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irmãozinho do meu amigo (8 aninhos – verídico)

2635 palavras | 14 |4.68
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Este conto é pra relatar como descobri algo deliciosamente excitante, que veio a se tornar minha aventura nos meses seguintes.

(Obviamente todos os nomes serão trocados. O relato ficou extenso, mas não se engane, todas as informações farão sentido conforme a postagem das outras partes.)

Me chamo, Alê. Atualmente estou com 17 anos e finalizando o ensino médio.
Quando rolou essa onda de aulas de EAD, tudo ficou um saco… já não suportava as tretas de meus pais em casa em dias normais, ficar agora o dia todo com eles, era torturante.
Sou filho único e bem de vida até, graças aos meus pais. Estudo num bom colégio que possibilitou um suporte bacana para as aulas de EAD. Apesar de continuarem chatas e a bagunça com a galera do fundão fazer falta.

No início desse ano letivo entraram algumas pessoas novas no colégio e consequentemente na minha turma, assim como outras pessoas também saíram.
Fiquei bem triste quando alguns amigos que faziam parte da minha panela saíram e não tivemos a chance de fazer uma despedida por causa do lance do isolamento e os pais embaçando. Foda que todos os quatro amigos que saíram se mudaram de cidade. A amizade permanece mas não é mesma coisa.
Éramos sete e quatro haviam saído, desfalcou bem o grupo porém vida que segue.
Ficamos em três: Eu, Gustavo e Gui, e subimos para cinco quando conhecemos, Dante e Samuel.

A gente iniciou essa amizade com os caras mesmo sem conhecer eles pessoalmente. Os gostos em comum e as piadinhas nos breves momentos da aula logo fizeram eles se chegar com a gente. Então agora éramos cinco.

Numa dessas calls que fazíamos de madrugada, Samuel falou que que a gente tinha que marcar um rolê entre os cinco para nos conhecermos, no caso, a gente conhecer eles.
Na hora achamos a ideia do caralho. Todos nós estávamos a fim de sair e aprontar, então ideias não faltaram. Único problema é que ainda estava rolando algumas restrições na cidade e não daria para a gente beber e curtir em um local público, fora os pais que estavam neurados com o vírus. Então, Dante sugeriu que fôssemos para a casa dele desde que não quebrássemos nada.
Era perfeito o rolê lá, a mãe dele trabalhava como médica e no dia que marcamos ela estaria de plantão, como nos garantiu, Dante.

Todos nós estávamos empolgados. Conseguimos levantar R$450 para comprar bebidas e outras paradas para beliscar e tapear o estômago.
Dante e eu éramos os únicos que manjavam um pouco de cozinha. Eu por ser filho único e ter que me virar na ausência dos meus pais, e ele por insistência da mãe que fazia do ato de cozinhar um rolê “mãe e filho”, já que não tinham tanto tempo juntos por conta dos plantões que ela pegava no início de carreira, quando ele era mais novo.

Assim, ele e eu ficamos encarregados de comprar as coisas no mercado. O que de certa forma aproximou a gente um pouco já que eu fui o primeiro dos quatro amigos novos que ele estava encontrando pessoalmente.
Combinamos de nos encontrar em um supermercado bem conhecido aqui da cidade, em uma unidade que ficava mais próxima a casa dele. No grupo ele já havia dado a call para a galera, passando o endereço e combinando o horário que seria por volta das 20:00h.
Nos encontramos perto das 17:30h no supermercado. Logo nos cumprimentamos com um abraço, sorrisos e aquele velho papo de “ah, eu te imaginava diferente… Mais alto” e seguimos às compras.

dos R$450, gastamos apenas R$60 em comida e o resto tudo em bebida. Compramos umas duas garrafas de vodka, Campari, suco de limão para fazer caipirinha, um pacote de cerveja e uma garrafa de energético.
Subi para a casa de Dante quase 18:30h. Colocamos as bebidas para gelar e fomos fazer o tira gosto para o resto da galera que iria chegar mais tarde.
Durante todo esse tempo fiquei conversando com ele e ele se mostrou um cara bem simpático e mais “cabeça” entre a galera. Era alguns meses mais velho que o resto de nós, pouco coisa na real, todos nos fazemos aniversário no mesmo ano, mas ele sempre fica a frente em número de idade.

