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Minha Irmã e eu – Capítulo III

4747 palavras | 3 |4.69
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O primeiro beijo, e a melhor amiga dela me aliviando!

A semana se passou, Rafa e eu estávamos cada vez mais próximos, tinha sido lançada uma série maravilhosa no Netflix, assistimos a todos capítulos juntos nas noites daquela semana, ela sempre ficava de pijama do meu lado, infelizmente fazia frio e ela não usava a mini blusa e o short que ficava atolado da sua bundinha, e sim um conjunto de blusa e calça rosas, com a cara de uma gatinha, todo felpudo, seus seios ficavam bem nos olhos da gata, mas ele não era nada revelador, porém, a calça, conforme ela caminhava ia atolando no seu reguinho, e eu particularmente amo aquele tipo de calça, sua bunda fica torneada, fico imaginando como ela estaria, como sua bundinha ficaria por dentro com o tecido dentro do seu rego, pensando como sua lingerie deveria estar, outro ponto positivo da calça era que ela sentava de qualquer jeito no sofá, sem se preocupar com a roupa, em um dos momentos daquelas noites ela estava com os pés sobre o sofá, com as pernas afastadas, e a buceta completamente exposta, fiquei olhando fixamente, me arrependendo depois, já que ela podia ter notado facilmente minha malícia. Imaginei ela nua naquela posição, me mostrando sua buceta completamente sem vergonha, eu ajoelhado não frente do sofa, acariciando sua xoxotinha, lambendo, lembrei da calcinha… do cheiro… do gosto que a peça de roupa dela tinha… do mel que devia escorrer da sua grutinha. Precisei ir para o quarto, menti sobre estar cansado e passei a noite em claro batendo punheta homenageando minha irmã caçula.

Nossas carícias também se intensificaram, nada absurdo, nada sexual, mas eu fazia mais carinho em seus cabelos, tinha ela mais perto de mim, em um dos dias nós até deitamos juntos no sofá, com o corpo dela na minha frente e eu precisando me controlar para não encoxa-la.

Na Sexta daquela mesma semana meus pais avisaram que viajariam para nossa casa na praia no dia seguinte, e que voltariam apenas no Domingo à tarde, era normal eles irem e nós ficarmos, principalmente porque sempre tínhamos algo para fazer nos fins de semana. Na manhã seguinte, depois que eles já tinham saído, Bárbara veio falar comigo e com Rafaela, enquanto nós dois jogávamos vídeo game na sala.

-Pirralhos, é o seguinte. Igor vai vir dormir aqui em casa hoje!- Ela ainda estava de pijama, e falava sobre seu namorado.

-Ele vai dormir aonde?- Perguntou Rafa, completamente ingênua.

-No meu quarto né Rafinha. – Respondeu com deboche.

-NOSSO quarto né Bárbara! – Rafa estava irritada.

-MEU quarto, hoje, já que você vai precisar sair dele né…- Bárbara estava parada bem na frente da tv, impedindo que jogássemos ou que desviássemos a atenção dela.

-Ah claro, seu namorado vem e eu preciso ir dormir na sala… bem legal… Você que durma!- Ela tinha ficado brava, odiava os abusos da irmã mais velha.

-Eu dou aquela minha paleta de maquiagem da Sephora pra você.- Babi tentou acalmar os ânimos.

-A de 36 cores?

-Isso…

-Tá bem…- Rafa ficou com vergonha de ter sido comprada tão facilmente.

-E eu ganho o que? -Perguntei enquanto Babi ia saindo triunfante da sala.

-Nada, quem vai dormir na sala é ela, não você! -Ela me
Olhava com fúria.

-Mas eu imagino que o papai e a mamãe não sabem que teremos visita essa noite, nem que ele vai dormir contigo… acho que mereço algo pelo meu silêncio…

-IMBECIL! -Ela me encarou irritada, suspirando forte. -Eu posso comprar aquele sushi caro pro jantar, que vocês adoram, pelo silêncio dos meus amados irmãos, o que acham?

Eu sorri, aceitando, Rafa ficou radiante, ela gostava daquele sushi mais que qualquer um lá em casa, e meu pai nunca deixava a gente comer por ser caríssimo mesmo.

