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Minha irmã e eu – Capítulo IV

4614 palavras | 6 |4.64
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A hora da outra irmã. PH se envolve com sua irmã mais velha e descobre sobre seu passado!

As semana se passaram e minha relação com Rafaela estava cada vez mais distante, ela não falava mais comigo direito, apenas o essencial, estava sempre trancada no seu quarto e não havia mais nenhum carinho entre nós, para vocês terem noção ela trocou o horário no estúdio de fotos em uma das semanas só para poder ser levada por Barbara, acabou indo mais tarde que o normal, eu sabia o motivo, o beijo que eu dera nela tinha prejudicado nossa relação de uma maneira que talvez não houvesse mais retorno.

Para piorar as coisas Rafaela estava namorando agora, um moleque lá do prédio onde morávamos, e já tinha até apresentado ele para nossos pais, que inclusive eram bem próximos aos pais dele, um garoto da idade dela, que nunca devia ter beijado na boca antes de conhecê-la, eles viviam lá em casa, meu pai só permitia que eles ficassem na sala, e lá conversavam sobre coisas infantis e séries ridículas do Netflix, eles assistiam juntos àquela merda de “Lupin” e gargalhavam durante as tarde.

Em um desses encontros deles, assistiam a série Elite, que ela costumava assistir comigo, aquilo me irritou e eu fui para o meu quarto bufando, quando estava abrindo a porta encontrei Bárbara, saindo do quarto dela, com seus longos cabelos castanhos claros, usando uma calça de moletom cinza e uma blusa de manga longa branca, ela estava sorrindo, sem nenhuma maquiagem, olhou para minha cara e em seguida para a sala, pelo vão da porta do corredor, então me olhou de novo, com sua cara de brincalhona.

-Ciúmes da irmã caçula?

-Não, nem me importo com isso, não teria motivos pra ter ciúme dela! – Falei tão rápido que cheguei a ficar ofegante.

-Hahaha sei… pela sua cara só falta você ir lá e separar os dois. -Ela dia de mim.

-Só… só… só acho que esse garoto é muito mane pra ela, a Rafa merece um cara melhor. Esse idiota mal pega nela, nem deve beijar direito, não deve nem ter pegada.

-“Não deve ter pegada”…- me imitou com cara de nojo. -Quem vê pensa que você é O experiente né, O pegador. – Ela ria ainda mais.

-Duvida? Aposto que sou melhor que seu namoradinho bunda mole… – Eu olhava para ela com provocação.

-Hahahaha Du-vi-do!

Ela respondeu com a boca pausada, com a língua no seu da boca e ela entre aberta, me encarando, devolvendo a provocação.

Eu não sei onde minha cabeça estava, mas peguei ela pela cintura e a empurrei de volta para o seu quarto, escorando as costas dela na porta, com as duas mãos na cintura dela, a porta bateu, eu puxei ela junto ao meu corpo, peguei sua cintura com força e beijei sua boca com fogo e raiva, enroscando a língua na dela.

Bárbara não ofereceu resistência nenhuma, pelo contrário, retribuiu o beijo, enroscando a língua na minha com fogo, meu corpo colou mais ao dela, mordia o lábio de Babi e desci a mão para a sua bunda, apertando, pressionando minha cintura a dela, eu já estava excitado, fiz ela sentir meu pau, as mãos dela agarravam minha camiseta, com força, amarrotando o tecido, nossas línguas ainda se roçavam, mexi meu quadril para que a cabeça do meu pau duro roçasse no seu corpo, ela respondeu abrindo as pernas, o beijo tinha raiva, tesao, libido e medo, os corações estavam acelerados, minha mão esquerda entrou na blusa dela e agarrou um de seus seios grande e firme, por cima do sutiã, fazendo ela suspirar e finalmente me empurrar.

-Olha… o pirralho é atrevido… – Ela sorria, visivelmente excitada, limpando seus lábios com a lateral do indicador com delicadeza.