Em dado momento enquanto cozinhávamos, me assustei com um vulto que vi passando pela porta de um dos quartos. Comentei com Dante e ele me disse que possivelmente era o irmão. Até então eu não tinha sacado, mas lembrei que ele havia dito que na casa moravam apenas três pessoas.
Ele chamou por Lucas e o menino apareceu na cozinha. Dante fez as devidas apresentações e Lucas me disse “tudo bem?”, respondi apenas “beleza”.
Deu para sacar no jeito de Lucas que quando ele ficasse mais velho possivelmente se tornaria gay. O menino não dava pinta, mas em alguns momentos deixava escapar uns trejeitos femininos, o que me deixou intrigado. Além desses trejeitos que ele deixava escapar, também tinha uns traços femininos no rosto mas nada que fosse muito incomum para a idade.
era branquinho e tinha o cabelo liso igual ao de Dante, porém o corte lembrava mais o do Gohan na fase criança.

Dante avisou que iria receber uns amigos e combinou com Lucas para se comportar no quarto, prometendo que se ele não contasse para a mãe e não atrapalhasse, faria bata frita e levaria para ele no quarto depois. Vi Lucas dar um sorriso de orelha a orelha e gritar um feliz “tá legal!”, enérgico, em seguida correr em disparado para o quarto. Dante depois me disse que bata frita era o prato preferido do irmão.

Assim seguimos a noite depois que o resto da galera chegou; Começamos a beber e beliscar o tira gosto e na tv já rolava um som. Samuel era bem mais diferente que Dante, parecia ser mais velho por causa dos músculos, mas entre nós foi apelidado de “caçula” pois era o último que iria fazer aniversário nesse ano. Gustavo e Gui eram os mais espalhafatosos, sempre fazendo piada com tudo e também os mais fracos para bebida. Já estavam alegres só na cerveja, logo seriam os primeiros a apagar naquela noite.

Continuamos rindo e falando alto, conversando putaria e revelando nossos desejos na professora gostosa que dava aula de redação para a gente. Cada um um tinha um desejo diferente em comer ela, mas era consenso entre nós que todos queriam comer o cu, afinal, ela tinha um rabo espetacularmente apetitoso. Quero dizer, era aquele rabo que vem com o conjunto completo. Quadril um pouco largo e cintura que vai afinando estilo violão; fora a cara de safada que ela tinha. Revelei que certa vez tive que sair de sala e bater uma no banheiro para poder me concentrar. Logo virei o motivo de piada. “goza no colégio” era o apelido da noite e que fazia todos rirem.

Já estávamos todos alcoolizados. Os últimos guerreiros em pé eram, Dante, Samuel e Eu. Ainda havia meia garrafa de Campari e logo tivemos a ideia de matar ela brincando de virar doses. De fato, o que menos bebeu foi, Dante. Compreensível, já que ele tinha que cuidar de nós e da casa; mais da casa do que de nós.
Lá pela terceira dose, Lucas apareceu na sala falando em uma voz meio chorosa “irmão, e a batata?”, ouvi Dante exclamar “ih, caralho! esqueci.” Ele se levantou e foi até irmão pedindo desculpas e disse que já iria levar para ele no quarto. Samuel e eu secamos a garrafa enquanto Dante preparava a batata, me deitei no sofá e paguei.

Lá pelas tantas da madrugada eu acordei com uma vontade de mijar. A casa estava silenciosa e com as luzes apagadas. Ao meu lado Samuel dormia de boca aberta e babando, enquanto, Gui e Gustavo, deduzi estarem no quarto em que os havíamos deixado horas antes. Fui cambaleando até o banheiro e me aliviei. As paredes pareciam girar sem parar e toda vez que eu piscava elas voltavam ao lugar inicial para começar a girar de novo. “caralho”, resmunguei.