A noite chegou, Igor já tinha passado a tarde toda lá em casa, jogando comigo, e dando pouca bola para Bárbara, que levava tudo numa boa. Ela pediu o sushi conforme prometido e ainda fez o namorado pagar a conta caríssima. Eu ainda comentei que era mais fácil pagar uma prostituta pelo sexo, sairia mais barato que o sushi, Igor riu e tomou um soco de Babi, que disse:

-Uma prostituta não faz o serviço tão bem como eu, e ele sabe disso, né amor?- Ela estava sentada no colo dele e deu uma forte rebolada, fazendo Rafa tapar o rosto com as mãos, morrendo de vergonha.

Acabamos de jantar e eles foram para o quarto, eu não ia deixar Rafaela dormir na sala, então peguei uma coberta e meu travesseiro, e fui até o sofá, ajeitei tudo lá e quando me deitei Rafa chegou. Ela vestia uma mini blusa dos Simpsons, com o rosto de Maggie estampado nela, a blusa ela larga, ficava distante da sua barriga, seguindo o volume dos seus seios, como eu estava deitado, conseguia enxergar o sutiã branco que ela usava, além disso estava com um short não muito pequeno, com desenhos de sorvetes por todo ele, seu elástico ficava acima da cintura dela, exatamente no meio do umbigo, segurando parte do seu piercing, pela peça estar com a cintura alta, boa parte do tecido estava embolado nas virilhas dela, de uma maneira maravilhosa. Ela tinha o cabelo amarrado em um coque despojado, quando se desfazendo, seus cachos loiros estavam longe do seu rosto, que não tinha nenhuma maquiagem, se quer batom.

-Que que você tá fazendo aqui seu doido? – Ela sentou no sofá, na frente do meu corpo, de costas pra mim.

-Não vou deixar você dormir na sala, dorme no meu quarto que eu fico aqui. -Disse sorrindo pra ela, colocando a mão na sua coxa de propósito.

-Naooo, para de ser doidinho, vai pro quarto e eu deito aqui… – Ela tinha escorado a testa na minha, nossas bocas estavam perigosamente próximas.

-Não, eu gosto de ficar aqui, e fico mais tranquilo se você dormir na minha cama…

-Ahhh deixa de ser besta, acha o que? Que vai entrar um bandido e me pegar aqui? Ou que o Igor vai vir me atacar? – Ela ria com as mãos na cintura, seu sorriso era apaixonante.

-Exato, duas hipóteses perigosas, fico mais tranquilo com você lá, trancada!- eu alisava a perna dela enquanto falava de maneira macia.

-Então vem comigo. A gente dorme juntos na sua cama. -Ela me puxava, tentando me levantar. -Que foi? A gente já dormiu junto, qual problema? E eu sou magrinha, mal vou ocupar espaço.

Eu levantei, sendo arrastado por ela pela mão, segurando com a outra a coberta e meu travesseiro, me atirei na cama, ela apoiou o joelho direito no colchão e me empurrou com a mão.

-Isso gordo, vai pra parede.

Ela se deitou do meu lado, sorrindo daquele jeito incrível, ficou de costas pra mim e eu não sabia como reagir. Deveria abraçá-la? Podia encoxar ela? Só de vê-la deitada de lado perto de mim já fiquei excitado, eu precisava abraçar ela, sentir o perfume da sua nuca, sentir seu corpo. Resolvi ser ousado.

Colei meu peito nu às suas costas, coloquei minha mão na sua barriga, tocando diretamente a pele dela, acima do short, abaixo da mini blusa, quase dentro dela, mantive minha cintura longe da dela, não queria que ela sentisse meu pau, que já estava duro dentro do short, mas ela deslizou na cama para trás, encaixando o resto do corpo no meu, colocando o braço sobre o meu, repousando a palma da mão sobre as costas da minha.

Estávamos abraçados, calados, meu rosto no ombro dela, sentindo o cheiro do shampoo emanando dos seus cabelos,
Ela parecia sentir frio, se aninhava nos meus braços, nós não falávamos mais nada, meu nariz passava pela lateral do seu pescoço e eu ficava cada vez mais duro.