-E aí, gostou? -Perguntei limpando meu lábio também.

-Bom… bom… mas a Rafaela não vai gostar que você aperte a bunda dela, meta a mão na tetinha, ou que roce esse treco duro nela…

-Já beijei ela, e ela aparentemente gostou…- Disse me achando.

-Ahhhh olha só, ele é o beijoqueiro das irmãs. – ela ria, ainda com a mão nos lábios. -Beijou ela que nem me beijou agora?

-Não, beijei ela com carinho, sem mão boba nem nada.

-Estranho, ela não em falou nada e tá beijando outro cara no sofá agora, sua ideia de “gostar” parece tá bem equivocada.

-Ela pediu pra eu esquecer o beijo…- Falei finalmente a verdade, mostrando o quão atrasado eu estava.

-Relaxa mano, isso é normal, todo mundo toma fora. -Seguia debochando de mim, sorrindo com escárnio.

Eu olhei pra ela brabo, ela ergueu meu rosto devagarinho e me deu um selinho, demorado e saiu do quarto. Quando eu sai Rafaela seguia lá com o namorado, e meu pau seguia duro, agora por causa da minha outra irmã.

Era estranho, Babi era bem mais gostosa, ouvir os gemidos dela com o namorado me davam um tesao absurdo, mas eu amava Rafa, eu precisava dela, não sabia o que fazer, será que eu deveria mudar a irmã na qual eu estava investindo?

Naquela noite me masturbei pensando em Bárbara comigo no quarto, em ela pedindo para que eu batesse nela, do mesmo jeito que pedia para o namorado, e confesso que fiquei ainda mais excitado quando lembrei que ela tinha traído o namorado comigo, era apenas um beijo, mas aquilo já contava como chifre, sem duvida, mesmo sendo apenas irmãos.

No meio daquela semana Bárbara apareceu no meu quarto no meio da noite, já passava das 23 horas, ela entrou nele, que estava com a porta aberta e a fechou, sem trancar, eu assistia à Elite, sozinho ali, ela vestia uma blusa de futebol americano, do Patriots, que era enorme, não aquela igual a dos jogadores, mas uma de manga comprida, com o número 12 na frente e o nome de Brady nas costas, era masculina e ela usava como pijama, de algodão, era longa, mas não tapava nem metade das suas coxas, pelo contrário, eu sabia que de costas dava quase pare enxergar a bundinha dela.

Ela se aproximou da minha cama e sentou do meu lado, de frente pra mim, de costas para a tv, colocou a mão direita entre as pernas, sobre a blusa, evitando que eu visse sua calcinha, infelizmente.

-Que que você tá vendo? – Perguntou ignorando minha cara de surpresa com aquela visita.

-Elite.

-Não é a série que você assiste com a Rafa?

-É, era na verdade, agora ela vê com o namoradinho.

Bárbara riu, deitou do meu lado e se tapou com os dois edredons que eu usava. Eu estava só de samba canção, como sempre dormia, coloquei meu braço atrás do corpo dela, na altura da nuca e ficamos assistindo calados por um tempo, até que ela quebrou o silêncio.

-Ela me contou do beijo de vocês.

-Que? O que ela falou?- Foi a minha vez de sentar na cama, nos destapando.

-Ela andava chorando muito, sabia que não era TPM, insisti tanto que ela falou que vocês tinham se beijado “de um jeito que irmãos não devem se beijar”. -Babi sorria.

-E o que ela falou? Ela acha que abusei dela? Que eu roubei o beijo? Ela não gostou do beijo?- Eu falava correndo, quase sem pegar fôlego entre as palavras.

-Calma garoto! -Ela riu de novo. -Ela gostou, ela gosta de você, ela me disse que você não sai da cabeça dela.- aquilo me fez sorrir, me deu um calor no coração. -Só que você precisa deixar de ser imbecil! Como você come a melhor amiga dela no dia seguinte a beijar ela?