Andei bem lentamente o caminho de volta para a sala. Ao passar por um dos quartos ouvi um cochicho e um leve gemido. Uma voz baixa que soltava um: “aaaah”. Parei em frente a porta e fiquei tentando ouvir mais alguma coisa, novamente a voz: “devagaaar”, sussurando
Intrigado resolvi empurrar a porta de forma lenta para quem estivesse ali não percebesse minha presença. Um pequena fresta se formou com a porta semiaberta. Espiei para dentro do quarto e tudo ainda parecia girar. Fui examinando cautelosamente na pouca luz que havia no quarto, essas luzes noturnas para crianças que ficam ligadas em uma tomada. Vi Lucas em pé com a boca no pau do Irmão. Na hora fiquei parado e tentando ao máximo não fazer barulho.

Lucas movia a cabeça para frente e para trás no movimento típico de um boquete. Dante estava com o short caído nos pés, os cotovelos apoiados em cima de uma cômoda e a cabeça jogada para trás. Parecia estar delirando com a chupada. A fresta me permitiu ouvir melhor o que diziam dentro do quarto. Lucas tirou o pau da boca e perguntou baixinho “assim, irmão?” Dante abaixou a cabeça olhando em direção a Lucas e Respondeu “isso, maninho. Chupa bem gostoso o mano.” Lucas voltou a mamar e agora eu podia ouvir o barulho da boca dele chupando o pau.
Dante comandava o irmão em poucas palavras; “passa a língua”, “tenta engolir todinho”, “agora baba”, “fica passando a língua”

Não resisti, coloquei meu pau pra fora e passei punhetar bem devagar observando a cena.
Ouvi Dante dar mais uma ordem a Lucas “pega o banquinho”. Lucas saiu em direção a cama e voltou com um daqueles bancos de madeira para criança, posicionou nos pés de Dante e subiu.
Agora Lucas estava um pouco mais alto, altura suficiente para que Dante conseguisse aproveitar mais o irmão. Sem muita delicadeza Dante virou o irmão de costa e começou a sarrar na bundinha dele por cima do pijama, Lucas parecia empurrar o bumbum para trás como se quisesse sentir mais o pau duro do irmão. Novamente Dante deu uma ordem a Lucas “tira o pijaminha beeem devagarzinho, pro mano”. Ele curvou um pouquinho Lucas, que logo começou a abaixar a calça do pijama bem lentamente.

Via Dante punhentando o pau, e batia na mesma velocidade que ele. Bem lento, como se quiséssemos aproveitar tudo aquilo ao máximo sem se importar com o tempo. Aos poucos a bundinha de Lucas ia ficando a mostra e mesmo na pouca Luz, deu pra perceber que ele tinha uma bundinha grande, coisa que eu não tinha percebido até então. Era grandinha e parecia ser bem lisinha.
Em poucos segundos a calça do pijaminha já estava totalmente caída aos pés de Lucas e em cima do banquinho. Dante gemeu com a visão e dessa vez ao invés de ordenar, pediu: “abre um pouco e mostra esse cuzinho pro maninho, mostra?”, Lucas se curvou mais um pouquinho e pôs as mãos uma em cada lado das nádegas afastando-as.

Dante ficou parado por um tempo só olhando e punhetando o pau, parecia estar em transe olhando para o rabo do irmãozinho aberto ali em sua frente. Na verdade, nos dois parecíamos estar.
Fomos tirados de nosso estado contemplativo quando Lucas em uma voz baixinha e manhosa saltou: “quer colocar ele?”, Dante perguntou de volta: “você quer hoje?” Lucas apenas disse: “hunrum”, Vi então Dante soltar uma gota grande de saliva que caiu da boca em direção a cabeça do pau, ele espalhou a saliva com uma mão e com a outra, levou saliva até o cuzinho de Lucas.

Ele jogou o corpo para trás apoiando as costas na cômoda e trouxe o rabinho de Lucas em direção ao pau. O quadril de Dante era a única parte do corpo dele que estava para a frente. Com uma mão no pau e a outra na cintura de Lucas, vi Dante entrar no cuzinho do irmão bem devagar. O pau dele não era maior que o meu, talvez o mesmo tamanho, devia ter por volta de 15 a 16cm. Lucas prosseguia com o bumbum indo para trás e soltava uns gemidinhos. vi a bundinha dele encostar sob o púbis de Dante e notei que agora ele estava com o pau todo dentro do cuzinho. Dante gemeu disse: “aaaaah, gostosinho”, em um leve sussurro.