Até que algo quebrou o silêncio que existia ali. Primeiro começamos a ouvir o rangido da cama, ela mexia com força, a cabeceira claramente batia na parede, gerando ainda mais ruídos.

-ISSSOOOO METE NA MINHA BUCETA AMOR AAAAAHHHHHH ISSSSSSSOOOOOOO AAAAHHJHH METE FORTE SOCA A PICA!!!- Bárbara gemia no quarto ao lado.

Rafa me olhou por cima do ombro e começamos a gargalhar, ela virou o corpo para mim, eu a peguei pela cintura, agora minhas unhas alisavam a costela dela, sentindo as depressões do seu corpo, continuávamos rindo, minha irmã tinha colocado a cabeça no meu braço, se aninhando ainda mais a mim, logo começamos a rir ainda mais, agora, além dos gemidos de Babi ouvíamos o barulho de tapas, ela tinha elevado o tom de voz pedia “bate mais, anda, bate na sua vadia… aaaaahhhhhhhh meteeeeeeeeeee”.

-A coisa tá quente lá. -Falei rindo, envergonhado.

Meu pau estava duro, minha cintura estava longe da dela, mas minha mão alisava sua barriga por dentro da blusa, passando meus dedos muito perto do sutiã dela.

-Nada muito diferente de você com a Pati né… – Rafa me olhava com deboche, sua mão alisava meus cabelos, ela estava aproximando o corpo do meu, ia sentir minha excitação certamente.

-Sério??? Você escuta nesse nível? – Os gemidos e as batidas da cama continuavam intensos. Eu tinha ficado com vergonha, não imaginava que minhas fodas eram tão explícitas.

-Simmm, mas eu não fico no quarto né. Só que a Patrícia adora me contar. -Ela tinha ficando com o rosto vermelho.

-Que que ela te conta? – Eu alisava o rosto dela, mexendo nos cabelos em seguida, destruindo o seu coque.

-Ahhh conta tudo… – Ela ria, tinha puxado a coberta e tapado nossos corpos, em seguida colocou sua perna sobre a minha.

-Fala…

-Ela contou da primeira vez de vocês, disse que o seu… o seu… seu… seu treco aí era grande, que machuca ela, mas que é perfeito, que ela ama, daquela vez que eu peguei vocês quase no ato no sofá, ela voltou do teu quarto depois dizendo que parecia que um ônibus tinha entrado no cu dela, que tava toda arregaçada… -Ela tinha começado a falar com vergonha, mas logo nossos corpos estavam grudados e ela praticamente sussurrava, quase desinibida.

-Meu Deus, que vergonha… – Falei sentindo a cabeça da minha pica quase entre as pernas dela, praticamente pressionada contra sua pélvis.

-Ela diz que eu preciso experimentar.

-Você nunca fez?

-Não. – Respondeu de forma seca e rápida, tinha fechado os olhos, repousava a cabeça em mim, sendo apertada contra meu corpo.

-Não tem vontade?

Ela me encarou seria, demorando para responder.

-Não sou do tipo de garota que precisa disso desesperadamente que nem a Babi e a Pati. – Nós riamos. – Talvez por isso os garotos não se atraiam por mim como se atraem por elas…

-Você é muito mais atraente que elas… – Disse com o coração, sem pensar.

-Até parece né Phelipe!

-É sério! – Agora ela estava bem na minha frente com uma mão na minha cintura e a outra no meu cabelo, acariciando ele vagarosamente, eu arranhava a barriga dela com carinho, nossos rostos estavam perto, os gemidos seguiam no quarto ao lado e eu podia sentir o hálito de pasta de dente de hortelã dela. – Você é mais inteligente, tem o sorriso mais lindo, o papo contigo é bem mais agradável.

-Nome disso é “NERD” – Ela ria, me olhando nos olhos. – E isso não é nada atraente.