-Ela mandou eu esquecer o beijo, disse pra fingir que não tinha acontecido, eu tava com tesão!

-Guarda o tesão pra uma punheta então pirralho. Você ainda teve a capacidade de mandar a garota ir pedir uma calcinha emprestada pra ela porque VOCÊ MANDOU A MENINA VIR TE ENCONTRAR SEM CALCINHA!!! Tem ideia de como a Rafa se sentiu? Cara você é muito idiota, se fosse comigo eu arrancava seu pau fora!

Ela ria , sentando ao meu lado, o quarto estava escuro, só a tv nos iluminava.

-É que eu gosto de dar ordens…

-Ah é?! Só que a Rafa não é esse tipo de menina, ela é inocente, é virgem, você foi o segundo cara que ela beijou na vida, ela não é do tipo dessa piranhazinha que você namora! Além de decepcionar ela, de deixar ela achando que você não sente nada por ela, de ficar com ciúmes, ainda ficou achando que você é um babaca tarado!

-Você acha isso?- Perguntei olhando ela nos olhos.

-Não acho, e tô tentando limpar sua barra, mas PARA DE FAZER CAGADA PIRRALHO!

-Obrigado, eu tô apaixonado por ela… -Falei abraçando Babi, sentindo os seios dela no meu peito.

Nos deitamos na cama de novo, com ela colocando a cabeça no meu peito, ficamos calados até que eu quebrei o silêncio.

-Você gostou do nosso beijo aquele dia?

Ela me encarou com deboche, com a mão sobre os quadradinhos do meu abdômen.

-Gostei, você tem pegada…- Ela sorria pra mim, com um olhar sexy saindo dos seus olhos azuis.

Peguei ela pela nuca, com a mão entre seus cabelos, ela deitou mais sobre meu corpo e nos beijamos de novo, enroscamos nossa língua como da primeira vez, seu beijo era melhor que o de Rafa, ela tinha mais experiência, a língua dela mandava na minha, seus dentes mordiam meu lábio, prendendo ele, o chupando, eu pegava ela com força, querendo que ela viesse para o meu colo, mas ela era metida, não obedecia, fiquei de lado na cama, de frente pra ela, pegando com força a sua bunda, apertando e subindo a camiseta, mas ela tirou minha mão e baixou a peça de roupa.

-Para seu tarado! – Falou colocando a mão no meu peito e me acariciando.

-Você costuma obedecer ordens?- Perguntei cheirando o pescoço dela, mordiscando sua pele.

-Não, eu gosto de mandar! – Ela ria, fechando os olhos e se arrepiando.

-Achei que você gostava de apanhar. -Agora eu puxava seus cabelos.

-Tenho cara de quem gosta de tomar tapa?-Ela alisava meu braço, com o corpo colado ao meu.

-Já ouvi você transando com o Igor, sei que apanha, que pede…-Eu tinha pego ela pelo braço, com força, do jeito que eu imaginava que ela gostava de ser pega.

-Só apanho quando eu quero, quando EU mando! -Ela mordia minha boca, arranhava minha barriga.

-Pede agora então… -Disse beijando a boca dela, enroscando a língua na dela, ficando com o corpo sobre o dela.

-Hahahaha, NÃO! – Ela me empurrara de novo, ficando de costas pra mim.

Novamente ficamos calados, comigo só acariciando o corpo dela, dessa vez ela estava de costas pra mim, uma lástima ela estar com a blusa grande, e eu não poder apertar suas costas, mas eu a encoxava, como encoxara Rafa semanas atrás.

-Ela me falou sobre sentir uma coisa grande cutucando ela a noite toda…- Ela sussurrou enquanto eu beijava seu pescoço.

-E você disse o que?- Perguntei erguendo a parte de trás da blusa e encoxando mais ela.

-Que era normal, que era sinal de que você achava ela atraente, pra ela não ter medo, e se ela quisesse podia rebolar, que você já adorar. -Ela falou isso e rebolou no meu pau.

