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Gabriel, o sobrinho afeminado

1351 palavras | 10 |4.31
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Passei uns dias na casa da cunhada e peguei o menino de 15 anos vestindo as roupas da irmã : não teve como segurar.

Olá, me chamo Emerson, tenho 43 anos. Tenho cabelo castanho já ficando grisalho, tenho a barriga mais ou menos em forma pra idade, 1,78 de altura e 17cm de rola. Sou hétero, casado há anos, tenho dois filhos, bom emprego na area de engenharia civil, enfim, nada de muito notável.
O que vou contar hoje aconteceu faz pouco mais de um mês. Sou do Paraná, mas tive que ir pra Campinas, por uma questão de trabalho. Minha cunhada mora lá, então, já que ia passar uns dias, pedi pra ficar na casa dela, pra economizar no hotel. Meu irmão morreu faz anos, então ela criou sozinha meus dois sobrinhos, a Manuela, de 17 e o Gabriel, de 15. Não tenho muita intimidade nem com eles nem com ela, não sou um tio muito presente, mas ela não negou a hospedagem, e ainda brincou: “aproveita e passa um tempo com seus sobrinhos”
A Manu é muito bonita: branca, olhos azuis e cabelo preto cacheado, um rostinho lindo… sem falar no corpo bem razoavel mas sem exageros, um tesão. Agora, o Gabriel… eu não lembrava a cara do menino, só vi quando era bebê. Como eu disse, eu sou hétero, nunca reparei nem tive nunca tive desejo por homens, me dá até nojo até. Mas nele rolou algo, eu mal cheguei e reparei que aquele ali tinha uma aura diferente: cabelo castanho cacheado igual o da irma, pele branca e olhos azuis tambem, e um rosto delicado que parecia uma menina… mas é claro, a princípio, não fiquei reparando muito no moleque.
A verdade é que eu passei a semana sem ver a cara da Manuela, não tinha covid que segurasse a menina em casa, passava o dia em casa de amiga, em casa de namorado… confesso que sentia vontade de punhetar nas roupas dela (uma semana sem punheta, a gente fica com umas ideias estranhas) mas não tive coragem, porque o Gabriel tava sempre na casa. Acho que por ter sido criado pela mãe e pela irmã, o menino tem uns hábitos estranhos: reparei que estava sempre de base, pintava a unha… mas né, eu não sou pai, não ia falar nada. Ele passava o dia vendo aqueles desenhos de japones no computador ou sei lá o que, então nos literalmente não nos falamos nos primeiros dias que estivemos lá.
A Marinês, a mãe dos meninos, é bem bonita apesar dos já 37 anos, mas eu não ousava fazer nada porque né, tem que respeitar a memoria do meu irmao. Mas a marina, puta que pariu, ela chegava na hora da janta de shortinho e eu ficava só olhando, comendo com os olhos. Ela também, nem ai pra mim. Enfim, passaram os 6 dias que eu fiquei lá, já era meu último dia, eu de mala pronta, e decido: é agora, vou entrar no quarto dela e roubar uma calcinha, ela nao vai sentir falta se for uma calcinha só. Fui na maciota, de mansinho até o fim do corredor e… encontrei a porta entreaberta? Mas o que era aquilo? Fui abrindo devagarinho e quem eu não encontro lá dentro, vestindo um vestido todo florido da irmã?
Foi um choque mutuo: ele ficou de olho arregalado, pálido, parecia um bicho acuado. E eu? já disse que sou hétero, mas devo te confessar, eu fiquei de pau duro. Até sutiã pra fazer parecer que tinha peitinho o menino tava usando. Era um vestido rosa, bem inocente, devo admitir que ele ficava muito bonitinho naquilo.
– Eu posso explicar – ele disse
– Ah, se sua irmã fica sabendo… – eu não tava mais pensando com a cabeça de cima
– Pelo amor de deus, nao conta nada pra ela, eu te imploro – parecia que ele ia começar a chorar
– Voce fez isso agora que eu to indo embora so pra me deixar de pau duro ne?
– Não tio! de jeito nenhum!
– O viadinho tá querendo chamar atenção? ver se tira uma casquinha de despedida?
– Do que voce tá falando???
– Se não quiser que eu conte pra ninguem, vai ter que pagar uma compensação – aí já meti o pau pra fora da calça. O menino veio tímido, sei lá se era a primeira vez ou não, mas ele veio. Meio hesitante mas veio, mostrou a linguinha…. ai nao teve como né. Queria comer a irmã, mas só de raiva vou comer o menino no lugar, foi isso que eu decidi na hora. Deixei ele lambendo, e ele lambia feito um gatinho guloso, a lingua foi feita pra isso.
– É disso que voce gosta né viadinho, era isso que voce tava querendo… – ele não respondia, a lingua tava lambendo o pau, de cima pra baixo, até as bolas ele tentou encaixar na boca.
– Deixa bem molhado, porque voce sabe pra onde isso vai depois –
– Mas eu sou virgem! No cu não, vai doer muito!
– Ah, larga desse papinho de virgem, tá na cara que voce é rodado, na escola todo mundo já deve ter te comido no banheiro. Voce nao me engana! vai, continua chupando. Já chupou rola de homem mais velho? algum professor? ou é sua primeira vez? – mas ele, de boca na rola, não respondia. É, tem quem diga que homem chupa melhor que mulher e agora eu posso comprovar. Deve ser pra compensar a falta de buceta, porque parecia que a boquinha de veludo dele tinha sido feita praquilo. Ele chupava com gosto mesmo, de quem gostava dum cheiro de rola.
De repente, ergue um volume no vestido.
– Ficou de pau duro é? Isso tudo é vontade de dar o rabinho? Tá gostosa minha pica na sua boca? Eu suspeitava mesmo, desde a hora que eu cheguei que era isso que voce queria. Ja nasceu putinha, putinha nada mesmo, deve fazer a felicidade dos meninos no vestiario. Vai, vira de quatro, quero gozar nesse seu cu.
– Vai devagar titio… – Ele deitou o dorso em cima da cama da irmã de bruços, com as pernas ainda de pé no chão, deixando aquela bunda apontada bem pra mim. O cuzinho rosinha, limpinho… se a baba dele não bastasse como lubrificante, eu nao tava nem ai, ia comer aquele cu ali mesmo, nem que fosse no seco. Primeiro, nao deixou entrar. Mas depois, eu forcei e foi. O cuzinho do boiolinha era treinado, chupava minha rola, e ele ia gemendo feito um gatinho mesmo, ele sabia que era pra isso que ele servia… as vezes olhava pra tras com os olhos brilhantes, mordendendo os lábios, e dava uma arregaçada nas nadegas, ajeitava a posição. E eu só bombando.
– Vira aqui, quero te deixar um presente de despedida. – Ele virou, ficou de quatro na cama, o rostinho bem debaixo da minha rola, fazendo carinha de pidonxo, me olhando, enquanto eu terminava de punhetar. – vou marcar esse rostinho com a minha porra. –
E fiz isso mesmo, gozei na cara dele e gozei bonito, foi entre os olhos, no cabelo, no queixo, nos labios… ai ainda limpei a cabeça da rola nas bochechas, e ele ainda de olhos fechados, apertando o rosto, com uma cara de nojinho. Me ajeitei e sai do quarto, larguei ele lá, fui arrumar minhas coisas pra ir embora.