-Não, teu jeito é de mulher, é madura, não tem nada de infantil, é culta, e é linda, tem um olhar tão apaixonante… – Eu passava a mão nos lábios dela, sentia meu coração disparar e o dela também, eu sentia os batimentos do pulso dela na minha pele, eles aceleravam assustadoramente. -Sabia que eu gravei você no dia das fotos?

-NÃO ACREDITO PHELIPE! – Ela riu, tirou a mão da minha cintura e apoiou na dela, me beliscando forte na barriga. – ME MOSTRA AGORA!

-Pega meu celular aí no bidê. – Pedi

Ela obedeceu, pegou o aparelho e me alcançou. Eu desbloqueei e ela se deitou de frente para o teto, ficando com o rosto completamente preso pelos meus braços, de um jeito que eu podia admira-lá sem que ela me olhasse nos olhos.

Coloquei o vídeo que fiz dela fazendo poses no estúdio, mostrei as fotos, e ela olhava tudo, hora vendo o celular, hora me encarando, então ela beliscou minha barriga de novo, com força, virando pra mim.

-Que stalker você é….

O corpo dela estava mais próximo do meu, a blusa tinha se amarrotado e a barra do sutiã ficou exposta, seu corpo estava junto ao meu, eu sentia os seios dela, minha mão ainda estava na sua barriga e agora eu a arranhava, vendo seus pelinhos loiros e imperceptíveis ficarem eriçados.

-Porque você fez isso? -Ela perguntava com os olhos dentro dos meus novamente. Não havia hipótese de mentir ali.

-Porque tenho orgulho de você e quis registrar.

Ela parou de mexer a mão no meu cabelo, pegou minha nuca com firmeza.

-Porque? – Murmurou.

-Porque você é a garota mais incrível desse mundo, – Eu apertei mais forte a costela dela, queria descer a mão pra sua bunda, mas não podia, precisava me controlar. -Você é linda…

-Sim, toda maquiada né…

-Não, prefiro você agora. -Minha mão estava alisando a bochecha dela agora. -Seu sorriso, sua pele, seus olhos, sua boca.

A beijei!

Nossas bocas se grudaram e ficamos colados, a língua dela estava parada dentro da minha boca, comecei a mexer a minha e a dela mexia devagar, conforme meus movimentos, ela era delicada, minha mão pegou sua cintura finalmente, com pressão, trazendo ela pra mim, colocando meu troco sobre o dela, fazendo ela ficar com as costas 100% coladas na cama, a mãozinha esquerda delicada dela segurava com força minha nuca e a direita pegava meu antebraço, minha mão esquerda estava na cintura dela e a direita entre os caracóis do seu cabelo, sentir o gosto da boca de Rafa era perfeito, seus lábios finos, sua língua lisinha, sem nenhuma aspereza, senti a sua respiração começar a ficar ofegante, o coração dela tinha entrado no compasso do meu, parecíamos um corpo só.

Não sei quanto tempo passou, seguíamos nos beijando, só ouvia ela, nossas bocas não desgrudavam, a língua dela era tímida, leve, estava ao meu dispor, eu que mandava nela, eu que a guiava, até que a mão dela que estava no meu braço correu pro meu peito e pressionou ele devagar, mas claramente querendo parar.

Paramos.

Ela virou de costas pra mim, imediatamente após nossos labios descolarem, olhando em direção ao resto do quarto sem dizer nada.

Eu tinha estragado tudo.

-Acho que é melhor eu ir dormir na sala.-Falei.

-Não! Fica aqui!- Mandou aflita.

Eu fiquei, atrás dela, distante.

-Me abraça, eu tô com frio. – Pediu ela depois de alguns minutos.

Obedeci de novo. Encostei meu peito nas costas dela, mais uma vez recolhendo o quadril para não encoxa-la. Mas ela mexeu a cintura dela, colando a bunda no meu pau, com nossos corpos curvados, meu braço sobre as costelas dela, a cabeça dela repousada no meu braço, minha boca na sua nuca, com os cachos loiros dela no meu rosto.

-Sabe que isso não pode acontecer nunca mais né!?-Falou segurando meu braço com força, me prendendo mais ao seu corpo. A voz dela era hesitante, tremia, ela não conseguia falar muito.