A samba canção estava larga, e meu pau ficava apontando para o corpo dela, a cabeça forçava contra seu cuzinho, ela mexia bem devagar, roçando com pressão e cuidado.

-Ela disse que era bem grande, que assustou ela… -Ela gemia enquanto falava.

-E você concorda? -Tinha posto minha mão entre as pernas dela, alisando sua bucetinha por cima da calcinha.

-Não, eu já sou acostumada com pau de homem, você é um bebezinho ainda, ela se impressionou porque nunca pegou em nada. -Ela rebolava mais, eu sentia sua calcinha melar meu dedo, ela tava gostando.

-E você já pegou em muita coisa? -Tentei puxar a calcinha dela pra baixo, mas ela não deixou.

-Para, para de ser tarado!

Eu mordia a nuca dela, puxando os cabelos com força, mexendo a mão na calcinha dela com mais firmeza, eu sentia ela suspirar ela abria a boca, expirando o ar com pressão, tentando se controlar, minha mão intensificou os movimentos nela, enquanto minhas roçadas no seu reguinho aumentavam, resolvi provoca-la, falando no seu ouvido.

-Gosta assim? Seu irmãozinho mexendo na sua calcinha desse jeito, fazendo você suspirar, aposto que o corno do seu namorado não consegue, aposto que ele não coloca tanta pressão assim em você antes de te comer… – Ela apertava meu braço com força, se virando, precisando morder meu travesseiro para conter o gemido, jogava a bunda pra trás, deixando a camiseta subir mais e meu pau roçar nela com maior facilidade. – Tá gostando né? Ele consegue fazer você gozar assim? Sem meter, só alisando sua calcinha e roçando atrás?

Ela não aguentou, gemeu profundamente, rebolando forte no meu pau, segurando com firmeza minha mão entre suas pernas e praticamente derretendo nos meus braços, retendo o ar, esperei, com a mão ainda na sua calcinha, até ela expirar e voltar a respirar normalmente, para tirar a mão do meio das suas pernas. Levei imediatamente meus dedos ao nariz e senti o cheiro dela, seu aroma de gozo, minha mão estava completamente melada, apesar da calcinha ser de algodão, daquelas grossas, e eu só ter mexido em cima dela, pude sentir direitinho sua buceta, o contorno dela e o tanto que ela babou, escorrendo até umedecer por completo a lingerie.

Fiquei atrás dela, alisando seus cabelos, e beijando seu pescoço, com a mão dentro da blusa por trás, arranhando de leve suas costas enquanto ela recuperava completamente o fôlego, e criava coragem de me encarar novamente, eu vi que ela era desinibida,safada até, mas não estava preparada para receber uma siririca tão boa do próprio irmão.

-Você não presta hein…- Disse ela olhando pra mim, ficando com o rosto colado no meu.

-Você gostou né?! – Disse dando um selinho nela e fazendo a cabeça do meu pau roçar no seu grelo, com nossas roupas atuando como escudo.

-Você é bom… – Ela me beijou, nossas bocas se enroscaram de novo e a minha mão foi até a sua bunda, e eu apertei sua carne com força.

Ela me empurrou.

-Para é sério…

-Porque?

-Porque se não não vai prestar e eu não sei ser muito calma nessas horas, vou falar alto e a Rafa vai ouvir, e vai dar a maior merda do mundo. – Ela me encarava, séria, visivelmente feliz. – Ela JAMAIS pode SONHAR que rolou algo aqui, entendeu? – Ela era incisiva, me deixava com medo.

-Claro…- Respondi com medo, concordando obviamente.

-Se você for comportado assim eu ajudo você a tirar o cabacinho da Rafa, mas precisa ser calmo hein… E DEIXAR DE SER FILHO DA PUTA! Para de comer aquela piranha! -Ela beliscava minha barriga, com força, me deixando vermelho. – Ou pelo menos não come aqui, quanto menos a Rafa ver aquela vadia, maior sua chance de ser o primeiro homem dela.

