarrar eles ela se acocou no chão, apoiando um dos joelhos no piso enquanto amarrava o outro pé, depois trocando, dei graças a Deus por ela não ter empinado a bunda ali na minha frente, só inclinando o corpo para frente para amarrar os tênis, acho que eu não em controlaria.

-Acha que é ruim eu pegar o Uber com esse vestido? -Ela estava preocupada.

-Se tivesse sozinha seria mega arriscado…- E realmente seria, ainda mais ela estando sem calcinha…

-Mas eu tô com meu guarda-costas fortão. -Ela alisou meus braços sorrindo.

Então tive uma ideia, tirei meu casaco quando vi o Uber se aproximando, entrei primeiro no carro e cobri as coxas dela com ele, impedindo qualquer visão, inclusive a minha…

-Nossa, você deve estar me odiando. -Ela dia, colocando a cabeça no meu ombro de novo.

-Porque?

-Hoje é quarta, a tia Ana trabalha de tarde e a Pati me conta o que vocês fazem às quartas de tarde. – Nós dois rimos. -E atrapalhei você lá no seu quarto, e agora tô deixando você com frio…

-Não atrapalhou nada. Pelo contrário, gostei muito de ver você trampando… Você fica muito linda pousando pra fotos, nem parece uma pirralha ranhenta . -Falei dando cafuné nela.

Quando a chamei de ranhenta ela beliscou minha barriga com força.

-Eeiiiiii me machucou. -Gemi rindo, me encolhendo, com medo dela tocar meu pau e sentir ele duro e melado de porra.

Ela adormeceu no meu ombro, fui segurando seu corpo até chegarmos em casa, ela estava completamente exausta.

Entramos em casa e ela foi direto pro banho, esquecendo que tinha me deixado com a calcinha. Eu me deitei, ficando só de cueca, trancando a porta do meu quarto, dessa vez eu não deixaria ninguém me pegar, peguei a calcinha no bolso e voltei a cheirar, com ela no meu rosto eu sentia seu aroma ainda, agora não estava mais tão úmida, o mel tinha secado, mas seu aroma estava incrustado na peça, gozei rápido de novo.

Era quase 10 da noite quando me levantei pra ir no banheiro, passei na frente do quarto dela e vi que estava sozinha deitada, voltei para meu quarto e peguei a calcinha, entrando no dela em seguida, queria que ela lembrasse que eu tive sua lingerie nas minhas mãos e que não quis ficar com ela para mim, eu passaria uma imagem de irmão confiável, mesmo nutrindo os desejos mais libidinosos possíveis por ela.

-Você esqueceu comigo. – Falei segurando a peça pelo indicador na frente dos olhos dela, que já estava de pijama.

-Verdade, desculpa, melhor esquecer com você do que lá… – Ela ria, pegando a calcinha e, da cama mesmo, arremessando no monte de roupas sujas que ela é Bárbara cultivavam ao lado do armário delas.

Eu ia saindo do quarto quando ela falou.

-Phe, – Me virei para ela. -Obrigada por hoje, de novo,- Ela tinha levantado da cama e vinha na minha direção.

Ela vestia uma mini blusa preta, de manga comprida, vi que o bico dos seus seios estavam durinhos, quase furando a blusa, que era curta e deixava o piercing de estrela que ela tinha no umbigo, aparecendo, o short era cinza, curtíssimo, fazendo suas coxas ficarem 100% aparentes.

Rafa veio até mim, apoiou as mãos em meus ombros, ficando na ponta dos pés e beijando meu rosto demoradamente.

-Você é o melhor irmão do mundo, Te amo! – Ela sorria enquanto sussurrava.

Eu fiquei completamente sem reação, ela se afastou, virando de costas, pude ver que o short estava completamente atolado na sua bundinha, ela era muito perfeita.

Entrei no banheiro correndo, eu não tinha mais a calcinha, mas tinha os vídeos, as fotos dela e as imagens na minha mente, imaginei ela de quatro na cama, eu baixando seu shortinho, sentindo o cheiro de cu saindo dele, ou o cheiro da sua bucetinha ao descobrir que ela não usava calcinha, imaginei eu sentindo o gosto que a calcinha tinha, mas desta vez saindo diretamente da gruta virgem de Rafa, imaginei eu lambendo ela, enfiando o dedo, abrindo a bucetinha e metendo a rola, na minha irmã caçula, na bebê da família, queria fode-la com gana.

Precisei entrar no chuveiro pra me lavar, todo gozado tomei banho, e meus pensamentos só ficaram livres quando bateram forte na porta. Era Babi.

-Anda punheteiro, eu to cansada e amanhã acordo cedo, goza logo e sai. -Bárbara era completamente diferente, não tinha frescuras, era despachada, desinibida, falava palavrões e ria de todos.

Sai do banho enrolado na toalha, com ela ao lado da porta, com um semblante irritadiço, me julgando, sabendo o que eu fazia lá dentro. Quando passei pelo quarto delas de novo vi que Rafaela dormia, tinha apagado, esquecendo até seu abajur ligado, não ousei entrar, eu precisava tirá-la na minha mente.

Este foi o segundo capítulo, continuem acompanhando que em breve o sexo acontecerá, quem quiser falar comigo é só enviar e-mail para [email protected]

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3 Comentários

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  • Responder Hfln

    Muito bom. Estou morrendo de tesão pela Rafa

  • Responder Ssilva

    se vc é filha quer e fantasia um Pai gostoso entre em contato gente compartilhar segredos secret20.com/pt/2581780 deixe sua mensagem secreta

    contoerotico.com/doggingbh

  • Responder Silva

    Nss essas historias tao muito boas