-Sei…- Respondi triste.

-Foi MUITO errado! -Ela disse firme.

-Desculpa. – Falei arrependido do que dizia e do que tinha feito.

Ela dormiu daquele jeito nos meus braços, eu tinha avançado muito as coisas e estragado tudo, ela possivelmente não ia mais querer ser minha irmã, tudo tinha ido por água abaixo, tinha deixado meu tesão doentio dominar minha mente e ficado com minha irmã caçula, algo completamente sem cabimento, passei a noite me recriminando e sentindo todo amor que ela me causava, aliado com os gemidos de Babi que seguiram pela madrugada a dentro, o tesao foi impossível de ser destruído por completo.

Quando acordei ela não estava mais no quarto, eu escutava a voz de Igor e Bárbara na sala, quando me levantei para ir ao banheiro encontrei Rafaela saindo do quarto. Ela me encarou e me puxou para dentro dele, fechando a porta.

-Olha… – Fui começar a falar mas ela colocou a mão na minha boca.

-Não aconteceu nada tá? Simplesmente vai continuar tudo normal, já que ontem nós dormimos como irmãos e nada de diferente aconteceu, entendeu? – Ela falava com a voz tremendo de novo.

Eu balancei a cabeça concordando, ela não disse mais nada, só me abraçou, rápido e apertado, abrindo a porta do quarto e saindo de novo.

A manhã tinha passado e a tarde estava quase na metade já, eu via Babi com o namorado, e minha irmã caçula assistindo tv na sala, o tesão me consumia, só tinha uma possibilidade para resolver aquilo, liguei para Pati, disse que meus pais não estavam e mandei que ela viesse pra casa sem calcinha, eu ia judiar dela.

Ela, como de costume, apareceu lá em casa em questão de pouquíssimos minutos. Quem abriu foi Rafa.

-Ué, não sabia que você vinha. – Ela falou e deixou a amiga entrar.

-Seu irmão me ligou agora, mandando eu vir, aparentemente ele precisa de alguma ajuda dentro das calças. – Pati beijou a bochecha da amiga e passou por ela, vindo até mim, que estava na porta que unia o corredor à sala, olhando-a.

A ruivinha estava com uma roupa de academia, com os cabelos curtos presos em um pequeno rabo de cavalo, a roupa era roxa, calça de lycra e top.

Rafa passou pela gente no corredor com cara de irritada, foi até seu quarto e bateu a porta com força, dando um estrondo enorme, Pati me encarou arregalando os olhos, eu puxei ela para meu quarto, entrando logo após ela e trancando a porta.

-Veio sem calcinha? -Perguntei metendo a mão na sua bunda, por cima da calça, apertando com força e tesão.

-Vimmm… – Ela tinha jogado o rabo para trás, adorando o peso da minha mão nele.

-Tava na academia é?!- Eu a encoxava agora, passando o nariz na sua nuca, roçando o pau na sua bunda.

-Tava, tô toda suada… – Ela gemia em meus braços já, jogara sua cabeça no meu ombro e nós nos beijávamos.

Minha mão já estava entre as pernas dela, eu alisava a bucetinha por cima da calça masturbando-a mordendo sua nuca, sentindo o gosto salgado do seu suor. Eu sentia meus dedos quase entrando na sua buceta, apenas com a calça impedindo que eu a penetrasse.

-O que você fez com a calcinha? – perguntei mordendo ela de novo.

-Eu tava fazendo alongamento depois do treino, quando você me ligou, aí eu fui no vestiário, entrei no banheiro, tirei o tênis e a calça, aí tirei a calcinha que tava toda suada. E joguei ela no lixo…

Ela tinha virado de frente pra mim, sussurrava com a boca na minha, com minha mão forçando mais sua calça, eu friccionando com força na roupa dela, Pati tinha pego minha pica, apertava ela, alisando a rola com força, por dentro da cueca.

-Você largou a calcinha no banheiro da academia do condomínio? – eu falei fingindo ciumes.

-Larguei… – Ela me punhetava com pressão.

-E se alguém pegar ela? – Perguntei puxando os cabelos dela, lambendo seu pescoço salgado.