-Quem foi o seu primeiro? -Perguntei.

-Meu primeiro treinador de tênis, um coroa…

-Você curte coroas? – Abracei ela de novo, com a mão na sua cintura, por cima da bunda, sem apertar.

-Não… – Ela riu. -Quer dizer… pra me comer tem que ser mais velho que eu, mas não um coroa como o que tirou meu cabaço.

-Como foi? -Nossas bocas se tocavam, meu pau estava duro e tocando o corpo dela.

-Eu já era bem assanhada, tinha a idade da Rafa, já tinha pego em uns pintos, mas todos de meninos colegas meus, nenhum pau de verdade, cheio de veias, grosso. Aí eu tava treinando, e ele me pegou por trás, sem malícia, ele tinha uns 40 e poucos anos, tava me ensinando um jeito mais eficiente de segurar a raquete, só que o corpo dele encaixou atrás do meu, e eu senti o pau dele, e aquilo me acendeu, eu não tinha tocado siririca naquele dia, nem no anterior, aí eu rebolei de leve, e ele ficou sem jeito, mas duro, bem no meio do meu reguinho. -Ela falava com os seios no meu peito, com a boca colada na minha. -Eu rebolei mais, mexi a bundinha pra cima e pra baixo, achei ele mega grosso, e ele segurava minha mão com mais força, ele tinha gostado, mas se afastou, depois de uns dias, após um treino, eu chamei ele no vestiário, disse que tava com uma dor, perguntei se podia me ajudar, e ele veio, sabia que só estávamos nós naquela parte do clube. Eu tava de top e short-saia brancos, tinha tirado a calcinha antes de chamar por ele, aí eu abri as pernas assim- Ela tirou as cobertas de cima do corpo e mostrou a calcinha.

Era de algodão como eu suspeitara, verde, sem nenhuma estampa, bem simples, pude ver o tecido melado, mais escuro na altura da buceta dela, meu pau estava quase explodindo.

-Eu disse que a dor era na virilha, abri bem as pernas sentada no banco, pedi pra ele me fazer massagem, ele disse que não podia, que era melhor eu ir pra casa e procurar um médico, eu falei que confiava nele, que em casa ia ficar com vergonha, dai eu enfiei dois dedos na lateral do short e puxei ele pro lado, mostrando minha bucetinha lisinha, virgem, ele olhou e disse que era errado que não podia, mas eu vi que o short de esporte dele tava marcado, e peguei o pau dele e disse que se ele me fizesse massagem eu fazia nele, e segurei firme, com força, aí ele se aproximou de mim e pos a mão direto dentro do short, eu já sem calcinha, ele começou a esfregar minha xoxota, eu tirei o pau dele pelo ladinho do short e coloquei a boca, eu era maluca pra saber como era o gosto de um pau, chupei ele toda sem jeito. -Ela ria, me deixando louco. -O pau tava suado, fedendo, com um gosto horrível, ele tava socando dois dedos na minha bucetinha enquanto eu mamava nele, aí ele saiu de perto, foi até a porta e trancou ela com a chave, impedindo que alguém entrasse ali, quando ele virou pra olhar o banco de novo, eu já tinha tirado o short, tava com as pernas bem abertas, uma de cada lado do banco de madeira, só disse assim pra ele “me fode, treinador, me fode”.

Ela me olhava com cara de puta, fui pra cima dela, roçando com força enquanto nos beijávamos de novo, enroscando a língua sem parar, com minha pica tentando entrar dentro Dela e a calcinha e minha samba canção impedindo, mas ela me empurrou.

-Paaaaraaaaa tarado…

-Poxa olha como você me deixa. -Disse mostrando pra ela o pau por cima do short ainda.

-Eu tô molhada também, você é bem excitante pra alguém da sua idade… – Ela tinha pego minha pica por cima da samba canção – e ele parece bem grande…

-Tira a calcinha então. -Pedi com carinho.