Depois que isso rolou fiquei muito nervoso, com medo de que ele contasse pra alguem. Mas mal cheguei em casa e ele me mandou mensagem! desde então temos sempre trocado fotos, ele me manda bastante coisa, tem me contado várias das histórias eroticas dele (quem sabe eu nao publico aqui). Já estamos até vendo de marcar de se encontrar de novo até o fim do ano, só preciso de uma desculpa pra sumir por uma semana e deixar minha mulher em casa. Como eu disse, eu não sou gay mas… com o Gabriel, não teve como!

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10 Comentários

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  • Responder luiz

    nao se pode negar o obvio, vc é gay sim, nenhum macho de verdade fica de pau duro para outro homem, mas acho que vc deve continuar comendo sim depois conta pra gente

  • Responder @infinityON

    Gostoso demais

  • Responder Hetero

    A culpa da viadagem é desses meninos gostosos, abs

    • Larissa

      Vontade de engolir até o talo

  • Responder Saulo Batista

    Muito bom

  • Responder Passivo anjinho Manaus

    É hétero sim que gosta de comer um viadinho, gozei lendo

  • Responder AXYZ

    O cara xinga de boiola e viado pra parecer mais hetero kkkkkkkkkk que escroto, tu continua sendo gay

    • Leitor_cnn

      Então tu gosta por ta lendo aqui kkk

  • Responder AXYZ

    “eu sou hetero da nojo de homem” “já disse que sou hetero” “sou hetero” “sou hetero mas comi um garoto se 15 anos afeminado” que hetero oque rapaz tu é gay, nem nascendo de novo iria ser hetero

    • Luanzinho

      Ele é como eu, bissexual.
      Gosto de meninos e meninas, e ponto final, mas já peguei um amigo meu de jeito. Macho pegador, tinha várias meninas nos pés, e não deixava passar nenhuma. Um dia, estávamos com uma amiga, 14a, bonita, gostosa, e dadivosa. E eu já tinha ficado com ela, e ela sabia que sou bi. Brinquei dizendi que íamos fazer uma suruba, eu, ela e meu amigo. Ela se engraçou e acabamos os três na cama. Ela foi embora, e eu fui tomar. Meu amigo ia tomar banho tbm, e veio com gracinhas de dar tapas na minha bunda. Puxei ele pro box, e caí de boca na rola dele. Parei de chupa- lo e subi lambendo o corpo dele, suguei os mamilos, ele se arrepiou todo, abracei e beijei-lhes os lábios, ele se soltou, taquei-lhe um beijo na boca, e fiz ele pegar na minha rola. Não rechaçou, ficou acariciando. Com jeito fiz ele ajoelhar, passei a rola nos lábios dele, e não deu outra, chupou até eu gozar. Fechei o dia com chave de ouro, tirei as preguinhas e enchi o cusinho dele de porra. Até hj guardo esse segredo.