-Aí vão sentir o cheiro da minha suadinha…- Ela ria mais, se arrepiando nas minhas mãos.

-Ajoelha pra mamar vai Pati… ajoelha e abre a boquinha…

Ela obedeceu, baixei minha calça e a cueca até os joelhos e ela estava ajoelhada na minha frente , me olhava nos olhos enquanto dava um beijo molhado na cabeça do meu pau, abrindo a boca de leve, colocando a língua e logo lambendo ele, desde a base até a cabeça, segurando a pica com firmeza, me olhando nos olhos, começando a me mamar forte.

Eu olhava ela de cima pra baixo, vendo seus cabelos vermelhos, pegando ela pelo pequeno rabo de cavalo, forçando sua cabeça contra meu pau, fazendo ela engolir mais, eu via seus seios no decote do top, eles balançando conforme ela engolia a rola com mais rapidez, fodendo a boca grande e sentindo a língua áspera dela se enroscando na cabeça grande do meu pau, sua mãozinha pequena pegava minhas bolas com carinho, ela me chupava com força, mas aí eu fechei os olhos.

E a imagem de Rafaela me beijando na noite passada veio à minha mente, eu queria ela me chupando, queria minha irmãzinha caçula ali, de joelhos e engasgando no meu pau. Será que a boquinha dela ficaria com o gosto da minha rola quando ela me chupasse? Será que ela gostaria de ficar com bafo de rola em seus lábios, como Patrícia amava? Será que ela engoliria ou iria cuspir tudo?

Não consegui me controlar, o tesao estava acumulado, eu não tinha gozado no dia anterior, foi inevitável encher a boca de Pati.

Abri os olhos e enxerguei ela me encarando, quase rindo, de boca cheia, com a mão no queixo, impedindo que ela deixasse pingar no chão a porra que escorria pelo seu rosto.

Pati se levantou, vindo me abraçar, beijando minha boca, ela já tinha engolido todo leite, sentindo meu corpo nu no seu, ela ficava na ponta dos pés, se esticando para alcançar meu rosto. Eu sentia a porra que deixará rastros nas suas papilas e na parte interna das suas bochechas.

-Tava com o saco cheio de porra hein amor. -Ela ria, apertando com cuidado minhas bolas.

-Era saudade de ti.. -Falei puxando o rabo de cavalo dela de novo e dando um tapa no seu rosto. -Saudade da minha puta boqueteira…

-Ah é? Saudade de me bater? -Ela me encarava provocante.

-Fica peladinha vai, deixa eu ver se tá sem calcinha como mandei e se a xoxota tá fedida mesmo…

-Você já mexeu nela, deve ter sentido que eu obedeci. -Ela ria, ficando de costas para mim. -E o cheiro deve tá nos seus dedos.

Eu tinha me sentado na cama, com as pernas para fora dela, Pati estava virada para o espelho do meu armário, me olhando pelo reflexo, bem à minha frente, de costas para mim. Ela tirou primeiro o top, deixando eu ver seus seios pelo espelho, meu pau seguia duro e pulsante, ele estava na minha mão, eu tentava me convencer que aqueles seios grandes eram melhores que os que eu vira no estúdio, que eles eram mais bonitos que os da minha irmãzinha. Mas não eram.

Ela baixou o a calça, jogando a bunda para mim, eu não tinha dúvida que ela estava sem calcinha, ela sempre me obedecia, a bunda rebolava praticamente no meu rosto, eu queria que Rafa soubesse que eu estaria comendo a melhor amiga dela, então dei um tapa fortíssimo não bunda de Pati, arrancando um alto grito da ninfeta.

-Machucou amor… -Ela passava a mão sobre a pele onde tinha apanhado, esfregando, eu puxei ela pro meu colo e a fiz sentar no meu pau.

-Fica quieta ou eu vou machucar muito mais! – Falei enquanto segurava minha rola e a guiava até a gruta dela, penetrando-a.

-Aaaaahhhhh caralho PH, que pica enorme, tá arregaçando minha buceta…. Aaaaaahhh….