-Isso é um pedido ou uma ordem?

-Um pedido de irmão.

Ela ria.

-Se eu tirar não vai prestar, a Rafa vai ouvir, papai e mamãe também, eu grito muito…

-Me chupa então, aí a boca vai estar ocupada pra gemer…

-Negativo. Eu posso contar o resto da história enquanto retribuo a você batendo uma punheta, quer?

-Tá, pode ser… – Fiquei com medo de recusar e não ganhar nada.

Ia tirar minha roupa mas ela me segurou.

-Tá doido? E se alguém entra, não! Fica de roupa.

Bárbara colocou a mão dentro da minha cueca e levou a boca até meu ouvido, alisando todo meu pau bem grande, duro e grosso.

-Nossa, ele é grande mesmo…

-Gostou? -Perguntei mordendo a boca dela.

-Prefiro menores, assim, desse tamanho, machuca minha xoxota. -Ela me punhetas. -Tadinha da Rafa… perder o cabaço pra um cavalo.

Nós riamos enquanto ela me punhetas devagarinho.

-Deixa eu continuar a história! Aí ele veio, me puxou pra ponta do banco e meteu, sem o menor cuidado, sem camisinha, sem nada, sorte que eu já era abertinha, pq socava meu desodorante nela pra gozar, mas doeu, eu gritei, ele me mandou calar a boca, aí eu chorei no pau dele enquanto ele metia, ele socava forte, me rasgava, não era grande, mas eu sou apertadinha. -Ela narrava com apreensão agora, apertando meu pau e mexendo mais rápido nele, eu estava ficando doido, pensei em bater nela, era isso, eu ia mandar nela. -Aí eu ia pedir pra ele parar, eu tava chorando, tava doendo, o pau nem ia fundo, mas a porta da minha xaninha tava rasgando, mas GRAÇAS A DEUS, Ele gozou, senti a porra na minha buceta, empurrei ele e me levantei rápido, me arrependi de ter provocado, mas eu não era mais virgem, poderia sentar sem medo em várias picas. No treino seguinte ele me levou direto pro vestiário, antes que nós aquecêssemos, mandou eu ficar de 4 no banco, mas por sorte alguém bateu na porta e era uma das diretoras do clube, achou estranho aquilo, e parece que não fui a primeira que ele comeu, e ele foi demitido, uma pena, porque ele era muito bom em tênis. – Ela ria.

Babi pegou meu rosto, e me beijou de novo, mordendo minha boca.

-Goza na mão da mana… goza Lipe… -Ela passava os lábios nos meus de um jeito sexy.

-Tô quase, vai lá por a boca vai…

-Hahahah abusado você hein… Não bebo porra e não chuparia meu irmão. -Ela me olhava com deboche.

Eu segurei o braço dela, pegando com firmeza, tirando sua mão do meu pau, então subi a mão com a mesma pressão que fazia no seu braço, até o seu pescoço, começando a enforca-la.

-Eu mandei você ir por a boca! Você vai obedecer, eu sou seu maninho e você quer virar minha piranha, pra que eu possa deixar minha namorada de lado e fuder nossa irmãzinha caçula…-Minha mão forçava sua garganta, ia deixando ela sem ar, não machucava ela, ela estava adorando minha ousadia, então dei um tapa na cara dela. -Anda, acaba o serviço com a boca PU TI NHA!

Ela não tinha ficado nem com o rosto marcado, o tapa mal tinha estalado, mas Bárbara obedeceu, sumiu nas cobertas, se cobriu e tirou meu pau da samba canção pela lateral, como fizera com o do professor 4 anos antes, e abocanhou ele, pagando boquete pra mim. Eu estava ganhando uma mamada maravilhosa da minha irmã mais velha.