Eles ficaram ali parados por um breve momento até que Dante irrompeu o silêncio do quarto ordenando a Lucas para que piscasse o cuzinho de leve. Acredito que Lucas o fez, pois em poucos segundos Dantes estava gemendo com a cabeça novamente jogada para trás. Ele segurou a cintura de Lucas e disse: “eu vou tentar algo diferente, tá? Se você não gostar você fala que o irmão para” , Lucas apenas respondeu “tá bom” com uma voz tremida que quase não saia a palavra. Dante então passou a levantar e descer Lucas no pau, de forma leve e lenta. Ele olhava para a bundinha de Lucas e vez ou outra perguntava: “tá gostando?”, Lucas já não conseguia mais soltar uma palavra, apenas fazia sons em concordância que se misturavam com gemidos baixinhos.

Dante percebeu que Lucas estava gostando de ter o cuzinho comido, e passou a ir um pouco mais rápido e suspender Lucas um pouquinho mais alto, em seguida descia Lucas até a base do pau e ficava grudado com ele um pouco, para novamente repetir os movimentos. Ouvia Dante perguntar se Lucas estava gostando, mas ele já não parecia se importar com a resposta. Fala coisas do tipo “que delícia de cuzinho, maninho”, “tá tão quentinho”, “to adorando comer ele”, às vezes falava pra si: “olha como ele engole meu pau”, “caralho, que irmãozinho gostoso” e a todo momento Lucas respirava de forma ofegante, ele parecia estar com os olhinhos fechados, não consegui ver direito.

Não demorou muito e Dante disse que iria gozar. Tirou o pau do cuzinho de Lucas e gozou no chão, não me contive e acabei gozando apontando os jatos para a minha cueca. Dante respirou ofegante e abraçou o irmão. Ele o vestiu e perguntou se Lucas havia gostado, Lucas abraçou o irmão e disse que tinha sentido algo gostoso, mas que o bumbum dele estava doendo um pouco. Ouvi Dante dizer: “pega aquela pomadinha”, Lucas abriu uma gaveta na cômoda e entregou a pomado ao irmão que espremeu um pouco nos dedos e passou no cuzinho de Lucas. Deduzi que era alguma pomada para assaduras.
Minha cabeça não girava mais. Agasalhei o pau e caminhei na ponta do pé de volta para o sofá.

Pouco depois ouvi a Porta do quarto abrir e se fechar, ouvi passos e notei a presença de Dante entrando na sala. Ele sentou ao meu lado e perguntou baixinho: “e aí, gostou de ver?”

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14 Comentários

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  • Responder pd

    irmao esperto, tinha uma viadinho pra aliviar meteu pica. queria ter um mano novinho tbm com 6 ja ia ta cansado de levar rola

  • Responder CBTD1691

    continua logo

  • Responder Ollie

    Quem curte de preferência -7 e 👶
    Chama no telegm pra conversar pequekid123

    • putinho14anos

      q delicia.

  • Responder GabsTo

    muito bom! continua

  • Responder Benhur

    Nossa que maravilha de conto, fiquei aqui hiper excitado! Continue amigo….

  • Responder Fernando

    Muito bom… continua mano…👍👍

  • Responder @ifrjkoo

    que delícia ver o irmão mais velho ensinando pro irmãozinho mais novo os prazeres do sexo entre homens e meninos

  • Responder A1e5g7

    Sou tarado em cuzinho de criança, meu sonho arrombar um menininho

  • Responder Alê17

    Fiquem à vontade para comentar.

    • Seu XARÁ - Alê23

      Delícia…
      Só de imaginar estar metendo no cusinho de guri novinho, não tem como não tocar uma.

    • Alê17

      Uma delícia. Já comi o cuzinho do Lucas e realmente é muito bom. Vou ver se posto logo a continuação.

  • Responder Sr Rola

    Acho que não resistiria e entrava no quarto para brincar também

    • Vdj199812

      Por favor, continue o relato…