Ela gemia alto, subindo e descendo devagar no meu pau, sem que eu precisasse fazer muita força, com a calça arriada até seus calcanhares. Podia ver pelo espelho seus seios fartos balançando, pulando enquanto ela pulava na minha pica, eu abria suas pernas e podia ver também meu pau ir sumindo dentro da buceta dela.

A xoxota de Patrícia tinha pêlos, pretos, que tapavam boa parte da sua bexiga e desciam pelos lábios dela, deixando a visão meio bloqueada, mas sua buceta grande e aberta seguia escondendo meu pau grande dentro de si, ela aproveitava, ela queria, gemia alto no meu colo.

Comecei a apertar os seios dela e voltei a puxar seu rabinho de cavalo com força, fazendo ela inclinar a cabeça no meu peito.

-Grita vai putinha, grita no pau que tu tanto ama…

-Aaaaahhhhhhhh ISSSSOOOOO PH FODE MINHA BUCETINHA FEDIDA VAI, FODE TUA PUTINHA SUADA AAAAAAAAHHHHHHHH ISSSSOOOOO ARREGAÇA MINHA XOXOTA!!!!

A novinha berrava, meu pau ia cada vez mais fundo nas sentadas que ela dava no meu pau, engolindo quase todo ele. Mais uma vez não usávamos camisinha, não nos preocupávamos com nada, então gozei fundo na xoxota dela, fazendo ela parar, ficar sentada recebendo meus jatos, com nos dois ofegantes, eu via seu peito inflar e esvaziar rapidamente, eu alisava seu corpo, apertava ela em mim enquanto recuperávamos nosso fôlego.

-Meus pais já já estão aí, é melhor você ir. -Disse querendo me livrar dela, era Rafaela que estava na minha cabeça.

-Tá bem, só vou passar no quarto da Rafa pra ver se ela me empresta uma calcinha, se não vou chegar em casa com porra pingando da minha calça. -Ela ria, se levantando.

Pati tinha virado pra mim, mostra a a possa escorrendo pelas coxas dela, ela passou a mão, se sujando toda.

-Caralho Amor, gozou um monte no meu boquete, me babei toda, e gozou um monte de novo dentro de mim, olha isso. -Ela ria impressionada.

Eu tinha gozado pensando na minha irmã, querendo ter Rafaela nos meus braços.

Pati se vestiu e foi até o quarto de Rafa, mas alguns gritos foram dados e ela voltou ao meu rapidamente.

-Que houve? – Perguntei vendo que ela estava irritada.

-Rafaela chorando de mau humor com TPM, disse que não ia me emprestar a calcinha, que eu trepo contigo de qualquer jeito e tenho mais é que me foder, vê se pode. -Aquilo que assustara. – me empresta uma camiseta pra eu limpar a buceta, que nem o banheiro tá liberado pra eu me lavar.

Eu comecei a rir, mesmo estando nervoso em saber que Rafa estava chorando. Alcancei uma camiseta velha pra ela e a vi baixar a calça até o meio das coxas e passar a camiseta na sua buceta, deixando a roupa cheia de porra e suor. Pati veio até mim, me deu um selinho de tchau e saiu.

Aquele dia foi estranho, meus pais chegaram em seguida, Igor também já tinha ido embora, mas Rafa não saiu do quarto, quase de madrugada ouvi ela e Babi conversando no quarto, mas eu não conseguia distinguir as palavras. Nossa relação ficou terrível, o beijo realmente tinha feito ela me achar um tarado e não me via mais como seu irmão, mal falava comigo, e quando falava me chamava só de Philipe, a gente não tinha mais a mesma proximidade que vinha tendo, e a culpa era toda minha.

Continua! Estão gostando do conto? Entrem em contato comigo pelo e-mail [email protected]

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3 Comentários

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  • Responder Anônimo

    Continua aí amigo , que tá muito bom

  • Responder Lucky

    Delícia de conto….A irmã novinha e a namorada suada e suja!
    Tomara que quando vc pegue a maninha ela também esteja assim sujinha e deliciosa.
    Aguardando a continuação!

  • Responder Ribeiro

    Continua logo, esta otimo!