Eu não amava ela, amava Rafaela, a irmã mais nova, mas ela era quente, mais quente que Rafa, mais excitante, e estava curtindo também. Começou a passar a língua pela minha rola, sentindo todo pedaço de carne que tinha na boca, namorando minha pica, logo estava engolindo tudo que conseguia, o movimento que sua cabeça fazia nas cobertas acelerou, então segurei o rosto dela, por cima das cobertas, e gozei, na sua boca, senti ela tentando tirar o rosto mas eu não deixei, minha pegada ela firme, ela ia engolir tudo.

Geni gozando, e quando tinha acabado, soltei sua cabeça e ela emergiu das cobertas.

-Filho da puta! – Ela me beliscou forte na barriga e me deu um soco no abdômen. -Tá maluco?!

-Você gostou, engoliu tudo, aposto que adorou meu leite!

Ela não estava preparada para minha ousadia, não soube o que falar, ficou me encarando só, peguei ela pela nuca e a beijei com firmeza de novo, ela gostava daquilo, gostava de ser possuída daquela forma.

Até que me empurrou, minutos depois, enquanto nos beijamos sem nos preocupar com o tempo.

-Chega, já deu, vou pro quarto, antes que de merda.

-Escova os dentes antes, tá com bafo de esperma. -Escolhi a palavra a dedo, para dar mais peso ainda ao que ela tinha acabado de engolir.

Ela levantou da cama, ajeitando a blusa longa, tapando sua bunda por completo, me olhando ainda incrédula, não sabia o que falar novamente, se não obedecesse ia admitir que gostou do gosto da minha porra, se fizesse o que mandei, bom… estaria se tornando minha putinha realmente.

-Vai se foder! – Foi o que ela conseguiu dizer.

Antes que ela chegasse até a porta eu a peguei por trás de novo, com meu pau ainda meia bomba, a encoxando.

-Me solta, já falei que acabou a brincadeira. -Sua voz tremia.

Senti que se eu escorasse a cara dela na porta ela cederia e eu a comeria ali mesmo, apesar de todos riscos que corríamos.

-Eu quero a calcinha! -Mandei com a voz firme no seu ouvido.

-Nem pensar, me solta! -Ela colocou a mão na maçaneta mas editou, seguia colada no meu corpo.

Foi quando EU me afastei, ela me olhou nos olhos antes de abrir a porta, eu mexi no meu pau, mostrando que ele seguia aceso. E ela saiu do quarto, demorou a fechar a porta, editava, ela tinha gostado.

Eu finalmente me deitei, lembrando de tudo, pensando em como minha irmã tinha sido abusada sem que ninguém soubesse e mesmo assim eu tinha me excitado com aquilo, pensei também em tudo que ela dissera sobre minha relação com Rafa, sobre nossa irmã caçula estar apaixonada por mim também, até que a porta do quarto se abriu, um objeto voou no quarto e ela se fechou aceleradamente, tudo aconteceu em menos de 5 segundos, me levantei pra ver, o objeto tinha caído quase ao lado do pé da minha cama, quando me aproximei consegui visualiza-lo…

Era a calcinha dela, suja, melada do sei gozo, levei ao meu nariz, inspirei profundamente, seu gozo parecia um elixir de tão cheiroso e gostoso de se lamber, era uma sensação fabulosa, ela confirmara que queria ser mandada, minha irmã mais velha também queria se tornar minha puta.

E aí, estão gostando? Me mandem e-mail com as suas histórias ou com foto das maninhas de vocês: [email protected]

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6 Comentários

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  • Responder Irineu

    Lupin é bom pra caralho, nada a ver chamar de merda

  • Responder Anônimo

    Continua , tá muito bom o conto

  • Responder Hfln

    Uau. Queremos a Rafa. Depois as duas, as 3…

  • Responder Leitor_cnn

    Pensei que tinha desistido de continua a história nem li ainda, por favor não pare

  • Responder HP

    melhores contos que ja li. Continua

  • Responder Alcinei

    Adorei o conto mano ,estou esperando pelo desfecho